O fato que marcou minha vida aconteceu há dois meses. Hoje tenho 22 anos e, graças à natureza, tenho um corpo espetacular que sempre arranca elogios dos homens na rua. Sou morena, de pele branca, olhos cor de mel, tenho uns peitos deliciosos de bom tamanho (tamanho 90), bem redondos e empinados, pernas bem torneadas, uma bunda excepcional que chama bastante atenção pela redondeza e firmeza, além de um rosto muito atraente e uma boca gostosa. Sempre gosto de estar bem vestida, com saias curtas e um bom decote.
Vou começar dizendo que me casei muito apaixonada pelo João. A gente namorou por 4 anos e nos sentíamos prontos pra viver juntos, já que transávamos desde 2 anos antes de casar e era sensacional. Ele me fazia sentir a mulher mais feliz e desejada do mundo. Antes de casarmos, o João foi transferido pra uma cidade diferente de onde a gente morou a vida toda e, como ele queria me levar junto, decidimos casar. Dois dias depois do casamento, por causa da quantidade enorme de trabalho que ele teria, a gente viajou.
Chegamos numa casa espaçosa cercada por grandes jardins que não deixavam ver o interior da casa, apesar das janelões grandes, e isso me dava uma sensação de privacidade e me permitia fazer algumas coisas que em outras condições eu nunca faria. Por causa do trabalho do meu marido, eu ficava a maior parte do tempo sozinha em casa, vendo TV e cuidando dos afazeres domésticos. Poucos dias depois da nossa chegada, os vizinhos começaram a nos visitar e dar boas-vindas, mas quase sempre eu os atendia sozinha porque meu marido chegava muito tarde à noite. Quase todos eram casados e vinham me ver em casais, então os olhares dos homens pro meu corpo eram bem disfarçados, embora eu não pudesse deixar de ver um pouco de desejo na cara de alguns deles. Mas eu já estava acostumada com isso e, pra mim, era normal por causa do meu corpo. Meu jeito de me vestir. Uma manhã, um dos meus vizinhos, solteiro e de férias, bateu na minha porta e pediu pra dar uma olhada na conexão da TV, porque a dele tava com problema e ele achava que podia ter um curto. Deixei ele entrar e fui super educada com ele. A gente ficou conversando um tempão enquanto ele mexia nos cabos, e eu decidi cozinhar algo pra gente comer. Pensei que, como ele era solteiro, não devia ter nada preparado e que ia achar uma gentileza da minha parte. Ele tinha uns 35 anos, quase da minha altura, mas muito magro. Não era feio, mas também não me parecia atraente, embora eu tenha simpatizado com ele... Tava eu na cozinha quando ele passou e pediu pra usar o banheiro. Tem uma janela que vai da cozinha pro banheiro, mas é muito alta, então fica sempre aberta. De repente, ouvi um jato muito forte vindo do banheiro e fiquei pensando que tipo de mangueira podia fazer aquele barulho. Nunca fui obcecada por tamanho de pau, já que só conhecia o do meu marido, mas minha reação — que até hoje não entendo — foi subir na mesa da cozinha e espiar pra satisfazer minha curiosidade. O que vi me deixou chocada. Fiquei surpresa ao ver a piroca que o Sérgio tinha. Mesmo mole e dormindo, parecia maior e mais grossa que a do meu marido quando tá duro. Dava pra ver umas veias grandes, e era quase da mesma cor do resto da pele dele. Achei um pau lindo e fiquei admirando até ele terminar de mijar e subir as calças. Rapidinho desci da mesa e tentei continuar o que tava fazendo. Me senti como uma menina safada que acabou de fazer uma travessura, e fiquei meio excitada com aquilo. Mas não conseguia tirar aquela visão da cabeça. Ele terminou a revisão e, quando foi se despedir, falei pra ele esperar o almoço, e ele aceitou. Servi um uísque que meu marido sempre tem, e ele sentou pra ver TV enquanto esperava. A gente comeu e eu... Fui me acalmando, a gente continuou conversando e parecia que se conhecíamos há anos. De repente, ele me disse que eu era uma mulher muito gostosa, que adorava meu jeito de ser e que sentia uma inveja enorme do meu marido. Esse comentário me surpreendeu e me agradou ao mesmo tempo. A gente conversou por mais meia hora e ele não perdia oportunidade de me elogiar e me fazer sentir bem. De repente, ele me pediu para deixar ele me beijar, e eu me ofendi e lembrei ele de que era uma mulher casada. Ele disse que já sabia e que me perdoasse, mas não tinha conseguido se segurar de vontade de me beijar e que eu não o culpassem por tentar. A resposta dele me pareceu sincera e muito engraçada, então eu ri e esqueci o assunto. Ele disse que se sentia muito sozinho e carente de carinho, então me pediu para, por favor, deixar ele me beijar na bochecha. Não vi nada de errado nisso e pensei: se todos os meus amigos me cumprimentam com beijo, por que vou negar algo tão normal e com alguém de quem eu gostava? Aceitei. Ele segurou delicadamente minhas bochechas, aproximou elas do rosto dele e me deu um beijo suave que me arrepiou o corpo todo. Eu não sabia por que um beijo inocente podia me fazer sentir assim. Depois, ele me deu outro beijo na outra bochecha e, em seguida, colocou os lábios dele na minha boca. Num instante, pensei em bater nele e expulsá-lo da minha casa por abusado, mas algo em mim disse que eu não corria nenhum risco com ele e me deixei