Em casa da Ágata (II)

Capítulo anterior:Conheci a Ágata no TinderDurante o mês seguinte que fiquei saindo com a Ágata, ela me mostrou três coisas: adoração pelo meu pau, submissão total quando eu comia ela, e que falava sério quando dizia que também queria um amigo. Durante a semana, a gente se encontrava uma ou duas vezes pra tomar um café e colocar o papo em dia. Mas nas sextas, normalmente íamos jantar. Nunca enchia o saco com dinheiro, e a gente se revezava pra pagar. Também fazia planos que nos tiravam de casa o sábado inteiro. As duas noites a gente dedicava a se explorar completamente pelados, e no domingo de manhã, ela voltava pra casa dela depois de me convidar pra tomar café da manhã.

Depois do hotel do primeiro dia, sugeri que a gente ficaria melhor na minha casa, pelo menos. Eu morava num apartamento pequeno, mas no apartamento da frente não morava ninguém, então a gente podia fazer barulho. E a gente tinha o que precisava pras horas de lazer: uma cozinha com uma cafeteira que funcionava maravilhosamente, e uma cama que tinha as molas quase novas e aguentou tudo que a gente foi fazendo. Como naquele sábado à noite, em que a gente voltou pra casa depois de ter passado a manhã numa trilha pelo campo e, ao voltar, a gente tinha entrado numa sessão dupla de teatro.

“Ah, ah, ah, ah, ah! JP, eu gosto!”, ela gemia.

Eu tinha amarrado ela na cabeceira da cama. Ela tinha trazido um par de algemas de casa e eu amarrei os pulsos dela com elas. E aí, me deu uma pequena loucura, e amarrei ela também pelo cabelo. Ela sorriu, e me olhava satisfeita enquanto eu tava entre as pernas dela comendo ela. A pouca maquiagem que ela tinha passado tava toda borrada no rosto dela, porque eu tinha gozado ali um tempinho antes.

“Você gosta que eu goze dentro?”, perguntei enquanto beliscava os mamilos dela.

“Sim, eu gosto muito!”

“E se eu gozar em cima de você?”, provoquei. Na verdade, eu já tinha feito isso mais de uma vez, mas ela gostava mais que eu enchesse ela.

“Por favor, me enche com seu leite! Eu preciso!”, ela pediu.

Eu comi a boca dela com força enquanto continuava bombando dentro da buceta dela, e gozei. Ela tremeu. Gozou também. Já tava acostumada com nosso ritmo sexual, e mesmo tendo outros orgasmos, conseguia gozar se eu gozasse dentro dela. Sorri com malícia enquanto olhava pra ela. Ela me devolveu o olhar com olhos suplicantes. Olhei pra ela. Na real, os peitos dela tavam vermelhos, porque eu tinha me empenhado em brincar de bater neles antes de foder ela. E mesmo assim ela curtia mais do que eu. Com cuidado, desatei o cabelo dela do meu cabeceiro primeiro, e depois soltei as mãos dela.

“Tá doendo?”, perguntei enquanto dava uma olhada.

“Tô bem, obrigada”, respondeu com um sorriso. “Te adoro, JP. Gosto de como você cuida de mim depois da foda”

“É o mínimo, né?”

“Não sei o que os outros fazem, mas comigo nunca tinha acontecido. Nem com o pai da Irene”

“Você nunca fala do seu ex-marido”, falei.

“Do meu amante? Quer que eu encha o saco com isso?”, perguntou estranhando.

“Como amante não, mas como amigo…”, brinquei. “Também não quero que me conte o que não te apetece”

“Bom”, disse, enquanto se deitava de lado e começava a acariciar meu peito. “Vamos ver. Admito que ele tinha maior que você. Mas só me satisfez no nosso primeiro ano… que foi justamente quando engravidei. Depois do nascimento da Irene, o sexo despencou. Em qualidade e quantidade. Nunca mais gozei… com ele. Fazia ele colocar a camisinha, porque não queria mais que gozasse dentro de mim. E depois da foda, ele dormia, e eu ia no banheiro me masturbar e gozar direito. Nos separamos quando a Irene tinha dez anos”

“Isso é muito tempo aguentando”, falei.

