Mis inicios en la perversión

— Acho que não foi como eu esperava — falei, ali ajoelhada —
— Você tem razão, amor, até perdi a ereção, pega a toalha, agora a gente limpa.

Fui tomar um banho enquanto meu marido limpava a urina dele. E voltamos para a cama.

— Senti quente quando caiu no meu corpo e quase morri de rir, é uma sensação engraçada.
— É, vi sua cara, você não conseguia segurar a risada, além disso foi muito incômodo pra mim, acho que isso não é a nossa praia hahaha
— É, então nem vamos falar em tentar aquela outra coisa hahaha
— Nããão, Karina, não fala isso, eu nunca faria e já tinha te dito
— Tá bom, tá bom, era brincadeira.




Mis inicios en la perversiónAcordamos e ele tomou um banho para ir trabalhar. Preparei o café dele e o meu. Participei de algumas reuniões pelo computador e organizei a semana com a equipe. Comecei a ler alguns documentos das finanças, mas não conseguia me concentrar. Foi quando minha irmã ligou.

— Coração, que milagre! — disse pra ela.
— Do que você tá falando, sua sujinha? A gente mal falou faz uns três dias.
— É, horrível, né? Como tá indo a mudança?
— Ah, não tão bem. Tá faltando caixa, o Mário tá procurando outro trampo e ainda por cima seu sobrinho tá a mil com a faculdade e não empacou mais nada entre tarefas e estágio, ninguém me ajuda.
— Calma, Glória. O Mário tá procurando trabalho pra poder pagar um apartamento melhor, você não pode cobrar ele por isso. E seu filho continua com a faculdade, cada um tem suas coisas, Glória, não seja assim.
— Você tem razão, sinto muito não ter ido te visitar há tanto tempo. Sei que não é a mesma coisa, mas procuro falar bastante com você.
— Bom, você é a mais velha e tem mais coisa pra resolver, hahah. Sério, relaxa que eu sei que as coisas não têm andado tão bem pra vocês.
— Tem sido complicado. Dessa última vez o Mário explodiu. Quando ele se candidatou pra subir de cargo, no final o RH disse que não. Sabe que explicação deram? Os desgraçados? Que a apresentação dele não era a correta pros clientes e que isso jogava contra ele, malditos racistas! Falei pra ele processar, mas quando ele me contou já tinha assinado a demissão, tava morrendo de raiva. E bom, agora a gente tá nessa situação.
— Glória, não fala essas coisas. Você não sabe o que é sentir desprezo dos outros. Tenta entender ele um pouco mais. Ele me contou que a infância dele foi mais do mesmo.
— Pois é, por isso ele devia estar acostumado e não explodir.
— Você é muito ruim, cai mal. Se vai se expressar assim, melhor não me contar essas coisas. Entendo que você tá frustrada.
— Desculpa, Karina. Você tem razão, é só que a gente mal consegue pagar as contas e, bom, o carro, o aluguel, a comida não dá pra muita coisa, além do Marco... Ele gasta uma grana na universidade, tenta economizar pra gente, mas você sabe como é: tem o livro, tal programa, aquela palestra, e por aí vai.
— Olha, vamos fazer o seguinte: por que você não manda ele comigo? Fica na mesma distância da universidade. Você disse que falta pouco, né? Eu compro tudo pra ele, e vocês podem focar mais em outras coisas.
— Não é uma má ideia, deixa eu comentar com ele, você sabe como ele é.
— Pensem bem. Aliás, vou mandar umas caixas que tenho aqui. Peço pro César passar na sua casa, deixar a caminhonete e ajudar a empacotar. O que acha?
— Obrigada, mana, por me ajudar mesmo eu não tendo procurado você.
— Já, já, para de chorar, fica tranquila. Pra isso que estamos aqui. Te amo muito, coração. Agora é botar pra frente.

Mandei mensagem pro César e terminei de acertar os números. As empresas iam bem, e enviei e-mails pra cada uma com seus últimos relatórios e algumas projeções. Só tinha uma que era enorme e eu tava com dificuldade de avançar com os funcionários, porque não me passavam as informações atualizadas ou muitas vezes vinham erradas. Mesmo já tendo falado com o chefe, ele dizia que era justamente meu desafio, e por isso ninguém tinha conseguido antes. Pra mim, era um desafio mesmo, então eu pressionava constantemente com a autoridade que me deram naquela empresa. Não sei por que com as outras era muito mais fácil. Acho que ninguém gosta que alguém revise o trabalho deles, ainda mais se tá mal feito.