beijar. Eu me sentia meio excitada e as lembranças do que tinha visto pela janela do banheiro começaram a voltar. Inconscientemente, abri minha boca e comecei a retribuir os beijos deliciosos dele. A língua dele começava a fazer pequenas invasões dentro da minha boca e eu tentava pará-la com a minha, nos enrolando no beijo mais apaixonado e gostoso que já recebi na vida. Começaram a sair de dentro do meu corpo pequenos suspiros, e foram eles que, aparentemente, o incentivaram a dar um passo adiante. Senti uma das mãos dele no meu peito voluptuoso, no início com umas carícias meio tímidas. mas imediatamente me fizeram arrepiar os bicos dos peitos, que já estavam bem marcados dentro da minha blusa, ficaram duros como pedra e tentavam escapar do sutiã. Ele começou a acariciar meu peito com mais firmeza e eu estava ficando muito excitada, sentia meu rosto esquentar e minha buceta começava a lubrificar. De repente, reagi e pensei que o que estava fazendo era errado, mas imediatamente uma voz na minha cabeça disse que por um beijo não aconteceria nada, então me entreguei aos beijos e carícias dele e me dediquei a aproveitar o imenso prazer que sentia. Ele pareceu notar como eu gosto que acariciem meus seios e disse: "Que peitos lindos você tem, são os maiores e mais firmes que já peguei". De repente, suas mãos habilmente levantaram minha blusa até debaixo das minhas axilas e tiraram meus peitos da prisão, soltou o fecho e jogou o sutiã no sofá da sala onde estávamos sentados. Parecia que ele tinha certeza de que eu não reclamaria, pois em seguida levou um dos meus seios à boca e começou a chupá-lo de uma forma deliciosa, se agarrou ao meu bico como um bebê recém-nascido e de vez em quando dava pequenas mordidinhas acompanhadas de leves puxões com os dentes. Era maravilhoso, minha cabeça rodava e eu sentia minha buceta cada vez mais molhada. Ele colocou uma mão no meu outro seio e o massageava enquanto beijava e mordia o outro, alternava a boca entre meus peitos e o prazer que começava a sentir era imenso. Sergio começou a passar as mãos pela minha barriga e cintura, e sentir o calor dele percorrendo meu corpo acelerou meu coração e minha excitação foi crescendo. Ele desceu as mãos até minhas nádegas e começou a acariciá-las por cima do tecido da minha saia enquanto chupava e mordia meus bicos, desceu a mão até minhas pernas e começou a acariciá-las e a subir lentamente, até encontrar a borda da minha minissaia, a poucos centímetros da minha quente caverninha, pegou minha Peguei a saia pelas bordas e puxei pra cima, sem pensar levantei minha bunda do sofá pra deixar ele enrolar a minissaia na minha cintura. Nessa altura, meu tesão já tava no talo e eu só pensava em como aquela cock que eu tinha visto dormindo pela janela do banheiro ia crescer, queria tocar nela e então estendi minha mão até a calça dele e comecei a procurar o tesouro escondido ali. Assim que encontrei, massageei suavemente por cima do tecido e senti que ele já tava meio duro e meio mole, as dimensões do aparelho dele me excitaram ainda mais. Desabotoei a calça dele e tentei puxar pra baixo, ele me ajudou e baixou de uma vez a calça e a cueca até os joelhos, me dando acesso direto àquela vara deliciosa, que peguei com mão firme e fui acariciando de cima pra baixo até sentir que ficou dura como ferro e muito quente. Pela grossura, minha mão não conseguia envolver tudo. De novo, fui assaltada por culpas sobre minha conduta, estar quase nua com um cara que era praticamente um estranho (que tinha uma cock mais que o dobro do tamanho da do meu marido) fazendo uma masturbação espetacular. Acho que ele adivinhou meus pensamentos, porque naquele momento soltou meu mamilo e disse que, por uma vez que eu fosse infiel ao meu marido, não ia acontecer nada com meu casamento e que, ao contrário, poderia até melhorar. Tentei me convencer de que ele tinha razão e que o que ia rolar entre a gente seria só uma sessão de sexo sem consequências (Como eu estava errada!!). Esqueci meus pensamentos e me entreguei aos meus sentidos, só imaginava como aquele animal que eu tinha nas mãos ia se sentir dentro da minha pussy e, ao mesmo tempo, me assustava, porque o pinto do meu marido só media 13 centímetros duro e esse passava fácil de 24 centímetros, sem contar que era tremendamente grosso. Não consegui me segurar e deixei ele tirar minha calcinha e começar a tocar na minha pussy, que eu sempre mantenho bem depilada. Arrumadinha, depilada e com uma risquinha fina de pelos sobre ela, comecei a explorar com o dedo do meio e encontrei a entrada da minha bucetinha e enfiei o dedo, senti aquele dedo invadindo o lugar sagrado que só tinha sido profanado pelo meu marido e gostei de como ele se mexia dentro de mim, de dentro pra fora e de novo pra dentro. Sergio comentava: "Que buceta mais molhada e quente você tem, vizinha, não aguento de vontade de beijá-la." Ele desceu do sofá, acomodou minhas pernas, cada uma de um lado da cabeça dele, e enfiou o rosto entre minhas pernas, beijando-as enquanto subia até minha vulva encharcada. Quando senti a língua dele nos meus lábios maiores, um arrepio percorreu meu corpo inteiro e eu apertei as pernas. Ele as abriu com