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Achei que teria tempo para avaliar a situação. Pelo menos uns dois meses. Mas no dia em que Gisela e Brenda anunciaram que iam se mudar, a Tefi teve a brilhante ideia de dar a grande notícia… e fez minha mãe explodir em lágrimas:
—Eu não queria falar nada até ter certeza… já achei um apartamento. A Brenda e a Gise me ajudaram a alugar. Elas foram minhas fiadoras. Se tudo der certo, em alguns dias vou pegar as chaves.
Alguns dias?
Não seja tão covarde.
As últimas palavras que a Ayelén me disse ecoavam na minha cabeça, só pra me atormentar. É incrível como, mesmo minha prima não estando mais aqui… ela continua me fodendo.
— Mas por que todas têm que ir embora ao mesmo tempo? — disse Alicia, entre lágrimas, à beira de outro surto.
—Desculpa, mãe — Tefi a abraçou e apoiou a cabeça no ombro dela—. Juro que não faço isso pra te machucar. É só que… depois de tudo que a gente passou, eu preciso de um tempo pra ficar sozinha.
Sozinha.
Não seja tão covarde.
Gisela me deu um abraço forte, esmagando meu rosto contra os peitos dela.
—Vou sentir muita sua falta, baixinho. Promete que vai me visitar.
—Sim, sim… claro que sim. Por sorte eles vão se mudar pra perto.
O apartamento ficava a menos de dez quadras, dava pra ir a pé quando quisesse… e minha mãe também, isso a deixou mais tranquila. Não era uma despedida definitiva, só precisava andar um pouco mais pra tomar uns mates com a filha mais velha. Já a Tefi…
—Meu apartamento fica em…
Foi como levar uma martelada na testa inteira, Estefanía anunciou que ia se mudar pra outra cidade, umas sete horas de viagem de ônibus. Senti o peito apertar. De repente, o ar pareceu mais pesado.
— O quê? Por que você tem que ir tão longe? — perguntou Alicia, desanimada.
É que… preciso de uma mudança de cenário. Além do mais, é uma cidade legal… sempre quis morar lá. E agora posso me dar ao luxo. Não sei quanto tempo isso do OnlyFans vai durar.
—Exato —disse Macarena—. Você tem que aproveitar agora mesmo.
Alguns minutos antes de ir embora, Brenda pediu pra falar comigo em particular. Fomos pro meu quarto e, quando achei que ela ia me dizer alguma coisa, seus lábios se chocaram contra os meus. Nos envolvemos num abraço quente e nos deixamos levar por um beijo apaixonado.
—Se algum dia você superar essa coisa da sua irmã, me liga… aí a gente pode começar algo juntos. Algo sério —ele falou com o nariz colado no meu, me derreteu ter os olhos dele tão perto.
—Eu te prometo que se isso acontecer, você vai ser a primeira a saber.
—Obrigada. Eu gosto muito de você, Nahuel. De verdade. Ah… e se algum dia você quiser me chamar só para transar, pode fazer quando quiser. Você sabe que pra mim não tem problema nenhum. Pra sua mãe eu também falei que pode me chamar quando quiser, por favor lembra ela que eu falo sério.
Muito bem. Tenho certeza absoluta que vou te chamar logo, ainda mais porque você mora perto.
—É isso mesmo, nos visite quando quiser… e talvez a gente possa fazer um trio gostoso com a Gisela —disse essa última parte sussurrando no meu ouvido—. Vai ser nosso segredo, não se preocupa que ninguém vai ficar sabendo.
Os meus ovos subiram até a garganta. A promessa de fazer ménage com minha irmã mais velha e a Brenda, sempre que surgisse a oportunidade, me pareceu extremamente interessante. Mas… prometi pra minha mãe que não ia mais transar com minhas irmãs. É um baita dilema. Eu disse que a gente via isso na hora, quando acontecesse.
Dessa vez quem subiu no táxi foram Brenda e Gisela. Cumprimentei elas sentindo que eu estava ficando cada vez mais sozinho.
“Não seja tão covarde.”
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A angústia estava me devorando por dentro. Eu precisava desabafar com alguém. Enquanto via a Macarena arrumando a mala, pra se mudar com a Pilar, entendi o quanto ela ia fazer falta.
Entrei no quarto dela e a abracei forte por trás. Ela ficou tensa, porque não me viu chegando, mas assim que entendeu que era eu, relaxou.
—Se vai me comer, fecha a porta… pra minha mãe não nos ver.
—Eu não vim pra transar… além do mais, acho que já transamos o suficiente ontem à noite.
Tivemos um "trio de despedida" intenso com a Pilar. Tenho certeza absoluta que minha mãe ouviu os gemidos das duas, porque elas não foram nada discretas. Por sorte ela teve o bom senso de não falar nada. A Alicia entendeu, tão bem quanto nós, que essa poderia ser a última vez que transaríamos juntos.
— Então, por que tanta melosidade? — Perguntou Maca.
—Eu só queria te agradecer, por tudo o que você fez por mim nesses meses. Mesmo que todas tenham me ajudado, cada uma à sua maneira… incluindo a Ayelén, quem mais me ajudou foi você. Você virou minha conselheira oficial. Vou sentir muita sua falta.
—Ah… se você tá esperando que eu fique sentimental, pode esquecer. E se continuar esfregando esse pau na minha bunda, ou você mete ou dá uma afastadinha.
—Poxa… às vezes eu queria que você fosse um pouquinho menos fria — eu disse, me afastando.
Ela girou nos calcanhares, sorriu e me agarrou pela nuca com as duas mãos. Aí me deu um beijão daqueles na boca. Não foi como os beijos que troco com a Tefi… ou com a Brenda, mas tenho que admitir que foi muito gostoso… e pareceu sincero.
—Eu também vou sentir sua falta, seu bobo. Pra mim você não é só meu irmãozinho, é meu melhor amigo também. —Então baixou a voz—. E se você contar pra alguém que eu falei isso, eu corto suas bolas.
—Tá bom, tá bom… vai ser nosso segredo —Nesse momento, devo estar com o sorriso mais idiota do mundo—. Aliás… posso falar uma coisa com você? Digamos que seria a última vez que peço um conselho, antes de você se mudar.
—Ah, entendi… é sobre a Tefi, né?
—Tá tão na minha cara assim?
—Pra caralho —ela fechou a porta, pra ninguém nos interromper. Sentou na beirada da cama e me chamou com um gesto—. Vem cá, me conta o que tá rolando com você.
—Você sabe o que tá rolando comigo.
—Sim; mas quero que seja você quem diga.
—Ah, entendi… isso faz parte da terapia.
—Algo assim. Quando você diz "já sabe o que tá rolando comigo", tá fugindo do problema. Tem que botar em palavras. Dar uma cara real pra isso.
—Mmmm… puta que pariu, isso não vai ser fácil. —Fechei os olhos e respirei fundo. "Não seja tão covarde"—. Acho que…
—Não, não comece com um "acho". Isso é outra forma de se esquivar, como se você não tivesse certeza do que está acontecendo com você. E não é o seu caso, Nahuel. Você sabe perfeitamente o que está acontecendo.
—Puta merda, você não vai me dar uma folga, né? Um dia você vai ser uma psicóloga excelente… mesmo sendo completamente maluca.
—Obrigada —disse, com um sorriso genuíno—. Agora… fala.
Tive que repetir o processo de fechar os olhos, fazer uma inspiração profunda e soltar o ar dos meus pulmões.
—Estou apaixonado pela Tefi.
Foi estranho ouvir essas palavras saindo da minha boca. Achei que nunca ia falar isso. Do nada, meu corpo todo começou a tremer, pensei que ia ter um ataque ou algo assim; até que a Macarena pegou na minha mão. Aquilo me acalmou de novo.
—Pô, mano... calma. Todo mundo já se apaixonou alguma vez. Eu também sei como é estar apaixonada e a outra pessoa nem perceber.
Ah, é mesmo? Não fazia ideia… E de quem você está apaixonada?
—No momento, de ninguém. Digamos que já superei. Mas tem um tempo eu estava muito apaixonada pela minha amiga Camila Contreras.
—A que viajou com você pra praia?
—Essa mesma. Eu estava louca por ela. Aqueles dias que passamos juntas foram os melhores da minha vida. Embora eu nunca tenha tido coragem de dizer o quanto a amava, porque ela via toda essa coisa de sexo lésbico como "uma brincadeirinha entre amigas". Felizmente o amor não dura para sempre, não importa o que digam as novelas baratas que a Pilar lê. O tempo e a distância fazem murchar. A quarentena me ajudou a esquecer dela, pelo menos nesse sentido. Embora... não sei o que vai acontecer na próxima vez que a vir. Mas sabe de uma coisa, irmãozinho? Eu me arrependo muito de não ter sido sincera com ela. De não ter dito o que sentia.
