Essa história eu guardava há tempos, sempre com vontade de contar, mas ao mesmo tempo mantendo só pra mim porque foi muito mais do que uma foda.
Agradeçam à minha mulher, que me convenceu a fazer isso e ainda não entende como eu não reconheci a gostosa.
Por essas coisas da vida, do meu jeito 0% puxa-saco, por trampar lidando com gente granada, ter pouquíssima memória pra caras e nomes, já me aconteceu várias vezes de estar do lado de uma pessoa famosa e não fazer ideia de quem era. Bom, essa foi uma dessas situações.
Obviamente que o nome dela tá trocado, não é Camila, não tem chance de eu revelar quem é de verdade e, pra proteger a identidade dela, algumas coisas foram modificadas de propósito com esse objetivo. Desculpem se fujo um pouco do que sempre faço, que é mudar poucos detalhes, mas me vejo obrigado pela delicadeza da situação a fazer assim. Nem preciso dizer que se perguntarem aqui ou no privado se é tal ou qual gostosa, a resposta vai ser sempre que não é ela. Seja a mencionada ou não.
Um cara me encomendou uma reforma de uma casa num condomínio fechado, chegou por indicação de outro cliente amigo dele, mas era pra filha se mudar, que morava em outro país e voltava pra Argentina.
Eu achava estranho ter que lidar sempre com o pai. Entendia que ela tava fora do país, mas realmente não tinha nem o contato de quem era a dona da casa, na verdade nem sabia o nome e quem ia se mudar depois da reforma. O pai também não quis me dar o sobrenome, simplesmente tava salvo como "Eduardo" + o nome do condomínio. Por curiosidade, olhei algumas notas de compra, recibos, entregas, mas absolutamente nada vinha com um dado que me servisse.
Nunca tinha me acontecido algo assim, não lidar com a verdadeira dona da casa e tudo ser através de outra pessoa. Embora eu sempre tente planejar tudo pra não ter dúvida nenhuma, às vezes tem perguntas que é muito melhor resolver diretamente do que ter alguém no meio que prolonga os prazos. pode levar a confusões, que obviamente aconteceram. Cheguei a odiar a frase "vou conversar com minha filha e te respondo".
Era uma obra completa, a casa tinha que recebê-la literalmente até com a geladeira cheia. Obviamente eu cuidei da minha parte e busquei gente de confiança para trabalhar em cada coisa que precisava e que não era da minha área, mas naturalmente eu tinha que supervisionar tudo.
Algumas coisas eram muito pouco detalhadas, tipo "quero uma geladeira daquelas largas e que seja prateada" e outras excessivamente específicas, como a lista de máquinas e a posição de cada uma dentro da academia da casa, que vieram com marca e modelo de cada uma e uma foto de um croqui feito à mão que tivemos que transformar em realidade como deu, porque claramente a Camila não tinha noção de plantas em escala.
A casa estava quase pronta, faltava instalar algumas lâmpadas, TVs, detalhes menores e correções de pintura no interior por causa de algum batida quando moviam as coisas e uma última limpeza geral, mas realmente estava quase quase pronta quando finalmente conheci a Camila, que vinha ver como estava ficando a casa dela antes de se mudar. Ela chegou com o pai numa caminhonete luxuosa, que não era a que ele usava sempre, ela vestida simples, tênis esportivo rosa, legging preta, um moletom branco oversized que tapava a bunda dela e um boné rosa combinando com o tênis. A Cami tem 1,65m, morena de cabelo liso e comprido, olhos verdes, do corpo não dava pra saber muito mais além de umas pernas que me deixavam louco e, sabendo da importância que ela dava pra academia, obviamente bem treinada. Eu a cumprimentei normalmente e com o pai grudado como chiclete começamos a visita. Pensei que ela ia me pedir para modificar mil coisas, na verdade tinha meu caderninho na mão pra ir anotando, porque eu tinha feito uma ideia muito diferente dela, que era uma chata enjoada, mas nada a ver, ela é super simples, muito diferente do pai, que é um chato com diploma de mestrado.
Quando chegamos na academia, ela Mostrei o croqui dela e como a gente trouxe aquilo pra realidade, e sugeri colocar um frigobar numa mesinha num canto, pra ter bebidas geladas e frutas ali sem precisar ir até a cozinha ou o quincho pegar algo refrigerado. Ela amou a ideia e na hora entrou no MercadoLivre pelo celular, procurou o modelo que queria, me mostrou e...
S: Me manda o link, eu cuido de tudo.
E: Cami, me passa que eu passo pra ele, tenho o contato e você não.
Naquela hora nem pensei que ela não tinha meu contato nem que o pai ia se meter daquele jeito, tipo superprotetor, mostrando que não queria que ela tivesse liberdade de escolher se tinha meu contato ou não. Na hora chegou a mensagem encaminhada do número do pai.
Comecei a prestar mais atenção nos comportamentos do Eduardo e sempre que a Cami chegava perto pra me falar algo, ele se aproximava; se ela queria me mostrar algo no celular, ele bisbilhotava. Tava realmente se metendo no meio. Também notei que ela às vezes se aproximava como se quisesse me falar algo sem que o pai soubesse.