Preparei o jantar e o César chegou.
— Ei, sua irmã parece cansada, hein. Só cheguei agora porque mal tinha arrumado as coisas dela.
— Haha, para de mentir, eu já sei que você fica olhando muito pra ela.
— Ah, não fala bobagem, mas é, dei uma olhada na bunda dela.
— Haha, viu? Mente de novo! Você é do time dos peitos — ele corou e olhou pros meus, que eu sempre deixo sem sutiã —.
— Deixei a caminhonete e trouxe o carro de vocês, sem gasolina, aliás, haha.
— Relaxa, eu pago o tanque.
— Não, não falo por isso, mas porque parece que vocês não tão passando por um bom momento. Mas agora que vejo, eu até que poderia passar um bom momento — ele olhou pros meus mamilos, que já estavam me marcavam —
— e o que você tá esperando

Me ajoelhei, prendi meu cabelo, ele se levantou e eu abaixei a calça dele. E pulou a pica dele já meio dura. Eu agarrei as coxas dele e engoli a pica completamente, sentindo como ela ia crescendo na minha boca, sentia as veias e ele movia o quadril devagar, até que pegou meu cabelo e começou a meter na minha boca. Recebia as bombadas e a pelve dele batendo no meu nariz enquanto minha língua brincava ao redor cada vez que entrava, um pouco roçava meus dentes na pele deliciosa e na dureza dele, peguei com meus dedos e passei por todo o meu rosto, a cabeça esfregava nas minhas bochechas, nos meus lábios e eu cuspia, comecei a bater uma pra ele com meus dedos




vadia— Vamos, papi, me dá leite, quero minha carinha toda quentinha, me dá tudo, papi papi, enche minha cara de porra, vai, coração.

Recebi três jatos generosos de porra no meu rosto, na testa, na bochecha e outro no cabelo. Ele esfregou tudo na minha cara e eu fui lavar. Quando estávamos deitados, comentei se poderíamos receber o Marco para ajudar um pouco mais. Ele hesitou um pouco, não gostou da ideia de interromper nossos joguinhos. Tentei convencê-lo que talvez isso nos ajudasse a descobrir coisas novas, além de que ele sempre poderia conversar com o Marco, que era muito inteligente. Ele se convenceu mais e aceitou. No dia seguinte, mandei mensagem para minha irmã e o Marco viria em uns três dias. O Mario conseguiu um trabalho meio apertado, mas estava em período de experiência para depois subir de nível.

Abri a porta e abracei o Marco.

— Sim, sim, preciso dessa contabilidade e do relatório de impostos deste ano, ahã, já sei que ainda não terminou, mas o que tem até agora — fiz sinal para ele entrar — acho melhor o Ricardo nos ajudar, já que vocês não podem — acenei para ele pegar algo na cozinha — sim, entendo, não queremos que o Ricardo saiba, então quando me entregariam esse relatório? Não! Não posso esperar por dois meses, é necessário para o fechamento do ano, sabe quando o ano fecha, não é? Olha, estou um pouco cansada disso e será melhor eu não lidar mais com vocês, mas sim com o Ricardo ou até com o Almancena, tá? Espero na próxima semana sem falta, se não tiver, vou falar diretamente com eles.



Naquele momento, eu via Marco desfazendo as malas e organizando suas coisas. Ele conectou o celular e tirou alguns livros e o notebook. Colocou tudo na mesa e pegou um copo d'água e uma fruta.

— Filho, vem cá me dar um abraço, anda!
— Ai, tia, você tá forte, hein! Haha
— Fico tão feliz em te ver! Olha só, com a cor do seu pai, mas o rosto todo da sua mãe. Que feio você está! Haha
— Haha, é o que a família do meu pai fala. Você ainda tá indo na academia, né? — disse ele, esfregando o braço.
— Não, parei. Mas faço exercício em casa pra me manter em forma, não quero ficar flácida.
— Você tá muito gata, tia. Quase não mudou desde... uns 7 anos atrás?
— O que você tá dizendo, pirralho? Claro que mudei!
— Tá bom, tá bom. Cortou o cabelo, pintou e se maquia diferente.
— Perdi uns bons quilos que ganhei na pandemia, então não esquece disso também, haha!
— Claro que não. Bom, e por que você tava brigando?
— É que aqueles inúteis não me entregam as coisas no prazo. Dizem que tudo sai de um banco de dados não sei das quantas e sempre demoram, mandando pro time de engenharia deles extrair o relatório, aí eles preparam os dados e às vezes fazem errado e por aí vai.
— Acho que eu poderia te ajudar. Você tá como externa, né?
— Como consultora, querido.
— Poderia pedir pra te darem acesso ao banco de dados e aí seu time de engenharia cuidaria de extrair os dados, e você só faria os cálculos. Te ajudaria?
— Claro que sim! Mas será que rola?
— Bom, se nos derem acesso, posso fazer de casa ou até indo lá, sim.
— Vou mandar um e-mail, mas pro chefe deles, haha!