ternura e começou a me chupar de um jeito delicioso, ao mesmo tempo que enfiava o dedo dentro de mim. A língua e os dentes dele tomaram conta do meu clitóris e começaram a massageá-lo do mesmo jeito que tinham feito com meus mamilos. Não demorou pra começarem os gemidos e os gritinhos abafados de prazer que meu vizinho estava me dando. Veio meu primeiro orgasmo da tarde, acompanhado de uma quantidade enorme de sucos que saíam da minha buceta e que Sergio bebia bem diligentemente. Ele dizia: "Que gostoso, princesa, seu néctar tem um sabor delicioso." Continuou me comendo a buceta até eu gozar mais duas vezes, e foi quando ele disse: "Agora é minha vez!" Ele se levantou do chão, pegou o pauzão dele com a mão e tentou enfiar na minha boca. Afastei o membro dele da minha boca com uma mão e falei que não ia chupar porque nunca tinha feito aquilo, já que meu marido nunca tinha pedido e eu tinha nojo. Ele disse: "Experimenta e vai ver como é gostoso, te prometo que você vai gostar do sabor", e coisas assim até que, sem pensar, peguei e levei até minha boca, que abri o máximo pra tentar enfiar tudo, mas era grande demais pra mim. O sabor era agradável e era gostoso sentir aquele pedaço de carne entre meus lábios, como não. entrei toda decidida a chupar o pedaço de pica que conseguia entrar na minha boca e, ao mesmo tempo, com minhas duas mãos, masturbar o resto que não conseguia meter na minha boquinha. Era sensacional, nunca imaginei que chupar uma rola fosse tão gostoso. Meus movimentos eram rítmicos e eu tentava apertar meus lábios o máximo que podia para dar mais prazer pra ele. Ele tinha as mãos colocadas na minha cabeça e tentava coordenar o boquete. Fiquei chupando ele por uns 10 minutos, quando ele tirou e disse pra eu parar, que ia gozar... mas que antes queria meter em mim e saber como era sentir a pica enorme dele dentro de um corpo gostoso como o meu.
Ele se ajoelhou no chão e levantou minhas pernas de novo. Eu me arrastei um pouco pra borda do sofá pra facilitar, porque já tava louca de vontade de ter aquele pau fervendo dentro de mim. Ele pegou a cabecinha e aproximou da entrada da minha buceta e começou a esfregar de cima pra baixo. Levantei a cabeça pra olhar e vi como a glande dele, brilhando com meus sucos, passava por toda a beirada da minha buceta. De repente, ele parou o movimento e, apontando a vara enorme, tentou me penetrar. Empurrou com força e meteu a ponta, enquanto eu soltava um grito de dor, porque sentia que ele tava abrindo minha buceta até o limite. O calor do pau dele queimava por dentro, e eu falei que tava doendo muito, pra ele tirar, que não tava acostumada com aquele tamanho. Compreensivo, ele tirou de mim e disse que entendia. Então sugeriu que eu montasse na pica dele e fosse metendo no meu ritmo. Aceitei e nos ajeitamos: eu por cima dele, de frente. Peguei o pau dele com as mãos e levei de novo até minha buceta.
Comecei a sentar devagar e a sentir como aquela tranca imensa começava a abrir caminho pela minha buceta lentamente. Sentia dor, mas me afastava e depois sentava de novo, e cada vez entrava um pouco mais. A tranca dele estava muito gostosa e usa a palavra: buceta muito molhada, então aos poucos foi cedendo e se dilatando, eu estava com menos da metade da carne dele enfiada dentro de mim quando ele disse: "você está muito apertada, parece virgem", o comentário dele me excitou ainda mais, eu realmente me sentia virgem diante daquele grande pau que estava me partindo ao meio, ele me pegou pela cintura e disse enfia tudo, quero sentir o calor das tuas entranhas e me puxou para baixo sem muita força, fazendo o pau dele entrar mais de cinco centímetros, eu soltei um grito forte de dor e tentei sair daquela bestial empalada que meu vizinho magricela estava me dando, a dor foi passando e os comentários dele sobre como eu era gostosa e como minha buceta esfregava bem na vara dele me deixaram no limite e de um sentão forte enfiei a tranca dele até o fundo soltando ao mesmo tempo um grito ainda mais forte, senti mais dor do que nunca, foi mais do que quando meu marido me desvirginou e eu sentia o quente caroço dele batendo no meu útero. Já estava totalmente atravessada por ele e comecei a subir e descer lentamente até a dor ir passando, me recostei nele e comecei a mexer meus quadris com mais energia, sentia minha buceta totalmente cheia e esticada até o limite, nunca pensei que fosse tão doloroso mas ao mesmo tempo tão gostoso, o pau dele acariciava cada milímetro da minha caverna molhada e me fazia sentir uma mulher completa, comecei a gemir Ahhhhh, Ahhhhh, Ohhhh, Sim, Sim, o que pareceu deixá-lo ainda mais excitado e ele começou a me empurrar com força por baixo, a cada estocada dele eu sentia como se o pau dele quisesse sair pela minha garganta e ao sentir ele esmagando meu útero começaram a chegar os orgasmos, cada estocada bestial me provocava um forte Ahhhh, grito que vinha acompanhado das rítmicas contrações involuntárias que um orgasmo produz, meus fluidos eram tantos que escorriam pelo pau dele, se juntavam nas bolas dele e caíam no tecido do sofá, suas estocadas ficavam cada vez mais rápidas e eu continuava aproveitando os inúmeros orgasmos que