Minha primeira vez com o vizinho encanador

Olá pessoal, hoje quero contar minha primeira experiência com um homem. Isso aconteceu quando eu era garoto (tinha catorze anos). Morava com meus pais e, como é natural, já tinha despertado aquela tesão de adolescente clássica, mas sempre tinha olhado para garotas. Tinha uma colega na escola de quem gostava, era um futuro hétero comum e normal. Mas um dia tudo mudou.

Estava na casa do meu melhor amigo com a mãe dele, uma mulher muito bonita com um corpo lindo. Sempre tinha fantasiado com ela, mas naquele dia aconteceu algo diferente que me mudou. Em vez de me imaginar comendo ela, comecei a fantasiar imaginando o pai dela em cima dela, empurrando com o quadril. Foi então que entrou na minha mente uma ideia: eu queria sentir o que ela sentia, um homem em cima de mim. Isso foi o começo.

A partir daí, quando pensava nisso, eu ficava louco fantasiando com o pai do meu amigo (ele se chama Daniel). E sem perceber, na minha fantasia, começaram a aparecer homens maduros mais do que mulheres. Eu ficava louco com a ideia de ter um homem em cima de mim, queria saber como era quando te bombam por trás. Tudo isso sendo tão garoto, eu não entendia bem o que estava acontecendo comigo.

A partir daí, comecei a sentir muitas coisas, e à noite, quando todos em casa dormiam, eu fantasiava com o Dani. Então apareceu minha segunda fantasia, que nunca mais me abandonou: eu queria me vestir de menina. Tudo relacionado a roupas e maquiagem me deixava doido. Desde aquele dia, roubava maquiagens da minha mãe, minha irmã e minhas tias, e quando estava sozinho me maquiava no banheiro. Isso me encantava, embora ainda não tivesse feito a conexão entre isso e minha atração por homens maduros. Tudo isso começou a acontecer quando eu tinha uns dez anos, mais ou menos.

Bem, a vida seguiu sem que acontecesse muito mais. Alguma calcinha da minha irmã eu tinha colocado, mas não tinha passado daí. Agora que vocês têm uma ideia do que acontecia comigo, posso contar minha primeira vez. Eu tinha feito catorze anos, meus pais são médicos e tinham ido a um congresso no litoral, então... que estava sob os cuidados da minha avó, no segundo dia sozinho com ela e aproveitando seu sono profundo, fui ao guarda-roupa da minha irmã e peguei as roupas que sempre roubava dela: uma calcinha de renda bem pequenininha, uma meia-calça preta que ia acima do joelho e uma saia tubo. Não era a primeira vez que usava esse look, mas sempre correndo e com medo de alguém aparecer. Porém, hoje estava sozinho, então tomei meu tempo, vesti aquelas roupas e fui ao espelho do banheiro me olhar. Busquei o batom que tinha roubado e, me olhando no espelho, tentei pintar minha boca da melhor forma possível. Naquele dia, durante toda a longa soneca da minha avó, fiquei no banheiro com aquela roupinha e admirando minha boca pintada. Eu adorava.

O terceiro dia foi quando tudo mudou e tive uma experiência dos sonhos para mim. É aí que entra meu vizinho Raul, um senhor de 64 anos na época, alto, moreno, com uma certa barriga e uma cara muito séria. Ele era meu vizinho desde sempre, era encanador e nunca tivemos muito contato. Naquele dia, minha avó tinha chamado o Raul para consertar um vazamento na cozinha, mas em nenhum momento ela me avisou que ele viria. Enfim, ele chega, minha avó deixa ele entrar e ele começa a trabalhar na cozinha. Foi então que aconteceu: minha avó sai para fazer compras e eu penso que fiquei sozinho, sem saber que tinha ficado com o Raul. Então, como sempre fazia, vesti a calcinha fio-dental, a meia-calça e a saia de sempre, com uma camiseta preta que, por ficar um pouco pequena, marcava com a saia e parecia um vestidinho. Obviamente, fui ao banheiro e, como sempre, peguei meu batom que sempre escondia – um vermelho incrível – e pintei meus lábios, tentando imitar o que minha irmã fazia quando se maquiava. Então, estava no banheiro com as roupas da minha irmã e os lábios pintados, sem imaginar que não estava sozinho. Quando terminei de me admirar no espelho, saí do banheiro. Adorava dar uma volta pela casa vestido assim. Então, tive a ideia de ir até a... Cozinha, abro a porta e, para minha surpresa, Raul estava lá. Quando ouve que entrei, ele sai de debaixo da pia do chuveiro onde estava trabalhando e me vê. Eu queria morrer, não queria que ninguém descobrisse o que eu fazia, e de repente meu vizinho estava me flagrando. Foram alguns segundos em que ele não disse nada, e de repente me cumprimenta como se nada tivesse acontecido: "Oi, Sebas, como você está?" "Bem", respondo, sem conseguir falar muito. "Ótimo", ele responde. "Já terminei o trabalho, avisa sua avó que depois eu passo pra cobrar." E, como se não tivesse visto nada, foi embora. Eu estava apavorado, não queria que ninguém soubesse, e pensei em nunca mais fazer nada daquilo. Por alguns dias, escondi a roupa e o batom, e evitei pensar no que tinha acontecido.