Ainda dá tempo de contar pra ela.
—Não, agora não faz sentido. Eu não sinto mais a mesma coisa. Esse amor morreu. Entende o que estou tentando te dizer?
— Sim — eu disse, engolindo em seco —. Essas coisas têm que ser ditas na hora certa, porque deixar pra depois não adianta nada.
Exato. Não cometa o mesmo erro que eu. Se você tem algo pra dizer pra Tefi, fala.
E como você acha que ela vai levar isso?
—Nem ideia.
—Você acha que ela pode sentir por mim o mesmo que eu sinto por ela?
—Eu também não sei. E é absurdo você buscar essas respostas em mim, Nahuel. Se você está tão interessado em saber…
—Eu sei, eu sei… preciso conversar com ela.
É isso aí.
—Bom, muito obrigada por tudo, de novo. E sério, vou sentir muita sua falta.
Voltei a abraçá-la.
Naquela mesma tarde, Macarena e Pilar saíram de casa. A despedida foi tão dramática quanto as anteriores, minha mãe chorou, esteve à beira de um ataque de nervos e só conseguimos acalmá-la entre Tefi e eu, porque ficamos para dormir na cama dela aquela noite. Um de cada lado.
—Vou sentir muita falta de vocês —disse Alicia, com leves espasmos causados por tanto choro.
—Mãe, você sabe que essas duas putas já devem estar numa orgia completa com todos os amigos do Nahuel? —disse Tefi.
—Isso é muito verdade —afirmei—. Não tenho a menor dúvida de que essas duas se mudaram juntas para poder curtir "festinhas" assim. Como você fazia com a Cristela... e sua mãe.
—Bom, espero que vocês estejam se divertindo.
—Eu te garanto que elas estão se divertindo pra caralho, mãe — Tefi acariciou a testa dela —. E elas nem moram tão longe. Você pode ir visitar elas sempre que quiser.
Essas palavras tranquilizaram um pouco a Alice.
Não houve sexo entre nós. Os lençóis pareciam frios. Como se toda a paixão estivesse escapando pela porta da frente.
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Lembro, como se fosse ontem, o momento em que Macarena e minha mãe começaram a me ajudar com meu probleminha de ejaculação precoce. Mas o mais importante foi que me ensinaram a lidar com mulheres. Achei que isso me serviria no dia em que a quarentena acabasse, para arrumar alguma namorada; mas na verdade, sem que soubéssemos, elas me prepararam para este momento: a conversa com a Tefi.
Diário de Quarentena:
<Vamos, cadete, de pé. Você treinou muito para essa batalha. Enfrente seus medos e inseguranças. E não se esqueça que todo o pelotão estará lutando ao seu lado, até o fim..
Entrei no quarto da Tefi, encontrei ela jogando PlayStation, sentada na beirada da cama. Ela estava usando um shorts azul curto e uma blusa sem mangas rosa. Pelo jeito que os mamilos dela marcavam, deu pra ver que não tava de sutiã. O cabelo cor de mel caía de um lado do rosto e ela tava com o olhar vidrado na tela. Adoro ver ela tão concentrada, pela forma sensual que ela abre a boca. Dá vontade de morder os lábios dela.
—Oi, Tefi. Posso falar com você?
Ela virou a cabeça assustada, claramente não tinha percebido minha presença. Quando a surpresa passou, ela ficou muito séria. Acenou com a cabeça e desligou o PlayStation. Isso me deixou ainda mais nervoso, ela sabia exatamente por que eu estava ali. Sabia que eu queria falar sobre algo sério.
—Entra… e fecha a porta.
Foi o que fiz. Sentei na cama, ao lado dela, e apoiei as mãos sobre os joelhos.
—Hmm… não sei como dizer isso… —minha cabeça deu uma volta. Não quis ensaiar um discurso, porque queria soar sincero e espontâneo; mas agora minha mente está em branco.
—Espera… antes de você falar alguma coisa… deita —ela me mostrou um sorriso safado.
—Ehh… hã… eu…
Não deu tempo de fazer nada, ela mesma me empurrou pra trás, e antes que eu pudesse reagir, já estava tirando meu pau da calça. Enfiou na boca e começou a me dar um boquete campeão... sim, parecia que ela tava se esforçando pra ganhar um daqueles concursos malucos que fizemos durante a quarentena. Nem preciso dizer que ele ficou duro quase na hora, como se dentro do meu pau tivesse uma mola que ativa com as chupadas intensas da Tefi.
Enquanto ela me chupava, começou a se despir, mostrando que por baixo do short também não tinha calcinha. Já a vi nua mil vezes, e mesmo assim seu corpo lindo ainda me tira o fôlego.
Quando já estava bem duro e latejando de puro tesão, a Tefi montou em mim. A buceta dela estava bem molhada, o que me fez pensar que talvez ela tivesse se masturbado minutos antes. A penetração foi suave, a buceta dela já não oferecia muita resistência ao meu pau, aparentemente já tinha se acostumado. Minha irmã começou a pular, colocou as mãos no meu peito e me olhou fixamente nos olhos.
—Agora sim... —disse, entre suspiros—. O que você queria me dizer?
—Eu… hã… mmmm…
—Vai, Nahuel, fala logo.
Olha, Tefi, o que acontece é que eu...
—Para de enrolar. Quero ouvir isso. Fala logo de uma vez, puta.
—Eu te amo, Tefi… estou apaixonado por você.
Pronto, eu falei. Aquele filho da puta do caralho... eu falei.
Tefi se jogou sobre mim e me beijou. Foi o melhor beijo que recebi na minha vida. Seus lábios, além de sensuais e intoxicantes, me transmitiram ternura, paixão... amor. Ficamos ali, com os lábios colados, e meu quadril reagiu, como se tivesse acordado de um longo sono. Comecei a me mexer e dei estocadas fortes, que ela acompanhou com um rebolado digno de uma odalisca. Nossas bocetas pareciam ter sido feitas uma para a outra.
Separamos os lábios para conseguir respirar. E enquanto ela estava ali, tão perto de mim, eu falei:
—Tá incomodada com o que eu falei?
—Parece que eu tô incomodada, é?
— Hmm… não, na verdade não — nossos corpos se moviam por puro instinto. As penetrações não pararam nem por um segundo —. Mas preciso que você diga algo… preciso saber o que você pensa, porque Macarena e Pilar me disseram que você só se aproxima de mim porque sou o único homem da casa. O único pau disponível.
—Bom, Macarena e Pilar também podem errar, né? Elas não me conhecem tão bem quanto acham.
—Isso quer dizer que…?
—Quer dizer que sinto o mesmo que você, Nahuel. Eu também te amo…
Todo mundo começou a girar, senti tontura, como se tivesse subido numa montanha-russa com um trilho inacabado. A qualquer momento chegaria ao fim dos trilhos e me precipitaria no vazio... mas lá estaria Tefi, para me salvar no último segundo.
Nos reunimos em um beijo apaixonado e as penetrações ganharam intensidade. Eu sentia que o coração ia sair pela boca se eu não me acalmasse um pouco.
—Eu não sabia que você sentia o mesmo que eu — falei, quase à beira das lágrimas. Não achei que lidar com o amor fosse tão complicado.
Claro que sim, bobinho. Você não percebeu que eu ficava te procurando toda hora? E não era só pra transar... quantas tardes a gente passou jogando no PlayStation? Eu adoro passar tempo com você.
Naquele momento, eu percebi que Estefanía e eu havíamos passado muitas horas juntos, sem nem tirar a roupa. Não é só sexo o que tem entre a gente. A gente realmente curte a companhia um do outro.
—É verdade —eu disse.
Um dos motivos pelos quais comecei a jogar videogame, além do tédio, foi para te conhecer melhor. Até roubei alguns quadrinhos e livros seus, sem você perceber. Queria saber por que você gostava tanto deles. Queria te conhecer melhor. Além disso… quando comecei a postar fotos na internet, você foi o primeiro que eu contei. Pensei que você ficaria chateado, era isso que mais me dava medo. Mas quando você me mostrou todo seu apoio, fiquei muito feliz.
Suas palavras me tocaram. Senti um nó na garganta.
—E me deixa muito feliz saber que você me quer do mesmo jeito que eu quero você — garanti —. Mas…
— Não podemos ficar juntos — ela soltou, e todo aquele mundo de fantasia que eu tinha construído dentro do meu coração começou a desmoronar —. Prometemos à nossa mãe.
É esse o único motivo pelo qual não podemos ficar juntos?