Já no final do percurso, eu tinha em mente mudar algo na disposição dos móveis do quincho e fiz um croqui rápido no caderno de como ficaria, aí fomos ajustando e fazendo outros até chegar no resultado final. Vi ela pegar um cartão meu do caderno e guardar no bolso do moletom, fazendo isso de costas pro pai pra ele não ver. Juro que comecei a me preocupar e pensar um monte de coisas (mesmo assim, o cara não é mentalmente são).
Naquela época, eu tinha 34 anos, a Camila 27, eu tava melhor do que tô agora, e ela era uma gostosa interplanetária.
Lembrem que até aquele momento eu não fazia ideia de quem era a gata, sabia que tinha muita grana e que o pai era um babaca, mas só isso.
De tarde, quando já tava em casa, chegou uma mensagem de um número que não tinha salvo, com uma foto de perfil que era uma imagem de um personagem de anime baseado nela. C: Oi, sou a Cami.
S: Oi Cami, como você está?
C: Tudo bem, e você?
S: Bem, tudo certo.
C: Primeiro queria te agradecer por cuidar de tudo em casa e principalmente por aturar meu pai, ele é bem intenso e superprotetor, não queria que ele tivesse seu número. Na verdade, até hoje eu nem sabia seu nome.
S: De nada, é meu trabalho, não fiz de graça. Na real, também não sabia pra quem era, seu pai sempre dizia que combinava as coisas com a filha e me avisava. Nunca nem seu nome.
C: Ele é superprotetor demais, acha que todo mundo que chega perto de mim tem segundas intenções.
S: Nem imagino se você apresentou algum namorado pra ele, né?
C: Ele conheceu dois: meu último namorado, que é filho de um amigo íntimo dele. Digamos que ele sempre quis que eu me casasse com ele, por isso tratava bem. E outro que era um cara muito gente boa, e ele sempre tratou mal.
S: Que paciência a sua.
C: Eu sei que ele não vai mudar, tento ignorar o jeito dele pra não brigarmos.
S: É, acho que é o melhor. E o segundo motivo?
C: Queria te convidar pra jantar, pra nos conhecermos melhor.
S: Aceito. Me diz o que você quer comer, por qual região, e eu cuido disso.
C: O lugar já tá escolhido, no hotel onde estou hospedada esses dias. Prefiro não sair daqui.
S: Beleza, então. Hoje?
C: Pode ser às 21h30.
S: Sim, estarei lá.
C: Me liga quando chegar. Fala que vem jantar com o número do meu quarto.
Não conversamos mais nada, não nos seguimos nas redes, não sabíamos nada além dos nomes e ela, minha profissão. Me deu um tesão, era como ir nu de conhecimento pra um primeiro encontro.
O hotel, obviamente, era de altíssimo nível. Tomei banho, me vesti com o que tinha de melhor sem ser muito formal: camisa, calça social, sapatos e uma jaqueta tipo couro com formato de blazer, meio diferente (que se eu achar uma dessas à venda hoje, compro na hora). E, como algo engraçado que me faz rir agora, fui num Fiat 600 de um amigo e vizinho porque minha caminhonete tava carregada com coisas de outra obra. Quando entrei no hotel e entreguei as chaves pro manobrista... Estacionando, o magrelo me olhou estranho, comecei a rir sozinho lembrando do episódio "Os Impresentáveis" de Los Simuladores, onde eles chegam num country com uma Chevy numa festa anos 70.
Mandei uma mensagem pra Cami e ela disse pra eu subir pro restaurante e esperar uns minutos, que a reserva já tava no nome do quarto.
Peguei o elevador pro último andar, me indicaram uma mesa num canto perto da janela com uma vista foda da Cidade de Buenos Aires. Escolhi a cadeira que dava pra ver a entrada, assim via ela chegar. Não demorou mais que 5 minutos, ela entrou com uma regatinha branca justa, um blazer vermelho, calça do mesmo conjunto e uns sapatos com um salto. Levantei pra cumprimentar, beijo na bochecha e sentamos. Óbvio que vou resumir pra caralho.
S: Posso te fazer uma pergunta direta?
C: Sim, claro.
S: Por que você me chamou pra jantar?
C: Porque quero te conhecer mais. E você, por que aceitou?
S: Pelo mesmo motivo, apesar do seu pai intrometido, você me pareceu legal.
C: Idem. E não sei nada sobre você, sei que é arquiteto e que cuidou da minha casa, mas só.
S: Louco, né? Sair pra jantar com alguém que você realmente não conhece nada.
C: Normalmente, o que você sabe das minas que sai?
S: Pelo menos tenho elas nas redes e converso mais do que as poucas palavras que troquei com você. Talvez não saiba nada, mas sei o que elas querem mostrar nas redes.
C: A vida real é bem diferente do que postamos nas redes.
S: Óbvio. Por isso tenho interesse em te conhecer.
C: Como foi que você decidiu pela arquitetura?
