Por que um cara levaria uma mulher pra um show de stripper? Principalmente uma mulher que ele ama. É uma idiotice, né? E foi.Lá estava Álvaro, levando Yazmín, a mulher que ele mais queria no mundo, pra um lugar desses. Até ela se sentia desconfortável sendo levada pra aquele antro, mas pra não fazer desfeita, não reclamou.
Álvaro e Yazmín não eram exatamente um casal. Tinham sido colegas de colégio; foi lá que se conheceram. Mas ele, na época bem tímido, não teve coragem de declarar seu amor. Quando essa fase acabou, não se viram mais, até que ele usou o Facebook pra encontrá-la e se aproximar de novo.
Enquanto ela falava da vida atual dela na cafeteria onde tinham marcado, Álvaro relembrava aquela época de punhetas diárias feitas em homenagem a ela. Na adolescência, ele se contentava em conseguir uns toques "acidentais". Sorrateiramente, chegava a tocar algumas partes do corpo dela, como as pernas, os peitos ou a bunda macia; claro, na discrição.Ele era fascinado pelo corpo gostoso dela e pelo jeito que ela mostrava. Naquela época, não era comum as meninas usarem a saia do uniforme escolar acima do joelho, mas a Yazmín era a única que usava minissaias super curtinhas que não passavam da metade da coxa. Assim, ela exibia umas pernas morenas e suculentas que terminavam em duas bundas gloriosas, que se destacavam pelo volume e pelo formato bonito. Além disso, tinha uns detalhes que enlouqueciam o jovem adolescente admirador daquela beleza. Por malícia, por provocação ou por ser algo natural nela, mas toda vez que ela ia sentar (ela sentava bem do lado dele),Passava a mão na beirada da saia dela e levantava ainda mais, como se quisesse mostrar a parte de cima da coxa, até o quadril. Era algo que o excitava.
Mas a lembrança mais tesuda foi quando, numa visita a um museu que o grupo escolar fez, indo até lá de metrô, tiveram que encarar a multidão. Enquanto os outros colegas conseguiram lugar num dos vagões, Yazmín e Álvaro foram os únicos que ficaram pra trás, tendo que esperar o próximo trem.
Ficando sozinho com ela, Álvaro já se sentia sortudo, mas o melhor ainda estava por vir. O próximo trem vinha mais lotado que o anterior, mas, como tinha mais gente atrás deles, assim que as portas abriram, essa multidão os empurrou pra dentro do vagão, deixando Yazmín bem na frente dele, tão apertados que nem conseguiam se mexer.
A pica do Álvaro ficou praticamente encravada entre as volumosas bandas de carne macia que formavam a bunda deliciosa da garota. Só o tecido das roupas separava o pau dos glúteos bem torneados dela. Nessas condições, foi inevitável o moleque ter uma ereção. Uma que ela também percebeu, mas nunca falou nada.
Essa lembrança ficou gravada na mente dele.
Assim, Yazmín se tornou um desejo bonito e ilusório. Mas, agora que ele tinha visto ela de novo, não ia perder a chance.
No entanto, naquele encontro, ele estava muito nervoso, as mãos suando pra caralho. Ainda assim, curtiu rever os peitões generosos dela; as curvas delicadas. Aproveitou o cheiro gostoso que vinha do cabelo dela; era exatamente como ele lembrava.
Conversaram, cada um falou da sua vida. Ele, claro, disse que continuava solteiro; ela também estava, mas ia casar.
Saber disso destruiu as ilusões do homem esperançoso. Álvaro quase pediu ela em casamento ali mesmo, mas depois de ouvir isso, o bom astral foi pro ralo de uma vez. Depois de se despedir, não conseguiu tirar Yazmín da cabeça. Mas agora ele a via com ódio em vez de esperança; sentia-se traído.
Voltou ao perfil dela no Facebook, só para procurar entre os contatos o desgraçado com quem ela ia se casar; sem conhecê-lo, já o odiava. Não conseguia evitar o ciúme, Álvaro a amava, de verdade a amava, e aquele filho da puta estava...
Ver ele só aumentou a raiva. O cuzão se exibia todo ostentoso: carros, roupas, fotos no exterior.Porra, Yazmín, dá pra ver que ela só quer ele pelo dinheiro, sua maldita interesseira!», pensou.