—Sim. O único. Eu juro. Se não fosse por isso, eu adoraria ficar com você… como namorados. Mesmo sendo irmãos. Tô pouco me fodendo pro que a sociedade pensa. Eu te amo muito.
—Olha, a promessa que fizemos pra mamãe...
—Tem sua razão de ser —ela me interrompeu—. Eu entendo perfeitamente. Ela não quer que você coma suas irmãs, porque poderíamos engravidar. É isso que realmente a apavora.
Abri bem os olhos, não imaginei que justamente esse seria o maior medo da minha mãe; mas agora vejo claramente… faz sentido. Sei que os filhos nascidos do incesto podem vir com certas… complicações.
—Que otário, eu não tinha percebido.
—E sim, pensa só… eu agora tomo pílula anticonceptiva… todas nós tomamos. Mas basta a gente esquecer de tomar uns dias ou a pílula falhar, pra alguma acabar grávida. Por isso ela nunca vai deixar a gente ser um casal. Não enquanto existir o risco de gravidez.
—E se eu fizer uma vasectomia?
Você vai quebrar o coração dela, Nahuel. Você é o único homem e ela vai querer que um dia você dê netos pra ela. Na verdade, ela vai cobrar mais de você do que de qualquer uma de nós.
—Sim, com certeza.
—Ela adoraria que a Brenda fosse sua namorada. E sinceramente, eu gosto da ideia. A Brenda é uma boa garota… e gosta muito de você.
—Eu sei, já falei com ela. Mas ela não quer ficar comigo enquanto eu ainda estiver apaixonado por você.
—Ah, claro… eu entendo. Ela não quer ser a segunda opção de ninguém. Bom pra ela. Respeito isso.
—Me dói muito pensar que não podemos ficar juntos —afirmei.
—Pra mim também. Te garanto que dói tanto quanto em você. Mas…
— Mas o quê? — perguntei, agarrando-me a qualquer fio de esperança.
Há alguns dias tive uma conversa bem legal com a mamãe… enquanto estávamos transando. Foi nossa “despedida na cama”, igual ela teve com todas as outras. E sabe do que a gente conversou?
—De amor?
—Não, cara… de sexo anal.
—Ah… eu já imaginava. As duas são umas putinhas mesmo.
Tefi soltou uma risadinha bem safada.
—Mas saca a onda, cara. Enquanto minha mãe me punia a bunda com um dildo enorme (que, aliás, adorei a experiência), ela basicamente revelou o jeito de a gente poder ficar junto. Ela não falou diretamente. A mensagem tava escondida entre as linhas e eu só percebi no dia seguinte, quando pensei com a cabeça fria. Ela deu um puta ênfase em como é gostoso transar pelo cu, até me contou que quando ela tava tentando engravidar do Aníbal, os outros amantes dela só metiam no cu. Teve vezes que, enquanto o Aníbal comia ela na buceta, tinha outro cara metendo no cu. E claro… no sexo anal não tem risco de gravidez.
—Isso é muito verdade —disse, segurando firme suas nádegas. Minha rola continuava entrando e saindo da sua buceta, mas eu já estava pensando em meter por outro lado.
—E você sabe o que é mais louco? Que a minha mãe estava me dando esses sinais o tempo todo. Desde que descobriu que a gente transava. Ela foi quem me preparou para o sexo anal… e me ensinou tudo o que sabia sobre o assunto. Fez como se estivesse nos dizendo: "Se vão foder, que seja pelo cu".
Meu coração acelerou. Tenho lembranças vívidas de Alicia ajudando meu pau a entrar no cu da Tefi. Agora tudo faz outro sentido.
—Isso me leva a pensar —continuou minha irmã— que a mamãe poderia tolerar que a gente fique junto… extraoficialmente. Em segredo. Sem contar pra ninguém. Desde que a gente mantenha o pau fora da buceta. Boquetes, sim. Sexo anal, sim. Sexo vaginal, não. Entendeu?
— E você curtiria só com sexo anal? Mais de uma vez você disse que não gostava muito.
—Isso foi até eu começar a pegar gosto. Agora tenho que admitir que eu adoro… me deixa muito excitada. Me enche de tesão. Por que você acha que eu trapaceei na competição de chupar buceta? Eu queria que você percebesse… e que me arrombasse a bunda.
—E porque você sempre foi uma puta traiçoeira.
— Do que você tá falando, cara? — Disse, rindo —. No Mortal Kombat eu te arrebento, e nunca trapaceei com você.
Ele me beijou de novo. Nós dois estávamos muito emocionados. Demasiado emocionados... e excitados.
— Na mesinha de cabeceira tem lubrificante — ela disse. — Me arromba todinha.
Ela nem precisou pedir duas vezes. Enchi meu pau de lubrificante e ela já se colocou de quatro na minha frente, com a bunda bem aberta.
—Eu quero que você me coma bem gostoso —ela me implorou.
Apontei o pau, segurei o quadril da minha irmã com as duas mãos e comecei a enfiar. Ela gritou, ficou vermelha e cerrou os dentes. Fungou pelo nariz enquanto entrava.
—Assim… continua… não para de empurrar. Quero sentir ela. Ai… meu Deus… como eu amo esse pau.
Esse comentário, dias atrás, teria me feito mal. Eu teria entendido que a Tefi só me queria pelo meu pau; mas agora eu entendo que não é assim… e isso me deixou muito feliz. Me deu forças pra começar a meter com vontade.
—Ah… sim… sim… me dá com tudo. Meu cu é seu, Nahuel… sempre que quiser, pode me dar pelo cu. Vou reservar ele exclusivamente pra você.
Não espero que a Tefi passe a vida sem transar com outros caras; mas gostei de saber que tem uma parte do corpo dela reservada exclusivamente pra mim.
Na foda eu coloquei tanto empenho quanto na vez que a Ayelén pegou ela trapaceando no concurso. Tava metendo sem parar, quando me veio na cabeça que talvez eu devesse gravar essa cena… podia ser a última vez que a gente transasse por um bom tempo, porque…
—Tefi… por que você vai se mudar tão longe?
Sim, eu sei. Sou um otário. Tô aqui curtindo pra caralho comendo o cu da minha irmã, e me dá na telha de levantar essa questão. É que, quando esse pensamento entrou na minha cabeça, não consegui segurar a pergunta.
—Eu faço isso por nós, Nahuel.
— Para que a gente não fique junto?
—Não, tarado. É exatamente o contrário. É pra gente poder ficar junto. Não percebe? Naquela cidade ninguém nos conhece, a gente poderia sair pra passear… ir ao cinema, jantar fora… poderia se beijar numa balada, e ninguém saberia que somos irmãos.
Meu coração deu um salto, eu não tinha pensado nesses detalhes.
—Você tá falando sério?
—Sim. Claro que não vamos ficar juntos o tempo todo, essa vai ser a parte difícil; mas de vez em quando você pode fazer uma viagem, pra me visitar. E se você estiver lá, com todas essas horas de viagem, o melhor seria você ficar pra dormir alguns dias. Não é?
—Sim, seria o mais lógico —disse, voltando a acelerar o ritmo das penetradas.
—Não podemos ficar juntos como casal… mas os dias que passarmos no meu apartamento, vai ser como se fôssemos. Vamos fazer tudo o que um casal de namorados faria… sem medo de alguém nos reconhecer. Só que o sexo… sempre pelo cu. Essa é a regra fundamental.
—Posso viver com isso —garanti a ela.
Perdi a vontade de gravar essa cena de sexo anal, porque agora sei que virão muitas outras.
—Ah, e mais uma coisa… eu sempre vou te mandar fotos pornô. E não só as que eu posto no OnlyFans… vou tirar umas só pra você.
—Ufa… isso vai ser uma delícia.
Não sei se foi meu melhor desempenho sexual, mas sei que dei meu máximo… e a Tefi também. O quadril dela balançava no ritmo das penetrações e foi lindo ver como meu pau inteiro afundava até o fundo do cu dela, de novo e de novo.
Continuei metendo sem parar até gozar bem ali, naquele buraco, como se estivesse proclamando: "Propriedade privada do Nahuel".
Diário de Quarentena:
<Cadete, estamos orgudos do seu desempenho. Você enfrentou seus medos e saiu vitorioso. No quartel sempre vamos lembrar dessa batalha épica. Câmbio e fora. Até sempre, soldado. Foi um prazer lutar ao seu lado.>.
—---------
No dia que a Tefi se mudou, eu senti medo. Não por nós, com isso eu estava tranquilo. Até ela me disse: “Vamos deixar passar algumas semanas, e depois você vem pra minha casa, pra ficar uns dias”. Posso sentir saudade dela por algumas semanas se sei que logo estaremos juntos de novo. O medo foi pela Alicia, porque achei que ela teria uma crise de nervos forte, a pior de todas. Afinal, todas as filhas dela tinham abandonado o ninho.
