Mãe do Pedro e o valentão 2

Pedro estava preocupado. A mãe dele disse que demoraria pouco, mas já era quase hora do jantar e ela ainda não tinha voltado. Ele tentou ligar para o celular dela, mas ela não atendeu, o que o deixou ainda mais nervoso. Pedro esperou mais alguns minutos até se cansar e decidiu ligar para o pai, mas quando estava prestes a apertar o botão verde de chamada, a mãe dele abriu a porta de casa. — Mãe, por que você não atendia o telefone? — Mãããe. Teresa entra em casa, sobe as escadas e se tranca no banheiro, ignorando completamente a pergunta de Pedro e o pequeno Jonás, que, feliz de vê-la, levantou os braços para ela pedindo colo. Os filhos perceberam que ela estava perturbada, então esperaram na cozinha. Ela desceu depois de uns 15 minutos com uma roupa mais confortável e agindo normalmente. — Quem está com fome? — Eu! — diz Jonás, alegre como sempre. — Mãe... e então? — O quê, querido? — O que aconteceu com o Marcelo? Você falou com a mãe dele? Teresa leva uns momentos para responder. — Você não precisa se preocupar com isso, querido. Vai para a escola tranquilo amanhã, e se aquele bastardo encostar em você de novo, vai ter que lidar comigo. A resposta enigmática da mãe não o tranquilizou em nada, mas ele não insistiu mais. O que o surpreendeu foi a palavra que ela usou para se referir ao Marcelo... bastardo. Ele concordava que o cara era um, mas nunca tinha ouvido a mãe falar assim de alguém. Teresa conseguiu terminar de preparar o jantar bem antes de o marido chegar em casa, um jantar simples que não precisava de muito tempo para ficar pronto. Agora, com os quatro à mesa, a conversa era sobre o olho roxo do Marcelo, que teve que explicar ao pai, Felipe, o que tinha acontecido. Eles já sabiam que Marcelo maltratava ele, mas não sabiam que tinha chegado a usar violência até aquele dia. Pedro não contava todas as surras que levava; Marcelo costumava bater no corpo dele, não no rosto, para que ele pudesse esconder os hematomas mais facilmente. Os pais de Pedro Tinha tentado resolver o problema pela escola, mandando cartas de reclamação, ligando pro diretor, marcando reuniões com ele e com os professores, e até organizando um encontro com os pais do Marcelo, mas obviamente eles não apareceram. Felipe estava muito puto sabendo que um grupo de moleques tinha assaltado o filho dele, mas, como sempre que recebia notícias do bullying que o filho sofria, continuava repetindo o mesmo discurso. — Que bandidos! Isso é o fim da picada. Amanhã cedo vou na escola dar um sermão naquele moleque. Nessa hora, Teresa, meio assustada, falou e explicou que não precisava, porque ela já tinha ido na casa do Marcelo resolver o problema. Ela contou que, quando chegou, foi o bully quem atendeu, e não a mãe dele, porque ela tinha recebido uma ligação urgente do trabalho. — E o pai do garoto? Teresa continuou a história, dizendo que o moleque não conhecia o pai, e que o número que a escola tinha era da mãe e do padrasto, que tinha saído de casa uns meses atrás. — Que desgraça. Não é à toa que o filho é assim. Lembrem-se, filhos, todo lar que merece ser chamado de lar precisa de um pai e de uma mãe que criem os filhos de forma responsável, como Deus manda. Se esse Marcelo se comporta desse jeito, é porque falta uma boa figura paterna pra ensinar disciplina. Nenhuma criança deveria ser abandonada por um pai… ou por uma mãe. — Mas, Felipe, isso não quer dizer que esse moleque seja uma vítima da vida, porque agora… — Eu sei, eu sei, Teresa. Não tô justificando as ações dele, só tô dizendo que todo mal tem uma origem. O discurso do marido fazia sentido, e, sendo ela uma mulher religiosa, sabia que o perdão era algo muito importante. Teresa continuou o relato