Minhas aventuras sexuais com coroas - Cielo Yamile River

Minhas aventuras sexuais com coroas - Cielo Yamile RiverDom Seve já tinha começado a se mexer sobre o corpo esbelto da infeliz mamasota, que estoicamente aguentava as investidas ferozes de coito que estavam sendo aplicadas na sua anatomia fértil e saudável, enquanto ela só conseguia soluçar pela sua desgraça.

Enquanto era macetada com força, seus lindos olhos verdes, turvos de lágrimas, cruelmente deram de cara com um retrato antigo e vistoso, emoldurado em madeira, pendurado na parede do quarto. Nele estavam retratados Dom Severiano e Dona Maria, muito mais jovens do que eram agora, mas o mais fulminante e terrível para a nossa pobrezinha colegial foi ver que, no meio deles, estava um menino de idade indefinida — obviamente Rodrigo quando era mais guri. A garota, como pôde, virou o olhar para não ver mais e, agora, simplesmente começou a chorar ainda mais amargamente do que antes, por todas as emoções causadas na sua mente por aquela foto inocente e antiga.

O quase sogro, alheio a tudo isso, só se dedicava a se mover e sentir as sensações prazerosas que o interior da buceta da Cielo Riveros proporcionava ao seu pau, que se enterrava uma e outra vez. Então, ele foi e disse:

— Se prepara, piranhaaaa...!!! Porque agora eu vou começar a meter forteeee...!!! — O homem indesejável, com muita concentração e entusiasmado ao extremo, acelerou a força das suas estocadas. Sua grossa vara, incrivelmente, já deslizava como se nada fosse pelo interior da vagina da garota quebrada, que ainda não parava de chorar.

Cielo Riveros — Buaaaaaaa...!! Buaaaaaaa...!! Dom Seveeeee...!! Pelo amor de Deussss...!! Já... não... me... mete... maissss...!! Tá doendoooo...!! Sniffffffffff...!!! Snifffff...!!! Sniffffff...!!! — Cielo Riveros se sentia violada, ainda se sentia seca, então as dores vaginais eram terríveis, mas o que mais doía naqueles momentos infelizes era que, pela primeira vez, ela sentia que estava manchando o amor que tinha dado ao Rodrigo.

— Cala a boca, puta vagabunda mal paridaaaa...!! E goza com a Vergaaaaa...!!! Tomaaaaaa...!!! - berrou o quase sogro, dando uma estocada brutal que quase fez os olhos da garota saltarem para fora, e depois continuou metendo e tirando o quanto quisesse.
Cielo Riveros, que chorava audivelmente, já estava engolindo vaginalmente toda a grossa extensão da pica do seu Severiano, que a estava comendo como um verdadeiro campeão, sentindo aquele delicioso e aquoso calorzinho interior que o corpo daquela jovem e atraente Deusa, que chorava como uma verdadeira Madalena, lhe proporcionava. O velho, aproveitando-se do estado dela, começou a dizer:
--Fica bem claro, putinha...!!! A partir de hoje, você passa a ser minha mulher oficial...!!! Então, vou te foder até me cansar...!!! Até te deixar bem prenha de tanta pica que vou meter em você. - A cada frase com que notificava suas intenções safadas, dava empurrões sólidos, como se estivesse selando as promessas que estava fazendo.
A garota ultrajada só se deixava receber a pica e, com ela, os fortes empurrões que a sacudiam, ouvindo também todas aquelas loucuras que o sogro dizia, com seu rostinho virado para o lado oposto de onde estava o famoso retrato.
Já com os rios de lágrimas secos em suas bochechas, ela só aguentava enquanto o velhote, além de cheirar seus cabelos por trás de suas orelhas perfumadas e lambê-las, continuava com seus palavrões:
--Mmmmm...!!! Que gostosa é sua buceta, putinha...!!! - dizia ele, quase babando e atacando circularmente com a vara para frente, fazendo isso de olhos fechados. --Não vou sair do seu corpo a noite toda, para quando o idiota do Rodrigo chegar, nos encontrar transando... hehehe. Entenda que você é uma mulher soberba... feita só para ser comida por um macho como eu e mais ninguém...!!! - Com suas palavras, o quase sogro começava a acelerar seus ataques novamente. --Mas já que você ainda gosta de viadinhos, agora vou te ensinar o que é foder com um macho de verdade. Gostosa, hahaha!! Da outra vez parece que você precisava de mais pica...!! Mas agora vou te deixar em dia...!!! — enquanto isso, a colegial ainda mantinha os olhos bem fechados por causa do impacto emocional enlouquecedor que era ser comida praticamente na frente da dona da casa e, pra piorar, era a sogra dela, sem contar que a bucetinha dela ainda estava seca.

Mas o seu Severiano não tava nem aí pra nada, ele tava decidido a tirar o máximo de prazer daquela cacha colossal que tava dando na namorada do enteado, mesmo que a menina ainda não sentisse nem o menor arrepio na buceta, ela se deixava empalar com o corpo todo brilhando e molhado de suor.

O velho que tava estuprando ela metia sem parar, de forma completa e impiedosa. O gosto e as sensações gostosas que a buceta daquela jovem deliciosa dava pro pau dele eram indescritíveis. Já a Cielo Riveros só sentia que tavam enfiando um pau grosso e comprido na xota dela, e ainda sentia o quase sogro se mexendo cada vez mais forte, tentando entrar o máximo possível dentro dela, ouvindo a cama ranger e chiar ritmada e escandalosamente com as bombadas violentas que ele dava no corpo dela.

A assustada dona Maria, do lado de fora do quarto, não lembrava do marido ser tão fogoso na hora do sexo. Ela temia que a pobre menina fosse parar no hospital depois daquela violação brutal que tava sofrendo. A cada gemido de dor que ouvia da garota, a pobre mulher se benzía, desejando que tudo acabasse logo e ela fosse libertada.

Mas do outro lado da parede, seu Severiano bombava cada vez mais sem controle. Metia, serrava e furava fundo na buceta dolorida da colegial, fazendo círculos dentro dela como se quisesse alargar ainda mais, enquanto bufava de prazer.

O quase sogro tava suando igual um bicho. carregando pedras pra construir uma pirâmide no deserto, e agora as lágrimas nos olhos da Cielo Riveros já tinham secado completamente, a menina nessas horas quentes aguentava resignada as investidas brutais de cock que enfiavam no corpo dela, ela também tava toda molhada de suor, dava pra perceber porque vários fiapos de cabelo estavam grudados na testa dela, e já inconscientemente de olhos fechados e respirando levemente pela boquinha semiaberta.

A pobre novinha nem sabe quando foi que subiu as mãozinhas no peito do velho, claramente pra ele não cair tão pesado em cima dela, mas agora tinha ido deslizando elas pras costas largas do coroa, dando a impressão de que já tava quicando de boa lei abraçada com o sortudo do seu Severiano, porque a imagem da trepada violenta que eles estavam dando na cama era de campeonato, com ela sentindo tudo de pernas bem abertas, respirando pela boca e com os olhos bem fechados.

Seu Severiano, sabendo do portento de mulher que tava comendo, decidiu prolongar o máximo possível aquela foda antológica e violenta que tava aplicando na linda colegial, os gritos e choramingos da novinha já tinham acabado, agora o único barulho no quarto era o rangido constante da cama com os movimentos brutais que faziam nela.

Claro, e pra não ficar enganando ninguém, vou logo dizer que a pobrezinha, sendo vítima da perfuração constante de uma ferramenta de tamanho considerável, inevitavelmente a pussy dela já tava dando seu parecer por conta própria.

