Experiência com meu amigo..

Era o ano de 2013, eu tinha 21 anos, meu amigo tinha acabado de fazer 19, o cara era bonitão, sempre tinha umas gatinhas dando em cima, mas era estranho, nunca comia nenhuma.
Éramos amigos de vida inteira, crescemos juntos, sempre tivemos muita intimidade, embora nunca tivéssemos falado sobre sexo.
Mais de uma vez ouvi comentários de outros amigos, dizendo que esse cara era estranho. Outro amigo me contou que um dia ele estava mijando na rua e esse cara ficou olhando pra pica dele sem disfarçar. Não quis acreditar, achei que era mais uma piada, até que um sábado à noite, quando saímos entre amigos, ficou tarde e tivemos que voltar andando só nós dois, com todo o medo de sermos assaltados, mas fazer o quê, éramos dois. Enquanto caminhávamos perto de uma fábrica cercada por um alambrado, bateu vontade de mijar. Não tive problema em abrir a braguilha, tirar a pica e mijar como se nada fosse — éramos homens, éramos amigos. Para minha surpresa, ele estava olhando bem atentamente pra minha pica e, com toda a naturalidade, me disse: — Que pica linda você tem! Fiquei meio deslocado com esse comentário. Um amigo te elogiar a pica não é normal, mas beleza, fiz que não ouvi nada. Estávamos longe e tínhamos que continuar andando. Não mencionei nada sobre o comentário dele e seguimos em frente. Precisávamos atravessar uma área descampada, onde havia uns túneis formados por plantas de ligustrina, onde antes tinha um sítio. Enquanto contornávamos aquela parte, ele me olha e diz:
— Você teria medo de entrar aí de noite? .. tava tudo escuro e me pareceu que tava me desafiando — óbvio que não tenho medo, se quiser a gente entra.. falei enquanto encarava aquela área toda escura, realmente não dava pra ver nada.
Entramos, e olha, o lugar dava mais é uma desconfiança do que medo, mas não tinha ninguém. Só que aí a gente viu que usavam o lugar como ponto de foda, porque depois que a vista acostumou, deu pra ver uma lona no chão, bem arrumadinha, e umas embalagens de camisinha. — Ah, olha só — meu amigo falou —, aqui vem gente trepar. Eu falei: — Que inveja, eu tô há 2 meses sem dar uma foda... (e não tava mentindo, tava mal das mina). Isso foi tipo uma palavra-chave pra ele, porque ele solta: — Ué, então bate uma punheta aqui, não tem ninguém. O comentário não me incomodou nada, o lugar e a escuridão até pareciam que convidavam a bater uma. Pensei uns segundos e, por dentro, falei: "é, quem vai saber?". Desabotoei a calça, tirei a pica pra fora e comecei a me masturbar, sem sentir vergonha nem nada dele estar me olhando. Mas pra minha surpresa, ele estende a mão e fala: — Deixa eu ver o que você tem aí... e começou a bater pra mim. Olha, ele fazia muito melhor do que eu, a pica ficou dura que nem pedra em dois segundos. Ele gostou e, sem dizer nada, se ajoelhou e começou a chupar minha pica. Eu deixei, o tesão foi tomando conta de mim rapidão. Ele chupava deliciosamente, lambia o freio, as bolas, metia a pica de novo na boca e babava ela toda. Tive que me segurar muito pra não gozar, queria comer ele. Então falei que queria comer ele, mas ele disse que não, que nunca tinha feito, que nunca foi além dessas "brincadeiras". Falei que não ia me deixar assim todo excitado. Ele, com minha pica na mão e sem parar de bater, respondeu: — Mas com isso você vai me machucar, tá grossa e dura. Aí falei que ia ser o mais suave possível, pra ele não se preocupar. A gente se ajeitou naquela lona, ele tirou a calça, a cueca e ficou de quatro. Tinha uma bunda quase feminina, redonda, branca, mesmo no escuro dava pra ver. Sinceramente, minha promessa foi pro caralho, porque quando eu babeei minha pica e Apoiei ela na bunda dela e comecei a tremer de ansiedade, não consegui me segurar, comecei a empurrar sem piedade, não entrava, a bunda dela era virgem de verdade, mas num instante senti a cabeça do meu pau abrindo caminho no cu dela, ele se jogou pra frente reclamando, mas eu agarrei ele pela cintura e mandei ele aguentar, não sem antes dar um último empurrão, enfiando o pau até o fundo, sem piedade.. ele reclamou de dor e tentou sair, mas perdeu o apoio e acabou caindo comigo por cima e meu pau dentro.
Fiquei parado um momento, ele disse que tava doendo, pra eu tirar, mas eu comecei a bombar do jeito que a gente tava, apoiando todo meu peso nele pra ele não se mexer, aos poucos sentia a bunda dele relaxando e deixando meu pau entrar a cada empurrão.
A tesão que eu tava era enorme, comecei a morder o pescoço dele enquanto bombava devagar mas fundo, ele falou que queria ficar de quatro de novo, eu saí e quando ele se ajeitou, cuspi bem na bunda dele e enfiei o pau de novo até o fundo, dessa vez sem resistência. Eu ficava louco com o cu apertado dele, tirava o pau, soltava mais cuspe no cu dele e metia de novo com um empurrão, era uma delícia sentir ele se abrindo pra mim, ainda mais quando ele gemia feito uma puta..

Eu já estava suando, entre a tesão e o medo de alguém nos descobrir, num momento perdi totalmente o controle e comecei a bombar ritmado, ofegando como um touro no cio, possuindo ele por completo.. ele me disse - Devagar, quer me arrebentar o cu?.. não dei bola, ele começou a gemer e a firmar mais a bunda pra eu meter com força, passou uma mão entre as pernas dele e começou a acariciar minhas bolas enquanto eu bombava forte.. parei um instante porque meus joelhos doíam de apoiar no chão, nessa hora o filho da puta, rindo, me diz "Agora entendo aquela música 'tem um amigo em mim'".. Meti a pica de novo e agora sim, comecei a bombar mais forte, ele gemia a cada estocada, começou a me chamar de "filho da puta, tá me destruindo, mas não para".. isso me excitava mais, era desesperador como a gente gemia, até que não aguentei mais e comecei a meter ainda mais rápido, fazendo as nádegas dele estralarem como palmas.. até que finalmente senti minha pica começar a pulsar, dei uma enfiada bem forte e fiquei colado nele enquanto minha pica jorrava meu leite quente direto no cu dele, podia sentir meu próprio gozo saindo violentamente e escorrendo pelo reto dele.. bombei umas duas vezes mais pra deixar as últimas gotas de porra no cu dilatado dele.. não saí, fiquei até a pica amolecer e sair sozinha, deixando cair um fio de gozo do cu dele que escorria entre as bolas dele e a perna esquerda.. Ele disse que adorava sentir meu leite quente saindo do cu dele, se virou e chupou bem minha pica, deixando ela bem limpinha, até a última gota de porra ele tirou com lambidas.. a gente se vestiu e saiu de lá disfarçado.. não falamos nada no resto da caminhada, mas no dia seguinte conversamos sobre o assunto e combinamos de repetir, obviamente repetimos muitas vezes mais..


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