Nasci com uma particularidade que me destaca desde muito nova, sou rabuda pra caralho. Na real, não me incomoda, mas me acompanha como uma marca registrada na minha família, quase uma questão de herança genética. As mulheres carregavam a bunda no sangue. Minha avó era rabuda, minha mãe é rabuda, eu sou rabuda. Não me incomoda, mas é meio chato ter um farol que atrai o olhar de homens e mulheres. Já na adolescência, chamava a atenção de professores e dos pais das minhas amigas. Muitas vezes escondia com um moletom ou uma camiseta amarrada na cintura.


O tempo foi passando e tive que aceitar minha herança, conviver com minha bunda, até aprender a gostar dela. Soube fazer dela minha arma de sedução e uma ferramenta pra conseguir o que queria. Uma das coisas mais importantes da minha vida foi conquistar meu marido — sim, peguei ele com a bunda. Ele era o mais gato e mais desejado pelas minhas amigas. Desde o primeiro momento, enlouqueci ele: ele beijava minha bunda e chupava ela o tempo todo. Enquanto a gente namorava, ele sempre pedia pra comer minha bunda, e eu nunca dava. Acho que manter o desejo vivo foi o que fez ele me levar pro altar.

O tempo passou e com meu marido a gente se divertiu pra caramba, mas claro que no primeiro ano eu tive que dar a buceta pra ele, senão acho que ele me matava. Tivemos dois filhos, Gabriela e Martín, que são a luz dos meus olhos. Agora são dois adolescentes estudiosos. Gabriela é a preferida do meu marido, Martín sempre briga com ele e chegam a ficar sem se falar por meses quando discutem.
O Martín, de 19 anos, falta um ano pra entrar na faculdade, e a Gabriela, de 18, é a caçula da família. Ele não é muito estudioso, mas se vira bem nas notas e passa, bem diferente da irmã, que sempre manda bem em tudo, igualzinho eu quando era mais nova.
Não quero esquecer de falar que meu nome é Paula, tenho 36 anos e quero descrever um pouco meu corpo, embora já tenha dito que a bunda é a cereja do bolo.

, meu corpo é a sobremesa, peitões proporcionados com uma caída natural, bicos não muito escuros mas bem pontudos quando eu fico excitada e, por sorte, tenho uma cintura de pilão. O meu é tudo natural.
Como descrever a bunda sem uma foto? Beleza, faz o seguinte: coloca as mãos na frente e afasta elas uns quarenta centímetros. Testa aí, você vai sentir. Abre os dedos o máximo que der e, mantendo os braços firmes, levanta as mãos pro céu, como se tivesse rezando pro Deus da bunda. Essa é a minha bunda. Sei que você consegue sentir ela entre as suas mãos. Imagina que, com o movimento das suas mãos, dá pra abrir e fechar ela pra ver aquele asterisco rosadinho que os peitões protegem. É assim que eu sou.

