
Quando eu tava no ensino médio, meu pai conseguiu um trampo em Hidalgo. Na época, ele tinha um amigo que ajudou a gente a ficar na casa deles até nos virarmos. O que eu não sabia é que ele era casado com uma mulher bem gostosa, elegante, um corpo delicioso. Ela fez amizade com minha mãe, e toda vez que saía com a gente pra mostrar a cidade, eu ficava maluco, porque ela se arrumava bem sexy e chique, colocava seus saltos, jeans apertados, óculos, bem perfumada, e na rua roubava olhares, já que tinha uma carinha de sonsa e uns olhos safados, que chamavam mais atenção. Sempre que voltávamos da rua, eu ia no banheiro me masturbar pensando nela.Na época, eu tinha uns 14 anos, e ela 35. Nesse período, não rolou nada com ela, só via ela como meu amor platônico. Depois, o marido dela foi transferido de cidade, e perdemos contato. Passaram uns 10 anos ou mais. Um dia, tive a ideia de procurar ela no Facebook, encontrei, mandei solicitação e começamos a conversar. Ela me contou que já era divorciada, que o marido tinha traído ela — embora eu ache que a traidora foi ela — e que ele não ajudava com os dois filhos, etc. Ficamos conversando assim por um tempo, e um dia vi a chance de falar que ela era meu amor platônico, que sempre gostei dela, que amava como ela se vestia, o perfume, o corpo. E me surpreendi com a resposta dela: ela disse "por que você não falou isso na época?" E eu respondi que não sabia como ela reagiria. Naquele momento, percebi que eu também era correspondido, porque ela disse que até poderia ter me estreado e tirado minha virgindade, e lembrando, era verdade, já que ficávamos sozinhos em casa. Falei que ainda dava tempo de fazer isso, e ela topou. Marcamos de nos ver numa praça. Cheguei, e quando vi ela vindo caminhando na minha direção, ferveu meu sangue, não acreditava que meu sonho ia se realizar. Ela veio com umas... Tênis preto, vestido justinho, maquiada, cabelo preso, perfumada... Ela veio na minha direção e me cumprimentou com um beijo na boca, peguei ela pela cintura e continuei beijando, e ela já falou que eu tinha crescido, que tava muito gostoso, etc... Fomos pro motel, e lá comecei a beijar ela, a apalpar, a curtir cada pedaço... Tirei o vestido, deixei ela só de fio dental e tênis, e depois ela sentou na beira da cama e mandou eu chegar perto porque queria chupar, e ficou um tempão nisso. Depois comi ela de todas as posições, fiz um oral nela super gostoso que ela gozou na minha boca, que delícia engolir o melzinho dela, tava uma maravilha. E ela pediu pra eu gozar dentro, porque tinha feito laqueadura depois do segundo filho, queria sentir meu leite quente, e foi o que eu fiz, enchi ela toda. Terminamos deitados, curtindo a companhia um do outro, e depois disso realizamos um monte de fantasia louca juntos e continuei comendo ela por um tempão.
1 comentários - Comi a minha crush platônica