José adora brincar, ainda mais com a minha mãe

- Ei, Juan, espera... antes de você começar a contar até 10 – disse José
- Que foi... agora é minha vez de contar até 10, o que você quer? – disse Juan

Foi nesse momento que alguém entrou na sala. Usava um vestido preto bonito, que por falta de grana não servia direito nela, mas isso não a intimidava pra trabalhar no turno da noite. Eu me sentia orgulhoso dela, porque desde que meu pai morreu, ela pega plantões noturnos e sempre chega direto pra dormir, por causa do trampo.ERA MINHA MÃEEra sábado, 10 da noite, tava em casa com meu amigo José, embora não sei se dá pra chamar ele de amigo porque a gente não conversa muito nem forma grupo, mas ele é meu colega de sala que do nada me chamou pra vir aqui em casa. Fiquei feliz porque sei que ele tem um monte de coisas, PlayStation, computador e tal. Já eu, só tenho um tablet que o governo me deu, que já tá falhando e nem internet tenho aqui.QUERO QUE SUA MÃE TAMBÉM BRINQUE— disse José em voz alta, o que fez minha mãe perceber o pedido do meu amigo.

— Ah? Crianças, o que foi? — disse minha mãe, meio surpresa.

— Mas José? Minha mãe tem que trabalhar à noite, além de chegar cansada, e esconde-esconde demora muito tempo pra procurar — falei pro José, meio irritado com o pedido dele.

— Que tempo? Além disso, a casa é pequena, não é como se tivesse muitos lugares pra se esconder.

— Ah, crianças, desculpa, é que estou atrasada, preciso ir mesmo. Outro dia eu brinco com vocês — disse minha mãe, meio nervosa, pelo visto.

— Qual é, não fala isso… JÁ SEI! — exclamou José, tirando a carteira e sacando uma nota de 50. — Se ela nos encontrar rápido, Juan, vou dar isso pra você.

— Sério? 50? — minha mãe ficou surpresa com a oferta. — Não, não, por favor, guarda isso. — Então ela riu por um instante e disse: — Meu filho está de castigo, por favor, José.

— Mas é SÓ UMA BRINCADEIRA, vai, Sandra — era assim que minha mãe se chamava, embora eu não soubesse por que José sabia o nome dela. — É muito dinheiro pra só alguns minutos, pensa bem, seria COMO TRABALHAR.

— Naquele momento, vi minha mãe pensativa, olhando pra nota. Me senti meio mal e irritado também. Mal por minha mãe, que já chega tarde do trabalho, e irritado com o José, que tá zoando a nossa situação.

— José, não faz isso, minha mãe tem que ir trabal… — aí, quando eu ia falar isso, minha mãe me interrompeu.

— Tá bom, menino, ok, ok, tudo bem, só um pouquinho, mas — ela disse, olhando pra nós dois — NÃO VÃO SER SAFADOS… por favor.

— Já tinham passado alguns minutos. O lugar tava com o barulho da TV de tubo da sala até que ela terminou de contar até 10. — DEZ! — gritou forte, e eu me virei. Não tinha nem José nem minha mãe, só o barulho da TV. Resolvi procurar debaixo da mesa e atrás das cortinas da janela. Depois fui pra cozinha, não vi ninguém. Aí fui pro meu quarto, também não tinha ninguém. Fui pro quarto da minha mãe e tava vazio. Aí voltei pra sala. Pra onde será que foram? Fiquei pensando nisso, decidi desligar a TV… Quando desliguei, comecei a ouvir um barulho estranho… Então me aproximei de umas escadas que levam pra cima. A casa é de tijolos sem reboco e lá em cima tá inacabado, é escuro à noite, então fico com medo e nem subo nesse horário. Engoli seco de medo, pensando em voltar pro meu quarto ou pro da minha mãe procurando eles, quando então escuto algo.

-Aaahh! – escutei lá de cima.