Na semana seguinte, meus pais já estavam em casa e tudo estava normal. Então, um dia, voltando da escola, encontro Raul na porta da casa dele. Eu o cumprimento, ele me cumprimenta sorrindo e, quando estou passando, me chama: "Vem cá, Seba. Como você está? Posso te perguntar uma coisa?" Toda vez que eu o via, lembrava que ele sabia meu segredo. "Tudo bem, tudo bem", respondo, e digo que sim, que pergunte o que quiser. Então, ele baixa a voz e me diz: "O que você estava fazendo no outro dia quando fui na sua casa? Você tinha se vestido e pintado como uma menina. Você gosta disso?" Já muito nervoso, respondo: "Não, não, estava só brincando, nada mais." Ele ri e diz: "Bom, pra estar brincando, ficou muito bem." Aí, eu fico vermelho de nervoso, sem saber o que dizer. Então, ele acrescenta: "Na sua casa, você não pode brincar assim sempre porque tem sua família, né?" "Sim", digo. "Quando estou sozinho, às vezes brinco disso." Ele me olha fixamente e diz: "Bom, se quiser, na minha casa você pode fazer o que quiser. Quando você quiser, vem e brinca na minha casa à vontade." Eu fiquei mudo, não sabia o que dizer. Naquela noite, não parei de pensar no Raul e em ir na casa dele brincar, como ele dizia. Passaram alguns dias até que me animei. Naquele dia, antes da escola, guardei minha roupinha e meu único batom na mochila e fui. Quando saí da escola naquele dia... Eu já estava decidido a tocar a campainha do Raul e foi isso que fiz. Cheguei na porta dele, toquei a campainha e ele apareceu. Ele me cumprimentou e eu fiquei calado, sem saber o que dizer. Então ele sorriu e perguntou: "Veio brincar?" Eu respondi com a cabeça e ele me convidou pra entrar. Ele tinha uma casa humilde, mas muito bonita. Ele me disse pra me sentar à vontade, que ali eu podia fazer o que quisesse, mas acrescentou: "Se tiver aquela roupinha que você usou da outra vez, melhor". Pedi pra ir ao banheiro e fui com minha mochila pra me trocar. Naquele momento, eu não imaginava o que ia acontecer. Coloquei minhas meias, minha saia e, claro, passei batom. A essa altura eu já tinha mais prática, ficou uma boca incrível. Quando me animei, saí do banheiro e fui até a sala. O Raul estava sentado. Vejo aquele senhor maduro me olhando de cima a baixo e ele diz: "É, como eu me lembrava, essa roupa cai muito bem em você. E a boca assim... Vamos brincar de você desfilar pra mim?" Eu, óbvio, disse que sim. E ele foi me dando instruções de como andar e como me posicionar. Eu já me sentia super à vontade. Ele começou a me perguntar se eu me imaginava como uma menininha quando estava assim. Respondi que sim. Ele se levanta, vai até o quarto e volta com uma caixa. "Olha, Seba, tenho isso aqui pra te dar de presente, se você me deixar ver como fica em você". Abro a caixa: uns saltos altos pretos divinos. Ele pede pra eu experimentar. Ficam perfeitos em mim. Pratico andar um pouco enquanto o Raul me observa. "Ficam lindos em você", ele diz. "Agora sim você está brincando de ser uma menininha de verdade". Então ele se aproxima e, sem dizer uma palavra, me dá um beijo na boca. Sinto a língua dele na minha boca. Ele se afasta e me pergunta se eu gostei. Digo que sim. Então ele me agarra pelo rosto e me beija com força. Eu estava nervoso, mas adorando o que estava acontecendo. Depois daquele beijo, ele diz: "Bom, agora sim você está começando a brincar de verdade". Eu continuo mudo. "Olha, seu batom borrou todo. Por que você não vai e arruma de novo? Eu adoro como fica em você". Claro que obedeci e fui. Quando voltei, o Raul estava no sofá e tinha colocado um filme pornô na TV. Eu me aproximo e começo a assistir. Nunca tinha visto pornô assim, então fiquei impressionado. Era uma cena onde uma garota estava de joelhos chupando um cara. Fiquei olhando e ele me pergunta: "Gostou? Se imagina sendo o homem ou gostaria de ser a mulher?" Eu não conseguia parar de olhar como aquela loira enfiava o pau na boca. "Não sei", respondo. Então ele se