Minha sobrinha e a prima dela do interior 7
EsclarecimentoA história não é minha, mas adorei e achei muito boa a história.Só de pensar em castigar uma, acabei subjugando uma e castigando outra. Agora faltava a Claudia. Tinha serviço até as águas se acalmarem.
Cheguei em casa e a Esther estava comendo com a Claudia, as duas mais juntas do que o normal. Cumprimentei elas e elas me responderam sorrindo. Tinham deixado comida pra mim e eu sentei com elas, mas meio afastado.
Elas se surpreenderam e me viram cansado. Claudia me perguntou:
— Tá bem? Te vejo cansado.
— Tô sim, e olha que dormi bem ontem à noite — respondi.
— E vocês duas, como tão? Indo bem com os estudos? Posso ajudar se precisar. Não sirvo só pra foder — soltei, olhando pra minha comida.
Elas ficaram de cara, e Esther me disse:
— Depois te mostro um trabalho e você me diz, não tô vendo clareza.
— Claro, querida, deixa na minha mesa — falei, comendo.
Claudia já não aguentava mais, tinha se esquecido de mim desde o dia anterior, com a ajuda da Esther e dos marcadores, mas foi me ver entrar pela porta e lembrou do nosso "joguinho". E soltou de uma vez:
— Já que você tocou no assunto, você não me comeu, e eu não sou lésbica, sou bissexual — acrescentou, toda digna.
Continuei comendo, pensando na resposta, achando graça do quanto ela tava puta por causa do nosso "jogo". Terminei de mastigar, bebi água e falei:
— Agora você quer que eu te coma? Mudou de ideia? Ou é porque não quer ser a única? Me explica, porque oportunidades você teve.
Claudia e Esther, enquanto eu não falava nada, já se imaginaram sendo fodidas em cima da comida. Esther ficou com tesão só de imaginar, mas Claudia, como sempre, não via clareza, a ideia não excitou ela. Mas ao me ouvir responder, relaxou e escutou.
— Não quero ser igual a Esther, não gosto disso. Gosto de sexo normal — respondeu, meio tristonha.
— Bom, não se preocupa, você não vai ser igual a Esther, mas vou te comer quando eu quiser, e não adianta ficar me provocando ou pedindo com os olhos.
Ela pegou o prato e foi pra cozinha, puta, mas aliviada, pelo menos não ia ser subjugada. —Coitadinha, dá o que ela quer que assim os ciúmes passam — pediu Esther, toda safada.
Olhei pra ela, sorri e falei:
— Passo, prefiro dar pra você e ouvir você gritar e gozar.
O rosto dela se iluminou, e ela concordou cúmplice.
Peguei meu prato e meu copo, e fui pra cozinha deixar eles. A Claudia tava enchendo a lava-louças, e, largando o que tinha, encostei meu pacote na bunda dela. Ela ficou paralisada. Encaixei, me afastei, e fui pegar meu café. E ela continuou na dela.
Agora eu entendia o que ia rolar: ia deixar ela com tesão, até que um dia eu me decidisse e finalmente fodesse ela. Não pareceu má ideia, e até molhou a bucetinha dela ao pensar que eu ia meter a mão e esfregar a pica nela sempre que pudesse, até que um dia eu comesse ela de surpresa.
Eu fumava e tomava café descafeinado, e olhava descarado pra ela. Cada vez que ela se abaixava e eu via aquela bunda enorme, minha pica puxava por mim. Depois de um tempo, ela tava vermelha, mas com um meio sorriso no rosto. Ela também podia jogar, e ia jogar.
Abriu um armário de cima e foi pegar alguma coisa que não precisava. Se esticava e pulava, mostrando como os peitões balançavam, soltos debaixo da camiseta. Continuava tentando, sabendo que eu tava olhando, e no fim, eu me coloquei atrás dela, dessa vez com a pica já inchada, empurrei na bunda dela e peguei o que ela queria.
Ela olhou e largou na pia. E abriu outro armário, repetindo a operação. E eu ajudei de novo, dessa vez amassando minha pica contra ela, espremendo ela na bancada. Ela riu, mas não falou nada.
Sentei e na terceira vez não ajudei, só olhava ela fazendo os peitos e a bunda balançarem. Terminei o cigarro e falei:
— Não faz barulho, vou dormir um pouco.
— Tá bom — ela disse, toda perdida de tesão.
Eu tinha pensado que, se deixasse ela com tesão, ela ia transar com a Esther pra aliviar, e não tinha problema. Ela continuou arrumando e limpando, se imaginando sendo comida em cima da pia, tava muito molhada. Secou as mãos e foi atrás da Esther.
Os bicos dos peitos tavam duríssimos e a buceta encharcada. Passou pra sala, e Não estava, foi ao banheiro e também não, e sorriu ao pensar que já a esperava na cama. Seguiu pelo corredor e a ouviu.
Não a esperava na cama.
Depois de deixar a Claudia com tesão e eu também ficar excitado, me parabenizei por não ter comido ela e cumprir o jogo. Mas a Esther, naquela manhã, tinha me ordenado como há muito tempo não fazia, e eu tinha prometido foder o cu dela.
Parei ao lado dela, estendi a mão e ela veio contente para a cama. Deitei e abaixei a calça e a cueca, olhando meu pau crescer. Ela se virou de lado, deixando o corpo à mão e começou a chupar devagar.
Acariciei ela da nuca até a bunda, descendo pelas rachadinhas, e passei para os peitos dela balançando soltos. Apalpei eles e recomecei. Peguei a nuca dela e marquei o ritmo. Descia pelas costas até a bunda, beliscava e passava pela bucetinha encharcada, subindo pros peitos de novo.
Ela curtia minhas mãos pelo corpo todo e abria espaço na garganta, engolindo cada vez mais pau. Já não doía, e dava prazer sentir como eu fodía a boca dela.
Comecei a foder os dois buracos ao mesmo tempo e ela começou a gemer. Dessa vez não precisava se segurar, e pensava na Claudia quando ouvisse ela, e quando nos visse. Tava a mil, a Esther "a submisso masoquista".
— Mmmmh! Aaaaagg! Aaaaagg! Mmmmh! — gemia já com dois dedos em cada buraco e um mamilo esticado com raiva pela minha outra mão.
— Mmmh! Isso, assim vagabunda, mais um pouco e deixo você enfiar do seu jeito! Aaaaaj! Porra, que boquete você faz, vagabunda! Aaaaajj! Isso, assim fode tudo! Mmmmh! Oooojj! — falei pra ela, gozando.