ele me proporcionava, o ritmo dele era frenético. De repente, ele fechou os olhos, me puxou com mais força para perto dele, me deixando totalmente empalada, e começou a gozar. Eu podia sentir as contrações do pau dele dentro de mim e depois jorros imensos de porra que enchiam minha buceta e batiam com força direto no meu útero. Naquele instante, tive o orgasmo mais intenso e prolongado, que durou todo o tempo que ele ficou esvaziando o leite dele no fundo das minhas entranhas. Quando todas as sensações desse orgasmo cessaram, me senti fraca e achei que ia desmaiar. Apoiei meu rosto no ombro dele e tentei descansar. Começaram a me assaltar de novo sentimentos de culpa e, ao mesmo tempo, a preocupação de que ele tivesse me engravidado. Tentei descer de cima dele, mas o pau dele continuava duro como uma rocha. Ele me segurou pela cintura e disse: "Você não vai pensar em descer já, vai? Porque ainda tenho muita porra quentinha para te dar nessa sua bucetinha gostosa." Eu disse que adoraria levar mais pau, mas que sentia minha buceta destruída e não tinha certeza se aguentaria outra transa como a que ele já tinha me dado. Apesar das minhas ressalvas, comecei a me mover de novo para cima e para baixo, iniciando mais um frenético entra e sai que fazia minha buceta estalar. Chape, chape, chape. Levei minha mão até os ovos dele, por trás das minhas costas, e comecei a acariciá-los para ele gozar rápido e me deixar descansar minha buceta dolorida. Ele gemia de prazer e dizia: "Que gostoso, mexe mais, minha rainha, mais forte, isso, assim, que bucetinha deliciosa, como me excita sua buceta, que delícia..." Fiquei excitada de novo, parei de passar a mão nas bolas dele e levei minha mão para trás do pescoço dele. Quando vi, ela estava vermelha, ensanguentada, e pensei que tinha machucado minha buceta ou que meus órgãos reprodutores estavam em perigo, mas pensei melhor. e logo entendi que o sangue era do meu hímen que tava intacto na maior parte, pensei que finalmente tava sendo bem desvirgada e me excitava ainda mais saber que um estranho tava tomando o que uma mulher tem de mais sagrado e que meu marido não tinha conseguido romper. Os movimentos do meu quadril aceleraram junto com os comentários sujos do meu vizinho, que me dizia: "curte essa cock, sente ela, mastiga mais, sua recém-casada, dá outro orgasmo pro teu vizinho com essa sua pussy apertada, continua assim, assim, assim, sim... que bem que tu monta, mete forte..." eu já tava sentindo os orgasmos correrem pela minha pele de novo, de repente ele me levanta do jeito que eu tava enfiada até a garganta e me joga no sofá que também tinha restos do meu sangue, me coloca de quatro e começa a furar minha pussy com muita força, quase com fúria, enquanto meus gemidos já eram de novo os gritos de prazer de uma mulher no cio, a cada estocada minhas tetas balançavam pra trás e pra frente, ele me comeu nessa posição por quase uma hora!!!!! Como é que esse desgraçado aguentava?! Perdi a conta dos orgasmos que ele me fez ter e senti o semen dele nas minhas entranhas de novo, ele desceu todo suado, eu pensei que ele tava exausto e que ia me deixar em paz, mas me enganei, depois de um descanso de quase 15 minutos o pau dele ficou duro de novo e minha buceta se contraía sozinha só de pensar que eu ia ser penetrada de novo por aquele pedaço delicioso de carne. Ele me colocou na posição de missionário e me montou a tarde inteira, de vez em quando me fazia inclinar pra um dos lados e me penetrava por trás segurando uma das minhas pernas com a mão, já eram quase 9 da noite e pelas minhas contas a gente tava transando desde umas três da tarde, finalmente ele gozou pela última vez dentro de mim, se vestiu e foi embora, mas não sem antes me dar um beijo ardente na boca. Como ainda faltava um tempinho pro meu marido chegar, limpei o sofá e Fui tomar banho pra ele não me encontrar daquele jeito, já que o sêmen do meu vizinho estava escorrendo da minha buraquinha (buraco depois de ter aquele pau lá dentro) até meus tornozelos. Debaixo do chuveiro, como a excitação já tinha passado, começou a doer muito minha pussy, eu sabia que estava toda arrebentada e muito judiada pela sessão maratona de sexo que o meu vizinho tinha me dado. A estaca enorme dele tinha deixado minha pussy bem dilatada, e eu via os lábios bem vermelhos e inchados. Saí do banho e tive que colocar compressas de água fria e saquinhos de gelo pra aliviar a dor. Quando meu marido chegou, fingi que estava dormindo e ele se deitou sem desconfiar de nada. Tive que esperar quase uma semana pra conseguir andar normal de novo e sentir que minha buceta estava recuperada. Durante esse tempo, meu marido nem me tocou, o que agradeci, porque se ele enfiasse a pichota dele na minha pussy dilatada, poderia desconfiar de algo. Depois desse tempo, como as lembranças daquela tarde vinham na minha mente cada vez mais frequentes e mais fortes, decidi ligar pro meu vizinho pra ele me dar todo aquele prazer de novo com a ferramenta poderosa dele. E desde aquele dia, meu marido demora mais pra ir trabalhar do que eu pra estar debaixo do meu vizinho, me sacudindo com cada estocada dele e gritando igual uma louca de prazer.
