Fantasias de uma usuária: o amigo do meu irmão II

Boa noite, hoje trago a continuação de uma fantasia. Felizmente a usuária tem sacanagem pra dar e vender, então vamos ter mais se vocês gostarem, além disso ela compartilha fotos suas pra gente acompanhar o relato. Comentem o que acharam, ela vai estar lendo. Sem mais delongas, deixo aqui minha humilde contribuição. Já tinha passado uma semana desde aquela noite maravilhosa em que você conheceu o prazer de um bom orgasmo, algo que, mesmo tentando replicar sozinha, não tinha conseguido. Toda noite você se masturbava lembrando do que aconteceu com o Marcos, e, embora fosse gostoso, não se comparava com o que viveu. E o pior é que o Marcos não tinha voltado pra lugar nenhum, mesmo que você sentisse vergonha de vê-lo, ao mesmo tempo morria de vontade de provocá-lo de novo e se excitar com a situação. Uma vez você até perguntou por que ele não tinha voltado pro seu irmão, que respondeu seco: "Acho que ele tá doente". Assim chegou o último fim de semana sem os pais em casa, e com seu irmão vocês planejaram pedir pizza e sorvete. A noite chegou e foi isso que fizeram. Depois de um tempo, a campainha tocou e você correu pra porta pra receber o delivery, mas quando abriu a porta, ficou paralisada ao ver o Marcos parado com alguém bem mais velho que ele ao lado. "Oi, Vale, ele é meu pai" — disse o Marcos com voz envergonhada. "Boa noite, senhorita, o Marcos é muito amigo do Joaquin, ele me falou muito de vocês, então vim trazê-lo e me apresentar, meu nome é Ivan" — apresentou-se o homem de aparência madura, olhando fixamente pra você. "M-muito prazer, Ivan" — você gaguejou de medo de que o Marcos tivesse contado algo e agora você estivesse encrencada. "O Marcos me disse que hoje ele vai dormir aqui" — continuou Ivan. "Sim, sim, pode entrar, ele é bem-vindo, e se quiser entrar também" — respondeu você, meio aliviada. "Não, obrigado, mas queria perguntar se o Gonzalo também pode ficar" — ele disse, enquanto se afastava e com um gesto apresentava o irmão do Marcos. Você respirou aliviada ao ouvir a proposta, simplesmente Queriam fazer uma festa do pijama os três, e o mais provável era que seu irmão Valentin tivesse esquecido de avisar você. De repente, seu irmão chegou na porta, apressou Marcos e Joaquin pra entrarem. Finalmente os dois entraram e você se despediu do Ivan. — Tchau, moça, espero que não sejam um incômodo, espero te ver logo — ele respondeu com um tom estranho na voz. Você fechou a porta atrás de si e foi pra sala, onde já estavam seu irmão e Joaquin sentados no chão jogando videogame, e Marcos sentado no sofá olhando pra eles. Naquele momento, sua mente começou a fantasiar, e com isso sua excitação foi crescendo. Você estava de moletom comprido e camiseta, seria muito suspeito se do nada trocasse por algo mais solto, então continuou pensando e imaginando como poderia esquentar o Marcos. Com cada opção safada que passava pela sua cabeça, mais você ficava molhada. Finalmente, você se aproximou dele e, quase no ouvido, sussurrou: — Bateu muita punheta pensando na minha calcinha fio dental? — Marcos te olhou surpreso com a pergunta e assentiu de leve. Você se encostou mais nele, com a mão pegou o joelho dele e começou a esfregar a perna dele enquanto olhava pros outros dois pra ver se não viravam. Você conseguiu ver como a calça de Marcos começava a subir na virilha. A ideia de provocar uma ereção nele te excitava demais, fazia sua calcinha começar a molhar também. Sem dizer nada, você se levantou e ficou na frente dele, se inclinando fingindo que falava com Valentin e Joaquin, deixando sua bunda quase na cara de Marcos, que começou a acariciar devagar e depois apertar disfarçadamente suas nádegas. Você quase não conseguia se segurar pra não baixar a calça e deixar o cara te comer ali mesmo, mas era impossível, tinha seu irmão e Joaquin tão perto que quase dava pra ouvir sua respiração começando a acelerar. Nessa hora, Joaquin te olhou e viu sua cara de prazer. Você olhou pra ele se fazendo de desentendida, embora fosse muito difícil esconder o que estava sentindo. Joaquin era... Menor que o Marcos, embora você não soubesse exatamente quanto, já que fisicamente ele parecia bem maior. Se não fosse pela cara de inocente, você teria jurado que ele percebeu o que rolava atrás de você — suspeita que cresceu na hora em que ele te sorriu e voltou a olhar pra TV. Enquanto isso, seu irmão só ligava pra tela, o que era ótimo pra você, já que dava pra esfregar sua bunda disfarçadamente na cara do Marcos. De repente, a campainha tocou de novo — dessa vez era o delivery, que cortou sua diversão. Uns minutos depois, comeram e você se despediu dizendo que ia dormir, o que claramente era mentira, porque na primeira chance que tivesse, ia provocar o Marcos pra ter outro momento a sós. Nessa altura, você já nem pensava na diferença de idade. Só queria saciar seus desejos. Os três caras levaram colchões pra sala pra jogar até cair no sono. Passaram quase duas horas jogando PlayStation, e você ficava de olho nas ações deles, esperando o momento como uma gata faminta que espera a chance de atacar a presa. De repente, você ouviu o Marcos ir pra cozinha pegar um refri. Na hora, decidiu agir: passou por trás deles na surdina, descalça, o que ajudava a não fazer barulho, e se apressou pra chegar na cozinha antes do Marcos. O guri entrou e acendeu a luz. Que surpresa ele levou ao te ver sentada, com as pernas abertas, puxando a tanga pro lado — era só o que cobria sua buceta — e com a outra mão massageando um peito por cima da camiseta. — Vem, neném, você não sabe quanto esperei por isso — você disse com voz desesperada. Marcos, quase sem pensar, se ajoelhou e engatinhou até encostar o nariz na sua buceta. Respirou fundo, se deliciando com seu cheiro, e começou a lamber como um cachorro faminto. Finalmente tava rolando: de novo, aquele jovem te fazia voar de prazer com a língua percorrendo seus lábios vaginais. Tua mão puxava o cabelo dela com força em alguns momentos e acariciava em outros. O que tava rolando era uma loucura, tu tava sentada na cozinha de pernas abertas o máximo que dava com aquele jovem metido a besta te dando o oral que tanto cobiçava, a língua dele recolhia os sucos da sua buceta e bebia como se fosse néctar, tu tava completamente fora de si de prazer, de olhos fechados, com o resto dos sentidos a mil, tanto que ouviu um barulho diferente do resto, abriu os olhos e viu o Joaquin parado na porta vendo tudo. Rápido fechou as pernas, apertando a cabeça do Marcos que, longe de largar o serviço, chupou teu clitóris mais forte do que nunca. Sem querer, soltou um gemido que o Joaquin respondeu com um sorriso e se aproximou...Fantasias de uma usuária: o amigo do meu irmão II
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