Foi um jato nada pequeno de aguinha quente que a gostosa colegial soltou da pussy, com o qual molhou a cock toda do quase sogro, deixando ela oleada e lubrificando ela também de quebra, ou seja, a nossa mamasota já tinha começado a sentir tasty, mas ainda se recusava a admitir. A parada é que, quanto mais o velhote aprofundava na buceta dela, por puro instinto ela sentia uma necessidade imperiosa de devolver o movimento pra cima. Então, num dado momento, meus amigos, a mãe natureza já tinha falado: a quase perdida novinha se viu empurrando os quadris pra cima enquanto a pica descia, e em poucos minutos esses movimentos leves já não eram tão leves assim — agora ela tava dando pro seu Seve por pura e genuína calentura.

Quando o velhote percebeu isso, deu vontade de sair soltando fogos como se fosse Ano Novo, mas em vez disso, automaticamente começou a incentivar a novinha a se mexer ainda mais gostosa:

— Ahhhh…!! Que gostoso você se mexe, piranhaaaa!! — Eu sabia que mais cedo ou mais tarde você ia aceitar a pirocaaaa…!!!! Kkkkkkk!!!! Issooooo…!!!! Assimiii…!!!! Se mexeeee…!!!! Assim…!!! Só você sabe fazer assimoooooooo…!!!! Ohhhhhhh…!!!! Que prazer que você me dá, putaaaaaaa!!!!

A menina já tava solta. Numa parte remota da mente dela, Cielo Riveros lembrava que a sogra devia estar ouvindo tudo, mas fazia tanto tempo que não via ela que, safadamente, disse pra si mesma que talvez a dona Maria tivesse ido pra outro canto, então não ia ouvir nem ver nada. Além disso, tava sentindo tão gostoso, pensava sem conseguir parar de rebolar os quadris e a cintura.

Aos poucos, a sensualidade impetuosa dela foi tomando conta da mente e do corpo, mandando ela se agarrar com mais força na obesidade do quase sogro, que agora ela via de novo como o verdadeiro macho gostoso dela. Até que, querendo gozar e ser gozada, a mente dela decidiu capitular, e ela se entregou, encantada e cheia de luxúria, a tudo que o velho tarado do seu Severiano quisesse fazer com ela.

Agora, os braços delicados e nus dela se agarravam com paixão àquela barriga enorme que a esmagava, sem conseguir abraçar ele por completo, mas ela percorria o máximo que podia, como se realmente quisesse fundir seu corpo esbelto com toda aquela massa gordurosa que se mexia gelatinosamente sobre ela enquanto enfiavam carne de pau na sua fenda íntima.
A soberba surra que dom Severiano estava dando em Cielo Riveros era de escândalo, lembrando que a menina está completamente nua, com suas duas belas coxas bem abertas e recolhidas, e ainda com seus sapatinhos de salto calçados nos pezinhos, que se agitavam no mesmo ritmo da bestial trepada da qual era vítima, enquanto dom Seve, sem parar de sacudi-la a cintadas limpas, agora a via olhando para ele com seus lindos olhos verdes semicerrados, como também notou que de seus lábios vermelhos caía um pouco de saliva, sinal inequívoco de que aquela jovem mulher já tinha se rendido aos deliciosos prazeres da carne, percebendo também que a cada estocada funda de pau que ele dava, a garota lhe presenteava com um sorriso lascivo, mas leve, no qual só imperava o vício, então imaginem só.
Dom Severiano e Cielo Riveros agora se beijavam com paixão lasciva. A entregue menininha, enquanto se beijocava com o sogro, e guiada pelo tesão, lentamente foi subindo suas mãozinhas até a nuca dele para lhe aplicar uma massagem delicada com a ponta dos dedos enquanto continuavam a foder quase sem misericórdia.
Um tesão imenso e desvairado tinha tomado conta da tímida Cielo Riveros. O velho Severiano, que tinha parado de beijá-la para pegar um pouco de ar com prazer, agora ouvia os gemidos e suspiros de prazer que a menina gostosa soltava, que aos poucos começaram a subir de volume e intensidade, se transformando em poucos minutos em gritos fortes e berros de autêntico prazer carnal e sexual, então o quase sogro persistia no seu ritmo frenético de mete e tira, e à medida que os gritos da colegial aumentavam, mais ele acelerava e ganhava força nos seus movimentos penetrantes, até que seus ouvidos ouviram o que ele já tanto esperava ouvir. Os gemidos de Cielo Riveros foram claros e com convicção genuína:
Cielo Riveros — Ahhh…!!! siiiim…!!! Assim papiiiiiii…!!! Ohhhhh…!!! Gostosoooo…!!! Mmmmm…!!!! sou sua putinha, me come mais forte, me fode até me quebrar, não importa se minha sogra ouvir meus gemidos…
— Você gosta de como eu meto, putaaaaaa…!!?? — perguntava o tarado quase sogro da garota, que olhava para a porta do quarto, claramente querendo que a velha da esposa dele ouvisse as putarias ardentes que a namorada do filho dele soltava.
— Cielo Riveros — Siiiiim, seu Seveeeeeeeeee…!!! — respondeu a novinha com desespero genuíno, e depois continuou soltando safadezas e putarias pesadas: — Mete tudo o que você quiser…!!!!, mais fundooo…!!!, bem lá no fundooo…!!!!, me destrói e depois arrebenta meu cu, eu quero muito, seu velho maldito — Mete mais forte, por favoooor…!!!! — exigia a colegial a plenos pulmões, enquanto tentava rebolar com a bunda na mesma força que o velho enfiava as estocadas ferozes.

(Minutos antes, na sala de casa, onde essa fodança toda rolava)

A dona Maria estava angustiada, esperando o marido terminar de estuprar a Cielo Riveros, mas os minutos enlouquecedores passavam e o que estava rolando no próprio quarto de casal se prolongava mais do que ela imaginou. Nervosa, teve que ir fazer um chá para acalmar os nervos, nem queria pensar no que ia acontecer com o relacionamento do filho com a namorada depois dela ter testemunhado o estupro brutal do marido na gostosa novinha.

A boa senhora estava nessa quando, com alívio, percebeu que a pobrezinha da Cielo Riveros já não gritava nem chorava, agora era só o rangido prolongado da cama e os molas do colchão subindo e descendo que se ouvia no ambiente silencioso da casa, somando a isso os sonoros resfôlegos que seu marido soltava quando, ao que parecia, se jogava sobre o corpo da garota quietinha.
Mas a pobre velha quase deixou cair a xícara de chá das mãos quando ouviu o marido elogiando a moça, dizendo como ela se mexia bem. Então, aguçando a audição, achou que sentiu a cama agora com um rangido diferente lá dentro, mais ritmado e melhor sincronizado que o anterior, pensou em algum canto da mente a velha, para depois se dizer e se convencer de que aquilo era só Severiano falando pra continuar humilhando ela e a jovem.

E bem no momento em que ia dar outro gole no chá, a xícara agora sim caiu das mãos dela ao ouvir que era a própria menina quem exclamava em voz alta, sem ninguém mandar, o seguinte:

Cielo Riveros “—Ahhhh…!!! Siiiiim…!!! Assim papaiiiiii…!!! Ohhhhh…!!! Gostosoooo…!!! Mmmmm… mete mais em mim, velho, ayy já não aguento, ai Deus, o que tá acontecendo comigo, sou toda uma puta!!!

Esses gritos e palavrões não eram de uma mulher que estava sendo estuprada, pensou de repente a senhora, mas o que a deixou de boca aberta foi a segunda leva de putarias que a garota quente berrava:

Cielo Riveros “—Siiiiim, seu Seveeeeeeeeee…!!! —Mete tudo o que você quiser em mim…!!!!, mais pra dentroooo…!!!, bem pra dentroooo…!!!! —Mete mais forte, por favorrrrr…!!!!”