Minha palma já batia na bucetinha dela e soavam tapas rápidos, enquanto meus quatro dedos entravam e saíam com suavidade. A Esther gemia como uma louca e já tinha gozado uma vez, sem pedir pra parar, nem parar de chupar meu pau.
Peguei ela pelos cabelos e puxei de costas, ela ofereceu a bunda ansiosa. Deitei e falei:
— Senta sozinha, vagabunda, quero ver como esses peitos lindos que você tem balançam.
E ela levou o pau dela pra dentro da bunda lisa. descendo e enfiando enquanto ela gritava e gozava.
—Aaaaajj! Mmmmmh! Aaaaajj! Aj! aj! Aj! Aj! Mmmmh! Me enche, meu amo! Aaaaajj! — dizia ela enquanto rebolava e ia enfiando mais fundo.
Cláudia ardia nos vendo, apertava a bucetinha com raiva, enfiando o shortinho e a calcinha na entrada. Via claramente como Esther enfiava meu pau no cu dela, gozando e gritando enquanto se fodia do jeito que queria. Lembrou do marcador, e de como no final sentiu prazer em foder o próprio cu com ele, e começou a pensar que não era tão ruim ser submissa. Mas não se atrevia, sempre indecisa, Cláudia ficava a um passo da glória.
—Mmmh! Assim, assim, enfia tudo, sua puta! Aaajj! Cu chato, guloso! Mmmmh! Continua, continua, puta! Aaajj! Já tá quase toda! Mmmmh! — dizia eu abrindo as nádegas dela enquanto ela cavalgava e gritava.
—Aj! Aj! Aj! Aaajj! Mmmmh! Aaaaajj! Sim, meu amo, tô com ela! Aaajj! Mmmh! Já foi, já foi! Aaajj! Tá me partindo, tá me partindo! Aaajj! Mmmmmh! Aj! Aj! Aaaaaaajj! Aaaaaaajj! — gritava Esther gozando de novo, dessa vez mais intenso.
Ela apertava os peitos com raiva e continuava rebolando sem parar enquanto um raio percorria da bucetinha dela até a nuca, gozava e não queria parar, mesmo com a bucetinha reclamando e o cu lutando pra me expulsar.
—Aguenta, aguenta, que já vou! Mmmmh! Aaaaah! Não vai escapar, puta! Aaaaajj! Assim, assim, já vem! Aaaaaah! Toma, toma minha porra, puta! Aaaaj! Sim, porra, que gostoso, puta! Mmmmh! Oooooj! — dizia eu agarrado na cintura dela ao sentir que ela tremia e gozava, e o cu dela tentava expulsar meu pau.
Esther já não controlava nada, gozava olhando pro teto, agarrada nos próprios peitos, e me dizia:
—Aaaajj! Sim, tô sentindo, meu amo! Aaaajj! Tá queimando! Mmmmmh! Siiim! Obrigada, meu amo! Aaaaajj! Que prazer! Mmmmh! Assim, tudo, solta tudo! Aaaaajj! Adoro! Mmmmh! — respondeu Esther, se deixando cair com a cabeça entre minhas pernas, e com minhas mãos segurando ela, fodendo ela bem agarrada com força, e manejando ela do meu jeito, enquanto soltava tudo lá no fundo.
Claudia estava encostada na porta olhando pra gente, gozando também com três dedos na bucetinha dela e um mamilo apertado na outra mão. Ela não tava nem aí que a gente tava vendo e ignorando. Ela gozava imaginando que era a Esther.
Fui tirando a pica, com um pouco de sangue, e ela agradeceu gemendo, encolhida entre meus joelhos e pulando com os espasmos. Saiu tudo e ela se deixou cair de costas do meu lado, bufando.
Ficamos um tempão recuperando o fôlego e eu tive pena dela. Tudo bem que ela curtia muito a dor, mas merecia uma ajuda pra passar um pouco.
Levantei, subi pelas pernas longas e finas dela, e cheguei na bucetinha encharcada. Abri os lábios e lambi com carinho, devagarzinho. Ela começou a rir e gemer, dando pulinhos e esquecendo um pouco a dor no cu. Percebeu meu gesto e começou a acariciar minha cabeça, me deixando fazer.
Claudia terminou e foi pro chuveiro. Tinha sido um espetáculo e ela se excitava de novo ao lembrar. Girou o registro e saiu água fria. Bufou com o choque de frio e se aguentou debaixo d'água até a bucetinha dela parar de pedir guerra.
Depois de deixar a buceta da Esther bem sequinha e ela dormindo, olhei a hora e pulei da cama. Peguei uma cueca e fui pro chuveiro. Claudia se surpreendeu, e antes que pensasse que eu ia nela, falei:
— As minas, tô atrasado, porra. E passei por ela abrindo o chuveiro e lavando basicamente os sovacos, o rosto e a pica.
Claudia me olhava debaixo d'água e admirava meu corpo molhado. Terminei rápido e vi ela sentada com a toalha aberta me olhando. Parei na frente dela e falei:
— Até logo — dando uma batida com minha pica morecilhona em cada peito.
Rimos os dois e terminei de me vestir com meu celular tocando.
— Já vou, desculpa, amor, a Esther que tava com um problema — falei sorrindo pro meu reflexo no espelho do elevador.
Cheguei e elas estavam abraçadas, bem carinhosas, como qualquer casal de sapatão. Pularam e me... beijaram uma após a outra.
—Quem é? É do bloco? Acho que na segunda tem uma que se parece com ela. — perguntou minha sobrinha, ansiosa.
—Que não, tia, é da universidade, alguma amiga nova da sua prima — disse a Sonia.
—Frio, frio — falei pra elas.
—Ah, dá uma pista! — implorou a Sonia.
—Melhor vocês verem o vídeo completo em casa e tirarem a dúvida — respondi.
—Porra, sim, olha a pegada que você dava, aff! — bufou minha sobrinha, voltando a procurar os pedaços de vídeo que mandei pra elas.
A Sonia apoiou a cabeça no ombro dela, passou uma perna por cima e elas assistiram de novo. Ficavam excitadas, e ainda mais sabendo que veriam o vídeo inteiro. E eu via elas pelo retrovisor, com minha rola dolorida revivendo.
—Porra, a gente conhece ela! Por isso que não tem áudio! — soltou a inteligente da Sonia, me olhando pelo retrovisor.
—Ponto pra você, querida — falei, sorrindo pra ela pelo retrovisor.
—Então deve ser a que você disse da segunda, mas não tô lembrando — disse a Sonia pra minha sobrinha.
—É que só vi ela umas duas vezes, mas pode ser — falou minha sobrinha, buscando minha confirmação.
Mas eu disse que não de novo.
