História de um homem humilhado pt1

Olá, sou Carlos, um homem humilhado. Não sou esse tipo de humilhado que vocês pensam, não sou aquele corno ativo que transa com a mulher e participa sendo humilhado, muito pelo contrário. Minha mulher há tempos tem umas aventuras das quais não faço parte, nem me dão tesão. Isso já dura anos, e a gente continua junto por causa do que os outros vão falar. Ela foi um grande amor, nunca fui infiel, mas um dia parece que ela se cansou de mim. O primeiro cara foi um sujeito que não sei nada sobre. Foi de manhã, por um acaso eu estava me sentindo mal e voltei mais cedo pra casa, e sim, peguei no flagra. Não cheguei a ver o que rolava, mas ouvi. Naquela hora, meu corpo inteiro tremeu, não sabia como reagir, se entrava e matava os dois ou o quê. Só me virei e fui embora, fui direto pra casa de um amigo de infância que sempre procuro nessas horas e contei que minha mulher tava me traindo. Bom, nessa situação qualquer um pega suas coisas e vai embora, mas eu tenho que deixar minha casa e metade do meu salário pra uma mulher que não faz nada, ela sairia ganhando mais do que eu. Encarei ela, falei tudo, e ela só disse: "se não gosta, já sabe". Passou muito tempo sem eu saber o que fazer, entre perdões e tal, fingi que nada aconteceu e perdoei, mas essa paz não durou muito. Foi um dia que ela chegou bêbada com um cara na minha casa, o Nelson, um venezuelano que parece que adora se ouvir falar, os dois muito bêbados, meus filhos estavam dormindo, eu tinha que acalmá-los, ela me chamava de corno, de pouco homem, de pinto pequeno, e esse sujeito pedia pra ela se acalmar. Naquela hora, meu mundo desabou, me senti muito humilhado. Foram dias muito escuros, sem querer voltar pra casa, mas tenho meus filhos que são pequenos e não posso abandoná-los, eles não sabem de nada do que rola. Com o tempo, virou rotina minha mulher sair de noite e não voltar por dias, até viaja com esse venezuelano, o mais triste que quem paga a farra sou eu, mas o que eu podia fazer? Era migalha comparado com o que posso perder hoje. Foram dias, meses e já vão 3 anos vendo minha mulher viver a vida enquanto eu cuido dos nossos filhos. Uma vida humilhante, às vezes eu cedia ao desejo e a gente transava de vez em quando, obviamente usava camisinha, me dava medo, pra falar a verdade, da putaria que ela era, pra depois ela vir me dizer que não deixava ela satisfeita... E um dia entrei no Poringa, por coisas da vida um conhecido me mostrou essa página... Aqui conversei com várias minas que tiveram seu tempo, comprei packs, recorri à punheta pra satisfazer minhas necessidades. Não foi até uns 2 meses atrás que conheci um casal que teve seu tempo de conversar comigo...

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