Todo mundo em casa pega na minha bunda, vão rir mas é verdade, quase como um Buda da sorte. Meu marido quando chega do trabalho me dá um beijo e dá um tapinha na minha rabeta. Meu filho muitas vezes passa correndo e entra na cozinha quando tô cozinhando e pá! em vez de cumprimentar, me dá um tapa na bunda. Minha filha é mais carinhosa e fica beliscando. São terríveis, mas não me incomoda, eu rio e levo numa boa.
Meu sogro também morre de vontade de fazer isso, mas é proibido!
Mas de repente, um dia, a inocência mudou. Eu tava prestes a começar a lavar roupa e o Martín passa correndo por trás de mim em direção à porta.
—Onde você vai?
—Meu nome é Javier, temos um jogo.
- Se tem roupa suja, traz ela
-Não sei. Acho que tem alguma coisa. Vai lá buscar ela.
-Mas você poderia fazer isso.
-Não, preciso ir.
Ele terminou de me falar isso quase na porta, como sempre tive que ir no quarto dele pra ver se tinha deixado roupa suja. Termino de colocar o que tinha de roupa na máquina e vou pro quarto dele. Como sempre, tudo jogado no chão: cueca, camiseta, meia e calça. Recolho tudo do chão e começo a colocar em cima da cama. Enquanto faço esse serviço, vejo que o idiota deixou o computador ligado. Chego perto pra fechar a sessão dele e desligar.
Quando olho pra tela, vejo que tem o que parecia uma página pornô. Olho direito e não era isso, era a página de uma rede social onde os amigos do colégio dela tinham formado um grupo pra compartilhar fotos, mas não era só isso.
Pego a cadeira da mesa dele e me sento pra investigar o que ele tava olhando, afinal sou a mãe dele e queria ver o que os amigos dele tão fazendo. Sabia que ele via pornô e nunca me deixa ver o que faz, mas agora tinha a oportunidade. Não ia ficar puta com o que visse, mas era melhor saber.
Era uma lista de comentários sexuais entre os colegas e fotos de mulheres de costas, especificamente das bundas delas, mas não nuas, eram fotos que pareciam caseiras. A curiosidade não me deixava parar. Comecei a ler os comentários e percebi que tinha uma discussão entre eles, ou melhor, uma competição. Não conseguia entender sobre o quê e continuei lendo. Tinha um link que me levava a um blog, e lá estavam carregadas um monte de fotos de mulheres, ou mais especificamente, das bundas delas. Estavam classificadas pelos próprios caras com números que representavam votos. Na segunda página, estava minha foto. Eu estava de costas, com uma calça de moletom que uso em casa. Fiquei gelada, não conseguia acreditar que a foto da minha bunda estava na web e que eu estava competindo sem saber com outras mulheres, sendo julgada pelo meu filho e pelos amigos dele. Continuei lendo, e o título do blog era “bundas de mães gostosas”. A quantidade de votos não se limitava só aos colegas do meu filho, os números não batiam, eram muito mais.

Volto a ler os comentários na rede social do meu filho e percebo que tinha uma competição clandestina entre vários institutos e colégios, sempre mencionavam a Natalie e tinha muita briga entre eles.
Decido copiar as páginas num papel pra ter acesso pelo meu PC, desligo o laptop dela e tento apagar os rastros da minha navegação.
No começo eu tava puta, mas passou rápido, ser o desejo de uns adolescentes me dava tesão, a ideia de contar pro Martín e dar uma bronca nele não durou nem um minuto na minha cabeça. Mas o que eu ia fazer, minha curiosidade era mais forte. Não sabia o que fazer com essa informação que me atormentava.
Vou pro meu quarto e me tranco, sabia que não tinha ninguém em casa, mas mesmo assim boto a chave. Ligo meu notebook e copio os links, minha curiosidade não me faz perder tempo.
Na sequência, me posiciono na minha foto e vejo a quantidade de votos que eu tinha, 2436. Primeiro sinto vergonha, mas passa na hora quando vejo em que posição eu estava, 14ª. Eu, sempre orgulhosa da minha bunda, redonda, macia, quase comestível, não conseguia acreditar como tinha sido humilhada por outras 13 rabetas, como se fossem os 13 Ronin que deram um golpe fatal no meu orgulho.
Isso não podia ficar assim, tinha que inventar alguma coisa pra garantir um lugar no pódio, e melhor ainda se conseguisse o primeiro lugar. Mas como eu ia fazer ou o que ia me vir na cabeça, era algo que naquele momento eu ainda não sabia.
Comecei a observar minha concorrência, quem eu teria que vencer e a tão falada Natalie. Tinha bundas de todos os tamanhos, mas elas corriam com uma vantagem, muitas se mostravam quase por inteiro, de short, de legging, de calça colada, até a tal bunda da Natalie, coberta só por um fio vermelho, era imbatível, uma microtanga era o biquíni de uma mãe, era dourada, igualzinha a bunda de uma garota da Playboy, linda, malhada na academia.


