Olá, como vocês estão? Espero que bem. Essa história acontece na cidade de Bogotá, Colômbia, e acho que é melhor começar descrevendo os protagonistas. Naquela época, eu tinha uns 20 anos, tinha acabado de sair do exército e estava morando com minha avó, que me amava muito e, pelo menos naquele tempo, me sustentava. Ela tinha uma pensão modesta, mas dava pra gente se virar enquanto eu procurava emprego. Ela era uma mulher de uns 56 anos, baixinha, gordinha, cabelo preto porque pintava direto, se vestia bem — de algum jeito, aquilo lembrava os velhos tempos, eu acho. Os peitos eram bem normais, mas ela era muito orgulhosa.
Bom, como eu disse, já estávamos morando juntos há algumas semanas. Ela e eu dividíamos o quarto, então à noite, quando ela se trocava, me mandava virar de costas, e quando eu fazia o mesmo, ela virava também, sempre muito recatada. Mas naquela época eu já era um grande fã de incesto, só que não tinha tanto acesso como hoje — tô falando que isso aconteceu em 2007, então era tudo meio diferente.
Nunca tinha reparado nela, pra ser sincero. Eu lia mais histórias de mãe e filho, ou coisas assim, mas nunca sobre avós. Só que o tesão foi crescendo em mim. Sabia que minha avó era muito orgulhosa, então se ela me visse batendo uma ou se eu insinuasse alguma coisa, podia arrumar um problemão. Mas dava pra ser sutil. Não tinha a mente que tenho hoje, mas vou contar como tudo rolou e aí vocês vão saber se a meta foi cumprida ou não.
Era uma manhã de sábado e ouvi a música das "mañanitas" tocando. Era meu aniversário, e ela, sempre atenciosa, me preparou um café da manhã caprichado. Levantei e, vendo ela ainda de roupão, me aproximei e abracei.
— Valeu, que legal da sua parte — falei, dando um beijo na bochecha dela e vendo ela sorrir.
— Pra você, o que quiser, meu menino — ela respondeu, se virando pra ir na cozinha pegar o café dela. Mas eu vi o roupão e onde marcava um pouco a calcinha dela, daquelas de senhora, que não têm nada pra mostrar. Nada, mas era cedo e isso me excitou um pouco, então, com várias ideias na cabeça, abaixei um pouco o moletom que tava usando de pijama e deixei meu pau um pouco exposto, mas sentei pra que, se alguém visse algo ou minha calça caísse, fosse por acaso. Quando ela voltou, começamos a tomar café.
— E o que você vai fazer hoje, meu menino? — ela pergunta enquanto continua comendo.
— Nada, vó, vou ficar aqui em casa com a senhora, talvez agora deite no PC e pronto — falei.
Enquanto continuava comendo, eu tava ficando inquieto. O roupão dela tava mais aberto e dava pra ver o peito dela, embora sem mostrar os seios, mas aquele estímulo já era o bastante naquele momento. Minhas ideias e pensamentos sobre incesto não paravam de encher minha cabeça. Que loucura essa situação, o que fazer? Mas naquele momento ouvi a voz da minha avó me trazendo de volta à realidade.
— E o que meu menino quer de almoço? — ela pergunta, terminando de comer e se levantando pra levar meu prato. Nessa hora, levantei pra ajudar sem lembrar que tinha abaixado um pouco o moletom, que enroscou no meu pé e caiu, deixando meu pau exposto. Ele não é muito grande (16 cm), mas é grosso, e, mesmo não estando muito duro, causou surpresa na minha avó, que olhou por um momento.
— Meu menino, levanta isso, você precisa se vestir melhor, quase acontece um acidente — ela fala, enquanto fica olhando um instante, pega a comida e vai pra cozinha. Enquanto isso, coloco a calça de moletom de novo, mas fico pensando no que aconteceu. Ela não me xingou, e ainda ficou olhando. Será que tenho uma chance? Não sabia, mas ela continuava de roupão e eu de moletom. Além disso, falei que ia tomar banho, então talvez tivesse uma oportunidade de ela ver meu pau de novo e ver no que dava. Quem sabe ela tava começando a gostar de ver o neto assim.