Enquanto isso, lá dentro do quarto, o vendaval de sacanagem continuava dos dois lados:

—Você é a rabuda mais suculenta e gostosa que já comi na vida, garota…!!! —avisou agora com cara de apaixonado seu Seve pra colegial, mostrando seus novos pedidos. —Quero que a partir de hoje você seja só minha e de mais ninguém…!!!! —exigiu o velho, que continuava serrando com todo o tesão do momento.

Cielo Riveros “—Siiim, papaiii…!! Vou ser só sua, sua mesmo!! Sou sua… sua mesmo!! Sou sua mulherrrrrr…!!” —Cielo Riveros não tinha consciência de todas as putarias que tava falando pro seu sogro, e nem percebia que a dona Maria estava parada na soleira da porta, vendo e ouvindo as besteiras que ela dizia pro marido dela. A pobre velha, da porta do próprio quarto, com os olhos cheios de lágrimas, via claramente a putaria que a sem-vergonha da noiva do filho dela estava aguentando, que naqueles momentos mexia as cadeiras ritmadamente nas estocadas que o tarado do marido dela dava nela. Ela via a garota debaixo do corpo do esposo, com o queixo encaixado no ombro peludo dele, de olhos bem fechados e as sobrancelhas arqueadas pra cima, mostrando que aquela puta descarada realmente estava dando com cara de tesuda.

Num estado estranho de nervosismo misturado com raiva, dona Maria via o corpo da Cielo Riveros sendo tomado por uns espasmos fortes e brutais de prazer. A boa senhora, ainda meio incrédula, notava como aquela putinha jovem se contorcia e tentava se encaixar ainda mais firme no corpo grotesco e obeso do marido dela, e como ela, totalmente fora de si, pedia:

Cielo Riveros — Vai, Seveeee...!! Vaiiiii...!! Mete inteiraaaa...!! Tô quase gozandoooo...!! Mete mais forteee...!!!! Mais forteeee...!!!! Tudooo...!!!! Tudooo...!!!!

A infeliz mãe do Rodrigo não quis mais ver. Agora, sentada de novo no sofá, desejava com toda a alma que aqueles dois sem-vergonha terminassem logo o que estavam fazendo, pra que depois aquela jovem e suja vagabunda fosse embora da casa dela o mais rápido possível e nunca mais voltasse a mostrar aquela cara de puta que ela tinha visto só alguns minutos atrás.

Mas no quarto do casal, os competidores sexuais estavam muito longe de querer parar a foda. O tarado do Severiano empurrava pra dentro da jovem sem parar, até que os dois tufos de pelos, um macio e quase depilado, diferente do outro que era bem peludo e grosso, ficaram colados e se misturando. desvairados círculos de atrito coital, sem se desgrudar nem um milímetro, logicamente tanto o macho quanto a mulher já estavam quase à beira de um orgasmo fenomenal.
Severiano já achava que via a explosão orgásmica iminente que vinha no corpo da sua jovem companheira de acasalamento, já que sua buceta ardente derramava jorros abundantes e quentes de caldos vaginais, ele não tinha certeza se a garota realmente estava gozando ou se mijando, mas do que tinha certeza era que estavam banhando sua pica de uma forma deliciosamente requintada.
Cielo Riveros — Assii…!!, assim…!!! seu Severianoooo!! Me dá mais forteee...!! me dá mais forteeee…!!!, —continuava gritando Cielo Riveros agora com as costas totalmente arqueadas e com a buceta bem levantada, desejando internamente e com todo o seu ser que seu quase sogro descarregasse todo aquele esperma envelhecido que ele disse ter bem dentro do corpo dela com o único propósito de engravidá-la, como ele havia dito.
—Você gosta da minha pica, vagabundaaaaaaaa…!!!, —perguntou seu Seve tirando-a parcialmente do seu estado delirante de prazer.
Cielo Riveros —Eu amoooooooo…!!!, —a resposta da garota foi instantânea, mas o velho queria se entreter e se excitar ainda mais antes de gozar dentro dela.
—Me diz, putaaaaa…!!!, você já transou com o maricona do Rodrigo…!!??, —o velho perguntava enquanto a metia sem parar de forma agressiva.
A gostosa gostosona por um momento estranhou a pergunta do velho que estava comendo ela, mas a pica dele era tão gostosa enquanto perfurava ela duramente, que a mente dela não deu pra pensar que Rodrigo era o namorado atual dela e que o quase sogro só queria rebaixar e humilhar o relacionamento que eles tinham.
Cielo Riveros —Nãooooo… a gente não fe… fe… ziiiiiiii…!, —disse ela enquanto mordia forte o lábio inferior sem parar de arquear as costas pra sentir mais fundo a pica que estavam metendo nela.
—Kkkkkkk…!!! eu já sabia, vagabundaaaa…!!! Você é Você é muita mulher pra um pobre maricona como aquele, hahahahaha…!!!!
Incrivelmente, pra todo mundo, o nível de tesão da Cielo Riveros era tão grande que, naqueles momentos, sendo comida brutalmente por um macho de verdade, quente pra caralho, ela achou toda a razão do mundo no sogro. Tão convencida de que ele tava certo, foi lá e confirmou:
- Cielo Riveros - Siiiiiiiiiiiiiii…!!!! - disse ela, enquanto relaxava todos os músculos do corpo e depois se contraía de novo, agarrando com força as pernocas e os braços aquele corpo obeso e gelatinoso de macho maduro que tava fazendo ela ver estrelas.
Agarrada e tudo, a gata continuava rebolando a cintura pro velho sentir ainda mais gostoso do que já devia estar sentindo.
-- Me diz por que você não transou com ele…!!?? - o velho sabia que a qualquer momento ia soltar a porra.
E a nossa gata, tristemente pro Rodrigo e pra mãe dele que tava ouvindo tudo lá de fora, respondia a verdade pro sogro:
Cielo Riveros -- Porque o Rodrigo não me… me… aque… aqueceeeeeeee…!!!! Ahhhh… gostosoooo!!!! - exclamou na mesma hora que soltava outro jato de buceta, e o que ela mesma acabava de dizer tava deixando ela ainda mais excitada.
-- Hahahahaha…!!! Fala mais alto, putinhaaaa… diz que um pobre maricona como aquele não te aqueceeeee…!!!! - o velhote queria a todo custo que a esposa ouvisse todas as putarias que a doce namorada do filho dele tava soltando da própria boca.—Sim, seu Seveee…!!!!
—Mmmmmm…!!!! Ohhhhhh…
Ricooooo…!!!! —algo na mente dela impedia de falar uma barbaridade dessas.
—Fala, Vadiaaaaaaaaa…!!!! —junto com a pressão, o velho se jogava com mais força sobre ela, até os testículos do coroa já pareciam que a qualquer momento iam entrar pelo boceta lubrificada da Cielo Riveros.

Os dois amantes já estavam quase gozando por causa da conversa ardente e enlouquecedora que o dom Severiano tinha inventado, os dois estavam nas alturas do tesão. Até que a menina, pensando com a xota e não com a cabeça, resolveu dar o gosto ao velhote:

Cielo Riveros —Ai, dom Seveeee…!!! é verdade…!!! Aquele pobre viadinho do Ro… Rodrigo não me excitaaaaa… não sabe meter a pica do meu jeito como o ar!!! —Uffffffffsss…!!! —Eu… eu… eu sou muita mulher pra ele…!!!! Ohhhhhh Deeeeeus…!!!!

—Kkkkkk…!!! Que bom…!!!!, e me diz pra que tipo de macho você é muita mulher, seu pedaço de vadiaaaaaaaaa…!!!!! —o velho começou a perfurá-la com raiva e acelerado, pra garota dar a resposta que ele queria e não sair com uma besteira.

