Essa história estava na gaveta, sempre com vontade de contar, mas ao mesmo tempo guardar só pra mim porque foi muito mais que uma transa.
Agradeçam à minha mulher que me convenceu a fazer isso e ainda não entende como não reconheci a gatinha.
Por essas coisas da vida, da minha forma de ser 0% fã, por trabalho me relacionar com gente de grana, ter pouquíssima memória para rostos e nomes, já me aconteceu várias vezes de estar ao lado de uma pessoa famosa e não ter a menor ideia de quem é. Bom, essa foi uma dessas situações.
Obviamente o nome dela está mudado, não é Camila, não tem chance de eu revelar quem é realmente e, protegendo a identidade dela, algumas coisas foram modificadas intencionalmente com esse objetivo. Desculpem se fujo um pouco do que faço sempre, que é mudar poucos dados, mas me vejo obrigado pela delicadeza da situação a fazer assim. Nem preciso dizer que se me perguntarem aqui ou no privado se é tal ou qual gatinha, a resposta sempre vai ser que não é ela. Seja a mencionada ou não.
Um cara me encomendou uma reforma de uma casa num condomínio fechado, chegou por indicação de outro cliente amigo dele, mas era para a filha se mudar, que vivia em outro país e voltava pro Brasil.
Me parecia estranho ter que tratar sempre com o pai. Entendia que ela estava fora do país, mas realmente não tinha nem o contato de quem era a dona da casa, na verdade também não sabia o nome e quem ia se mudar depois da reforma. O pai também não quis me dar o sobrenome, simplesmente tinha salvo como "Eduardo" + o nome do condomínio, de curioso olhei algumas faturas de compra, recibos, envios, mas absolutamente nada vinha com um dado que me servisse.
Nunca me tinha acontecido algo assim, não tratar com a real proprietária da casa e que tudo fosse através de outra pessoa, mesmo sempre tentando planejar tudo para não haver dúvidas, às vezes há consultas que é muito melhor resolver diretamente do que ter alguém no meio que prolonga os prazos e pode levar a confusões, que obviamente aconteceram. Cheguei a odiar a frase "vou conversar com minha filha e te respondo".
Era uma obra completa, a casa tinha que recebê-la literalmente até com a geladeira cheia. Obviamente eu cuidei da minha parte e busquei pessoas de confiança para trabalhar em cada coisa que precisava e que não era da minha área, mas naturalmente eu tinha que supervisioná-los.
Algumas coisas eram muito pouco detalhadas, tipo "quero uma geladeira daquelas largas e que seja prateada" e outras excessivamente específicas, como a lista de máquinas e a posição de cada uma dentro da academia da casa, que vieram com marca e modelo de cada uma e uma foto de um croqui feito à mão que tivemos que adaptar à realidade como deu, porque claramente a Camila não tinha ideia de plantas em escala.
A casa estava quase terminada, faltava instalar alguns lustres, TVs, detalhes menores e correções de pintura no interior por algum arranhão quando moviam coisas e uma última limpeza geral, mas realmente estava quase pronta quando finalmente conheci a Camila, que veio ver como estava ficando sua casa antes de se mudar. Ela chegou com o pai numa camionete luxuosa, que não era a que ela usava sempre, ela vestida de forma simples, tênis esportivos rosas, leggings pretas, um moletom branco oversized que cobria sua bunda e um boné rosa combinando com os tênis. A Cami tem 1,65m, morena de cabelo liso e longo, olhos verdes, do corpo não dava para saber muito mais além de umas pernas que me deixavam louco e, sabendo da importância que ela dava à academia, obviamente bem malhada. Cumprimentei-a normalmente e com o pai grudado como chiclete iniciamos o tour. Pensei que ela ia me pedir para modificar mil coisas, inclusive ela tinha seu caderninho na mão para ir anotando, porque eu tinha feito uma ideia muito diferente dela, que era uma chata encheção de saco, mas nada a ver, ela é super simples, bem diferente do pai que sim é um chato com título de mestrado.
Quando chegamos na academia ela... mostrei o croqui e como a gente trouxe pra realidade e sugeri adicionar um frigobar em cima de uma espécie de mesinha num canto, pra ter bebidas geladas e frutas ali e não precisar ir até a cozinha ou o quincho buscar algo refrigerado. Ela adorou a ideia e na hora entrou no MercadoLivre pelo celular, procurou o modelo que queria, me mostrou e...
S: Me passa o link, eu cuido de tudo.
E: Cami, me passa que eu passo pra ele, tenho o contato e você não.
Na hora nem pensei que ela não tinha meu contato nem que o pai ia se meter assim, tipo hiperprotetor, mostrando que não quer que ela tenha a liberdade de escolher se tinha meu contato ou não. Na hora me chegou a mensagem reencaminhada do número do pai.
Comecei a prestar mais atenção nos comportamentos do Eduardo e sempre que a Cami se aproximava pra me dizer algo, ele se aproximava também. Se ela queria me mostrar algo no celular, ele ficava espiando. Ele realmente estava se metendo no meio. Também notei que ela às vezes se aproximava como querendo me dizer algo sem que o pai percebesse.