levanta e me diz: "Você teria que experimentar para saber se gosta. Se me deixar, eu te ensino." E sem que eu responda nada, ele coloca a mão nas minhas costas, começa a descer e, antes de chegar na minha bunda, me pergunta: "Posso acariciar sua bunda?" Eu aceno com a cabeça e ele coloca sua mão enorme na minha bunda e começa a amassar um pouco forte. De repente, ele me vira, passa o braço e me agarra firme pela cintura, me empurrando assim. Então coloca o polegar sobre meus lábios e diz: "Vamos ver como você se sai. Abre a boquinha um pouco." E começa a enfiar o dedo na minha boca enquanto falava: "Vamos, chupa um pouquinho." Eu estava com uma mão agarrando minha bunda e o dedo dele na minha boca. Quando já tinha entendido o que ele queria, imaginava que o dedo era o pau do filme pornô e tentava imitar a loira. Depois de alguns minutos brincando assim, ele me agarra forte e fala no meu ouvido: "Você manda muito bem para ser sua primeira vez brincando de putinha." Enquanto isso, no filme, já estavam transando de quatro. A loira estava ajoelhada no chão com os braços apoiados num sofá. Raul olha a cena e me diz: "Se imagina fazendo isso comigo?" A essa altura, eu já estava entregue e, como resposta, me aproximo como para beijá-lo. Ele me beija bem suave e diz: "Agora você tem que me obedecer em tudo e vai adorar." Ele levanta minha saia e me dá uma palmada na bunda. "Agora você tem que se ajoelhar." Então aconteceu meu primeiro boquete. Me ajoelho, ele desabotoa o cinto, abre a calça e tira da cueca... Ufff, inesquecível essa imagem. Ele tinha o pau meio mole e já era enorme, de cor bem escura, com alguns pelos e veias marcadas. Ele me diz: "Antes de começar... você tem que se posicionar, então ele me ajusta direitinho pra eu colocar a bunda pra fora e ele me explica: sempre tem que levantar a bunda pra dar uma boa visão, e me olha nos olhos, sempre. Então ele me olha. Agora experimenta pra ver se você gosta. Eu, de nervoso, fiquei congelado. Não tem problema, eu te ensino. Abre a boquinha. Eu abro. Ele pega o pau dele e enfia um pouco na minha boca, tira, passa pelos meus lábios e um pouco no rosto. E aí? O que acha, gosta de como sente? Continuo? Abro a boca bem grande e enfio sozinho na boca, começo a chupar como tinha feito com o dedo dele e sinto o Raul começar a gemer. Sinto e vejo aquele pau começar a crescer até ficar totalmente duro, 18x5 tranquilamente – não consegui medir, mas o quão grosso era nunca mais esqueço. Comecei a enfiar mais fundo e ele explicava: enfia até onde conseguir, tira, brinca com a língua na cabeça e de novo dentro. Ele me mostra na pornô a parte do boquete e diz: viu, é assim que tem que fazer. Eu com um olho na TV e o pau dele na boca, ele senta no sofá e eu me posiciono na frente. Ele ajusta minha bunda de novo, bem empinada, e enquanto eu tinha o pau na boca, ele dá uma palmada bem forte na minha bunda e me faz gritar – que com o pau na boca soa como um gemido abafado. Viu como a garota no filme faz? Viu que ela geme e fala coisas enquanto chupa? Faz um pouco. O que eu digo? – pergunto. Diz: eu adoro seu pau, e me olha e diz que quer todo o gozo. Enfio na boca e com o pau quase fora digo de tudo, enquanto gemo e faço barulho quando ele enfia muito fundo. Aí vejo que no filme faziam um deep throat e, embora o pau do filme fosse menor, olho pra ele e digo: não sei como fazem isso, não entra assim. E pra que isso aconteça, você tem que praticar, mas eu te ensino. Então ele se levanta, me faz levantar bem a cabeça e, de cima, enfia na minha boca. Agora respira pelo nariz e começa a afundar na minha boca, primeiro os dez centímetros que já tinham... Entrou e de repente empurra, e sinto como passa da minha boca para a minha garganta. Eu engasgo, ele tira e diz: "Vamos, mais uma vez até o fundo." Ele mete de novo e desta vez sinto como abre minha garganta e sinto os ovos dele apoiando no meu queixo. Uma vez lá dentro, ele começou a se mover um