e disse que, embora o moleque tivesse se mostrado um mal-educado, ela ameaçou ele e ele mudou de atitude rápido, até que no final aceitou não bater mais no Pedro. Isso trouxe um pouco mais de paz pro filho dela, que mesmo assim não entendia por quê. Levou todo esse tempo pra voltar e, quando voltou, estava tão perturbada. A história da Teresa não era falsa, não totalmente pelo menos, só tinha omitido algumas partes. No dia seguinte, na escola, Pedro estava mais tranquilo porque Marcelo tinha dito que não ia mais perturbá-lo. Quando chegou o recreio, o jovem saiu da sala pra encontrar o João, mas ao passar pelos corredores percebeu que não tinha muita gente. Caminhou um pouco mais até se deparar com um grupo de pessoas reunidas em um semicírculo perto do troféu. No meio deles, reconheceu a mochila do João e abriu espaço pra falar com ele. Um instante antes de dizer o nome dele, se viu na frente do Marcelo, no meio de toda aquela galera, com os celulares na mão tirando fotos e filmando. Ele tava apoiado com uma mão no troféu e com a outra se masturbava na frente de todo mundo, pra espanto dos meninos e admiração das meninas. Pedro não conseguiu evitar de notar que as dimensões do pau do Marcelo eram enormes, com certeza o dobro do que ele tinha entre as pernas, ou talvez o triplo. Não podia acreditar na cara de pau daquele delinquente e, principalmente, na reação dos outros, que não se escandalizavam como ele ou não chamavam um responsável pra cuidar da situação. — O que tá rolando aqui? Como se Pedro tivesse chamado ela com o pensamento, a voz da professora Verônica, a divorciada, a que vivia de mal humor, assustou todo mundo, que se espalhou igual pombos assustados no parque. Enquanto voltava pra sala, Pedro pensou que finalmente Marcelo ia ser expulso. Quando saiu da escola, passou de novo perto do troféu e viu que tava manchado com uma porrada de esperma. O filho da puta do Marcelo não tinha parado com a loucura nem depois que a professora chegou, pensou. A pior parte era que agora ele tinha percebido que o bastardo tava se masturbando na frente de uma foto da campeã de debate da escola. Estava dentro da vitrine. A foto da mãe dele sorrindo quando era jovem, segurando o troféu nas mãos. — Filho de uma puta nojento. No caminho de volta pra casa, Pedro continuava conversando com João como sempre e contava que a mãe dele tinha resolvido a situação com o Marcelo. Assim que disse isso, alguém chutou o pé dele por trás e o fez tropeçar. Essa pessoa não era o Marcelo, mas sim um da gangue dele. — O que... o que você tá fazendo? O cara riu dele, que estava no chão, enquanto o resto do grupo chegava, incluindo o Marcelo. — Por que você tá me olhando assim, viadinho? — Você... você... minha mãe disse que você prometeu... — Ah, sim, sim. Prometi pra puta da sua mãe que não ia te tocar, e é verdade. Não te toquei. Como um verdadeiro demônio, Marcelo tinha encontrado um jeito de cumprir a palavra e ao mesmo tempo atormentar o Pedro. O cara que tinha feito ele cair se juntou a outro, e juntos deram uns chutes no Pedro, que ainda estava no chão. O rosto do garoto não foi atingido, mas o corpo e o orgulho, sim. — Viu, pussy de óculos, é isso que acontece quando manda os outros resolverem seus problemas. — Desculpa... eu... — Não se preocupa. Eu apreciei a visita da sua mãe ontem, e pode ter certeza que se você contar alguma coisa, vou apreciar de novo... melhor ainda, se você mandar ela de novo, vou dar uma recepção bem quente com isso. Marcelo, ao dizer isso, agarrou o próprio pacote com uma mão, apertando com força, deixando claro pra vítima o que ia rolar. Os medos de Pedro se tornaram reais. Mandar ela falar com ele não foi uma boa ideia. Agora ele sabia que