Fui pro quarto, tirei a roupa e me masturbei, tentando deixar meu pau o mais duro possível pra que, quando colocasse a toalha, ficasse bem marcado — coisa que não foi difícil depois do que tinha acabado de acontecer. Depois, coloquei a toalha e fui pra cozinha onde minha avó tava de costas pra mim, mostrando a calcinha por baixo daquele roupão creme. — Bom, vó, vou tomar banho — falo pra ela se virar, o que ela faz, e baixando o olhar só me manda não demorar, tanto no banho, virando de novo pra continuar com as coisas dela enquanto eu ando, tô nervoso sem saber o que fazer, mas já tinha decidido, antes de entrar no chuveiro deixo a toalha no chão antes de entrar no banheiro, e começo meu banho, pensando no que ia rolar, mas com meu pau bem duro, mil coisas passavam pela minha cabeça, podia arrumar o maior problema da minha vida, ou começar algo maravilhoso, terminei o banho, e fechando o registro fiquei pensando, chamo ela? Vou ser capaz, tava muito nervoso mas meu pau tava duro que nem pedra. — Vó, me ajuda aí, a toalha — falo enquanto tiro a cortina do box, deixando ver meu pau duro, com a cabeça bem roxa de tanta excitação, enquanto escuto ela andar e abrir a porta me vendo pelado com meu pau bem duro, enquanto estico a mão. — Valeu, vó — falo enquanto ela só me olha e fica vidrada no meu pau, era agora ou nunca. — O que foi, vó, tá tão feio assim? — falo enquanto toco um pouco pra ela ver. — Desculpa te falar, nenhuma mulher tinha me visto assim — falo com um pouco de vergonha, tesão e excitação. — Não é assim, meu menino, tá muito bom, é que não tinha te visto assim. — sabia que tava perto de gozar, então continuo tocando enquanto ela só olha como se esperasse sair, ou não sabia direito, mas já não tava pensando bem, então depois de uns movimentos solto vários jatos de porra que caem no chão enquanto solto um gemido, e saindo da excitação vejo minha avó meio surpresa enquanto larga a toalha no vaso e sai do banheiro. Me deixei levar e acho que ferrei tudo, pego a toalha e me secando saio do banheiro, enquanto minha avó tá na cozinha, fico encostado na porta, com Foi uma merda, eu tinha me excedido.
— Vó, me desculpa, por favor, me deixei levar, te desrespeitei.
Ela não dizia nada, só continuava de costas, caralho, eu tinha feito merda pra caralho, mas foi aí que ela se virou, séria, mas com uma voz calma.
— Enquanto não se repetir, tudo bem, você é novo e essas coisas acontecem, mas lembra que sou sua avó e você me deve respeito. — ela fala enquanto volta pras coisas dela na cozinha, mas não sem antes olhar de novo pro meu pau.
— Tá bom, e me desculpa do mesmo jeito. — falo saindo da cozinha pra me trocar, porque ela ficou olhando pro meu pau de novo, talvez eu realmente agrade ela, só tá em conflito, pensei, e agora que sabia que talvez tivesse um interesse, devia continuar, mas dessa vez mais sutil, mas só de pensar em ver ela pelada, ou sentir como eu metia nela, já ficava duro, que maravilha seria isso, mas das fantasias não sobrava nada, e o fato dela ter visto meu pau e como meu gozo saiu já era um avanço, agora só faltava me trocar e ver o que rolava na hora do almoço, queria tocar no assunto, mas de forma bem sutil.
E foi assim, fiquei jogando no pc, mas chegou a hora do almoço, e depois do chamado da minha avó, fui até ela, tinha vestido uma bermuda que ia até o joelho, uma cueca apertada e uma camisa branca bem justa, minha avó não tinha se trocado, acho que tinha ficado concentrada no almoço, e que almoço dos deuses ela tinha feito, por um momento esqueci toda a parada do tesão e depois de sorrir e agradecer, começamos a comer, uma delícia, falei enquanto olhava pra ela e admirava como cozinhava bem.
— Vó, você cozinha uma delícia, muito obrigado. — falo com um sorriso de orelha a orelha, mas naquele momento fiquei olhando pro vestido dela e, ao imaginá-la pelada, todas aquelas lembranças e desejos voltaram.
— Sabe, vó, queria perguntar uma coisa — falei sem graça e sem saber o que ia rolar.
— Fala, meu menino — ela diz enquanto continua comendo.
— Tô com vergonha, vó — falo. Enquanto ela me olha inquieta.
— Só me fala, meu netinho. — ela diz com um sorriso.
