Tava jogando videogame de boa quando tocaram a campainha, fui abrir e era minha vizinha da frente. — Oi, Marisa. — Oi, Daniel, posso entrar? — Pode sim, o que aconteceu? Minha vizinha tem 38 anos, é bem decidida, é uma gostosa e é lésbica. Ela veio vestida com um macacão de látex e uns saltos altíssimos agulha. Eu sabia que ela era dominadora e que tinha uma garota submisa a serviço dela, mas nunca tinha visto ela assim. Eu, por outro lado, tenho 26 anos, tava descalço, de short e coloquei uma camiseta pra abrir a porta. Sou um pouco mais alto que ela, mas com aqueles saltos ela ficou maior que eu. — Sim, Daniel, aconteceu algo, e é por isso que estou aqui. Olha só isso. Ela me mostrou um vídeo gravado no terraço onde eu aparecia pegando calcinhas estendidas das vizinhas. Fiquei muito nervoso e congelei. — Você não tem nada a dizer, Daniel, porque faz tempo que a roupa íntima das vizinhas tá sumindo, mas nunca imaginei que fosse você, até que três dias atrás eu tava no depósito e te vi, e te gravei. — Desculpa, Marisa, não vou fazer de novo. Vou devolver todas que peguei. — Não precisa me devolver, mas você vai fazer algo em troca, se não quiser que as vizinhas descubram que é você o ladrão de calcinhas. — Sim, Marisa, faço o que for. — Sabia que a gente ia se entender. Primeiro, quero ver toda a roupa que você roubou. Peguei uma caixa cheia de roupas femininas: calcinhas, sutiãs, cintas-liga, saias, vestidos, babydolls, um par de saltos, um par de perucas — uma loira e outra rosa — e uns peitos de silicone. Marisa foi olhando tudo curiosa. — Você tem um armário bem montado, até peitos postiços. Isso vai ser muito divertido. E o que você faz com elas? Veste pra receber algum namorado? — Não, não sou gay, mas gosto de me vestir de mulher. — Então vamos lá, quero te ver, quero conhecer minha vizinha. — Tô com vergonha. — Tira essa roupa e começa a se vestir. Tirei a camiseta e depois o short. — Olha só, a menina já tá de vestindo umas calcinhas bonitinhas, mas já escolhi o que você vai vestir agora, então tira elas. Eu abaixei a calcinha morrendo de vergonha. — Nossa, o que é essa coisinha, Sweetie? Quando eu era criança, tinha um Nenuco e o volume dele era maior que o seu. Se seu pai tivesse gozado dois minutos antes, você nascia com buceta. Eu estava morrendo de vergonha. Marisa escolheu um conjunto completo de renda com liga e meia, um vestido bem curto e justo e uns saltos, tudo rosa. — Quero ver você com isso vestido, vamos, se liga. Comecei a me vestir e, por último, ela colocou a peruca rosa em mim. — Você tem maquiagem? — Tenho. — Pega aqui, vou te maquiar eu mesma. Ela me maquiou com tons bem claros e os lábios bem rosados. — Pronto, já está pronta. A partir de agora, você é minha putinha e vai ser bem submissa e obediente, se não quiser que as vizinhas descubram o que você faz. — Sim, Marisa. — Pra você, não sou mais Marisa, vai me chamar de Mistress. — Sim, Mistress. — Muito bem, vou fazer de você uma boa submissa, e pelo que vejo, não está nada mal. Você é uma putinha linda, e esse vai ser seu nome: Linda. — Sim, Mistress. — E agora me segue, vamos pra minha casa. — Como vou sair assim? Alguém pode me ver. — Moro do lado, vai ser rápido. Além disso, não quero que ninguém te veja por enquanto. Saímos da minha casa e entramos na dela. Fiquei chocada ao entrar na sala: lá estava uma garota, de quatro, amarrada a umas ripas de madeira de uns 10 cm por 10, formando um quadrado, mas as pontas saíam pelos lados. E bem do lado dela tinha outro desses aparelhos, que imaginei que era pra mim — e era. — Linda, te apresento a Noemi, minha submissa. Noemi, essa é a Linda, minha nova putinha. — Oi, Linda. — Oi, Noemi. — Cumprimentei com muita vergonha. — Então, Linda, fique de quatro entre as madeiras. Me posicionei lá. Ela algemou minhas mãos nas pontas das ripas e também meus tornozelos. Assim amarrada, a única posição possível era ficar de quatro. — Assim que eu gosto, boa putinha. Você é muito obediente. Ela me amordaçou colocando uma bola na minha boca e fez um par... de fotos e ficou um tempão com o celular, e depois, sem falar nada, foi pra cima da Noemí. Deu uns tapas na bunda dela e enfiou um consolo — não sei se no cu ou na buceta — mas eu me assustei, e ela percebeu. — Não se preocupa, slutty, isso não é pra você. Tenho algo especial já pensado desde ontem, só faltavam as fotos. Depois de um bom tempo se divertindo com ela, se virou pra mim. — Beleza, linda, já tô contigo. Vou fazer de você uma slutty completa, sabe o que isso significa? — Não, mistress. — Olha, lê isso. É seu perfil no Grindr. "Sou a Linda, uma sissy slutty, bem submissa e feminizada pela minha Mistress, e tô procurando machos pra me foder por ordem da minha dona. Te espero no apê da minha mistress de quatro, feito uma boa slutty, amarrada e amordaçada." Eu não conseguia falar com aquela mordaça na boca, mas balançava a cabeça feito louca dizendo que não. — Sim, minha slutty, você não pode negar. Vamos dar um sentido pra essa história de você se vestir de menininha. Eu continuei balançando a cabeça, negando. — Você vai ver, tenho certeza que vai gostar. E amanhã você volta pedindo mais, mesmo que não queira, porque se você for uma boa slutty, ninguém vai ficar sabendo. Ela começou a conversar com alguém e ficou um tempão trocando mensagens. Quando parou de falar, levantou um pouco meu vestido e começou a passar a mão na minha bunda. — Você tem uma bunda de slutty. Continuou tocando minha bunda, pegou um pote de lubrificante e passou no meu cu, enfiando um dedo primeiro, depois dois. — E bem apertadinho, os machos que vou te arrumar vão adorar. Continuou enfiando os dedos até baterem na porta. A Mistress foi abrir. — Oi, Pablo, entra. Vou te apresentar sua slutty. Linda, chegou seu primeiro homem. É gato, né? Eu negava com a cabeça. — Já vai ver, bobinha, como você vai gostar. Pablo, ela é toda sua. Vai com