Quem era essa Natalie? Mãe de quem? Como eu poderia descobrir sem levantar suspeitas do meu filho?
Mas aí me veio uma ideia: quando eu chegasse, ia perguntar pro meu filho se ele sabia se alguma mãe dos colegas dele tava indo pra academia, porque eu queria fazer umas aulas. Tinha certeza que assim eu conseguia arrancar onde a Natalie treinava.
Espero até o Martín chegar e encaro ele quando vejo que tá sozinho.
-Oi, tá cansado?
-Mais ou menos
—Tô afim de pegar umas aulas de ginástica, cê não conhece alguma mãe dos teus amigos que malha na academia?
-Não, a ninguém.
—Tem certeza?
Não, dos meus amigos não, mas sei que a mãe de um cara do San Agustín faz crossfit.
—O que é isso?
—É tipo um treinamento militar.
- Você pode perguntar pra ela onde ela treina?
—Mas não conheço ela.
—Mas como é que você sabe que ela treina?
-Todo mundo sabe, tá no Facebook
-É gostosa?
—Sim
—mais que sua mãe?
-hahaha Sim
—Que malvada. Sou sua mãe, eu é que deveria ser a mais gostosa.
-Bom, sua bunda é mais gostosa.
-jajaja achei que você ia falar meus olhos
Foi uma conversinha que serviu pra eu arrancar uns dados sobre a Natalie e como encontrá-la, mas o principal foi saber o tesão que eu podia causar com a minha bunda.
Entrei na rede social e consegui descobrir informações sobre essa mãe. Ela tinha uma variedade enorme de amizades e era quase uma celebridade no mundo do crossfit. Pelo que eu via, a concorrência era pesada pra caralho, ia ser quase impossível competir. Decidi localizar a academia pra ver ela de perto e conferir se tudo que ela tinha era real.
Consegui descobrir até os horários em que ela treinava. A ideia era aparecer na academia e compartilhar o treino com a desculpa de que estava escolhendo uma para malhar. Quando chego na academia e, depois de falar com várias pessoas que me explicaram o tipo de treino que faziam, me deixam participar de uma das aulas. Foi pesado pra mim, que tava há muito tempo sem treinar, mas o objetivo era outro: era ir pro vestiário e poder ver minha concorrente.
Vou pro vestiário e tiro a roupa pra tomar banho, vejo que a Natalie tava tomando banho a uns metros de mim, me aproximo pra poder ver ela. Ela era gostosa pra caralho, a bunda parecia esculpida em mármore, as pernas musculosas brilhavam com a água. Me aproximo e percebo que sou bem mais alta, graças a Deus em alguma coisa eu podia ganhar dela.

Resolvo puxar uma conversa enquanto a gente tomava banho juntos.
-Oi, sou a Paula.
-Natalie.
— Faz tempo que treina?
—Sim. Faz anos. É a primeira vez que você vem?
—Sim, quero afinar essa buceta um pouco.
Enquanto falava isso, me virava e mostrava a bunda pra ele, pegava ela com as duas mãos.

—Por quê? O que tem de errado?
—Mas o seu é perfeito.
—Haha, acredita não, é por causa da ginástica, mas metade do tempo tô sentindo dor, alongamento, estiramento, prefiro ter um igual ao seu que é lindo, natural, mais gostosinho.
Enquanto me dizia isso, ela ficava se tocando, eu deixava, estava admirando a número um, voltei a ter esperanças de poder tirar dela o primeiro lugar. Mas pra isso eu teria que trabalhar.
Já tinha visto minha concorrência, agora precisava de um plano pra entrar na disputa, subir de posição rápido e meu filho era o único que tinha a chave pra esse concurso.
Meu objetivo era que o Martín me fotografasse, eu sei que quando ele tá em casa, fica o tempo todo com o celular na mão, então eu teria que mostrar um pouco mais de pele pra ele poder me fotografar.
No dia seguinte, meu filho estava na sala deitado no sofá com o celular na mão. Aproveitei a situação pra servir de modelo e entrar na competição. Eu tava só de camiseta e calcinha — a camiseta é comprida e muitas vezes fico assim em casa. Sabia que se me abaixasse um pouco, ia deixar a raba exposta pra ele fotografar. Então comecei a pegar umas caixas que estavam em cima de um móvel na frente do meu filho. Me estiquei várias vezes, esperando dar tempo pra ele me fotografar. O resultado eu veria no dia seguinte, depois de um tempinho pra ele postar as fotos no blog, se é que ele tinha tirado as fotos.
Meu sogro quase teve um treco quando viu minha bunda pelada, capaz que ele até tirou fotos pra bater uma punheta depois!