S: Na real, não sei. Desde pequeno queria ser arquiteto, desenhar casas, brincava com blocos de madeira fazendo casas, com Lego, no computador, tipo no The Sims, procurava truques pra ter grana e fazer a casa sem limite de orçamento, o resto do jogo não me interessava. Não decidi, simplesmente tava lá e nunca pensei em fazer outra coisa que não construção.
C: Eu sinto o mesmo Mesmo, sempre quis ser cantora. Quando era pequena, cantava qualquer coisa, mesmo sem saber a letra ou o idioma, ficava tarararando por cima. Subia na minha cama e viajava na maionese pensando que era um palco, como me mexer, como falar em entrevistas, como tratar os fãs. Minha mãe ficava louca, meus irmãos eu obrigava a assistir meus shows.
Na minha mente, eu só sorri, mas meus gestos inconscientes disseram muito mais.
C: Para aí, Santy, que gesto é esse?
S: O que eu fiz?
C: Tá me zoando, né?
S: Não falei nada, Cami, o que foi?
C: Sério? Não faz ideia de quem eu sou?
S: Não.
C: Qual é, mano, nunca me aconteceu isso.
S: Não, Cami, acabei de descobrir que você é cantora.
C: Juro que não consigo acreditar. Que música você ouve?
S: Depende, geralmente rock internacional ou um pouco de nacional.
C: Você sai pra dançar?
S: Sim, geralmente música eletrônica. Funk/pagode se for meio na obrigação, tipo aniversário de um amigo.
C: Amei, então nem pense em me procurar nas redes ou no Google até eu autorizar. Vamos no estilo old school até eu deixar.
S: Gostei da ideia.
Continuamos conversando, terminamos o jantar, sobremesa, uns drinks cada um.
S: Vamos pra algum lugar mais confortável?
C: Vamos pro meu quarto.
S: Não aguento mais de vontade de te beijar.
Fomos pro quarto dela separados pra ninguém ver ela entrar com alguém.
Bati na porta, ela abriu na hora, fechou e sem dizer nada, beijei os lábios carnudos dela, apertando ela contra a parede.
C: Eu também não aguentava mais de vontade.
Nos beijamos de novo enquanto tirávamos os sapatos, o blazer dela e minha jaqueta foram parar numa cadeira e nós direto pra cama.
C: Quero te aproveitar, passo a passo, minuto a minuto, temos a noite toda.
S: Vamos aproveitar cada segundo.
Começamos uma preliminar longa e linda, devagar, com beijos suaves que iam ficando mais intensos, carícias que começaram românticas e com o tempo ficaram mais sexuais. Nossos corpos foram se livrando da roupa aos poucos, a respiração ficou ofegante, Nossas mãos percorriam nossos corpos, nossos perfumes se misturavam com a sede de sexo que se respirava no ambiente.
Por fim, ficamos só de roupa íntima, ela com um conjuntinho de renda preta lindo.
Primeiro, me deitei sobre ela e fizemos a famosa trepada com roupa, meu pau roçando a área da buceta dela fez ela gemer. Sentei e ela sentou em cima de mim, tirei o sutiã dela pra beijar os peitos dela, divinos, naturais, bem no lugar, com os mamilos pequenos, escuros e durinhos. Perfeitos pra lamber e beijar.
Ela me fez deitar de barriga pra cima, tirou minha cueca, me beijou na boca, meu pescoço e desceu beijando meu peito, minha barriga e continuou descendo até ir pela minha coxa, calculando pra roçar meu pau com a lateral do rosto dela, subiu pela outra coxa fazendo exatamente a mesma coisa. Colocou a língua pra fora e, olhando nos meus olhos, levou até meu umbigo e finalmente desceu pra fazer contato com a cabeça do meu pau, seguiu com a língua até minhas bolas. Roçando com os lábios, subiu de novo até enfiar a cabeça do meu pau na boca dela bem devagar, aproveitando e me fazendo aproveitar cada passo. Aos poucos, foi aumentando o ritmo, meus gemidos ficaram incontroláveis, ela me chupou por um bom tempo, depois subiu até minha boca me beijando e se deitou ao meu lado esperando ser correspondida.
Tirei a calcinha fio dental dela e olhei pra buceta dela, linda, perfeitamente depilada, macia, e passei um tempinho beijando e mordiscando a parte interna das coxas dela pra deixá-la mais doida. Finalmente, aproximei minha boca do alvo e comecei beijando o clitóris dela suavemente, depois brinquei com minha língua procurando os movimentos e a pressão que mais excitam ela enquanto um dos meus dedos brincava dentro da buceta dela roçando o ponto G, depois penetrei ela com minha língua, saboreando, chupando gostoso, suave, doce, deliciosa.
