Singularidades II

Me bati umas punhetas lembrando como minha amiga tinha se tocado me vendo e o quanto puta ela ficou ao me ver chupando meu próprio pau. Isso foi algo que pra ela foi morbidamente excitante, além de que ela confessou que nunca tinha visto aquilo antes. Lembro como ela gemia, como dizia meu nome e como se pelou toda pra mim. Resumindo, ela perdeu o controle e se exibiu, me mostrando a intimidade dela.

Na próxima vez que a gente se viu, algo tinha mudado entre nós dois e, por mais que a gente fingisse que tava tudo normal, o clima tava carregado de uma tensão sexual sem igual. Toda vez que ela me olhava, eu sentia que ela conhecia um segredo meu, e isso me dava uma espécie de choque elétrico no olhar dela, e parecia que eu também provocava algo nela. Numa ocasião, ao nos olharmos sem que os outros colegas da faculdade percebessem, ela mordeu os lábios e tocou levemente num peito. Nem preciso dizer que isso me deu uma ereção e me deixou com muito tesão.

Ela não só tinha me visto bater punheta, mas também tinha me visto lamber meu pau, chupar e bater uma enquanto fazia autofelação: minha mais secreta peculiaridade.

Finalmente a gente teve um intervalo e, de forma espontânea, ela se aproximou de mim enquanto eu tava tomando café.

— Oi — ela me cumprimentou normal, e eu respondi.

— Oi, beleza? — falei. Depois de trocar saudações e conversas protocolares, ela chegou no ponto que interessava.

— Escuta, vamos pra algum lugar onde ninguém nos veja, porque quero conversar com você sobre aquilo... Vem — ela disse. — Vamos pra alguma sala vazia e a gente faz isso.

Eu tava na dúvida se fazia ou não aquilo na faculdade, mas ela não parecia ter medo, e essa segurança me fez ir com ela. Parecia que ela sabia o que tava fazendo. Na real, eu nunca pensei que a gente fosse fazer nada. Chegamos numa sala bem afastada do resto, e tava tudo muito quieto ao redor. Assim que entramos, ela disse:

— Sabe, não consegui esquecer o outro dia...

— Ah, é? — falei.

— Sim, é a coisa mais gostosa que já vi na vida. Sério, não acreditava que dava pra fazer isso e você me deixou a mil... verdade, ainda fico me tocando lembrando disso.

-Pois é, então eu... você me excitou pra caralho.

-Obrigada- ela disse. Ficou em silêncio um instante e depois completou meio tímida: quero ver ao vivo.

-Tá com vontade, hein?- falei.

-Sim, quero ver você fazendo isso na minha frente, te ver ali e quero chupar também. Me deu uma vontade danada, seu safado...

-Bom, não sei o que dizer...- quando falei isso ela já tinha posto a mão na fivela do meu cinto e começou a desabotoar.

-Olha, vão nos ver... - falei meio resistindo.

-Não, ninguém vem aqui. E se vissem, foda-se... deixa eu te ver fazer isso agora. Vai logo, não aguento mais- Ela disse e mordiscou o lábio de novo me encarando.

-Tá, mas rápido...- falei. Ela começou a me desabotoar e logo levantou a blusa. Vi os peitos dela no sutiã e aquela visão foi tipo um bálsamo pra provocar tesão porque de repente fiquei durasso. Apertei eles.

Ela levou a mão no meu volume e terminou de me deixar duro. Sentei numa cadeira e na hora ela se colocou na minha frente, enfiando a mão por dentro da calça jeans.

-Tira logo, abaixa a cueca- ela mandou. Então, sem hesitar, baixei a roupa íntima. Meu pau tava duríssimo e pedindo atenção, e ela deu com um olhar lascivo.

-Uffs- ela disse- que piroca gostosa... por isso você aguenta.

-Ummm, gostou?- falei.

-Sim, vai, bate uma- ela ordenou e na hora obedeci. Sabia que não tínhamos muito tempo.