Não passava mais a hora, a expectativa era grande, só quando fico sozinha em casa consigo acessar o site e ver se ele conseguiu carregar as fotos. A decepção foi enorme, o masturbador não tirou nenhuma foto minha ou não carregou, sei lá, mas eu tava ficando fora do jogo, pelo menos a posição eu mantinha.
Teria que usar outra estratégia, já que em quatro dias a gente ia pra casa de um amigo do meu marido passar dez dias aproveitando as férias de verão dos meus filhos. Tinha me ocorrido uma ideia.
Eu tinha uma casa a metros de uma praia espetacular, um verdadeiro paraíso. A praia era minha desculpa pra planejar algo com meu filho. Primeiro, eu tinha que plantar a ideia na cabeça do meu marido e da minha filha. Eu sei o que eles gostam e o que não gostam, o que querem fazer e o que não querem, essa era minha vantagem.
A gente tava jantando os quatro e eu peço ajuda sabendo a resposta, primeiro pra minha filha e depois pro meu marido.
— Gaby, amanhã quero ir cedo no shopping comprar um biquíni pra usar na casa do Rubén (o amigo do Ricardo, meu marido), os que eu tenho tão tudo surrado.
—Não, mãe, eu não posso e você sabe que me cansa escolher roupa pra você, nunca se contenta com nada.
—Mas não posso ir sozinha, tenho que provar vários e não posso ficar entrando e saindo do provador toda hora pra pegar outro modelo. Se você não me acompanhar (falei isso olhando pro Ricardo).
—Por que não eu? Você sabe que não posso amanhã, tenho que ir trabalhar de manhã.
-Mas se ninguém quiser me acompanhar, não vou de amigo teu.
—Mas não enche o saco, porque o Martín não te acompanha, se ele tá sem fazer nada.
-Não, o que é que eu vou fazer, isso é coisa de mulher.
-Vai, tarado, tu não vai virar viadinho se acompanhar sua mãe. Aproveita e pede pra ela comprar algo pra você.
—Você me acompanharia?
— Se me comprar alguma coisa, sim.
- Vê que teu filho é mais fácil que a tabuada do 1. Com um presente, já muda de ideia na hora.
Finalmente, todo mundo feliz, consegui meu objetivo sem muito esforço. Agora eu tinha que pensar em como poderia manipular meu filho.
Logo cedo acordo meu filho pra levar ele pra fazer compras, queria que tivesse pouca gente nas lojas de roupa, pra poder escolher sem ninguém encher o saco.
Já no shopping, fui direto pra uma loja que vende roupa íntima e esportiva, era um lugar bem grande e naquela hora da manhã tava praticamente vazio. A gente pode escolher as peças que quiser e ir experimentar nos provadores alinhados ao longo de uma parede de 10 metros, a única porta é uma cortina de tecido grosso que não encosta no chão e deixa ver os pés de quem tá experimentando a roupa.
Vou escolher vários e experimentar eles.
—Precisam de alguma coisa? (Uma vendedora pergunta pra gente)
-Não, obrigado. Posso pegar várias peças.
-Sim, sem problema, mas não pode levar todas juntas pro provador, é regra da empresa. Quer que eu leve pra você?
Não, é muita gentileza, meu filho pega pra mim, não se incomode.
Não é incômodo nenhum, mas fica a seu critério. Qualquer dúvida, tô no balcão.
Já tava, eu tinha nas mãos uns dez modelos diferentes de maiô e a vendedora tinha deixado a gente sozinho, a música ambiente monótona de fundo me fazia lembrar dos filmes pornô dos anos noventa.
— Martín, vou experimentar todos esses. Vai me passando um por um.
-Sim, sem problema.
O Martin senta num banco comprido que tava na frente dos vestiários, enquanto isso eu entro num delas e levo uma maiô inteiro, tive o cuidado de levar todos os modelos de tamanhos menores que o meu, tudo tinha um propósito.
-psiu, psiu, Martín, cê pode vir aqui? (falo enquanto enfio a cabeça por um lado da cortina)
—Sim, agora vou.
Ela se aproxima, eu já tinha vestido a minha malha inteiriça vermelha, o tamanho pequeno era o responsável por fazer meus peitos saltarem pelos lados e por enfiar bem o tecido dentro da bunda, parecia que estava comendo ela.
- Olha, cê gosta? (ele deixava aparecer por um buraco que a cortina deixava).
-Mmm, deixa eu ver, vira aí.
-Então, como é que tá em mim?
Não gosto da cor e como fica em você.
-Bom, espera aí que vou vestir um biquíni
Corro a cortina e ela não fecha completamente, fica aberta uns três centímetros, percebo que o Martín fica por perto. Enquanto estou pelada, pego um biquíni de duas peças, não muito pequeno, mas o suficiente pra mostrar melhor minha bunda.
Visto a tanga e de repente a cabeça do meu filho aparece por trás da cortina.
-Para, para, que ainda não tô pronta.
O olhar dele crava nas minhas tetas e fica encarando, eu com naturalidade termino de colocar a parte de cima.