“Bom. Tínhamos nossa filha, fiz mais por ela. Até que enchi o saco. Agora nem nos vemos mais. Ele vinha buscar a Irene quando era a vez dele na guarda, e eu nem saía pra ver ele. Casou de novo há cinco anos, e desde então se desligou completamente da nossa filha. Só passava a pensão, esse ano já não tem mais por” Fazer o quê, então..."
"Mas você não tem problemas de grana, né?", perguntei.
"Qual nada. Vivo folgada, não se preocupa. Na real, às vezes me dá vontade de te dizer que posso te bancar...", ela disse, e começou a acariciar minha rola.
"Não me tenta, que já tô de saco cheio de escrever merda pro jornal", brinquei.
"Beleza. A gente pensa", ela riu. "Aliás, queria te propor uma coisa"
"Fala"
"Semana que vem, minha filha vai dormir na casa de uma amiga no fim de semana. Então, em vez de sair por aí... você podia vir na minha casa, e a gente faz uma maratona de sexo"
"Isso me interessa pra caralho"
"E mais, quero te mostrar o novo colar de putinha submissa que comprei... e te dar a coleira"
Depois daquilo, coloquei ela de quatro na cama, só pra chupar a buceta dela até ela encher minha boca com os jatos. Ela não merecia menos.

A semana seguinte passou devagar. Além disso, Ágata tava mais ocupada com o trabalho, então nem dava pra tomar nossos cafés. Só tínhamos tempo pra nos ligar. Mas ela fez questão de me manter ligado. Começou a me mandar fotos do pescoço dela. E eu comecei a fantasiar sobre colocar aquele colar que tava louco pra ver e fazer dela minha. Nunca tinha pensado em ter uma submisso, mas... minha experiência com Ágata me fazia valorizar mais isso.

Chegou sexta-feira. Saí de casa na hora marcada e fui de carro pra casa da minha amiga. Caralho. Várias casas de famílias ricas, cercadas por jardim dos quatro lados, formavam a rua dela. Bem na frente da casa da Ágata tinha uma vaga livre, então estacionei ali, e naquele momento, ela me ligou no celular.
"Fala", eu disse.
"Onde cê tá?"
"Acabei de estacionar, tô na sua porta"
"Merda"
"Aconteceu alguma coisa?"
"Temos um problema... Espera, cê tá do lado de fora?", ela perguntou.
"Sim... vou embora se..."
"Não, não... entra. Vou abrir"
Me aproximei do portão da casa dela no momento em que ele abriu. O jardim tava bem cuidado. Sabia que Ágata tinha grana, e agora eu tava começando a entender o tamanho da parada. Voltei a pensar naquela ideia de deixar ela me bancar. Atravessei a rua e cheguei na porta dela, onde ela já tava me esperando.

“Oi, meu anjo”, ela disse, e me deu um beijo rápido na boca.

“Oi. O que foi?”

“Entra. Tem alguém que você precisa conhecer”

A porta da frente dava direto pra uma sala enorme. Reparei nas portas que levavam pra cozinha e pro banheiro, e uma escada em caracol que subia e descia. Eu fiquei mais impressionado com o quanto a sala principal era linda. Num nível mais alto, uma mesa comprida de madeira coberta de vidro, mas longe o bastante pra não roubar o espaço. Dois degraus levavam pro nível de baixo, onde tinha três sofás enormes perto de uma mesinha, e uma TV grandona no centro. As portas de vidro davam pro fundo do jardim.

E no meio da sala, uma pessoinha. Nem precisei perguntar. Só podia ser a Irene. O cabelo dela era castanho (não natural, mas tingido em vários tons) e cortado na altura dos ombros. Os olhos tímidos se escondiam atrás de uns óculos de armação fina, enquanto ela parecia me examinar. Era gostosa. E quanto à roupa dela… bom. Tinha um contraste enorme. A Ágata tava acostumada a mostrar a feminilidade dela na minha frente, enquanto a Irene parecia mais recatada. Uma blusa branca, saia curta. Nada de maquiagem. E uma cara de inocente. Já a Ágata, camiseta justa e saia jeans.

