Prêmio Milionário II

Que comecem as apostas. No modo de jogos, a gente fazia desafios, tipo apostas. A gente colocava algum objetivo e definia um prêmio caso conseguisse. Assim, a gente se obrigava a levar as coisas a sério e cumprir.

Por exemplo, eu desafiava ela dizendo que em 10 dias pintava a casa toda e, como prêmio, ela tinha que se vestir com lingerie de cor XXX e me fazer um boquete no estacionamento do supermercado, dentro do carro. Ela escolhia o castigo que eu teria que cumprir caso não conseguisse. Esse castigo também era do tipo sexual pesado. Geralmente era algo que o desafiante ou o desafiado queria, não tinha limites.

Também podia ser algo que a gente queria comprar ou alguma viagem pra algum lugar. Começamos apostando coisas insignificantes, mas com o tempo, o jogo foi ficando cada vez mais quente e pesado. Toda a letra miúda era combinada no começo, sobre prêmios, prazos pra cumprir objetivos, etc. Caso não concordasse, podia recusar, mudar algum ponto ou negociar alguma condição. Depois que tudo estava claro, começava e o tempo da aposta corria, não tinha volta.

Um dia a gente vinha viajando, começamos conversando sobre o sonho de conhecer alguma praia do Caribe de areias brancas e águas cristalinas, e terminamos falando sobre estar bem fisicamente pra ir a qualquer praia. A gente se propôs a ideia de perder peso. Nós dois queríamos, então começamos a preparar cada um seu rascunho com a letra miúda. Eu sabia como pressionar pra ela levar muito a sério. Meu prêmio já estava na mente, mas tinha que dar um jeito de não ser tão direto.

Chegou o dia e, enquanto tomávamos um vinho branco doce, que a deixa muito mimosa, começamos a dar forma à aposta. Da minha parte, propus que, caso eu ganhasse, ela teria que ceder o corpo dela por 2 horas, obedecendo ao que eu mandasse, me dando todos os prazeres sem condições. Sem detalhar muito, falei que os dois iam aproveitar bastante. Dei algumas pistas, podia ser alguma praia de nudismo, sexo em algum lugar público, ménage, troca de casais... eu fiz parecer que não tinha nada muito definido, mas na verdade menti. Era a vez dela escolher, a filha da puta... me jogou uma bem pesada. Ela pediu a pior carta que poderiam me dar, uma que me custaria suor e lágrimas pra pagar. Sabendo o quanto aquilo era sagrado pra mim, por uma questão machista, ela apostou que se ganhasse, eu teria que dar meu cu pra ela fazer o que quisesse por 2 horas. Me encheu de dúvidas, a desgraçada sabia onde me machucar. Sabendo o que aquilo significa pra mim, ela veio com essa..? Eu pensava... é uma declaração de guerra. A tesão que me dava a possibilidade do ménage, aceitei o desafio. A gente definiu a meta que cada um queria atingir na balança e quem chegasse primeiro no objetivo ganhava. Foram semanas muito quentes, onde toda vez que a gente transava, o assunto da aposta voltava. Eu dizia que pensava em exibir ela numa praia de nudismo, em algum site com umas fotos sensuais, ou comê-la numa orgia ou com mais alguém num ménage. Ela já não se importava mais com essas insinuações, tudo indicava que aquilo a excitava ainda mais pelo jeito que ela gozava, a gente terminava exausto depois de cada trepada. Ela, obviamente, também me torturava lembrando que se ganhasse, ia tirar minha virgindade, que ia meter um dedo, um vibrador, até chegou a dizer que ia arrumar um cara. Aquilo me preocupava, será que ela teria coragem??.. o medo servia de motivação e eu redobrava meus esforços. Me matava na academia, cuidava da alimentação. Como diz o ditado "o medo não é bobo". Passaram quase 3 meses bem puxados e eu cheguei primeiro no que me propus. Era o vencedor. Chegou a parte mais difícil de algo que começou como uma brincadeira, surgiram todas as dúvidas. O mais difícil era saber se eu falava sério e se ela realmente aceitaria minhas condições??.. ela teria coragem??.. e se aceitasse.. Onde?? Como??.. Com quem?? Eu estava pronto pra dar esse passo??.. tinha mais dúvidas do que no começo.

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