—Bom, agora como é que fica em mim?
- Um pouco melhor, mas é muito grande, deixa eu ver, vira pra cá.
Viro devagar no provador e vejo a reação dele pelo espelho, ele fica de olho na minha bunda.


E aí?
-Fica melhor em você, mas experimenta outro.
- hahaha, não tô cansado não, cê não gosta de nada. Por que você não escolhe logo o modelo que te agrada e a gente leva pra casa, aí eu experimento lá, tanto faz, esses aqui eu levo do mesmo jeito.
-Bom, agora eu escolho e vou pagar, é um presente, mas você vê em casa.
- hahahaha, tenho que vir sempre com você pra fazer compras, papai nunca me compra nada.
Não conseguia esconder minha alegria e, pela cara dele, a dele também. Fui no caixa pagar o que tinha escolhido e experimentado, depois fomos pro carro. No carro, me sentia uma adolescente, a gente ria de qualquer besteira, tava ansioso pra chegar em casa.
Assim que chegamos em casa, peço pra ela me mostrar o que tinha comprado pra mim.
Vai, quero ver o que você comprou pra mim.
— Vai enfiar?
-Não, depois, por que tanta pressa?
-Bom, então te dou depois.
- hahahaha que safado, então vamos pro meu quarto, já que você tá com tanta pressa.
Eu não aguentava mais olhar pro que eu tinha escolhido, e ele também não. O nosso negócio era descarado, mas era um jogo onde a gente tentava mostrar outra coisa, indiferença diante da situação. Ele jogou na cama uma sacolinha de papel; dentro tinha uma caixinha de papelão dourada com o biquíni.
Tiro o saquinho de cima da caixa e abro, descubro com prazer um biquíni rosinha igual à caixa, era lindo e bem pequenininho.
-É muito bonito, mas cê acha que isso cabe em mim.
-Claro que tem que entrar em você.
- hahaha, mas é muito pequeno, olha atrás, tem um curativo, você é maluco
-Você tem que vestir, é um presente.
- hahaha, mas com uma condição: você não pode rir
—fechado.
- Bom, vou vestir e te chamo pra ver como fica em mim.
Ela sai do quarto, eu não podia acreditar no que estava prestes a fazer, mas estava decidida e excitada demais pra voltar atrás. Tiro a roupa e fico pelada, me toco na buceta e ela já tava toda molhada, pego a camiseta de algodão que tinha tirado e me seco, não queria sujar o biquíni.
Primeiro eu coloco a parte de cima, um pedacinho minúsculo de pano que mal cobria meus bicos, as tetas vazavam pelos lados como se quisessem escapar. Depois pego a tanga e vejo que na frente tinha um triângulo pequeno que continuava numa tirinha rosada. Visto ela e era descarada do jeito que se enfiava na minha bunda, sumia entre minhas polpudas nádegas. Me olho no espelho pela última vez e crio coragem pra chamar ele.
—Martín! Pode entrar.
No segundo, meu filho abre a porta e entra no quarto, os olhos dele me varrem dos pés à cabeça, escaneando cada milímetro de pele.
—E aí? Como é que fica em mim?
—Tá linda pra caralho. Vira aí, deixa eu ver.
-jajajaja
Viro devagar e fico de costas, mostrando a bunda pra ele, dava pra sentir o olhar dele cravado em mim.

