Virada Radical na Minha Vida – Prólogo

Há anos…

Aos 13 anos, eu considero — e muitos vão concordar comigo — que é a idade com mais mudanças nos homens, tanto boas quanto ruins, e muitas vezes mais ruins do que boas. Foi o que aconteceu comigo, já que foi quando minhas fixações por mulheres voluptuosas, e pior se fossem da minha família, me dominaram, me levando a fazer coisas que hoje, se não me arrependo, pelo menos me deixaram grandes experiências. Porque muitos dizem: "não se arrependa nem peça perdão", e no meu caso, eu peço perdão e me arrependo de muitas coisas, mas de nada adianta se arrepender. Já o perdão ajuda a reconciliar as pessoas.

Com 13 anos, comecei a espionar minha Tia Miriam, tive meus primeiros beijos e amassos com a Nely e brincava de palmada com a Gaby. Dessas coisas, minha tia Miri, mesmo percebendo, nunca falou nada. Até essa fase que tô vivendo na casa dela, já tinham passado três anos e ela lembrava de tudo. A Nely fugiu de mim todo esse tempo, a Gaby sempre foi super boa comigo, tipo uma amiga com benefícios, mas só agora ela soltou toda essa putaria de adolescente comigo.

Com a Gaby, obviamente, eram brincadeiras de criança: fazer cócegas, se empurrar, puxar cabelo, beliscar. Era como se eu estivesse com um priminho, porque ela sempre foi meio masculinizada, se é que você me entende — ela prefere se juntar mais com homens do que com mulheres, a não ser quando encontra minas que são parecidas com ela no jeito de ser. Mas isso não impediu que, com o tempo e com as mudanças no corpo, ela continuasse meio machona, mas também pegasse gosto por roupas femininas e sexy. É super comum ela ter amigos com benefícios. A linguagem dela não é muito diferente da nossa, dos caras: ela usa muito "slut", "cock" e "guy". É tipo um amigo, mas com peitos, bunda, quadril e uma buceta deliciosa. Ela já teve vários amigos — claro, ela procura e eles aceitam porque ela dá corda do jeito deles. A atitude dela não é de mocinha, mas ela é totalmente hétero, porque largou várias amigas que pareciam sapatão e eram mesmo — tô falando de lésbicas butch, softcore butch, dyke, stud, stem e chapstick lesbian. Ela costuma variar os visuais: vai de stem, passa por chapstick lesbian, femme e lipstick lesbian, embora quase nunca tenha atraído uma lipstick. Metade da semana, a Gaby parece uma mina normal que curte usar vestidos, se maquiar, pintar as unhas, sair de saia, microsaia, mini-short. Na outra metade, ela varia entre os estilos que já falei, mas nunca, nunca vai parecer uma lésbica andrógina. Esse tipo de lésbica butch e softcore butch é o mais feminista — muitas odeiam homens e encaram eles de igual pra igual, sem se importar se não têm a mesma musculatura, força ou altura. São as mais possessivas com a parceira e, se a gente for comparar com gays ativos e passivos, elas são na maioria ativas, muitas vezes caçando vítimas em potencial pra seduzir.


Enfim, a Gaby parece meio
Uma sapatão, mas adora uma pica. E, embora já tenha experimentado uma buceta, o gosto dela a desagradou — pra ela, não tem nada melhor que chupar uma rola até gozar na garganta. Como eu tava dizendo, muitas vezes nossas brincadeiras de mão saíam do controle, mas nunca chegamos a nos beijar ou a nos tocar pra seduzir um ao outro. Claro que eu era mais ousado e passava a mão o máximo que podia nas perninhas e bundinha dela desde os 13 anos, quando ela mal tinha 10. Pois é, ela sempre foi a mais alta das mulheres da geração dela. Desde os nove, a bunda começou a crescer, porque ela sempre gostou de esportes — sim, onde tem muita sapatão, e onde conheceu várias. Não sei se vocês já viram, mas no vôlei, por exemplo, toda vez que montam uma estratégia, sempre tem uma ou outra que dá um tapinha na bunda das companheiras. Pois a Gaby levava tapas e também dava, embora fosse uma das principais vítimas por ser tão desenvolvida dos glúteos. Com o tempo, ela parou de participar dos esportes mais puxados, porque os peitões médios atrapalhavam — o tamanho 95 C impede o conforto pra essas atividades. De tudo que praticava, no fim ficou só no tênis, um esporte que, embora você corra, não tem contato com ninguém, não precisa pular demais e dá pra mostrar toda a feminilidade que quiser.