Naquela noite não conseguiu dormir, corroído pelo ódio e pela raiva. Tinham fodido com o maior desejo dele. Na cabeça dele, os pensamentos eram uma tempestade que não parava; não conseguia parar de imaginá-la sendo comida por aquele maldito com quem ela só transava por causa do dinheiro.
Mas de repente, uma ideia surgiu. Um plano foi se formando na mente dele, e aquilo o animou, dando-lhe novo ânimo. Embora agora suas intenções fossem mais maliciosas.
Mas para levar aquilo adiante, ele precisaria da ajuda de alguém. Foi assim que, no dia seguinte, foi procurar um conhecido. Roberto era um amigo que ele conheceu numa academia uns anos atrás. Ele era instrutor lá, mas também tinha outra atividade: era stripper. Depois de explicar seu plano, Álvaro pediu encarecidamente sua ajuda. Roberto aceitou, não seria a primeira vez que faria aquilo com uma mulher.
Então ele pediu para ver Yazmín de novo. Mas dessa vez, marcou num lugar bem diferente.
"Surpresa, é sua despedida de solteira", disse ele para justificar a natureza do lugar onde a chamou. Era uma boate de strippers. Álvaro disse que queria dar aquela diversão para ela curtir suas últimas noites de solteira.
Meio por obrigação, Yazmín aceitou entrar no lugar. Era evidente que ela estava desconfortável, mas segurou o incômodo, só para não parecer grossa. Quando o show de alguns strippers começou, Yazmín reconheceu que estava se divertindo. Os homens de músculos oleados, depois de tirar algumas peças de roupa, convidavam uma ou outra mulher para subir no palco. Lá, brincavam com elas em dinâmicas sensuais e divertidas.
Álvaro ria junto com Yazmín, mas o motivo da risada dele era algo além do show que estavam vendo naquele momento. Ele sabia bem o que viria, e ansiava por isso. O plano dele era que o já combinado Roberto convidasse Yazmín para o palco e, enquanto o homem brincava com ela, Álvaro a gravasse com o celular para capturar as "indecências". às quais ela seria submetida. Seu objetivo era que, por meio da gravação, pudesse colocar Yazmín em uma situação complicada diante de seu futuro cônjuge. Ele achava que aquilo criaria um conflito que destruiria seus planos de casamento.
Por isso, Álvaro mal podia esperar que chegasse a vez de Roberto. Quando ele apareceu no palco, iniciou seu show exibindo suas habilidades. Com segurança e agilidade, livrou-se das roupas, ficando só de tanguinha. Mostrou assim sua musculatura bem trabalhada.
A atenção de Yazmín, segundo Álvaro achou ter visto, focou-se no tremendo volume que se escondia dentro da tanguinha do homem que, naquele momento, desconhecia a relação que tinha com seu companheiro de mesa.
Roberto desceu do palco e caminhou entre a plateia, como se procurasse a mulher que convidaria para participar, embora soubesse bem que, assim que visse Álvaro, levaria a mulher que o acompanhasse. Então, quando chegou à mesa, sem dar a entender que conhecia Álvaro, Roberto estendeu a mão para a mulher. Ela se mostrou relutante.Porra, hipócrita do caralho, dá pra ver bem que ela gosta, sim.—, pensou Álvaro, que se antes via Jasmim como um anjo imaculado, agora a via como uma puta indecente que escondia sua verdadeira natureza.
Naquele momento, Álvaro sentia sentimentos contraditórios ao seu objetivo original. Se no começo ele queria Jasmim só para ele, agora desejava que ela fosse com Roberto só para alcançar seu objetivo malicioso.
Depois da insistência de Roberto e de outras mulheres nas mesas ao redor que a incentivavam, Jasmim se deixou levar pela mão do musculoso macho.Não sou muito fiel ao seu namoradinho— pensou Álvaro ao vê-la ir atrás de Roberto.
