Tudo começou quando, pelo Facebook, recebi um pedido de amizade.Embora o nome da pessoa me fosse familiar, eu não tinha certeza se era quem eu pensava. Naquela época, eu não tinha limites para minhas amizades naquele app, simplesmente aceitava qualquer solicitação que me mandavam.
Resumo da ópera: depois de alguns dias, recebo uma mensagem pelo Facebook e, no fim das contas, era sim a pessoa que eu achava que era. Uma ex-amiga do ensino médio. No colégio, a gente se dava super bem, mas ela sempre teve os namorados dela e eu, as minhas namoradas, então não rolava nada entre a gente, embora ambos soubéssemos que tínhamos uma quedinha um pelo outro. Sei disso porque uma tarde a gente deu um amasso daqueles, mas não passou disso e nunca mais se repetiu.
Resumo: agora que éramos mais velhos, a gente se reconectou, tipo uns 10 anos depois da última vez que nos vimos. Ficamos de flerte por mensagens até que, finalmente, ela arrumou tempo pra gente se ver. Combinamos de nos encontrar no meu apartamento.
Chegou o dia do encontro e, como já sabíamos exatamente o que queríamos e onde aquilo ia dar, fomos pro meu apê, comemos uma coisa que eu tinha preparado e começamos a beber uma garrafinha de uísque que eu tinha. A conversa estava muito boa, e eu simplesmente comecei a investir nela, e ela respondia pra caralho. No calor das bebidas, começamos a nos beijar e, de repente, ela já estava em cima de mim. Tirou a blusa com muita determinação e comecei a chupar aqueles peitos lindos que ela tinha, com uns mamilos marrons enormes e gostosos. Enquanto isso, ela pegava no meu cabelo e acariciava minhas costas com as mãos, e eu fazia o mesmo nas costas dela, até que minhas mãos foram descendo devagar até a bunda dela, macia que nem uma esponja.
A gente se pelou e eu beijei toda a barriguinha dela, recém-depiladinha. Ela sabia onde aquilo ia dar. Foi tanta empolgação que eu nem apaguei a luz da sala e comecei a meter nela ali mesmo. Não é por me gabar, mas eu demoro muito pra gozar, posso passar horas transando, e lembro que ela já estava super cansada e suada depois de tanto sexo, a ponto de dizer: — Chega, já deu!
E eu gozei. dentro dela e de repente ela apagou, não pensei que fosse ficar tão exausta, mas tava mesmo. Levei ela pro meu quarto pra dormir e fui pegar um pouco de água. Tava tão quente e com a adrenalina no talo que entrei no quarto e comecei a comer ela de novo, fiz um love bem gostoso por um tempão. Dormimos juntos aquela noite e no dia seguinte ela tava toda quebrada porque não lembrava do que a gente tinha feito. Segundo ela, tava bêbada e não lembrava de nada, e principalmente tava remoendo a consciência porque, segundo ela, não era assim tão fácil.
Eu, como bom cavalheiro que sou, falei que não tinha rolado nada de mais e que, na minha opinião, ela não tava tão bêbada e que não tinha problema. Pedi desculpas pra ela e me fiz de vítima, fingindo que tava mal porque sentia que tinha abusado dela... Não sabia mais o que fazer. Mas ela chegou perto de mim e disse pra eu não me sentir mal, que não era minha culpa, que ela com certeza deixou rolar por algum motivo e, mesmo sem lembrar, devia ter se sentido à vontade e por isso se deixou comer.
No fim, decidimos tomar um banho juntos, mas quando a gente tava no quarto, limpos e totalmente sóbrios, começamos a trepar selvagemente... Comi ela só de quatro e ela repetia sem parar "te amo, te amo, te amo" e não sei por que falava isso, mas me deixava louco, quanto mais ela falava "te amo", mais forte eu metia nela. Vi a bunda dela tão linda e limpa que dei uma chupada monumental, os "te amo" não pararam de soar a manhã inteira, assim como as bundadas enquanto eu comia ela duro como se fosse uma grande puta.
Depois de umas horas, terminamos, tomamos outro banho e fui deixar ela em casa, onde ela nunca me deixava entrar porque morava acompanhada... Anos depois, descobri que ela morava lá com o namorado, mas nossas aventuras continuaram, ou vocês acham que não?
Aliás, no dia seguinte, o vigia do condomínio me disse que quando eu trouxesse visitas, apagasse as luzes, porque da calçada dava pra ver quase tudo que rolava na minha sala... Mas eu acho que ele viu. Tudo bem, ele nunca mais tocou no assunto comigo, mas eu sei que ele viu tudo o que rolou naquela sala naquela noite.