- hahaha, você acha que seu pai vai me deixar usar isso. Nem louco.
- O que tem de errado?
—parece que tô pelada.
—Mas essa bunda é pra mostrar.
— Martín, sou sua mãe.
- Qual é o problema? Pena a etiqueta, senão tu tava pronta pra um pôster.
—Qual etiqueta?
-A da bunda.
Me viro e me olho no espelho, tava certa, entre minhas nádegas saía uma pequena etiqueta de pano retangular com a marca e o tamanho.
-hahaha, beleza, quero estar num pôster, vai, arranca ela
Subo na cama sem pensar e fico de quatro, na posição de cachorrinho, e ofereço a bunda pra ele arrancar a etiqueta.

Na mesma hora, ele se aproxima e senta na cama, pega a tira que passa entre minha bunda e puxa. Como eu imaginava, não consegue arrancar fácil — a tira se solta da bunda e eu percebo que tô mostrando o cu pra ele. Não consigo ver a cara dele, mas já imagino. Decido quebrar o gelo e levar na brincadeira, pra ele encarar numa boa.
Então fecho a buceta de uma vez e prendo a mão dele com minhas nádegas.
—Te peguei, hahahaha.
Mas ele me surpreende de um jeito gostoso. Enquanto eu aperto a mão dele, ele aponta um dedo e enfia ele inteiro no meu cu. Eu, pela surpresa e por um reflexo, puxo a bunda de uma vez, e o dedo sai do mesmo jeito.
- hahaha, que nojento, agora tu vai ter que lavar o dedo. Hahahaha
Falei isso e dei risada, não queria deixar ele envergonhado, muito menos reprimir ou assustar ele. De novo, a reação dele me surpreendeu.
—Por que nojo?
Ela me diz isso enquanto chupa o dedo como se fosse um pirulito gostoso.
—kkkkk, tu é maluco.
—Posso chupar ele?
-Que coisa?
- a buceta.
—Mas, Martín, sou sua mãe.
-Vai fundo.
Não disse mais nada, aproxima a cabeça e enfia entre minhas nádegas, dava pra sentir a língua acariciando meu esfíncter e empurrando no buraco como se quisesse entrar. Abaixei a cabeça e apoiei no travesseiro enquanto levo a mão direita pra buceta, ele me chupa, eu toco no clitóris com frenesi até deixar ele durinho igual meus mamilos. Tava quase gozando, ele continuava chupando, entre suspiros e gemidos consigo falar.
-Mete no cu dela.
Tirou a cabeça do cu quase na hora e, depois de um segundo, sinto a cabeça do pau dele empurrando no meu ânus. Faz um pouco de força, mas entra de uma vez, sinto o calor dele nas minhas entranhas. Ele começa a bombar com força e rapidez. Não demora muito pra gozar, me enche com um jorro longo de porra.