Já terminando o passeio, eu tinha em mente modificar algo na distribuição dos móveis do quincho e fiz um croqui rápido no caderno de como ficaria, que fomos modificando e fazendo outros até chegar no resultado final. Vi que ela pegou um cartão de visitas meu do caderno e guardou no bolso do moletom, fazendo isso dando as costas pro pai pra ele não ver. Juro que cheguei a me preocupar e pensar qualquer coisa (aliás, ele não é um cara mentalmente saudável).
Na época, eu tinha 34 anos, Camila 27, eu tava melhor do que tô agora, ela uma gostosa interplanetária.
Lembrem que nesse momento eu não tinha ideia de quem era a cutie, sabia que ela tinha muita grana e que o pai era um babaca, mas só isso.
À tarde, quando já estava em casa, recebi uma mensagem de um número que não tinha salvo, com uma foto de perfil que era uma imagem tipo de um personagem de anime baseado nela. C: Oi, sou a Cami.
S: Oi Cami, tudo bem?
C: Tudo ótimo, e você?
S: Bem, tudo tranquilo.
C: Primeiro, queria te agradecer por cuidar de tudo na casa e principalmente por aturar meu pai. Ele é bem intenso e superprotetor, não queria que você tivesse meu número. Na verdade, até hoje eu nem sabia seu nome.
S: De nada, é meu trabalho. Não fiz de graça, pra ser sincero, também não sabia pra quem era. Seu pai sempre dizia que conversava as coisas com a filha e me avisava. Nunca nem soube seu nome.
C: Ele é superprotetor demais, acha que todo mundo que se aproxima de mim é por interesse.
S: Nem imagino se você apresentou algum namorado pra ele, né?
C: Ele conheceu dois. Meu último namorado, que é filho de um amigo íntimo dele. Digamos que ele sempre quis que eu casasse com ele, por isso o tratava bem. E outro que era um cara super gente boa, e ele sempre tratou mal.
S: Que paciência a sua.
C: Já sei que ele não vai mudar, tento ignorar o jeito dele pra não brigarmos.
S: É, acho que é o melhor. E o segundo?
C: Queria te convidar pra jantar, pra nos conhecermos melhor.
S: Aceito. Me diz o que você quer comer, por que região, e eu cuido de tudo.
C: O lugar já está escolhido, no hotel onde estou ficando esses dias. Prefiro não sair daqui.
S: Tá bom, combinado. Hoje?
C: Pode ser 21h30?
S: Sim, estarei lá.
C: Me liga quando chegar. Avise que vem jantar com meu número do quarto.
Não conversamos mais nada, não nos adicionamos nas redes, não sabíamos nada além dos nomes e ela sabia minha profissão. Deu um tesão, era como ir nu de conhecimento num primeiro encontro.
O hotel obviamente era de categoria altíssima. Tomei banho, me vesti com o melhor que tinha sem ser muito formal: camisa, calça social, sapatos e uma jaqueta tipo couro com corte de paletó, meio diferente (se achar uma à venda assim hoje, compro na hora) e, como algo anedótico que me faz rir agora, fui num Fiat 600 de um amigo e vizinho porque minha caminhonete estava cheia de coisas de outra obra. Quando entrei no hotel e deixei as chaves com o manobrista No estacionamento, o Flaco me olhou muito estranho, comecei a rir sozinho lembrando do episódio "Os Indesejáveis" de Os Simuladores, em que eles chegam num country com um Chevette numa festa anos 70.
Mandei uma mensagem pra Cami e ela disse pra eu subir pro restaurante e esperar alguns minutos, que a reserva já estava feita no nome do quarto.
Peguei o elevador até o último andar, me indicaram uma mesa num canto perto da janela com uma vista espetacular da Cidade de Buenos Aires. Escolhi a cadeira que me permitia ver a entrada pra avistá-la chegando. Não demorou mais que 5 minutos, ela entrou com uma camiseta branca de manga longa colada no corpo, um blazer vermelho, calça do mesmo conjunto e uns sapatos com um salto baixo. Levantei pra cumprimentá-la, beijo na bochecha e nos sentamos. Obviamente vou super resumir.
S: Posso te fazer uma pergunta direta?
C: Sim, claro.
S: Por que você me convidou pra jantar?
C: Porque quero te conhecer mais. E você, por que aceitou?
S: Pelo mesmo motivo, apesar da presença do seu pai intrometido, eu gostei de você.
C: Digo o mesmo. E não sei nada sobre você, só sei que é arquiteto e cuidou da minha casa, mas nada além disso.
S: Que loucura, né? Sair pra jantar com alguém que você realmente não conhece nada.
C: Normalmente, o que você sabe sobre as garotas com quem sai?
S: Pelo menos tenho elas adicionadas nas redes sociais e converso mais do que as poucas palavras que troquei com você. Talvez eu não saiba nada, mas sei o que elas querem mostrar nas redes.
C: A vida real é muito diferente do que a gente posta nas redes.