Uma vez no palco, Roberto ofereceu uma cadeira a ela. Ela se sentou, e então o homem dançou eroticamente para ela. De vez em quando, ele a surpreendia colocando o volume do seu pacote praticamente na cara dela, sem parar de rebolando de um jeito sexy. Yazmín ficava corada, mas também ria.Dá pra ver que ela tá gostando pra caralho», disse para si mesmo Álvaro, que discretamente pegou o celular e começou a gravar a ex-colega naquela situação comprometedora. O plano ia muito bem, pelo que ele achava.
Roberto fez com que ela se levantasse e a carregou com total domínio. Dava pra ver que não custava nada levantá-la no colo, e assim simulou foder ela. Depois disso, deitou ela no chão e ali também encenou uma cópula violenta diante de um público feminino que aplaudia essas ações. Depois de umas investidas na zona genital do pacote sexual de Roberto, ele se colocou num clássico 69 e assim o rosto da moça foi o receptor do pacote genital que se esfregou nele.
De repente, Roberto a pegou pela cintura e a virou só pra deixá-la de quatro. Assim, agora de cachorrinho, continuou metendo por trás, simulando um ataque violento.Está excelente.», pensou aquela testemunha que gravava tudo aquilo, pronta pra mandar essas imagens pro suposto namorado da Yazmín, e assim mostrar pra ele ovadiaque na verdade era.
Claro que fora de contexto assim pareceria, pois, com tudo e as calças vestidas, Yazmín recebia fortes empurrões do macho que estava atrás, aceitando-os rindo, apesar de serem tão enérgicos que a faziam ir para frente violentamente.
Depois de um tempo daqueles empurrões, Roberto enfiou os dedos nas presilhas da calça jeans que ela usava, e dali a levantou. Ao ser erguida vários centímetros desse jeito, as calças revelaram as boas curvas que envolviam. O homem colou o próprio corpo no dela num abraço nitidamente sexual.
Ela, por iniciativa própria, virou-se para ficar de frente. Pareceu então que ia beijá-lo, obnubilada provavelmente pelos desejos sexuais excitados, porém só disse algo no ouvido dele. Ele respondeu, como para confirmar que tinha entendido bem o pedido, e ela assentiu com um sorriso safado, embora sem evitar ficar corada.
Para pasmo de Álvaro, depois do acordo tácito entre os dois, Roberto levou Yazmín com ele para os bastidores.
As espectadoras urraram ao ver a partida da companheira de putaria.
Isso não estava planejado.Puta que pariu...! Os privados! Aquele filho da puta tá levando ela pros privados!», pensou.
E é que Álvaro lembrou desses espaços. Mais de uma vez Roberto o convidou pra dar uma espiada neles. Os privados eram cubículos pequenos pra onde levavam as clientas que pediam um serviço de certo tipo, e ali, bem...essas damas eram comidas. Elas pagavam por isso, aliás.
Como é que elas pagam pra dar a buceta?", sussurrou Álvaro pro amigo enquanto os dois assistiam aquilo. Roberto, como bom amigo, tinha convidado ele pra espiar. O cara não conseguia entender como uma mulher pagava por sexo, até porque ali tinha um monte de gostosa.É que dava pra espiar lá dentro dos cubíbooties, porque eles ficavam atrás de um depósito, e de lá, se subisse em cima de um muro que não chegava até o teto, dava pra dar uma olhada. As clientes quase nunca percebiam que estavam sendo espionadas, porque tavam imersas no êxtase sexual. Até eram gravadas, enquanto curtiam aquele serviço delicioso, pelos funcionários do lugar.
Roberto tinha mostrado pra Álvaro como aquelas mulheres curtiam esses serviços, e até o próprio Roberto comeu várias na frente dos olhos do tal testemunha tarada.
Agora, com isso na cabeça, Álvaro foi até um garçom pra, depois de oferecer uma boa gorjeta, deixar ele entrar no depósito. Sozinho lá, ele ouviu gemidos que vinham do outro lado de um muro. Colocou nervosamente umas caixas de madeira em cima das outras pra subir, e assim espiar os cubíbooties.
Qual não foi o espanto dele ao ver o que rolava num daqueles espaços pequenos.Yazmín e o "amigo" dela já estavam no meio do sexo!Aquele não tinha sido o acordo!