cuidado, é virgem, primeira vez dela. Não quero que você machuque. Eu olhava assustada pra ele, vi quando começou a se masturbar e rapidamente ficou dura que nem um pau. Colocou uma camisinha, passou lubrificante, se ajoelhou... Atrás de mim, senti uma pressão no meu cu, enquanto minha mistress se colocava na minha frente, levantou meu queixo me fazendo olhar pra ela. — Me olha, slutty, quero ver sua cara primeiro de dor e tenho certeza que depois vai ser de prazer. Eu negava com a cabeça, sem conseguir falar, pedindo pra ele parar, mas sentia aquela cock entrando e doía pra caralho. — Como eu adoro a cara de terror que você faz, isso é por roubar calcinhas. Continuava sentindo a pressão e a dor de como ia entrando. — Já entrou toda, agora você é uma slutty no cio, Pablo, fode ela devagar e quando eu mandar, aumenta o ritmo. Pablo começou a meter e tirar devagar, a dor foi sumindo e, pra minha surpresa, agora eu sentia um certo prazer. — Boa, slutty, boa, você tá começando a gostar, aumenta um pouco o ritmo. Ele começou a ir cada vez mais rápido, apesar da mordaça, eu soltava gemidos de prazer, a mistress colocou a mão na minha entreperna, tocando meu pau. — Tá gostando, slutty? Tá dura e já molhou a calcinha, sabia que você ia gostar. Pablo cada vez me fodía mais rápido, com estocadas fortes que me dava, enquanto a mistress tirou a mordaça e eu pude respirar bem, embora gemesse igual uma mulher. — Assim mesmo, linda, boa slutty, vejo que já tá curtindo como uma woman, me diz, cê tá gostando? Respondi entre gemidos. — Ah ah ah ah ah, sim, mas mmmm por fahhhavor para, não ah ah quero isso ah ah. — Por que, slutty, se você tá gostando? — Não sohhhu gay. — Cê tem medo porque gosta, eu sei, por isso não vai parar, e além disso, você é minha slutty submissa e vai fazer o que eu mandar. O garoto continuou me fodendo até gozar, e minha mistress agradeceu e ele foi embora. — Você se comportou muito bem, minha slutty. Ela disse enquanto acariciava minha cabeça. — Agora vou te limpar direitinho com lenços femininos, porque daqui a pouco vem outro garoto. — Não, por favor, já é castigo suficiente. — Não, bonita, essas calcinhas que você roubava, você vai vestir todo dia pra exibir pros garotos que vou arranjar pra você, e ainda tem sorte. que hoje só aceitaram minhas condições esses dois, cada homem que vier vai te foder na minha presença. - por favor, prefiro que você conte pras vizinhas que era eu quem comia elas e acabou com isso. - não, preciosa, você não sabe o quanto eu curto isso, além disso, não pode negar que gosta e sei que vai ser uma boa submissa, só preciso te educar. A campainha tocou de novo, minha mistress me colocou a mordaça de volta, abriu a porta e entrou outro homem, esse já devia ter uns 40 anos. - Ramon, aqui está a slutty te esperando de quatro. Aquele cara já veio de pau duro, deu umas duas sacudidas, colocou uma camisinha e meteu em mim de uma vez, me fazendo soltar um gemido de dor que quase não deu pra ouvir por causa da mordaça na boca. Esse veio pra foder, começou a me comer forte desde o início, eu gozei de novo antes dele, ele terminou, levantou e foi embora se despedindo só da mistress. - pro seu primeiro dia, você se comportou bem, mas não gosto da sua negatividade, mas tenho certeza que logo vai ser positiva. Ela me desamarrou daquela estrutura e disse que eu podia ir pra casa. A mistress olhou primeiro pra garantir que não tinha ninguém no corredor e eu saí direto pro meu apartamento. Naquela noite, demorei pra dormir pensando em tudo que tinha acontecido. Fui pro trabalho de manhã com a cabeça uma bagunça, era sexta-feira e quando voltei pra casa, pensei que minha vizinha viria, mas não foi assim, naquela tarde não tive notícias dela, então achei que já tinha me dado um castigo e não voltaria, mas como eu estava enganada. No sábado de manhã, bateram na minha porta, eu ainda estava na cama, levantei e quando olhei pelo olho mágico, era ela mesmo. - abre logo de uma vez, slutty. Abri a porta e ela entrou decidida. - bom dia, linda, vejo que tá de calcinha, sempre usa elas? - não, mistress, só em casa. - isso é bom, e pra sair na rua não usa. - não. - como uma slutty, você deveria usar calcinha sempre. - não posso ir trabalhar de calcinha. - com o que você trabalha, não sei. - num Centro comercial como repositora e caixa. — A partir de hoje você é repositora e caixa, então quero que você use calcinha sempre. — Mas mistress, não posso ir trabalhar de calcinha. — Onde você guarda suas cuecas? — Naquela gaveta. Ela foi até a gaveta, tirou todas e jogou em cima da cama. — Agora pega todas as calcinhas que você roubou de nós, dobra direitinho e coloca na gaveta. De agora em diante, essa vai ser sua roupa íntima. — Marisa, não faça isso comigo. — Que intimidade é essa? Sou sua mistress, e você vai fazer o que eu mandar. Agora se vista, que tenho serviço pra você em casa. É sábado e tem que limpar. Ela escolheu entre minhas roupas femininas uma calcinha vermelha e um vestido preto curto e soltinho que eu tinha comprado. Espiou pela porta e me levou pro apartamento dela. Passei a manhã toda limpando. A Noemí preparou o almoço e comemos as três juntas. Depois de comer, ela me fez tomar banho, limpou bem minha bunda e, depois de colocar a mesma calcinha vermelha, me levou pro quarto dela. Me fez experimentar várias minissaias bem curtas e escolheu uma preta bem justa que mal cobria a bunda e um top vermelho. Pintou meus lábios de vermelho intenso. — Essa tarde você tem que se comportar muito bem, Linda. Vai conhecer um bom amigo meu. Ele é um dono bem dominador, não quero que me decepcione. — Mistress, é mesmo necessário continuar com isso? — Não comece a me decepcionar, ou vai ser muito pior pra você. — Sim, entendido. — Agora você vai ficar aqui no quarto até ele chegar. Não demorou pra campainha tocar, mas ainda demorou um pouco até ela vir me buscar. — Vamos, slutty, você