S: Claro. Por isso me interessa te conhecer.
C: Como foi que você decidiu pela arquitetura?
S: Na verdade não sei, desde pequeno quis ser arquiteto, desenhar casas, brincava com blocos de madeira fazendo casas, com Lego, no computador, tipo The Sims, procurava truques pra ter dinheiro e fazer a casa sem limites de orçamento, o resto do jogo não me interessava. Não decidi, simplesmente estava ali e nunca pensei em me dedicar a algo que não fosse construção.
C: Eu sinto o pois é, sempre quis ser cantante, desde pequena cantava qualquer coisa, mesmo sem saber a letra ou o idioma, eu improvisava. Subia na minha cama e imaginava o palco, como me mover, como falar nas entrevistas, como tratar os fãs. Deixava minha mãe maluca, obrigava meus irmãos a assistirem meus shows.
Na minha mente eu só sorri, mas meus gestos inconscientes disseram muito mais.
C: Para Santy, que gesto é esse?
S: O que eu fiz?
C: Tá me zoando, né?
S: Não disse nada Cami, o que foi?
C: Sério? Você não tem ideia de quem eu sou?
S: Não.
C: Ah cara, isso nunca aconteceu comigo.
S: Não Cami, acabei de descobrir que você é cantora.
C: Juro que não consigo acreditar. Que música você escuta?
S: Depende, geralmente rock internacional ou algo nacional.
C: Sai pra dançar?
S: Sim, geralmente música eletrônica. Funk se for meio por obrigação, tipo aniversário de um amigo.
C: Adorei, então nem pense em me procurar nas redes ou no Google até que eu autorize. Vamos continuar na moda antiga até que eu te autorize.
S: Gostei da ideia.
Continuamos conversando, terminamos o jantar, sobremesa, uns drinks cada um.
S: Vamos pra algum lugar mais confortável?
C: Vamos pro meu quarto.
S: Não aguento mais a vontade de te beijar.
Fomos pro quarto dela separados pra ninguém ver ela entrando com alguém.
Bati na porta, ela abriu na hora, fechou e sem dizer uma palavra beijei seus lábios carnudos apertando ela contra a parede.
C: Eu também não aguentava mais a vontade.
Voltamos a nos beijar enquanto tirávamos os sapatos, o blazer dela e minha jaqueta foram parar numa cadeira e nós direto pra cama.
C: Quero te curtir, passo a passo, minuto a minuto, temos a noite toda.
S: Vamos curtir cada segundo.
Começamos uma preliminar longa e linda, devagar, com beijos suaves que foram se intensificando, carícias que começaram românticas e com o tempo foram ficando mais sexuais. Nossos corpos que aos poucos iam se livrando das roupas, a respiração ficando ofegante, nossas mãos percorriam nossos corpos, nossos perfumes se misturavam com a sede de sexo que se respirava no ambiente.
Por fim ficamos apenas de roupa íntima, ela com um conjuntinho de renda preta lindo.
Primeiro me deitei sobre ela e fizemos a famosa trepada com roupa, meu pau tocando a área da buceta dela a fez gemer. Me sentei e ela sentou em cima de mim, tirei o sutiã para beijar seus peitos, divinos, naturais, bem no lugar com os mamilos pequenos, escuros e durinhos. Divinos para lamber e beijar.
Ela me fez deitar de costas, tirou minha cueca, me beijou na boca, no pescoço e desceu beijando meu peito, meu abdômen e continuou descendo até ir para minha coxa, calculando para roçar meu pau com a lateral do rosto, subiu pela outra coxa fazendo exatamente o mesmo. Pôs a língua para fora e, me olhando nos olhos, a levou até meu umbigo e finalmente desceu para fazer contato com a cabeça do meu pau, continuou com a língua até minhas bolas. Roçando com os lábios voltou a subir até enfiar a cabeça do meu pau na boca dela bem devagar, curtindo e me fazendo curtir cada passo. Aos poucos foi aumentando o ritmo, meus gemidos foram incontroláveis, ela me chupou um bom tempo, depois subiu até minha boca me beijando e se deitou ao meu lado esperando ser correspondida.
Tirei a calcinha dela e olhei sua buceta, linda, perfeitamente depilada, macia e me dediquei um tempinho a beijar e mordiscar a parte interna das coxas para deixá-la mais louca. Finalmente aproximei minha boca do objetivo e comecei beijando seu clitóris suavemente, depois brinquei com minha língua buscando os movimentos e a pressão que mais a excitavam enquanto um dos meus dedos brincava dentro de sua buceta roçando o ponto G, depois a penetrei com minha língua, saboreando-a, chupando-a, macia, doce, deliciosa.
Não aguentei mais, me coloquei sobre ela e começamos a transar de missionário, primeiro bem devagar, curtindo cada momento, cada entrada, cada saída, gemíamos em uníssono nos beijando, nos acariciando. como namorados. Fui aumentando o ritmo até que ela agarrou minha bunda com as duas mãos e me puxou com força contra o corpo dela, fodendo bem gostoso no modo bruto. Ela acabou enterrando as unhas nas minhas costas, provocando uma dor sexy, quente, que me fez gozar de um jeito surpreendente, nem vi chegar e de repente foi um dos orgasmos mais intensos da minha vida.