No entanto, assim que fechou a porta, depois de se despedir da filha mais nova, ela me abraçou por trás, pressionando os peitos nas minhas costas, e sussurrou no meu ouvido:
— No final, só ficamos eu e você… hein? Meu garotinho da mamãe…
Ele começou a me beijar no pescoço e, antes que eu percebesse, uma de suas mãos já estava dentro da minha calça.
Claro que sim, meu pau ficou duro na hora, igual um soldado que lembra qual é o seu dever assim que ouve a voz do seu comandante.
—Vem, vamos pro quarto —ela me disse quando já estava bem duro.
Ela tirou toda a roupa no caminho e me esperou na cama, de quatro, enquanto abria as nádegas com as duas mãos.
Vai, me fode toda... me dá com força.
Eu sabia que isso ia contra a promessa que ela mesma nos fez cumprir; mas achei que ela precisava disso, pra não chorar pela partida de todas as filhas. E além do mais, não vou negar, eu também precisava tirar a Tefi da cabeça por um tempo.
Por isso me aproximei da minha mãe e enfiei o pau na buceta dela até o fundo. Segurei ela pelos cabelos, do jeito que ela gosta, e comecei a meter.
—Ah… sim… assim… me dá com tudo. Sem medo. É assim que você vai me comer agora de frente…
—A partir de agora?
—Sim… sim… mmmm me dá, me dá…
E fiquei metendo por longos minutos. Quando cansei de tanto vai e vem, ela assumiu a posição. Deitei na cama, com o pau apontado pro teto, e a Alicia montou em mim. Ela era uma gostosa descontrolada. Os peitões dela balançavam pra todo lado e ela gemeu a plenos pulmões.
Quando chegou a hora de gozar, ela grudou no meu pau como uma sanguessuga. Chupou com força e engoliu todo o leite, sem derramar uma única gota. Quem visse a cena de fora pensaria que eu nem tinha gozado.
Já mais calma, ela se deitou sobre mim, colocando um dos seus peitos no meu peito.
— Como assim "de agora em diante"? — perguntei.
—Ah, sim… vai ser nosso segredinho. Comigo você pode meter… o quanto quiser, e quando quiser.
—Isso não seria trapacear?
—Mmm… pode ser… mas também entendo que vai ser difícil pra você ficar sem transar, depois de todos esses meses que passaram. Você se acostumou demais com sexo. Prefiro que você alivie a tensão comigo do que com alguma das suas irmãs… no fim das contas, comigo você não pode me engravidar. Meu período fértil já passou faz tempo.
—Ah... então era verdade mesmo.
—O quê?
—A Tefi me contou que seu medo era que eu engravidasse uma das minhas irmãs. Por isso você não quer que a gente fique junto.
—Exato. E suas irmãs entenderam muito bem. Sei que pode ser doloroso, Nahuel… sei que você gosta muito da Tefi, tanto quanto eu gosto da Cristela; mas é melhor assim. A vida é muito complicada.
—Sim, mãe… eu entendo.
—Então… você me promete que quando quiser transar, vai me procurar primeiro, antes de qualquer uma das suas irmãs?
—Sim, eu prometo.
—E não esquece de ligar pra Brenda. Essa mina é muito a sua cara… e ela é bem putinha, nunca vai te dar um fora.
—E você também não. Ela me pediu para lembrar que ela falou sério quando disse para você ligar sempre que quiser transar.
—Eu sei, eu sei… talvez um dia a gente possa chamar ela, pra dar uma foda gostosa entre nós dois.
—É possível, sim… gosto da ideia.
Ficamos ali na cama, em silêncio, sem fazer nada. De tudo que a Alicia disse, teve uma frase que ficou girando na minha cabeça: "Eu sei que você ama a Tefi, tanto quanto eu amo a Cristela".
—--------------
A vida com a Alicia começou a ficar meio rotineira. Comecei a procurar emprego, porque não queria ficar em casa o dia todo sem fazer nada; mas a situação tava difícil. Muitos comércios tinham fechado por causa da pandemia e tinha uma porrada de gente procurando trabalho. Minha mãe me disse que ela teria paciência o quanto fosse necessário, desde que eu colaborasse com as tarefas domésticas. Ela falou que eu tinha que aprender a cozinhar e a me virar sozinho "porque eu não sou empregada de ninguém", completou.
Um dia minha mãe voltou das compras e me pegou numa situação que, se não fosse por tudo que aconteceu depois, teria sido bem constrangedora.
Ele entrou no meu quarto e me pegou metendo na bunda da minha tia. As nádegas da Cristela batiam toda vez que meu pau afundava até o fundo, da sua buceta escorriam filetes de mel, mostrando que ela estava muito excitada, e ela gemendo que nem uma puta.
—Ei, o que ela tá fazendo aqui? —perguntou Alicia—. A gente não tinha combinado que isso tinha acabado?
—Mas, mãe… você mesma disse… eu não posso engravidar você, nem a tia Cristela. Qual o problema de eu transar com ela?
—É isso aí, mana... —disse Cristela—. Qual é o problema? Ou será que vai ficar com ciúmes de mim? Quer o Nahuel só pra você?
—Emmm… isso, eu… não, claro que não…
— Por que você não tira a calça e deixa eu chupar sua buceta um pouco? — perguntou a irmã dela.
— Vai lá, mãe… fala que sim — tive que fazer ela reagir, porque ela travou —. Por acaso você tá com medo de que a Cristela te engravide? — Isso fez minha tia dar risada.
—Se eu deixar ela grávida, a gente fica milionária vendendo a história pros jornais.
Alicia também sorriu. Entendeu que era besteira ficar de fora da diversão. Tirou toda a roupa e pulou na cama.
A irmã dela começou o processo comendo sua boca, deu pra ver que estavam com saudades e gostaram de se beijar. Depois desceu pelos peitos, onde ficou um bom tempo se divertindo, e seguiu o caminho até a buceta. Tudo isso sem que eu parasse nem por um segundo. Agora sim eu consigo manter um bom ritmo na hora de foder. Além disso, a bunda da minha tia estava no ponto.
Fiquei com elas por alguns minutos até que, sem gozar, me levantei e segui em direção à saída.
—Ei… você vai embora? —perguntou Cristela—. Olha, eu ainda aguento firme…
— Acho que as duas merecem ficar sozinhas um pouco — falei, encostando minhas costas na parede, meu pau ainda estava bem duro —. Mãe, entendo perfeitamente por que você não quer que Tefi e eu fiquemos juntos. Prometi que não transaria mais com ela e vou cumprir essa promessa. Mas acho uma bobagem que, por minha culpa, você tenha que sacrificar seu relacionamento com Cristela. Entendo que a situação é bem diferente. Vocês são duas mulheres, o risco de gravidez não existe. Se amam pra caralho… merecem ficar juntas.
Os olhos da minha mãe se encheram de lágrimas.
—Você tá falando sério?
—Sim. Passaram muitos anos desejando ficar juntas, como se fossem um casal. Esse momento finalmente chegou.
Muito obrigada, Nahuel… obrigada por entender…
Agora quem estava chorando era a Cristela.
— Só prometam que não vão discutir por besteira. — As duas acenaram com a cabeça. — Muito bem, e não se preocupem… se não quiserem contar pra ninguém, eu não vou abrir a boca. Vai ser nosso segredinho — pisquei pra elas. — Sejam felizes.
Elas me sorriram e eu vi como selaram o recomeço do relacionamento com um beijo apaixonado. Fechei a porta ao sair, elas precisavam ficar sozinhas.
—----------
Fico triste por não poder estar junto da Tefi, não da forma que eu gostaria. Mas pelo menos eu sei que ela sente por mim o mesmo que eu sinto por ela, e ainda mais importante… que vamos nos ver de novo e viver nossas próprias aventuras. É isso que me ajuda a manter a chama da esperança acesa.
Quem sabe, talvez um dia a gente possa passar uns dias juntos… ou uns meses. Afinal, Cristela e Alicia finalmente encontraram um jeito de ficar juntas, depois de tantos anos.
As possibilidades são infinitas. Nunca se sabe qual acontecimento pode virar o mundo de cabeça para baixo, como já aconteceu.
Algo me diz que eu e a Estefanía vamos ter nosso "grande momento". Esse dia vai chegar, só preciso ser paciente.
Diário de Quarentena:
<É o fim de uma era… e o começo de uma nova. A humanidade conseguiu derrotar a Covid. O mundo está voltando ao normal e eu, como soldado que só serve em tempos de guerra, me pergunto quanto tempo falta para a próxima pandemia.>.