“JP, essa é a Irene. Irene, ele é o JP, meu amigo”, disse a Ágata.

“Prazer”, falei. E estendi a mão pra ela. Ela apertou de volta.

“Igualmente”

“É que… no fim, ela não vai embora”, me explicou a Ágata. Era a primeira vez que eu via ela tão sem graça desde que a conhecia. “Foi um imprevisto, eu…”

“Desculpa…”, disse a moça, com voz tímida.

“Não, não, não precisa pedir desculpa. A casa é de vocês”, falei.

“Você é um anjo. Bom. Tive uma ideia, tava conversando com a Irene quando você chegou”, disse a Ágata.

“Fala aí”

A Irene desviou o olhar um pouco. A Ágata segurou meu pulso com cuidado e me levou até a escada em caracol, que ficava ao lado da cozinha.

“Eu durmo em cima. A Irene se mudou pro porão quando começou o colégio. A gente vai ficar longe, se você quiser ficar…”

“Mãe, já te falei que posso ir pra casa da Marta”, interrompeu a Irene.

“Mas você não vive dizendo que a Marta é uma filha da puta?”

“Bom, mas assim vocês podem ficar sozinhos…”

“Calma aí”, falei. “Irene. Preciso saber se você acha de boa eu ficar. Se não, eu vou embora. Tá. Ágata, você sabe que na minha casa você é bem-vinda. Não é tão grande, mas…”

“Eu não sou nenhuma criança”, me cortou a Irene. “Sei o que… o que vocês querem fazer. E a mãe tem razão. Se vocês tão lá em cima e eu lá embaixo, não vou ouvir nada. Pode ficar”, ela me disse.

“Tem certeza absoluta?”, perguntei.

Ela concordou com a cabeça.

“Ah, filha… que boa você é”, disse a mãe dela. E naquele momento o celular dela tocou. “Buceta com o telefone… um minuto. Alô…”

Fiquei sozinho com a Irene enquanto a Ágata entrava na cozinha pra falar. O clima era meio tenso. Mas não muito. Só aquele de duas pessoas que não se conheciam… mas eu era o cara que tava comendo a mãe da outra.

“Olha… se você quiser que eu vá embora, me fala agora. Invento qualquer desculpa, não quero que fique clima ruim entre a gente”, falei. Mas ela balançou a cabeça.

“Vejo a mãe mais feliz desde que ela sai com você. Gosto mais dela assim.”Que amor de novinha, pensei.
“Quer que te mostre a casa?”, ela perguntou.
“Claro”

Espiamos a cozinha, onde tinha uma mesa baixa pra comer e uma bancada comprida com a pia, espaço pra preparar comida, um cooktop, mais espaço, um armário suspenso, e no final uma geladeira duplex. Ágata sorriu pra gente enquanto continuava falando no celular. “Trabalho”, ela gesticulou. Depois me mostrou o banheiro. Era completo, com banheira de bom tamanho, pia e vaso sanitário com espaço suficiente pra se mexer.

Ela me guiou escada acima. E foi nesse momento que reparei pela primeira vez na bunda dela. Parecia bonita, embora a saia não me deixasse julgar direito. E ao subir, a saia revelava os joelhos. Pernas bonitas. Nem um único fio de cabelo fora do lugar.Foca… você veio pra comer a mãe dela.Ah, lembrei. O andar de cima tinha três quartos. O principal, da Ágata, com uma cama enorme, tinha banheiro privativo, com box de chuveiro. Que luxo do caralho. Passamos na frente de outro banheiro, menorzinho, também com chuveiro. E do outro lado, dois quartos pequenos.

“Esse era o meu quando eu era criança”, ela me explicou, e abriu a porta. Pintado de rosa inteirinho. E lençóis rosa. E os móveis rosa. Saímos de lá. “E esse é o escritório da minha mãe”, ela disse, abrindo o outro quarto. O mais minimalista: uma escrivaninha com um computador em cima, e um arquivo.