Quis deitar ao lado dela, mas não tinha forças na hora. Fiquei em cima da Cami por alguns minutos, os dois absolutamente exaustos.
Depois consegui deitar ao lado dela e ela se aconchegou em mim. Ficamos em silêncio, só ouvindo nossa respiração voltando aos poucos ao ritmo normal. Ela estava de olhos fechados, eu olhando pra ela, pensando na gostosa linda que tinha ao meu lado, no quanto estava curtindo. Aí me deu a curiosidade: "quão famosa ela era?" Sua cara realmente não me soava familiar, nem sua voz falando. Comecei a pensar em cantoras com o nome dela, mas nada.
Do nada, sem abrir os olhos, ela procurou meu pau com a mão e começou a me masturbar devagar até ele ficar duro de novo. Ela sentou em cima de mim, posicionou meu pau na entrada da sua buceta, prendeu a respiração e foi descendo devagar até engolir tudo. Soltou um gemido, inclinou a cabeça pra trás, me olhou nos olhos e começou a cavalgar, a se mover em círculos. Seus gemidos ficavam cada vez mais altos até que ela gozou de novo.
Deitei ela de bruços, me ajoelhei ao lado e comecei a beijar da nuca descendo pela coluna, chegando na sua bunda linda. Ela abriu as pernas sozinha pra que eu chupasse bem seu cu e sua buceta. Aguentei o que pude, mas meu pau precisava penetrar ela de novo.
Coloquei ela de quatro e bem devagar comecei a comê-la assim. Minhas pernas não aguentavam muito, então deitei ela de novo, mas com as pernas juntinhas pra me apertar mais. Fiquei sobre suas coxas, encaixei a ponta e de uma vez enfiei tudo. A imagem do meu pau entrando e saindo da o uso da palavra: buceta ficou gravado na minha memória como uma obra cinematográfica, depois me deitei sobre ela para sentir seu bunda amortecendo minhas investidas cada vez mais brutas, acompanhadas do dueto de gemidos impossíveis de controlar até que gozamos juntos. Novamente eu não conseguia nem me mexer e fiquei sobre ela aproveitando o contato do seu corpo, especialmente sua bunda.
Quando consegui, me deitei ao lado dela e peguei no sono. Não sei quanto tempo passou, mas a Cami me acordou punhetando meu pau de novo e sussurrando no meu ouvido "Ainda não é hora de dormir, me veio uma ideia".
A verdade é que nem sei como, mas na hora meu pau ficou duro de novo. Ela me fez sentar na beirada da cama, sentou de costas em cima de mim, os dois olhando nossa imagem refletida no espelho. Ela me fodeu assim até gozar, na real eu não tinha mais forças nem porra pra dar e aí sim nós dois dormimos.
Acordei de conchinha com a Cami, igualzinho a filme. Ela estava dormindo. Aproveitei e tomei um banho. Quando saí com uma toalha amarrada na cintura ela já estava acordada, vestindo um roupão e com a melhor notícia.
C: Santi, pedi para trazerem o café da manhã no quarto.
Sorri, me aproximei e dei um beijo de bom dia. Na hora chegou o café da manhã e depois ela me autorizou a pesquisar quem ela era e obviamente ela tinha nome e eu conhecia algumas músicas, mas não me veio à mente na hora. Hoje ela tem milhões de seguidores no Instagram.
Ficamos juntas algumas vezes mais, durou 3 ou 4 meses o relacionamento extra-trabalho e depois nos encontramos algumas vezes quando a gente se juntava principalmente para transar, tinha uma química muito especial quando estávamos sozinhas e um clima horrível quando tinha outra gente. Não é fácil ficar com uma pessoa famosa, ainda mais se você não pertence ao meio e se é de maneira informal e escondida. Recomendavam que ela não aparecesse publicamente em um relacionamento.
A gente se segue no Instagram, óbvio que como toda pessoa famosa ela tem uma conta fechada de uso 100% pessoal, nos A gente se cumprimenta nos aniversários, às vezes trocamos uma palavra por causa de algum story, mas só isso.
A Cami me ajudou muito a entender a vida real das pessoas famosas e, pessoalmente, acho que é uma merda. Não tem dinheiro que me convença a ter esse nível de exposição e falta de privacidade. A gente não podia sair pra lugar nenhum; ir a uma balada era quase impossível, tinha que ser numa área super VIP e sem nem dançar de mãos dadas, ela não podia beber demais, tinha que se vestir do jeito certo, sorrir o tempo todo, não fazer papelão. Realmente, sempre que ela está à vista de gente aleatória, faz parte do trabalho.
Tenho uma lembrança muito bonita dela como pessoa e dos momentos de privacidade que tivemos juntos. De certa forma, eu estava me apegando bastante, mas ao mesmo tempo foi muito desagradável passar por situações em que tive que aguentar uma lista de coisas que hoje eu não suportaria nem uma.