FIN
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Achei que teria tempo para avaliar a situação. Pelo menos uns dois meses. Mas no dia em que Gisela e Brenda anunciaram que iam se mudar, a Tefi teve a brilhante ideia de dar a grande notícia… e fez minha mãe explodir em lágrimas:
—Eu não queria falar nada até ter certeza… já achei um apartamento. A Brenda e a Gise me ajudaram a alugar. Elas foram minhas fiadoras. Se tudo der certo, em alguns dias vou pegar as chaves.
Alguns dias?
Não seja tão covarde.
As últimas palavras que a Ayelén me disse ecoavam na minha cabeça, só pra me atormentar. É incrível como, mesmo minha prima não estando mais aqui… ela continua me fodendo.
— Mas por que todas têm que ir embora ao mesmo tempo? — disse Alicia, entre lágrimas, à beira de outro surto.
—Desculpa, mãe — Tefi a abraçou e apoiou a cabeça no ombro dela—. Juro que não faço isso pra te machucar. É só que… depois de tudo que a gente passou, eu preciso de um tempo pra ficar sozinha.
Sozinha.
Não seja tão covarde.
Gisela me deu um abraço forte, esmagando meu rosto contra os peitos dela.
—Vou sentir muita sua falta, baixinho. Promete que vai me visitar.
—Sim, sim… claro que sim. Por sorte eles vão se mudar pra perto.
O apartamento ficava a menos de dez quadras, dava pra ir a pé quando quisesse… e minha mãe também, isso a deixou mais tranquila. Não era uma despedida definitiva, só precisava andar um pouco mais pra tomar uns mates com a filha mais velha. Já a Tefi…
—Meu apartamento fica em…
Foi como levar uma martelada na testa inteira, Estefanía anunciou que ia se mudar pra outra cidade, umas sete horas de viagem de ônibus. Senti o peito apertar. De repente, o ar pareceu mais pesado.
— O quê? Por que você tem que ir tão longe? — perguntou Alicia, desanimada.
É que… preciso de uma mudança de cenário. Além do mais, é uma cidade legal… sempre quis morar lá. E agora posso me dar ao luxo. Não sei quanto tempo isso do OnlyFans vai durar.
—Exato —disse Macarena—. Você tem que aproveitar agora mesmo.
Alguns minutos antes de ir embora, Brenda pediu pra falar comigo em particular. Fomos pro meu quarto e, quando achei que ela ia me dizer alguma coisa, seus lábios se chocaram contra os meus. Nos envolvemos num abraço quente e nos deixamos levar por um beijo apaixonado.
—Se algum dia você superar essa coisa da sua irmã, me liga… aí a gente pode começar algo juntos. Algo sério —ele falou com o nariz colado no meu, me derreteu ter os olhos dele tão perto.
—Eu te prometo que se isso acontecer, você vai ser a primeira a saber.
—Obrigada. Eu gosto muito de você, Nahuel. De verdade. Ah… e se algum dia você quiser me chamar só para transar, pode fazer quando quiser. Você sabe que pra mim não tem problema nenhum. Pra sua mãe eu também falei que pode me chamar quando quiser, por favor lembra ela que eu falo sério.
Muito bem. Tenho certeza absoluta que vou te chamar logo, ainda mais porque você mora perto.
—É isso mesmo, nos visite quando quiser… e talvez a gente possa fazer um trio gostoso com a Gisela —disse essa última parte sussurrando no meu ouvido—. Vai ser nosso segredo, não se preocupa que ninguém vai ficar sabendo.
Os meus ovos subiram até a garganta. A promessa de fazer ménage com minha irmã mais velha e a Brenda, sempre que surgisse a oportunidade, me pareceu extremamente interessante. Mas… prometi pra minha mãe que não ia mais transar com minhas irmãs. É um baita dilema. Eu disse que a gente via isso na hora, quando acontecesse.
Dessa vez quem subiu no táxi foram Brenda e Gisela. Cumprimentei elas sentindo que eu estava ficando cada vez mais sozinho.
“Não seja tão covarde.”
—------------------------
A angústia estava me devorando por dentro. Eu precisava desabafar com alguém. Enquanto via a Macarena arrumando a mala, pra se mudar com a Pilar, entendi o quanto ela ia fazer falta.
Entrei no quarto dela e a abracei forte por trás. Ela ficou tensa, porque não me viu chegando, mas assim que entendeu que era eu, relaxou.
—Se vai me comer, fecha a porta… pra minha mãe não nos ver.
—Eu não vim pra transar… além do mais, acho que já transamos o suficiente ontem à noite.
Tivemos um "trio de despedida" intenso com a Pilar. Tenho certeza absoluta que minha mãe ouviu os gemidos das duas, porque elas não foram nada discretas. Por sorte ela teve o bom senso de não falar nada. A Alicia entendeu, tão bem quanto nós, que essa poderia ser a última vez que transaríamos juntos.
— Então, por que tanta melosidade? — Perguntou Maca.
—Eu só queria te agradecer, por tudo o que você fez por mim nesses meses. Mesmo que todas tenham me ajudado, cada uma à sua maneira… incluindo a Ayelén, quem mais me ajudou foi você. Você virou minha conselheira oficial. Vou sentir muita sua falta.
—Ah… se você tá esperando que eu fique sentimental, pode esquecer. E se continuar esfregando esse pau na minha bunda, ou você mete ou dá uma afastadinha.
—Poxa… às vezes eu queria que você fosse um pouquinho menos fria — eu disse, me afastando.
Ela girou nos calcanhares, sorriu e me agarrou pela nuca com as duas mãos. Aí me deu um beijão daqueles na boca. Não foi como os beijos que troco com a Tefi… ou com a Brenda, mas tenho que admitir que foi muito gostoso… e pareceu sincero.
—Eu também vou sentir sua falta, seu bobo. Pra mim você não é só meu irmãozinho, é meu melhor amigo também. —Então baixou a voz—. E se você contar pra alguém que eu falei isso, eu corto suas bolas.
—Tá bom, tá bom… vai ser nosso segredo —Nesse momento, devo estar com o sorriso mais idiota do mundo—. Aliás… posso falar uma coisa com você? Digamos que seria a última vez que peço um conselho, antes de você se mudar.
—Ah, entendi… é sobre a Tefi, né?
—Tá tão na minha cara assim?
—Pra caralho —ela fechou a porta, pra ninguém nos interromper. Sentou na beirada da cama e me chamou com um gesto—. Vem cá, me conta o que tá rolando com você.
—Você sabe o que tá rolando comigo.
—Sim; mas quero que seja você quem diga.
—Ah, entendi… isso faz parte da terapia.
—Algo assim. Quando você diz "já sabe o que tá rolando comigo", tá fugindo do problema. Tem que botar em palavras. Dar uma cara real pra isso.
—Mmmm… puta que pariu, isso não vai ser fácil. —Fechei os olhos e respirei fundo. "Não seja tão covarde"—. Acho que…
—Não, não comece com um "acho". Isso é outra forma de se esquivar, como se você não tivesse certeza do que está acontecendo com você. E não é o seu caso, Nahuel. Você sabe perfeitamente o que está acontecendo.
—Puta merda, você não vai me dar uma folga, né? Um dia você vai ser uma psicóloga excelente… mesmo sendo completamente maluca.
—Obrigada —disse, com um sorriso genuíno—. Agora… fala.
Tive que repetir o processo de fechar os olhos, fazer uma inspiração profunda e soltar o ar dos meus pulmões.
—Estou apaixonado pela Tefi.
Foi estranho ouvir essas palavras saindo da minha boca. Achei que nunca ia falar isso. Do nada, meu corpo todo começou a tremer, pensei que ia ter um ataque ou algo assim; até que a Macarena pegou na minha mão. Aquilo me acalmou de novo.
—Pô, mano... calma. Todo mundo já se apaixonou alguma vez. Eu também sei como é estar apaixonada e a outra pessoa nem perceber.
Ah, é mesmo? Não fazia ideia… E de quem você está apaixonada?
—No momento, de ninguém. Digamos que já superei. Mas tem um tempo eu estava muito apaixonada pela minha amiga Camila Contreras.
—A que viajou com você pra praia?
—Essa mesma. Eu estava louca por ela. Aqueles dias que passamos juntas foram os melhores da minha vida. Embora eu nunca tenha tido coragem de dizer o quanto a amava, porque ela via toda essa coisa de sexo lésbico como "uma brincadeirinha entre amigas". Felizmente o amor não dura para sempre, não importa o que digam as novelas baratas que a Pilar lê. O tempo e a distância fazem murchar. A quarentena me ajudou a esquecer dela, pelo menos nesse sentido. Embora... não sei o que vai acontecer na próxima vez que a vir. Mas sabe de uma coisa, irmãozinho? Eu me arrependo muito de não ter sido sincera com ela. De não ter dito o que sentia.