— É que quando você me viu no banheiro, fiquei pensando se meu pau tá bem do jeito que é — falei, já tinha soltado a pergunta e só tinha duas opções: ela responder de bom ou mau humor, mas ela ficou em silêncio, como se estivesse processando a resposta que ia me dar.
— Meu netinho, qualquer mulher ia adorar ter esse pau dentro dela, deixando todo o leite lá — nunca esperava por essa resposta, mas ela já tinha dito, e ouvir aquilo me excitou pra caralho.
— Uai, vó, não esperava que você fosse falar essas coisas — falei, meio surpreso.
— Ué, você queria uma resposta, aí está, meu netinho. — ela diz enquanto continua comendo.
— Sério que é gostoso deixar o leite dentro? — pergunto curioso, querendo ver o que mais ela podia dizer.
— Sim, meu netinho, é gostoso, mas não me faz mais perguntas que é estranho, você é meu neto. — ela diz sem olhar nos meus olhos.
— Desculpa, vó, é que ouvir você falar essas coisas me deixa duro — falei sem vergonha nem pudor, só restava ver a reação dela.
— Sério, meu netinho? — ela disse, meio surpresa.
— Quer ver? — falei com um pouco de malícia, já tendo terminado de comer, mas descansando, como a gente chama na Colômbia depois de comer.
Mas ela não respondia, só ficava em silêncio, até que eu quebro o momento me levantando e abaixando um pouco minha bermuda pra ela ver, tá duro e grosso, pulsando cada veia.
— Tá vendo, vó, como fica quando ouço você falar essas coisas? — falo enquanto ela olha surpresa, com ele bem perto.
— Sim, meu netinho, um pau desse deve soltar um leite bem gostoso, você vai fazer feliz uma mulher quando encontrar a que amar — ela diz olhando pro meu pau.
— Quer tocar nele, vó? Seria um presente de aniversário bem legal. — falo enquanto ela só fica em silêncio, e tomando a iniciativa, pego a mão dela e coloco no meu pau, enquanto ela só segura, sem mexer.
— O que acha, vó? — falo com meu pau tão duro que tá perto de explodir.
— Tá quente. Me surpreende como ele tá duro. – ela fala enquanto mexe um pouco os dedos, como se quisesse sentir melhor. – Te falei que ele ficou assim por sua causa, acredita, tá perto de explodir. – eu digo, super excitado. – Explodir? – ela pergunta. – Tá perto de sair toda a minha porra, cê quer, vó? Ela não dizia nada, só olhava pasma pro que tava rolando, enquanto começava a usar a mão dela pra me masturbar. Era muito gostoso, enquanto ela só apertava com força meu pau, e meu tesão aumentava. – Quer ver a porra, vovó? – eu falava enquanto ela continuava me masturbando com a mão. – Sim, me dá. – ela disse com vergonha, mas com desejo nos olhos. Eu continuava movendo a mão dela enquanto via que ela não parava de olhar pro meu pau, mas eu queria mais. – Vovó, cê sabe que eu te amo muito, mas como é que vai sair minha porra se cê não pedir? – falei num tom safado e provocador, enquanto ainda movia a mão dela. – Já te falei que queria. – ela respondeu, me olhando pela primeira vez desde que tinha meu pau na mão. – Mas o que cê quer, vovó? – eu queria que ela dissesse, desejava aquilo. Até aquele momento eu não sabia, mas aquilo ia despertar em mim um desejo dominante muito forte. – Sua porra. – foi o que ela disse, com vergonha e bem baixinho, mas o que eu fiz foi tirar a mão dela enquanto a olhava meio decepcionado. – Que pena que cê não falou, vovó. – sem saber o que fazer e confusa, mas com tesão, eu ouvi ela dizer: – Quero ver sair sua porra, grossa e quente, meu menino. – ao dizer isso, continuei tocando meu pau, apontando pro rosto dela, soltando vários jatos de porra que encheram a carinha dela. Ela não esperava. Era uma visão brutal, a carinha dela cheia da minha porra, enquanto ela passava as mãos no rosto, deixando-as cobertas do meu sêmen. – Que porra quente e gostosa – ela disse, enquanto um pouco passou perto da boca dela e pareceu que ela lambeu. – Eu tava amando o que tava rolando, mas aí ela se levantou e me olhou bem séria. – Isso foi seu presente de aniversário, meu menino, nada além disso. Lembra que você me deve respeito. – ela falou com a carinha ainda cheia de porra. Virando as costas pra mim enquanto caminhava pro banheiro, me deixando ver aquela calcinha por baixo do roupão que eu queria tirar pra meter meu pau e deixar todo meu gozo dentro dela. Continua…
Bom, como eu disse, já estávamos morando juntos há algumas semanas. Ela e eu dividíamos o quarto, então à noite, quando ela se trocava, me mandava virar de costas, e quando eu fazia o mesmo, ela virava também, sempre muito recatada. Mas naquela época eu já era um grande fã de incesto, só que não tinha tanto acesso como hoje — tô falando que isso aconteceu em 2007, então era tudo meio diferente.