Agradeçam à minha mulher que me convenceu a fazer isso e ainda não entende como não reconheci a gatinha.
Por essas coisas da vida, da minha forma de ser 0% fã, por trabalho me relacionar com gente de grana, ter pouquíssima memória para rostos e nomes, já me aconteceu várias vezes de estar ao lado de uma pessoa famosa e não ter a menor ideia de quem é. Bom, essa foi uma dessas situações.
Obviamente o nome dela está mudado, não é Camila, não tem chance de eu revelar quem é realmente e, protegendo a identidade dela, algumas coisas foram modificadas intencionalmente com esse objetivo. Desculpem se fujo um pouco do que faço sempre, que é mudar poucos dados, mas me vejo obrigado pela delicadeza da situação a fazer assim. Nem preciso dizer que se me perguntarem aqui ou no privado se é tal ou qual gatinha, a resposta sempre vai ser que não é ela. Seja a mencionada ou não.
Um cara me encomendou uma reforma de uma casa num condomínio fechado, chegou por indicação de outro cliente amigo dele, mas era para a filha se mudar, que vivia em outro país e voltava pro Brasil.
Me parecia estranho ter que tratar sempre com o pai. Entendia que ela estava fora do país, mas realmente não tinha nem o contato de quem era a dona da casa, na verdade também não sabia o nome e quem ia se mudar depois da reforma. O pai também não quis me dar o sobrenome, simplesmente tinha salvo como "Eduardo" + o nome do condomínio, de curioso olhei algumas faturas de compra, recibos, envios, mas absolutamente nada vinha com um dado que me servisse.
Nunca me tinha acontecido algo assim, não tratar com a real proprietária da casa e que tudo fosse através de outra pessoa, mesmo sempre tentando planejar tudo para não haver dúvidas, às vezes há consultas que é muito melhor resolver diretamente do que ter alguém no meio que prolonga os prazos e pode levar a confusões, que obviamente aconteceram. Cheguei a odiar a frase "vou conversar com minha filha e te respondo".
Era uma obra completa, a casa tinha que recebê-la literalmente até com a geladeira cheia. Obviamente eu cuidei da minha parte e busquei pessoas de confiança para trabalhar em cada coisa que precisava e que não era da minha área, mas naturalmente eu tinha que supervisioná-los.
Algumas coisas eram muito pouco detalhadas, tipo "quero uma geladeira daquelas largas e que seja prateada" e outras excessivamente específicas, como a lista de máquinas e a posição de cada uma dentro da academia da casa, que vieram com marca e modelo de cada uma e uma foto de um croqui feito à mão que tivemos que adaptar à realidade como deu, porque claramente a Camila não tinha ideia de plantas em escala.
A casa estava quase terminada, faltava instalar alguns lustres, TVs, detalhes menores e correções de pintura no interior por algum arranhão quando moviam coisas e uma última limpeza geral, mas realmente estava quase pronta quando finalmente conheci a Camila, que veio ver como estava ficando sua casa antes de se mudar. Ela chegou com o pai numa camionete luxuosa, que não era a que ela usava sempre, ela vestida de forma simples, tênis esportivos rosas, leggings pretas, um moletom branco oversized que cobria sua bunda e um boné rosa combinando com os tênis. A Cami tem 1,65m, morena de cabelo liso e longo, olhos verdes, do corpo não dava para saber muito mais além de umas pernas que me deixavam louco e, sabendo da importância que ela dava à academia, obviamente bem malhada. Cumprimentei-a normalmente e com o pai grudado como chiclete iniciamos o tour. Pensei que ela ia me pedir para modificar mil coisas, inclusive ela tinha seu caderninho na mão para ir anotando, porque eu tinha feito uma ideia muito diferente dela, que era uma chata encheção de saco, mas nada a ver, ela é super simples, bem diferente do pai que sim é um chato com título de mestrado.
Quando chegamos na academia ela... mostrei o croqui e como a gente trouxe pra realidade e sugeri adicionar um frigobar em cima de uma espécie de mesinha num canto, pra ter bebidas geladas e frutas ali e não precisar ir até a cozinha ou o quincho buscar algo refrigerado. Ela adorou a ideia e na hora entrou no MercadoLivre pelo celular, procurou o modelo que queria, me mostrou e...
S: Me passa o link, eu cuido de tudo.
E: Cami, me passa que eu passo pra ele, tenho o contato e você não.
Na hora nem pensei que ela não tinha meu contato nem que o pai ia se meter assim, tipo hiperprotetor, mostrando que não quer que ela tenha a liberdade de escolher se tinha meu contato ou não. Na hora me chegou a mensagem reencaminhada do número do pai.
Comecei a prestar mais atenção nos comportamentos do Eduardo e sempre que a Cami se aproximava pra me dizer algo, ele se aproximava também. Se ela queria me mostrar algo no celular, ele ficava espiando. Ele realmente estava se metendo no meio. Também notei que ela às vezes se aproximava como querendo me dizer algo sem que o pai percebesse.