Me virei ao ouvir e vi que vinha de cima. Tava com um pouco de medo porque era escuro, já que nem tinha fiação, mas aí lembrei que talvez eles estivessem escondidos lá. Então liguei a televisão pra fazer barulho e com cuidado comecei a subir. Subia degrau por degrau e sentia que o barulho era mais intenso. Já tava no segundo andar e não via ninguém, aí pensei que era coisa da minha cabeça e tava prestes a descer quando ouço algo de novo.

-Abre mais.

Nisso, com cuidado, me virei sem fazer barulho e então me enfiei pelos muros de tijolo meio construídos. Com cuidado, me aproximei e o barulho vinha de trás de uma parede. Me aproximei pra espiar com cuidado, pensava em pular e surpreender minha mãe e o José gritando "peguei vocês", mas ao chegar perto e ver, percebi que tinha pego eles sim, mas em outra coisa.

-Aaah! ... Deus... aaahh! Abre mais a boca – dizia o José.
-Já goza... meu filho pode subir a qualquer momento – dizia minha mãe.

A primeira coisa que vi foi o José de pé com o pau pra fora e minha mãe de cócoras na frente, segurando ele com uma mão enquanto com a outra se apoiava na cintura.
-Aaahh, vou fazer quando você botar vontade.

Aí vi minha mãe olhar feio pro José e abrir a boca, enfiando o pau dele lá dentro. Deixou ali por um tempo até começar a subir e descer a cabeça na virilha dele enquanto ouvia uns barulhos de chupação vindo dali, enquanto ela fechava os olhos e usava a mão pra puxar a rola do José. Via o José de olhos fechados, jogado pra trás, parecia bem relaxado, como se tivesse curtindo.

-Aaahh, assim que eu gosto, que você bota amor no seu trabalho – então o José colocou a mão na cabeça da minha mãe pra guiar ela, e ela... respondendo, se deixando levar, ela tirava a boca pra passar a língua no pau desde o saco até a ponta da glande, deixando um fio de saliva que ligava a glande aos lábios da minha mãe. Ela parecia meiga e melosa, parecia uma puta, e se deixava acariciar e receber os carinhos do José, que a incentivava mais.

Eu, por minha parte, fiquei paralisado. Queria chorar, sentia vontade de pular e gritar pra eles: "O que vocês estão fazendo? Tão loucos? O que o José tá fazendo com a minha mãe?" Mas quando eu ia fazer isso, quando minha coragem ia aparecer, ouvi algo que a tirou de mim desde aquele dia e desde aquele momento, pra sempre.

— Dessa vez você comeu bem, né? — disse minha mãe, enquanto levantava a rola e se dedicava a lamber o saco e os testículos do José, a ponto de meter um na boca, começando pelo direito.

— Claro, comi abacaxi de manhã, já que da outra vez você me disse que no mínimo eu tinha que te dar algo doce — disse José.

— Bom, vou fazer porque você já é um cliente frequente, MAS NÃO VENHA ME PEDIR ISSO DE NOVO NA FRENTE DO MEU FILHO — minha mãe dizia com um tom decidido, embora fosse difícil sentir convicção nas palavras dela enquanto batia o pau na bochecha, deixando saliva nas bochechas brancas dela. — O que você quer, que meu filho descubra o meu trabalho?

— E estragar a minha graça? hahaha, de jeito nenhum, Sandra. Não se preocupa, enquanto você fizer tão bem quanto agora, não vou falar nada. — Trabalho? Que trabalho? Mas se minha mãe faz turno da noi... O! O NÃO... POR FAVOR, NÃO.

Minha mãe agora alternava as duas mãos no pau do José, masturbava ele enquanto metia na boca. Dava pra ouvir o barulho da saliva dela com o pau dentro dos lábios, e isso que só uns dias atrás ela me beijou na frente, agora tava mamando o José. E fora ver qualquer coisa de raiva ou frustração, ela parecia mais estar gostando, tirava o pau pra deixar cair saliva e masturbava ele por um bom tempo, enquanto cuspia, começou a masturbar com as duas mãos.