Ainda dá tempo de contar pra ela.
—Não, agora não faz sentido. Eu não sinto mais a mesma coisa. Esse amor morreu. Entende o que estou tentando te dizer?
— Sim — eu disse, engolindo em seco —. Essas coisas têm que ser ditas na hora certa, porque deixar pra depois não adianta nada.
Exato. Não cometa o mesmo erro que eu. Se você tem algo pra dizer pra Tefi, fala.
E como você acha que ela vai levar isso?
—Nem ideia.
—Você acha que ela pode sentir por mim o mesmo que eu sinto por ela?
—Eu também não sei. E é absurdo você buscar essas respostas em mim, Nahuel. Se você está tão interessado em saber…
—Eu sei, eu sei… preciso conversar com ela.
É isso aí.
—Bom, muito obrigada por tudo, de novo. E sério, vou sentir muita sua falta.
Voltei a abraçá-la.
Naquela mesma tarde, Macarena e Pilar saíram de casa. A despedida foi tão dramática quanto as anteriores, minha mãe chorou, esteve à beira de um ataque de nervos e só conseguimos acalmá-la entre Tefi e eu, porque ficamos para dormir na cama dela aquela noite. Um de cada lado.
—Vou sentir muita falta de vocês —disse Alicia, com leves espasmos causados por tanto choro.
—Mãe, você sabe que essas duas putas já devem estar numa orgia completa com todos os amigos do Nahuel? —disse Tefi.
—Isso é muito verdade —afirmei—. Não tenho a menor dúvida de que essas duas se mudaram juntas para poder curtir "festinhas" assim. Como você fazia com a Cristela... e sua mãe.
—Bom, espero que vocês estejam se divertindo.
—Eu te garanto que elas estão se divertindo pra caralho, mãe — Tefi acariciou a testa dela —. E elas nem moram tão longe. Você pode ir visitar elas sempre que quiser.
Essas palavras tranquilizaram um pouco a Alice.
Não houve sexo entre nós. Os lençóis pareciam frios. Como se toda a paixão estivesse escapando pela porta da frente.
—---------
Lembro, como se fosse ontem, o momento em que Macarena e minha mãe começaram a me ajudar com meu probleminha de ejaculação precoce. Mas o mais importante foi que me ensinaram a lidar com mulheres. Achei que isso me serviria no dia em que a quarentena acabasse, para arrumar alguma namorada; mas na verdade, sem que soubéssemos, elas me prepararam para este momento: a conversa com a Tefi.
Diário de Quarentena:
<Vamos, cadete, de pé. Você treinou muito para essa batalha. Enfrente seus medos e inseguranças. E não se esqueça que todo o pelotão estará lutando ao seu lado, até o fim..
Entrei no quarto da Tefi, encontrei ela jogando PlayStation, sentada na beirada da cama. Ela estava usando um shorts azul curto e uma blusa sem mangas rosa. Pelo jeito que os mamilos dela marcavam, deu pra ver que não tava de sutiã. O cabelo cor de mel caía de um lado do rosto e ela tava com o olhar vidrado na tela. Adoro ver ela tão concentrada, pela forma sensual que ela abre a boca. Dá vontade de morder os lábios dela.
—Oi, Tefi. Posso falar com você?
Ela virou a cabeça assustada, claramente não tinha percebido minha presença. Quando a surpresa passou, ela ficou muito séria. Acenou com a cabeça e desligou o PlayStation. Isso me deixou ainda mais nervoso, ela sabia exatamente por que eu estava ali. Sabia que eu queria falar sobre algo sério.
—Entra… e fecha a porta.
Foi o que fiz. Sentei na cama, ao lado dela, e apoiei as mãos sobre os joelhos.
—Hmm… não sei como dizer isso… —minha cabeça deu uma volta. Não quis ensaiar um discurso, porque queria soar sincero e espontâneo; mas agora minha mente está em branco.
—Espera… antes de você falar alguma coisa… deita —ela me mostrou um sorriso safado.
—Ehh… hã… eu…
Não deu tempo de fazer nada, ela mesma me empurrou pra trás, e antes que eu pudesse reagir, já estava tirando meu pau da calça. Enfiou na boca e começou a me dar um boquete campeão... sim, parecia que ela tava se esforçando pra ganhar um daqueles concursos malucos que fizemos durante a quarentena. Nem preciso dizer que ele ficou duro quase na hora, como se dentro do meu pau tivesse uma mola que ativa com as chupadas intensas da Tefi.
Enquanto ela me chupava, começou a se despir, mostrando que por baixo do short também não tinha calcinha. Já a vi nua mil vezes, e mesmo assim seu corpo lindo ainda me tira o fôlego.
Quando já estava bem duro e latejando de puro tesão, a Tefi montou em mim. A buceta dela estava bem molhada, o que me fez pensar que talvez ela tivesse se masturbado minutos antes. A penetração foi suave, a buceta dela já não oferecia muita resistência ao meu pau, aparentemente já tinha se acostumado. Minha irmã começou a pular, colocou as mãos no meu peito e me olhou fixamente nos olhos.
—Agora sim... —disse, entre suspiros—. O que você queria me dizer?
—Eu… hã… mmmm…
—Vai, Nahuel, fala logo.
Olha, Tefi, o que acontece é que eu...
—Para de enrolar. Quero ouvir isso. Fala logo de uma vez, puta.
—Eu te amo, Tefi… estou apaixonado por você.
Pronto, eu falei. Aquele filho da puta do caralho... eu falei.
Tefi se jogou sobre mim e me beijou. Foi o melhor beijo que recebi na minha vida. Seus lábios, além de sensuais e intoxicantes, me transmitiram ternura, paixão... amor. Ficamos ali, com os lábios colados, e meu quadril reagiu, como se tivesse acordado de um longo sono. Comecei a me mexer e dei estocadas fortes, que ela acompanhou com um rebolado digno de uma odalisca. Nossas bocetas pareciam ter sido feitas uma para a outra.
Separamos os lábios para conseguir respirar. E enquanto ela estava ali, tão perto de mim, eu falei:
—Tá incomodada com o que eu falei?
—Parece que eu tô incomodada, é?
— Hmm… não, na verdade não — nossos corpos se moviam por puro instinto. As penetrações não pararam nem por um segundo —. Mas preciso que você diga algo… preciso saber o que você pensa, porque Macarena e Pilar me disseram que você só se aproxima de mim porque sou o único homem da casa. O único pau disponível.
—Bom, Macarena e Pilar também podem errar, né? Elas não me conhecem tão bem quanto acham.
—Isso quer dizer que…?
—Quer dizer que sinto o mesmo que você, Nahuel. Eu também te amo…
Todo mundo começou a girar, senti tontura, como se tivesse subido numa montanha-russa com um trilho inacabado. A qualquer momento chegaria ao fim dos trilhos e me precipitaria no vazio... mas lá estaria Tefi, para me salvar no último segundo.
Nos reunimos em um beijo apaixonado e as penetrações ganharam intensidade. Eu sentia que o coração ia sair pela boca se eu não me acalmasse um pouco.
—Eu não sabia que você sentia o mesmo que eu — falei, quase à beira das lágrimas. Não achei que lidar com o amor fosse tão complicado.
Claro que sim, bobinho. Você não percebeu que eu ficava te procurando toda hora? E não era só pra transar... quantas tardes a gente passou jogando no PlayStation? Eu adoro passar tempo com você.
Naquele momento, eu percebi que Estefanía e eu havíamos passado muitas horas juntos, sem nem tirar a roupa. Não é só sexo o que tem entre a gente. A gente realmente curte a companhia um do outro.
—É verdade —eu disse.
Um dos motivos pelos quais comecei a jogar videogame, além do tédio, foi para te conhecer melhor. Até roubei alguns quadrinhos e livros seus, sem você perceber. Queria saber por que você gostava tanto deles. Queria te conhecer melhor. Além disso… quando comecei a postar fotos na internet, você foi o primeiro que eu contei. Pensei que você ficaria chateado, era isso que mais me dava medo. Mas quando você me mostrou todo seu apoio, fiquei muito feliz.
Suas palavras me tocaram. Senti um nó na garganta.
—E me deixa muito feliz saber que você me quer do mesmo jeito que eu quero você — garanti —. Mas…
— Não podemos ficar juntos — ela soltou, e todo aquele mundo de fantasia que eu tinha construído dentro do meu coração começou a desmoronar —. Prometemos à nossa mãe.
É esse o único motivo pelo qual não podemos ficar juntos?
—Sim. O único. Eu juro. Se não fosse por isso, eu adoraria ficar com você… como namorados. Mesmo sendo irmãos. Tô pouco me fodendo pro que a sociedade pensa. Eu te amo muito.