Elas ficaram intrigadas e voltaram a olhar o vídeo, pausando e procurando reflexos e pistas. Não acreditava que elas não pensassem que fosse a Jenny. E eu ria vendo elas "investigando".
Entramos no estacionamento e elas cochichavam algo. Minha rola tava dolorida, mas esperei pra ver com o que me surpreenderiam.
Estacionei, puxei o freio de mão e desliguei o motor. E quando soltei o cinto de segurança, minha sobrinha, mais forte, agarrou meu braço com força e a Sonia passou na frente rápido. Eu ria e deixava elas fazerem. Minha sobrinha, agarrada no meu braço com as duas mãos, se aproximou, lambeu meu pescoço e falou no meu ouvido:
—Você vai confessar. — E eu virei, beijando ela.
A Sonia já tinha puxado minha rola pra fora e tava chupando com raiva.
—Mmmh! Cuidado, querida, que ela tá dolorida — falei.
E ela chupou com mais força.
Minha sobrinha, mordendo minha orelha agora, ao me ouvir gemer, falou no meu ouvido com voz de estupradora safada:
—Então confessa, e a gente vai ser carinhosa.
—Mmmh! Sonia, não seja... mala ¡Aaaaj! —falei meio dolorido.
Minha sobrinha me beijava e lambia o pescoço, enquanto beliscava meus mamilos com força.
—Quem é? Fala, meu amo —disse minha sobrinha.
—Mmmh! Aaaah! Então Aaaah! Porra, Sonia, que delícia Aaaah! Então agora vocês ficam sem vídeo Aaaah! —falei, já sem sentir dor e aproveitando a boquinha da Sonia.
—Para! Para, Sonia, que ele tá falando sério! —avisou minha sobrinha, empurrando ela.
Sonia ria com meu pau na boca e balançava a cabeça que não. Tava entregue na tarefa e não ligava.
—Mmmh! Isso, continua assim Aaaah! Porra, como minha pestinha aprende rápido Aaaaah! Mmmmh! Vai, vai —falei agradecido.
Minha sobrinha falou mais umas duas vezes pra ela soltar meu pau, mas já viu que ela tava descontrolada, e não ia parar até ter minha porra na boquinha. Ela se enfiou entre os bancos e começou a chupar um mamilo meu e acariciar o outro.
—Mmmh! Ooojj! Assim, assim, muito bem, querida Mmmmh! Engole mais fundo Mmmmh! Já tô quase Aaaah! —falei pra Sonia.
Minha sobrinha pegou minha mão e levou até a bucetinha dela, mas eu belisquei a coxa dela e tirei. Ela ficou mais tesuda por saber que foi castigada e mordeu meu mamilo com raiva, pra depois lamber com carinho.
Sonia também tentou pegar minha mão pra levar na cabeça dela e eu foder a boca dela do meu jeito, mas viu que não deixava pegar e sorriu por saber que também tava castigada, e aumentou o ritmo do boquete, ainda mais tesuda também.
—Aaaajj! Já gozei, já Mmmmh! Assim, porra! Mmmmh! Engole, engole, querida Aaaajj! Mmmmh! Buuuf! Que gostoso Mmmmh! Como minha pestinha tem gosto Ooooj! —falei agradecido enquanto ela engolia e diminuía o ritmo.
Minha sobrinha, muito excitada, oferecia um peito e eu virava o rosto dela, sorrindo. Ela se enfurecia e esfregava o mamilo dela no meu, sentindo um gostinho e me olhando com um sorriso safado.
Sonia terminou, viu que não saía mais nada, e sentou limpando a baba com um guardanapo.
Minha sobrinha, brava, me largou e sentou arrumando a camiseta.
Ficaram em silêncio, mas Sonia sorria.
—Eu sei —Quem pode ser? —disse ela.
Olhei pra ela e neguei com os olhos. Ela me devolveu o sorriso e disse:
—É a Jenny, já faz dias que ela fica no mesmo lugar que a puta da Luci quando a gente chega. E pelo corpo do vídeo, é ela.
Minha sobrinha estava de olhos arregalados me encarando pelo retrovisor e disse:
—Ela?! Aquela puta de pau?! Isso não é o que a gente planejou, porra —disse irritada.
Já não dava pra negar, e fiquei surpreso com a Sonia e o quanto ela é esperta.
—Primeiro vocês veem o vídeo, e depois me xingam se quiserem. Mas tão de castigo, isso também já vou avisando.
E sem falar nada, subimos pra casa.
Claudia e Esther estudavam tranquilamente e nos cumprimentaram sem levantar os olhos das tarefas.
—Muito bem, assim, aplicadas —falei indo pro meu quarto me trocar pra ficar mais à vontade.
As garotas não tiveram problema, tiraram as calças e os sapatos e se sentaram nos lugares delas, pegando os notebooks. Queriam ver o vídeo, pelo meu comentário sabiam que a Jenny não se divertiu tanto quanto parecia. Pelo menos no começo.
Passei perto delas. Claudia e minha sobrinha eram as que estavam mais perto de mim, e apertei as bundas das duas, dizendo pra todas:
—Vão estudar, não venham se distrair que o trimestre tá acabando.
E não falaram nada, continuaram na delas.
Tomei uma cerveja tranquilo, alisando meu pau de novo dolorido e sorrindo com como minhas garotas são diferentes e como se complementam bem.
—Pelo menos pede a janta, que a gente tem que "estudar" —gritou minha sobrinha com sarcasmo.
—Pizza ou comida chinesa? —falei pra elas.
Soaram mais vozes pra pizza do que pra chinesa, e eu disse:
—Então saladas e peixe grelhado. —falei, e todas riram.
Não se come essas porcarias durante a semana e elas sabiam.
Minha sobrinha veio pegar algo pra beber e fingia estar brava, mas não me enganava. O sorriso escondido dela denunciava. Bebeu água e deixou cair um pouco na camiseta. Limpou o queixo me olhando, e voltou pra sala. Mas eu sabia que ia pegar ela.
Ela se deixou levar e ficou entre minhas pernas com minhas mãos na barriga dela. de aço.
—Acalma já, é a segunda vez que te falo que você tá se descontrolada. Tem alguma coisa que eu não saiba? Me conta? — perguntei como tio, não como dono dela.
Ela ficou quieta uns segundos, e acariciando minhas pernas me disse:
—Me irrita que um dia isso acabe, ou que mude e não seja mais a mesma coisa.
—Aiiins, minha menina! Não pensa nisso, é tipo ficar pensando que um dia você vai morrer, porra — expliquei.
—É, sei que é inevitável, mas passa, e aí esses pensamentos voltam — explicou meio envergonhada.
—Deve ser a TPM, sei lá. Mas se quiser, a gente vai num especialista. A minha me ajudou pra caramba na época — ofereci.