vai conhecer quem vai ser seu dono hoje. Eu a segui até a sala. — Apresento a você a Linda, minha slutty. Ele me encarou de cima a baixo. — Chega mais perto, slut, quero te ver bem. Sabe por que está vestida assim? — Eu imagino. — Não sei o que você imagina, mas vou te dizer: hoje você vai ser minha slut, e quando eu for embora esta noite, você vai ser uma slut bem dócil. Ele me virou, olhando pra mim, agarrou minha bunda, deu uns apertões bons e umas palmadas. — Você tem uma bunda muito gostosa, foxy. Ele me virou de costas e continuou passando a mão na minha bunda, pegou meus dois braços e amarrou eles nas minhas costas. — De joelhos, puta. Eu me ajoelhei. — Quando você estiver comigo, sempre quero você de joelhos. — Sim, amo. — Bom, vejo que me entende. Ele foi acariciando minha cabeça enquanto falava comigo, parou de tocar minha cabeça, abaixou o zíper e tirou o pau dele, que ficou na frente do meu rosto. — Começa a chupar, puta. — Não, meu amo, por favor, me dá muito nojo. Ele pegou na minha cabeça e esfregou no meu rosto todo, depois me levantou, sentou numa cadeira, me deitou de bruços e me deu uns tapas bem fortes. — Isso é por não ser obediente. Agora fica de joelhos de novo. Ajoelhada de novo, ele colocou a ponta do pau nos meus lábios. — Começa a chupar, puta. Eu abri um pouco a boca e comecei a chupar a pontinha. — Boa, puta, não era tão difícil. Continua assim, mas enfia ele inteiro na sua boca. Ele ainda estava mole, e eu sentia ele crescendo na minha boca, enquanto minha senhora gravava com o celular. — Abre bem esses olhos pra eu gravar direito, adoro a cara de puta que você tem agora. Olha nos olhos do seu amo pra mostrar que você gosta do que ele te ofereceu. Eu obedecia tudo que minha senhora pedia. Meu novo amo pegou na minha cabeça e guiava o que eu tinha que fazer, e enfiava até o fundo. — Agora chupa minhas bolas, puta. Ele tirou o pau da minha boca e comecei a chupar as bolas dele até que ele mesmo colocou o pau de volta na minha boca e começou a foder minha boca até que recebi uma descarga forte de porra que saiu até pelo meu nariz. — Você se comportou muito bem, puta. Continua chupando e deixa bem limpinho. Depois ele me levantou, desamarrou minhas mãos das costas e me levou até o sofá. — Abre as pernas, puta. Coloca o joelho esquerdo no sofá. Ele começou de novo a passar a mão na minha bunda, abaixou minha calcinha até a metade da coxa. Se ele tivesse abaixado mais, acho que teria rasgado, tava toda esticada. Fiquei assim, de pernas abertas, apoiando as mãos no sofá com uma Um joelho no sofá e o outro no chão, de quatro, lubrifiquei minha buceta e ele enfiou quase de uma vez, me fazendo gritar. - Grava isso, Marisa, mas lembra: só a puta, sem mostrar meu rosto, sabe? Adoro foder minhas vadias assim, vocês ficam tão putas com a calcinha no meio da bunda. Ele me comeu bem forte, me fazia gritar e gemir sem parar. Levou uns 10 minutos pra gozar, tirou o pau e ele mesmo levantou minha calcinha. - Gostei muito de você, puta. Agora me traz uma cerveja. Ele sentou no sofá, eu levei a cerveja, ele me fez ajoelhar aos pés dele e colocar a cabeça entre as pernas dele, minha boca ficou na altura do pau dele. - É assim que quero te ver, puta, bem submissa e obediente. Enfia na boca, mas sem chupar. Enfiei na boca e tentei ficar parada, mas o fato de ter o pau na boca me fazia chupar. - Marisa, essa puta é bem gulosa, olha como chupa. Tá bom, continua chupando assim, você vai se acostumar com o pau do seu dono, vai ficar muito tempo com ele na boca. Ele me deixou o resto da tarde ali, grudada na virilha dele, enquanto ele conversava tranquilamente com a Marisa, antes de ir embora. - No fim de semana que vem, sexta-feira, vou te buscar às 20h. Você vai vir no meu apartamento, vai ser minha puta o fim de semana inteiro. A Marisa vai cuidar de te vestir bem puta e eu te pego na porta. - Meu dono, não posso sair de casa assim vestida, os vizinhos podem me ver. - Não se preocupa com isso, logo vai estar resolvido. Quando ele foi embora, minha senhora disse que eu podia ir pra casa. Fui dormir bem cansada. De manhã, tava tranquila em casa quando recebo um WhatsApp de um número que não conhecia, com um vídeo chupando o pau do meu dono. - Oi, Linda, que inveja de você te vendo chupar esse pau lindo. Aliás, sou a Mari, a vizinha do primeiro andar, apartamento dois. Fiquei paralisada, ia mandar uma mensagem pra senhora, mas chegou outra de outro número desconhecido com outro vídeo. - Ficou muito Bem, minhas calcinhas vestidas, e principalmente ali no meio da coxa, fico feliz em ver que você curte elas em mim. Sou a Amparo, do terceiro andar, apartamento 2. No bloco, éramos 6 vizinhos, além desses. Acima de mim morava um casal de chineses com 2 filhos, e no primeiro andar, um casal de idosos. Já tava esperando uma mensagem deles. A única lingerie que eu tinha roubado era da mistress e dessas duas vizinhas, mas já não confiava na Marisa. Já tava puto com a mistress, ela tinha dito que não contaria nada, mas eu não tinha coragem ou não sabia o que dizer pra ela, quando chegou uma mensagem dela. - Oi, slutty, como cê tá? Surpresa, né? Aposto que não esperava por isso, verdade? A gente organizou tudo entre nós três desde o começo. Agora sobe pro apartamento da Amparo, a gente te espera aqui, nós três queremos conhecer a Linda. Veste a minissaia de ontem. Aí entendi por que meu dono disse que isso ia se resolver rápido, de eu sair sem problema do meu apê vestida assim. Me vesti e subi. Pra ser sincera, não sei por que fiz aquilo, mas me excitava ser mandada. Bati na porta e a minha mistress abriu. Ela me fez entrar e me apresentou pras minhas vizinhas como se eu não as conhecesse. - Bem-vinda ao apartamento, Linda - falaram as duas em uníssono. - Vem cá, slutty, ajoelha do meu lado - disse minha mistress. - Aqui está ela. Prometi que o ladrão de calcinhas pagaria, e olha ela