Isso aconteceu há pouco tempo, pra ser mais exato nos dias de festa pela Copa do Mundo de Futebol, pra ser mais preciso na agitação da chegada dos jogadores. Eu sou corneador em relações cuckold, mas também, desde que me lembro, sempre fui amante… em tudo que essa palavra representa. Um amante não é só quem cumpre a função de uma satisfação sexual, se fosse por isso qualquer trepada com uma casada te faria amante e definitivamente não é assim. Um amante preenche vazios, sexuais, sentimentais e de companhia que aquele que, diante da autoridade, disse "para toda a vida" jamais cumpriu.
Tem uma coroa, do bairro de Recoleta, com quem tenho há anos uma relação bem quente de amantes. O marido é um homem seco, criado à moda antiga, que não só não satisfaz ela sexualmente como sempre negligenciou a famÃlia.
Ela se casou já tendo um filho, que até pouco tempo eu não tinha tido o prazer de conhecer e que o acaso faria de um dos festejos da Copa um gol duplo. O filho era um garoto basicamente andrógino, se você visse ele na rua, veria uma garota linda sem peitos. Assim como eu, dava pra ver que pertencia ao mundo gótico e, antes dos eventos que me levam a escrever esse relato, a gente tinha se cruzado num bar do submundo gótico chamado Réquiem Club. No dia que nos cruzamos, ele tava com os amigos, obviamente ninguém sabia do segredo dele, parecia uma garota de anime, toda produzida, bem gostosa… quando me viu, ficou pálido, mas não hesitei em dizer que o segredo dele tava seguro comigo, que o que rola no Réquiem fica no Réquiem.
Desse encontro passou um tempo, e um dia a mãe, que sabia que eu sempre me movi em ambientes inclusivos e, mais ainda, que tinha visto o filho e sabia do Réquiem, aproveitou o espaço pra que os amantes servem e desabafou o peso, não porque o filho fosse viado, mas pelo fato de que isso causava conflito com o marido… era tanto que o filho morava com o pai biológico porque se ela trouxesse ele pra morar com ela, o marido… Eu descartava ele e queria ele longe dos filhos que ambos tinham.
A essa altura, ela já tinha percebido que nos mesmos dias que ele ia, eu também entrava ou saÃa de visita — uma coincidência enorme, já que sempre visitava a mãe dela quando o marido não estava. Na minha cabeça, eu já dava como certo que a mãe dela tinha contado sobre nós, ou que ela já tinha resolvido essa parte.
Cada vez que eu cruzava com ela, definitivamente estava cada vez mais feminina, a bunda mais empinada, sempre de jeans de mulher, claro, embora usasse moletons largos e compridos pra disfarçar.
O tempo passou. Embora meu papel de amante seja fixo, não dá pra dizer que temos um relacionamento contÃnuo… A mãe e eu nos vemos de vez em quando e, apesar de conversarmos sempre, o encontro cara a cara rola quando dá vontade de transar e o marido está viajando.
Na época da Copa do Mundo, eu tava comendo uma vizinha (tem o relato, mas não sei se está na minha conta cancelada, Leonard_kta). Mas, com a Copa ganha, o marido teve que viajar a trabalho e chegou uma mensagem pra mim.Meu marido não tá, e com essa história da Copa o cara levou os moleques pra ver os jogadores e vai ficar com eles.
Não tá afim de a gente recuperar o tempo perdido?
Claro, sou igual bombeiro: onde tem fogo, eu tô, e fui pra lá na hora.
Como sempre, quando a gente se junta, é só putaria. Ela tava de lingerie, a gente tão seguro porque geral tava vidrado no jogo da Copa, que a gente foi tomar um drink na sacada e, ali, na vista dos outros apartamentos, ela me fez o primeiro boquete do dia.
Mal a gente entrou e já meteu no sofá. Ela é toda gostosa, quer sempre dentro, sabe que o mel do amante não é pra desperdiçar. E quando ela ficou de quatro, é impossÃvel não ir atrás do cuzinho dela, que eu inaugurei uns anos atrás.       Quer todo o amor? — ela disse.       Sabe que é meu e eu quero. Já falei, enfiando um dedo.       Me leva pra cama, essa buceta tá fechadinha e faz tempo que você não cuida dela. Ela disse.