Resumo da ópera: depois de alguns dias, recebo uma mensagem pelo Facebook e, no fim das contas, era sim a pessoa que eu achava que era. Uma ex-amiga do ensino médio. No colégio, a gente se dava super bem, mas ela sempre teve os namorados dela e eu, as minhas namoradas, então não rolava nada entre a gente, embora ambos soubéssemos que tínhamos uma quedinha um pelo outro. Sei disso porque uma tarde a gente deu um amasso daqueles, mas não passou disso e nunca mais se repetiu.
Resumo: agora que éramos mais velhos, a gente se reconectou, tipo uns 10 anos depois da última vez que nos vimos. Ficamos de flerte por mensagens até que, finalmente, ela arrumou tempo pra gente se ver. Combinamos de nos encontrar no meu apartamento.
Chegou o dia do encontro e, como já sabíamos exatamente o que queríamos e onde aquilo ia dar, fomos pro meu apê, comemos uma coisa que eu tinha preparado e começamos a beber uma garrafinha de uísque que eu tinha. A conversa estava muito boa, e eu simplesmente comecei a investir nela, e ela respondia pra caralho. No calor das bebidas, começamos a nos beijar e, de repente, ela já estava em cima de mim. Tirou a blusa com muita determinação e comecei a chupar aqueles peitos lindos que ela tinha, com uns mamilos marrons enormes e gostosos. Enquanto isso, ela pegava no meu cabelo e acariciava minhas costas com as mãos, e eu fazia o mesmo nas costas dela, até que minhas mãos foram descendo devagar até a bunda dela, macia que nem uma esponja.
A gente se pelou e eu beijei toda a barriguinha dela, recém-depiladinha. Ela sabia onde aquilo ia dar. Foi tanta empolgação que eu nem apaguei a luz da sala e comecei a meter nela ali mesmo. Não é por me gabar, mas eu demoro muito pra gozar, posso passar horas transando, e lembro que ela já estava super cansada e suada depois de tanto sexo, a ponto de dizer: — Chega, já deu!
E eu gozei. dentro dela e de repente ela apagou, não pensei que fosse ficar tão exausta, mas tava mesmo. Levei ela pro meu quarto pra dormir e fui pegar um pouco de água. Tava tão quente e com a adrenalina no talo que entrei no quarto e comecei a comer ela de novo, fiz um love bem gostoso por um tempão. Dormimos juntos aquela noite e no dia seguinte ela tava toda quebrada porque não lembrava do que a gente tinha feito. Segundo ela, tava bêbada e não lembrava de nada, e principalmente tava remoendo a consciência porque, segundo ela, não era assim tão fácil.
Eu, como bom cavalheiro que sou, falei que não tinha rolado nada de mais e que, na minha opinião, ela não tava tão bêbada e que não tinha problema. Pedi desculpas pra ela e me fiz de vítima, fingindo que tava mal porque sentia que tinha abusado dela... Não sabia mais o que fazer. Mas ela chegou perto de mim e disse pra eu não me sentir mal, que não era minha culpa, que ela com certeza deixou rolar por algum motivo e, mesmo sem lembrar, devia ter se sentido à vontade e por isso se deixou comer.
No fim, decidimos tomar um banho juntos, mas quando a gente tava no quarto, limpos e totalmente sóbrios, começamos a trepar selvagemente... Comi ela só de quatro e ela repetia sem parar "te amo, te amo, te amo" e não sei por que falava isso, mas me deixava louco, quanto mais ela falava "te amo", mais forte eu metia nela. Vi a bunda dela tão linda e limpa que dei uma chupada monumental, os "te amo" não pararam de soar a manhã inteira, assim como as bundadas enquanto eu comia ela duro como se fosse uma grande puta.
Depois de umas horas, terminamos, tomamos outro banho e fui deixar ela em casa, onde ela nunca me deixava entrar porque morava acompanhada... Anos depois, descobri que ela morava lá com o namorado, mas nossas aventuras continuaram, ou vocês acham que não?
Aliás, no dia seguinte, o vigia do condomínio me disse que quando eu trouxesse visitas, apagasse as luzes, porque da calçada dava pra ver quase tudo que rolava na minha sala... Mas eu acho que ele viu. Tudo bem, ele nunca mais tocou no assunto comigo, mas eu sei que ele viu tudo o que rolou naquela sala naquela noite.
1 comentários - Reencuentro con una amiga