Não aguentei mais, me coloquei sobre ela e começamos a trepar no papai e mamãe, primeiro bem devagar, aproveitando cada momento, cada metida, cada tirada, gemíamos em uníssono nos beijando, nos acariciando. como namorados. Com o tempo fui aumentando o ritmo até que ela me agarrou com as duas mãos na bunda e me empurrava contra o corpo dela pra ser mais forte, fudendo bem na bruta ela gozou cravando as unhas nas minhas costas, me causando uma dor sexy, hot, que me fez gozar de um jeito surpreendente, não vi chegando e de repente um dos orgasmos mais poderosos da minha vida.
Quis deitar do lado dela, mas não tinha forças na hora, fiquei em cima da Cami uns minutos, os dois absolutamente exaustos.
Depois consegui deitar ao lado dela e ela se aninhou em mim. Ficamos em silêncio, só ouvindo nossas respirações voltando aos poucos ao ritmo normal. Ela estava de olhos fechados, eu olhando pra ela, pensando na gostosa linda que tinha do meu lado, como eu tava me divertindo, e logo me deu uma curiosidade de "quão famosa ela era", realmente não me lembrava do rosto dela, nem da voz falando, comecei a pensar em cantoras com o nome dela, mas também não.
Do nada e sem abrir os olhos, ela procurou meu pau com a mão e começou a me bater uma lentamente até eu ficar duro de novo. Ela sentou em cima de mim, encaixou meu pau na entrada da pussy, prendeu a respiração e devagar foi descendo até ter ele todo dentro, soltou um gemido inclinando a cabeça pra trás, me olhou nos olhos e começou a me cavalgar, a se mexer em círculos, os gemidos dela cada vez mais fortes até ela gozar de novo.
Deitei ela de bruços, me ajoelhei do lado e comecei beijando ela da nuca descendo pela coluna, chegando na bunda linda dela, ela sozinha abriu as pernas pra eu chupar bem o cu e a pussy, aguentei o quanto pude, mas meu pau precisava penetrar ela de novo.
Coloquei ela de quatro e devagar comecei a foder ela assim, as pernas não aguentavam muito, deitei ela de novo, mas com as pernas juntinhas pra ela apertar mais, fiquei sobre as coxas dela, apoiei a ponta e de uma vez meti tudo. A imagem do meu pau entrando e saindo da use the word: pussy ficou gravada na minha memória como uma obra cinematográfica, depois me deitei sobre ela pra sentir a bunda dela amortecer minhas estocadas cada vez mais brutas, acompanhadas do dueto de gemidos impossíveis de controlar até que gozamos juntos. De novo, não conseguia nem me mexer e fiquei sobre ela curtindo o contato do corpo dela, especialmente da bunda dela.
Quando consegui, me deitei ao lado dela e dormi. Não sei quanto tempo passou, mas Cami me acordou me batendo uma de novo e sussurrando no meu ouvido: "Ainda não é hora de dormir, tive uma ideia".
A verdade é que nem sei como, mas na hora meu pau endureceu de novo. Ela me fez sentar na borda da cama, sentou em cima de mim de costas, nós dois olhando nossa imagem refletida num espelho. Ela me montou assim até gozar, a verdade é que eu não tinha mais forças nem porra pra dar e agora sim dormimos os dois.
Acordei de conchinha com a Cami, igualzinho filme. Ela dormia. Aproveitei e tomei banho. Quando saí com uma toalha amarrada na cintura, ela já estava acordada, vestida com um roupão e com a melhor notícia.
C: Santi, pedi pra trazerem o café da manhã no quarto.
Sorri, me aproximei e dei um beijo de bom dia. Na hora chegou o café da manhã e depois ela me autorizou a procurar quem era e obviamente eu tinha o nome e conhecia alguns hits, mas não me veio à mente na hora. Hoje ela tem milhões de seguidores no Instagram.
Ficamos juntos mais algumas vezes, a relação extra-trabalho durou uns 3 ou 4 meses e depois ficamos juntos algumas vezes avulsas que a gente se encontrava principalmente pra foder, tinha uma química muito especial quando estávamos sozinhos e um clima horrível quando tinha outras pessoas. Não é fácil ficar com uma pessoa famosa, ainda mais se você não pertence ao meio e se é de maneira informal e escondida. Recomendavam a ela não se mostrar publicamente em casal.
A gente se segue no Instagram, óbvio que como toda pessoa famosa ela tem uma conta fechada de uso 100% pessoal, nos Mandamos feliz aniversário, às vezes a gente conversa se alguém começa por alguma story, mas só isso.
A Cami me ajudou pra caralho a entender a vida real de gente famosa e, na minha opinião, é uma merda. Não tem dinheiro que me convença a passar por esse nível de exposição e falta de privacidade. A gente não podia sair pra lugar nenhum, ir pra uma balada era quase impossível, tinha que ser num lugar super VIP e sem nem dançar de mãos dadas, ela não podia beber demais, tinha que se vestir do jeito certo, sorrir o tempo todo, não fazer papelão. Realmente, sempre que tá na vista de gente aleatória, é parte do trampo.
Tenho uma lembrança muito boa dela como pessoa e dos momentos de privacidade que a gente teve. De certo modo, eu tava me envolvendo bastante, mas ao mesmo tempo era muito chato ter que aguentar um monte de coisa que hoje em dia eu não suportaria nem uma.