Fomos pro quarto, primeiro fiz ela gozar com uma boa chupada, adoro squirt na minha boca, então ela tremia, gritava, esperneava, se contorcia, mas minha lÃngua, longe de ter piedade, fazia ela deixar manchas no lençol todo. Nessa bagunça de oral, meus dedos foram preparando aquela bunda pro que vinha, quando dois dedos conseguiam entrar, chegou a hora.
Ela toda em êxtase me daria meu prêmio, aquele que tanto amo, coloco um travesseiro debaixo dela e aquela bundona, porque se ela é mãe e mulher normal, não tem uma bunda, tem um cuzão grande e carnudo com a beleza dos anos. Ela se abaixou e sabe o quanto sou tarado, então deixei ela relaxar, adoro sentir ele fechadinho ao vencer o esfÃncter. O momento exato quando tudo estava em silêncio foi quebrado com uma mistura de gemido e grito, o esfÃncter já tinha preparado, mas meu pau é cabeçudo e entra apertado até o fim, que coisa linda aquele cuzão grande empinado se render à minha maldade.

Ela mordia o travesseiro, gozava e da buceta dela sentia escorrer os lÃquidos de outro gozo violento, com os olhos arregalados na direção da porta do quarto, mas ela mordendo o travesseiro e com a cabeça procurando me ver, para de olhar a entrada. Num momento, olhei e estava ela, me olhando vestida num conjuntinho gótico, minissaia, meia de arrastão, linda e longe de me inibir, e igual acontece comigo quando os maridos cornos me olham… meu pau ficou mais duro e a mamãe sentiu. Mais duro o pau, maior a cabeça, a mamãe gritava e ficava pervertida, agarrei ela pelo cabelo, assim ela não olhava pra ela na porta. Mais porra, mais tesão, e chegou a hora de encher ela de leite, soltei o cabelo dela, olhei pra frente e na beira da cama estava ela, impactada mas também em êxtase, eu disse       Você quer ela dentro,       Siiii, ela gritou.
Continuei metendo forte, tentando segurar o gozo, mas saiu um jato bem potente. Ela, parada na frente da mãe, enxuga umas lágrimas do rosto dela, e elas se abraçam… queria ter uma foto daquela cena: a mãe de quatro ainda com o pau enfiado no cu, espremendo porra, abraçada com a mãe dela.       Parece que é gostoso. Ela disse.
E quando eu abraçava ela, me olhava e procurava meu pau saindo entre as bundas dela.
Eu pensei que isso fosse o fim de tudo, pensei que depois disso minha mãe ia sair do transe e me expulsar… elas saÃram do quarto juntas e pra mim aquele tempo foi uma eternidade. Coloquei minha calça, já esperando um final abrupto.
Entraram minha mãe e ela, cada uma com uma bebida, sentaram na cama, "vamos compartilhar", disse minha mãe enquanto começamos a conversar, e ela se soltou. Naquele momento era uma menina e tinha à flor da pele todos os desejos juntos. Num instante, entre risadas e conversa descontraÃda, minha mãe não aguentou o tesão e a gente se beijou e, como num esquecimento, a mão dela foi direto pro meu volume. Quando olhou pro lado e viu ela, se assustou, soltou, e ela disse:       Posso tocar, nunca toquei numa e não sei como é a sensação. Disse elu.       Quer? — me disse mamãe com voz tÃmida e como pedindo permissão.
Ela, diante da minha resposta afirmativa, passava a mão por cima da calça. Mamãe, não sei se querendo ou pelo tesão do momento, acariciava meu peito e me beijava apaixonada. Ela, cada vez mais à vontade, me acariciava com amor e, ali, olhei pra mamãe e disse, já sabendo que podia despirocar ela.Ensina pra ela.Mamãe, com delicadeza, passou a mão, abaixou o zÃper e soltou meu pau, que, naquele tesão, tava apontando bem pro teto. Acho que desde a primeira vez que a gente se viu, ela não chupava com tanto amor. Nessa hora, ela me olhou com aquela carinha de sissy andrógina gostosa e a gente se beijou… Mamãe, nessa cena, levantou a perna, abriu o roupão e, enquanto chupava, começou a se tocar. Peguei mamãe pelo queixo, dei uma pausa no boquete dela e, enquanto ela vinha na minha direção, meio que instintivamente, minha mão empurrou ela. Mamãe me beijava, e ela começou a passar a lÃngua na pica. Primeiro sem meter na boca, e depois mamãe guiou e começou a me beijar.       Pega as duas, mas trata ela com carinho, é o primeiro pau dela.