Cielo Riveros —Eu… eu… sou uma mulher feita pra um macho como o Senhorrr… além disso, gosto que me tratem como uma puta de rua!!! Ohhhhh dom Seveeeeee…!!!! vou gozaaaaar…!!!! vou gozaaaaaaaaaaaaaar…!!!!!

O velho automaticamente se enterrou até o fundo das entranhas macias daquela garota doce e quente que estava perdida no tesão total.

No momento em que Cielo Riveros deu sua última resposta, já não aguentou tanto prazer, e assim como disse ao velhote que ia gozar, uma corrente elétrica formidável e gostosa que nascia do fundo da sua boceta se espalhava em ondas por todas as extremidades do seu corpo e a fizeram explodir num dos mais formidáveis e grandiosos orgasmos que já sentiu na vida.

—Siiiiiiiiiiiiiii…!!!, Ricoooooooooo…!!!!! —gritava Cielo Riveros como uma verdadeira puta, seus gemidos prazerosos foram Emitidos desde o fundo do seu ser e da sua alma, eles percorreram e ecoaram por todos os cantos da casa do Rodrigo. Da mesma forma, seu Severiano, estimulado até a insanidade pelo tesão da garota, já estava prestes a derramar seu sêmen urgente e acumulado dentro do corpo daquela jovem tão estupenda e cheia de curvas.

Depois que Cielo Riveros soltou seu grito gostoso de êxtase, deixando claro pra sogra que tava ouvindo da sala, o velho premiou ela com um beijo nojento na boca, parecia que ele tava comendo ela viva.

— Você é minha mulher, sua putaaa! — falou depois que se separou dos lábios dela. — Não aguento maiiiis!!! Vou… me… go… zaaaar… dentro de vocêêêêê!!! — Aaaiiiii que… go… sto… soooo é issooo…!!! — Você… vai… re… ce… berrrr!!! pu… taaa…!!! to… maaaa…!!! — grunhiu com desespero, cravando o olhar no rostinho lindo de Evelin, todo relaxado de prazer, jorrando e soltando com força dentro da matriz dela uns 6 a 8 jatos potentes de sêmen quente e cheio de vida, que saía cuspido com tudo e com energia da rola dele, invadindo e dominando as entranhas mais íntimas da excitada Cielo Riveros, que sentia a potência e a virilidade do seu macho.

Ficaram grudados naquela posição por um bom tempo, a colegial toda molhada continuava com as coxas lindas bem abertas e seu Severiano ainda enfiado com a rola dentro do corpo dela. Até que, quando o quase sogro teve certeza de que não tinha sobrado nem uma gota de sêmen nos colhões dele, foi saindo devagar e tirando a rola do corpo maravilhoso de Cielo Riveros.

O casal ficou deitado na cama, exausto, por uns bons minutos, pros corpos nus e suados se recuperarem, porque com toda certeza eles pensavam em fazer de novo.

— Você é uma verdadeira puta na cama na hora de foder, garota — o velho Severiano segurava a sua jovem mulher. Abraçada ao seu corpo obeso, —Vamos descansar um pouquinho e depois repetimos, —Velhaaaaaaa…!!!, vem que precisamos de vocêêêê…!!!!.
Cielo Riveros sentiu um alívio ao ouvir que o velho que acabara de comer ela estava chamando a esposa, como se a excitação dele já estivesse passando, então ela disse:
—Seu Seveeeee…! O que cê tá fazendo…!? Não chame sua esposa que ela vai me ver deitada com o senhorrrr…!
—E daí…?, se ela já ouviu tudo, além disso agora é pra valer manda o teu namoradinho pastar, kkkkk…!, se você acabou de espalhar pros quatro cantos que ele é um baita dum viadinho e que não te merece…, hahahaha…
Quando a envergonhada garota ia dizer que de certa forma não tinha querido dizer aquilo, a dona Maria já aparecia na porta do quarto:
—Por que você sempre demora tanto quando eu te chamo…? —Disse o velhote de mau humor pra esposa, —Me traz uma cerveja bem gelada e um refri pra minha mulher…!
A patroa olhava incrédula praquele casal sem vergonha que estava deitado na própria cama dela, completamente pelados e sem se cobrir. A coitada da senhora não conseguia tirar os olhos da figura curvilínea de Cielo Riveros nua.
A menina, por sua vez, que estava vermelha que nem um tomate e abraçada de lado no corpo do homem que tinha sido o macho dela, percebia isso e de relance olhava envergonhada, a coitadinha queria morrer, mesmo assim mantinha uma das mãozinhas delicadas pousada e descansando no peito peludo e grisalho do seu Severiano. E o que mais ela poderia fazer?.
—E o que cê tá olhando com cara de besta…!!! Vai buscar uma cerveja e o refri, que minha mulher deve estar com sedeêê…!!!, —repetia o velho agora com a cara mais brava que antes.
A patroa, que sentia uma vontade danada de pegar a descarada da menina pelos cabelos, dar uns tapas nela e mandar ela embora de casa, de novo se sentiu intimidada pelo marido e simplesmente baixou o olhar pra responder.
—Severiano… não tem mais cerveja, você já bebeu todas… — Então você vai comprar elas pra mim…!!! — ordenou o velhote.
— Mas Seveee… já é tardeee e…
— Falei que você vai comprar, porra…!!! O negócio do careca Chula fecha tarde pra caralho, então lá você encontra. Tira dinheiro da minha calça e vai buscar essas cervejas…
A mulher amedrontada entrou em silêncio naquele quarto que tava impregnado de cheiro de buceta e de pau, pra depois pegar do chão a calça do marido e tirar o dinheiro. Não conseguiu evitar prestar atenção nas cuequinhas brancas da Cielo Riveros, todas amassadas do lado. Sem pensar em mais nada, a mulher magoada pegou a grana e saiu o mais rápido que pôde daquele quarto indecente.
Assim que don Seve e Cielo Riveros ficaram sozinhos de novo, foi a garota atribulada quem quebrou o silêncio:
— Don Seve…! Por que o senhor tá fazendo tudo isso comigo…? Agora nunca mais vou poder ver a dona Maria nem o Rodrigo… Sniffsss…!!!
— Como assim, Nããão…!!! — respondeu o quase sogro na hora, limpando com o polegar umas lágrimas tímidas que escorriam na carinha dela. — Entende, garota, que a partir de hoje você é a mulher titular desta casa… — VOCÊ é minha mulherrr…!!! — continuou repetindo don Seve. — E eu sou seu maridoooo…!!! Não vou deixar ninguém te encher o saco pelo que você fizer ou deixar de fazer. A única coisa que você tem que resolver pra mim o mais rápido possível é dar um jeito no pau daquele Rodriguinho, e quero que você se mande da sua casa com todos os seus trapos e venha morar aqui.
— Mas pe… pe…roooo… e o Rodrigo e a esposa dele… o que vai ser deles…!? O senhor tá loucooo…!!!
— Eles podem muito bem ficar morando aqui… ou se quiserem vazar, que vazem… tanto faz…!!! Além disso, preciso da Maria em casa pra cuidar da gente…!!!
Os sentimentos que atacavam a garotinha eram totalmente contraditórios. Ela tinha acabado de transar com o sogro, e embora de novo tivesse achado muito gostoso, ainda assim pensava que todos aqueles planos que o velho tinha na cabeça… Eram insanas.
Enquanto estava nessas reflexões, os lindos olhos verdes da garota voltaram a cair no velho retrato do casamento com Rodrigo. Dessa vez, o impacto emocional não foi tão violento quanto antes. Olhando pensativa, vieram à mente as lembranças de ter visto a mãe quase pelada, de mãos dadas com um sargento aproveitador que a tinha estuprado. Somaram-se a isso a traição da Claudia com o Dom Pedro, que talvez a essas horas também devessem estar transando, pensava a menina. Pensamentos que, estranhamente, a fizeram se aninhar com uma seriedade meiga no peito peludo do seu Seve. A carinha dela estava pousada bem ao lado de uma teta do velhote obeso.