“Que casa mais gostosa vocês têm”, falei pra ela.

Descemos, e percebi que ela não parava na sala.

“Mais pra baixo?”, estranhei. Chegamos no porão. Duas portas de ferro.

“Essa é a garagem”, ela disse e abriu. Lá estava o carro da Ágata e várias prateleiras cheias de tralha.

“E acho que você dorme aí”, apontei pra outra porta.

“Hã… sim”

“Não precisa…”me ensina, eu acabei mentalmente, porque ela abriu a porta. Tinha umas janelas no alto por onde entrava luz do lado de fora. Uma cama completamente bagunçada… com várias calcinhas fio-dental jogadas em cima. Desviei o olhar. Móveis normais, de quarto. Na cor madeira, menos pessoais do que os que ela tinha no quarto de criança. Um notebook tocando música, o guarda-roupa com espelho, um tapete no chão…

“Ah, vocês estão aqui”, disse Ágata. “E aí, curtiu o tour? Gostou da minha casa?”

“É maravilhosa”, falei.

“Beleza. Que tal pedirmos o jantar?”, disse Ágata. “Tinha outra coisa em mente, mas com nós três, talvez uma pizza…”

“Posso deixar vocês a sós, eu faço um sanduíche”, disse Irene.

“Que nada, filha, que nada. Se você está em casa, está em casa. JP e eu… a gente vê depois”, comentou Ágata.

Então nós três curtimos duas pizzas que pedimos delivery. Ágata falou maravilhas da filha e como ela era boa aluna. E ela parecia mais envergonhada. Depois do jantar, chegou a hora estranha de ir fazer o que Irene sabia que a gente ia fazer.

“Bom, filha… vai ver alguma coisa na TV, ou…?”

“Não, vou descer pro meu quarto”, ela disse, desviando o olhar, e desceu as escadas.

Ágata e eu subimos as escadas. Evitei tocar nela durante a subida. Pensei melhor e também não fiz nada quando ela fechou a porta do quarto. Ela trancou a porta e me olhou.

“Podemos começar, né?”, ela disse.

“Tem certeza? Não te vejo muito animada”

“Não te trouxe aqui pra não foder…”

“Mas sua filha tá aqui”, lembrei. “Não tem problema se a gente não fizer uma vez…”

Ela me jogou na cama e devorou minha boca. Senti a língua dela na minha. Ela tava solta.

“Não consigo não fazer”, ela disse. “Além disso, tenho que estrear uma coisa”

Ela saiu de cima de mim e abriu a gaveta do criado-mudo. Não era brincadeira. Ela tinha comprado a coleira. Era macia, preta. E tinha um pingente pequeno, com o nome dela… e meu número de telefone.

“Pra caso eu me perca, saberem a quem Quem vai me devolver?", riu. "Você coloca em mim?"
Fiquei atrás dela e afastei o cabelo dela. Impressionante como ela tava louca por mim. Amarrei com cuidado. Uma coisa era brincar que ela era minha puta e eu o garanhão dela, outra era machucar ela sem necessidade.
"Tá apertando?", perguntei.
"Não..."
E tirou a camiseta naquele momento. Não tava de sutiã. Enquanto me mostrava os peitos, abaixou a saia e tirou a calcinha. Só tava usando a coleira pra mim.
"Vamos brincar disso na sua cama mesmo?", perguntei. Ela concordou com a cabeça. "Então deita de barriga pra cima... e deixa a cabeça pendurada"
Sorriu e obedeceu na hora. Subiu no colchão de barriga pra cima e deixou a cabeça pendurada suavemente na borda. Eu abaixei a calça e a cueca. Já tinha endurecido um pouco enquanto ela me beijava, e agora tinha que terminar de deixar dura. Abri a boca dela e coloquei a pica com cuidado. Ela começou a chupar enquanto eu tirava a camiseta, e quando finalmente tava pelado, comecei a foder a boca dela. No começo ia devagar, enquanto aproveitava pra apalpar os peitos dela. Quando aumentei a intensidade, me segurei na clavícula dela. Nunca pegava no pescoço dela, mesmo na única vez que ela pediu, tomei cuidado de fazer pressão pros lados, e não onde podia sufocar ela.
Admito que a brincadeira me excitava mais a cada dia, conforme conhecia os costumes dela. E além disso, sentir minhas bolas contra o nariz dela toda vez que engolia inteira deixava ainda mais dura. Tinha que conversar com ela, mas... naquele momento o sangue não tava na minha cabeça. Naquela hora só me deixei levar, e continuei metendo na boca dela até gozar. Era raro ela engolir todo meu leite. Normalmente deixava escorrer um pouco pelo canto da boca, ou no rosto, ou nos peitos. E ali preferi descarregar à vontade. Com ela de boca pra baixo, não queria susto se tentasse engolir tudo.
"Adoro quando você me reivindica como sua", disse, enquanto se acariciava os peitos, espalhando meu sêmen por elas. "Vamos, JP, passei a semana inteira morrendo de vontade de você me foder."

