Primeira parte: provando um trava (Conto gay)

Foi uns meses atrás, eu tinha brigado com minha mina, um relacionamento meio tóxico, então tava de boa até, mas queria ação. Essa tarde caiu o Germán, um amigo de infância que eu não via há tempos, e toda vez que a gente se encontrava, ele me incentivava a ir comer uma travesti amiga dele, que é cabeleireira, mas curte tudo. Sempre tinha falado não, mas a verdade é que tava com o saco cheio e aceitei, ele ficou doido de alegria.

A gente marcou pra quinta à noite na casa do Germán, ele me perguntou um milhão de vezes e me mandava mensagem toda hora pra eu não desmarcar, achava que eu ia dar pra trás. Chegou quinta e me preparei como quando ia encontrar uma gostosa, tomei banho, depilei bem a pica e o saco e saí. Cheguei, toquei a campainha e entrei pelo porteiro, subi no elevador e o Germán abriu a porta peladão. O Germán tem um corpo meio fortinho, peludo dos pés à cabeça e uma pica que naquele momento tava dormindo, mas quando acorda impressiona de grossa que é, mais do que comprida.

G: - Entra, entra que já estamos! Fica à vontade.

Entrei e fomos pro quarto, e quando entrei ele comentou:

G: - Aqui estamos, te trouxe um amigo que quer provar o que é bom.

Lá estava a Luci, uma ruiva linda, tinha o corpo pequeno, peitos bons e uma pica muito boa.

L: - Oi, papai! Então você é virgem no que é bom?

E antes que eu respondesse, começou a apalpar meu volume que não demorou a ficar duro. Ela abaixou minha calça e adorou que eu tivesse depilado, mandando um comentário ácido pro Germán sobre como uma pica sem pelo fica bonita e gostosa. Aí o Germán respondeu:

G: - Sabe que você quer minha pica acima de tudo, bebê.

E se aproximou, e a Luci começou a bater uma pra nós dois ao mesmo tempo, e daqui a pouco já tava chupando as duas picas. Depois de um tempo, eu queria meter, tava com o leite explodindo, então levantei ela e joguei na cama de barriga pra cima, tirei uma camisinha do bolso e comecei a dedar o cu dela, a pica não demorou a entrar e comecei a foder enquanto batia uma pra ela como um louco. O Germán se masturbava e assistia. Todo muito excitado e comenta enquanto eu bombava. G: - Dá uns beijinhos nele, não vai te matar. Olho pra ele e ele faz um gesto com a língua contra a bochecha imitando uma rola, enquanto a Lucí me pega pela cabeça e leva minha boca até a rola. Ali estava eu, meio desconfortável, mas chupando minha primeira rola enquanto continuava dando. Algo muito excitante, embora a toda hora ela me corrigisse pra não morder, pra massagear com a língua, pra engolir o máximo possível, até que comecei a chupar mais ou menos bem. Mas chegou um ponto que eu gozei, mas ela não. Ia parar de chupar pra deixar o Germán começar, e ele comentou. G: - Não deixa ela assim, continua que eu começo por cima. E levanta ela até deixar de pé e começa a beijar a boca dela, mas eu fico entre os dois e, enquanto continuava chupando a rola dela, sentia a rola do Germán esfregando na minha nuca, enquanto a Lucí masturbava ele. E entre um beijo e outro, Germán comenta, todo excitado: G: - Sai uns beijinhos pra mim também. Enquanto me puxava pela nuca pra rola dele. E antes que eu pudesse responder, já tinha a cabeça da rola enfiada na boca e, sem poder reclamar, pulava de rola em rola. E passava da rola depilada da Lucí pra rola grossa e peluda do Germán. E enquanto chupava uma, masturbava a outra. Lucí comenta que tava quase gozando, e Germán, sem parar de beijar a boca dela, me agarra pela nuca e começa a foder minha cabeça enquanto masturbava a Lucí em alta velocidade. Eu já não aguentava mais as ânsias, e quando a Lucí quase gozou, ele tira a rola da minha boca e manda eu abrir bem a boca enquanto o gozo da Lucí lava minha cara, e enfia a rola dela até a garganta, chupo ela por um bom tempo entre ânsias. Ele me agarra de novo pela nuca e comenta: G: - Vem cá que não acabou, essa noite você não esquece mais. Me segura a cabeça com as duas mãos e começa a foder minha boca enquanto, entre engasgos e minhas ânsias, me pede quase numa ordem pra olhar na cara dele. Depois de um tempo, tira a rola e manda eu chupar as bolas dele, enquanto ele continuava se beijando com a Lucí e me olhava a toda hora, e se... masturbava a toda velocidade e comenta G: - hoje você vai ficar cheio... bebe... aí vem a porra, engole tudo, abre bem, bem a boca e coloca a linguinha pra fora. Obedeço quase sem pensar e ele para de se masturbar abruptamente e encosta a pica na ponta da minha língua, mandando toda a porra goela abaixo, e entre tosses, ânsias e engasgos, enfia a pica na minha boca e ordena no meio da excitação. G: - sem cuspir, sem cuspir, engole tudo tudo. Bem obediente. A porra escorria pra todo lado por causa das ânsias, mas não tiro a pica e continuo chupando um bom tempo até ficar mais ou menos limpa, ele tira e quando acho que acabou, senta na cama e ordena G: - vem, continua chupando minhas bolas, que eu adoro, e masturba ela devagar. Eu fico de quatro, e sinto a Lucí começar a acariciar minha bunda e comenta L: - hoje é noite de ida e volta. E Germán responde enquanto a pica já tava dura de novo. G: - sim, vida, faz o que quiser que ele vai adorar tanto quanto eu. Continua...

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