Depois de descansarem nus e abraçados por um tempo indeterminado, e vendo que as cervejas ainda não chegavam, o velho determinou que já tinham descansado o suficiente. Ele tinha sentido a menina se aconchegando bem grudada na barriga dele. Então, olhando o corpo nu dela ainda brilhando, quis que se divertissem de novo:

— Fica de quatro no final da cama e chupa ele de novo, piranha…!! Quero ver teu corpo levantado, esse rabo. Olha que daqui a pouquinho vou arrebentar ele, hehehe. Já se apressa e me faz um boquete bem gostoso!! — pediu ele, enquanto se acomodava de costas para aproveitar a nova mamada que estava pedindo.

Cielo Riveros, que ainda tinha na mente as lembranças das traições das pessoas que ela mais amava, como pôde foi tomando a posição que tinham pedido. E, quando já estava na posição indecente de quatro, posta na diagonal sobre a cama para que o velho visse e tocasse tudo o que quisesse, agarrou com as duas mãozinhas trêmulas bem firme na base peluda da já bem ereta pica e a meteu na boca para começar a chupar e lamber de olhos fechados, tentando não pensar em outra coisa senão em fazer ele se sentir bem — e tudo em vingança de quem a tinha traído.

A colegial já estava mamando ele. bem concentrada e com seus lábios vermelhos bem apertados, a cabeça dela subindo e descendo rapidamente, também fazia círculos de vez em quando, chupando sem parar nem por um só momento, mamava como uma verdadeira desesperada, lambendo tudo que pudesse, movendo a língua em círculos pelo tronco venoso e a glande…

—Arrrrghhhss…!! Mas que puta mais gostosa você é pra chupar pica, mamãe!! —Isso aí…!! assim…!!! assim…!!! Mmmmm…!!!! Arghhhhh!!!! —grunhia e bufava o velhote diante da boquete saborosa que Cielo Riveros tava mandando—, Issooo…!!! Mama a rolaaa…!!! Come ela todaaaa…!!!! Toda…!!!! Engole inteira, putaaa…!!!!

Depois de uns 15 minutos pelo menos de uma boquete morbosa e gostosa, Dom Severiano tirou a pica de uma vez, Cielo Riveros, estranhando, se ajoelhou e se virou pra encarar o velhote, caso ele fizesse outra proposta, mas o quase sogro só ficou olhando pra ela, pasmo. Que soberba e imponente a garota parecia, ajoelhada na cama, com os cantos dos lábios escorrendo restos de líquido pré-seminal, as tetas enormes e o corpo todo brilhando hipnótico e sugestivamente.

O velho Severiano, depois de se recuperar desse estado, rapidamente se deitou na cama com a pica apontando pro teto, e então disse pra ela…

—Vem…!! Agora tô com vontade de você montar na minha vara sozinha e quero que você cavalgue ela…,

A menina, que de novo se sentia um mero objeto sexual e adorava isso, então com os movimentos mais delicados e femininos que ela fazia naturalmente, engatinhou a pouca distância que separava ela do sogro, depois levantou uma das suas pernonas poderosas, passando por cima da barriga do velhote até ficar montada nele, com a pica bem na entrada da sua buceta já escorrendo.

—Enfia ela sozinha, Cielo Riveros…!, quero ver você fazer isso…!, —ordenou o velho…

Cielo Riveros, que percebeu que era a primeira vez desde que conhecia o velhote que ele Chamava pelo diminutivo do nome dela, sentiu uma coceira sem precedentes no fundo da sua buceta. Os desejos recém-nascidos de enfiar a pica do quase sogro já quase a consumiam, então pegou aquele mastro de carne bem duro e ereto e, bem decidida, colocou na entrada da sua fenda íntima, para então, quase no mesmo instante, fechar os olhos e se deixar cair de uma só vez.

A menina estava solta de novo, virada numa mulher brava, porque ela mesma, sem esperar ordem de ninguém, começou a mexer os quadris num ritmo cadenciado pra pica entrar toda. E enquanto ela se enterrava mais no corpo dela, mais velocidade ela ganhava, tudo isso diante de um Severiano muito surpreso, que de repente a viu ficar paralisada com a pica totalmente enterrada nas suas entranhas.

Cielo Riveros achava que sentia aquela pica enorme perfurando ela até quase acima da cintura, por isso inclinou o corpo pra frente pra se segurar no encosto da cama, ficando com todos os peitos pendurados e balançando gostosamente, expostos pra seu Severiano chupar o quanto quisesse.

Seu Seve não queria acreditar, via e sentia aquela mulher gostosa de 18 anos enfiada na pica dele por completo. Da posição dele, olhava ela pelos dois lados do corpo brilhante, onde via como a linha da cintura dela virava a linha de um quadril largo pra depois se curvar e virar o rabo opulento descendo rapidamente e desenhando a reta que dava forma às coxas abertas. Entre o lado da barriga baixa, do lado oposto aos quadris, via aquela linha de carne dobrada que se formava quando ela ficava quase de quatro, montada na pica dele. E tudo isso somado ao fato de que ele ainda achava que sentia os pelinhos macios e sedosos da buceta dela se enroscando nos pentelhos grossos dele, porque naquele mesmo momento a mamasota gostosa tinha começado a mexer os quadris e a cintura bem devagar, num movimento circular. pressão pra baixo no pau dele como se realmente estivesse espremendo pra fazer ele gozar de novo.
Enquanto isso rolava na casa de seu Severiano, dona Maria já tava voltando com o pedido de cervejas, e no momento em que já tava quase a três quadras de chegar em casa, sentiu que alguém chamava ela.
Com muito pesar, percebeu que o filho dela tinha visto ela da farmácia, já que pra fazer o trajeto até o negócio do careca Chula, ela tinha que passar obrigatoriamente pelo trabalho do Rodrigo.
O moleque alcançou ela correndo:
— Mãe, o que cê tá fazendo na rua a essa hora…? Já é muito tarde…! — ele falou assim que chegou do lado dela.
— Ehhhh…! Tava comprando cerveja pro Severiano…!!! Acabou justo hoje… — dona Maria tentava falar o mais normal possível, mas o filho dela, que não era bobo, sabia que ela tava escondendo alguma coisa.
— E por que ele não saiu pra comprar…? — o moleque falou de repente.
— Meu filho… você sabe que ele trabalha o dia inteiro e chega cansado em casa… então ele me ped…
O jovem Rodrigo não deixou ela terminar:
— Ele é um aproveitador…! — nesse exato momento, o rapaz viu as marcas no rosto dela — Por que… por que cê tem essas marcas no rosto…!?
— Não é nada… e não se preocupa, é só que sem querer bati numa janela…! — dona Maria sabia que o filho ia querer ir tirar satisfação com o marido dela, não importando que era sempre ele quem acabava perdendo e saindo na pior.
— Ele bateu em você de novo, né…!? — o garoto tava realmente furioso.
— Não se preocupa, Rodrigo, e volta pro teu trabalho…!!! Já tô acostumada… além disso, a culpa foi minha, meu filho…
— Por que cê sempre defende ele…!!?? Não te entendo…!!
Dona Maria, tentando acalmar o moleque tenso de novo, falou sobre um assunto que já tinham visto em muitas outras ocasiões:
— Rodrigo… filho, foi ele quem te criou quando seu pai morreu… lembra que no começo ele não era assim, ou cê já esqueceu quando ele levava a gente pra passear na praia ou no… Campo? Ou quando você esteve na clínica por três meses, quando te operaram… foi ele quem pagou todas as despesas… se eu tivesse sozinha, nunca teria conseguido juntar todo aquele dinheiro, você não entende…? Ele… ele é estranho com as coisas dele, mas no fundo não é um homem mau…!

