Antes de tudo, obrigado por passar no meu post. Dê uma olhada em todos os meus contos anteriores, já que tem um fio condutor desde o primeiro.
Não hesitem em deixar pontos se acharem que mereço, e comentar. O positivo anima, o negativo ajuda a melhorar.
Vou passar os nomes "fictícios" dos personagens envolvidos neste conto. Eu (Juan), Minha esposa (Andrea), e nossa convidada (Lola), protagonista junto com a gente do conto TRIO DOS SONHOS.
Bom, vamos continuar a história...Jantamos, bebemos vinho. Eu tinto, elas um branco doce. Batemos papo os 5, quase um jantar em família com uma tia na mesa. Sobremesa, e já eram 22h20.
Colocamos nossas filhas pra dormir. Nós três voltamos pra mesa.
Eu: Bom, vou tomar um banho.
Andrea: Beleza. A gente te espera... E ela pisca o olho pra mim.Fui no banheiro, me despi. Peguei a máquina de cortar cabelo, passei pra dar uma aparada na zona de batalha, já tava bonitinha, mas um trato nunca é demais. Tomei banho, caprichei no tempo. Queria demorar pra que o sono das minhas filhas ficasse mais pesado. Nisso, escuto os saltos batendo no corredor, entrando no quarto e a porta fechando. A pica, que tava meio murcha por causa da manuseada higiênica, endureceu na hora, virou FERRO.
Acelerei o serviço, saí do chuveiro, me enxuguei, e pelado como tava, entrei no meu quarto.
A cena era linda: na minha cama de casal, minha esposa e a Lola, duas gostosas, deitadas. Se beijando com muita paixão. As duas só de calcinha fio dental. Se acariciavam devagar, uma cena sexy, romântica, lésbica.
Fechei a porta, e do modo FERRO, passei pro modo AÇO TEMPERADO. A Andrea me olha, a Lola beija a bochecha dela.
Andrea: Vem, amor, deita entre nós... enquanto afasta um pouco a parceira pra me dar espaço. A Lola também me olha, e as duas batem com as palmas no espaço entre elas, tipo me mostrando onde eu tinha que ficar. Juro que me enfiei lá como se tivesse controlando meus impulsos, queria pular em cima delas, morder, lamber, pegar as duas. Mas preferi não quebrar a harmonia, e me deitei igual uma cobra no meu lugar marcado. De barriga pra cima, abri meus braços pra elas se apoiarem neles e no meu peito, e começamos a nos acariciar os três, enquanto nos beijávamos. Fechamos todos os combos de beijos por minutos: elas duas, nós três, eu e a Lola, eu e minha esposa, e repetimos uma vez, outra, e outra. O momento era mágico, muito sensual, muito romântico, a gente respirava junto, sentia o cheiro, se saboreava. Rolavam uns risinhos e uns gemidos. Desci minhas mãos até as bundinhas delas, macias, redondas, enormes. Acariciei e apertei os glúteos. A Lola, que tava do meu lado esquerdo, passou a perna esquerda pra frente, colocou em cima das minhas, e me deu espaço pra roçar meus dedos na calcinha molhada dela. Elas se beijavam, e com aquilo... contato soltou um gemido que fez Andréa abrir os olhos, sorrir e morder os lábios dele.
Naquele instante, diante de tanta beleza sendo curtida a centímetros dos meus olhos, o modo AÇO VALIRIANO foi ativado.
Beijo minha esposa, ela desce a mão, pega na minha pica e começa a bater uma punheta pra mim. Lola nos observa, adorando nos ver enquanto nos beijamos.
Eu: Para, para... me afastando dos lábios dela.
Andrea: Hummm, adoro quando você me manda parar. Tá quase acabando... ela diz pra nossa linda terceira, olhando nos olhos dela.
Foi como se ela tivesse dado uma ordem. Lola desce e começa a chupar minha pica, acariciando minhas bolas.
Eu: Para, para, para, ahhhh... e como ela não parou o serviço, enchi a boca dela de porra. Ela chupou, passou pela boca toda e engoliu. Minha esposa calava meus gemidos com beijos e acariciava meu peito.
Andrea: Uhhhh, que delícia.
Lola: Desculpa, mas não me segurei kkkkk
Andrea: Acho que ele não vai ficar bravo hahahaha
Eu não conseguia falar nada. Só relaxei o corpo, apoiando bem a cabeça no travesseiro, enquanto minha pica murchava na boca da nossa convidada, toda preocupada em limpar e não deixar nenhum cantinho sem saliva.