Vou começar dizendo que me casei muito apaixonada pelo João. A gente namorou por 4 anos e nos sentíamos prontos pra viver juntos, já que transávamos desde 2 anos antes de casar e era sensacional. Ele me fazia sentir a mulher mais feliz e desejada do mundo. Antes de casarmos, o João foi transferido pra uma cidade diferente de onde a gente morou a vida toda e, como ele queria me levar junto, decidimos casar. Dois dias depois do casamento, por causa da quantidade enorme de trabalho que ele teria, a gente viajou.
Chegamos numa casa espaçosa cercada por grandes jardins que não deixavam ver o interior da casa, apesar das janelões grandes, e isso me dava uma sensação de privacidade e me permitia fazer algumas coisas que em outras condições eu nunca faria. Por causa do trabalho do meu marido, eu ficava a maior parte do tempo sozinha em casa, vendo TV e cuidando dos afazeres domésticos. Poucos dias depois da nossa chegada, os vizinhos começaram a nos visitar e dar boas-vindas, mas quase sempre eu os atendia sozinha porque meu marido chegava muito tarde à noite. Quase todos eram casados e vinham me ver em casais, então os olhares dos homens pro meu corpo eram bem disfarçados, embora eu não pudesse deixar de ver um pouco de desejo na cara de alguns deles. Mas eu já estava acostumada com isso e, pra mim, era normal por causa do meu corpo. Meu jeito de me vestir. Uma manhã, um dos meus vizinhos, solteiro e de férias, bateu na minha porta e pediu pra dar uma olhada na conexão da TV, porque a dele tava com problema e ele achava que podia ter um curto. Deixei ele entrar e fui super educada com ele. A gente ficou conversando um tempão enquanto ele mexia nos cabos, e eu decidi cozinhar algo pra gente comer. Pensei que, como ele era solteiro, não devia ter nada preparado e que ia achar uma gentileza da minha parte. Ele tinha uns 35 anos, quase da minha altura, mas muito magro. Não era feio, mas também não me parecia atraente, embora eu tenha simpatizado com ele... Tava eu na cozinha quando ele passou e pediu pra usar o banheiro. Tem uma janela que vai da cozinha pro banheiro, mas é muito alta, então fica sempre aberta. De repente, ouvi um jato muito forte vindo do banheiro e fiquei pensando que tipo de mangueira podia fazer aquele barulho. Nunca fui obcecada por tamanho de pau, já que só conhecia o do meu marido, mas minha reação — que até hoje não entendo — foi subir na mesa da cozinha e espiar pra satisfazer minha curiosidade. O que vi me deixou chocada. Fiquei surpresa ao ver a piroca que o Sérgio tinha. Mesmo mole e dormindo, parecia maior e mais grossa que a do meu marido quando tá duro. Dava pra ver umas veias grandes, e era quase da mesma cor do resto da pele dele. Achei um pau lindo e fiquei admirando até ele terminar de mijar e subir as calças. Rapidinho desci da mesa e tentei continuar o que tava fazendo. Me senti como uma menina safada que acabou de fazer uma travessura, e fiquei meio excitada com aquilo. Mas não conseguia tirar aquela visão da cabeça. Ele terminou a revisão e, quando foi se despedir, falei pra ele esperar o almoço, e ele aceitou. Servi um uísque que meu marido sempre tem, e ele sentou pra ver TV enquanto esperava. A gente comeu e eu... Fui me acalmando, a gente continuou conversando e parecia que se conhecíamos há anos. De repente, ele me disse que eu era uma mulher muito gostosa, que adorava meu jeito de ser e que sentia uma inveja enorme do meu marido. Esse comentário me surpreendeu e me agradou ao mesmo tempo. A gente conversou por mais meia hora e ele não perdia oportunidade de me elogiar e me fazer sentir bem. De repente, ele me pediu para deixar ele me beijar, e eu me ofendi e lembrei ele de que era uma mulher casada. Ele disse que já sabia e que me perdoasse, mas não tinha conseguido se segurar de vontade de me beijar e que eu não o culpassem por tentar. A resposta dele me pareceu sincera e muito engraçada, então eu ri e esqueci o assunto. Ele disse que se sentia muito sozinho e carente de carinho, então me pediu para, por favor, deixar ele me beijar na bochecha. Não vi nada de errado nisso e pensei: se todos os meus amigos me cumprimentam com beijo, por que vou negar algo tão normal e com alguém de quem eu gostava? Aceitei. Ele segurou delicadamente minhas bochechas, aproximou elas do rosto dele e me deu um beijo suave que me arrepiou o corpo todo. Eu não sabia por que um beijo inocente podia me fazer sentir assim. Depois, ele me deu outro beijo na outra bochecha e, em seguida, colocou os lábios dele na minha boca. Num instante, pensei em bater nele e expulsá-lo da minha casa por abusado, mas algo em mim disse que eu não corria nenhum risco com ele e me deixei beijar. Eu me sentia meio excitada e as lembranças do que tinha visto pela janela do banheiro começaram a voltar. Inconscientemente, abri minha boca e comecei a retribuir os beijos deliciosos dele. A língua dele começava a fazer pequenas invasões dentro da minha boca e eu tentava pará-la com a minha, nos enrolando no beijo mais apaixonado e gostoso que já recebi na vida. Começaram a sair de dentro