—Não tô tão mal assim, mas a Sonia podia ir — e rimos os dois.
—Vai lá, e não guarda nada não, que me deixa triste você me excluir — falei.
Ela agarrou minhas pernas, apertou contra o corpo e disse:
—Tá, tá, vou me excluir — e foi embora, rindo os dois, rebolando a bunda pra mim e sorrindo.
Se a gente tivesse sozinho, como já fazia mais de um mês, eu teria comido a bucetinha dela, e a depressão teria passado na hora, mas agora éramos muitos. Pensei resignado.
A janta chegou e a Claudia foi buscar. O entregador ficou com o queixo no chão e sorrindo que nem um idiota. Claudia se sentiu super lisonjeada, não era comum isso acontecer com ela com os caras, e chegou na cozinha com as sacolas, toda sorridente.
—Que sorriso é esse, pegou o entregador? — perguntei, estranhando.
—Hahaha! Não, qual é! Mas podia ter pego — disse cúmplice.
—Então pega ele, e dá porrada, porra, que a vida passa voando — incentivei.
Ela largou as sacolas na mesa, bem perto de mim, e sorriu safada, dizendo:
—Tô esperando me darem porrada, depois eu pego ele.
—Muito bem, assim que se fala. Já vejo que você tá se soltando — elogiei.
Ela continuou sorrindo, feliz.
Desembrulhava os pacotes e distribuía a janta nos pratos. E eu olhava o perfil dela, admirando o corpo de garota “curvy”, como chamam hoje. E ela começou a ficar vermelha, lembrando do nosso novo jogo.
Levantei e fiquei atrás, encostando meu pau Com o cu dolorido e pegando nos peitos dela. Ela parou o que tava fazendo e ficou parada.
— Continua, as meninas tão com fome — falei, enfiando as mãos por baixo da camiseta dela e acariciando os bicos grandes, que me receberam duros e contentes.
Ela continuou servindo, e respirava ofegante. Sentia meu pau no cu dela e lembrou da Esther recebendo tudo, gozando igual uma puta. Queria gozo e levar uns pratos, mas também queria que eu baixasse o shortinho e a calcinha dela e fodesse aquele cu de uma vez.
O cu dela obedeceu, e começou a mexer pra cima e pra baixo, sentindo meu pau já moreno deslizando na racha. Eu passava a mão nos peitões enormes dela e beijava o pescoço, deixando ela se esfregar e esquentar mais.
Claudia ficou a mil, nunca tinham passado a mão nos peitos dela com umas mãos tão grandes e quentes, e gozava com o que eu tava fazendo. Se esfregou com mais força e a Sonia atrapalhou.
— Tito, olha isso aqui, acho que já tô! — gritou, sabendo que eu tava atacando a Claudia.
Apertei os bicos da Claudia, puxei com força, ela soltou um gemido agradecida, mordi o pescoço dela e me afastei falando:
— Já vou, amor! — e fui pra sala com meu pau balançando, meio moreno.
Claudia suspirou agradecida, tava a ponto de implorar pra eu foder ela, já não aguentava mais. Ficou apoiada na mesa, se parabenizou por aguentar e não implorar. Se recompôs, bebeu água e continuou servindo.
Sonia olhava pro meu rabo dançando e riu safada. Me esperava do lado da minha poltrona, me olhando cúmplice. Sentei sorrindo pra ela, e ela sentou na minha perna.
— Vamos ver o que você fez — falei.
A Esther já tava há um tempão com dois dedos da minha sobrinha judiando da bucetinha dela e disfarçavam. Mas quando olhei pra ela e vi a cara, olhei pra minha sobrinha e vi que o braço dela debaixo da mesa tava muito baixo. Ela continuava com as tarefas como se nada.
Acho que, por ser mulher, conseguia fazer as duas coisas sem se atrapalhar.
Mas tava de castigo.
— Vero, vê como cê tá — falei, chamando ela.
Ela suspirou, ao se sentir descoberta, e tirou Com raiva, enfiei os dedos dentro de Esther. Ela deu um pulinho e veio para o meu lado, limpando os dedos nas costas de Esther.
Girei a poltrona e ela se apoiou na Sônia, que a recebeu abraçando-a. Ela não queria descer, minha mão na bunda dela era uma droga, já nessa altura pras duas.
— Olha isso aqui, e já era — falei pra Sônia.
Ela pegou o caderno, mas não foi embora. Minha sobrinha me deu o dela e acariciou os braços de Sônia, esperando por mim.
— Bom, tá bem. Parece que ficar puta te faz bem — falei, beliscando o peito dela.
As duas riram e foram fazer a tarefa.
Jantamos conversando de boa, tranquilas. Algumas ficaram na mesa, outras foram pro sofá. Eu saí na varanda e já sentia o verão indo embora. As roupas curtas e transparentes iam sumir, e isso me irritava. Sorte que tenho aquecimento, pensei aliviado.
Esther saiu com a bucetinha molhada, dizendo que tava mais fresco. Ela se apoiou do meu lado e não falou nada.
— Se alguma das duas te tocar, você afasta e diz que tão de castigo — ordenei.
— Sim, meu amo — ela respondeu obediente.
Abracei ela e puxei pra perto pra aquecer, a coitada tava com os bicos dos peitos durinhos de frio.
— O verão tá indo embora — falei triste.
— É, não vamos mais andar tão peladas — ela disse rindo.
— Em casa sim, vou ligar o aquecimento no talo — respondi, rindo junto.
— Que safado você é, hahaha — ela falou.
— Vamos pra dentro, senão vamos pegar um resfriado — falei, já sentindo mais frio.
Ela se virou e eu bati na bunda dela, dizendo:
— Essa bunda lisa sabe mais que muita gente — e ela se virou me olhando com tesão.
Elas estavam no sofá conversando, parecia que minhas minas tinham se resignado e optado por passar a noite de boa. Mas Esther e Claudia tavam cada vez mais agarradinhas, com Esther nos braços de Claudia, escondendo cada vez menos o rolo delas. Mas minhas minas não se surpreenderam.
Elas transaram no quarto delas, brincando com os marcadores, e dava pra ouvir no silêncio. Minhas minas soltavam fogo pelos peitos e pelas bucetinhas, abraçadas em mim na cama. Soltaram um suspiro e a Sonia esfregava a bucetinha dela no meu quadril me pedindo, mas eu belisquei a bunda dela, ela resmungou e se ajeitou pra dormir.
Meu pau esperava que ela mudasse de ideia, mas também agradeceu o descanso. Elas estavam de castigo e ainda ficaram sem ver o vídeo.