"Quer que eu te foda, sua putinha?", perguntei. Era assim que ela gostava de ouvir. Ela acenou bem devagar. "E o que está esperando? Fica de quatro pra mim!", ordenei.

Ela se remexeu na cama. Continuava de barriga pra cima, mas agora com as pernas levantadas no ar. Eu subi no colchão com ela e comecei a esfregar minha pica na rachinha dela. Vi no olhar dela que me implorava pra meter. E eu meti assim que fiquei duro de novo. Não completamente ereto, mas o suficiente pra entrar na buceta molhada dela. Ela suspirou. Eu comecei a meter devagar, testando como ela reagia. E ouvi ela gemer.

"Mmmm...! Safado... Aaaaah..."

Ela gemia mais gostoso do que quando eu metia forte. Bom. Fui dar um beijo nela. Ela aceitou por um momento, mas logo começou a pedir pra eu foder ela como sempre. Concordei e comecei a meter. Apoiando os punhos no colchão, movia minha cintura rápido. Do jeito que ela gostava. Ela se deixou levar pelos gemidos de sempre. Me olhou nos olhos, pedindo mais. Os peitos dela balançavam, me hipnotizando, com os movimentos das minhas estocadas. Ela era tão gostosa, uma deusa de mulher, e no entanto gostava de ser tratada com força e frieza... Às vezes ela fazia como naquele dia, envolvia minha cintura com as pernas e ela mesma marcava o ritmo, quando não aguentava aqueles segundos em que minha pica não estava dentro dela.

Gozei pra caralho dentro dela, e de novo, meu leite se misturou com os jatos dela. Olhei, como sempre, aquele ponto onde nossos fluidos se uniam. Pobres lençóis. Deitei ao lado dela. Naquele momento, ela estava especialmente vulnerável. E resolvi conversar com ela.

"Por que sempre tem que ser foder forte?"

"Porque é maravilhoso", ela disse. E mesmo assim, se aninhou um pouco em mim.

"Sempre fodemos forte. Por que sempre tenho que te tratar como se fosse minha putinha?"

"E não sou?", Ágata sorriu. Ela não tava entendendo.

"Não. Você é minha amiga", falei. “Uma amiga que adora foder”. De repente, ela já não sorria tanto. “E essa coisa de beijos e carícias é coisa de gente que se ama”.

“E eu te amo”, soltei. Ela ficou paralisada. Eu me certifiquei de olhar diretamente pra ela. “Não é amor romântico. Mas já te falei. Somos amigos, você compartilhou confidências comigo, me divirto pra caralho quando saio com você. Você importa pra mim”, enfatizei. “E não me sinto confortável se você fica sempre fazendo esse papel de gostosa. Porque eu não preciso de uma gostosa. Quero foder normal também. E te acariciar, e te beijar e sentir seu corpo quando a gente faz”.