Ela passa por cima das minhas pernas, tira a calcinha da minha mulher, que continuava me beijando, e começa a chupar a buceta dela. Claramente a mina tava a mil (mina pra gente, ela nos seus vinte e poucos, a gente nos quarenta e poucos). Quem se dedicou a gozar agora foi a Andrea, apoiou a cabeça no meu peito, enquanto eu acariciava os peitos dela com uma mão e com a outra o cabelo da Lola.
Ajudo minha esposa a se deitar. Chupo os peitos dela, vou descendo, me beijo com a garota enquanto ela continuava masturbando a Andrea com as mãos, e me levanto da cama.
De um lado, curto a visão e me acaricio a pica. Sinto os primeiros sinais de vida lá embaixo, o que me anima. Fico atrás da Lola, que tava de quatro, e puxo a fio dental dela, como a buceta dela. buceta, completamente inundada nos próprios fluidos. Tiro a pouca roupa que atrapalhava e continuo com o trabalho oral. Separo bem os glúteos com as mãos. Vejo aquele asterisco delicado, passo a língua suavemente, com bastante saliva, olho de novo, e ele me devolve pulsadas ou piscadelas anais. Passo a língua de novo, pra depois endurecê-la e começar a penetrar o cu dela com a ponta da língua. Alternei entre penetrações e lambidas, até que a mão de Lola agarra minha cabeça e me ajuda no vai-e-vem. Depois ela tira a mão, usa as duas pra pegar as pernas de Andrea, levantá-las, e começar a comer o cu dela com a língua. Meu pau já estava tomando forma. Foram uns minutos de dedicação oral naquelas bundas, e voltamos a nos beijar os três, de joelhos na cama.
Andrea se separa, nós dois continuamos nos beijando, e ela coloca a cabeça entre as pernas de Lola, pra chupar a buceta dela. Eu me separo, e o torso de Lola desce pra se fundir num 69 feminino. Voltei a me masturbar de lado, com o pau na mão já a uns 70%, me aproximo e coloco ele na boca da nossa convidada.
Por hoje é só, pessoal. Por favor, pontos se merecer e comentem. E lembrem-se, ME SIGAM QUE NÃO VOU DECEPCIONAR.
Não hesitem em deixar pontos se acharem que mereço, e comentar. O positivo anima, o negativo ajuda a melhorar.
Vou passar os nomes "fictícios" dos personagens envolvidos neste conto. Eu (Juan), Minha esposa (Andrea), e nossa convidada (Lola), protagonista junto com a gente do conto TRIO DOS SONHOS.
Bom, vamos continuar a história...Jantamos, bebemos vinho. Eu tinto, elas um branco doce. Batemos papo os 5, quase um jantar em família com uma tia na mesa. Sobremesa, e já eram 22h20.
Colocamos nossas filhas pra dormir. Nós três voltamos pra mesa.
Eu: Bom, vou tomar um banho.
Andrea: Beleza. A gente te espera... E ela pisca o olho pra mim.Fui no banheiro, me despi. Peguei a máquina de cortar cabelo, passei pra dar uma aparada na zona de batalha, já tava bonitinha, mas um trato nunca é demais. Tomei banho, caprichei no tempo. Queria demorar pra que o sono das minhas filhas ficasse mais pesado. Nisso, escuto os saltos batendo no corredor, entrando no quarto e a porta fechando. A pica, que tava meio murcha por causa da manuseada higiênica, endureceu na hora, virou FERRO.
Acelerei o serviço, saí do chuveiro, me enxuguei, e pelado como tava, entrei no meu quarto.
A cena era linda: na minha cama de casal, minha esposa e a Lola, duas gostosas, deitadas. Se beijando com muita paixão. As duas só de calcinha fio dental. Se acariciavam devagar, uma cena sexy, romântica, lésbica.
Fechei a porta, e do modo FERRO, passei pro modo AÇO TEMPERADO. A Andrea me olha, a Lola beija a bochecha dela.