Nunca tinha reparado nela, pra ser sincero. Eu lia mais histórias de mãe e filho, ou coisas assim, mas nunca sobre avós. Só que o tesão foi crescendo em mim. Sabia que minha avó era muito orgulhosa, então se ela me visse batendo uma ou se eu insinuasse alguma coisa, podia arrumar um problemão. Mas dava pra ser sutil. Não tinha a mente que tenho hoje, mas vou contar como tudo rolou e aí vocês vão saber se a meta foi cumprida ou não.
Era uma manhã de sábado e ouvi a música das "mañanitas" tocando. Era meu aniversário, e ela, sempre atenciosa, me preparou um café da manhã caprichado. Levantei e, vendo ela ainda de roupão, me aproximei e abracei.
— Valeu, que legal da sua parte — falei, dando um beijo na bochecha dela e vendo ela sorrir.
— Pra você, o que quiser, meu menino — ela respondeu, se virando pra ir na cozinha pegar o café dela. Mas eu vi o roupão e onde marcava um pouco a calcinha dela, daquelas de senhora, que não têm nada pra mostrar. Nada, mas era cedo e isso me excitou um pouco, então, com várias ideias na cabeça, abaixei um pouco o moletom que tava usando de pijama e deixei meu pau um pouco exposto, mas sentei pra que, se alguém visse algo ou minha calça caísse, fosse por acaso. Quando ela voltou, começamos a tomar café.
— E o que você vai fazer hoje, meu menino? — ela pergunta enquanto continua comendo.
— Nada, vó, vou ficar aqui em casa com a senhora, talvez agora deite no PC e pronto — falei.
Enquanto continuava comendo, eu tava ficando inquieto. O roupão dela tava mais aberto e dava pra ver o peito dela, embora sem mostrar os seios, mas aquele estímulo já era o bastante naquele momento. Minhas ideias e pensamentos sobre incesto não paravam de encher minha cabeça. Que loucura essa situação, o que fazer? Mas naquele momento ouvi a voz da minha avó me trazendo de volta à realidade.
— E o que meu menino quer de almoço? — ela pergunta, terminando de comer e se levantando pra levar meu prato. Nessa hora, levantei pra ajudar sem lembrar que tinha abaixado um pouco o moletom, que enroscou no meu pé e caiu, deixando meu pau exposto. Ele não é muito grande (16 cm), mas é grosso, e, mesmo não estando muito duro, causou surpresa na minha avó, que olhou por um momento.
— Meu menino, levanta isso, você precisa se vestir melhor, quase acontece um acidente — ela fala, enquanto fica olhando um instante, pega a comida e vai pra cozinha. Enquanto isso, coloco a calça de moletom de novo, mas fico pensando no que aconteceu. Ela não me xingou, e ainda ficou olhando. Será que tenho uma chance? Não sabia, mas ela continuava de roupão e eu de moletom. Além disso, falei que ia tomar banho, então talvez tivesse uma oportunidade de ela ver meu pau de novo e ver no que dava. Quem sabe ela tava começando a gostar de ver o neto assim.