pouco, isso me engasgava muito, mas aguentei. Quando ele tirou, saiu toda envolta em saliva que escorreu na minha cara, que estava com os olhos cheios de lágrimas. "Muito bem, é assim que as meninas boas fazem." Eu fiquei feliz com o que ele disse. "Se continuar um pouco mais, prova a porra, quer? Sabe como é? Quando você chupar bem, vai sair bastante porra e você tem que engolir toda. Quando sentir que a porra está vindo, mete até o fundo e depois saboreia bem." Ele se sentou de novo e me agarrou pela nuca, meteu na minha boca e com a mão me guiava e fazia mais força para entrar mais. Enquanto eu estava com meio pau na boca, Raul começou a gemer mais forte e a se mover. Imaginei que era o momento e meti o mais fundo que pude e movia a mão pelo tronco como ele tinha ensinado. Então senti contrações em todo o pau dele. "Continua assim, neném, você é incrível. Continua assim e vai provar a porra na boca." Depois de cinco minutos assim sem parar, já com a boca dormente, sinto de novo espasmos no pau dele e, de repente, minha boca encheu da porra dele. Não imaginava a quantidade, encheu minha boca de repente e escapou bastante pela borda da boca e escorreu no pau dele e no meu peito. Ele põe o dedo sobre meus lábios como pedindo silêncio. "Tem que engolir toda, mas sente bem o gosto. Gosta toda quentinha?" Engoli tudo e com os dedos dele, ele junta o que tinha caído e vai metendo na minha boca. Eu chupo e chupo o dedo dele. "Agora chupa mais um pouco, mas super devagar, como se fosse um sorvete." Quando deixo bem limpo o pau dele, ele me levanta do chão, me senta no colo dele e me beija forte. "Gostou?" "Sim, posso chamar de papai sempre?" "Sim, claro, sim, o quê?" "Sim, papai, adorei." "Bom, já sabemos que você gosta de chupar e tomar a porra. Você já é quase uma menina, porque quase perguntei? Ele me faz um sinal para olhar a TV. Estava a mesma loira, mas agora estava de pé contra uma barra e estavam prestes a enfiar nela pelo cu. Viu isso? Falta isso pra você, mas tranquila, se você quiser eu te ensino tudo. Já quando me chamou no feminino, adorei. Sim, papai, quero aprender tudo. Bom, vai se arrumar um pouco a boca. (Eu estava com o rosto cheio de lágrimas pelo boquete que tinha feito, e os lábios que estavam pintados estavam borrados por todo meu rosto. Vou caminhando com os saltos que o Raul me deu, já estava super à vontade com esses saltinhos. Ele me traz um espelhito.) Olha, menina, sempre que a gente terminar de brincar, você tem que ir se arrumar. Eu gosto que minha menina esteja arrumada. Eu obedeço, volto a me pintar e enquanto conversamos ele me diz que adoraria me ver com outras roupas. Passaram cinco minutos e eu de repente coloco minha mão no pau dele de novo e começo a acariciar. O que foi, ficou com vontade ou gostou tanto assim? Sem dizer nada, enfio de novo na boca. Dessa vez tinha gosto de porra seca e mais cheiro, coisa que adorei. Você ainda não chupou mais abaixo. Começo a descer pelo tronco até a base e ele diz: mais abaixo. Ele me agarra pelo cabelo e leva os ovos dele até minha boca. Eu os chupo como se fosse o pirulito mais gostoso. Vem, sobe no sofá, fica de quatro de lado. Eu faço, ele me guia para que continue chupando, mas agora acaricia minha bunda. Levanta minha saia e começa a tocar meu cu bem perto do buraco. Eu já gemia de prazer. Ele puxa minha calcinha, me agarra pelo cabelo, me tira do pau dele e metendo os dedos na minha boca me diz: deixa bem molhados, que são pra sua bunda. Eu os encho de saliva. Ele tira os dedos e me leva de volta ao pau dele. Então começa a brincar com os dedos molhados na minha bunda, primeiro bem suave mas de repente empurra forte e mete o dedo todo dentro. Gemo um pouco e arqueio as costas. Ele me abaixa e diz: você sempre de bunda empinada. Continua com o dedo dentro. Não doía, só era estranho, mas eu estava ocupada demais. chupando ela, já no segundo boquete eu tava mais solta, ele tira o dedo e mete na minha boca, mas