Continua.Autor:CachorroLouco
EsclarecimentoA história não é minha, mas adorei e achei muito boa a história.Só de pensar em castigar uma, acabei subjugando uma e castigando outra. Agora faltava a Claudia. Tinha serviço até as águas se acalmarem.
Cheguei em casa e a Esther estava comendo com a Claudia, as duas mais juntas do que o normal. Cumprimentei elas e elas me responderam sorrindo. Tinham deixado comida pra mim e eu sentei com elas, mas meio afastado.
Elas se surpreenderam e me viram cansado. Claudia me perguntou:
— Tá bem? Te vejo cansado.
— Tô sim, e olha que dormi bem ontem à noite — respondi.
— E vocês duas, como tão? Indo bem com os estudos? Posso ajudar se precisar. Não sirvo só pra foder — soltei, olhando pra minha comida.
Elas ficaram de cara, e Esther me disse:
— Depois te mostro um trabalho e você me diz, não tô vendo clareza.
— Claro, querida, deixa na minha mesa — falei, comendo.
Claudia já não aguentava mais, tinha se esquecido de mim desde o dia anterior, com a ajuda da Esther e dos marcadores, mas foi me ver entrar pela porta e lembrou do nosso "joguinho". E soltou de uma vez:
— Já que você tocou no assunto, você não me comeu, e eu não sou lésbica, sou bissexual — acrescentou, toda digna.
Continuei comendo, pensando na resposta, achando graça do quanto ela tava puta por causa do nosso "jogo". Terminei de mastigar, bebi água e falei:
— Agora você quer que eu te coma? Mudou de ideia? Ou é porque não quer ser a única? Me explica, porque oportunidades você teve.
Claudia e Esther, enquanto eu não falava nada, já se imaginaram sendo fodidas em cima da comida. Esther ficou com tesão só de imaginar, mas Claudia, como sempre, não via clareza, a ideia não excitou ela. Mas ao me ouvir responder, relaxou e escutou.
— Não quero ser igual a Esther, não gosto disso. Gosto de sexo normal — respondeu, meio tristonha.
— Bom, não se preocupa, você não vai ser igual a Esther, mas vou te comer quando eu quiser, e não adianta ficar me provocando ou pedindo com os olhos.
Ela pegou o prato e foi pra cozinha, puta, mas aliviada, pelo menos não ia ser subjugada. —Coitadinha, dá o que ela quer que assim os ciúmes passam — pediu Esther, toda safada.
Olhei pra ela, sorri e falei:
— Passo, prefiro dar pra você e ouvir você gritar e gozar.
O rosto dela se iluminou, e ela concordou cúmplice.
Peguei meu prato e meu copo, e fui pra cozinha deixar eles. A Claudia tava enchendo a lava-louças, e, largando o que tinha, encostei meu pacote na bunda dela. Ela ficou paralisada. Encaixei, me afastei, e fui pegar meu café. E ela continuou na dela.
Agora eu entendia o que ia rolar: ia deixar ela com tesão, até que um dia eu me decidisse e finalmente fodesse ela. Não pareceu má ideia, e até molhou a bucetinha dela ao pensar que eu ia meter a mão e esfregar a pica nela sempre que pudesse, até que um dia eu comesse ela de surpresa.
Eu fumava e tomava café descafeinado, e olhava descarado pra ela. Cada vez que ela se abaixava e eu via aquela bunda enorme, minha pica puxava por mim. Depois de um tempo, ela tava vermelha, mas com um meio sorriso no rosto. Ela também podia jogar, e ia jogar.
Abriu um armário de cima e foi pegar alguma coisa que não precisava. Se esticava e pulava, mostrando como os peitões balançavam, soltos debaixo da camiseta. Continuava tentando, sabendo que eu tava olhando, e no fim, eu me coloquei atrás dela, dessa vez com a pica já inchada, empurrei na bunda dela e peguei o que ela queria.
Ela olhou e largou na pia. E abriu outro armário, repetindo a operação. E eu ajudei de novo, dessa vez amassando minha pica contra ela, espremendo ela na bancada. Ela riu, mas não falou nada.
Sentei e na terceira vez não ajudei, só olhava ela fazendo os peitos e a bunda balançarem. Terminei o cigarro e falei:
— Não faz barulho, vou dormir um pouco.
— Tá bom — ela disse, toda perdida de tesão.
Eu tinha pensado que, se deixasse ela com tesão, ela ia transar com a Esther pra aliviar, e não tinha problema. Ela continuou arrumando e limpando, se imaginando sendo comida em cima da pia, tava muito molhada. Secou as mãos e foi atrás da Esther.
Os bicos dos peitos tavam duríssimos e a buceta encharcada. Passou pra sala, e Não estava, foi ao banheiro e também não, e sorriu ao pensar que já a esperava na cama. Seguiu pelo corredor e a ouviu.
Não a esperava na cama.
Depois de deixar a Claudia com tesão e eu também ficar excitado, me parabenizei por não ter comido ela e cumprir o jogo. Mas a Esther, naquela manhã, tinha me ordenado como há muito tempo não fazia, e eu tinha prometido foder o cu dela.
Parei ao lado dela, estendi a mão e ela veio contente para a cama. Deitei e abaixei a calça e a cueca, olhando meu pau crescer. Ela se virou de lado, deixando o corpo à mão e começou a chupar devagar.
Acariciei ela da nuca até a bunda, descendo pelas rachadinhas, e passei para os peitos dela balançando soltos. Apalpei eles e recomecei. Peguei a nuca dela e marquei o ritmo. Descia pelas costas até a bunda, beliscava e passava pela bucetinha encharcada, subindo pros peitos de novo.
Ela curtia minhas mãos pelo corpo todo e abria espaço na garganta, engolindo cada vez mais pau. Já não doía, e dava prazer sentir como eu fodía a boca dela.
Comecei a foder os dois buracos ao mesmo tempo e ela começou a gemer. Dessa vez não precisava se segurar, e pensava na Claudia quando ouvisse ela, e quando nos visse. Tava a mil, a Esther "a submisso masoquista".
— Mmmmh! Aaaaagg! Aaaaagg! Mmmmh! — gemia já com dois dedos em cada buraco e um mamilo esticado com raiva pela minha outra mão.
— Mmmh! Isso, assim vagabunda, mais um pouco e deixo você enfiar do seu jeito! Aaaaaj! Porra, que boquete você faz, vagabunda! Aaaaajj! Isso, assim fode tudo! Mmmmh! Oooojj! — falei pra ela, gozando.
Minha palma já batia na bucetinha dela e soavam tapas rápidos, enquanto meus quatro dedos entravam e saíam com suavidade. A Esther gemia como uma louca e já tinha gozado uma vez, sem pedir pra parar, nem parar de chupar meu pau.