Continuamos assim, nunca tinham chupado juntas, mas num momento a mãe tava fuçando algo na gaveta e eu guiei a cabeça dela pra baixo. De vez em quando o degenerado em mim aparecia e fazia ela mamar até o fundo, me dando engasgos de pau e saliva. A mãe trouxe as camisinhas que nunca usamos, mas aà olhei pra ela e falei.       Primeiro deixa eu ver se ela gosta,
Com o tempo, eu dominava cada vez mais a chupada, e quando perguntei se queria tomar, ela não respondeu, mas também não tirou a cabeça.
Chegou a hora, ela engasgou com o leite e eu vi o momento mais degenerado da noite e, por ali, um dos mais quentes da minha vida: a mãe beijando a boca dela, limpando o leite com a lÃngua.
Depois, assistimos a um filme juntos. Ela ainda estava vestida no melhor estilo colegial gótica, a mãe estava pelada, e eu dei outra chupada na buceta que levou ela a um orgasmo. Quando meu pau ficou duro de novo, a mãe e eu estávamos transando de novo, e ela nos olhava maravilhada. Quando a mãe ficou de quatro de novo, ela também ficou de quatro, dizendo "querooo".
A mãe gozou, colocou uma camisinha em mim, passou muito lubrificante, e enquanto eu preparava a pica, ela sussurrou no meu ouvido, entre lágrimas: "Mete com amor".
Não teve dedo, só lubrificante... De costas, ela era uma menina. Eu puxei a calcinha fio dental dela, e a mãe ficou do meu lado me beijando. Levei uns 20 minutos para vencer o esfÃncter. Ela se agarrou no travesseiro, mordia, grunhia, lagrimejava... A mãe secava as lágrimas dela e perguntava se ela gostava. Demorei um tempão para vencer a bunda dela até que entrou inteira. AÃ, meu lado tarado ganhou: procurei a posição ideal para bombar e me certifiquei de que entrava e saÃa por completo. Enquanto algo despertava nela, a mãe me beijava e tentava diminuir meu ritmo, enquanto não conseguia parar de se masturbar.
Acho que ela gozou umas três vezes, enquanto a outra chegou a um ponto que gozou a seco, pingando o leite dela na cama enquanto eu continuava bombando, mas reconheci o gozo dela. Naquele momento, olhei pra mãe e falei: "Quero encher sua bunda". Ela ficou de quatro do lado da outra, pegou na mão dela, e aÃ, sem piedade, meti naquele cuzão enquanto elas se olhavam e se beijavam juntas em êxtase. Não demorei muito para inundar as entranhas da mãe.
Dormimos os três juntos. A camisinha que usei com a outra tinha fios vermelhos da desvirgada. A única coisa que ela conseguiu dizer foi: "Estou quebrada, mas nunca fui tão feliz."
Ao acordar, No dia seguinte, começamos com um matinal com a mamãe. Ela não estava na cama, mas antes de procurá-la, a mamãe queria saber se eu queria café da manhã. Ela apareceu com o café da manhã para nós três, de lingerie e bem putinha... como toda mãe.
Com ela, a gente não transou de novo. Mas foi uma daquelas noites únicas. Cruzei com ela na Bond Street mais de uma vez, já definitivamente uma sissy, uma Femboy Fatal, mas nós dois nos cumprimentávamos educadamente, guardando nosso segredo.
Continuo sendo confidente e amante da mamãe, embora desde aquele dia tenhamos uma atmosfera diferente, não sei se para melhor ou para pior.