Já terminando o passeio, eu tinha em mente modificar algo na distribuição dos móveis do quincho e fiz um croqui rápido no caderno de como ficaria, que fomos modificando e fazendo outros até chegar no resultado final. Vi que ela pegou um cartão de visitas meu do caderno e guardou no bolso do moletom, fazendo isso dando as costas pro pai pra ele não ver. Juro que cheguei a me preocupar e pensar qualquer coisa (aliás, ele não é um cara mentalmente saudável).
Na época, eu tinha 34 anos, Camila 27, eu tava melhor do que tô agora, ela uma gostosa interplanetária.
Lembrem que nesse momento eu não tinha ideia de quem era a cutie, sabia que ela tinha muita grana e que o pai era um babaca, mas só isso.
À tarde, quando já estava em casa, recebi uma mensagem de um número que não tinha salvo, com uma foto de perfil que era uma imagem tipo de um personagem de anime baseado nela. C: Oi, sou a Cami.
S: Oi Cami, tudo bem?
C: Tudo ótimo, e você?
S: Bem, tudo tranquilo.
C: Primeiro, queria te agradecer por cuidar de tudo na casa e principalmente por aturar meu pai. Ele é bem intenso e superprotetor, não queria que você tivesse meu número. Na verdade, até hoje eu nem sabia seu nome.
S: De nada, é meu trabalho. Não fiz de graça, pra ser sincero, também não sabia pra quem era. Seu pai sempre dizia que conversava as coisas com a filha e me avisava. Nunca nem soube seu nome.
C: Ele é superprotetor demais, acha que todo mundo que se aproxima de mim é por interesse.
S: Nem imagino se você apresentou algum namorado pra ele, né?
C: Ele conheceu dois. Meu último namorado, que é filho de um amigo íntimo dele. Digamos que ele sempre quis que eu casasse com ele, por isso o tratava bem. E outro que era um cara super gente boa, e ele sempre tratou mal.
S: Que paciência a sua.
C: Já sei que ele não vai mudar, tento ignorar o jeito dele pra não brigarmos.
S: É, acho que é o melhor. E o segundo?
C: Queria te convidar pra jantar, pra nos conhecermos melhor.
S: Aceito. Me diz o que você quer comer, por que região, e eu cuido de tudo.
C: O lugar já está escolhido, no hotel onde estou ficando esses dias. Prefiro não sair daqui.
S: Tá bom, combinado. Hoje?
C: Pode ser 21h30?
S: Sim, estarei lá.
C: Me liga quando chegar. Avise que vem jantar com meu número do quarto.
Não conversamos mais nada, não nos adicionamos nas redes, não sabíamos nada além dos nomes e ela sabia minha profissão. Deu um tesão, era como ir nu de conhecimento num primeiro encontro.
O hotel obviamente era de categoria altíssima. Tomei banho, me vesti com o melhor que tinha sem ser muito formal: camisa, calça social, sapatos e uma jaqueta tipo couro com corte de paletó, meio diferente (se achar uma à venda assim hoje, compro na hora) e, como algo anedótico que me faz rir agora, fui num Fiat 600 de um amigo e vizinho porque minha caminhonete estava cheia de coisas de outra obra. Quando entrei no hotel e deixei as chaves com o manobrista No estacionamento, o Flaco me olhou muito estranho, comecei a rir sozinho lembrando do episódio "Os Indesejáveis" de Os Simuladores, em que eles chegam num country com um Chevette numa festa anos 70.
Mandei uma mensagem pra Cami e ela disse pra eu subir pro restaurante e esperar alguns minutos, que a reserva já estava feita no nome do quarto.
Peguei o elevador até o último andar, me indicaram uma mesa num canto perto da janela com uma vista espetacular da Cidade de Buenos Aires. Escolhi a cadeira que me permitia ver a entrada pra avistá-la chegando. Não demorou mais que 5 minutos, ela entrou com uma camiseta branca de manga longa colada no corpo, um blazer vermelho, calça do mesmo conjunto e uns sapatos com um salto baixo. Levantei pra cumprimentá-la, beijo na bochecha e nos sentamos. Obviamente vou super resumir.
S: Posso te fazer uma pergunta direta?
C: Sim, claro.
S: Por que você me convidou pra jantar?
C: Porque quero te conhecer mais. E você, por que aceitou?
S: Pelo mesmo motivo, apesar da presença do seu pai intrometido, eu gostei de você.
C: Digo o mesmo. E não sei nada sobre você, só sei que é arquiteto e cuidou da minha casa, mas nada além disso.
S: Que loucura, né? Sair pra jantar com alguém que você realmente não conhece nada.
C: Normalmente, o que você sabe sobre as garotas com quem sai?
S: Pelo menos tenho elas adicionadas nas redes sociais e converso mais do que as poucas palavras que troquei com você. Talvez eu não saiba nada, mas sei o que elas querem mostrar nas redes.
C: A vida real é muito diferente do que a gente posta nas redes.
S: Claro. Por isso me interessa te conhecer.
C: Como foi que você decidiu pela arquitetura?
