Como começar?... Quando eu era criança, meu pai me levava pra escola de manhã e ia trabalhar, minha mãe era dona de casa, uma família normal. Pois um dia desses suspenderam as aulas na minha escola, e meu pai não teve outra opção a não ser me levar de volta pra casa. Quando entramos em casa, saí correndo de empolgação procurando minha mãe, e quando abrimos o quarto, descobrimos minha mãe fazendo um 69 com um cara, ela tinha a rola inteira na boca, e meu pai partiu pra cima do outro homem na porrada. Enfim, óbvio que meus pais se separaram e minha mãe nos abandonou. Eu devia ter uns 7, 8 anos quando isso aconteceu, e desde aquele momento, lembrava muito da imagem da minha mãe engolindo aquela rola. Aquilo despertou em mim a luxúria, o jeito de ser provocante, me vestir sexy, seduzir os homens, e deixar me apalpar a escola inteira, até professores. Desde pequena, sempre gostei de dar mole pra rola. Agora tenho 19 anos, nunca mais soube da minha mãe, e meu pai, embora tenha me criado como pôde, há uns anos pegou o vício da cachaça, todo dia bêbado, perdeu o emprego e se endividou com muita gente. Ontem veio um cara, chegou muito puto batendo na porta da casa com força. Eu tava me masturbando, digo, tomando banho, e do susto saí do chuveiro e só vesti um roupão transparente de seda... Eu — Quem é?! Perguntei me aproximando da porta sem abrir. Cara — Tô procurando o Pancho, seu pai (continuava muito bravo) Abre, por favor!! Eu — Meu pai não tá em casa. Abri a porta, meu cabelo escorrendo água, molhando o roupão inteiro, quase nua porque tudo aparecia, meus peitos empinados destacavam mais pelo marrom escuro das minhas auréolas, meu umbigo aparecia, e o roupão todo enfiado na minha bunda, eu não tinha me depilado e minha buceta tava inchada.
O senhor me olhou muito surpreso, acho que percebeu o medo no meu rosto e mudou de humor.
Senhor – Desculpa, filha, não vou te machucar, tô procurando seu pai porque ele me deve um dinheiro...
Não sabia o que responder, ele não tirava os olhos de mim, de cima a baixo, cada vez mais excitado.
Senhor – Bom, outro dia eu volto pra procurar seu pai, só me faz um favor, filha, deixa eu usar seu banheiro, por favor...
Eu – Pode entrar, senhor!! Minha voz era submisa, sei lá, um tom de voz que deixa os homens loucos, um tom entre infantil, com medo e ao mesmo tempo sedutor e provocante, sabia como fazer porque, como já disse, desde pequena sempre fui muito foxy.
Meu roupão molhado fazia minha bunda pular enquanto eu andava, e eu mesma mexia mais meus peitos, não parava de me mexer, uma porque já tava muito excitada, e outra pra me exibir como a puta que sou.
Quando vi ele entrar no banheiro, lembrei que meu cesto de roupa suja estava lá dentro, cheio das minhas calcinhas fio dental, e também tinha deixado meu vibrador ali. Ele saiu do banheiro cheirando minha calcinha e com a braguilha da calça aberta. Fiquei paralisada, com o olhar fixo na cueca dele.
Senhor – Você ama muito seu pai, não é, filha?
Eu – Como é que é?
Senhor – Encontrei este vibrador, e olha essas calcinhas fio dental que você usa, sem dúvida você é uma putinha. Só sentia minha bucetinha molhando de tesão.
Senhor – Você pode pagar a dívida do seu pai... só precisa chupar toda a minha pica, filha...
Eu – É verdade, senhor?
Senhor – Você só vai deixar eu usar sua boca do meu jeito, até eu gozar, e vai ter que engolir todo o leite que sair; e pronto, dívida paga, seu pai vai ficar livre e não vai ser procurado... pode ser que eu te dê um dinheiro extra se fizer direito, o que me diz, meu amor?
Sem mais, eu o despi e fomos para a cama do meu pai, e mesmo ele tendo destruído minha garganta e eu ter engolido 20 ml de porra, encontrei um jeito de quitar as dívidas do meu querido pai.





Te amo, papai ♥️ fim.
O senhor me olhou muito surpreso, acho que percebeu o medo no meu rosto e mudou de humor. Senhor – Desculpa, filha, não vou te machucar, tô procurando seu pai porque ele me deve um dinheiro...
Não sabia o que responder, ele não tirava os olhos de mim, de cima a baixo, cada vez mais excitado.
Senhor – Bom, outro dia eu volto pra procurar seu pai, só me faz um favor, filha, deixa eu usar seu banheiro, por favor...
Eu – Pode entrar, senhor!! Minha voz era submisa, sei lá, um tom de voz que deixa os homens loucos, um tom entre infantil, com medo e ao mesmo tempo sedutor e provocante, sabia como fazer porque, como já disse, desde pequena sempre fui muito foxy.
Meu roupão molhado fazia minha bunda pular enquanto eu andava, e eu mesma mexia mais meus peitos, não parava de me mexer, uma porque já tava muito excitada, e outra pra me exibir como a puta que sou.

Quando vi ele entrar no banheiro, lembrei que meu cesto de roupa suja estava lá dentro, cheio das minhas calcinhas fio dental, e também tinha deixado meu vibrador ali. Ele saiu do banheiro cheirando minha calcinha e com a braguilha da calça aberta. Fiquei paralisada, com o olhar fixo na cueca dele. Senhor – Você ama muito seu pai, não é, filha?
Eu – Como é que é?
Senhor – Encontrei este vibrador, e olha essas calcinhas fio dental que você usa, sem dúvida você é uma putinha. Só sentia minha bucetinha molhando de tesão.
Senhor – Você pode pagar a dívida do seu pai... só precisa chupar toda a minha pica, filha...
Eu – É verdade, senhor?
Senhor – Você só vai deixar eu usar sua boca do meu jeito, até eu gozar, e vai ter que engolir todo o leite que sair; e pronto, dívida paga, seu pai vai ficar livre e não vai ser procurado... pode ser que eu te dê um dinheiro extra se fizer direito, o que me diz, meu amor?
Sem mais, eu o despi e fomos para a cama do meu pai, e mesmo ele tendo destruído minha garganta e eu ter engolido 20 ml de porra, encontrei um jeito de quitar as dívidas do meu querido pai.






Te amo, papai ♥️ fim.
0 comentários - Pra salvar meu pai...