O garoto, que até achava que a mãe tinha um pouco de razão, mesmo assim disse o que pensava:

— Mas isso não dá o direito de bater em você nem de te tratar como uma empregada…! Além disso, não gosto que você saia a essas horas pra comprar cerveja ou seja lá o que for…

— Não é nada, filho…!!, como já te disse antes… você sabe que é ele quem nos sustenta…

Mas o moleque estava absorto, tirando conclusões:

— Mãe…!, — disse de repente, — Hoje é sexta-feira e geralmente depois do trabalho ele só vem pra tomar banho e ir jogar dominó com os amigos, e sempre chega tarde, e se não, é ele quem sai pra comprar se precisar de algo, porque assim aproveita pra falar com aqueles amigotes dele que se juntam no bar do Chula careca… por que ele te mandou?

— Ele está… está meio ocupado, meu filho…, por isso não pôde ir…, — respondeu dona Maria, pegando de novo a sacola com as cervejas pra que o filho fosse trabalhar.

— Ahhh… claro, já desconfiava… ele trouxe outra puta pra dentro de casa de novo, né?. — O moleque sentiu vontade de ir lá e matá-lo, e vendo que a mãe ficou calada, sem saber o que responder, continuou pressionando: — Vamos, mãe, para de encobrir os abusos desse desgraçado… ele tá com uma vagabunda em casa, né…!?

Dona Maria, que não sabia o que responder ao filho, sabia muito bem que o garoto tinha toda a razão, mas o que o moleque não sabia era que a vagabunda com quem o padrasto estava se esfregando era a própria namorada dele. E lembrando da cara de puta que aquela biscate tinha quando ela estava parada na porta, não teve outra escolha senão responder:

— Sim, meu filho… Severiano está… está… com uma mulher suja na cama… mas não se preocupa… eu já estou acostumada…

— Ele é um miserável…!!!, vamos, vou te deixar lá… lacasa…!!!
—Nãooooo…!!! Rodrigo, pelo amor de Deus, volta pro teu trampo…!!! —implorou dona Maria ao filho pra evitar a dor de ele encontrar a namorada dele transando com o padrasto.
—Nem me fala… vou te deixar lá…!!! Além disso, meu chefe foi quem me avisou que te viu passar e me deu permissão pra vir te ajudar… então me dá a bolsa…!
—Tá bom, meu filho…! Mas… mas só me deixa na porta e volta… não quero que você tenha problema no trampo por minha causa.

Assim que mãe e filho fizeram o curto trajeto até a casa, seu Seve com Cielo Riveros estavam metendo com tudo naquela buceta gostosa que estavam comendo.
O garoto rapidamente tirou do bolso as chaves da porta e foi ele quem abriu e entrou primeiro. A senhora rapidamente se meteu na frente dele, já que não queria vê-lo sofrer. Os gritos e gemidos femininos que vinham do quarto eram guturais.
—Não, meu filho…! Pelo amor de Deus, não vai nem fala nada… senão ele vai te bater…!
—É que ele não pode te desrespeitar desse jeito…! Deixa eu ir e falar umas verdades, principalmente pra essa puta imunda…
—Filho, você me prometeu que ia pro trampo e que só ia me ajudar… pelo amor de Deus, não entra nesse quarto… se você me ama mesmo, por favor não fala nada.

Enquanto isso, os gritos que vinham do quarto do casal eram lendários.
—Esse miserável… se tá com a mesma puta da outra vez…! —disse o moleque pra mãe preocupada.
—Você já tinha ouvido eles…!? —a cara da senhora era de surpresa, já que agora entendia que o filho já tinha escutado eles pela forma como ele falou a última parte.
—Sim, pelo jeito que essa vagabunda grita… é a mesma que ele já trouxe pra casa uma vez…!!!
—Meu filho, pelo amor de Deus, amadurece…!!! —disse finalmente dona Maria, —Eu dou meu jeito sozinha… amanhã ela já vai ter ido embora…
—Tá bom… vou embora…! Mas só porque você tá me pedindo, e se tranca no meu quarto e não escuta eles…
—Assim vou fazer. Faz isso, meu filho… não se preocupa… e vai com cuidado.
Assim que finalmente ficou sozinha na sala de estar, a dona rapidamente pegou as cervejas e colocou na geladeira. Depois disso, pegou uma bandejinha onde colocou uma das garrafas e um copo. Quase colocou outro copo com refrigerante, como o marido tinha pedido, mas no fim não fez isso. Ela não ia atender aquela sem-vergonha e descarada, que já devia estar há sei lá quanto tempo transando com o marido dela pelas costas dela e do filho.

Enquanto isso, lá dentro do quarto do casal, a trepada que os amantes estavam dando já era um escândalo. Cielo Riveros, sempre montada na barriga do velhote, continuava fazendo uma série de ondulações quase diabólicas. Os movimentos pélvicos com que ela comia a pica do seu Seve eram alucinantes, ela fazia com vontade, pra trás e pra frente, bem rapidinho. A garota agora se movia só por instinto animal.

Foi no momento em que Cielo Riveros se movia forte em cima da pica do seu Severiano, rebolando os quadris de um jeito ondulatório e delicioso, que a dona Maria entrou no quarto:

— Se… Severianoooo… aqui trouxe sua cervejaaa…! — A senhora, mesmo sem querer olhar aquela imagem escandalosa, não conseguia desviar o olhar do corpo da moça, que, embora continuasse se movendo na vara, já não fazia com a mesma loucura de antes. Ela não olhava porque estava excitada nem nada disso, era simplesmente que ainda não acreditava que uma jovem tão gostosa quanto a Cielo Riveros estivesse na cama com o marido dela. A situação simplesmente não fazia sentido pra ela, e tão mocinha que parecia, pensava. Foi o velho quem a tirou dessas estranhas meditações.

— Traz essa bandeja e deixa no criado-mudo… — A dona via o marido dando ordens com as mãos grandes apoiadas nas cadeiras brilhantes da jovem amante.

Quando a colegial ouviu a voz da sogra daquele jeito automática foi diminuindo seus movimentos, mas não entendia por que não conseguia parar de se mexer completamente, sendo que o normal era ela se soltar da pica e se cobrir.
Cielo Riveros percebia que a senhora Maria estava olhando como ela estava dando para o marido dela, e como eu já disse antes, ela não conseguia parar de se mexer. A única coisa que conseguiu fazer foi tirar as mãozinhas do encosto da cama e endireitar o corpo, ficando rebolando suavemente em cima da pica que estava bem enfiada na buceta. Era como quando a gente para o carro e deixa o motor ligado, pra vocês entenderem.

A senhora Maria, com as pernas trêmulas, entrou até onde estava o criado-mudo, só olhava de relance o corpo nu da gostosa novinha. Assim que saísse daquele quarto imundo, se trancaria no quarto do filho, como ele tinha mandado, pensava a velhinha.

— E cadê o refrigerante da minha mulher…!!?? — perguntou irritado o velho Severiano pra esposa.

A sofrida dona, depois de pensar por uns segundos, disse o que achava do assunto:

— Eu… eu não vou atender essa p…pu…putaaa…! — falou finalmente, olhando pela primeira vez com ódio pra novinha nua, cuja expressão no rostinho era como se não ligasse pro que estava acontecendo ali. Cielo Riveros também ficou olhando pra velha, mas só piscando de um jeito sensual por causa do gostoso que sentia a pica enfiada.