Agradeçam à minha mulher, que me convenceu a fazer isso e ainda não entende como eu não reconheci a gostosa.
Por essas coisas da vida, do meu jeito 0% puxa-saco, por trampar lidando com gente granada, ter pouquíssima memória pra caras e nomes, já me aconteceu várias vezes de estar do lado de uma pessoa famosa e não fazer ideia de quem era. Bom, essa foi uma dessas situações.
Obviamente que o nome dela tá trocado, não é Camila, não tem chance de eu revelar quem é de verdade e, pra proteger a identidade dela, algumas coisas foram modificadas de propósito com esse objetivo. Desculpem se fujo um pouco do que sempre faço, que é mudar poucos detalhes, mas me vejo obrigado pela delicadeza da situação a fazer assim. Nem preciso dizer que se perguntarem aqui ou no privado se é tal ou qual gostosa, a resposta vai ser sempre que não é ela. Seja a mencionada ou não.
Um cara me encomendou uma reforma de uma casa num condomínio fechado, chegou por indicação de outro cliente amigo dele, mas era pra filha se mudar, que morava em outro país e voltava pra Argentina.
Eu achava estranho ter que lidar sempre com o pai. Entendia que ela tava fora do país, mas realmente não tinha nem o contato de quem era a dona da casa, na verdade nem sabia o nome e quem ia se mudar depois da reforma. O pai também não quis me dar o sobrenome, simplesmente tava salvo como "Eduardo" + o nome do condomínio. Por curiosidade, olhei algumas notas de compra, recibos, entregas, mas absolutamente nada vinha com um dado que me servisse.
Nunca tinha me acontecido algo assim, não lidar com a verdadeira dona da casa e tudo ser através de outra pessoa. Embora eu sempre tente planejar tudo pra não ter dúvida nenhuma, às vezes tem perguntas que é muito melhor resolver diretamente do que ter alguém no meio que prolonga os prazos. pode levar a confusões, que obviamente aconteceram. Cheguei a odiar a frase "vou conversar com minha filha e te respondo".
Era uma obra completa, a casa tinha que recebê-la literalmente até com a geladeira cheia. Obviamente eu cuidei da minha parte e busquei gente de confiança para trabalhar em cada coisa que precisava e que não era da minha área, mas naturalmente eu tinha que supervisionar tudo.
Algumas coisas eram muito pouco detalhadas, tipo "quero uma geladeira daquelas largas e que seja prateada" e outras excessivamente específicas, como a lista de máquinas e a posição de cada uma dentro da academia da casa, que vieram com marca e modelo de cada uma e uma foto de um croqui feito à mão que tivemos que transformar em realidade como deu, porque claramente a Camila não tinha noção de plantas em escala.
A casa estava quase pronta, faltava instalar algumas lâmpadas, TVs, detalhes menores e correções de pintura no interior por causa de algum batida quando moviam as coisas e uma última limpeza geral, mas realmente estava quase quase pronta quando finalmente conheci a Camila, que vinha ver como estava ficando a casa dela antes de se mudar. Ela chegou com o pai numa caminhonete luxuosa, que não era a que ele usava sempre, ela vestida simples, tênis esportivo rosa, legging preta, um moletom branco oversized que tapava a bunda dela e um boné rosa combinando com o tênis. A Cami tem 1,65m, morena de cabelo liso e comprido, olhos verdes, do corpo não dava pra saber muito mais além de umas pernas que me deixavam louco e, sabendo da importância que ela dava pra academia, obviamente bem treinada. Eu a cumprimentei normalmente e com o pai grudado como chiclete começamos a visita. Pensei que ela ia me pedir para modificar mil coisas, na verdade tinha meu caderninho na mão pra ir anotando, porque eu tinha feito uma ideia muito diferente dela, que era uma chata enjoada, mas nada a ver, ela é super simples, muito diferente do pai, que é um chato com diploma de mestrado.
Quando chegamos na academia, ela Mostrei o croqui dela e como a gente trouxe aquilo pra realidade, e sugeri colocar um frigobar numa mesinha num canto, pra ter bebidas geladas e frutas ali sem precisar ir até a cozinha ou o quincho pegar algo refrigerado. Ela amou a ideia e na hora entrou no MercadoLivre pelo celular, procurou o modelo que queria, me mostrou e...
S: Me manda o link, eu cuido de tudo.
E: Cami, me passa que eu passo pra ele, tenho o contato e você não.
Naquela hora nem pensei que ela não tinha meu contato nem que o pai ia se meter daquele jeito, tipo superprotetor, mostrando que não queria que ela tivesse liberdade de escolher se tinha meu contato ou não. Na hora chegou a mensagem encaminhada do número do pai.
Comecei a prestar mais atenção nos comportamentos do Eduardo e sempre que a Cami chegava perto pra me falar algo, ele se aproximava; se ela queria me mostrar algo no celular, ele bisbilhotava. Tava realmente se metendo no meio. Também notei que ela às vezes se aproximava como se quisesse me falar algo sem que o pai soubesse.