agora, que submissa. Em três dias já tem uma mistress. Bom, vocês também têm direito sobre ela, podem fazer o que quiserem. Já sabem, eu cuido dela durante a semana, não vão faltar homens pra foder ela, e a partir de hoje ela vai receber na casa dela. Nos fins de semana, ela vai com o dono dela, que vai terminar de deixar ela bem putinha, submissa e obediente. - Ela podia fazer a faxina da nossa casa todo dia - disse a Amparo. - Pode dar como certo - falou minha mistress. - Eu não quero isso, tenho meu marido e não quero complicação - disse a Mari. - Bom, então fica com a Amparo. Fica de pé, slutty, que suas novas donas precisam ver uma coisa. Abaixa a calcinha. - Ohhhhhh hahaha, isso aí. Que é isso. As três ficaram olhando pro meu pinto pequeno e rindo. — Huuui, que coisinha mais fofa, não consigo resistir a tocar nela. Amparo pegou ele com dois dedos. — Kkkk, como essa coisinha é gostosa, é menor que a de um recém-nascido. Começou a me masturbar. — Huuui, o que que é isso, nem fica duro, tá cada vez menor, quase desapareceu. Eu tava tão envergonhada que meu pinto pequeno se retraiu pra dentro até quase sumir. — Agora vocês entenderam por que ela usa calcinha, cueca de homem fica fazendo bolsa nela kkkk — disse minha mestra — Nem excita ela quando você toca, é uma mulherzinha completa, quando você mexe nela aparece uma buceta, ela precisa de uns males bons pra gozar. — Kkkk, ele entrou tudo pra dentro. — É isso que ela precisa, que enfiem tudo pra dentro kkkk, então, sua putinha, sobe a calcinha que a Amparo vai te dar umas coisinhas, ela tem umas roupas que não usa e vai servir em você. Ela me deu calcinhas, saias, camisetas, blusas, coisas que tive que provar na frente delas, me deixaram com uma saia preta bem justa e curta, uma camiseta branca e uma calcinha fio dental branca, me mandaram sentar numa cadeira, iam me maquiar as três. — Teus cílios tão cheios de pelo, tem uns bem compridos, vou arrancar eles. Com uma pinça, Maria começou a arrancar os pelos das minhas sobrancelhas, depois com um pente e uma tesoura cortou um pouco, quando terminaram a maquiagem me colocaram na frente do espelho, o pior não era a maquiagem, ficou perfeita, entre elas eu era mais uma garota, o pior eram minhas sobrancelhas bem desenhadas e femininas. — Tá linda, boneca, agora vai fazer tua primeira saída como mulher na rua, mas falta uma coisa ainda, vai levar esse dildo enfiado no cu, isso vai fazer você dar passos mais curtinhos e femininos. Aquilo tinha uns 15 cm, minha mestra mandou eu me apoiar na mesa e abrir as pernas, afastou a calcinha pro lado e enfiou ele no meu cu, ajeitou a calcinha e a saia e deixou tudo no lugar. mais levantada. - e a saia o tempo todo assim, pra dar pra ver um pouco da sua bunda, lembra, você é uma slut. - não posso sair assim. - claro que pode, boneca, você tem que se acostumar, seu dono vem te buscar na sexta e quer te ver assim, quando te pegar na porta. - mas não posso ir com isso enfiado no cu. - se acostuma, gostosa, nessa bunda vão enfiar muita coisa. Me empurraram pra porta e me fizeram sair assim, me levaram segurando entre duas, uma de cada lado. Já na rua, era muito desconfortável andar de salto e com aquilo enfiado no meu cu, minha mistress tinha razão, meus passos eram mais curtinhos, eu custava a acompanhar elas, eu era a única que ia de saia e salto e ainda por cima feito uma slut, claro que todos os olhares iam pra mim. Depois de andar um pouco, entramos no metrô, não tinha muita gente dentro do vagão. - vê aquele homem no fundo do vagão que tá de costas, o que tá de moletom? - sim. - vai lá e encosta suas costas nas dele, você vai ter um encontro aqui no metrô. - por que você faz isso comigo? - porque a gente quer que você tire proveito das nossas calcinhas que você gosta de vestir e mostre elas nos encontros que eu arrumo pra você. Me empurrou pro corredor, a gente tava no meio, atravessei o corredor e fiquei de costas pra ele, senti ele se virar e me agarrar na bunda. - tava te esperando, slut, você tem uma bunda bem gostosa, gostou quando eu te comi outro dia? Já tinha percebido que era o Ramón, o segundo homem que minha mistress trouxe pra mim, fiquei calada, enquanto ele continuava apalpando minha bunda. - responde, slut, ou você prefere o que tá enfiado no seu cu agora? - não. - então você gosta mais de ter meu pau enfiado, né? - sim. - tava certo disso, mas fiquei com vontade de um boquete bem dado, mas daqui a pouco você vai ter ele na boca, porque você tá morrendo de vontade de chupar ele, né? - não sei. - adoro putas como você, são tão submissas, nunca sabem de nada mas fazem tudo que mandam, encosta mais em mim, coloca uma das suas mãos dentro do Moletom e fode meu pau, assim você vai ficar até a gente descer, hahaha, viu como obedece? Esse pau é todo seu. Marisa é uma grande amiga minha e pediu pra eu ser seu macho de segunda a quinta. Vou te ver todo dia pra gente se dar prazer um ao outro. O que você acha? — Não sei o que dizer. — Já sabe, sua mistress não quer te dar descanso, você tá pagando por algo que fez de errado. Qual das suas vizinhas você roubou a calcinha que tá usando hoje? — Essa eu não roubei, foi a Amparo que me deu. — Aposto que são bem bonitas. — Sim. — Bom, agora já sabe, essa saída já tava planejada. Na próxima parada, a gente vai os dois pra um lugar. Parei o metrô e saímos, ele me levava segurando minha bunda e na plataforma a gente cruzou com minhas vizinhas. — A gente espera no bar na saída do metrô — disse minha mistress — diverte-se, slut. Subimos pro andar de cima pra sair, mas o Ramón parou e, quando quase não tinha ninguém por perto: — Vai na bilheteria e pede a chave do banheiro. Fomos pro banheiro, abri a porta, ele entrou comigo e trancou por dentro. — Senta na privada, slut, e começa a chupar. Quando sentei, senti o dildo totalmente enterrado no meu cu. Ele baixou o moletom e a cueca, e o pau ficou na