Como me tornei um saunero (Parte 6)

A última visita ao sauna tinha revelado desejos que eu nem conhecia em mim ou que nunca tinha experimentado. Naquela última vez aconteceu pela primeira vez que um homem me beijasse bem. Isso me deixou louco, me enlouqueceu. Aqueles beijos até me fizeram pensar seriamente em ser ativo, algo que, embora estivesse na minha cabeça, nunca tinha considerado como algo sério. Mas aqueles beijos, aquela pegação, aquelas mãos percorrendo nossos corpos. Eu tinha adorado a sensação de pegar numa bunda de homem e amassar, e que fizessem o mesmo comigo.

Voltei ao Homosapiens, como sempre. Mais uma vez passei pelo vestiário, me despi e fui direto para o cinema.

Mal entrei, nas poltronas, vejo um casal que está transando. Um deles senta no outro, se deixando penetrar. Um homem moreno, jovem, corpulento e másculo. Sentei para vê-los, de longe, algumas poltronas atrás.

Ficava olhando eles meterem enquanto dava uma espiada ao redor para ver o que tinha. Não era o dia mais movimentado. Nem tinha tirado a toalha e ainda não estava com o pau duro, quando vejo que o passivo que estava sendo penetrado se levanta. De longe vi seu cu redondo e gordo, adorei. Disse para mim mesmo “olha que gostoso esse cara, que puto que ele é”. Cabe notar que adoro os passivos másculos. Adoro que num homem viril convivam seu lado masculino e másculo, e seu lado puto. E mais ainda quando eles gostam de mostrar esse lado puto, sem ser afeminados.

Ao se virar, pude vê-lo de frente, e confirmava que era super másculo. Se despediu de quem estava o comendo e começou a caminhar na minha direção. Eu não tirei os olhos dele. Tinha um pau bom, mole mas bom. Percebo que ele via que eu estava olhando, e não desviou o olhar. Pelo contrário, veio até mim, e estando perto, simplesmente se ajoelhou.

Tirei a toalha e deixei ele me chupar. Ele chupava muito bem, com vontade de saborear pau. Acariciei a cabeça dele, o peito, as costas. Ele se levantou um pouco e nos beijamos. Outro que beijava incrivelmente, e isso me deixou com fogo. Depois deixei ele comer meu pau um pouco mais enquanto uns curiosos olhavam, e se sentavam perto. punhetar.
Enquanto ele me chupava, me acomodei e me estiquei para pegar no pau dele. Pauzão. Ele se levantou e nos beijamos loucamente. "Quero chupar você" eu disse. Ele se levantou e deixou eu mamar ele. Ele nunca ficou totalmente duro. Naquele momento, um dos que estavam nos observando se jogou no chão e rastejou até nós, para pegar no meu pau e me chupar.
Eu estava no paraíso. Chupando o pau de um gato gostoso, enquanto outro comia o meu, na frente de outros caras que estavam nos olhando. Enquanto chupava a pica dele, comecei a brincar com o cu dele, que tinha acabado de ser comido por outro, e a enfiar dedos.
"Quer ir para um privado?" me perguntou o macho que eu estava mamando. Aceitei. Fomos, deixei meu chupador sozinho, mas não liguei. Uma vez dentro do privado, nos matamos de beijo, eram incríveis. Ele pegava no meu pau e eu apalpava a bunda dele. Encostei ele contra a parede, de costas. Apoiei ele, toquei, acariciei. Nos beijamos, até que eu me agachei e lambi o cu dele. Nunca tinha feito isso com um homem e adorei. O cu perfeito. Lambi, enfiei dedos.
Depois de um tempo, me levantei e pedi para ele me chupar, o que ele fez, deixando meu pau mega duro. "Você me come?" ele perguntou. "Óbvio, puto" eu disse. Ele se levantou, passou lubrificante na bunda e colocou camisinha. Quando estava pronto, sentou no meu pau e entrou de uma vez. Minha primeira vez comendo um cu de homem. Eu falava o quanto ele era puto enquanto acariciava as costas e os peitos dele, de vez em quando pegava no pau dele.
Depois de um tempo, ele se levantou, voltamos a nos beijar e pedi para ele me chupar um pouco mais. De joelhos no chão de novo, ele enfiou na boca, mas começou a brincar com os dedos na minha bunda. Aceitei, levantei as pernas e dei acesso ao meu cu. "Enfia um dedo" eu pedi. Ele não fez por menos... rapidinho já tinha o dedo no meu cu enquanto me chupava.
Meu pau estava duríssimo. "Mais forte" eu pedi. Ele respondeu chupando com mais força e enfiando o dedo mais fundo. Minha mente estava no paraíso. Enquanto tinha um dedo no cu e um cara me mamando, sentia tanta libertação, tanto prazer. Me sentia tão viril, tão macho. Como puto e ousado.
"Vou gozar", avisei, "encho sua boca?".
Ela não respondeu, só continuou e aumentou o ritmo do dedo no cu.
Não demorou muito até que eu enchesse a boca dela de porra, muita, que ela cuspiu no chão.

Nos levantamos os dois. Voltamos a nos beijar. Conversamos um pouco sobre besteiras, e cada um seguiu seu caminho.

Dessa visita eu saí confirmando que gostava de ser versátil, mas, acima de tudo, que logo eu tinha que entregar o cu.

5 comentários - Como me tornei um saunero (Parte 6)

Me calentaste y me tuve que hacer una pajita en tu honor. Van puntos