Mi mujer me puso los cuernos con mi papa real parte #1/2

Isso começou quando eu tinha 23 anos, assim como minha namorada, quando fomos morar juntos. Naquela época, aluguei um apartamento em Naucalpan, que era da mãe de um amigo meu que nos deu um bom preço, e bem perto da casa dos meus pais. Um dia, conversando com um tio da minha namorada, ele me perguntou se eu não queria ir pros Estados Unidos trabalhar, que tinha muito dinheiro. E a verdade é que naquela época eu não estava indo muito bem, com os trabalhos pagava o aluguel e mais uma ou outra despesa pequena, muito menos tinha pra ir pro outro lado. Mas ele disse que me emprestava e que depois eu ia pagando. Eu tinha uns dois anos morando com ela, conversamos e ela me animou a ir. Disse que só conseguisse o suficiente pra fazer uma casa pra gente ou abrir um negócio, e que voltasse. O ponto é que eu disse que sim, e fui com ele, mas me preocupava com minha namorada, como ia cobrir as despesas do apartamento. E disse pra ela ir pra casa dos meus pais, mas ela disse que ia começar a trabalhar pra me ajudar e não ter que dar problema com eles. Minha mãe insistiu, mas ela não quis. Então meu pai se ofereceu pra pagar as despesas de aluguel e comida, e que assim que eu começasse a me dar bem, a gente acertava. Minha namorada não achou a ideia muito boa, até ficou um pouco chateada, mas no fim das contas tinha sido ideia dela em parte. Devido à confiança que eu tinha no meu pai, aceitei, com a promessa de que pagaria até o último centavo. Chegou o dia de eu ir e, pra falar a verdade, eu tava com receio de deixar minha namorada. Nunca falta o esperto que quer se aproveitar quando a mina fica sozinha, mas imaginei que fosse normal, além de confiar nela, e melhor tentar não pensar nisso. Devo dizer que ela é uma garota muito linda, 1,65m, cabelo preto até a cintura, peitos pequenos mas muito bem formados, e definitivamente o que mais chama atenção nela é a bunda. Pro meu gosto, perfeita: grande, empinada e firme, que faz mais de um virar a cabeça na rua. Até notei que até meu pai... os olhos dele foram direto pra essa gostosa, e sinceramente, nem o culpoMi mujer me puso los cuernos con mi papa  real  parte #1/2Bom, estando do outro lado, era realmente difícil, praticamente o dia todo eu passava no trabalho, mas mesmo assim sempre falava com ela de manhã e à noite. Conversando com ela, ela me dizia que sentia muita saudade e que estava muito difícil me ter tão longe. Ela sempre foi uma garota muito tranquila, nunca me dava motivo para desconfiar, pelo contrário, tinha toda a confiança do mundo em mim e sempre me contava quando alguém jogava um elogio na rua, o que aliás a incomodava, e ela sempre reagia de forma ruim, sem hesitar em deixar claro para quem a ofendesse ou tentasse passar dos limites, fosse quem fosse, sempre se impondo. Mas na intimidade era outra coisa, ela adorava fazer de tudo na cama, era realmente uma deusa, e não era fácil de satisfazer, acho que ela era mulher demais para mim, e tenho certeza que deixei ela com vontade mais de uma vez. Mas nossas últimas conversas iam além, ela me dizia que estava com uma vontade louca de transar, que não aguentava mais, mesmo a gente se mandando fotos e vídeos, acho que isso em vez de acalmar a ansiedade dela, piorava, e deixava ela mais excitada a cada dia, e mesmo minha confiança nela sendo total, sempre havia uma pequena dúvida se ela seria capaz de aguentar sem mim, embora fosse uma ideia que eu descartava rapidamente pela confiança que tinha nela. Para isso, eu tinha dito aos meus pais para darem uma olhada na Valeria de vez em quando, *assim se chama minha namorada*, e eles me disseram para não me preocupar, meu pai em especial se ofereceu para ficar de olho nela, ele na época tinha uns 47 anos, acho que devo dizer que ele é um homem bonito e em muito boa forma, já que a vida toda jogou futebol. Eu sempre tinha o costume de ligar para ela de manhã e à noite, era um hábito quase religioso, não podia faltar comunicação no nosso relacionamento e nunca faltei um dia em ligar para ela, e ela nunca deixou de me atender uma única vez, e assim foram os primeiros dois ou três... meses, mas do nada ela começou a falhar nas nossas ligações e mensagens, muitas vezes me deixava no vácuo, e só respondia depois de um tempo, mas nunca mais de 30 minutos, sempre se desculpando com alguma desculpa. Eu ligava regularmente pros meus pais, melhor dizendo, pra minha mãe, porque meu pai quase nunca estava em casa, então eu conversava mais com ela, contava como o trabalho do outro lado era difícil, e como eu sentia muita saudade deles, mas o que mais me preocupava era a Valéria, já que ultimamente a gente não estava se comunicando muito bem, e eu sentia que tinha alguma coisa errada, então pedia pra ela ficar de olho na Valéria, e ela me respondeu pra eu não me preocupar, que ela estava muito bem, que nessas últimas semanas ela estava muito feliz, e mesmo que ela não a visse todo dia, frequentemente passavam no nosso apartamento, mas ela confessou que nessas últimas semanas a Valéria tinha estado um pouco ocupada com um novo negócio que ela tinha decidido empreender, e que meu pai era quem tinha visitado a Valéria ultimamente, e às vezes a convidava pra tomar café da manhã ou almoçar em casa, mas que ela realmente parecia muito contente, que talvez fosse só minha imaginação. Sinceramente, as palavras dela me confortaram bastante ao saber que ela estava bem, e que estava convivendo muito com meus pais, isso me tranquilizou. Mas foi numa ocasião específica que me fez começar a duvidar, ou pelo menos achei muito estranho, era um domingo de manhã quando liguei pra ela, e ela não atendeu, depois à tarde e nada, mesmo sabendo que ela podia estar ocupada tomando banho ou talvez tenha saído pra resolver alguma coisa, dessa vez foram horas sem eu saber nada dela. Fiquei um pouco preocupado, liguei pro meu pai mas ele não atendeu, depois liguei no telefone da minha mãe e ela atendeu, perguntei se a Valéria não estava com eles e ela disse que não, pedi pra darem uma passada na casa dela, mas ela disse que não estava em casa, tinha saído pra ver mercadoria pro negócio dele, que ligasse pro celular do meu pai. Eu disse que já tinha feito isso, mas ele não atendeu, e ele comentou que talvez fosse porque ele tinha ido pro jogo dele desde cedo e o mais provável era que ele tivesse bebendo com os amigos. Fiquei insistindo no celular do meu pai, mas não atendeu. Supus que ele ainda tava no campo bebendo. De qualquer forma, deixei uma mensagem no WhatsApp, pedindo pra ele ir na minha casa ver se tava tudo em ordem, mas não recebi resposta. Já na desesperação, me ocorreu ligar pra mãe do meu amigo. Como eu disse, ela aluga o apartamento pra gente e mora no mesmo prédio. Liguei e ela atendeu na hora. Ela me cumprimentou um pouco surpresa e começou a fazer perguntas sobre como eu tava e como tava sendo minha vida aqui. Enfim, a verdade é que eu tava muito preocupado e não tinha tempo de bater papo com ela, então perguntei de maneira impaciente e um pouco grossa:

Eu - Senhora, tô ligando porque tô tentando falar com a Valéria, mas não consegui. A senhora viu ela?

Sem dúvida ela notou meu tom rude e me respondeu do mesmo jeito:

Ela - Sim, de manhã alguém tocou a campainha, e ela saiu pra atender. Era muito cedo, tipo umas 7:00 da manhã, mas não reparei quem era. Só depois percebi que eram seus pais, porque vi seu pai saindo no quintal pra fumar um cigarro.

E eu pensei: MEUS PAIS? Minha mãe tava em alguma loja no centro, e meu pai supostamente tava no futebol. Mas mesmo assim perguntei pra tirar a dúvida:

Eu - E a senhora sabe se eles ainda tão aí?

Ela - Acho que sim, porque dava pra ouvir risadas há pouco.

Eu - Ah, então minha mãe tá aí?

Ela - Não vi bem sua mãe, mas acho que ela tava lá dentro com ela, porque seu pai saiu pra fumar sozinho, mas logo voltou pra dentro. E, pra ser sincera, não prestei atenção.

Senti um calafrio que percorreu toda a minha coluna, subiu pelos meus ombros e terminou arrepiando todo o meu corpo. Mas, obviamente, não disse pra senhora que isso era impossível. Isso só daria pano pra manga pra um fofoca do caralho. que certamente era um mal-entendido, só consegui dizer com voz vacilante. Eu - ah, ok... então vou tentar ligar pro meu pai, obrigado senhora. Meu pai não é do tipo que costuma não atender, e minha namorada muito menos, mas o que eles poderiam estar fazendo, que fosse tão importante a ponto de ignorar minhas mensagens e ligações? No fundo, eu tinha um mau pressentimento, mas não queria aceitar. Liguei de novo pro meu pai, percebi que ele ainda não tinha lido a mensagem que mandei há mais de duas horas, então continuei insistindo com as ligações. Quase imediatamente recebo uma ligação da minha namorada. Ela se desculpou por não atender, e me disse que desde a noite anterior começou a se sentir mal, que teve muita febre e que tinha dormido praticamente a noite toda e parte do dia, que tinha esquecido de carregar o celular, por isso não tinha atendido, mas que já estava se sentindo muito melhor. Nesse momento já eram quase 16h. Definitivamente algo estava acontecendo, porque segundo a dona da casa, meu pai tinha chegado desde cedo, e todo esse tempo ele tinha ficado com ela. Não pude evitar de pensar o pior, embora minha mente se recusasse a aceitar o que parecia óbvio. Ao que parece minha namorada não aguentou mais a vontade que vinha acumulando há meses, e meu pai não conseguiu resistir à tentação que minha namorada definitivamente representava, embora ainda fosse impossível pra mim acreditar que algo assim pudesse estar acontecendo. Teria respostas mais tarde. Deixo isso pra vocês julgarem.esposa

2 comentários - Mi mujer me puso los cuernos con mi papa real parte #1/2

Te van 10 bro ijole pues esque tu chava se fev bajar la calentura, y q mejor con tu papá q un desconocido muy bueno