frente do meu rosto. Olhei pra cara dele, recusando, mas ele pegou minha cabeça e aproximou. Eu ainda olhava, dizendo que não, mas quando a ponta tocou meus lábios, abri a boca e chupei a cabecinha. — Isso, slut, isso. Mas agora continua olhando na minha cara. Agora você não recusa mais. Sim, assim, me olha enquanto chupa. Assim, minha putinha, você faz muito bem. Tem uns olhos lindos e eu adoro o brilho que aparece neles quando vocês tão mamando. Por sorte, vou poder ver todo dia enquanto seus lábios bonitos deslizam no meu pau. Mmmm, isso, continua assim, slut. Tudo até o fundo da garganta. Isso, vou foder sua boca. Segurando minha cabeça, começou a meter e tirar rápido, até que diminuiu o ritmo e, de repente, minha boca encheu de porra. Bem, vadia, bem... traz meu gozo, raposa, traz e continua chupando. Ela me deixou mais uns minutos chupando até tirar a boca dela. — Você se comportou muito bem, é uma boa vadia e o que mais gosto em você é que é muito promíscua. Eu vou indo, espera uns minutos e sai, a Marisa te espera lá em cima no bar. Hoje à noite vou na sua casa, já sabe, me recebe bem, vadia. Ele foi embora e me deixou ali sozinha sentada no vaso. Fiquei um tempão pensando por que aquilo acontecia comigo, mas a conclusão era que eu gostava de ser tratada assim. Saí do banheiro, entreguei as chaves e fui pra rua. Minha mistress e minhas vizinhas estavam sentadas na varanda do bar. Cheguei e fiquei de pé depois de cumprimentá-las. — Senta, linda, não fica aí parada. — Obrigada, mistress. — Huuuu, nena, seu batom borrou tudo, o que você andou fazendo? Conta pra gente. — Tive que chupar o Ramón. — Você saiu bem vadia, nena. Tem que se acostumar a levar um batom na bolsa se vai sair chupando pica por aí, depois tem que retocar, querida. Toma, passa de novo que eu trouxe pra você. Ela me deu um espelhinho e um batom, e eu passei ali mesmo. — Muito bem, agora você tá bonita de novo. Suponho que o Ramón te disse que vai todo dia te ver. Você é uma garota muito sortuda, vai ter uma vida sexual bem ativa. — Sim, mistress. — Você tá feliz, né? Gosta de ser uma vadia submissa, né? — Sim, minha mistress. — Tinha certeza disso. Viu? Não sou tão má assim. Arranjei um parceiro de foda pra semana e um dono que vai te educar nos fins de semana. Um tempo depois, voltamos pra casa e fomos pra casa da minha mistress, onde a Noemi tava fazendo as tarefas domésticas. Ela tirou o dildo de mim e me amarrou de novo naquela engenhoca de quatro. — Noemi, coloca o cinto e fode essa vadiazinha. — Sim, mistress. A Noemi colocou e começou a me foder na frente das vizinhas. — Amparo, por que você não dá uma olhada pra ver se aquela coisinha pendurada ficou durinha? Ela enfiou a mão por baixo e pegou. — Sim. Marisa tá com o pau bem duro agora e não só isso, molhou a calcinha. — Já tinha falado, ela é toda uma mocinha. Minha mistress ia acariciando minha cabeça. — Você gosta de como minha submissa te fode com o strapon ou prefere a pica do Ramón ou do seu amo? — Não sei, mistress. — Não sabe o quê, com certeza prefere uma pica de um macho de verdade. — Não sei. — Essa resposta não vale, seja clara, responde Noemí, com o strapon ou uma pica boa? — Uma pica boa, mistress. — Assim que eu gosto, que você seja sincera. Hoje à noite você vai ter seu macho só pra você. Você era uma puta reprimida e eu te ajudei a tirar ela pra fora. Agora não precisa mais se preocupar em usar calcinha escondida nem em sair na rua vestidinha de mulher. O Ramón vai te levar pra passear muitas vezes e seu amo vai te levar pra eventos BDSM. Você gosta, né, do que vai acontecer com você a partir de agora? — Não sei, mistress. — Tanto faz se não sabe, vai ser assim mesmo. Para agora, Noemí. Noemí parou, minha mistress me desamarrou e me fez levantar. — E agora, como você precisa se acostumar a sair sozinha como mulher na rua, sempre vai sair assim daqui pra frente. Só pra ir trabalhar, mas de calcinha, claro. Então, vamos lá: arruma bem a minissaia, não, assim não, um pouco mais pra cima. Isso, agora bem puta. Pega o dinheiro e desce pra comprar o pão. — Minha mistress, tenho vergonha de descer sozinha assim na rua. — Não inventa desculpa, vamos, é hora de perder a vergonha. Saí na rua de cabeça baixa. A padaria ficava uns 200 metros. Atraía os olhares de todo mundo, dava pra ver que era um travesti. Cheguei na padaria, pensei um pouco antes de entrar, com medo de me reconhecerem, já que sempre comprava pão ali. Entrei e pensei em apontar as baguetes com o dedo e fazer gestos pra pedir uma. — Oi, linda, quer o de sempre? Fiquei meio parada, pensei que ela tinha me confundido com alguém. — Hahaha, a Marisa acabou de ligar falando que você viria comprar o pão pra ela. Você tá muito bem vestida assim. Não falei nada, ela me deu o pão pra minha mistress, eu paguei e fui embora. — Tchau, linda, a gente se vê. Pois é, Marisa me disse que você vai comprar o pão pra ela. Fui pra casa da minha mistress puta da vida, pensando em mandar um monte de merda, mas na hora da verdade, quando cheguei, não tive coragem de falar nada. Entreguei o pão e fiquei parada na frente dela. — A Isabel te contou? — Sim, que você tava muito gostosa assim vestida, mas a senhora disse que não contaria pra ninguém. — Olha, slutty, sou sua mistress e conto pra quem eu quiser. Em poucos dias, o bairro inteiro vai conhecer a Linda. — Mas mistress, por quê? — Porque eu mando e quero. E agora chega de reclamação, ok? Aliás, a Amparo precisa recolher a roupa do varal. Você vai recolher pra ela, leva lá no apartamento dela e dobra. — Sim, mistress. — E outra: você não estendia roupa lá em cima, mas isso agora mudou. Todos os seus ladyboy de neném você vai estender lá em cima, assim pode pegar calcinhas sem precisar roubar. Saí do apartamento com a Amparo, e ela veio comigo até os varais. Ficou me olhando enquanto eu recolhia a roupa dela. Descemos pro apartamento dela e eu