“Isso é muito careta”, ela protestou e se virou. Eu me aproximei por trás, encostando meu peito nas costas dela e comecei a acariciá-la. Pelo menos ela não afastou minha mão.

“Já te falei que somos amigos. Se tiver algo que precisa compartilhar, me fala”.

“Porra, JP…”, ouvi ela soluçar. Deixei que ela escondesse o rosto. “Por que você é tão bom comigo?”

“Sou seu amigo”.

“Não, disso eu não tenho…”

“Você me tem…”

Ela preferiu deitar de barriga pra cima. Já não soluçava, embora as lágrimas que tinham caído fossem visíveis e os olhos ainda brilhassem.

“Todos os meus amigos me deixaram de lado. E um dia você vai fazer o mesmo”.

“Se fosse assim, teria te deixado de lado na primeira vez que a gente transou”, falei. “Por alguma razão ainda estou aqui com você, né?”

“Você já deve ter imaginado que tenho muita grana”, ela suspirou.

“Continuei com você antes de saber quanto dinheiro você tem”, lembrei. Ela balançou a cabeça.

“O que eu digo… na minha empresa, estou numa posição muito melhor que a sua na sua. E é terrível. Todo mundo tem medo de mim… e no fim sou uma idiota e me comporto com superioridade. JP, eu preciso que você me foda como uma puta pra me tirar um pouco da nuvem em que vivo por causa do meu trabalho”.

“E você não precisa que te foda com um pouco de carinho?”

“Mas, e se eu gostar e você me deixar de lado?”

“Você tem que se arriscar. Mas não quero me afastar de você. Acho que você é incrível, e fico feliz de…” ter conhecido. E das oportunidades que você me dá"

E naquele momento ela me beijou. Muito devagar. Comecei a acariciá-la, e sentia que ela retribuía o gesto. Também percebi que ela estava subindo em cima de mim. E a vi sorrindo para mim de cima, esfregando a bucetinha dela no meu pau. Tomando o controle pela primeira vez, sem que isso significasse algo dominador.

"Se... a gente transar... você promete que depois vai me comer gostoso de novo?"

"Claro"

Ela assentiu e voltou a me acariciar. Senti a boca dela por todo o meu corpo, me beijando, e de vez em quando voltava aos meus lábios e a gente se perdia num beijo. Eu a sentia insegura. Eu a acariciei. Caiu uma mecha de cabelo nela, e eu afastei. Meu pau já estava duro. Beijei ela de novo, suave. Ela correspondeu. Rompi o beijo, ainda de olhos fechados.

"Você está pronta?", sussurrei.

"Sim..."

Ela se apoiou nos joelhos, e eu guiei meu pau até a rachinha dela. Ela se deixou cair, com cuidado. Muito devagar fui me enterrando dentro dela. Como era bom assim. Senti outras expressões nela, outro jeito de curtir do que quando a gente ia com tudo. Ela estava focada em outra forma de sentir prazer. Enfiou todo o meu pau. Continuava em cima de mim. Estava ainda mais gostosa, o cabelo caía de outro jeito.

"Vou começar, tá?", perguntou.

Assenti. Ela se deitou sobre mim e a gente se beijou enquanto ela se mexia em cima do meu corpo. Deslizava pra cima e pra baixo no meu pau enquanto curtia. Eu pude acariciar as costas dela, brincar com os peitos dela mais devagar, arrancar outros gemidos mais lentos. A língua dela e a minha deslizaram juntas, se esfregando. Comecei a me mexer debaixo dela, enfiando com certa força mas sem quebrar o lado carinhoso. O cabelo dela caía na minha cabeça e, por baixo do cabelo, nossos lábios se chamavam sem parar.

"Você me agrada, JP...", ouvi ela sussurrar. "Você me agrada muito... continua...", pediu enquanto o corpo dela acompanhava os movimentos do meu.

"Você gosta de transar comigo?"

"Sim... Não lembrava como era", suspirou. "Mmmm, e isso?", sussurrou. Eu tinha levado minhas mãos no cu dela e acariciava a bunda agora.

“Quer que eu pare?”