Gabi e a família dela vinham na minha casa a cada seis meses desde que ela tinha 9 anos. Bastaram dois encontros pra gente ter a intimidade que temos hoje. Aos 10, já nos dávamos palmadas e fazíamos tudo o que eu já contei. Eu chegava a ver a calcinha dela por baixo dos vestidos — não era exatamente lingerie, mas na bunda já marcada dela, com 11 anos, dava pra notar a redondeza do rabo e a carnosidade da bucetinha. Com meus 13, eu aproveitava quando a gente brincava de luta, e eu encostava minha pica nela até gozar esfregando, umas três vezes. Ela deixava, com a desculpa de que era brincadeira de luta, mas na real a gente tava transando com roupa.

Com a Nely, as coisas foram mais de sedução e menos de joguinhos. Ela me seduzia e eu também seduzia ela. Começamos quando eu tinha 13 anos, com ela e vários primos, primas e amigos indo pros bailes. Quase sempre ela me tirava pra dançar, e quase sempre eu acabava encaixando a pica no púbis dela, coberto pelas roupas dela, que sempre foram bem femininas. Chegamos até a dançar reggaetón quando fomos numa festa onde tinha gente mais velha que a gente, daquelas festas perigosas que cheiram a álcool, drogas e sexo. Quase sempre íamos com uns primos mais velhos que nos protegiam e guiavam. Foi umas duas vezes que a gente foi nessas festas, mas a gente passou o tempo todo rebolando juntos.
e eu, já que ela não tinha confiança com mais ninguém, mas comigo era mais íntima, e até uma vez que a gente bebeu escondido dos nossos pais — isso foi uns dois anos atrás — a gente se beijou, se apalpou, se esfregou e quase tirou a roupa toda. Se não fosse porque vieram nos procurar, já que a gente tinha demorado demais, a partir daquele dia ela começou a me evitar, mesmo que sempre tivesse uma tensão sexual entre nós e a gente não conseguisse evitar ficar junto muitas vezes, por causa da química que a gente tinha. E como eu falei, no final deu tudo certo e hoje a gente já viveu um monte de aventuras juntos.

E finalmente minha Tia Miriam, faz três anos que eu reparo nela como mulher, embora nunca a tenha conhecido magra, pelo contrário, como já contei, ela era uma mulher gorda e que era chata pra caralho, era déspota, metida, elitista, racista, enfim, muitos defeitos que a Nely também tinha, não tão acentuados, mas sendo fisicamente igual a ela, também se parecia com a mãe nisso, como eu disse, os atributos físicos que minha tia tem, a filha dela também tem, mas a diferença, além da idade, é que a Miriam é morena clara e a Nely é branca perolada, já a Gaby é uma morenaça do fogo que não liga de bronzear o corpo lindo dela, coisa que eu agradeço ao ver as marcas das tanguinhas na cintura, na bunda, no púbis, na buceta e naquele rabo gostoso e guloso dela. Enfim, como eu tava dizendo, comecei a espiar minha tia aos 13 anos, e é que ela já tava descendo do pedestal, saindo daquela nuvem de superioridade que tinha e também perdendo peso, porque talvez ela tenha chegado a pesar mais de 70 quilos, e pra altura dela isso já era obesidade, já que ela tem uns 1,54 metro, hoje em dia ela pesa quase 60 quilos, e esses quilos estão todos na bunda protuberante, nas pernas e nos peitões, claro que não é perfeita, também tem uma barriguinha e umas estrias, mas esses defeitos são compensados pelos traços lindos do rosto dela, os olhos claros, e tudo que já falei, agora ela é simpática, justa, caridosa, inclusiva e nem preciso dizer que, ao contrário do racismo dela, agora não sobrou nada disso, muito pelo contrário, mas isso depois eu explico pra vocês.