Hoje é o primeiro relato não corno em muito tempo, embora também tenha chifres... mas hoje, depois de conversar com um membro da comunidade, achei que já era hora de escrever essa experiência.
Deixo um pouco de mim... e dela não tenho fotos.

Agradeço de coração que deixem pontos e compartilhem o relato, mesmo que não acreditem, ajuda pra caralho.
Tem uma coroa, do bairro de Recoleta, com quem tenho há anos uma relação bem quente de amantes. O marido é um homem seco, criado à moda antiga, que não só não satisfaz ela sexualmente como sempre negligenciou a famÃlia.
Ela se casou já tendo um filho, que até pouco tempo eu não tinha tido o prazer de conhecer e que o acaso faria de um dos festejos da Copa um gol duplo. O filho era um garoto basicamente andrógino, se você visse ele na rua, veria uma garota linda sem peitos. Assim como eu, dava pra ver que pertencia ao mundo gótico e, antes dos eventos que me levam a escrever esse relato, a gente tinha se cruzado num bar do submundo gótico chamado Réquiem Club. No dia que nos cruzamos, ele tava com os amigos, obviamente ninguém sabia do segredo dele, parecia uma garota de anime, toda produzida, bem gostosa… quando me viu, ficou pálido, mas não hesitei em dizer que o segredo dele tava seguro comigo, que o que rola no Réquiem fica no Réquiem.
Desse encontro passou um tempo, e um dia a mãe, que sabia que eu sempre me movi em ambientes inclusivos e, mais ainda, que tinha visto o filho e sabia do Réquiem, aproveitou o espaço pra que os amantes servem e desabafou o peso, não porque o filho fosse viado, mas pelo fato de que isso causava conflito com o marido… era tanto que o filho morava com o pai biológico porque se ela trouxesse ele pra morar com ela, o marido… Eu descartava ele e queria ele longe dos filhos que ambos tinham.
A essa altura, ela já tinha percebido que nos mesmos dias que ele ia, eu também entrava ou saÃa de visita — uma coincidência enorme, já que sempre visitava a mãe dela quando o marido não estava. Na minha cabeça, eu já dava como certo que a mãe dela tinha contado sobre nós, ou que ela já tinha resolvido essa parte.
Cada vez que eu cruzava com ela, definitivamente estava cada vez mais feminina, a bunda mais empinada, sempre de jeans de mulher, claro, embora usasse moletons largos e compridos pra disfarçar.
O tempo passou. Embora meu papel de amante seja fixo, não dá pra dizer que temos um relacionamento contÃnuo… A mãe e eu nos vemos de vez em quando e, apesar de conversarmos sempre, o encontro cara a cara rola quando dá vontade de transar e o marido está viajando.
Na época da Copa do Mundo, eu tava comendo uma vizinha (tem o relato, mas não sei se está na minha conta cancelada, Leonard_kta). Mas, com a Copa ganha, o marido teve que viajar a trabalho e chegou uma mensagem pra mim.Meu marido não tá, e com essa história da Copa o cara levou os moleques pra ver os jogadores e vai ficar com eles.
Não tá afim de a gente recuperar o tempo perdido?
Claro, sou igual bombeiro: onde tem fogo, eu tô, e fui pra lá na hora.
Como sempre, quando a gente se junta, é só putaria. Ela tava de lingerie, a gente tão seguro porque geral tava vidrado no jogo da Copa, que a gente foi tomar um drink na sacada e, ali, na vista dos outros apartamentos, ela me fez o primeiro boquete do dia.
Mal a gente entrou e já meteu no sofá. Ela é toda gostosa, quer sempre dentro, sabe que o mel do amante não é pra desperdiçar. E quando ela ficou de quatro, é impossÃvel não ir atrás do cuzinho dela, que eu inaugurei uns anos atrás.       Quer todo o amor? — ela disse.       Sabe que é meu e eu quero. Já falei, enfiando um dedo.       Me leva pra cama, essa buceta tá fechadinha e faz tempo que você não cuida dela. Ela disse.