Peguei ela pelos cabelos e puxei de costas, ela ofereceu a bunda ansiosa. Deitei e falei:
— Senta sozinha, vagabunda, quero ver como esses peitos lindos que você tem balançam.
E ela levou o pau dela pra dentro da bunda lisa. descendo e enfiando enquanto ela gritava e gozava.
—Aaaaajj! Mmmmmh! Aaaaajj! Aj! aj! Aj! Aj! Mmmmh! Me enche, meu amo! Aaaaajj! — dizia ela enquanto rebolava e ia enfiando mais fundo.
Cláudia ardia nos vendo, apertava a bucetinha com raiva, enfiando o shortinho e a calcinha na entrada. Via claramente como Esther enfiava meu pau no cu dela, gozando e gritando enquanto se fodia do jeito que queria. Lembrou do marcador, e de como no final sentiu prazer em foder o próprio cu com ele, e começou a pensar que não era tão ruim ser submissa. Mas não se atrevia, sempre indecisa, Cláudia ficava a um passo da glória.
—Mmmh! Assim, assim, enfia tudo, sua puta! Aaajj! Cu chato, guloso! Mmmmh! Continua, continua, puta! Aaajj! Já tá quase toda! Mmmmh! — dizia eu abrindo as nádegas dela enquanto ela cavalgava e gritava.
—Aj! Aj! Aj! Aaajj! Mmmmh! Aaaaajj! Sim, meu amo, tô com ela! Aaajj! Mmmh! Já foi, já foi! Aaajj! Tá me partindo, tá me partindo! Aaajj! Mmmmmh! Aj! Aj! Aaaaaaajj! Aaaaaaajj! — gritava Esther gozando de novo, dessa vez mais intenso.
Ela apertava os peitos com raiva e continuava rebolando sem parar enquanto um raio percorria da bucetinha dela até a nuca, gozava e não queria parar, mesmo com a bucetinha reclamando e o cu lutando pra me expulsar.
—Aguenta, aguenta, que já vou! Mmmmh! Aaaaah! Não vai escapar, puta! Aaaaajj! Assim, assim, já vem! Aaaaaah! Toma, toma minha porra, puta! Aaaaj! Sim, porra, que gostoso, puta! Mmmmh! Oooooj! — dizia eu agarrado na cintura dela ao sentir que ela tremia e gozava, e o cu dela tentava expulsar meu pau.
Esther já não controlava nada, gozava olhando pro teto, agarrada nos próprios peitos, e me dizia:
—Aaaajj! Sim, tô sentindo, meu amo! Aaaajj! Tá queimando! Mmmmmh! Siiim! Obrigada, meu amo! Aaaaajj! Que prazer! Mmmmh! Assim, tudo, solta tudo! Aaaaajj! Adoro! Mmmmh! — respondeu Esther, se deixando cair com a cabeça entre minhas pernas, e com minhas mãos segurando ela, fodendo ela bem agarrada com força, e manejando ela do meu jeito, enquanto soltava tudo lá no fundo.
Claudia estava encostada na porta olhando pra gente, gozando também com três dedos na bucetinha dela e um mamilo apertado na outra mão. Ela não tava nem aí que a gente tava vendo e ignorando. Ela gozava imaginando que era a Esther.
Fui tirando a pica, com um pouco de sangue, e ela agradeceu gemendo, encolhida entre meus joelhos e pulando com os espasmos. Saiu tudo e ela se deixou cair de costas do meu lado, bufando.
Ficamos um tempão recuperando o fôlego e eu tive pena dela. Tudo bem que ela curtia muito a dor, mas merecia uma ajuda pra passar um pouco.
Levantei, subi pelas pernas longas e finas dela, e cheguei na bucetinha encharcada. Abri os lábios e lambi com carinho, devagarzinho. Ela começou a rir e gemer, dando pulinhos e esquecendo um pouco a dor no cu. Percebeu meu gesto e começou a acariciar minha cabeça, me deixando fazer.
Claudia terminou e foi pro chuveiro. Tinha sido um espetáculo e ela se excitava de novo ao lembrar. Girou o registro e saiu água fria. Bufou com o choque de frio e se aguentou debaixo d'água até a bucetinha dela parar de pedir guerra.
Depois de deixar a buceta da Esther bem sequinha e ela dormindo, olhei a hora e pulei da cama. Peguei uma cueca e fui pro chuveiro. Claudia se surpreendeu, e antes que pensasse que eu ia nela, falei:
— As minas, tô atrasado, porra. E passei por ela abrindo o chuveiro e lavando basicamente os sovacos, o rosto e a pica.
Claudia me olhava debaixo d'água e admirava meu corpo molhado. Terminei rápido e vi ela sentada com a toalha aberta me olhando. Parei na frente dela e falei:
— Até logo — dando uma batida com minha pica morecilhona em cada peito.
Rimos os dois e terminei de me vestir com meu celular tocando.
— Já vou, desculpa, amor, a Esther que tava com um problema — falei sorrindo pro meu reflexo no espelho do elevador.
Cheguei e elas estavam abraçadas, bem carinhosas, como qualquer casal de sapatão. Pularam e me... beijaram uma após a outra.
—Quem é? É do bloco? Acho que na segunda tem uma que se parece com ela. — perguntou minha sobrinha, ansiosa.
—Que não, tia, é da universidade, alguma amiga nova da sua prima — disse a Sonia.
—Frio, frio — falei pra elas.
—Ah, dá uma pista! — implorou a Sonia.
—Melhor vocês verem o vídeo completo em casa e tirarem a dúvida — respondi.
—Porra, sim, olha a pegada que você dava, aff! — bufou minha sobrinha, voltando a procurar os pedaços de vídeo que mandei pra elas.
A Sonia apoiou a cabeça no ombro dela, passou uma perna por cima e elas assistiram de novo. Ficavam excitadas, e ainda mais sabendo que veriam o vídeo inteiro. E eu via elas pelo retrovisor, com minha rola dolorida revivendo.
—Porra, a gente conhece ela! Por isso que não tem áudio! — soltou a inteligente da Sonia, me olhando pelo retrovisor.
—Ponto pra você, querida — falei, sorrindo pra ela pelo retrovisor.
—Então deve ser a que você disse da segunda, mas não tô lembrando — disse a Sonia pra minha sobrinha.
—É que só vi ela umas duas vezes, mas pode ser — falou minha sobrinha, buscando minha confirmação.
Mas eu disse que não de novo.
Elas ficaram intrigadas e voltaram a olhar o vídeo, pausando e procurando reflexos e pistas. Não acreditava que elas não pensassem que fosse a Jenny. E eu ria vendo elas "investigando".