Numa daquelas festas que tinha na minha família, chegaram a Miriam e toda a família dela no evento. Chegaram um dia antes pra se preparar pro dia seguinte, era um casamento. E, como tal, não tem festa que anime mais as mulheres, principalmente as solteiras, porque num casamento as moças se esforçam ao máximo pra aparecer o melhor possível. As mais glamourosas não perdem a chance de usar vestido, salto alto e uma maquiagem bem feita, ainda mais se forem damas de honra ou parentes dos futuros noivos. Já fui acompanhando a Nely e ela me agradeceu de monte, me pagou na mesma moeda, porque não conseguiu ninguém pra ir com ela, então eu fui o acompanhante. Com minha atual namorada, e talvez futura esposa, também fui num casamento onde ela era dama de honra. Todo o estresse que ela passou pra esse casamento (porque tenho que falar, quando uma mulher se mete na organização de um casamento, cuidado com qualquer comentário contra, é um casamento e ela não vai sossegar até a festa acabar — as noites de casamento não são só pros noivos, os mais sortudos muitas vezes são os que vão com a namorada, no fim da noite o mel não fica só pros recém-casados), todo esse estresse foi...
direcionado pra sua buceta linda e rosada, meu pau pagou gozando na sua boca e no seu cu, quase engravidei ela, se não fosse porque tirei a tempo, porque se dependesse dela, ia espremer cada gota de porra na sua buceta suculenta, quente e faminta, foi a vez que mais gostosa eu senti ela.

Naquele casamento, a Miriam e a Nely foram o centro das atenções, a sensação da noite. A Miriam, com um vestido justo, mostrava todas as curvas e um decote de respeito, assim como a Nely, que parecia mais velha. Ela foi tirada pra dançar tanto por jovens da nossa idade quanto por adultos — não parecia ter 16 anos, parecia ter 18, porque as curvas dela estavam explodindo naquele minivestido preto. Foi uma das noites em que a vi mais animada, assim como minha tia, que eu nunca tinha visto daquele jeito. Ela, mesmo sendo um pouco cheinha, talvez uns cinco quilos a mais do que hoje, ainda assim, como já falei, tinha a bunda maior e mais carnuda (não gordurosa, só carnuda) da festa. Pra quem curte mais bundas do que peitos, é só imaginar a Sara Jay, a Lisa Ann, a Melanie Monroe, e, se for falar de brasileiras, a Vika Borja. Minha tia naquela época era igual a essa última; hoje ela tá mais pra Lisa Ann, porque operou os peitos — não aumentou, só deu uma ajeitada, deixando eles mais firmes e redondos. Ela não precisa aumentar esses melões. Naquela noite, tanto elas me tiraram pra dançar quanto eu tirei elas. A Nely dançou umas dez vezes com outros parentes, vizinhos, conhecidos, etc. Vi um ou outro se esfregando muito nela, e chegou um momento em que ela definitivamente não dançou com mais ninguém além de...
Comigo, eu perguntando pra ela sobre a situação, ela me disse que não aguentava mais tanto agarramento e até apalpação dos caras que tiravam ela pra dançar, além do assédio, principalmente de um cara que já tava muito bêbado e insistia pra ela ir lá fora conversar. E ela falou que pra essas confianças, já tinha eu, claro. E eu também não deixava de reparar no corpo gostoso dela, porque, vamos falar a verdade, ela era a mais gostosa e linda da festa. A maioria dos homens ficava olhando pra ela, e até algumas mulheres, com inveja, claro. Minha tia também não era exceção: tem quem goste de modelos e tem quem goste de mulher carnuda e cheinha. E então, eu e meu tio estávamos dançando com as melhores da festa. Com minha tia, foi inevitável sentir minha ereção, e ela percebeu, mas só evitou se encostar em mim nas músicas seguintes. Já a Nely, ao invés de eu pedir pra gente sair, foi ela quem pediu. Sendo uma garota de 16 anos, tinha mais experiência que eu nessas coisas, ou então tinha amigas que contavam dessas situações. Ela se jogou em mim quando a gente tava no escuro da noite, fora da tenda da festa. Ela tinha bebido um pouco e me abraçou, dizendo que se sentia tonta e com muito calor. Os saltos dela faziam com que ela ficasse quase na minha altura, e eu podia sentir o bafo quente e alcoólico dela perto de mim — não aquele bafo de dar nojo, mas aquele que mal se percebe. Como eu tava na mesma condição em relação ao que a gente tinha bebido, mas não no mesmo estado de embriaguez que ela, só fiquei segurando ela, já apalpando um pouco a bunda dela por cima do vestido. Ela dizia que tava com calor, e eu sugeri uma bebida gelada ou então tirar o calor de outro jeito. Ela disse que queria tirar o calor. Ela me abraçando com as mãos atrás da minha nuca, eu apalpando a bunda dela, o rosto dela a centímetros do meu. Eu falei: "então vamos tirar nosso calor", e me joguei na boca dela. Ela também na minha. A gente se deu um fingi que ela me deixou apalpar a bunda e a buceta dela por cima da calcinha de algodão, que tava toda molhada, minhas mãos se deliciaram no rabo dela e no púbis, enquanto a gente se devorava de boca, em pé, meu volume enfiado na buceta dela, uma das pernas dela me enlaçando, uma das minhasmão no rabão dela e a outra na perna que me abraçava, ouvimos o nome dela, era a Gaby que fodeu com o que ia virar uma foda rápida, por causa do tesão que a gente tava. Não teve jeito, tivemos que voltar, a Nely teve que inventar que tinha ido no banheiro e que eu fui junto, porque o da casa tava ocupado demais e ela já não aguentava mais. Essa foi a última vez que fiquei com ela nessa situação, antes de chegar nessa casa.