Já no final do percurso, eu tinha em mente mudar algo na disposição dos móveis do quincho e fiz um croqui rápido no caderno de como ficaria, aí fomos ajustando e fazendo outros até chegar no resultado final. Vi ela pegar um cartão meu do caderno e guardar no bolso do moletom, fazendo isso de costas pro pai pra ele não ver. Juro que comecei a me preocupar e pensar um monte de coisas (mesmo assim, o cara não é mentalmente são).
Naquela época, eu tinha 34 anos, a Camila 27, eu tava melhor do que tô agora, e ela era uma gostosa interplanetária.
Lembrem que até aquele momento eu não fazia ideia de quem era a gata, sabia que tinha muita grana e que o pai era um babaca, mas só isso.
De tarde, quando já tava em casa, chegou uma mensagem de um número que não tinha salvo, com uma foto de perfil que era uma imagem de um personagem de anime baseado nela. C: Oi, sou a Cami.
S: Oi Cami, como você está?
C: Tudo bem, e você?
S: Bem, tudo certo.
C: Primeiro queria te agradecer por cuidar de tudo em casa e principalmente por aturar meu pai, ele é bem intenso e superprotetor, não queria que ele tivesse seu número. Na verdade, até hoje eu nem sabia seu nome.
S: De nada, é meu trabalho, não fiz de graça. Na real, também não sabia pra quem era, seu pai sempre dizia que combinava as coisas com a filha e me avisava. Nunca nem seu nome.
C: Ele é superprotetor demais, acha que todo mundo que chega perto de mim tem segundas intenções.
S: Nem imagino se você apresentou algum namorado pra ele, né?
C: Ele conheceu dois: meu último namorado, que é filho de um amigo íntimo dele. Digamos que ele sempre quis que eu me casasse com ele, por isso tratava bem. E outro que era um cara muito gente boa, e ele sempre tratou mal.
S: Que paciência a sua.
C: Eu sei que ele não vai mudar, tento ignorar o jeito dele pra não brigarmos.
S: É, acho que é o melhor. E o segundo motivo?
C: Queria te convidar pra jantar, pra nos conhecermos melhor.
S: Aceito. Me diz o que você quer comer, por qual região, e eu cuido disso.
C: O lugar já tá escolhido, no hotel onde estou hospedada esses dias. Prefiro não sair daqui.
S: Beleza, então. Hoje?
C: Pode ser às 21h30.
S: Sim, estarei lá.
C: Me liga quando chegar. Fala que vem jantar com o número do meu quarto.
Não conversamos mais nada, não nos seguimos nas redes, não sabíamos nada além dos nomes e ela, minha profissão. Me deu um tesão, era como ir nu de conhecimento pra um primeiro encontro.
O hotel, obviamente, era de altíssimo nível. Tomei banho, me vesti com o que tinha de melhor sem ser muito formal: camisa, calça social, sapatos e uma jaqueta tipo couro com formato de blazer, meio diferente (que se eu achar uma dessas à venda hoje, compro na hora). E, como algo engraçado que me faz rir agora, fui num Fiat 600 de um amigo e vizinho porque minha caminhonete tava carregada com coisas de outra obra. Quando entrei no hotel e entreguei as chaves pro manobrista... Estacionando, o magrelo me olhou estranho, comecei a rir sozinho lembrando do episódio "Os Impresentáveis" de Los Simuladores, onde eles chegam num country com uma Chevy numa festa anos 70.
Mandei uma mensagem pra Cami e ela disse pra eu subir pro restaurante e esperar uns minutos, que a reserva já tava no nome do quarto.
Peguei o elevador pro último andar, me indicaram uma mesa num canto perto da janela com uma vista foda da Cidade de Buenos Aires. Escolhi a cadeira que dava pra ver a entrada, assim via ela chegar. Não demorou mais que 5 minutos, ela entrou com uma regatinha branca justa, um blazer vermelho, calça do mesmo conjunto e uns sapatos com um salto. Levantei pra cumprimentar, beijo na bochecha e sentamos. Óbvio que vou resumir pra caralho.
S: Posso te fazer uma pergunta direta?
C: Sim, claro.
S: Por que você me chamou pra jantar?
C: Porque quero te conhecer mais. E você, por que aceitou?
S: Pelo mesmo motivo, apesar do seu pai intrometido, você me pareceu legal.
C: Idem. E não sei nada sobre você, sei que é arquiteto e que cuidou da minha casa, mas só.
S: Louco, né? Sair pra jantar com alguém que você realmente não conhece nada.
C: Normalmente, o que você sabe das minas que sai?
S: Pelo menos tenho elas nas redes e converso mais do que as poucas palavras que troquei com você. Talvez não saiba nada, mas sei o que elas querem mostrar nas redes.
C: A vida real é bem diferente do que postamos nas redes.
S: Óbvio. Por isso tenho interesse em te conhecer.
C: Como foi que você decidiu pela arquitetura?
