Já tinha postado isso, mas foi apagado. Uns anos atrás, eu tinha um parceiro com uns gostos diferentes. Ele me pediu pra gente ir nuns cines pornô. Chegou o dia, eu tava nervosa. Na entrada, tinha um segurança que perguntou pra onde a gente ia e tentou zuar, mas ele era mala e deixou o clima estranho, o que me deixou mais nervosa ainda. Na recepção, deixamos nossas mochilas e nos levaram pra nossa cabine, porque pedimos uma privada. Do lado de fora da cortina, só dava pra ouvir música alta, mas quando entrei, tava bem escuro, o cheiro era nada agradável e tinha uns homens sentados numa sala olhando estranho pra quem passava.
Dentro da cabine, só tinha um sofazinho pequeno e uma tela com conteúdo adulto. Eu pensei que a gente ia ter privacidade, mas ele pediu pra eu esperar enquanto ele saía e pra não abrir a porta até ele bater. Enquanto esperava, fiquei olhando só pra tela. Lembro bem que eram duas mulheres meio voluptuosas se fazendo de tudo. Enfim, ele voltou e disse que queria me pedir um favor, que era algo que ele desejava muito, que a gente ia pra outra sala e nada ia acontecer, que ele ia ficar comigo o tempo todo. Depois de pensar muito e ele insistir, eu aceitei, pensei que seria pela experiência.
A gente caminhou e só tinha um quarto vazio, sem sofá nem televisão. Mas ele disse que o desejo dele era que eu transasse com outra pessoa, que tudo seria com proteção e segurança (eu imaginei que ele tava falando de um ménage). Mas na hora, ele só me pegou pela mão e foi dando instruções. Eu abaixei o maiô e a calcinha, me encostei na parede, onde tinha um buraco, e alguém do outro lado começou a — vocês já imaginam o quê. Foi bem confuso, mas gostoso. No final, quando a gente tava indo embora, ele me perguntou o que eu achei. Respondi que foi estranho, mas que gostei. E ele disse que adorava esse tipo de coisa. Não sou muito boa em contar histórias, mas se quiserem, posso contar outra anedota...
Dentro da cabine, só tinha um sofazinho pequeno e uma tela com conteúdo adulto. Eu pensei que a gente ia ter privacidade, mas ele pediu pra eu esperar enquanto ele saía e pra não abrir a porta até ele bater. Enquanto esperava, fiquei olhando só pra tela. Lembro bem que eram duas mulheres meio voluptuosas se fazendo de tudo. Enfim, ele voltou e disse que queria me pedir um favor, que era algo que ele desejava muito, que a gente ia pra outra sala e nada ia acontecer, que ele ia ficar comigo o tempo todo. Depois de pensar muito e ele insistir, eu aceitei, pensei que seria pela experiência.
A gente caminhou e só tinha um quarto vazio, sem sofá nem televisão. Mas ele disse que o desejo dele era que eu transasse com outra pessoa, que tudo seria com proteção e segurança (eu imaginei que ele tava falando de um ménage). Mas na hora, ele só me pegou pela mão e foi dando instruções. Eu abaixei o maiô e a calcinha, me encostei na parede, onde tinha um buraco, e alguém do outro lado começou a — vocês já imaginam o quê. Foi bem confuso, mas gostoso. No final, quando a gente tava indo embora, ele me perguntou o que eu achei. Respondi que foi estranho, mas que gostei. E ele disse que adorava esse tipo de coisa. Não sou muito boa em contar histórias, mas se quiserem, posso contar outra anedota...
2 comentários - Nas cabines