quando volta mete dois dedos juntos. Aí eu grito um pouco e tiro o pau da boca. Então ele me agarra pelo cabelo pra que eu olhe pra cara dele e, enquanto me encara, começa a meter e sacar os dedos. Ele grita: "gosta, né? Tem que estrear essa booty, não acha?" Sem muita certeza se queria, eu digo que sim entre gemidos, mas em minutos já relaxo e volto a cuidar do pau dele com a boca. Quando levanto a vista me vejo no espelho, com a rola grossa na boca e meus lábios vermelhos envolvendo. Adorei. "Bem, gata, agora é sua vez." Ele me faz levantar e me encosta na parede, se ajoelha e começo a sentir ele beijando minha bunda até chegar, abro as nádegas e ele começa a chupar meu cu. Eu gemia de prazer. "Se toca um pouco, mas não goza." Não aguentando mais, peço pra ele continuar. Ele me vira e me beija forte. "Vai doer da primeira vez, mas relaxa." Me leva pro sofá e me posiciona de joelhos no chão, com os braços sobre o sofá. Ele se aproxima e enfia bem na minha boca. "Agora molha bem." E enquanto tô com ele na boca, pergunta: "Gosta de brincar de boneca comigo? Dá pra ver que adora esse pau." "Adoro! Quer experimentar ter ele dentro?" Aí ele tira o pau da minha boca e fica atrás de mim, me agarra firme pelos quadris, apoia a ponta no meu cu e empurra com força, o que doeu muito e eu gritei. Então ele tampa minha boca e diz: "Calma, relaxa que vai entrar todinho." E enquanto falava, eu sentia aquele pau grosso entrando no meu cu. Gritei bem alto quando senti o quadril dele bater contra o meu, e senti aquele pau tão fundo como nunca tinha sentido nada. "Tá com o pau todo na booty, gata, gostou?" Sem me deixar responder, ele tira por completo e mete de novo, começando a ir e vir cada vez mais rápido. Eu sentia dor, mas também sentia o pau dele e todo o peso sobre mim, isso me excitou demais. Ele continuou me comendo bem suave, mas era tão grande que ainda doía. doía bastante, quando comecei a me acostumar com a sensação comecei a gemer, isso ele adorou e começou a meter mais forte, eu gritava, então ele colocou um travesseiro no meu rosto e disse: "morde, putinha, se tá doendo, morde". Mordi o travesseiro com tudo e aí ele começou a me foder bem forte, tirava toda e voltava a meter, eu chorava mas não queria que parasse. Assim ficou um tempinho fazendo com minha bunda o que queria, até que ele me pergunta: "a neném onde quer o leite? Quer que eu encha sua bunda ou quer tomar tudo de novo?" "Quero tomar de novo", disse enquanto me agarrava forte e empurrava bem fundo. De repente, ele tirou de uma vez, me pegou pelo cabelo e meteu na minha boca e começou a fazer o mesmo que estava fazendo na minha bunda, mas na minha boca, metia bem fundo, tirava, batia na minha cara e voltava a meter, assim até que ele gozou, mas não deu na minha boca, jogou em todo o meu rosto, banhou minha cara de porra e com o pau juntava e metia na minha boca. Quando terminei com a última gota, comecei a beijar seu pau, da cabeça ao tronco, os ovos. Me levantei, ele devorou minha boca. "Você é uma neném linda", ele disse, "isso é nosso segredo, agora pode vir quando quiser brincar comigo". Já era tarde, então me troquei, tirei o batom e fui me despedir para ir embora. Ele me acompanhou até a porta, me beijou e acariciou minha bunda, e eu estava prestes a pegar a maçaneta, mas em vez de levar a mão à maçaneta, fui direto à sua calça, comecei a acariciar por cima. "Vai se despedir como deve?", me ajoelhei, desabotoei e quando ia colocar na boca, ele me parou. "Não assim não, minha neném me chupa com a boca pintada ou não?" Então peguei minha mochila, pintei minha boca de novo e, de joelhos ao lado da porta, chupei até ele encher minha boca de porra de novo e fui para casa com aquele gosto na boca. Depois disso, continuei visitando ele por muitos anos, antes de voltar para casa depois da escola passava na casa do Raul e tomava porra antes de chegar em casa.

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