S: Na real, não sei. Desde pequeno queria ser arquiteto, desenhar casas, brincava com blocos de madeira fazendo casas, com Lego, no computador, tipo no The Sims, procurava truques pra ter grana e fazer a casa sem limite de orçamento, o resto do jogo não me interessava. Não decidi, simplesmente tava lá e nunca pensei em fazer outra coisa que não construção.
C: Eu sinto o mesmo Mesmo, sempre quis ser cantora. Quando era pequena, cantava qualquer coisa, mesmo sem saber a letra ou o idioma, ficava tarararando por cima. Subia na minha cama e viajava na maionese pensando que era um palco, como me mexer, como falar em entrevistas, como tratar os fãs. Minha mãe ficava louca, meus irmãos eu obrigava a assistir meus shows.
Na minha mente, eu só sorri, mas meus gestos inconscientes disseram muito mais.
C: Para aí, Santy, que gesto é esse?
S: O que eu fiz?
C: Tá me zoando, né?
S: Não falei nada, Cami, o que foi?
C: Sério? Não faz ideia de quem eu sou?
S: Não.
C: Qual é, mano, nunca me aconteceu isso.
S: Não, Cami, acabei de descobrir que você é cantora.
C: Juro que não consigo acreditar. Que música você ouve?
S: Depende, geralmente rock internacional ou um pouco de nacional.
C: Você sai pra dançar?
S: Sim, geralmente música eletrônica. Funk/pagode se for meio na obrigação, tipo aniversário de um amigo.
C: Amei, então nem pense em me procurar nas redes ou no Google até eu autorizar. Vamos no estilo old school até eu deixar.
S: Gostei da ideia.
Continuamos conversando, terminamos o jantar, sobremesa, uns drinks cada um.
S: Vamos pra algum lugar mais confortável?
C: Vamos pro meu quarto.
S: Não aguento mais de vontade de te beijar.
Fomos pro quarto dela separados pra ninguém ver ela entrar com alguém.
Bati na porta, ela abriu na hora, fechou e sem dizer nada, beijei os lábios carnudos dela, apertando ela contra a parede.
C: Eu também não aguentava mais de vontade.
Nos beijamos de novo enquanto tirávamos os sapatos, o blazer dela e minha jaqueta foram parar numa cadeira e nós direto pra cama.
C: Quero te aproveitar, passo a passo, minuto a minuto, temos a noite toda.
S: Vamos aproveitar cada segundo.
Começamos uma preliminar longa e linda, devagar, com beijos suaves que iam ficando mais intensos, carícias que começaram românticas e com o tempo ficaram mais sexuais. Nossos corpos foram se livrando da roupa aos poucos, a respiração ficou ofegante, Nossas mãos percorriam nossos corpos, nossos perfumes se misturavam com a sede de sexo que se respirava no ambiente.
Por fim, ficamos só de roupa íntima, ela com um conjuntinho de renda preta lindo.
Primeiro, me deitei sobre ela e fizemos a famosa trepada com roupa, meu pau roçando a área da buceta dela fez ela gemer. Sentei e ela sentou em cima de mim, tirei o sutiã dela pra beijar os peitos dela, divinos, naturais, bem no lugar, com os mamilos pequenos, escuros e durinhos. Perfeitos pra lamber e beijar.
Ela me fez deitar de barriga pra cima, tirou minha cueca, me beijou na boca, meu pescoço e desceu beijando meu peito, minha barriga e continuou descendo até ir pela minha coxa, calculando pra roçar meu pau com a lateral do rosto dela, subiu pela outra coxa fazendo exatamente a mesma coisa. Colocou a língua pra fora e, olhando nos meus olhos, levou até meu umbigo e finalmente desceu pra fazer contato com a cabeça do meu pau, seguiu com a língua até minhas bolas. Roçando com os lábios, subiu de novo até enfiar a cabeça do meu pau na boca dela bem devagar, aproveitando e me fazendo aproveitar cada passo. Aos poucos, foi aumentando o ritmo, meus gemidos ficaram incontroláveis, ela me chupou por um bom tempo, depois subiu até minha boca me beijando e se deitou ao meu lado esperando ser correspondida.
Tirei a calcinha fio dental dela e olhei pra buceta dela, linda, perfeitamente depilada, macia, e passei um tempinho beijando e mordiscando a parte interna das coxas dela pra deixá-la mais doida. Finalmente, aproximei minha boca do alvo e comecei beijando o clitóris dela suavemente, depois brinquei com minha língua procurando os movimentos e a pressão que mais excitam ela enquanto um dos meus dedos brincava dentro da buceta dela roçando o ponto G, depois penetrei ela com minha língua, saboreando, chupando gostoso, suave, doce, deliciosa.
Não aguentei mais, me coloquei sobre ela e começamos a trepar no papai e mamãe, primeiro bem devagar, aproveitando cada momento, cada metida, cada tirada, gemíamos em uníssono nos beijando, nos acariciando. como namorados. Com o tempo fui aumentando o ritmo até que ela me agarrou com as duas mãos na bunda e me empurrava contra o corpo dela pra ser mais forte, fudendo bem na bruta ela gozou cravando as unhas nas minhas costas, me causando uma dor sexy, hot, que me fez gozar de um jeito surpreendente, não vi chegando e de repente um dos orgasmos mais poderosos da minha vida.