dobrei tudo. Fiquei com muito tesão dobrando as calcinhas dela, imaginando ela usando. Quando terminei, ela mandou eu descer pra casa da minha mistress. — Já terminou? — Sim. — Então agora vamos pro seu apartamento. Vou escolher a roupa que você vai usar pra receber o Ramón. Vou te deixar bem putinha. Já na minha casa: — Toma um banho enquanto eu procuro entre suas roupinhas. Quando saí, tinha em cima da cama um conjunto rosa de renda: uma calcinha fio dental, uma saia plissada rosa bem curta e uma blusa branca. Me vesti, me maquiei com tons claros e lábios rosas, coloquei minha peruca loira e meus saltos brancos. — Tá pronta, slutty. Se comporta com o Ramón e seja obediente com ele. — Sim, mistress. — Você tem alguma coisa pra oferecer a ele de beber? — Não, eu compro bebidas. — Então de agora em diante você sempre tem que ter cerveja pra oferecer a ele. Vamos comprar, eu vou com você. De novo, tava na rua, dessa vez vestida de Barbie, que era como eu me via com aquela roupa. Não aconteceu nada, ela não me enfiou em nenhuma enrascada. compromisso subimos pro meu apê e ela me deixou sozinha. - Linda, que tudo de bom pra você, seu macho não vai demorar pra chegar, e oferece uma cerveja pra ele quando chegar. - sim, mistress. Uma hora depois a campainha tocou, eu abri. - oi, putinha. - oi, seu Ramón. Ele me pegou pela cintura e me deu um beijo longo na boca, enquanto já passava a mão na minha bunda, levantando minha saia. - você tá muito gostosa, putinha. - obrigada, quer uma cerveja? - sim, vim com muito calor. Trouxe a cerveja pra ele. - obrigado, você não vai tomar nada? - não, senhor, eu não bebo. - isso é bom, uma garota saudável, mas cê bebe sim, né, linda? - sim, senhor. - se serve você mesma. Ele me empurrou pelo ombro pra baixo, eu não resisti e me ajoelhei na frente dele, agora eu tinha certeza que gostava de homens, tinha certeza que o Ramón também era gay, mas era o oposto de mim, um homem másculo, alto, não parecia de academia mas era forte e tinha autoridade e uma bela buceta de pau, mas eu era magro, pequeno, com uma bunda empinada, tinha corpo de femboy, até meu pau era feminino porque não era um pau, era uma piroca, e não vou mentir, o Ramón me atraía. Ajoelhado na frente dele, desabotoei a calça dele e puxei pra baixo, queria fazer as coisas direito, primeiro toquei por cima da cueca enquanto olhava safado pra ele, notei como ele ia crescendo, continuei acariciando até ficar bem duro, meti a mão por dentro pegando no pau dele enquanto com a outra puxava a cueca pra baixo, comecei a masturbar ele enquanto continuava olhando na cara dele, não me sentia muito à vontade com ele, aproximei minha boca, beijei a ponta umas duas vezes e dei uma chupadinha, e comecei a percorrer ele todo por fora até chegar nas bolas dele, que fui metendo na boca e chupando uma por uma enquanto com uma mão ia masturbando ele, subi de novo percorrendo o pau inteiro, e comecei a chupar a ponta, já tava meio viscosa, minha boca se encharcou rapidinho com o suco dele, meti ele inteiro na boca e fui trabalhando bem com a boca, de vez em quando olhava pra ele os olhos, pra que ele soubesse que eu tava totalmente entregue a ele. — parece que você tá gostando muito, sua putinha. — mmmmm, sim, tá gostosa. — continua, putinha, continua, tudo pra você. Quanto mais eu chupava, mais eu gostava e mais ansiosa ficava, e mais rápido eu chupava até que, sem perceber, ele soltou um primeiro jato de porra que quase me engasgou, e eu tive que tirar da boca pra respirar e engolir o que não tinha escapado. Coloquei de volta na boca inteira até ele descarregar toda a porra. — você é muito gulosa, putinha. — sim, acho que sou. Ele me fez levantar, pegou a porra com um dedo que tinha ao redor da minha boca e me fez chupar, depois me agarrou e começou a me beijar, me agarrar e apalpar minha bunda, eu me deixava fazer, me sentia frágil e delicada nos braços dele. Ele me virou de costas pra ele, me fez ajoelhar no sofá, apoiei meus braços no encosto do sofá, ele levantou minha saia e, depois de apalpar minha bunda, me deu umas palmadas. — você gosta, putinha. — mmmm, sim. Ele continuou me apalpando e dando palmadas, eu já tava muito tesuda e, sem nem me tocar, já tinha molhado a calcinha. Ele afastou minha calcinha pro lado e começou a chupar minha buceta, que gostoso que era aquilo. Parou, passou lubrificante no meu cu, enfiou um dedo, depois dois, tirou, me deu uma palmada forte, colocou a pica no meu cu e foi entrando devagar. Senti um pouco de dor, mas não como no primeiro dia. Quando ele começou a me foder rapidinho, senti prazer e gemia que nem uma mulher de verdade. — você gosta, putinha. — sim, ahhhh, continua assim, que gostoso. — que gostosa você é, hahaha, me fala que você é minha putinha. — sou sua putaahhhhh. Ele me deu uma porrada forte que senti até no estômago quando eu falei, que me fez gritar bem femininamente. Continuou por um bom tempo me comendo bem forte e gostoso, eu só fazia gemer e gritar que nem uma louca até ele gozar. Ele tirou a camisinha e me fez ajoelhar de novo. — quero bem limpinha, putinha. Comecei a chupar ele de novo, tava uma delícia toda. Viscosa e escorregadia, não me deixou chupar mais que uns dois minutos. — Já tá bom, sua gulosa, tô com vontade de outra cerveja. Ele sentou no sofá, eu trouxe a cerveja e ele me convidou pra sentar do lado dele. Passou a mão por trás do meu ombro e me puxou pra perto dele pra me beijar, um beijo longo e gostoso enquanto eu acariciava o peito dele. Depois continuei com meus carinhos encostada nele, me sentia muito à vontade assim, grudada nele. — Você tá bem, Linda. — Sim, senhor, me sinto muito bem. O senhor quer comer alguma coisa? Posso preparar um jantar pra nós dois. — Pois é, não seria ruim. — O senhor me deixa lavar um pouco e trocar de roupa? Tô desconfortável com essa calcinha molhada. — Claro que sim, Linda. Enquanto isso, vou pegar uma