S: Na verdade não sei, desde pequeno quis ser arquiteto, desenhar casas, brincava com blocos de madeira fazendo casas, com Lego, no computador, tipo The Sims, procurava truques pra ter dinheiro e fazer a casa sem limites de orçamento, o resto do jogo não me interessava. Não decidi, simplesmente estava ali e nunca pensei em me dedicar a algo que não fosse construção.
C: Eu sinto o pois é, sempre quis ser cantante, desde pequena cantava qualquer coisa, mesmo sem saber a letra ou o idioma, eu improvisava. Subia na minha cama e imaginava o palco, como me mover, como falar nas entrevistas, como tratar os fãs. Deixava minha mãe maluca, obrigava meus irmãos a assistirem meus shows.
Na minha mente eu só sorri, mas meus gestos inconscientes disseram muito mais.
C: Para Santy, que gesto é esse?
S: O que eu fiz?
C: Tá me zoando, né?
S: Não disse nada Cami, o que foi?
C: Sério? Você não tem ideia de quem eu sou?
S: Não.
C: Ah cara, isso nunca aconteceu comigo.
S: Não Cami, acabei de descobrir que você é cantora.
C: Juro que não consigo acreditar. Que música você escuta?
S: Depende, geralmente rock internacional ou algo nacional.
C: Sai pra dançar?
S: Sim, geralmente música eletrônica. Funk se for meio por obrigação, tipo aniversário de um amigo.
C: Adorei, então nem pense em me procurar nas redes ou no Google até que eu autorize. Vamos continuar na moda antiga até que eu te autorize.
S: Gostei da ideia.
Continuamos conversando, terminamos o jantar, sobremesa, uns drinks cada um.
S: Vamos pra algum lugar mais confortável?
C: Vamos pro meu quarto.
S: Não aguento mais a vontade de te beijar.
Fomos pro quarto dela separados pra ninguém ver ela entrando com alguém.
Bati na porta, ela abriu na hora, fechou e sem dizer uma palavra beijei seus lábios carnudos apertando ela contra a parede.
C: Eu também não aguentava mais a vontade.
Voltamos a nos beijar enquanto tirávamos os sapatos, o blazer dela e minha jaqueta foram parar numa cadeira e nós direto pra cama.
C: Quero te curtir, passo a passo, minuto a minuto, temos a noite toda.
S: Vamos curtir cada segundo.
Começamos uma preliminar longa e linda, devagar, com beijos suaves que foram se intensificando, carícias que começaram românticas e com o tempo foram ficando mais sexuais. Nossos corpos que aos poucos iam se livrando das roupas, a respiração ficando ofegante, nossas mãos percorriam nossos corpos, nossos perfumes se misturavam com a sede de sexo que se respirava no ambiente.
Por fim ficamos apenas de roupa íntima, ela com um conjuntinho de renda preta lindo.
Primeiro me deitei sobre ela e fizemos a famosa trepada com roupa, meu pau tocando a área da buceta dela a fez gemer. Me sentei e ela sentou em cima de mim, tirei o sutiã para beijar seus peitos, divinos, naturais, bem no lugar com os mamilos pequenos, escuros e durinhos. Divinos para lamber e beijar.
Ela me fez deitar de costas, tirou minha cueca, me beijou na boca, no pescoço e desceu beijando meu peito, meu abdômen e continuou descendo até ir para minha coxa, calculando para roçar meu pau com a lateral do rosto, subiu pela outra coxa fazendo exatamente o mesmo. Pôs a língua para fora e, me olhando nos olhos, a levou até meu umbigo e finalmente desceu para fazer contato com a cabeça do meu pau, continuou com a língua até minhas bolas. Roçando com os lábios voltou a subir até enfiar a cabeça do meu pau na boca dela bem devagar, curtindo e me fazendo curtir cada passo. Aos poucos foi aumentando o ritmo, meus gemidos foram incontroláveis, ela me chupou um bom tempo, depois subiu até minha boca me beijando e se deitou ao meu lado esperando ser correspondida.
Tirei a calcinha dela e olhei sua buceta, linda, perfeitamente depilada, macia e me dediquei um tempinho a beijar e mordiscar a parte interna das coxas para deixá-la mais louca. Finalmente aproximei minha boca do objetivo e comecei beijando seu clitóris suavemente, depois brinquei com minha língua buscando os movimentos e a pressão que mais a excitavam enquanto um dos meus dedos brincava dentro de sua buceta roçando o ponto G, depois a penetrei com minha língua, saboreando-a, chupando-a, macia, doce, deliciosa.
Não aguentei mais, me coloquei sobre ela e começamos a transar de missionário, primeiro bem devagar, curtindo cada momento, cada entrada, cada saída, gemíamos em uníssono nos beijando, nos acariciando. como namorados. Fui aumentando o ritmo até que ela agarrou minha bunda com as duas mãos e me puxou com força contra o corpo dela, fodendo bem gostoso no modo bruto. Ela acabou enterrando as unhas nas minhas costas, provocando uma dor sexy, quente, que me fez gozar de um jeito surpreendente, nem vi chegar e de repente foi um dos orgasmos mais intensos da minha vida.
