Colegas de trampo, amantes de viagem.

Sou enfermeiro e faço transferências de ambulância pra várias províncias, principalmente pra Buenos Aires. Normalmente, na ambulância, as transferências são com três pessoas: motorista, médico e enfermeiro. Mas o motorista de última hora cancelou porque teve uma fratura. Como a transferência não era de um paciente crítico, decidimos que eu seria motorista e enfermeiro, e a médica também, já que o paciente só ia ser levado pra continuar a recuperação numa clínica de fisioterapia.

Durante a viagem, a conversa com minha colega médica, que vamos chamar de Emilce, foi como sempre: risadas e bons momentos. Chegamos na clínica durante a tarde e a ideia era voltar na hora de deixar o paciente, mas optamos por dormir, já que eu não tava acostumado a dirigir tantas horas seguidas.

- Vamos comer alguma coisa? - Emilce me fala da porta do banheiro, com o cabelo solto.
- Assim com o jaleco? Vamos ficar parecendo uns malucos - falei, deitado na cama.
- Qual é, vamos comer uma pizza e depois voltamos - ela faz biquinho com a boca.
- Nããão, não faz essa carinha pra mim, Emi, pelo amor - falei, tapando o rosto.
- Qual é, não custa nada, eu pago e depois você me devolve - e ela parou na porta do quarto.

Saímos com o jaleco e o pessoal ficava olhando. Fomos a um bar, comemos meia pizza e tomamos uma latinha de cerveja cada um. Na mesa, começou a se formar o que viria depois.

- Pedimos sobremesa? - falei, dando uma provocada com um sorriso.
- Quer sobremesa também? - ela respondeu, sorrindo.
- Não, tô perguntando se você quer comer sobremesa - pensei que a Emi tava me dando um fora.
- Pode comer sobremesa - e ela se inclina sobre a mesa, deixando eu ver o decote. Percebo que não tem nada por baixo e me beija na boca. Respondo com um beijo e, quando ela volta pra cadeira, vejo um sorriso malicioso no rosto dela.

A conversa durou mais meia hora e voltamos pro hotel porque tínhamos que sair cedo. Eram 23:30 e já estávamos dentro do quarto. Ela tira o uniforme e, à vista, seus peitos, redondos, não... Nem tão grandes nem tão pequenos, diria que é o tamanho perfeito pra eu chupar inteiros com a minha boca.

- Você quer que eu sirva a sobremesa ou vai comer sozinho? - ela fala com voz de menininha.
- Deixa eu me servir sozinho, porque você também vai ter que comer sozinha - falei enquanto tirava minha jaqueta. Minha boca procurou os lábios dela, que aproveitei por uns minutos enquanto minhas mãos seguravam sua cintura e alternavam pra aquela bunda redondinha e firme. Minhas mãos puxaram a calça dela pra baixo, e só ficou uma calcinha fio dental no corpo dela. O gosto do pescoço e dos peitos dela era único, porque mesmo a gente tendo andado o dia todo, tinha o cheiro dela, não o perfume, era o cheiro natural e o sabor que eu curtia tanto que não deixei nenhum lugar do peito dela sem beijar. Ela soltava uns gemidinhos baixos enquanto minhas mãos tocavam a buceta dela por cima da calcinha.

- Tá bom, tá bom, deixa eu me servir sozinha - ela beija meu pescoço, mas sem rodeios me joga na cama e tira minha calça. Meu pau duro pula pra fora da cueca, e ela olha, sorri, beija a ponta e começa a chupar devagar. A umidade da boca dela era na medida certa, eu curtia a língua dela fazendo círculos na minha glande. Minhas mãos acariciavam a cabeça e as costas dela, porque eu tava sentado e ela de joelhos, não dava pra alcançar a bunda dela. Quando eu não aguentei mais, troquei de lugar com ela, e ela abriu as pernas me oferecendo a buceta molhada, depilada com uma listinha delicada no meio dos pelos pubianos.

Minha língua larga deu as primeiras lambidas naquela buceta tão suculenta e carnuda. Quando chegava no clitóris dela, minha língua ficava pontuda e dura pra chacoalhar ele e deixar ele exposto. Dois dedos entravam dentro dela, estimulando por dentro. Ela se mexia e as mãos dela pressionavam minha cabeça pra eu continuar e não sair da posição, e foi assim, não parei. Eu curtia a exigência dela e os gemidos, tanto que por vários minutos mantive um ritmo constante. Mas quando ela começou a se agitar mais e se mexer mais freneticamente, minha língua começou a chacoalhar mais o clitóris dela, minha cabeça... acompanhava o movimento do corpo dela e meus dedos não paravam de se mexer dentro dela, e num gemido profundo o corpo dela relaxou e ela ficou caída, completamente entregue ao êxtase de um orgasmo.

- Eu diria pra você me comer, mas não temos camisinha, mas não vou ficar com vontade de tirar seu leite.

Ela se reergueu e voltou a me chupar, e eu de pé na cama, ela ajoelhada, ofereceu a boca pra eu meter. Minhas mãos na cabeça dela e minha pélvis batendo na testa dela enquanto meu pau entrava e saía bruscamente da boca dela, que ela, tão cheia de tesão, sugava pra eu aproveitar ainda mais.

Por uns minutos fiquei sacudindo a cabeça dela até chegar o tão esperado momento da descarga elétrica do meu corpo inteiro sendo expelida pelo meu pau dentro da boca dela.

- Mmmmm que leite gostoso, agora essa neném pode dormir tranquila e relaxada - ela me olhava com cara de puta e com a língua mostrava como dentro da boca dela meu gozo ia sendo engolido.

Dormimos 4 horas e saímos pra estrada, tomando mate e voltando a conversar como sempre, só que no meio da viagem ela me disse: "fiquei com vontade de mais uma chupada no seu pau lindo", falava enquanto tocava no meu volume por cima do uniforme...

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