o cara era tão ruim quanto imaginava e que, se a mãe dele voltasse pra casa sozinha, algo terrível podia acontecer. Enquanto a gangue ia embora e João ajudava ele a se levantar, Pedro se perguntava por que a mãe dele disse que tinha colocado o Marcelo no lugar, se obviamente não era assim. Será que o bastardo tinha fingido estar intimidado por ela? Era a coisa mais provável. O QUE ACONTECEU NAQUELA NOITE... Teresa estava na frente da porta da casa do Marcelo. O bairro onde ele morava não era dos melhores, com certeza. melhores, como era normal de se imaginar, com casas velhas, claramente largadas, um jardim com mato muito alto e umas garrafas de cerveja espalhadas por todo lado; não parecia que eu estava nem na mesma cidade.La madre de Pedro y el bully 2Teresa aperta a campainha várias vezes, mas ninguém atende, então, meio irritada, bate na porta com força. Marcelo não demora pra chegar, abre a porta e recebe a mãe de Pedro com um sorriso no rosto. — Que impaciente, haha. Vem, fica à vontade. Desculpa pela campainha, tá quebrada. Teresa ficou meio desconfortável com a aparência do garoto, já que não era nada do que ela imaginava. O jovem na frente dela era muito alto, mais alto que ela, o marido dela e também o filho dela. A pele escura dele contrastava com a dela quando ele estendeu a mão pra cumprimentá-la, e como se não bastasse, o menino a recebeu sem camisa, deixando à mostra o corpo atlético, magro mas ao mesmo tempo musculoso, com veias nos braços que ela sempre achou muito atraentes. — Boa tarde, por favor, chama sua mãe, porque não pretendo ficar aqui por muito tempo. — Como quiser… MÃÃÃE! — … — Que estranho, ela não desce. Talvez tenha dormido de novo. Entra e me espera que vou acordá-la agora. De má vontade, Teresa entra naquela casa humilde, meio bagunçada, suja e com um cheiro estranho no ar que não agradava ela. A mãe inocente levanta uma garrafa do sofá com dois dedos e se senta esperando o garoto. — Bom, é… parece que ela não tá em casa. — O quê? Mas você me disse… — Eu sei que disse, mas você tem que entender que ela é uma mulher muito ocupada. Chamaram ela com urgência do trabalho, e ela tá sempre pronta pra trabalhar, então… — Você mentiu pra mim. — Não, não menti. Ela me disse pra falar pra você vir, mas pouco depois o chefe dela ligou pedindo pra ela fazer hora extra. Eu falei que você tava chegando, ela disse que ia te esperar, mas com certeza foi embora enquanto tava no banheiro. Obviamente o garoto tava mentindo, e Teresa sabia, mas não queria desistir, já que tinha dito ao filho que ia resolver a situação. Ela achava que Marcelo não queria que ela falasse com a mãe dele pra evitar problemas, então disse: — Entendo. Então vou esperar ela aqui. — Claro. Quer alguma coisa pra beber? — Não, obrigada. Marcelo se Levanta, vai pra cozinha e volta com duas garrafas de cerveja abertas.
— Toma.
— Falei que não queria nada.
— Sim, mas sei que quando as mulheres dizem não, na verdade querem dizer sim, só pra se fazerem de difíceis.
As palavras dele deixaram ela desconfortável, fazendo-a pensar que talvez tivesse sido uma má ideia ter ido ali sozinha, mas pensar no filho deu a coragem pra ficar.
— Sabe, seu filho nunca me disse que tinha uma mãe tão gostosa.
— Não fala assim.
— Assim como?
— …Assim.
— Haha… não se faz de sonsa, aposto que seu marido te enche de elogios todo dia, né?
— Sim… mas ele é meu marido.
Teresa mentiu. Fazia tempo que o marido não dava atenção pra ela, mas aquele valentão não precisava saber disso. Ela percebeu que Marcelo falava com ela de um jeito diferente do que no telefone, e não tinha certeza se era melhor assim ou não. O silêncio dos dois foi mal interpretado por Marcelo, que se aproximou e tentou beijá-la.