“Não… continua…”, e ela começou a aumentar o ritmo. Cavalgava na minha pica, cada vez mais rápido. Eu também comecei a me mexer mais rápido. Ágata me deixava louco e eu já tava precisando gozar. Começamos a nos mover juntos, eu ainda segurando a bunda dela e ela agarrada no meu pescoço. E naquele momento ela enfiou a língua inteira na minha boca enquanto eu gozava dentro da buceta dela. “Aaaaah… sim…”

“E aí?”, perguntei, completamente satisfeito.

“Maravilhoso”, ela disse com um sorriso. Ela desmontou de mim e deitamos um do lado do outro, como de costume.

“Você vai me deixar fazer isso com mais frequência?”

“Se você não parar de me foder gostoso”

“Fechou. Uma vez com carinho toda vez que a gente se ver?”

“… Talvez duas”, ela admitiu envergonhada. Eu sorri.

“Falando nisso, antes de começarmos a foder, achei que você ia me falar algo sobre a Irene. Tem alguma coisa que eu deva saber?”

“Não, não exatamente. É só que… me incomodava um pouco estar aqui transando enquanto ela tá lá embaixo sozinha. Mas você é mais viciante que a minha preocupação”

“Você não disse que ela já é grandinha?”

Ágata sentou, e eu fiz o mesmo. Decidi me mexer e ficar de frente pra ela, pra facilitar a conversa.

“Se ela não escondeu nada de mim, a Irene nunca teve namorado. Nem namorada. Teve amigos, embora eu veja ela saindo cada vez menos. Acho que ela é virgem, e não me importaria se não fosse porque… porque acho que é algo que pesa pra ela. Outro dia abri o notebook dela pensando que era o meu, e tava cheio de pornografia. Muitos vídeos daqueles dedesculpa, não reconheço essa palavra.... e orgias com negões dotados”

Fiquei surpreso por dois motivos. Não esperava que a filhinha da Ágata estivesse vendo essas coisas, e muito menos que ela me contasse. Realmente devia estar precisando de amizades.

“Eu já incentivei ela várias vezes a trazer quem quiser pra dormir aqui. Não pensei em proibir ela de trazer amigos, mas nada. Queria conversar com ela, saber se tá tudo bem com a sexualidade dela. Não me importo se ela gosta de homens, ou mulheres, ou talvez nenhum! Não me importo se ela é assexual. Mas me importo que ela seja feliz. E não sei se ela não me conta pra não me decepcionar ou o quê…”

“Queria poder te ajudar”, falei. “Quer que eu tente conversar com ela? Tô mais perto da idade dela…”

“Não… não, obrigada. Mas adoraria que ela tivesse alguém de confiança. Sabe? É engraçado, mas…”, ela se calou.

“Mas?”

“Quando vi aqueles vídeos dedesculpa, não entendi o que você quis dizer com "defloin". Pode explicar de novo?, pensei no que eu gostaria que um homem como você me ensinasse sobre sexo"

Fiquei vermelho.

"Valeu"

"Ei, ainda é cedo. Você vai me foder de novo, né?", ela perguntou.

"Claro", eu disse, com um sorriso.

"Ah, peraí. Tô apertada pra fazer xixi...", comentou.

"Ah, eu também. Posso ir no banheiro do corredor?", perguntei.

"Pode, a Irene vai estar no quarto dela, não vai subir por aqui", disse.

Então a Ágata foi pro banheiro do quarto dela e eu saí pra ir no do corredor. Confesso que me dava um certo tesão sair pelado fora do quarto dela. Fiz xixi, me limpei bem, e voltei pro quarto. Minha amiga já tava me esperando. Fechei a porta, e fui pra cima dela. Ela me mostrou uma coisa que tinha na mão, um pote de lubrificante. Mensagem captada.

"Fica de quatro", ordenei.