do meu corpo pequenos suspiros, e foram eles que, aparentemente, o incentivaram a dar um passo adiante. Senti uma das mãos dele no meu peito voluptuoso, no início com umas carícias meio tímidas. mas imediatamente me fizeram arrepiar os bicos dos peitos, que já estavam bem marcados dentro da minha blusa, ficaram duros como pedra e tentavam escapar do sutiã. Ele começou a acariciar meu peito com mais firmeza e eu estava ficando muito excitada, sentia meu rosto esquentar e minha buceta começava a lubrificar. De repente, reagi e pensei que o que estava fazendo era errado, mas imediatamente uma voz na minha cabeça disse que por um beijo não aconteceria nada, então me entreguei aos beijos e carícias dele e me dediquei a aproveitar o imenso prazer que sentia. Ele pareceu notar como eu gosto que acariciem meus seios e disse: "Que peitos lindos você tem, são os maiores e mais firmes que já peguei". De repente, suas mãos habilmente levantaram minha blusa até debaixo das minhas axilas e tiraram meus peitos da prisão, soltou o fecho e jogou o sutiã no sofá da sala onde estávamos sentados. Parecia que ele tinha certeza de que eu não reclamaria, pois em seguida levou um dos meus seios à boca e começou a chupá-lo de uma forma deliciosa, se agarrou ao meu bico como um bebê recém-nascido e de vez em quando dava pequenas mordidinhas acompanhadas de leves puxões com os dentes. Era maravilhoso, minha cabeça rodava e eu sentia minha buceta cada vez mais molhada. Ele colocou uma mão no meu outro seio e o massageava enquanto beijava e mordia o outro, alternava a boca entre meus peitos e o prazer que começava a sentir era imenso. Sergio começou a passar as mãos pela minha barriga e cintura, e sentir o calor dele percorrendo meu corpo acelerou meu coração e minha excitação foi crescendo. Ele desceu as mãos até minhas nádegas e começou a acariciá-las por cima do tecido da minha saia enquanto chupava e mordia meus bicos, desceu a mão até minhas pernas e começou a acariciá-las e a subir lentamente, até encontrar a borda da minha minissaia, a poucos centímetros da minha quente caverninha, pegou minha Peguei a saia pelas bordas e puxei pra cima, sem pensar levantei minha bunda do sofá pra deixar ele enrolar a minissaia na minha cintura. Nessa altura, meu tesão já tava no talo e eu só pensava em como aquela cock que eu tinha visto dormindo pela janela do banheiro ia crescer, queria tocar nela e então estendi minha mão até a calça dele e comecei a procurar o tesouro escondido ali. Assim que encontrei, massageei suavemente por cima do tecido e senti que ele já tava meio duro e meio mole, as dimensões do aparelho dele me excitaram ainda mais. Desabotoei a calça dele e tentei puxar pra baixo, ele me ajudou e baixou de uma vez a calça e a cueca até os joelhos, me dando acesso direto àquela vara deliciosa, que peguei com mão firme e fui acariciando de cima pra baixo até sentir que ficou dura como ferro e muito quente. Pela grossura, minha mão não conseguia envolver tudo. De novo, fui assaltada por culpas sobre minha conduta, estar quase nua com um cara que era praticamente um estranho (que tinha uma cock mais que o dobro do tamanho da do meu marido) fazendo uma masturbação espetacular. Acho que ele adivinhou meus pensamentos, porque naquele momento soltou meu mamilo e disse que, por uma vez que eu fosse infiel ao meu marido, não ia acontecer nada com meu casamento e que, ao contrário, poderia até melhorar. Tentei me convencer de que ele tinha razão e que o que ia rolar entre a gente seria só uma sessão de sexo sem consequências (Como eu estava errada!!). Esqueci meus pensamentos e me entreguei aos meus sentidos, só imaginava como aquele animal que eu tinha nas mãos ia se sentir dentro da minha pussy e, ao mesmo tempo, me assustava, porque o pinto do meu marido só media 13 centímetros duro e esse passava fácil de 24 centímetros, sem contar que era tremendamente grosso. Não consegui me segurar e deixei ele tirar minha calcinha e começar a tocar na minha pussy, que eu sempre mantenho bem depilada. Arrumadinha, depilada e com uma risquinha fina de pelos sobre ela, comecei a explorar com o dedo do meio e encontrei a entrada da minha bucetinha e enfiei o dedo, senti aquele dedo invadindo o lugar sagrado que só tinha sido profanado pelo meu marido e gostei de como ele se mexia dentro de mim, de dentro pra fora e de novo pra dentro. Sergio comentava: "Que buceta mais molhada e quente você tem, vizinha, não aguento de vontade de beijá-la." Ele desceu do sofá, acomodou minhas pernas, cada uma de um lado da cabeça dele, e enfiou o rosto entre minhas pernas, beijando-as enquanto subia até minha vulva encharcada. Quando senti a língua dele nos meus lábios maiores, um arrepio percorreu meu corpo inteiro e eu apertei as pernas. Ele as abriu com ternura e começou a me chupar de um jeito delicioso, ao mesmo tempo que enfiava o dedo dentro de mim. A língua e os dentes dele tomaram conta do meu clitóris e começaram a massageá-lo do mesmo jeito que tinham feito com meus mamilos. Não demorou pra começarem os gemidos e os gritinhos