—Olha, a promessa que fizemos pra mamãe...
—Tem sua razão de ser —ela me interrompeu—. Eu entendo perfeitamente. Ela não quer que você coma suas irmãs, porque poderíamos engravidar. É isso que realmente a apavora.
Abri bem os olhos, não imaginei que justamente esse seria o maior medo da minha mãe; mas agora vejo claramente… faz sentido. Sei que os filhos nascidos do incesto podem vir com certas… complicações.
—Que otário, eu não tinha percebido.
—E sim, pensa só… eu agora tomo pílula anticonceptiva… todas nós tomamos. Mas basta a gente esquecer de tomar uns dias ou a pílula falhar, pra alguma acabar grávida. Por isso ela nunca vai deixar a gente ser um casal. Não enquanto existir o risco de gravidez.
—E se eu fizer uma vasectomia?
Você vai quebrar o coração dela, Nahuel. Você é o único homem e ela vai querer que um dia você dê netos pra ela. Na verdade, ela vai cobrar mais de você do que de qualquer uma de nós.
—Sim, com certeza.
—Ela adoraria que a Brenda fosse sua namorada. E sinceramente, eu gosto da ideia. A Brenda é uma boa garota… e gosta muito de você.
—Eu sei, já falei com ela. Mas ela não quer ficar comigo enquanto eu ainda estiver apaixonado por você.
—Ah, claro… eu entendo. Ela não quer ser a segunda opção de ninguém. Bom pra ela. Respeito isso.
—Me dói muito pensar que não podemos ficar juntos —afirmei.
—Pra mim também. Te garanto que dói tanto quanto em você. Mas…
— Mas o quê? — perguntei, agarrando-me a qualquer fio de esperança.
Há alguns dias tive uma conversa bem legal com a mamãe… enquanto estávamos transando. Foi nossa “despedida na cama”, igual ela teve com todas as outras. E sabe do que a gente conversou?
—De amor?
—Não, cara… de sexo anal.
—Ah… eu já imaginava. As duas são umas putinhas mesmo.
Tefi soltou uma risadinha bem safada.
—Mas saca a onda, cara. Enquanto minha mãe me punia a bunda com um dildo enorme (que, aliás, adorei a experiência), ela basicamente revelou o jeito de a gente poder ficar junto. Ela não falou diretamente. A mensagem tava escondida entre as linhas e eu só percebi no dia seguinte, quando pensei com a cabeça fria. Ela deu um puta ênfase em como é gostoso transar pelo cu, até me contou que quando ela tava tentando engravidar do Aníbal, os outros amantes dela só metiam no cu. Teve vezes que, enquanto o Aníbal comia ela na buceta, tinha outro cara metendo no cu. E claro… no sexo anal não tem risco de gravidez.
—Isso é muito verdade —disse, segurando firme suas nádegas. Minha rola continuava entrando e saindo da sua buceta, mas eu já estava pensando em meter por outro lado.
—E você sabe o que é mais louco? Que a minha mãe estava me dando esses sinais o tempo todo. Desde que descobriu que a gente transava. Ela foi quem me preparou para o sexo anal… e me ensinou tudo o que sabia sobre o assunto. Fez como se estivesse nos dizendo: "Se vão foder, que seja pelo cu".
Meu coração acelerou. Tenho lembranças vívidas de Alicia ajudando meu pau a entrar no cu da Tefi. Agora tudo faz outro sentido.
—Isso me leva a pensar —continuou minha irmã— que a mamãe poderia tolerar que a gente fique junto… extraoficialmente. Em segredo. Sem contar pra ninguém. Desde que a gente mantenha o pau fora da buceta. Boquetes, sim. Sexo anal, sim. Sexo vaginal, não. Entendeu?
— E você curtiria só com sexo anal? Mais de uma vez você disse que não gostava muito.
—Isso foi até eu começar a pegar gosto. Agora tenho que admitir que eu adoro… me deixa muito excitada. Me enche de tesão. Por que você acha que eu trapaceei na competição de chupar buceta? Eu queria que você percebesse… e que me arrombasse a bunda.
—E porque você sempre foi uma puta traiçoeira.
— Do que você tá falando, cara? — Disse, rindo —. No Mortal Kombat eu te arrebento, e nunca trapaceei com você.
Ele me beijou de novo. Nós dois estávamos muito emocionados. Demasiado emocionados... e excitados.
— Na mesinha de cabeceira tem lubrificante — ela disse. — Me arromba todinha.
Ela nem precisou pedir duas vezes. Enchi meu pau de lubrificante e ela já se colocou de quatro na minha frente, com a bunda bem aberta.
—Eu quero que você me coma bem gostoso —ela me implorou.
Apontei o pau, segurei o quadril da minha irmã com as duas mãos e comecei a enfiar. Ela gritou, ficou vermelha e cerrou os dentes. Fungou pelo nariz enquanto entrava.
—Assim… continua… não para de empurrar. Quero sentir ela. Ai… meu Deus… como eu amo esse pau.
Esse comentário, dias atrás, teria me feito mal. Eu teria entendido que a Tefi só me queria pelo meu pau; mas agora eu entendo que não é assim… e isso me deixou muito feliz. Me deu forças pra começar a meter com vontade.
—Ah… sim… sim… me dá com tudo. Meu cu é seu, Nahuel… sempre que quiser, pode me dar pelo cu. Vou reservar ele exclusivamente pra você.
Não espero que a Tefi passe a vida sem transar com outros caras; mas gostei de saber que tem uma parte do corpo dela reservada exclusivamente pra mim.
Na foda eu coloquei tanto empenho quanto na vez que a Ayelén pegou ela trapaceando no concurso. Tava metendo sem parar, quando me veio na cabeça que talvez eu devesse gravar essa cena… podia ser a última vez que a gente transasse por um bom tempo, porque…
—Tefi… por que você vai se mudar tão longe?
Sim, eu sei. Sou um otário. Tô aqui curtindo pra caralho comendo o cu da minha irmã, e me dá na telha de levantar essa questão. É que, quando esse pensamento entrou na minha cabeça, não consegui segurar a pergunta.
—Eu faço isso por nós, Nahuel.
— Para que a gente não fique junto?
—Não, tarado. É exatamente o contrário. É pra gente poder ficar junto. Não percebe? Naquela cidade ninguém nos conhece, a gente poderia sair pra passear… ir ao cinema, jantar fora… poderia se beijar numa balada, e ninguém saberia que somos irmãos.
Meu coração deu um salto, eu não tinha pensado nesses detalhes.
—Você tá falando sério?
—Sim. Claro que não vamos ficar juntos o tempo todo, essa vai ser a parte difícil; mas de vez em quando você pode fazer uma viagem, pra me visitar. E se você estiver lá, com todas essas horas de viagem, o melhor seria você ficar pra dormir alguns dias. Não é?
—Sim, seria o mais lógico —disse, voltando a acelerar o ritmo das penetradas.
—Não podemos ficar juntos como casal… mas os dias que passarmos no meu apartamento, vai ser como se fôssemos. Vamos fazer tudo o que um casal de namorados faria… sem medo de alguém nos reconhecer. Só que o sexo… sempre pelo cu. Essa é a regra fundamental.
—Posso viver com isso —garanti a ela.
Perdi a vontade de gravar essa cena de sexo anal, porque agora sei que virão muitas outras.
—Ah, e mais uma coisa… eu sempre vou te mandar fotos pornô. E não só as que eu posto no OnlyFans… vou tirar umas só pra você.
—Ufa… isso vai ser uma delícia.
Não sei se foi meu melhor desempenho sexual, mas sei que dei meu máximo… e a Tefi também. O quadril dela balançava no ritmo das penetrações e foi lindo ver como meu pau inteiro afundava até o fundo do cu dela, de novo e de novo.
Continuei metendo sem parar até gozar bem ali, naquele buraco, como se estivesse proclamando: "Propriedade privada do Nahuel".
Diário de Quarentena:
<Cadete, estamos orgudos do seu desempenho. Você enfrentou seus medos e saiu vitorioso. No quartel sempre vamos lembrar dessa batalha épica. Câmbio e fora. Até sempre, soldado. Foi um prazer lutar ao seu lado.>.
—---------
No dia que a Tefi se mudou, eu senti medo. Não por nós, com isso eu estava tranquilo. Até ela me disse: “Vamos deixar passar algumas semanas, e depois você vem pra minha casa, pra ficar uns dias”. Posso sentir saudade dela por algumas semanas se sei que logo estaremos juntos de novo. O medo foi pela Alicia, porque achei que ela teria uma crise de nervos forte, a pior de todas. Afinal, todas as filhas dela tinham abandonado o ninho.