— Que porra você tá fazendo?
— O que você acha?
— Não, já deu. Volto amanhã pra falar com sua mãe.
Teresa, ofendida, levantou do sofá e foi em direção à porta.
— Então quer dizer que enquanto isso posso me divertir com seu filho?
— O quê… o que você disse?
— Tá surda, puta? Não gosto de repetir.
A mudança repentina de atitude de Marcelo assustou ela um pouco, mas a ameaça clara ao seu amado Pedrinho não podia ser ignorada, então ela decidiu mostrar seu lado mais agressivo.
— Seu delinquente nojento, não ousa nunca mais encostar no meu filho, entendeu? Não fala com ele, não olha pra ele, e se eu descobrir que você encheu o saco dele de qualquer jeito, juro que chamo a polícia e…
Marcelo deu um tapa nela pra calar a boca.
— Com você, jeito bom não funciona, então vou usar o jeito ruim.
Marcelo, que naquele momento estava sem camisa, tirou do short branco o pau enorme e mole dele, que ocupava a mão inteira e um pouco mais, mostrando com orgulho pra mãe de Pedro.
Teresa, paralisada de choque pelo tapa que levou, não conseguiu dizer uma palavra quando os olhos dela pousaram naquele pênis. porra do cara. —Me escuta bem, puta. Não sei quem você pensa que é, mas se acha que pode entrar na minha casa com essa sua roupinha de puta de luxo, sentar no meu sofá, me olhar de cima a baixo e me desrespeitar desse jeito, tá muito enganada. Marcelo começa a se masturbar na frente dela enquanto a grandiosidade do pau dele aumentava devagar. Teresa não fazia ideia do que tava rolando, o cérebro dela parou de funcionar direito. Ela tava parada de costas pra porta, assustada, confusa sobre como a situação escalou tão rápido e surpresa com o que o moleque tinha na mão. A cada movimento dele, uma sensaçãozinha, um estímulo, uma faísca acendia dentro dela; algo que ela nunca tinha experimentado e não conseguia identificar. —Cê tá gostando, né? —... —Todas gostam, e igual você não conseguem tirar os olhos de cima. A boca de Teresa começou a salivar. Marcelo com uma mão tira o celular e mostra uma foto da casa dela por fora. —Você mora aqui, né? —...Como?...Não, eu não... —Não mente, eu sei que você mora naquela casarona, desde que mandei você vir pra cá, mandei meu amigo vigiar a casa. Se não fizer o que eu mando, se tentar sair sem minha permissão, faço uma ligação e meu parceiro entra e enche seu filho de porrada. As palavras cruéis de Marcelo a jogavam na terrível realidade da situação. Aquele delinquente que fazia bullying com o filho dela se revelou mais do que um simples moleque mau. Aquele sujeito se revelou um monstro malvado e sem escrúpulos. —ENTENDEU? Marcelo agarra a garganta dela com a mão que tava se tocando e a empurra contra a porta. —SIM, Sim, sim... entendi. Teresa não pôde deixar de notar o quanto a mão do moleque era grande, quase fechando completamente o aperto no pescoço pálido dela.peitosMarcelo a solta e, com a mesma mão, pega na mãozinha dela, que já era pequena, mas perto da do garoto parecia minúscula, e a leva até o pau dele. Ela, que já tinha entendido o que ele queria, aproxima ainda mais a mão do membro agora quase completamente duro e, como se fosse um cachorro de rua, toca nele com cuidado e medo, como se pudesse morder. — Isso, sem medo, gostosa. Os toques de Teresa ficam mais seguros e, em pouco tempo, ela agarra ele por completo, sem conseguir fechar a mão, e começa a tocar de um jeito inexperiente, como se estivesse tentando massagear. — Vadia… Não me diga que nunca fez isso? — Eu… não, nunca. — Porra… você não era casada? — Sim. — E tem um filho, então não é virgem, mas como é que não sabe fazer as coisas mais básicas? — Meu marido… Ele me respeita. — Hahaha… Respeita? Eu