Fomos pro quarto, primeiro fiz ela gozar com uma boa chupada, adoro squirt na minha boca, então ela tremia, gritava, esperneava, se contorcia, mas minha lÃngua, longe de ter piedade, fazia ela deixar manchas no lençol todo. Nessa bagunça de oral, meus dedos foram preparando aquela bunda pro que vinha, quando dois dedos conseguiam entrar, chegou a hora.
Ela toda em êxtase me daria meu prêmio, aquele que tanto amo, coloco um travesseiro debaixo dela e aquela bundona, porque se ela é mãe e mulher normal, não tem uma bunda, tem um cuzão grande e carnudo com a beleza dos anos. Ela se abaixou e sabe o quanto sou tarado, então deixei ela relaxar, adoro sentir ele fechadinho ao vencer o esfÃncter. O momento exato quando tudo estava em silêncio foi quebrado com uma mistura de gemido e grito, o esfÃncter já tinha preparado, mas meu pau é cabeçudo e entra apertado até o fim, que coisa linda aquele cuzão grande empinado se render à minha maldade.


Ela mordia o travesseiro, gozava e da buceta dela sentia escorrer os lÃquidos de outro gozo violento, com os olhos arregalados na direção da porta do quarto, mas ela mordendo o travesseiro e com a cabeça procurando me ver, para de olhar a entrada. Num momento, olhei e estava ela, me olhando vestida num conjuntinho gótico, minissaia, meia de arrastão, linda e longe de me inibir, e igual acontece comigo quando os maridos cornos me olham… meu pau ficou mais duro e a mamãe sentiu. Mais duro o pau, maior a cabeça, a mamãe gritava e ficava pervertida, agarrei ela pelo cabelo, assim ela não olhava pra ela na porta. Mais porra, mais tesão, e chegou a hora de encher ela de leite, soltei o cabelo dela, olhei pra frente e na beira da cama estava ela, impactada mas também em êxtase, eu disse       Você quer ela dentro,       Siiii, ela gritou. Continuei metendo forte, tentando segurar o gozo, mas saiu um jato bem potente. Ela, parada na frente da mãe, enxuga umas lágrimas do rosto dela, e elas se abraçam… queria ter uma foto daquela cena: a mãe de quatro ainda com o pau enfiado no cu, espremendo porra, abraçada com a mãe dela.       Parece que é gostoso. Ela disse.
E quando eu abraçava ela, me olhava e procurava meu pau saindo entre as bundas dela.
Eu pensei que isso fosse o fim de tudo, pensei que depois disso minha mãe ia sair do transe e me expulsar… elas saÃram do quarto juntas e pra mim aquele tempo foi uma eternidade. Coloquei minha calça, já esperando um final abrupto.
Entraram minha mãe e ela, cada uma com uma bebida, sentaram na cama, "vamos compartilhar", disse minha mãe enquanto começamos a conversar, e ela se soltou. Naquele momento era uma menina e tinha à flor da pele todos os desejos juntos. Num instante, entre risadas e conversa descontraÃda, minha mãe não aguentou o tesão e a gente se beijou e, como num esquecimento, a mão dela foi direto pro meu volume. Quando olhou pro lado e viu ela, se assustou, soltou, e ela disse:       Posso tocar, nunca toquei numa e não sei como é a sensação. Disse elu.       Quer? — me disse mamãe com voz tÃmida e como pedindo permissão.
Ela, diante da minha resposta afirmativa, passava a mão por cima da calça. Mamãe, não sei se querendo ou pelo tesão do momento, acariciava meu peito e me beijava apaixonada. Ela, cada vez mais à vontade, me acariciava com amor e, ali, olhei pra mamãe e disse, já sabendo que podia despirocar ela.Ensina pra ela.Mamãe, com delicadeza, passou a mão, abaixou o zÃper e soltou meu pau, que, naquele tesão, tava apontando bem pro teto. Acho que desde a primeira vez que a gente se viu, ela não chupava com tanto amor. Nessa hora, ela me olhou com aquela carinha de sissy andrógina gostosa e a gente se beijou… Mamãe, nessa cena, levantou a perna, abriu o roupão e, enquanto chupava, começou a se tocar. Peguei mamãe pelo queixo, dei uma pausa no boquete dela e, enquanto ela vinha na minha direção, meio que instintivamente, minha mão empurrou ela. Mamãe me beijava, e ela começou a passar a lÃngua na pica. Primeiro sem meter na boca, e depois mamãe guiou e começou a me beijar.       Pega as duas, mas trata ela com carinho, é o primeiro pau dela.