abafados de prazer que meu vizinho estava me dando. Veio meu primeiro orgasmo da tarde, acompanhado de uma quantidade enorme de sucos que saíam da minha buceta e que Sergio bebia bem diligentemente. Ele dizia: "Que gostoso, princesa, seu néctar tem um sabor delicioso." Continuou me comendo a buceta até eu gozar mais duas vezes, e foi quando ele disse: "Agora é minha vez!" Ele se levantou do chão, pegou o pauzão dele com a mão e tentou enfiar na minha boca. Afastei o membro dele da minha boca com uma mão e falei que não ia chupar porque nunca tinha feito aquilo, já que meu marido nunca tinha pedido e eu tinha nojo. Ele disse: "Experimenta e vai ver como é gostoso, te prometo que você vai gostar do sabor", e coisas assim até que, sem pensar, peguei e levei até minha boca, que abri o máximo pra tentar enfiar tudo, mas era grande demais pra mim. O sabor era agradável e era gostoso sentir aquele pedaço de carne entre meus lábios, como não. entrei toda decidida a chupar o pedaço de pica que conseguia entrar na minha boca e, ao mesmo tempo, com minhas duas mãos, masturbar o resto que não conseguia meter na minha boquinha. Era sensacional, nunca imaginei que chupar uma rola fosse tão gostoso. Meus movimentos eram rítmicos e eu tentava apertar meus lábios o máximo que podia para dar mais prazer pra ele. Ele tinha as mãos colocadas na minha cabeça e tentava coordenar o boquete. Fiquei chupando ele por uns 10 minutos, quando ele tirou e disse pra eu parar, que ia gozar... mas que antes queria meter em mim e saber como era sentir a pica enorme dele dentro de um corpo gostoso como o meu.
Ele se ajoelhou no chão e levantou minhas pernas de novo. Eu me arrastei um pouco pra borda do sofá pra facilitar, porque já tava louca de vontade de ter aquele pau fervendo dentro de mim. Ele pegou a cabecinha e aproximou da entrada da minha buceta e começou a esfregar de cima pra baixo. Levantei a cabeça pra olhar e vi como a glande dele, brilhando com meus sucos, passava por toda a beirada da minha buceta. De repente, ele parou o movimento e, apontando a vara enorme, tentou me penetrar. Empurrou com força e meteu a ponta, enquanto eu soltava um grito de dor, porque sentia que ele tava abrindo minha buceta até o limite. O calor do pau dele queimava por dentro, e eu falei que tava doendo muito, pra ele tirar, que não tava acostumada com aquele tamanho. Compreensivo, ele tirou de mim e disse que entendia. Então sugeriu que eu montasse na pica dele e fosse metendo no meu ritmo. Aceitei e nos ajeitamos: eu por cima dele, de frente. Peguei o pau dele com as mãos e levei de novo até minha buceta.
Comecei a sentar devagar e a sentir como aquela tranca imensa começava a abrir caminho pela minha buceta lentamente. Sentia dor, mas me afastava e depois sentava de novo, e cada vez entrava um pouco mais. A tranca dele estava muito gostosa e usa a palavra: buceta muito molhada, então aos poucos foi cedendo e se dilatando, eu estava com menos da metade da carne dele enfiada dentro de mim quando ele disse: "você está muito apertada, parece virgem", o comentário dele me excitou ainda mais, eu realmente me sentia virgem diante daquele grande pau que estava me partindo ao meio, ele me pegou pela cintura e disse enfia tudo, quero sentir o calor das tuas entranhas e me puxou para baixo sem muita força, fazendo o pau dele entrar mais de cinco centímetros, eu soltei um grito forte de dor e tentei sair daquela bestial empalada que meu vizinho magricela estava me dando, a dor foi passando e os comentários dele sobre como eu era gostosa e como minha buceta esfregava bem na vara dele me deixaram no limite e de um sentão forte enfiei a tranca dele até o fundo soltando ao mesmo tempo um grito ainda mais forte, senti mais dor do que nunca, foi mais do que quando meu marido me desvirginou e eu sentia o quente caroço dele batendo no meu útero. Já estava totalmente atravessada por ele e comecei a subir e descer lentamente até a dor ir passando, me recostei nele e comecei a mexer meus quadris com mais energia, sentia minha buceta totalmente cheia e esticada até o limite, nunca pensei que fosse tão doloroso mas ao mesmo tempo tão gostoso, o pau dele acariciava cada milímetro da minha caverna molhada e me fazia sentir uma mulher completa, comecei a gemir Ahhhhh, Ahhhhh, Ohhhh, Sim, Sim, o que pareceu deixá-lo ainda mais excitado e ele começou a me empurrar com força por baixo, a cada estocada dele eu sentia como se o pau dele quisesse sair pela minha garganta e ao sentir ele esmagando meu útero começaram a chegar os orgasmos, cada estocada bestial me provocava um forte Ahhhh, grito que vinha acompanhado das rítmicas contrações involuntárias que um orgasmo produz, meus fluidos eram tantos que escorriam pelo pau dele, se juntavam nas bolas dele e caíam no tecido do sofá, suas estocadas ficavam cada vez mais rápidas e eu continuava aproveitando os inúmeros orgasmos que ele me proporcionava, o ritmo dele era frenético. De repente, ele fechou os olhos, me puxou com mais força para perto dele, me deixando totalmente empalada, e começou