Fui pro quarto, tirei a roupa e me masturbei, tentando deixar meu pau o mais duro possível pra que, quando colocasse a toalha, ficasse bem marcado — coisa que não foi difícil depois do que tinha acabado de acontecer. Depois, coloquei a toalha e fui pra cozinha onde minha avó tava de costas pra mim, mostrando a calcinha por baixo daquele roupão creme. — Bom, vó, vou tomar banho — falo pra ela se virar, o que ela faz, e baixando o olhar só me manda não demorar, tanto no banho, virando de novo pra continuar com as coisas dela enquanto eu ando, tô nervoso sem saber o que fazer, mas já tinha decidido, antes de entrar no chuveiro deixo a toalha no chão antes de entrar no banheiro, e começo meu banho, pensando no que ia rolar, mas com meu pau bem duro, mil coisas passavam pela minha cabeça, podia arrumar o maior problema da minha vida, ou começar algo maravilhoso, terminei o banho, e fechando o registro fiquei pensando, chamo ela? Vou ser capaz, tava muito nervoso mas meu pau tava duro que nem pedra. — Vó, me ajuda aí, a toalha — falo enquanto tiro a cortina do box, deixando ver meu pau duro, com a cabeça bem roxa de tanta excitação, enquanto escuto ela andar e abrir a porta me vendo pelado com meu pau bem duro, enquanto estico a mão. — Valeu, vó — falo enquanto ela só me olha e fica vidrada no meu pau, era agora ou nunca. — O que foi, vó, tá tão feio assim? — falo enquanto toco um pouco pra ela ver. — Desculpa te falar, nenhuma mulher tinha me visto assim — falo com um pouco de vergonha, tesão e excitação. — Não é assim, meu menino, tá muito bom, é que não tinha te visto assim. — sabia que tava perto de gozar, então continuo tocando enquanto ela só olha como se esperasse sair, ou não sabia direito, mas já não tava pensando bem, então depois de uns movimentos solto vários jatos de porra que caem no chão enquanto solto um gemido, e saindo da excitação vejo minha avó meio surpresa enquanto larga a toalha no vaso e sai do banheiro. Me deixei levar e acho que ferrei tudo, pego a toalha e me secando saio do banheiro, enquanto minha avó tá na cozinha, fico encostado na porta, com Foi uma merda, eu tinha me excedido.
— Vó, me desculpa, por favor, me deixei levar, te desrespeitei.
Ela não dizia nada, só continuava de costas, caralho, eu tinha feito merda pra caralho, mas foi aí que ela se virou, séria, mas com uma voz calma.
— Enquanto não se repetir, tudo bem, você é novo e essas coisas acontecem, mas lembra que sou sua avó e você me deve respeito. — ela fala enquanto volta pras coisas dela na cozinha, mas não sem antes olhar de novo pro meu pau.
— Tá bom, e me desculpa do mesmo jeito. — falo saindo da cozinha pra me trocar, porque ela ficou olhando pro meu pau de novo, talvez eu realmente agrade ela, só tá em conflito, pensei, e agora que sabia que talvez tivesse um interesse, devia continuar, mas dessa vez mais sutil, mas só de pensar em ver ela pelada, ou sentir como eu metia nela, já ficava duro, que maravilha seria isso, mas das fantasias não sobrava nada, e o fato dela ter visto meu pau e como meu gozo saiu já era um avanço, agora só faltava me trocar e ver o que rolava na hora do almoço, queria tocar no assunto, mas de forma bem sutil.
E foi assim, fiquei jogando no pc, mas chegou a hora do almoço, e depois do chamado da minha avó, fui até ela, tinha vestido uma bermuda que ia até o joelho, uma cueca apertada e uma camisa branca bem justa, minha avó não tinha se trocado, acho que tinha ficado concentrada no almoço, e que almoço dos deuses ela tinha feito, por um momento esqueci toda a parada do tesão e depois de sorrir e agradecer, começamos a comer, uma delícia, falei enquanto olhava pra ela e admirava como cozinhava bem.
— Vó, você cozinha uma delícia, muito obrigado. — falo com um sorriso de orelha a orelha, mas naquele momento fiquei olhando pro vestido dela e, ao imaginá-la pelada, todas aquelas lembranças e desejos voltaram.
— Sabe, vó, queria perguntar uma coisa — falei sem graça e sem saber o que ia rolar.
— Fala, meu menino — ela diz enquanto continua comendo.
— Tô com vergonha, vó — falo. Enquanto ela me olha inquieta.
— Só me fala, meu netinho. — ela diz com um sorriso.
— É que quando você me viu no banheiro, fiquei pensando se meu pau tá bem do jeito que é — falei, já tinha soltado a pergunta e só tinha duas opções: ela responder de bom ou mau humor, mas ela ficou em silêncio, como se estivesse processando a resposta que ia me dar.