garrafa de vinho pra jantar. Me deixa as chaves pra não ter que tocar a campainha. — Tão na entrada. Lavei bem a buceta e coloquei uma calcinha rosa de renda, e preparei lombo com ovos fritos e uma salada. Não sei por quê, mas me sentia bem preparando o jantar pro Ramón e pra mim. Enquanto isso, ele chegou com o vinho, eu já tinha a mesa pronta pra nós dois e tava terminando de fazer a janta. — Você é uma mulherzinha muito atenciosa. — Obrigada. Coloquei a janta na mesa e sentamos um do lado do outro. — Quer vinho, Linda? — Não bebo álcool. — Vamos, só uma taça. — Tá bom, mas só um pouquinho. Começamos a conversar enquanto jantávamos, uma conversa agradável e divertida. Nos confessamos um pro outro. Ele era bissexual, mas só gostava de mulheres e adorava travestis e transexuais. Era amigo da Marisa e do meu dono, e entre eles decidiram me oferecer pra ele durante a semana, e que eu tinha agradado muito ele, e essa tarde-noite juntos tava agradando muito ele. Eu confessei que também tava muito à vontade com ele. Continuamos conversando depois da janta na mesa, terminando o vinho. Eu só bebi mais uma taça. Ele foi acariciando minhas pernas e demos uns amassos aqui e ali. — Quer um café? — Vale. Preparei café pra nós dois. Me senti toda uma mulher servindo seu parceiro, entre beijos. e risadas, terminamos o café. Segunda-feira era feriado aqui na minha região, então não tinha pressa pra acordar cedo. — Linda, quer sair pra tomar alguma coisa? — Agora? Não sei. — Vamos, vou te levar num lugar que você vai gostar. — Tá bom, espera que vou trocar de roupa. — Assim já tá boa. — Mas essa saia é muito curta. — Essa saia tá ótima, gosto de como você tá. — Tá bom, mas só um pouquinho, não tô acostumada a sair à noite. — Vamos, bora. Ele abriu a porta do carro pra mim e, antes de eu entrar, me deu um tapão na bunda. — Vamos, gatinha, sobe. Não demoramos mais de 15 minutos pra chegar. Durante o trajeto, a mão direita dele não saiu da minha perna, só pra trocar a marcha do carro. Descemos do carro e ele me levou segurando até a porta de uma balada, cumprimentou os seguranças e entramos. Assim que entrei, percebi que tinha outras minas como eu lá. Ramón pediu um drink. — O que você quer, gata? — Uma Coca Booty. — Coca Booty, põe um mojito de morango pra minha mina. — Você sabe que eu não bebo. — Um dia é um dia. — Tá bom. Fui reparando no pessoal, quase todas as minas estavam acompanhadas de um cara, tinha casais de caras também, a balada era de putaria. No começo, confesso, tava meio sem graça, mas vendo as minas com seus caras e a roupa que elas usavam, eu não destoava ali. Ramón me segurava e me mantinha colada nele o tempo todo, ficava passando a mão na minha cintura, na minha bunda, enfiava a mão por baixo da minha saia e eu deixava. Depois de um tempo, ele pediu um segundo mojito. Eu, entre o vinho do jantar e os dois mojitos, já tava alegrinha e comecei a ficar mais carinhosa, comecei a passar a mão no peito dele e procurar a boca dele com a minha. Ficava muito excitada também vendo as outras minas fazendo o mesmo que eu. Tava beijando ele quando um cara chegou por trás de mim pra cumprimentá-lo. Quando ouvi a voz dele, percebi que era meu dono. — Oi, Ramón, como cê tá? — Muito bem, José. — Já tô vendo, parece que cê tá se dando muito bem com a minha putinha. — Sim, gosto muito dela. Então Percebi que ele veio com outra garota e logo notei que também era travesti. — E que é uma boa vadia. — José, podemos conversar um momento? — Claro, fala. — A sós. — Beleza. Eles se afastaram um pouco e eu fiquei lá com a outra garota. — Então você também é submissa do José. — Sim, mas só fiquei um dia com ele. — Eu sou a Paola, prazer em te conhecer. Sou submissa do José já faz uns anos. — Eu sou a Linda. Nisso eles voltaram. — Oi, vadia, parece que você gostou do Ramón. — Sim, senhor. — E você também agradou muito ele, então não vou proibir um amigo de ficar com uma das minhas putas, mesmo que você ainda não tenha se tornado uma de fato. Então se dá bem com ele, é um cara legal. — Obrigada, senhor. Ramón me puxou de novo pela cintura, me encostou nele e me beijou. Eles ficaram um tempo com a gente. Eu já estava no terceiro mojito e me sentindo bem tonta, o que me deixava cada vez mais carinhosa. Me surpreendia como agia como mulher, me sentia feminina sendo agarrada por ele. Passava a mão no peito dele, segurava o pescoço dele quando nos beijávamos. Adorava sentir as mãos dele me tocando, apertando minha bunda por baixo da saia, passando por cima da calcinha e enfiando a mão dentro dela. Eu deixava ele tocar aquele rabo que já era dele, e ficava louca sentindo as mãos grandes dele ali, depois de um tempo entregues a beijos e carícias. — Neném, vamos pra sua casa. — Sim, gato. Quando chegamos em casa, ofereci uma cerveja pra ele. — Gato, vou no banheiro rapidinho. Primeiro fui no quarto, peguei um babydoll rosa e fui pro banheiro. Queria surpreendê-lo. Retoquei a maquiagem, vesti o babydoll que deixava minha calcinha rosa transparente. Saí do banheiro assim, de salto alto. Entrei no quarto e chamei ele, espiando só a cabeça pela porta, e esperei ele de pé na frente da cama. — Nossa, neném, você tá demais assim. Ele se aproximou, passei a mão no peito dele, encostei minha boca na dele e dei um beijo suave. — Gostou? — Muito. Beijei ele de novo e ele já me agarrou. Já tava do jeitinho que eu gostava, as mão dele no meu rabo. Meti a mão dentro da calça dele rapidinho pra pegar o pau dele, fiquei masturbando ele um pouco assim e comecei a desabotoar a calça. Deixei ela cair, tirei a camiseta dele e fui descendo, beijando o peito dele enquanto passava a mão no pau por cima da cueca. Já tava bem duro. Aí eu já tava de joelhos, olhando pro volume ali na cueca. Puxei a cueca dele de uma vez e, na minha frente, apareceu a porra do pau gostoso dele. Segurei com uma mão enquanto olhava nos olhos dele. O álcool que eu