Entramos no estacionamento e elas cochichavam algo. Minha rola tava dolorida, mas esperei pra ver com o que me surpreenderiam.
Estacionei, puxei o freio de mão e desliguei o motor. E quando soltei o cinto de segurança, minha sobrinha, mais forte, agarrou meu braço com força e a Sonia passou na frente rápido. Eu ria e deixava elas fazerem. Minha sobrinha, agarrada no meu braço com as duas mãos, se aproximou, lambeu meu pescoço e falou no meu ouvido:
—Você vai confessar. — E eu virei, beijando ela.
A Sonia já tinha puxado minha rola pra fora e tava chupando com raiva.
—Mmmh! Cuidado, querida, que ela tá dolorida — falei.
E ela chupou com mais força.
Minha sobrinha, mordendo minha orelha agora, ao me ouvir gemer, falou no meu ouvido com voz de estupradora safada:
—Então confessa, e a gente vai ser carinhosa.
—Mmmh! Sonia, não seja... mala ¡Aaaaj! —falei meio dolorido.
Minha sobrinha me beijava e lambia o pescoço, enquanto beliscava meus mamilos com força.
—Quem é? Fala, meu amo —disse minha sobrinha.
—Mmmh! Aaaah! Então Aaaah! Porra, Sonia, que delícia Aaaah! Então agora vocês ficam sem vídeo Aaaah! —falei, já sem sentir dor e aproveitando a boquinha da Sonia.
—Para! Para, Sonia, que ele tá falando sério! —avisou minha sobrinha, empurrando ela.
Sonia ria com meu pau na boca e balançava a cabeça que não. Tava entregue na tarefa e não ligava.
—Mmmh! Isso, continua assim Aaaah! Porra, como minha pestinha aprende rápido Aaaaah! Mmmmh! Vai, vai —falei agradecido.
Minha sobrinha falou mais umas duas vezes pra ela soltar meu pau, mas já viu que ela tava descontrolada, e não ia parar até ter minha porra na boquinha. Ela se enfiou entre os bancos e começou a chupar um mamilo meu e acariciar o outro.
—Mmmh! Ooojj! Assim, assim, muito bem, querida Mmmmh! Engole mais fundo Mmmmh! Já tô quase Aaaah! —falei pra Sonia.
Minha sobrinha pegou minha mão e levou até a bucetinha dela, mas eu belisquei a coxa dela e tirei. Ela ficou mais tesuda por saber que foi castigada e mordeu meu mamilo com raiva, pra depois lamber com carinho.
Sonia também tentou pegar minha mão pra levar na cabeça dela e eu foder a boca dela do meu jeito, mas viu que não deixava pegar e sorriu por saber que também tava castigada, e aumentou o ritmo do boquete, ainda mais tesuda também.
—Aaaajj! Já gozei, já Mmmmh! Assim, porra! Mmmmh! Engole, engole, querida Aaaajj! Mmmmh! Buuuf! Que gostoso Mmmmh! Como minha pestinha tem gosto Ooooj! —falei agradecido enquanto ela engolia e diminuía o ritmo.
Minha sobrinha, muito excitada, oferecia um peito e eu virava o rosto dela, sorrindo. Ela se enfurecia e esfregava o mamilo dela no meu, sentindo um gostinho e me olhando com um sorriso safado.
Sonia terminou, viu que não saía mais nada, e sentou limpando a baba com um guardanapo.
Minha sobrinha, brava, me largou e sentou arrumando a camiseta.
Ficaram em silêncio, mas Sonia sorria.
—Eu sei —Quem pode ser? —disse ela.
Olhei pra ela e neguei com os olhos. Ela me devolveu o sorriso e disse:
—É a Jenny, já faz dias que ela fica no mesmo lugar que a puta da Luci quando a gente chega. E pelo corpo do vídeo, é ela.
Minha sobrinha estava de olhos arregalados me encarando pelo retrovisor e disse:
—Ela?! Aquela puta de pau?! Isso não é o que a gente planejou, porra —disse irritada.
Já não dava pra negar, e fiquei surpreso com a Sonia e o quanto ela é esperta.
—Primeiro vocês veem o vídeo, e depois me xingam se quiserem. Mas tão de castigo, isso também já vou avisando.
E sem falar nada, subimos pra casa.
Claudia e Esther estudavam tranquilamente e nos cumprimentaram sem levantar os olhos das tarefas.
—Muito bem, assim, aplicadas —falei indo pro meu quarto me trocar pra ficar mais à vontade.
As garotas não tiveram problema, tiraram as calças e os sapatos e se sentaram nos lugares delas, pegando os notebooks. Queriam ver o vídeo, pelo meu comentário sabiam que a Jenny não se divertiu tanto quanto parecia. Pelo menos no começo.
Passei perto delas. Claudia e minha sobrinha eram as que estavam mais perto de mim, e apertei as bundas das duas, dizendo pra todas:
—Vão estudar, não venham se distrair que o trimestre tá acabando.
E não falaram nada, continuaram na delas.
Tomei uma cerveja tranquilo, alisando meu pau de novo dolorido e sorrindo com como minhas garotas são diferentes e como se complementam bem.
—Pelo menos pede a janta, que a gente tem que "estudar" —gritou minha sobrinha com sarcasmo.
—Pizza ou comida chinesa? —falei pra elas.
Soaram mais vozes pra pizza do que pra chinesa, e eu disse:
—Então saladas e peixe grelhado. —falei, e todas riram.
Não se come essas porcarias durante a semana e elas sabiam.
Minha sobrinha veio pegar algo pra beber e fingia estar brava, mas não me enganava. O sorriso escondido dela denunciava. Bebeu água e deixou cair um pouco na camiseta. Limpou o queixo me olhando, e voltou pra sala. Mas eu sabia que ia pegar ela.
Ela se deixou levar e ficou entre minhas pernas com minhas mãos na barriga dela. de aço.
—Acalma já, é a segunda vez que te falo que você tá se descontrolada. Tem alguma coisa que eu não saiba? Me conta? — perguntei como tio, não como dono dela.
Ela ficou quieta uns segundos, e acariciando minhas pernas me disse:
—Me irrita que um dia isso acabe, ou que mude e não seja mais a mesma coisa.
—Aiiins, minha menina! Não pensa nisso, é tipo ficar pensando que um dia você vai morrer, porra — expliquei.
—É, sei que é inevitável, mas passa, e aí esses pensamentos voltam — explicou meio envergonhada.
—Deve ser a TPM, sei lá. Mas se quiser, a gente vai num especialista. A minha me ajudou pra caramba na época — ofereci.