Roberto estava sentado numa cadeira dobrável e, sobre ele, Yazmín, já sem calças nem calcinha, o cavalgava sem pudor nenhum.
Pelo ímpeto e ousadia, parecia outra pessoa, ele não a reconhecia. Nunca tinha imaginado que ela fosse capaz de agir daquele jeito. Ficou impressionado com a desenvoltura sexual da sua antiga colega de estudos. Embora o corpo dela despertasse vontade de macetá-la, ele nunca tinha concebido a ideia de que aquela musa gostosa da juventude tivesse um tesão tão grande. Jamais tinha sequer imaginado tanta agilidade e fogo naquela mulher. E olha que ela montava em Roberto com um apetite voraz, como se realmente precisasse de um bom pau.
Apesar do que aquele momento significava para ele, teve a inteligência de pegar o celular e gravar tudo.
Os gemidos de Yazmín enchiam o lugar, as características acústicas do espaço criavam uma reverberação que deixava ainda mais putas e sensuais aquelas expressões femininas de prazer. Ouvir ela gemer daquele jeito, e vê-la rebolar daquela forma, fez ele pensar que aquela mulher estava adorando uma boa foda. E também fez ele pensar no otário que tinha sido ao entregá-la de bandeja para o "amigo" Roberto.
Pouco depois, viu como Roberto, segurando-a pela cintura com as duas mãos, a levantou até que seu pau grosso escapou do que parecia uma apertada pressão vaginal.
Yazmín ficou parada na frente dele, contemplando, aparentemente atônita, como aquele enorme falo tinha conseguido se enfiar dentro dela, como se ela ainda não conseguisse acreditar que um pedaço de carne tão comprido e grosso quanto o braço de um menino rechonchudo tivesse entrado inteiro na sua buceta apertada.
Roberto se posicionou atrás dela, e mandou Yazmín subir na cadeira de joelhos. Ela já ia fazer isso, mas ele pensou no desconforto que a dureza do assento causaria nela. Então pegou uma almofada num canto e colocou para que ela não se machucasse. joelhos. Yazmín agradeceu o gesto com um beijo.
Já posicionada sobre a cadeira, Yazmín parecia oferecer a bunda larga e macia pro musculoso macho que estava atrás dela.
“É a primeira vez que faço isso com alguém que acabei de conhecer”, disse ela, sorrindo meio safada. Ele sorriu de volta e, depois de babar a entrada dela, como lubrificante, enfiou de novo o pau grosso.
O filho da puta do “amigo” sabia o que tava fazendo, Álvaro reconheceu, porque desde as primeiras estocadas já tava fazendo ela bufar de prazer. As investidas eram cada vez mais brutais, enquanto as mãos dele se agarravam na cintura e nas bundas lindas da mulher. As penetrações eram intensas e ferozes.
A bunda da Yazmín, tão linda quanto Álvaro tinha imaginado, levou uma surra danada, porque Roberto, não satisfeito só com a penetração, deu uns tapas violentos nela até deixar a pele mais escura que o normal, por causa dos vasos sanguíneos estourados. Carne morena e amassada foi o que Álvaro viu no rabo da amada dele.
Mesmo depois de vários minutos de trepada, Roberto não parecia cansar, metia forte e sem parar, enquanto Yazmín soltava gemidos cada vez mais agonizantes de prazer. Parecia que Roberto podia continuar assim por horas, mas Yazmín, depois de mais alguns minutos, não aguentou mais e gritou:Já... já para, por favor, para, para!Depois de uma última e forte estocada, o macho tirou seu pau longo e carnudo do corpo surrado de Yazmín, a quem gentilmente ajudou a se levantar.
Pelos movimentos limitados, era evidente que Yazmín tinha ficado toda travada, já que ficar naquela posição por tanto tempo teve suas consequências.
A mulher deu um baita espreguiço para se desentorpecer, ao mesmo tempo que soltava uma espécie de gemido bem sensual. Até Álvaro curtiu ouvir ela soltar aquilo, mas mal deu tempo, pois ele teve que se esconder instintivamente, já que Yazmín virou a cabeça de um jeito que quase o descobriu ao olhar para cima.
Sem se atrever a espiar na hora, ele ouviu os dois do outro lado do muro.