Em uns dois minutos eu já tava muito duro e ligado, ver ela se tocando e gemendo baixinho sem tirar os olhos de mim era uma coisa muito safada. Cada um no seu canto, ainda não tínhamos nos aproximado.

-Chupa ele, vai logo... anda- ela disse.

Eu me curvei sobre mim mesmo e passei a língua devagar por toda a cabeça do meu pau num semicírculo.

-Ufffs que puta gostosura- ela falou. Então eu repeti aquele movimento, mas agora adicionando umas puxadas desde a base enquanto lambia ela.

-Ai sim....

Depois coloquei suavemente minha glande na minha própria boca

-Humm, que gostoso, caralho!!!

Enquanto eu tinha a glande na boca e batia uma, estiquei a língua e dei umas lambidas

-Ai, sim, sim, sim- ela estava se tocando mais freneticamente

Assim, do jeito que estava, chupei meu próprio pau e depois tirei um pouco a cabeça da boca e cuspi pra recomeçar...

-Uffa, acho que você precisa de ajuda- ela disse e veio rápido na minha direção. Enquanto eu me chupava, ela pegou meu pau pela base e me ajudou a empurrar pra cima pra eu conseguir chupar um pouco mais. Com a ajuda dela, consegui engolir um pouquinho além da glande. Eu via ela lá embaixo, muito excitada, me olhando e fazendo uma punheta gostosa enquanto eu me felava.

-Ai, caralho, que puta você me fez virar...- ela disse isso e chupou um dos meus testículos. Eu continuei me chupando, aquela sensação era deliciosa, tinha a boca cheia, tava me chupando e ainda por cima ela chupava minhas bolas. Pfff.

Na hora ela ficou quieta e mandou eu parar... pensei que ela tinha ouvido alguém chegando e queria que a gente terminasse tudo, mas foi o contrário, ela disse:

-Mete um pouquinho antes de você gozar, não aguento mais, quero sentir seu pau dentro de mim...

-Mas, não vai vir ninguém, já faz um tempo que a gente tá aqui?- perguntei.

Ela foi rápido até a porta, ainda com os peitos de fora, espiou sem abrir a porta e voltou correndo, desabotoando a calça jeans e abaixando o zíper.

-Não, não vem ninguém. Se você der conta de me foder, vai, vai, vai...- ela disse com insistência.

Então ela abaixou a calça e a calcinha... virou de costas pra mim e se inclinou sobre a poltrona.

Eu me posicionei na entrada da buceta dela e ela sozinha enfiou. Na verdade, foi mais ela quem trabalhou naquela foda do que eu. Ela se mexeu pra caralho enquanto eu só fiquei ali com o pau duro dentro dela.

-Ai, que caralho que pau gostoso você tem... uffs, me dá seu leite, quero todo seu leite. Me fode bem forte.

Quando ela me disse pra meter forte, comecei a me mover um pouco mais e, junto com o ritmo que ela já tinha, aquilo ficou frenético.

— Ah, siiiim, que gostoso é transar... me dá, me dá, me dá, me dá...

— Vou gozar... vou gozar — falei pra ela.

— Espera, espera, espera... quero que você goze na minha boca — ela disse, se virou e se ajoelhou na hora. Não resisti, e o primeiro jato acertou o rosto dela; os seguintes já dei dentro da boca dela, enquanto ela chupava e com a mão me masturbava pra espremer tudo.

— Me dá, me dá... — ela disse ainda espremendo depois que eu já tinha gozado.

Aquilo foi delicioso. Ela limpou o rosto. Ajeitamos a roupa e nos beijamos. Saímos como se nada tivesse acontecido, embora pra gente tivesse acabado de acontecer tudo. Ela disse que queria fazer de novo, e desde então fiquei muito ansioso pra esperar outro encontro daquilo.

J2023

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1 comentários - Singularidades II

IvCasta +1
Uff que bien relato
Gracias por pasar y comentar. Que bueno que te gustó.