O velho indignado, que por nada desse mundo tirava as mãos das caderonas macias que se mexiam no ritmo em cima do apêndice dele, quase fulminou a esposa com a resposta:

— Se você atendesssss…!!! Então vai logo buscar aquele copo com refrigerante que eu pedi…!!!!! E não quero que nunca mais se refira a ela desse jeito, porque senão juro que te chuto até te deixar desacordada…!!!!

— Severiano, chega…!!! Eu fiz tudo o que você pediu… mas não vou tolerar…

— Cala a boca, desgraçadaaaa…!!! Olha, se você não for pra cozinha agora mesmo e me trazer aquele copo, pode se preparar… —Já foi despachada dessa casa. —Ahhh, mas lembra que seu moleque entra na faculdade ano que vem… Quem vai pagar essa porra toda se vocês saírem daqui? Vai ser VOCÊ? Porque com o que aquele cara ganha na farmácia, não dá nem pra comprar o sal de tudo que se come no mês… Então decide!
—Tá bom, Severiano…! Vou trazer ele… mas só porque…
—Não…!!! Mudei de ideia…! —interrompeu o velho. —Guria, manda ela trazer algo pra beber…!!
—É que don Severiano… parece que a dona Maria tá meio brava comigo… —disse a gostosa que não parava de se mexer, sem se importar com a nudez e que a ex-quase-sogra estivesse a menos de um metro dela.
—Pede logo, sua burra…!!! Ou senão vou levantar da cama e moer ela de porrada na sua frente…!!!
Como a guria queria que aquela senhora fosse embora o mais rápido possível daquele quarto pra ela continuar o que tava fazendo antes de ser interrompida, ela falou:
—Ehhh… dona Maria, me traz um refri…!
—E fala pra ela se apressar porque você tá cansada com o que tá fazendo…!!! —o velho agora também falava com arrogância pra estudante.
—E por favor, se ap…
—Não…!!! Pede sem o “por favor”…!!! Manda com mais autoridade…!!! Lembra que a partir de hoje você é a mulher dessa casa…!!!!
—Ehhh…!! Se apressa…!! Porque já tô cansada com o que tô fazendo…!!!! —disse finalmente a guria, se mexendo deliciosamente devagar e olhando pra pobre dona Maria, piscando sensual com seus lindos olhos verdes. De verdade, só de falar assim com ela, já tava fazendo ela se sentir ainda mais gostosa.
—Já ouviu minha mulher, sua estúpida…!!! Agora traz o que ela tá pedindo…!!!
A humilhada dona Maria não teve escolha senão ir buscar o refri e deixar na mesma bandeja da coroa. Os amantes continuaram transando o tempo todo como se ela não existisse, então a pobre mulher, depois de trazer o refri que a Cielo pediu… Riveros não teve outra alternativa senão ir descansar no quarto do filho, já que estava claro que a jovem putinha do Severiano não ia embora até o dia seguinte.

Enquanto isso, no quarto principal, o dom Severiano babava de tesão com os movimentos de quadril e pélvis tão deliciosos que a linda colegial dava no pau dele. Ele sentia que ela apertava a rola com a buceta, como se aquela gostosa estivesse chupando a vara dele para extrair mais uma vez até a última gota de porra, enquanto a garota rebolava gostoso, pensava o velhote consigo mesmo.

Uma Cielo Riveros muito lasciva, que naqueles momentos delirantes estava novamente sendo tomada pelas sensações mais prazerosas, foi aumentando o ritmo das reboladas. Agora ela tirava o pau do dom Severiano quase até um pouco mais da metade, para depois se deixar cair com brutalidade, a cintura se movendo de forma frenética.

— Arggggssss…!!! Que delícia que você fode, putinhaaaaa…!!! — disse dom Seve para a sua mulher.

Cielo Riveros — Gostaaa…!? Gosta do jeito que eu faço com vocêêê…!? — perguntava a menina, sempre gemendo gostoso enquanto as tetonas dela balançavam onduladamente na frente da cara do velhote excitado.

— Sim, putinhaaaa…!!! Assim…!!! Rebola mais forteeee…!!! — Ohhh, você me encantaaaa…!!! Slurrpssss…!!!! Mais forteeee…!!! Slurpssss…!!! — era o som da língua dele enquanto chupava e apertava os peitos dela com força — Você é uma puta gostosa e safadaaaa…!!! — gritava e reclamava o quase sogro dela.

— Cielo Riveros — Ahhhh…! Mmmmm…!! Dom Seveeee…!!! Sinto o seu pau na altura do meu umbigoooo…!!! — disse a menina no mesmo instante em que se deixou cair completamente, engolindo toda a extensão daquela rola grossa e quente para começar de novo com um movimento pélvico frenético de trás para frente, mexendo o corpo todo de um jeito endemoniadamente rápido. A cama de casal do dom Severiano rangia como nunca antes, tudo por causa dos movimentos ferozes da nossa inigualável colegial. Até que o corpo esplendoroso e estiloso da CieloRiveros não aguentou mais, todo o tesão e excitação acumulados pelas situações morbidamente vividas naquela noite estavam prestes a se espalhar por todo seu corpo curvilíneo, e o velho Severiano, que sabia o que estava prestes a acontecer, mais uma vez incentivava sua mulher a gozar tudo o que ela quisesse:
— Isssooo…!!! Mete…!! Mete mais forte, putaaa…!!!
— Goza no meu pauuu…!!! — animava o velho Severiano com cara de tarado.
Cielo Riveros — Siiim…!!! Ahhh…!!! Que gostosoo…!!! gostosoo…!!!! Se… se… verianooo…!!! Meu amoooor…!!!! Ahhh…!!!! Mmmmm…!!!! — gemeu escandalosamente a gostosa.
— Ohhh…!!! Putaaa…!!! Que maravilha sentir você chupando meu pau com essa sua boceta…!!!! — o velho gritava com uma teta em cada mão, depois voltando a chupá-las.
Cielo Riveros — Siiim…!!!! Seu Severiaaano…!!! Eu como ele todinho…!!!! Todinho…!!!! Isssooo…!!! Isssoooooo…!!!! Chupa meus pe… pe… peitoss…!!!!
Don Severiano, que não se cansava de admirar o rosto aliviado de prazer da bela novinha enquanto ela chupava a rola dele com a buceta uma e outra vez, num ataque de tesão se afastou das tetonas dela, que estavam cheias de marcas vermelhas dos muitos chupões que ele tinha dado, e puxou ela violentamente pelos cabelos, obrigando-a a ficar bem enfiada no pau dele para dizer:
— Me escuta, putaaa…!! Você é minha a partir de hoje…!! Entendeuuu…!!??
— Cielo Riveros — Siiim…!!! — respondeu a bela novinha balançando a carinha apaixonadamente de um lado para o outro, sem se importar que estivesse sendo puxada pelos cabelos.
Movimentos que quase enlouqueceram de tesão o velho Severiano, que o levaram a empurrar e soltar a colegial com força, deixando-a caída aos pés da cama, para rapidamente se ajoelhar, pegá-la e colocá-la de quatro na cama com a bunda brilhante apontando para o pau dele, e sem esperar mais Nada mais lhe deu ciência do que vinha agora:
—Agora sim, garota, agora vou meter no teu cu…!!! —disse ele, no mesmo instante em que, com as duas mãos, pegava de par em par aquele suculento par de bundão e descobria seu orifício traseiro para, na hora, cuspir com precisão nele e apontar sua grossa pica com a única intenção de enfiar.

Quem visse as grandes diferenças que existiam no diminuto buraquinho de Cielo Riveros com a grossa tranca que o velho pensava enterrar nela diria que aquela façanha jamais se concretizaria.