acho que ele é viado, haha… Não acredito, uma gostosa dessas em casa e ele não te ensinou nada. — … — Bom, então vamos resolver isso. O pau de Marcelo já estava completamente duro, no auge do poder, para admiração de Teresa, que não parava de comparar na mente com o do marido. O do amado Felipe era simples, rosado, mais macio, bem menor e com um pouco de pele cobrindo a ponta. O de Marcelo, ao contrário… parecia de outro mundo: enorme, o triplo do de Felipe, preto, grosso, coberto de veias e com a cabeça bem grande e molhada de um líquido estranho. O bastardo pegou ela pelo pulso e, com a mão ainda no pau dele, a levou até o sofá, onde se sentou com ela ao lado. A massagem no pau continuou por alguns minutos sob as instruções de Marcelo, até virar um trabalho de mão direito. Teresa não pensava mais no que estava fazendo; a única preocupação era fazer o que o garoto mandava, sem dizer uma palavra. Qualquer mulher naquela situação estaria chorando, mas não Teresa, não com aquele pau na mão, não com a saliva que se acumulava na boca dela. Teresa estava como que enfeitiçada pelo tronco de Marcelo, um O feitiço crescia mais e mais no baixo ventre dela e, aos poucos, tomava conta de todo o seu corpo. Já fazia quase uma hora que o treino da mãe do Pedro tinha começado, e o abusador não parecia nem perto de terminar — o que fez Teresa lembrar de todas as vezes que o marido dela transou com ela, que duravam no máximo 10 minutos. — Vamos deixar isso mais divertido. Marcelo abre a camisa de Teresa rapidamente, fazendo os botões voarem. Naquele momento, os peitos lindos dela apareceram, ainda cobertos pelo sutiã. Se já pareciam grandes com a roupa, agora pareciam ter crescido ainda mais.peitoes- Meu Deus! Exclamou Teresa. Os olhares dos dois se cruzaram, deixando que ela pudesse ler na mente de Marcelo. Teresa começou a tirar o sutiã com um pouco de vergonha, mas sem resistência. A visão dos peitos da mãe de Pedro era magnífica. Embora já fosse uma mãe de 38 anos, seus seios não pareciam sentir o tempo ou a gravidade, mostrando-se em todo o seu esplendor com os mamilos duros. Ao ver isso, Marcelo se satisfez consigo mesmo, lançando-se para chupá-los, fazendo com que Teresa soltasse um gemido.maduraOs dois continuaram assim por alguns minutos, ele chupando os peitos dela e ela batendo uma pra ele como se fosse a coisa mais natural do mundo. O próprio corpo dela a traía, a mão se mexia por puro instinto e a boca não parava de declarar o prazer, alimentando o ego do algoz do filho dela. — Assim que eu gosto, sua puta. Dito isso, Marcelo agarrou o queixo dela e puxou pra perto pra beijá-la. Teresa, já perdida no tesão do momento, fechou os olhos e correspondeu ao beijo, abandonando por uns segundos a moral dela.gostosaNesse instante, o celular dela toca. A lembrança dos dois filhos esperando por ela em casa foi como um balde de água fria, trazendo-a de volta à realidade. Ela empurra o rapaz para trás e coloca a mão sobre a boca, em choque com as próprias ações, como se só agora percebesse o que tinha feito. Ele pega a bolsa dela e, em silêncio, guarda o celular. Marcelo não parecia irritado com o gesto, mas mesmo assim se levantou e ficou na frente dela, com seu pau enorme a poucos centímetros da cabeça dela. A visão daquele tronco tão grande sobre ela cobria parte da luz do abajur, projetando uma sombra no rosto dela. Naquele momento, Teresa se sentiu pequena, minúscula, impotente, completamente submissa à vontade daquele homem que se erguia sobre ela como um tirano do qual ela não podia escapar.milf—Enfia na boca. Diz Marcelo com tom autoritário, fazendo com que ela abrisse a