— Ok, mas valeu. Sei que pra sua idade é difícil guardar essas coisas... humm... melhor, olha, vou estar na mesma esquina de sempre. Encontrou aquela noite, sim, se me procurar posso te dar desconto — minha mãe começou a se masturbar mais rápido naquela rola, que só se via vermelha na cabeça e como se lubrificava desde a ponta pelo tronco e as bolas.

— Sério? Ok, passo mais tarde depois de terminar com o Juan.
— Juan?........ALI NÃO MEU FILHO JUAN! — nisso minha mãe virou e eu rápido me escondi do outro lado da parede enquanto tapava minha própria boca pra tentar não soltar nenhuma palavra ou não desabar em choro, ali em silêncio com meus olhos vermelhos e o respeito e admiração pela minha mãe jogados no lixo.
— Juan, meu filho Juan deve estar...
— ...já chega, para de pensar nele, ele é tão medroso que nem subiria aqui, por que você acha que te falei pra fazer isso aqui? — dizia José pra minha mãe — melhor, se quer que isso acabe como te falei, tem que se esforçar mais.
— Nossa, mas que safado você é, sem-vergonha — quando minha mãe disse isso, eu me espiei de novo, fiquei paralisado outra vez ao vê-la, não acreditava. Minha mãe abaixou as duas alças do vestido, deixando os peitos dela no ar, e então colocou o pau de José entre os dois seios e começou a masturbar ele com eles — mais vale você gozar, olha que fuck you, serviço especial, garoto.
— Garoto? — dizia José — devo ter maior que o seu falecido marido, você deve estar toda molhada aaahh deus... assim que eu gosto, vai me fazer gozar rápido.
— Vai — disse minha mãe enquanto aproximava a língua na cabeça de José e masturbava ele com os peitões enormes dela, eu só tapava minha boca enquanto minha mãe dava aquele show todo pro prazer do meu amigo da escola, que não parecia se importar nem um pouco de ter minha mãe daquele jeito.

— Assim assim, bebê — dizia José segurando a cabeça da minha mãe pra ela dar boas lambidas, então ele tirou o pau dos peitos dela e agarrou a cabeça dela pra começar a meter o pinto na boca dela. Agora era José quem parecia usar minha mãe como uma puta, ele fodia a boca dela e minha mãe só fechava os olhos e abria o máximo que podia — assim, vadia, assim deus, você gosta de levar forte, né? Aposto que seus clientes te tratam como a puta que você é. Barataque, você é" — dizia essas barbaridades pra minha mãe enquanto eu só tapava a boca pra não chorar, e mais pelo que ouvia dela do que pelo que o José dizia.

"Tá ficando tenso" — disse minha mãe — "você vai gozar". Nisso, ela tirou a pica do José da boca pra masturbá-lo, enquanto tentava juntar os peitos e apontava o pau pra eles.

"Deus, já tô gozando... hummm, melhor, Sandra... antes disso, que tal se..." — ele se aproxima do ouvido da minha mãe e parece sussurrar algo, ao que ela responde:

"Você é louco, nem pros meus clientes eu faço isso."

"Vai, Sandra."

"Que não, Deus, como você ficou convencido. Fica feliz em gozar nos meus peitos."

"Tá bom, então que tal se..." — ele se aproxima de novo e sussurra outra coisa, e pela expressão dela, não parece incomodar tanto, até deu uma risadinha e segurou o riso com a boca.

"Ah, Deus, você é um menino, hahaha. Bom, você tá no colégio, não dava pra esperar menos, suponho." — Nisso, minha mãe se virou e com as duas mãos começou a se deitar no chão, que era de cimento sem reboco. Não entendi por que ela tava fazendo aquilo até ver: minha mãe começou a levantar a bunda devagar e então levantou a saia, deixando o José com uma vista perfeita do rabo dela, e ela dizia: "Tá gostando dessa vista, né? Hahaha, como você tá convencido agora. Goza."

