Fui pra cozinha tomar café e ouvi ela gemendo. Bati na porta que tava trancada, ela perguntou o que eu queria. Perguntei pela Mari pra fazer comida, ela disse que deu a semana de folga pra ela, que eu procurasse na geladeira, que tava ocupada. Senti um cheirinho de maconha, então tentei entrar pela outra porta, também tava trancada. Voltei pra cozinha, essa não tinha tranca, então entrei de mansinho e vi ela se contorcendo deitada na cama, só de fio dental e os peitos de fora. Tava fedendo a maconha, e ela disse que uma amiga recomendou transar depois de fumar porque fica mais gostoso, e que era uma delícia. Parei de frente pra bunda dela e dava pra ver o rabão. Tirei a rola pra fora, pronto pra enfiar o lingüiçaço inteiro, mas ela não deixou.
Ela se levantou, tirou o top e me disse: "Tira minha calcinha fio-dental e vai pro teu quarto." Enquanto eu tirava, eu acariciava as pernas dela, e ela se arrepiou, rebolando o quadril e gemendo, com o suor escorrendo no rosto, os olhos revirando. Eu me aproximei e acariciei a buceta dela, que tava muito quente, e ela gemia baixinho, rangendo os dentes, quando segurou minha mão e disse: "Quero mais gozo. Bate uma lá fora, quero mais gozo e não me toca.
Saí correndo pra cozinha e, cheirando meus dedos, bati uma punheta. Já tava até saindo porra em pó de tanto que eu me masturbava, mas sem esforço bati duas vezes e juntei o necessário. Entrei no quarto dela e ela tava molhada. Ela falou pra eu deixar aquilo por ali, tava de pernas abertas com um olhar perverso e me perguntou se eu tava a fim. Falei que sim e, sem mais, comecei a chupar aquela pussy enquanto enfiava os dedos no cu dela. Ela gozou na minha boca e eu limpei toda aquela porra grossa que saía dos lábios dela até o cu.
Desembainhei a espada e, bem na hora que ia meter, ela se levanta e diz que vai tomar banho, que isso não tava no combinado. Sai pelada pro banheiro coberta com o robe, e eu implorando pra deixar eu meter. Sem responder, terminou de se lavar e se trancou no quarto a tarde inteira.
Ela se levantou, tirou o top e me disse: "Tira minha calcinha fio-dental e vai pro teu quarto." Enquanto eu tirava, eu acariciava as pernas dela, e ela se arrepiou, rebolando o quadril e gemendo, com o suor escorrendo no rosto, os olhos revirando. Eu me aproximei e acariciei a buceta dela, que tava muito quente, e ela gemia baixinho, rangendo os dentes, quando segurou minha mão e disse: "Quero mais gozo. Bate uma lá fora, quero mais gozo e não me toca.
Saí correndo pra cozinha e, cheirando meus dedos, bati uma punheta. Já tava até saindo porra em pó de tanto que eu me masturbava, mas sem esforço bati duas vezes e juntei o necessário. Entrei no quarto dela e ela tava molhada. Ela falou pra eu deixar aquilo por ali, tava de pernas abertas com um olhar perverso e me perguntou se eu tava a fim. Falei que sim e, sem mais, comecei a chupar aquela pussy enquanto enfiava os dedos no cu dela. Ela gozou na minha boca e eu limpei toda aquela porra grossa que saía dos lábios dela até o cu.
Desembainhei a espada e, bem na hora que ia meter, ela se levanta e diz que vai tomar banho, que isso não tava no combinado. Sai pelada pro banheiro coberta com o robe, e eu implorando pra deixar eu meter. Sem responder, terminou de se lavar e se trancou no quarto a tarde inteira.
1 comentários - A esposa gostosa do meu tio