A tarde toda ele foi desempacotando, deixou as coisas no quarto de hóspedes, que na verdade era tipo um escritório pequeno que meu marido tinha. Lá deixou livros, notebook, roupas, quadrinhos, tudo. Eu me sentia orgulhosa porque ele era um jovem forte, inteligente e cheio de confiança. Apesar dos problemas dos pais, nunca se distraiu dos estudos.

Quando o César chegou, começaram a falar das coisas de engenheiro. O Marco contou que às vezes... Eu fazia trabalhos e ajudava os pais quando o tempo da faculdade permitia. Que estava fazendo a tese sobre uma inteligência artificial para analisar chats do trabalho e detectar insatisfação. Eu dizia que isso era desrespeitar a privacidade, mas ele me disse que já estava sendo orientado e que, desde que não guardasse texto ou dados confidenciais, o objetivo era detectar o contexto da mensagem ou conversa e identificar o sentimento que isso provocava. Assim poderiam economizar com desistências, preveni-las. Achei interessante. Eles conversaram a noite toda e eu fui me deitar.

— Ei, e então como vamos fazer para...

César começou a me tocar, eu ficava molhada só de pensar que poderiam nos ouvir. Eu dizia que não, mas ele não parava e só ria. Eu apertava os lábios, mas ele já estava enfiando os dedos em mim, os lubrificava e acariciava meu clitóris, e eu não cabia em mim. Apertava seus braços e ele começou a ir mais rápido, movia os dedos dentro de mim e os levava até meu clitóris, assim ficou um tempo alternando, eu não conseguia evitar gemer e comecei a puxar a dele por baixo da cueca. Já dava para ouvir o barulho molhado quando eu puxava ou quando ele me enfiava os dedos. Aí ele gozou e um jato quente caiu na minha buceta. Pedi que fosse mais rápido, mais, mais, mais, e em segundos terminei na mão dele e soltei um gemido profundo. Ele tapou minha boca, mas era tarde. Só esperamos que o Marco não tivesse ouvido. No dia seguinte, ele se comportou normal.

— Já está o café da manhã, filho, fruta, iogurte e café.
— Obrigado, tia. Desculpe não ter tomado banho — ele me olhou, eu já tinha tomado banho.
— Tudo bem, filho, não tem problema, é sábado. Ei, por sinal, me mandaram uns números estranhos, te envio no seu e-mail? É sobre o banco de dados.
— Ótimo, tia, sim, por favor.

Começamos a tomar café e eu não conseguia olhá-lo nos olhos. Conversamos sobre a faculdade e o trabalho. Lembrava da noite passada, como nos masturbamos, e meu coração batia forte. Quando o Marco se levantou, pude vê-lo, um jovem, pernas bonitas, bundas e dava pra notar um volume proeminente que eu nunca tinha reparado antes. O short não deixava mentir. Mesmo não sendo um marombeiro de academia, que não curto, por sinal, ele tinha uma estrutura forte. Aí me senti ainda pior, porque como é que eu tava reparando nele? Deve ter sido a excitação de ontem à noite.

No final do dia, ele disse que os dados já estavam prontos, mas precisava organizá-los. Que tinha demorado porque não manjava muito da linguagem do banco de dados. Pra mim foi super rápido, mas ouvi ele.

— Ei, e não vai tomar banho, seu porco?

— Tia! Sim, sim, já tô quase acabando.

— Então vai, porque não dá pra dormir assim.