boca, deixando escorrer um fio de baba pelo lado esquerdo. Teresa não obedece, fica imóvel apesar da ordem. Sabia que o que estava prestes a acontecer, a escolha que estava prestes a fazer, poderia mudar sua vida para sempre. Marcelo pega o celular e mostra a tela onde aparece o nome de Ron, enquanto o dedo dele pairava sobre o ícone verde de chamada. Isso a lembrou da situação em que estava e de que não tinha escolha se quisesse que o filho ficasse em segurança. De alguma forma, isso lhe deu um certo alívio, pensando que suas ações eram pelo bem do filho, que ela não era responsável ou culpada pelo que estava prestes a fazer. Teresa abre mais a boca e começa a saborear a ponta. Nunca tinha sentido um gosto assim, era forte e amargo como o cheiro que vinha do pau do garoto, mas não a incomodava tanto. Aquela siririca era como ela imaginava: suja, pervertida e humilhante, mas de algum modo, naquele momento, naquela situação, sentiu essas sensações com um ânimo diferente que mudou a forma como recebeu aqueles sentimentos. Lentamente, sem receber ordens, começou a enfiar mais para dentro, enchendo a boca com não pouco esforço.infiel- Nada de dentes! Teresa obedeceu e melhorou sua técnica, que agora Marcelo aprovava com seus gemidos. - Muito bem, você aprende rápido. Ela gostou de ouvir essas palavras. Sentir a aprovação daquele homem era algo prazeroso, a fazia se sentir valorizada. Sua boca já estava cheia da pica do Marcelo e ainda faltavam muitos centímetros. A saliva escorria em grande quantidade porque já não havia mais espaço na boca dela. Com a mão, o dominador empurrou a cabeça dela mais para baixo, fazendo com que ela sentisse vontade de vomitar. Teresa colocou as mãos nas pernas de Marcelo para se segurar e fazer resistência à vontade do abusador, o que ele não gostou. - Não me faça ficar com raiva, puta. Você já sabe o que acontece se não. Com muita força de vontade, ela se esforçou para não vomitar. Seus olhos lacrimejavam, estragando a maquiagem e enchendo a sala com os sons do esforço dela. - Gloc… gloc… gloc. Marcelo sabia que Teresa não tinha experiência, mas mesmo assim estava satisfeito com a performance dela. No final, ele conseguiu avançar mais alguns centímetros para dentro e, consciente de que a tinha levado ao limite, a soltou, fazendo com que a mulher desse um grande suspiro desesperado pela boca, seguido de um pouco de tosse. A maquiagem dela já não podia mais ser chamada assim, os cabelos meio bagunçados, o rosto rosado pelo esforço e o queixo, pescoço e peitos molhados de saliva. Marcelo começa a se masturbar vigorosamente na frente dela e, sob sua ordem, ela abre a boca, onde recebe a primeira carga de sêmen, manchando também sua bochecha esquerda.infidelidadeDepois mais duas cargas nos peitos dela, já molhados de suor e saliva.madura peitudaTeresa cospe imediatamente a carga na boca sobre as mãos, sujando um pouco a saia e o chão. — Muito mal, vadia, muito mal. Agora quero que você passe isso no rosto e no corpo como se fosse um creme. A humilhação de Teresa continuava, e ela já nem tentava protestar. Passou as mãos no rosto, na testa e no queixo, misturando com o que já estava lá. Sabia que para ele não teria sido suficiente e, olhando nos olhos dele com um olhar de raiva e cansaço, passou os dedos pelo pescoço e, para terminar, pelos peitos, lambuzando-os com aquele líquido nojento. Clique. Teresa ouviu o som do celular de Marcelo tirando uma foto dela naquela situação comprometedora. — Não! Não, por favor, sem fotos. Marcelo a ignorou, dizendo: — Você veio muito bem, raposinha. É fotogênica. Marcelo sentou ao lado dela sem vestir os shorts e pegou a