Então o José começou a se masturbar como um possesso, apontando pras nádegas da minha mãe, que agora parecia rebolá-las pra cima e pra baixo, e ele respondeu:

"Caralho, que rabuda você é, hahaha." — Nisso, ele solta um jato de esperma que cai no cu da minha mãe. Pela posição em que eu tô, não consigo ver onde cai, mas pela cara de prazer dele e a cara vermelha da minha mãe, posso supor que onde quer que ele tenha soltado o leite, os dois estavam de acordo e cientes disso. Pouco depois, o José se encostou numa parede enquanto minha mãe se levantava e abaixava a saia pra se arrumar, ajeitando também os peitos.

"Ok, já gozou" — minha mãe diz isso pro José enquanto estende a mão pra ele — "e então?" — parecia esperar algo, embora eu já soubesse, tristemente, que ela esperava RECEBER. DE JOSÉ
- Ah, sim, claro – José tira a carteira e dá 50 pra MINHA MÃE, que pega, examina por um instante, solta um sorriso como se nada tivesse acontecido, enfia no decote e fala:
- Ok, papai – por pouco não soltei um grito quando ela chamou ele de PAPI. José:
- Parece que o Juan ainda não nos encontrou, então é uma pena que ele não tenha ganhado esses 50 – ele pisca o olho pra José enquanto ela se preparava pra descer. Nisso, eu me deslizo com cuidado, desço de quatro, me esgueiro e vou pra sala.

Naquela hora, descendo as escadas:
- Filho – disse Sandra – o que houve, cansou de nos procurar? A gente tava lá em cima. Viu, isso te dá por ser medroso, se tivesse subido, teria nos pegado no flagra.
- Mãe? – eu falei, entre sério e assustado – cê queria mesmo que eu subisse e pegasse vocês no flagra???
- Ah, filho – ela falou enquanto procurava a bolsa. Agora que eu reparava, era uma preta que combinava com o vestido preto dela. E pensando bem, não é que não caía bem, mas era justo, mostrando as boas curvas que ela ainda mantém aos 35 anos, mesmo tendo um filho de 14. Nisso, ela ajeitava o resto da roupa enquanto passava a mão pelo corpo. Podia jurar que ainda devia ter resto de esperma nas pernas, mas não foi isso que me tirou o sono naquele dia, e sim o que ela disse.Pois é, filho, nem imagina como eu gostei de brincar de esconde-esconde com você. E quem sabe da próxima vez o José te encontra e fica olhando pra gente.Bom, galera, já tô atrasada… tchau.
Pega a bolsa dela pra ir embora, mas não sem antes dar um beijinho de despedida na gente — embora eu ache que foi só num de nós, e acho que sei pra quem foi.

Depois que ela foi embora, o José ficou vendo TV. Quando o Deporto falou que tinha algo pra fazer e vazou, fiquei sozinho na sala. Não dormi, nem jantei, só fiquei ali com a TV ligada, olhando pro nada. Parecia que eu era o protagonista de um filme de terror. Fiquei assim até cair no sono.

É domingo de manhã, um dia como qualquer outro aqui em casa. Minha mãe sai pra trabalhar por minha causa desde que meu pai morreu — é algo que eu deveria me orgulhar, né? Ela chega tarde do turno da noite, cansada e moída, e vai direto dormir sem nem trocar de roupa. Mas pelo menos ainda se dá ao luxo de brincar com o filho dela e com meu amigo. A partir daquele dia, o José também veio brincar de esconde-esconde, e parece que ele curte pra caralho — AINDA MAIS QUANDO É COM A MINHA MÃE.

1 comentários - José adora brincar, ainda mais com a minha mãe

Que rrico como me gustaría ser es amigo para cojermela rrico