— Meu netinho, qualquer mulher ia adorar ter esse pau dentro dela, deixando todo o leite lá — nunca esperava por essa resposta, mas ela já tinha dito, e ouvir aquilo me excitou pra caralho.
— Uai, vó, não esperava que você fosse falar essas coisas — falei, meio surpreso.
— Ué, você queria uma resposta, aí está, meu netinho. — ela diz enquanto continua comendo.
— Sério que é gostoso deixar o leite dentro? — pergunto curioso, querendo ver o que mais ela podia dizer.
— Sim, meu netinho, é gostoso, mas não me faz mais perguntas que é estranho, você é meu neto. — ela diz sem olhar nos meus olhos.
— Desculpa, vó, é que ouvir você falar essas coisas me deixa duro — falei sem vergonha nem pudor, só restava ver a reação dela.
— Sério, meu netinho? — ela disse, meio surpresa.
— Quer ver? — falei com um pouco de malícia, já tendo terminado de comer, mas descansando, como a gente chama na Colômbia depois de comer.
Mas ela não respondia, só ficava em silêncio, até que eu quebro o momento me levantando e abaixando um pouco minha bermuda pra ela ver, tá duro e grosso, pulsando cada veia.
— Tá vendo, vó, como fica quando ouço você falar essas coisas? — falo enquanto ela olha surpresa, com ele bem perto.
— Sim, meu netinho, um pau desse deve soltar um leite bem gostoso, você vai fazer feliz uma mulher quando encontrar a que amar — ela diz olhando pro meu pau.
— Quer tocar nele, vó? Seria um presente de aniversário bem legal. — falo enquanto ela só fica em silêncio, e tomando a iniciativa, pego a mão dela e coloco no meu pau, enquanto ela só segura, sem mexer.
— O que acha, vó? — falo com meu pau tão duro que tá perto de explodir.
— Tá quente. Me surpreende como ele tá duro. – ela fala enquanto mexe um pouco os dedos, como se quisesse sentir melhor. – Te falei que ele ficou assim por sua causa, acredita, tá perto de explodir. – eu digo, super excitado. – Explodir? – ela pergunta. – Tá perto de sair toda a minha porra, cê quer, vó? Ela não dizia nada, só olhava pasma pro que tava rolando, enquanto começava a usar a mão dela pra me masturbar. Era muito gostoso, enquanto ela só apertava com força meu pau, e meu tesão aumentava. – Quer ver a porra, vovó? – eu falava enquanto ela continuava me masturbando com a mão. – Sim, me dá. – ela disse com vergonha, mas com desejo nos olhos. Eu continuava movendo a mão dela enquanto via que ela não parava de olhar pro meu pau, mas eu queria mais. – Vovó, cê sabe que eu te amo muito, mas como é que vai sair minha porra se cê não pedir? – falei num tom safado e provocador, enquanto ainda movia a mão dela. – Já te falei que queria. – ela respondeu, me olhando pela primeira vez desde que tinha meu pau na mão. – Mas o que cê quer, vovó? – eu queria que ela dissesse, desejava aquilo. Até aquele momento eu não sabia, mas aquilo ia despertar em mim um desejo dominante muito forte. – Sua porra. – foi o que ela disse, com vergonha e bem baixinho, mas o que eu fiz foi tirar a mão dela enquanto a olhava meio decepcionado. – Que pena que cê não falou, vovó. – sem saber o que fazer e confusa, mas com tesão, eu ouvi ela dizer: – Quero ver sair sua porra, grossa e quente, meu menino. – ao dizer isso, continuei tocando meu pau, apontando pro rosto dela, soltando vários jatos de porra que encheram a carinha dela. Ela não esperava. Era uma visão brutal, a carinha dela cheia da minha porra, enquanto ela passava as mãos no rosto, deixando-as cobertas do meu sêmen. – Que porra quente e gostosa – ela disse, enquanto um pouco passou perto da boca dela e pareceu que ela lambeu. – Eu tava amando o que tava rolando, mas aí ela se levantou e me olhou bem séria. – Isso foi seu presente de aniversário, meu menino, nada além disso. Lembra que você me deve respeito. – ela falou com a carinha ainda cheia de porra. Virando as costas pra mim enquanto caminhava pro banheiro, me deixando ver aquela calcinha por baixo do roupão que eu queria tirar pra meter meu pau e deixar todo meu gozo dentro dela. Continua…
3 comentários - Dia do meu aniversário com a vovó