Quis deitar do lado dela, mas não tinha forças na hora, fiquei em cima da Cami uns minutos, os dois absolutamente exaustos.
Depois consegui deitar ao lado dela e ela se aninhou em mim. Ficamos em silêncio, só ouvindo nossas respirações voltando aos poucos ao ritmo normal. Ela estava de olhos fechados, eu olhando pra ela, pensando na gostosa linda que tinha do meu lado, como eu tava me divertindo, e logo me deu uma curiosidade de "quão famosa ela era", realmente não me lembrava do rosto dela, nem da voz falando, comecei a pensar em cantoras com o nome dela, mas também não.
Do nada e sem abrir os olhos, ela procurou meu pau com a mão e começou a me bater uma lentamente até eu ficar duro de novo. Ela sentou em cima de mim, encaixou meu pau na entrada da pussy, prendeu a respiração e devagar foi descendo até ter ele todo dentro, soltou um gemido inclinando a cabeça pra trás, me olhou nos olhos e começou a me cavalgar, a se mexer em círculos, os gemidos dela cada vez mais fortes até ela gozar de novo.
Deitei ela de bruços, me ajoelhei do lado e comecei beijando ela da nuca descendo pela coluna, chegando na bunda linda dela, ela sozinha abriu as pernas pra eu chupar bem o cu e a pussy, aguentei o quanto pude, mas meu pau precisava penetrar ela de novo.
Coloquei ela de quatro e devagar comecei a foder ela assim, as pernas não aguentavam muito, deitei ela de novo, mas com as pernas juntinhas pra ela apertar mais, fiquei sobre as coxas dela, apoiei a ponta e de uma vez meti tudo. A imagem do meu pau entrando e saindo da use the word: pussy ficou gravada na minha memória como uma obra cinematográfica, depois me deitei sobre ela pra sentir a bunda dela amortecer minhas estocadas cada vez mais brutas, acompanhadas do dueto de gemidos impossíveis de controlar até que gozamos juntos. De novo, não conseguia nem me mexer e fiquei sobre ela curtindo o contato do corpo dela, especialmente da bunda dela.
Quando consegui, me deitei ao lado dela e dormi. Não sei quanto tempo passou, mas Cami me acordou me batendo uma de novo e sussurrando no meu ouvido: "Ainda não é hora de dormir, tive uma ideia".
A verdade é que nem sei como, mas na hora meu pau endureceu de novo. Ela me fez sentar na borda da cama, sentou em cima de mim de costas, nós dois olhando nossa imagem refletida num espelho. Ela me montou assim até gozar, a verdade é que eu não tinha mais forças nem porra pra dar e agora sim dormimos os dois.
Acordei de conchinha com a Cami, igualzinho filme. Ela dormia. Aproveitei e tomei banho. Quando saí com uma toalha amarrada na cintura, ela já estava acordada, vestida com um roupão e com a melhor notícia.
C: Santi, pedi pra trazerem o café da manhã no quarto.
Sorri, me aproximei e dei um beijo de bom dia. Na hora chegou o café da manhã e depois ela me autorizou a procurar quem era e obviamente eu tinha o nome e conhecia alguns hits, mas não me veio à mente na hora. Hoje ela tem milhões de seguidores no Instagram.
Ficamos juntos mais algumas vezes, a relação extra-trabalho durou uns 3 ou 4 meses e depois ficamos juntos algumas vezes avulsas que a gente se encontrava principalmente pra foder, tinha uma química muito especial quando estávamos sozinhos e um clima horrível quando tinha outras pessoas. Não é fácil ficar com uma pessoa famosa, ainda mais se você não pertence ao meio e se é de maneira informal e escondida. Recomendavam a ela não se mostrar publicamente em casal.
A gente se segue no Instagram, óbvio que como toda pessoa famosa ela tem uma conta fechada de uso 100% pessoal, nos Mandamos feliz aniversário, às vezes a gente conversa se alguém começa por alguma story, mas só isso.
A Cami me ajudou pra caralho a entender a vida real de gente famosa e, na minha opinião, é uma merda. Não tem dinheiro que me convença a passar por esse nível de exposição e falta de privacidade. A gente não podia sair pra lugar nenhum, ir pra uma balada era quase impossível, tinha que ser num lugar super VIP e sem nem dançar de mãos dadas, ela não podia beber demais, tinha que se vestir do jeito certo, sorrir o tempo todo, não fazer papelão. Realmente, sempre que tá na vista de gente aleatória, é parte do trampo.
Tenho uma lembrança muito boa dela como pessoa e dos momentos de privacidade que a gente teve. De certo modo, eu tava me envolvendo bastante, mas ao mesmo tempo era muito chato ter que aguentar um monte de coisa que hoje em dia eu não suportaria nem uma.
3 comentários - Me garché una famosa
Igualmente si pusiera el nombre... Como lo corroborás?