"Caramba... nem meu namorado faz assim comigo", disse ela.
"Então, quando você quiser, meu bem. Já sabe, tô aqui às suas ordens para te satisfazer", respondeu Roberto.
"Acho que não vou voltar... é que daqui a uns dias eu caso", comentou Yazmín.
Ouvir isso aguçou a curiosidade de Álvaro, e ele espiou de novo.
"Bom, casada ou solteira, tanto faz, eu te atendo. Ou o quê, não acha que sou capaz?", disse Roberto, e mostrando sua virilidade fez o pau balançar sem usar as mãos.
Yazmín olhou e sorriu safada, reconhecendo o feito. Pegou na pica dele. Esfregou e, sem ele pedir, ajoelhou-se para chupá-lo.
Álvaro testemunhou como entre os dois já tinha se criado uma relação mais íntima do que a que existia entre ele e ela. Yazmín, a que ele tinha conhecido e desejado há tanto tempo, mais do que Roberto a conhecia, estava se entregando pra ele, do jeito que Álvaro queria que ela se entregasse a ele.
Com as duas mãos, ela masturbou o stripper, já que o tamanho do membro dele permitia. Chupava e esfregava com força, e mesmo assim ele não mostrava sinais de estar perto do clímax.
"Você aguenta muito", reconheceu a mulher, sem parar de esfregar aquele pedaço de carne dura.
"É meu ofício", respondeu ele, sem Presunção, mas muito seguro de si.
“Mas você tá inteirinho. Vai ficar assim mesmo?”, disse Yazmín sorrindo pra ele.
Roberto acariciou a bochecha dela e respondeu:
“Se quiser, eu gozo na sua carinha linda”
“Não, imagina”
“Por que não?”
“É que ia ficar cheirando. E se o Álvaro perceber?”
“Cheirando a quê?”, perguntou Roberto, desnecessariamente.
“Ué, a quê mais? Ao seu esperma”, disse ela, envergonhada.
Roberto sorriu pra ela.
“Tá bom. Que tal se eu gozar na sua boquinha? Assim você leva uma lembrança minha”
Yazmín ficou ainda mais sem graça.
Roberto pegou o próprio pau e apontou a ponta dele pros lábios entreabertos de Yazmín. A punheta dele foi mais eficaz que a que ela tinha feito, porque em pouco tempo ele gozou, entregando a semente pra mulher.
Com habilidade e maldade, Roberto apertou as narinas de Yazmín, não deixando ela respirar, e ela teve que engolir a porra toda. Ela reclamou, mas Roberto só riu. Mesmo assim, Yazmín também riu.
Depois de se limpar com uma toalha que o homem deu, os dois se vestiram. Roberto, cavalheiresco, segurou a calcinha da mulher que tinha acabado de foder, ajudando ela a se vestir. Ela enfiou um pé e depois o outro na peça, e ele puxou com cuidado até ajustar. Em agradecimento, Yazmín deu um beijo carinhoso nele.
Já vestida, Yazmín saiu abraçada com o homem, como se fossem um casal de namorados apaixonados.
Depois de vê-los ir embora, Álvaro rapidamente guardou o celular, desceu e saiu do depósito. Mas eles foram mais rápidos. Quando ele saiu, Yazmín já estava na mesa. Em vez dela, foi Álvaro quem se desculpou pela ausência, dizendo que tinha ido ao banheiro. Por causa da culpa, nem pensou que foi ela quem sumiu primeiro, indo com Roberto.
Ele nem questionou onde ela tinha estado. Os dois ficaram em silêncio. Já na saída da balada, Yazmín agradeceu e deu um beijo no rosto dele como despedida. Álvaro conseguiu sentir um certo fedor que, sem dúvida, vinha do esperma do "amigo" dela. Sentir aquele cheiro tão perto do rosto deu nojo, mas ele manteve as aparências.
Viu ela se afastar, rebolando aquela figura deliciosa, e lembrou então da safadeza e da luxúria que Yazmín mostrou naquela transa, uma transa que ele mesmo tinha provocado. Uma ereção cresceu dentro da calça. Ele caminhou até o carro com a intenção de ir pra casa e, claro, bater uma punheta em homenagem a ela.
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