Mas dom Severiano pegou sua rola com determinação, ela já estava estourando de tanto semen acumulado, e Cielo Riveros, que ficava atenta a essa situação, olhando de sua posição para trás, já se preparava mentalmente para aguentar o iminente empalamento anal que o velho se preparava para lhe dar. A cabecinha oleosa e cheia de porra já estava na entrada do esfíncter.

—Quer no cu, putaaa…!? —perguntou o velho, percebendo que a menina olhava pra ele com cara de safada e respirando ofegante pela boca.

Cielo Riveros:
—Sim, seu Severoooo…!!! Mete no meu cuuuu, me arrebenta toda, quero que me parta no meio e que eu não consiga mais cagar…!!!! —respondeu a colegial, com a respiração totalmente agitada.

Dom Severiano ajustou a rola bem firme nas carnes da bunda para que ela não escorregasse no momento em que ele fizesse pressão. Depois, segurou com suas duas mãos grandes no espaço entre os quadris e a cintura da garota, uma mão de cada lado, e agora, sem nenhum tipo de cerimônia, com uma única e certeira estocada, enfiou ela inteira, chegando até as vísceras lá dentro do corpo da linda jovem, deixando ambos os corpos encaixados na típica posição em que os cachorros comem as cadelas.

E assim começou um furioso vai e vem anal, com Cielo Riveros de quatro e com os olhos fortemente fechados, desfigurando sua cara, pra cada estocada feroz de pica que enfiavam no cu dela.
A rola do seu Severiano entrava apertada naquele buraco anal apertado, enquanto a mina só aguentava aquela dor gostosa mas forte que sentia lá dentro do rabo, sentindo a pica do quase sogro invadindo todo o espaço das entranhas dela. A sensação era como se o cu dela fosse explodir a qualquer momento, de tanta compressão e falta de espaço lá dentro.

Mas Cielo Riveros sabia muito bem qual era o papel dela como mulher no ato da trepada, fosse por qualquer um dos três buracos (oral, anal ou vaginal). O negócio é que ela agora acompanhava o velho nos movimentos desenfreados de enfiar, jogando o corpo pra trás com força quando o coroa empurrava a pica pra frente, se sincronizando perfeitamente no tesão do sexo anal que os dois estavam tendo.

Seu Seve começou a acelerar as enfiadas, cravava com raiva aquele pedaço monstruoso de pica bem fundo no cu dela, e ela já não aguentava mais de tesão, só se concentrava em apertar o esfíncter quando a rola que a perfurava tava toda enterrada. Isso fazia ela se sentir muito gostoso, o prazerzinho gostoso ia se concentrando aos poucos no fundo do cu dela, e quando já tava instalado lá, a novinha começou a rebolar o corpo pra trás com uma energia que nunca tinha sentido antes. O prazer anal tava detonando a anatomia jovem dela, e seu Seve percebia isso, então começou a meter no cu dela do jeito mais brutal que conseguia.

Até que a colegial não aguentou mais tanta satisfação gostosa no corpo dela. Uma série louca de choques de prazer anal explodiu de forma violenta dentro do corpo dela, percorrendo e se espalhando por todos os cantos da anatomia esbelta dela. A gostosa sentia que tava se desintegrando, enquanto os olhos verdes lindos dela iam ficando brancos, se revirando. devido ao tesão tremendo que estava sentindo, sua linguinha também estava para fora sem ela perceber, até que quando em seu rosto já se marcava uma expressão do prazer mais mundano e vicioso que alguém possa imaginar, soltou de seus lábios e de seu estômago um gutural grito de felicidade carnal.
Cielo Riveros --Aaaahhhhhhhhhhhhhhh…!!!!!!!!!!
Don Seveeeeeeeeeeee!!!!! que gostosooooooohhh…!!!!! que gostosoooooo…!!!!! ohhhh…!!!!
Don seveeeeeeee…!!!!!! Don seveeeeeeeeee…!!!!!!!, -a guria não conseguia parar de chamar o velhote enquanto estava se acabando de cu, enquanto seu corpo era vítima de uns deliciosos e avassaladores espasmos de prazer a puta gritava, gemia de prazer anal.
Para don Severiano isso foi o auge do tesão, então ele resolveu premiá-la com as mais selvagens e brutais das suas estocadas, tentando partir a bunda dela em dois pedaços nos momentos em que a guria continuava gozando uma e outra vez até que ele mesmo se viu gozando junto com ela no mais intenso e quente orgasmo que já tinha tido em toda a sua vida:
--Agora, vadiaaaaaaaaa…!!!!!!, -gritava o quase sogro com todas as suas forças e todo suado, --Tomaaaaaaa…!!!!! Tomaaaaaaaa…!!!!! –Aí tem mais semenmmmm…!!!!! Argggggggghhhhh…!!!!!!!
O velho gozava como um louco nas entranhas da garota, foram outras 6 descargas abundantes que Cielo Riveros teve que engolir agora pelo cu, até que quando don Severiano já estava totalmente parado e sem nada mais para expelir foi quando ficou deitado sobre o corpo todo molhado da colegial que respirava ofegante e com um sorrisinho estranho no rosto, não se importava em ter que aguentar o corpo pesado que tinha sobre suas costas. A dona Maria não conseguiu dormir direito naquela noite, porque o casal barulhento quase amanheceu transando, o rangido constante da cama até altas horas da madrugada deixou isso bem claro.

Já eram 8h da manhã e Cielo Riveros, depois de acordar abraçada ao corpo obeso do sogro, só então se deu conta das atrocidades que tinha cometido naquela cama. O velho também tinha acordado e a olhava orgulhoso pela noite tão gostosa que ela tinha dado pro pau dele.

— Seu Seveee... tenho que ir... Rodrigo já deve estar chegando...

— Você vai depois do café, gata... já pedi pra Maria preparar...

— Ah, não...! Sua esposa vai me matar assim que eu sair deste quarto...!

— Fica tranquila, gata, já resolvi essa situação. Enquanto você dormia, expliquei como é que ia ser daqui pra frente e ela não vai abrir a boca, kkkkk...

— Sério?

— Sim... pensei na gente e, pra você ver que sou bonzinho, foda-se, te dou duas semanas pra resolver a situação com o maricas do Rodrigo...

A menina estava toda confusa, ela não queria terminar o relacionamento com o amado, mas seu Seve tinha feito ela se sentir tão gostosa de novo, que não sabia que decisão tomar.

— Ehhh...!! Posso ir tomar um banho? — perguntou de repente pro seu macho, deixando o problema pra pensar depois.

— Claro que pode, minha rainha... já te falei que você é a mulher desta casa... não esquece. — Mariaaaaaaaa...!!!! — berrou de novo chamando a esposa... — Traz toalhas limpas pra minha mulher e prepara o banho que ela vai tomar uma ducha antes de receber o namorado dela, hahahaha...!!!! — disse debochado assim que a senhora chegou no quarto.

Cielo Riveros ficou morrendo de vergonha, mas agora a menina, mesmo ainda nua e abraçada ao corpo de seu Severiano, pelo menos tinha coberto os corpos com os lençóis da cama.

40 minutos depois, com Cielo Riveros e seu Severiano sentados à mesa Prontos pra tomar café, com a colegial toda banhadinha, mas meio olheirenta e acabada, e com seu Severiano todo desgrenhado e com a barba por fazer, só enrolado num roupão de levantar, a porta da frente da casa se abriu e entrou Rodrigo.
O moleque ficou sem fala ao ver sua amada Cielo Riveros sentada à mesa, nem ligou pra presença do padrastro, que lia o jornal matinal absorto. Foi a dona Maria que, depois de um breve silêncio, colocou o filho a par da situação.
— Olha só quem veio te ver, meu filho…! A gente tava justamente te esperando pra gente tomar café da manhã em família…
Rodrigo se sentiu

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