—Não tô tão mal assim, mas a Sonia podia ir — e rimos os dois.
—Vai lá, e não guarda nada não, que me deixa triste você me excluir — falei.
Ela agarrou minhas pernas, apertou contra o corpo e disse:
—Tá, tá, vou me excluir — e foi embora, rindo os dois, rebolando a bunda pra mim e sorrindo.
Se a gente tivesse sozinho, como já fazia mais de um mês, eu teria comido a bucetinha dela, e a depressão teria passado na hora, mas agora éramos muitos. Pensei resignado.
A janta chegou e a Claudia foi buscar. O entregador ficou com o queixo no chão e sorrindo que nem um idiota. Claudia se sentiu super lisonjeada, não era comum isso acontecer com ela com os caras, e chegou na cozinha com as sacolas, toda sorridente.
—Que sorriso é esse, pegou o entregador? — perguntei, estranhando.
—Hahaha! Não, qual é! Mas podia ter pego — disse cúmplice.
—Então pega ele, e dá porrada, porra, que a vida passa voando — incentivei.
Ela largou as sacolas na mesa, bem perto de mim, e sorriu safada, dizendo:
—Tô esperando me darem porrada, depois eu pego ele.
—Muito bem, assim que se fala. Já vejo que você tá se soltando — elogiei.
Ela continuou sorrindo, feliz.
Desembrulhava os pacotes e distribuía a janta nos pratos. E eu olhava o perfil dela, admirando o corpo de garota “curvy”, como chamam hoje. E ela começou a ficar vermelha, lembrando do nosso novo jogo.
Levantei e fiquei atrás, encostando meu pau Com o cu dolorido e pegando nos peitos dela. Ela parou o que tava fazendo e ficou parada.
— Continua, as meninas tão com fome — falei, enfiando as mãos por baixo da camiseta dela e acariciando os bicos grandes, que me receberam duros e contentes.
Ela continuou servindo, e respirava ofegante. Sentia meu pau no cu dela e lembrou da Esther recebendo tudo, gozando igual uma puta. Queria gozo e levar uns pratos, mas também queria que eu baixasse o shortinho e a calcinha dela e fodesse aquele cu de uma vez.
O cu dela obedeceu, e começou a mexer pra cima e pra baixo, sentindo meu pau já moreno deslizando na racha. Eu passava a mão nos peitões enormes dela e beijava o pescoço, deixando ela se esfregar e esquentar mais.
Claudia ficou a mil, nunca tinham passado a mão nos peitos dela com umas mãos tão grandes e quentes, e gozava com o que eu tava fazendo. Se esfregou com mais força e a Sonia atrapalhou.
— Tito, olha isso aqui, acho que já tô! — gritou, sabendo que eu tava atacando a Claudia.
Apertei os bicos da Claudia, puxei com força, ela soltou um gemido agradecida, mordi o pescoço dela e me afastei falando:
— Já vou, amor! — e fui pra sala com meu pau balançando, meio moreno.
Claudia suspirou agradecida, tava a ponto de implorar pra eu foder ela, já não aguentava mais. Ficou apoiada na mesa, se parabenizou por aguentar e não implorar. Se recompôs, bebeu água e continuou servindo.
Sonia olhava pro meu rabo dançando e riu safada. Me esperava do lado da minha poltrona, me olhando cúmplice. Sentei sorrindo pra ela, e ela sentou na minha perna.
— Vamos ver o que você fez — falei.
A Esther já tava há um tempão com dois dedos da minha sobrinha judiando da bucetinha dela e disfarçavam. Mas quando olhei pra ela e vi a cara, olhei pra minha sobrinha e vi que o braço dela debaixo da mesa tava muito baixo. Ela continuava com as tarefas como se nada.
Acho que, por ser mulher, conseguia fazer as duas coisas sem se atrapalhar.
Mas tava de castigo.
— Vero, vê como cê tá — falei, chamando ela.
Ela suspirou, ao se sentir descoberta, e tirou Com raiva, enfiei os dedos dentro de Esther. Ela deu um pulinho e veio para o meu lado, limpando os dedos nas costas de Esther.
Girei a poltrona e ela se apoiou na Sônia, que a recebeu abraçando-a. Ela não queria descer, minha mão na bunda dela era uma droga, já nessa altura pras duas.
— Olha isso aqui, e já era — falei pra Sônia.
Ela pegou o caderno, mas não foi embora. Minha sobrinha me deu o dela e acariciou os braços de Sônia, esperando por mim.
— Bom, tá bem. Parece que ficar puta te faz bem — falei, beliscando o peito dela.
As duas riram e foram fazer a tarefa.
Jantamos conversando de boa, tranquilas. Algumas ficaram na mesa, outras foram pro sofá. Eu saí na varanda e já sentia o verão indo embora. As roupas curtas e transparentes iam sumir, e isso me irritava. Sorte que tenho aquecimento, pensei aliviado.
Esther saiu com a bucetinha molhada, dizendo que tava mais fresco. Ela se apoiou do meu lado e não falou nada.
— Se alguma das duas te tocar, você afasta e diz que tão de castigo — ordenei.
— Sim, meu amo — ela respondeu obediente.
Abracei ela e puxei pra perto pra aquecer, a coitada tava com os bicos dos peitos durinhos de frio.
— O verão tá indo embora — falei triste.
— É, não vamos mais andar tão peladas — ela disse rindo.
— Em casa sim, vou ligar o aquecimento no talo — respondi, rindo junto.
— Que safado você é, hahaha — ela falou.
— Vamos pra dentro, senão vamos pegar um resfriado — falei, já sentindo mais frio.
Ela se virou e eu bati na bunda dela, dizendo:
— Essa bunda lisa sabe mais que muita gente — e ela se virou me olhando com tesão.
Elas estavam no sofá conversando, parecia que minhas minas tinham se resignado e optado por passar a noite de boa. Mas Esther e Claudia tavam cada vez mais agarradinhas, com Esther nos braços de Claudia, escondendo cada vez menos o rolo delas. Mas minhas minas não se surpreenderam.
Elas transaram no quarto delas, brincando com os marcadores, e dava pra ouvir no silêncio. Minhas minas soltavam fogo pelos peitos e pelas bucetinhas, abraçadas em mim na cama. Soltaram um suspiro e a Sonia esfregava a bucetinha dela no meu quadril me pedindo, mas eu belisquei a bunda dela, ela resmungou e se ajeitou pra dormir.
Meu pau esperava que ela mudasse de ideia, mas também agradeceu o descanso. Elas estavam de castigo e ainda ficaram sem ver o vídeo.
Continua.Autor:CachorroLouco
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