Andrea: Vem, amor, deita entre nós... enquanto afasta um pouco a parceira pra me dar espaço. A Lola também me olha, e as duas batem com as palmas no espaço entre elas, tipo me mostrando onde eu tinha que ficar. Juro que me enfiei lá como se tivesse controlando meus impulsos, queria pular em cima delas, morder, lamber, pegar as duas. Mas preferi não quebrar a harmonia, e me deitei igual uma cobra no meu lugar marcado. De barriga pra cima, abri meus braços pra elas se apoiarem neles e no meu peito, e começamos a nos acariciar os três, enquanto nos beijávamos. Fechamos todos os combos de beijos por minutos: elas duas, nós três, eu e a Lola, eu e minha esposa, e repetimos uma vez, outra, e outra. O momento era mágico, muito sensual, muito romântico, a gente respirava junto, sentia o cheiro, se saboreava. Rolavam uns risinhos e uns gemidos. Desci minhas mãos até as bundinhas delas, macias, redondas, enormes. Acariciei e apertei os glúteos. A Lola, que tava do meu lado esquerdo, passou a perna esquerda pra frente, colocou em cima das minhas, e me deu espaço pra roçar meus dedos na calcinha molhada dela. Elas se beijavam, e com aquilo... contato soltou um gemido que fez Andréa abrir os olhos, sorrir e morder os lábios dele.
Naquele instante, diante de tanta beleza sendo curtida a centímetros dos meus olhos, o modo AÇO VALIRIANO foi ativado.
Beijo minha esposa, ela desce a mão, pega na minha pica e começa a bater uma punheta pra mim. Lola nos observa, adorando nos ver enquanto nos beijamos.
Eu: Para, para... me afastando dos lábios dela.
Andrea: Hummm, adoro quando você me manda parar. Tá quase acabando... ela diz pra nossa linda terceira, olhando nos olhos dela.
Foi como se ela tivesse dado uma ordem. Lola desce e começa a chupar minha pica, acariciando minhas bolas.
Eu: Para, para, para, ahhhh... e como ela não parou o serviço, enchi a boca dela de porra. Ela chupou, passou pela boca toda e engoliu. Minha esposa calava meus gemidos com beijos e acariciava meu peito.
Andrea: Uhhhh, que delícia.
Lola: Desculpa, mas não me segurei kkkkk
Andrea: Acho que ele não vai ficar bravo hahahaha
Eu não conseguia falar nada. Só relaxei o corpo, apoiando bem a cabeça no travesseiro, enquanto minha pica murchava na boca da nossa convidada, toda preocupada em limpar e não deixar nenhum cantinho sem saliva.
Ela passa por cima das minhas pernas, tira a calcinha da minha mulher, que continuava me beijando, e começa a chupar a buceta dela. Claramente a mina tava a mil (mina pra gente, ela nos seus vinte e poucos, a gente nos quarenta e poucos). Quem se dedicou a gozar agora foi a Andrea, apoiou a cabeça no meu peito, enquanto eu acariciava os peitos dela com uma mão e com a outra o cabelo da Lola.
Ajudo minha esposa a se deitar. Chupo os peitos dela, vou descendo, me beijo com a garota enquanto ela continuava masturbando a Andrea com as mãos, e me levanto da cama.
De um lado, curto a visão e me acaricio a pica. Sinto os primeiros sinais de vida lá embaixo, o que me anima. Fico atrás da Lola, que tava de quatro, e puxo a fio dental dela, como a buceta dela. buceta, completamente inundada nos próprios fluidos. Tiro a pouca roupa que atrapalhava e continuo com o trabalho oral. Separo bem os glúteos com as mãos. Vejo aquele asterisco delicado, passo a língua suavemente, com bastante saliva, olho de novo, e ele me devolve pulsadas ou piscadelas anais. Passo a língua de novo, pra depois endurecê-la e começar a penetrar o cu dela com a ponta da língua. Alternei entre penetrações e lambidas, até que a mão de Lola agarra minha cabeça e me ajuda no vai-e-vem. Depois ela tira a mão, usa as duas pra pegar as pernas de Andrea, levantá-las, e começar a comer o cu dela com a língua. Meu pau já estava tomando forma. Foram uns minutos de dedicação oral naquelas bundas, e voltamos a nos beijar os três, de joelhos na cama.
Andrea se separa, nós dois continuamos nos beijando, e ela coloca a cabeça entre as pernas de Lola, pra chupar a buceta dela. Eu me separo, e o torso de Lola desce pra se fundir num 69 feminino. Voltei a me masturbar de lado, com o pau na mão já a uns 70%, me aproximo e coloco ele na boca da nossa convidada.
Por hoje é só, pessoal. Por favor, pontos se merecer e comentem. E lembrem-se, ME SIGAM QUE NÃO VOU DECEPCIONAR.
4 comentários - Assim como chega um zap, chega outro. Parte 2