cerveja que ainda restava, oferecendo a outra novamente a Teresa, que a pegou e bebeu de uma vez. Queria que a cerveja lavasse o ato recém-cometido da mente, queria que a vergonha fosse amenizada pelo menos um pouco. Ela não gostava de beber. — Posso usar o banheiro? Marcelo, com a mão ainda segurando a garrafa, apontou para trás dele. Ele a viu caminhar por trás, admirando também a bunda espetacular dela dentro da saia, e disse em voz baixa: — Na próxima vez. No banheiro, Teresa limpou com água tudo o que pôde, revivendo na cabeça o que tinha acontecido naquela tarde. — É pelo seu filho, é pelo seu filho... pelo Pedrinho, por ele que você está fazendo isso. — Pensou ela. Convenceu a si mesma de que tudo o que aconteceu foi um sacrifício que ela fez e que nunca, em outras circunstâncias, teria acontecido, mas ao mesmo tempo tentava encontrar uma justificativa ou explicação para aquelas sensações que tinha experimentado e para os gemidos que tinha deixado escapar. Quando saiu, queria ir embora rápido e sem dizer nada, mas Marcelo a chamou primeiro para que abrisse a porta. — Não está esquecendo de nada? Nas mãos dele, estavam a bolsinha dela e o celular. Teresa não teve escolha senão se aproximar dele e pegar suas coisas, e uma vez ali... encontra a coragem pra pedir o que queria. —Larga… Larga meu filho em paz?… por favor? —Hahaha… Te prometo que não vou encostar nele. Ela sai de casa com uma vitória miserável e com a sensação de ter perdido mais um pouco da dignidade; tinha perdido uma parte de si mesma. O pior de tudo era que Teresa não se sentia destruída, com o espírito em pedaços como seria normal de esperar. Ela mesma percebia isso. Sentia raiva, frustração e medo… mas nada de terrível, nada que a fizesse chorar desesperada. —Talvez eu seja mais forte do que pensava. Disse pra si mesma. No caminho pra casa, no carro, pensava no que tinha acontecido e, principalmente, em Marcelo. Ela já não conseguia mais pensar nele como um garoto. Ele era um homem jovem, um homem mau que agora tinha poder sobre ela por causa daquela foto. Tinha passado tempo demais desde que saiu de casa e, antes de entrar, se arrumou o máximo que pôde. Primeiro limpou a roupa, depois com uma garrafinha de água molhou o rosto e o pescoço, secando com uns lenços que tinha na bolsa. Como toque final, passou a maquiagem de novo pra ninguém desconfiar. Entrou em casa sem dar atenção aos filhos e se trancou no banheiro do quarto pra tomar um banho rápido. Enquanto a água caía sobre ela, planejava o que dizer e o que não dizer, mas, principalmente, o que fazer. Já era tarde pra chamar a polícia porque aquele bastardo teria espalhado a foto se ela fizesse isso; não precisava ele dizer. A única coisa que podia fazer era fingir e tentar esquecer. Naquela noite, tinha perdido pra Marcelo, mas pelo menos tinha conseguido salvar o filho. Durante o jantar, se esforçou pra manter a compostura e contar parte da verdade. Na hora de dormir, o marido abraçou ela por trás, como sempre fazia, mas dessa vez ela sentiu uma repulsa por causa do que tinha acontecido. Se só o marido e a família dela soubessem o que aconteceu. Continua…

8 comentários - Mãe do Pedro e o valentão 2

Malísimo el relato y las imagines pésimas
En desacuerdo total contigo. Saludos
Estuvo genial , mis 10 , ojala pronto saques mas partes
Me encanta muy bueno esperando 3 parte pronto ánimos🍑😍🍑😍🍑🍑
Me encanta muy bueno esperando 3 parte pronto ánimos🍑😍🍑😍🍑🍑
Excelente relato, ojalá y la rebajen más pero que su hijo no se entere, que la obliguen a exhibirse pero no frente a sus amigos. Que jueguen con ella y la chantajeen

Espero la 3a parte saludos

Van mis 10