Descobri minha tia uma vez se trocando, sem querer. Ela tinha deixado a janela aberta e eu fiquei observando ela tirar toda a roupa, ficando só de calcinha fio dental, pra depois vestir um robe meio sexy. Claro, isso era só pra mostrar pro meu tio, por baixo daquele roupão grosso que ela usava na minha casa, onde eles sempre acabavam sendo hóspedes em qualquer visita. Aos 13 anos, ela foi a primeira mulher semi-nua que eu vi. Me inspirou a primeira punheta em homenagem a ela. Desde aquele dia, nunca parei de vê-la como minha fantasia mais especial — fantasia que agora realizei com sobras.

A noite do casamento foi o momento em que mais gostosa eu vi ela, e claro que não ia perder um vacilo da parte dela. Foi assim que, altas horas da noite, quando eles se recolheram, poucos segundos depois eu segui eles, chegando do outro lado da janela. Tanto meu tio quanto ela estavam caindo de bêbados. Ele chegou e não fez mais nada além de dormir, caindo como um tronco. Minha tia, depois de ir ao banheiro, tirou os saltos, começou a se despir, ficando numa linda lingerie. Assim, foi a primeira mulher que eu via ao vivo e a cores num conjunto completo de lingerie. Nunca tinha visto uma mulher de meia-calça, liga, fio dental e sutiã transparente. Felizmente
Essas roupas eu já vi nela, com tanta lingerie que ela tem, meus jogos favoritos são com essa roupa nelas.

Passaram-se outras pequenas experiências desde aquela data, como as vezes em que eu tirava minha tia pra dançar, ou ela me tirava, sem se importar mais com o quanto eu me esfregava nela, e até chegando a tocar nos peitos dela pelos lados, claro, tudo inocentemente dançando ou num abraço normal de tia e sobrinho. Antes de vir pra essa casa, também consegui enfiar minha rola dura entre as nádegas protuberantes dela, mesmo que só um pouquinho, ela só sorria. Então, o caminho já estava traçado. Em um ano e meio, já estava agarrando elas, vendo elas seminuas. Hoje, já comi cada uma em todos os buracos. Elas são minhas súcubos e eu sou o íncubo delas. Mas promiscuidade não é isso, só se for com várias parceiras sexuais. Embora elas não se cansem da minha pica, também não recusam se aparecer outra igual, e por que não admitir, alguma mais grossa e mais longa, não importa a raça.

Aos 22 anos, posso dizer que morro feliz porque realizei cada fantasia sexual que tive. Elas foram o meio, minha mente a máquina, o caminho já estava traçado desde minhas brincadeiras com elas, só precisava segui-lo. Vir estudar na cidade foi o atalho. Claro que tenho metas, mas não me canso das minhas gostosas. Mesmo tendo seus machos oficiais, eu sou o amante que elas não conseguem largar, e espero que isso não aconteça até que eu queira. Só me resta dizer que, aos poucos, vou contando minhas aventuras com elas. Se vocês tão a fim de saber como fiz delas minhas mulheres, é só ficar de olho.


Continua...


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Valeu pela atenção, até a próxima história.

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