Ela obedeceu. Eu tava de joelhos atrás dela e comecei a jogar um jato de lubrificante na bunda dela. Empurrei meu dedo devagar. Uma coisa era foder gostoso e outra era machucar sem necessidade. Enfiei um segundo dedo, abrindo bem ela. Não comecei a mexer rápido até sentir que não tinha mais resistência da parte dela. Ela começou a gemer enquanto eu fodava ela com meus dedos, com vontade, com força, do jeito que ela gostava.

"De quem é essa bunda?", perguntei firme.

"Sua!"

"É mesmo? É minha?"

"Sim..."

"Você é minha!"

"Sim, por favor! Sou sua! Sou sua, Amo!"

Deixei os dedos dentro enquanto com a outra mão passava lubrificante na minha pica dura. Uma, duas, três punhetas e já tava espalhado. Tirei os dedos e enfiei de uma vez.

"Você gosta, puta?", perguntei enquanto começava a foder ela por trás.

"Sim! Eu gosto que você me foda!", gemeu. "É muito gostoso!"

"Que bunda boa que você tem...", rosnei, e dei um tapa nela. "Adoro te foder"

"Que bom, Amo! Quero que você me foda muito!"

Nessa hora, segurei ela pelo cabelo. Tentei ter cuidado.

"Vai, rebola!", falei. "Enfia minha pica dentro da sua bunda! Não vou fazer tudo sozinho!"

"Sim... sim, Amor!", ela disse, e começou a balançar o corpo pra frente e pra trás, enfiando meu pau no processo. Ela cavalgou no meu pau enquanto eu a mantinha dominada. Eu me certifiquei de manter meu braço esticado o suficiente pra não machucá-la muito quando ela se movia pra frente. Ela me obedeceu e montou em mim com vontade.

No final, não aguentei esperar. Soltei a cabeleira dela e agarrei seus quadris pra foder com força. Bati nela várias vezes de novo, até deixar a bunda dela vermelha. "Como arde, papai! Adoro!", ela ofegou enquanto eu continuava fodendo ela sem parar. Gozei dentro do cu dela, e quando tirei, vi minha porra escorrendo pelo ânus dela de novo.

"Você gostou, puta?", perguntei, depois de fazê-la virar na cama e segurar seu rosto pelas bochechas.

"Sim... sou viciada em ser fodida por você..."

"O que acha do meu pau?"

"É o melhor pau do mundo"

"Vamos... trata ele como merece", eu disse, e coloquei os joelhos sobre a cabeça dela. Ela começou a chupar, sem me dar tempo de perder a ereção. Tirei da boca dela e fiz ela lamber minhas bolas enquanto eu me masturbava sobre os olhos dela. Levei uma mão pra trás e comecei a acariciar a buceta dela. "Vou meter em você, tá?"

"Sim, por favor... quero você dentro de mim!"

Me movi pra trás dela e meti de uma vez. Não foi difícil, a buceta dela estava molhada e dilatada, me esperando. Me agarrei nos peitos dela, que apertei com certa força. Também bati neles, enquanto fazia movimentos mais secos e duros contra a buceta dela. E enquanto metia, senti algo molhado contra minha pélvis.

"Você gozou, puta?"

"Sim... desculpa, amo... é tão gostoso quando você me fode...", ela suspirou. Ainda recebia minhas investidas dentro dela, eu não parava

"Vou te castigar então..."

Meti mais algumas vezes e tirei. Voltei na altura da cabeça dela e comecei a me masturbar.

"Abre a boca...", ordenei, "e mostra a língua"

Ela obedeceu, e alguns segundos depois, gozei, sujando a cara dela, os peitos, e um pouco caiu no meu Lefa na língua, e ela engoliu.

— Bom trabalho — falei.

Sorrimos. Naquele momento, a gente deixava de lado o jogo da putinha e do dono. Eu me recostei pra me recuperar.

E foi aí que percebi. A porta não estava bem fechada. Tinha se aberto um pouquinho. E, pela fresta, consegui ver a Irene. Ela estava sem calças, com uma mão na bucetinha dela, e o chão todo molhado. Ela gemia. Tinha gozado. Enquanto nos observava.E todas as minhas outras histórias estão disponíveis clicando aquiVocê é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.

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