Quis deitar ao lado dela, mas não tinha forças na hora. Fiquei em cima da Cami por alguns minutos, os dois absolutamente exaustos.
Depois consegui deitar ao lado dela e ela se aconchegou em mim. Ficamos em silêncio, só ouvindo nossa respiração voltando aos poucos ao ritmo normal. Ela estava de olhos fechados, eu olhando pra ela, pensando na gostosa linda que tinha ao meu lado, no quanto estava curtindo. Aí me deu a curiosidade: "quão famosa ela era?" Sua cara realmente não me soava familiar, nem sua voz falando. Comecei a pensar em cantoras com o nome dela, mas nada.
Do nada, sem abrir os olhos, ela procurou meu pau com a mão e começou a me masturbar devagar até ele ficar duro de novo. Ela sentou em cima de mim, posicionou meu pau na entrada da sua buceta, prendeu a respiração e foi descendo devagar até engolir tudo. Soltou um gemido, inclinou a cabeça pra trás, me olhou nos olhos e começou a cavalgar, a se mover em círculos. Seus gemidos ficavam cada vez mais altos até que ela gozou de novo.
Deitei ela de bruços, me ajoelhei ao lado e comecei a beijar da nuca descendo pela coluna, chegando na sua bunda linda. Ela abriu as pernas sozinha pra que eu chupasse bem seu cu e sua buceta. Aguentei o que pude, mas meu pau precisava penetrar ela de novo.
Coloquei ela de quatro e bem devagar comecei a comê-la assim. Minhas pernas não aguentavam muito, então deitei ela de novo, mas com as pernas juntinhas pra me apertar mais. Fiquei sobre suas coxas, encaixei a ponta e de uma vez enfiei tudo. A imagem do meu pau entrando e saindo da o uso da palavra: buceta ficou gravado na minha memória como uma obra cinematográfica, depois me deitei sobre ela para sentir seu bunda amortecendo minhas investidas cada vez mais brutas, acompanhadas do dueto de gemidos impossíveis de controlar até que gozamos juntos. Novamente eu não conseguia nem me mexer e fiquei sobre ela aproveitando o contato do seu corpo, especialmente sua bunda.
Quando consegui, me deitei ao lado dela e peguei no sono. Não sei quanto tempo passou, mas a Cami me acordou punhetando meu pau de novo e sussurrando no meu ouvido "Ainda não é hora de dormir, me veio uma ideia".
A verdade é que nem sei como, mas na hora meu pau ficou duro de novo. Ela me fez sentar na beirada da cama, sentou de costas em cima de mim, os dois olhando nossa imagem refletida no espelho. Ela me fodeu assim até gozar, na real eu não tinha mais forças nem porra pra dar e aí sim nós dois dormimos.
Acordei de conchinha com a Cami, igualzinho a filme. Ela estava dormindo. Aproveitei e tomei um banho. Quando saí com uma toalha amarrada na cintura ela já estava acordada, vestindo um roupão e com a melhor notícia.
C: Santi, pedi para trazerem o café da manhã no quarto.
Sorri, me aproximei e dei um beijo de bom dia. Na hora chegou o café da manhã e depois ela me autorizou a pesquisar quem ela era e obviamente ela tinha nome e eu conhecia algumas músicas, mas não me veio à mente na hora. Hoje ela tem milhões de seguidores no Instagram.
Ficamos juntas algumas vezes mais, durou 3 ou 4 meses o relacionamento extra-trabalho e depois nos encontramos algumas vezes quando a gente se juntava principalmente para transar, tinha uma química muito especial quando estávamos sozinhas e um clima horrível quando tinha outra gente. Não é fácil ficar com uma pessoa famosa, ainda mais se você não pertence ao meio e se é de maneira informal e escondida. Recomendavam que ela não aparecesse publicamente em um relacionamento.
A gente se segue no Instagram, óbvio que como toda pessoa famosa ela tem uma conta fechada de uso 100% pessoal, nos A gente se cumprimenta nos aniversários, às vezes trocamos uma palavra por causa de algum story, mas só isso.
A Cami me ajudou muito a entender a vida real das pessoas famosas e, pessoalmente, acho que é uma merda. Não tem dinheiro que me convença a ter esse nível de exposição e falta de privacidade. A gente não podia sair pra lugar nenhum; ir a uma balada era quase impossível, tinha que ser numa área super VIP e sem nem dançar de mãos dadas, ela não podia beber demais, tinha que se vestir do jeito certo, sorrir o tempo todo, não fazer papelão. Realmente, sempre que ela está à vista de gente aleatória, faz parte do trabalho.
Tenho uma lembrança muito bonita dela como pessoa e dos momentos de privacidade que tivemos juntos. De certa forma, eu estava me apegando bastante, mas ao mesmo tempo foi muito desagradável passar por situações em que tive que aguentar uma lista de coisas que hoje eu não suportaria nem uma.
3 comentários - Me garché una famosa
Igualmente si pusiera el nombre... Como lo corroborás?