Excitando meu irmão de novo

Umas três verões atrás, meu irmão e eu ficamos sozinhos em casa por uma semana, quando nossos pais foram para Nova York. Ele tinha vinte e dois anos e eu tinha acabado de fazer dezessete. Era verão. Eu adorava andar de biquíni na frente dele porque via como ele me devorava com os olhos. Meus biquínis eram escolhidos pra mostrar o máximo de carne possível, insinuando, quase mostrando. Eu já não era mais uma menina, e meu corpo começou a despertar desejos nele. No começo, eu achava graça vê-lo bobão me olhando, mas depois aquele olhar lascivo percorrendo minhas curvas começou a me excitar. Eu sempre fui a que admirava sexualmente meu irmão, e ele me desprezava. Mas agora era o contrário, embora não completamente, já que eu não conseguia desprezar aquele corpaço.

Já tive várias aventuras sexuais com meu irmão. Quase todas exibicionistas, e algumas mais quentes. Um dia, cheguei da praia, entrei no meu quarto pra me trocar, e ele estava lá ouvindo música no meu aparelho de CD. O dele estava quebrado. Eu já vinha duchada da praia, então não precisava tomar banho em casa. Ao vê-lo sentado na cama do meu quarto, peguei a roupa que costumava usar em casa pra me trocar, com a intenção de me trocar no banheiro sem que ele me visse. Mas ele era meu irmão, que mal tinha ele me ver pelada? Além disso, muitos homens me viam quase todo dia semi-nua nas praias e não acontecia nada. Com toda a naturalidade, me aproximei dele e desabotoei o biquíni. Meus peitos ficaram soltos e expostos diante do olhar atento dele. Ele ficou vermelho que nem um tomate. Meus mamilos estavam duros, apontando pra ele. E meus peitos estavam super morenos depois de um mês inteiro de exibicionismo na praia. Me virei com sensualidade e abaixei a calcinha devagar, deixando à mostra uma fio-dental rosa minúscula. Ele perdeu a vergonha e disse: — Como esse fio-dental fica bem em você! Que morena tá sua bunda!

E era verdade: um fio-dental, se você não tem uma bunda dura e impressionante, não fica bom. Ele aproximou a mão enquanto eu estava de costas, de fio dental, sem sutiã, e apertou minha bunda com toda a cara de pau. — Ei!, o que cê tá fazendo?!, olha mas não toca. Da próxima vez eu corto fora. — A pica? — Sim, isso também. — respondi puta da vida.
Vesti um shorts de ficar em casa e fui pra cozinha pegar um refri. Ele ficou lá, pasmo com o que tinha visto. Dava pra notar. Na real, pensando bem, não dava pra culpá-lo por ter apalpado minha bunda, eu tinha feito um striptease do nada. Era normal. Com certeza ele tinha adorado.

No dia seguinte, eu tinha que limpar a casa porque minha mãe não estava e alguém precisava fazer isso. Ele tava lá, então vesti um shorts, o mais curto que eu tinha, e uma regata que ficava um pouco larga, sem sutiã. Enquanto ele via TV, comecei a limpar a mesa da sala, me abaixando o suficiente pra ele se deliciar com meus bicos. Quando eu levantava o olhar, pegava ele de boca aberta, vidrado nas minhas tetas durinhas, e eu fazia que não tava vendo. Outra manobra de exibicionismo disfarçado que eu adorava era sair do banho recém-lavada, com o roupão aberto pra ele ver o esplendor do meu corpo. Isso fez com que, toda vez que eu tomava banho e não tinha mais ninguém em casa, ele sempre deixasse a porta do quarto dele aberta pra me ver passar. Uma vez ele me parou pra perguntar uma merda qualquer, e eu fiquei conversando com ele, com o roupão semiaberto, deixando ele ver minha buceta depilada e minhas tetas morenas, sem dar importância. Ele, sim, dava importância. A voz dele ficava trêmula, e eu adorava aquilo.

Continua...

1 comentários - Excitando meu irmão de novo

uf que buena historia , la hermana putita calentando al hermano mas grande