Ele foi tomar banho e eu aproveitei pra varrer e passar um pano no chão, que não lavava há vários dias. Coloquei roupa pra lavar e mandei um último e-mail. Tava justamente escrevendo o e-mail quando ele sai do banho e vejo que escorrega e bate no chão — deu um baita barulho, como se tivesse jogado um pedaço de carne no chão. Corri rápido pra ajudá-lo, o chão ainda não tinha secado e o mendigo não tava de chinelo. Ajudei ele a se levantar e ele entrou no quarto mancando.

Depois de uns minutos, gritei perguntando se ele tava bem. Ele disse que sim. Gritei que ia deixar uma pomada caso ficasse roxo. Chegou o César, jantamos, o Marco tava sem graça e conversamos pouco, aí ele foi pro quarto. César me fez um sinal e eu só disse que a gente conversava mais tarde. Continuamos com coisas do trabalho, ele me contou que o Mário tinha levado a caminhonete e buscado o carro dele, agradeceu e disse que tava indo muito bem no trabalho, perguntou pelo Marco e ele disse que tava tudo bem, que logo poderia voltar pra casa e que tava aproveitando pra pagar algumas coisas com o dinheiro que tava economizando e que logo nos pagaria. César disse que a gente fazia isso com prazer e que ele não precisava pagar nada.

Já deitados, eu falei:

— É que eu passei pano…

— Nem me fala, Karina, você sabe que aquele chão não seca rápido e tem que secar.

— Já sei, é que tô acostumada a ficar sozinha e esqueci. E quando ele saiu do banho, caiu e deu uma santo guamaso — nós dois rimos muito —
— sim, imagino, coitado
— é que quando ele caiu, a toalha caiu toda
— haha e você viu tudo
— sim, César, que vergonha ele deve ter sentido…
— haha e você não? Não pode ver seu sobrinho assim hahaha
— ah, cala a boca, pois é, eu vi, mas estou muito envergonhada, só finjo
— mas e por que está envergonhada? Porque ele era pequeno?
— nãoooo, digo, bem, não sei
— Karina! O que foi? Você está toda vermelha
— é que me dá vergonha, César, conhecemos ele desde criança e, bem, vê-lo assim…
— assim como?
— é que… se é verdade o que dizem dos negros — falei baixando a voz —
— então ele é bem proporcionado
— pois é, me surpreendeu. Ele bateu na coxa, ficou roxo na hora e estava esfregando, mas não percebeu que o pau estava bem perto e era quase metade do antebraço, uns 14 cm, César. Que monstro, e tudo assim mole.
— Karina, você viu tudo isso na hora? Não diga, é seu sobrino!
— olha, já somos adultos, e não estou dizendo que deu vontade, só conto como foram as coisas e que me surpreendeu, só isso.
— se surpreendeu porque o meu não é assim, é isso que está dizendo?
— ei, não fique chato, não estou dizendo nada. Além do mais, você e eu curtimos muito nossas coisas, não preciso de mais nada.
— ahám
— já entendi, está com ciúmes do pau dele, né?
— não fale bobagem, Karina.
— Karina? Senhora Karina, diga.
— não estou com vontade de brincar.
— deixe-me atendê-lo, por favor — comecei a acariciar o pau dele, que já estava bem duro —

Tirei a calcinha e montei nele. Já em cima, tirei o sutiã e meus seios ficaram balançando. Ele os pegou com as mãos, e entre seus dedos e pelos lados a carne dos meus seios escapava. Ele começou a massageá-los enquanto eu subia e descia devagar. Apertava minhas nádegas, e ele me olhava com raiva — isso me excitava mais. Pensei em como seria subir e descer num pau grande daqueles. Apoiei-me no peito dele e movi meu quadril sobre seu pau. Ele se inclinou para frente para chupar meus peitos. Sua boca mal cobria meu grande mamilo marrom. Ia de um para o outro, e sua... A bunda dele começou a me empurrar, eu segurava ele às vezes porque dava pra ouvir minhas nádegas batendo nas coxas dele. Viro de frente e na posição de missionário ele começou a me penetrar, eu estava muito molhada. Até onde será que o pau dele ia dentro de mim. Cesar bufava um pouco se segurando. Eu apertei os braços dele e abri mais minhas pernas. Ele continuou com mais força mas devagar. Assim que seriam as investidas dele, fortes. Abracei ele com minhas pernas e me pendurei um pouco nele e os braços dele abaixaram um tanto. Ele me aguentaria se eu me pendurasse nele. Terminei forte, molhei todo o pau dele e os lençóis. Tivemos que trocá-los no meio da noite.


tia-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
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