Continuamos assim, nunca tinham chupado juntas, mas num momento a mãe tava fuçando algo na gaveta e eu guiei a cabeça dela pra baixo. De vez em quando o degenerado em mim aparecia e fazia ela mamar até o fundo, me dando engasgos de pau e saliva. A mãe trouxe as camisinhas que nunca usamos, mas aà olhei pra ela e falei.       Primeiro deixa eu ver se ela gosta,
Com o tempo, eu dominava cada vez mais a chupada, e quando perguntei se queria tomar, ela não respondeu, mas também não tirou a cabeça.
Chegou a hora, ela engasgou com o leite e eu vi o momento mais degenerado da noite e, por ali, um dos mais quentes da minha vida: a mãe beijando a boca dela, limpando o leite com a lÃngua.
Depois, assistimos a um filme juntos. Ela ainda estava vestida no melhor estilo colegial gótica, a mãe estava pelada, e eu dei outra chupada na buceta que levou ela a um orgasmo. Quando meu pau ficou duro de novo, a mãe e eu estávamos transando de novo, e ela nos olhava maravilhada. Quando a mãe ficou de quatro de novo, ela também ficou de quatro, dizendo "querooo".
A mãe gozou, colocou uma camisinha em mim, passou muito lubrificante, e enquanto eu preparava a pica, ela sussurrou no meu ouvido, entre lágrimas: "Mete com amor".
Não teve dedo, só lubrificante... De costas, ela era uma menina. Eu puxei a calcinha fio dental dela, e a mãe ficou do meu lado me beijando. Levei uns 20 minutos para vencer o esfÃncter. Ela se agarrou no travesseiro, mordia, grunhia, lagrimejava... A mãe secava as lágrimas dela e perguntava se ela gostava. Demorei um tempão para vencer a bunda dela até que entrou inteira. AÃ, meu lado tarado ganhou: procurei a posição ideal para bombar e me certifiquei de que entrava e saÃa por completo. Enquanto algo despertava nela, a mãe me beijava e tentava diminuir meu ritmo, enquanto não conseguia parar de se masturbar.
Acho que ela gozou umas três vezes, enquanto a outra chegou a um ponto que gozou a seco, pingando o leite dela na cama enquanto eu continuava bombando, mas reconheci o gozo dela. Naquele momento, olhei pra mãe e falei: "Quero encher sua bunda". Ela ficou de quatro do lado da outra, pegou na mão dela, e aÃ, sem piedade, meti naquele cuzão enquanto elas se olhavam e se beijavam juntas em êxtase. Não demorei muito para inundar as entranhas da mãe.
Dormimos os três juntos. A camisinha que usei com a outra tinha fios vermelhos da desvirgada. A única coisa que ela conseguiu dizer foi: "Estou quebrada, mas nunca fui tão feliz."
Ao acordar, No dia seguinte, começamos com um matinal com a mamãe. Ela não estava na cama, mas antes de procurá-la, a mamãe queria saber se eu queria café da manhã. Ela apareceu com o café da manhã para nós três, de lingerie e bem putinha... como toda mãe.
Com ela, a gente não transou de novo. Mas foi uma daquelas noites únicas. Cruzei com ela na Bond Street mais de uma vez, já definitivamente uma sissy, uma Femboy Fatal, mas nós dois nos cumprimentávamos educadamente, guardando nosso segredo.
Continuo sendo confidente e amante da mamãe, embora desde aquele dia tenhamos uma atmosfera diferente, não sei se para melhor ou para pior.
Hoje é o primeiro relato não corno em muito tempo, embora também tenha chifres... mas hoje, depois de conversar com um membro da comunidade, achei que já era hora de escrever essa experiência.
Deixo um pouco de mim... e dela não tenho fotos.


Agradeço de coração que deixem pontos e compartilhem o relato, mesmo que não acreditem, ajuda pra caralho.
11 comentários - Mamãe e filha gostosas