No entanto, assim que fechou a porta, depois de se despedir da filha mais nova, ela me abraçou por trás, pressionando os peitos nas minhas costas, e sussurrou no meu ouvido:
— No final, só ficamos eu e você… hein? Meu garotinho da mamãe…
Ele começou a me beijar no pescoço e, antes que eu percebesse, uma de suas mãos já estava dentro da minha calça.
Claro que sim, meu pau ficou duro na hora, igual um soldado que lembra qual é o seu dever assim que ouve a voz do seu comandante.
—Vem, vamos pro quarto —ela me disse quando já estava bem duro.
Ela tirou toda a roupa no caminho e me esperou na cama, de quatro, enquanto abria as nádegas com as duas mãos.
Vai, me fode toda... me dá com força.
Eu sabia que isso ia contra a promessa que ela mesma nos fez cumprir; mas achei que ela precisava disso, pra não chorar pela partida de todas as filhas. E além do mais, não vou negar, eu também precisava tirar a Tefi da cabeça por um tempo.
Por isso me aproximei da minha mãe e enfiei o pau na buceta dela até o fundo. Segurei ela pelos cabelos, do jeito que ela gosta, e comecei a meter.
—Ah… sim… assim… me dá com tudo. Sem medo. É assim que você vai me comer agora de frente…
—A partir de agora?
—Sim… sim… mmmm me dá, me dá…
E fiquei metendo por longos minutos. Quando cansei de tanto vai e vem, ela assumiu a posição. Deitei na cama, com o pau apontado pro teto, e a Alicia montou em mim. Ela era uma gostosa descontrolada. Os peitões dela balançavam pra todo lado e ela gemeu a plenos pulmões.
Quando chegou a hora de gozar, ela grudou no meu pau como uma sanguessuga. Chupou com força e engoliu todo o leite, sem derramar uma única gota. Quem visse a cena de fora pensaria que eu nem tinha gozado.
Já mais calma, ela se deitou sobre mim, colocando um dos seus peitos no meu peito.
— Como assim "de agora em diante"? — perguntei.
—Ah, sim… vai ser nosso segredinho. Comigo você pode meter… o quanto quiser, e quando quiser.
—Isso não seria trapacear?
—Mmm… pode ser… mas também entendo que vai ser difícil pra você ficar sem transar, depois de todos esses meses que passaram. Você se acostumou demais com sexo. Prefiro que você alivie a tensão comigo do que com alguma das suas irmãs… no fim das contas, comigo você não pode me engravidar. Meu período fértil já passou faz tempo.
—Ah... então era verdade mesmo.
—O quê?
—A Tefi me contou que seu medo era que eu engravidasse uma das minhas irmãs. Por isso você não quer que a gente fique junto.
—Exato. E suas irmãs entenderam muito bem. Sei que pode ser doloroso, Nahuel… sei que você gosta muito da Tefi, tanto quanto eu gosto da Cristela; mas é melhor assim. A vida é muito complicada.
—Sim, mãe… eu entendo.
—Então… você me promete que quando quiser transar, vai me procurar primeiro, antes de qualquer uma das suas irmãs?
—Sim, eu prometo.
—E não esquece de ligar pra Brenda. Essa mina é muito a sua cara… e ela é bem putinha, nunca vai te dar um fora.
—E você também não. Ela me pediu para lembrar que ela falou sério quando disse para você ligar sempre que quiser transar.
—Eu sei, eu sei… talvez um dia a gente possa chamar ela, pra dar uma foda gostosa entre nós dois.
—É possível, sim… gosto da ideia.
Ficamos ali na cama, em silêncio, sem fazer nada. De tudo que a Alicia disse, teve uma frase que ficou girando na minha cabeça: "Eu sei que você ama a Tefi, tanto quanto eu amo a Cristela".
—--------------
A vida com a Alicia começou a ficar meio rotineira. Comecei a procurar emprego, porque não queria ficar em casa o dia todo sem fazer nada; mas a situação tava difícil. Muitos comércios tinham fechado por causa da pandemia e tinha uma porrada de gente procurando trabalho. Minha mãe me disse que ela teria paciência o quanto fosse necessário, desde que eu colaborasse com as tarefas domésticas. Ela falou que eu tinha que aprender a cozinhar e a me virar sozinho "porque eu não sou empregada de ninguém", completou.
Um dia minha mãe voltou das compras e me pegou numa situação que, se não fosse por tudo que aconteceu depois, teria sido bem constrangedora.
Ele entrou no meu quarto e me pegou metendo na bunda da minha tia. As nádegas da Cristela batiam toda vez que meu pau afundava até o fundo, da sua buceta escorriam filetes de mel, mostrando que ela estava muito excitada, e ela gemendo que nem uma puta.
—Ei, o que ela tá fazendo aqui? —perguntou Alicia—. A gente não tinha combinado que isso tinha acabado?
—Mas, mãe… você mesma disse… eu não posso engravidar você, nem a tia Cristela. Qual o problema de eu transar com ela?
—É isso aí, mana... —disse Cristela—. Qual é o problema? Ou será que vai ficar com ciúmes de mim? Quer o Nahuel só pra você?
—Emmm… isso, eu… não, claro que não…
— Por que você não tira a calça e deixa eu chupar sua buceta um pouco? — perguntou a irmã dela.
— Vai lá, mãe… fala que sim — tive que fazer ela reagir, porque ela travou —. Por acaso você tá com medo de que a Cristela te engravide? — Isso fez minha tia dar risada.
—Se eu deixar ela grávida, a gente fica milionária vendendo a história pros jornais.
Alicia também sorriu. Entendeu que era besteira ficar de fora da diversão. Tirou toda a roupa e pulou na cama.
A irmã dela começou o processo comendo sua boca, deu pra ver que estavam com saudades e gostaram de se beijar. Depois desceu pelos peitos, onde ficou um bom tempo se divertindo, e seguiu o caminho até a buceta. Tudo isso sem que eu parasse nem por um segundo. Agora sim eu consigo manter um bom ritmo na hora de foder. Além disso, a bunda da minha tia estava no ponto.
Fiquei com elas por alguns minutos até que, sem gozar, me levantei e segui em direção à saída.
—Ei… você vai embora? —perguntou Cristela—. Olha, eu ainda aguento firme…
— Acho que as duas merecem ficar sozinhas um pouco — falei, encostando minhas costas na parede, meu pau ainda estava bem duro —. Mãe, entendo perfeitamente por que você não quer que Tefi e eu fiquemos juntos. Prometi que não transaria mais com ela e vou cumprir essa promessa. Mas acho uma bobagem que, por minha culpa, você tenha que sacrificar seu relacionamento com Cristela. Entendo que a situação é bem diferente. Vocês são duas mulheres, o risco de gravidez não existe. Se amam pra caralho… merecem ficar juntas.
Os olhos da minha mãe se encheram de lágrimas.
—Você tá falando sério?
—Sim. Passaram muitos anos desejando ficar juntas, como se fossem um casal. Esse momento finalmente chegou.
Muito obrigada, Nahuel… obrigada por entender…
Agora quem estava chorando era a Cristela.
— Só prometam que não vão discutir por besteira. — As duas acenaram com a cabeça. — Muito bem, e não se preocupem… se não quiserem contar pra ninguém, eu não vou abrir a boca. Vai ser nosso segredinho — pisquei pra elas. — Sejam felizes.
Elas me sorriram e eu vi como selaram o recomeço do relacionamento com um beijo apaixonado. Fechei a porta ao sair, elas precisavam ficar sozinhas.
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Fico triste por não poder estar junto da Tefi, não da forma que eu gostaria. Mas pelo menos eu sei que ela sente por mim o mesmo que eu sinto por ela, e ainda mais importante… que vamos nos ver de novo e viver nossas próprias aventuras. É isso que me ajuda a manter a chama da esperança acesa.
Quem sabe, talvez um dia a gente possa passar uns dias juntos… ou uns meses. Afinal, Cristela e Alicia finalmente encontraram um jeito de ficar juntas, depois de tantos anos.
As possibilidades são infinitas. Nunca se sabe qual acontecimento pode virar o mundo de cabeça para baixo, como já aconteceu.
Algo me diz que eu e a Estefanía vamos ter nosso "grande momento". Esse dia vai chegar, só preciso ser paciente.
Diário de Quarentena:
<É o fim de uma era… e o começo de uma nova. A humanidade conseguiu derrotar a Covid. O mundo está voltando ao normal e eu, como soldado que só serve em tempos de guerra, me pergunto quanto tempo falta para a próxima pandemia.>.
FIN
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Comentarios Destacados
26 comentários - Aislado Entre Mujeres [66] [Final] (Parte 2).
Muchas gracias por tanto.