a gozar. Eu podia sentir as contrações do pau dele dentro de mim e depois jorros imensos de porra que enchiam minha buceta e batiam com força direto no meu útero. Naquele instante, tive o orgasmo mais intenso e prolongado, que durou todo o tempo que ele ficou esvaziando o leite dele no fundo das minhas entranhas. Quando todas as sensações desse orgasmo cessaram, me senti fraca e achei que ia desmaiar. Apoiei meu rosto no ombro dele e tentei descansar. Começaram a me assaltar de novo sentimentos de culpa e, ao mesmo tempo, a preocupação de que ele tivesse me engravidado. Tentei descer de cima dele, mas o pau dele continuava duro como uma rocha. Ele me segurou pela cintura e disse: "Você não vai pensar em descer já, vai? Porque ainda tenho muita porra quentinha para te dar nessa sua bucetinha gostosa." Eu disse que adoraria levar mais pau, mas que sentia minha buceta destruída e não tinha certeza se aguentaria outra transa como a que ele já tinha me dado. Apesar das minhas ressalvas, comecei a me mover de novo para cima e para baixo, iniciando mais um frenético entra e sai que fazia minha buceta estalar. Chape, chape, chape. Levei minha mão até os ovos dele, por trás das minhas costas, e comecei a acariciá-los para ele gozar rápido e me deixar descansar minha buceta dolorida. Ele gemia de prazer e dizia: "Que gostoso, mexe mais, minha rainha, mais forte, isso, assim, que bucetinha deliciosa, como me excita sua buceta, que delícia..." Fiquei excitada de novo, parei de passar a mão nas bolas dele e levei minha mão para trás do pescoço dele. Quando vi, ela estava vermelha, ensanguentada, e pensei que tinha machucado minha buceta ou que meus órgãos reprodutores estavam em perigo, mas pensei melhor. e logo entendi que o sangue era do meu hímen que tava intacto na maior parte, pensei que finalmente tava sendo bem desvirgada e me excitava ainda mais saber que um estranho tava tomando o que uma mulher tem de mais sagrado e que meu marido não tinha conseguido romper. Os movimentos do meu quadril aceleraram junto com os comentários sujos do meu vizinho, que me dizia: "curte essa cock, sente ela, mastiga mais, sua recém-casada, dá outro orgasmo pro teu vizinho com essa sua pussy apertada, continua assim, assim, assim, sim... que bem que tu monta, mete forte..." eu já tava sentindo os orgasmos correrem pela minha pele de novo, de repente ele me levanta do jeito que eu tava enfiada até a garganta e me joga no sofá que também tinha restos do meu sangue, me coloca de quatro e começa a furar minha pussy com muita força, quase com fúria, enquanto meus gemidos já eram de novo os gritos de prazer de uma mulher no cio, a cada estocada minhas tetas balançavam pra trás e pra frente, ele me comeu nessa posição por quase uma hora!!!!! Como é que esse desgraçado aguentava?! Perdi a conta dos orgasmos que ele me fez ter e senti o semen dele nas minhas entranhas de novo, ele desceu todo suado, eu pensei que ele tava exausto e que ia me deixar em paz, mas me enganei, depois de um descanso de quase 15 minutos o pau dele ficou duro de novo e minha buceta se contraía sozinha só de pensar que eu ia ser penetrada de novo por aquele pedaço delicioso de carne. Ele me colocou na posição de missionário e me montou a tarde inteira, de vez em quando me fazia inclinar pra um dos lados e me penetrava por trás segurando uma das minhas pernas com a mão, já eram quase 9 da noite e pelas minhas contas a gente tava transando desde umas três da tarde, finalmente ele gozou pela última vez dentro de mim, se vestiu e foi embora, mas não sem antes me dar um beijo ardente na boca. Como ainda faltava um tempinho pro meu marido chegar, limpei o sofá e Fui tomar banho pra ele não me encontrar daquele jeito, já que o sêmen do meu vizinho estava escorrendo da minha buraquinha (buraco depois de ter aquele pau lá dentro) até meus tornozelos. Debaixo do chuveiro, como a excitação já tinha passado, começou a doer muito minha pussy, eu sabia que estava toda arrebentada e muito judiada pela sessão maratona de sexo que o meu vizinho tinha me dado. A estaca enorme dele tinha deixado minha pussy bem dilatada, e eu via os lábios bem vermelhos e inchados. Saí do banho e tive que colocar compressas de água fria e saquinhos de gelo pra aliviar a dor. Quando meu marido chegou, fingi que estava dormindo e ele se deitou sem desconfiar de nada. Tive que esperar quase uma semana pra conseguir andar normal de novo e sentir que minha buceta estava recuperada. Durante esse tempo, meu marido nem me tocou, o que agradeci, porque se ele enfiasse a pichota dele na minha pussy dilatada, poderia desconfiar de algo. Depois desse tempo, como as lembranças daquela tarde vinham na minha mente cada vez mais frequentes e mais fortes, decidi ligar pro meu vizinho pra ele me dar todo aquele prazer de novo com a ferramenta poderosa dele. E desde aquele dia, meu marido demora mais pra ir trabalhar do que eu pra estar debaixo do meu vizinho, me sacudindo com cada estocada dele e gritando igual uma louca de prazer.
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