tinha tomado me deixou sem vergonha nenhuma. Comecei a masturbar ele, aproximei meus lábios, beijei a ponta e fui dando beijinhos por todo o comprimento até chegar nas bolas. Primeiro enfiei uma na boca, chupei, depois a outra, e enquanto masturbava ele, fui subindo, passando a língua e os lábios pelo pau dele de baixo pra cima, até enfiar a ponta na boca. Fiquei um tempão curtindo aquilo, até meter ele inteiro na boca, num vai e vem cada vez mais rápido, até encher minha boca de porra. Mas parei, continuei chupando até ele ficar duro de novo. — Ramón, me dá um camisinha. Coloquei nele, lubrifiquei bem. Deitei na cama de barriga pra cima, abri as pernas, eu mesma puxei minha calcinha pro lado e me lubrifiquei. — Ramón, sou toda sua. Ele pegou um travesseiro, colocou debaixo de mim, se meteu entre minhas pernas e, enquanto eu olhava na cara dele, foi enfiando. Era exatamente isso que eu queria: que ele me comesse enquanto a gente se olhava. Ele começou um vai e vem lento e contínuo, acelerando aos poucos. Baixei o olhar e me vi de pernas abertas, minha calcinha escondendo meu pintinho pequeno que nem aparecia, e o pau dele me fodendo, me fazendo gemer igual uma mulher. Foi um pouco longo, durou uns 20 minutos que eu aproveitei muito, meus orgasmos e a gozada dele, olhando de frente pro meu homem. Quando ele gozou, se deitou do meu lado depois de uns beijos gostosos, e aí a gente dormiu assim: ele peladão e eu com meu baby doll. Acordei colada nele e comecei a acariciar o peito dele, e ele... acabou acordando, vi que o pau dele tava duro e peguei nele e comecei a masturbar. — que despertar hein, Ramón, tá bem durinha. — você gosta, gata. — hmm, parece bem gostoso. — sabe, não tem despertar melhor do que com um bom boquete. — hmmm sim, docinho, vamos ver se é verdade. Desci direto e comecei a chupar o pau dele, depois de aproveitar um bom tempo, ele me colocou de quatro, passou a mão na minha bunda com uns tapas, afastou minha calcinha pro lado, me lubrificou bem enfiando uns dedos no meu cu, e aí já senti o pau dele entrando. Ele me segurou pela cintura e começou a me foder, aos poucos fui sentindo um prazer gostoso que me fazia gemer igual uma louca. Ele me fez gozar duas vezes até ele gozar também, foi quando percebi, ao notar que ele enchia meu cu de porra, que ele tinha me fodido sem camisinha. Ele tirou o pau e ajeitou minha calcinha, senti uma sensação estranha mas prazerosa ao notar meu cu expelindo o sêmen dele e deixando minha calcinha toda encharcada de porra. — Que gostoso que foi isso, Ramón. — Você gostou? — Muito, mas agora tô me sentindo desconfortável, tô toda molhada. — Isso é bom, linda, estar molhada graças a um homem. — Sim, docinho, eu já me molho só de te ver hahaha, mas se você deixar, quero me lavar, tô incomodada com sua gozada e a minha aí entre as pernas. — Vai lá se lavar. Eu tava acostumada a andar com a calcinha molhada das minhas pequenas gozadas de menina, mas aquela gozada era de um homem de verdade. Depois de me lavar, só troquei de calcinha, que ficava à mostra por baixo do meu baby doll transparente, e preparei café da manhã pra nós dois. Ele chegou na cozinha só de cueca, nunca imaginei que estaria de lingerie fazendo café pra um homem, bom, pro meu homem. Me excitava estar assim. Ele se aproximou, me agarrou por trás, virou minha cabeça e, sem tirar uma mão da minha bunda, me beijou bruscamente. Senti o pau dele duro de novo na minha pele. — Você nunca se cansa, né? Isso tá bom demais. Duro de novo. - Você que me deixa assim, gata. - Mas eu não te fiz nada. - Mas vai fazer. Ele me empurrou pra baixo, me fazendo ajoelhar. - O café vai esfriar, Ramón. - Sim, mas a gente vai se esquentar, ou você não quer mais? - Quero, mas preciso de um café. - Primeiro você vai tomar porra. Ele empurrou minha cabeça pro pau dele e eu deixei ele meter na minha boca, não conseguia recusar, adorava chupar aquele pau delicioso assim de joelhos. Demorou pra gozar, mas chupei gostosa o tempo todo, percorri ele inteiro, aproveitei de novo até ele encher minha boca de porra gostosa. - Agora já pode tomar seu café, gulosa. - Sim, preciso. Depois do café, sentamos no sofá colados, e entre beijos e um pouco de conversa, quase chegou a hora do almoço. Preparei a comida pra nós dois, e depois continuamos no sofá. Passei o dia inteiro de baby doll e calcinha, me excitava ficar assim na frente dele. No meio da tarde, tava de novo com o pau na boca, depois ele me colocou de quatro e me deu uma boa foda antes de ir embora. No dia seguinte, ele viria me ver à tarde. Antes, minha vizinha veio me visitar. - Oi, Linda, como você tá? - Bem, mistress. - O José me disse que você é a puta do Ramón, que ontem à noite ele viu vocês juntos, muito felizes, e o Ramón pediu sua mão, e ele desistiu de você. - Tô com ele. - Fico muito feliz por você, Linda. - Obrigada. - E da minha parte, também não vou mais te torturar. Vou ser sua vizinha como sempre, mas espero que você compre suas próprias calcinhas. - Sim, mistress. - Me chama de Marisa. - Tá bom. - Bem, Linda, vou deixar você. Qualquer coisa que precisar, sabe onde estou. - Sim, Marisa. Uma hora depois, o Ramón me avisou que já vinha em meia hora. Eu tinha acabado de tomar banho, escolhi lingerie vermelha de renda e uma camisola semi-transparente, e recebi ele assim, pronta pra me entregar. Desde aquele dia, sempre recebi ele de lingerie, e quando tava com ele em casa, ficava só de calcinha. Me ver assim na frente dele me fazia sentir muito feminina. Toda tarde, quando ele vai embora, me deixa bem comida e bem Fudida, nos fins de semana ela dorme aqui e me leva pra festa. Já são três anos com ela, vivo a vida completa como mulher, mesmo sem me hormonizar — sou só um travesti. Mas sou feliz assim com ela e com meu trabalho há dois anos, na padaria do meu bairro, onde não tenho problema em ir vestida.
2 comentários - Gostosa, uma boa putinha