Sinto como um enema me enchendo. Ele tira o pau e ficamos deitados um do lado do outro na cama, olhando pro teto em silêncio. Quando a putaria passou, não conseguia acreditar no que a gente tinha feito. Ele vira a cabeça e fala baixinho pra mim.
- você tem a bunda mais linda do mundo.
—Isso tem que ficar entre a gente. Seu pai não pode ficar sabendo.
Não disse mais nada, já tava com a pica dura igual pedra, me coloca de quatro na cama e enfia no meu cu de novo, dessa vez não goza rápido, entra e sai com muita força, queria arrebentar minha buceta do cu, e eu adorava. Não sei quanto tempo durou a bombada, mas tivemos que parar de repente quando ouvimos um barulho na porta da frente, meu marido e minha filha tinham voltado. Lembro do barulho que fez quando puxou a pica do cu de uma vez, pareceu um peido bem alto. Martín sai correndo pro quarto dele, eu me visto o mais rápido possível pra ir pra cozinha e fingir que tava tudo normal.
Não conseguia acreditar no que tinha acabado de fazer com meu filho, comecei a conversar com meu marido como se nada tivesse acontecido, mas minha cabeça estava em outro lugar.
— E aí, compraram alguma coisa?
-Sim, não tinha muita variedade, mas consegui comprar.
—O Martín ficou entediado?
-Foi dar uma volta enquanto fazia compras.
Enquanto a gente conversava, eu sentia a umidade que tinha na bunda, tava com vontade de levar o dedo no cu e chupar os restos de porra.
O resto do dia passou normal, só que toda vez que eu ficava sozinha com o Martín, ele enfiava a mão dentro da minha legging e colocava o dedo no meu cu. Eu deixava, mas pedia pra ele tomar cuidado pra ninguém perceber o que a gente tava fazendo.
No dia seguinte, meu marido foi trabalhar e minha filha saiu com umas amigas, fiquei em casa sozinha com meu filho. A gente se olhou e saímos correndo pro meu quarto, ainda dava pra sentir o calor do meu marido na cama. Fico de quatro e ofereço a bunda pra ele, ele chupa e me enfia com tudo, era uma máquina, metia e tirava a cabeça do pau com força, deixava meu cu dilatado e aproveitava pra meter a língua. Ele goza e a gente fica deitado, exaustos, de repente ele quebra o silêncio com uma confissão.

-Mãe
-Sim
-Quero que você ganhe um concurso
—Um concurso?
—Sim, o da melhor buceta da escola.
—Tá maluco?
O destino fez com que meu desejo se realizasse sem eu pedir, ele me conta sobre o concurso sem desconfiar que eu já sabia, o desejo dele era o mesmo que o meu: que minha bunda ganhasse o concurso. Primeiro eu recuso, pra disfarçar, mas depois de conversar a gente chega num acordo pra que eu possa vencer com a minha bunda.
-Já sei o que a gente pode fazer: você vai tirar uma foto minha escondida no banheiro, eu agachada de costas, como se tivesse pegando alguma coisa no chuveiro, com o cu bem aberto. Isso vai chamar a atenção. Vamos lá, bora preparar a foto pra você postar hoje.
Fizemos isso. No banheiro, preparo tudo e especialmente minha buceta, passo um creme no corpo pra dar um brilho suave. Depois ele enfia o pau várias vezes e tira pra tirar umas fotos pela porta entreaberta, como se a foto tivesse sido tirada de surpresa.





Depois da sessão de fotos, fomos pro quarto escolher qual entraria no concurso, e depois a gente trepou mais várias vezes.
Tudo estava feito, agora era hora de esperar.
O dia terminou como qualquer outro, até que eu transei com meu marido à noite.
No dia seguinte, quando acordo, encontro meu filho na cozinha e ele sussurra no meu ouvido que eu era a número um. Finalmente meu sonho tinha se realizado, minha bunda era a primeira e era o sonho e as punhetas de centenas de caras e amigos do meu filho. Mal podia esperar pra encarar a espetacular Natalie e, mesmo que ela não saiba, me sentir superior.
Já era a bunda mais desejada da escola, ou de várias escolas. Já na casa do amigo do meu marido, dava pra ver como aumentavam as visitas e os votos na página e ver como eu me distanciava da Natalie.
Tudo era um sonho, quando podíamos ficar sozinhos com meu filho, eu dava a buceta pra ele, era dele.
Tudo rolou normal, me sentia observada e sendo despida pelo olhar dos amigos do meu filho, adorava aquilo, até que um dia, quando tava sozinha com minha filha, ela vem como se fosse contar um segredo, tinha descoberto minha bunda na net e me conta o que eu já sabia.
Minha filha me contou indignada e puta da vida com o irmão, queria contar tudo pro pai dela, sobre o que ele tinha feito comigo, como ele tinha me humilhado, mas eu fui acalmando ela pra transformar essa raiva em outra coisa. Primeiro falei que era normal o que o Martín tinha feito, pela idade dele, e aos poucos fui animando ela pra participar do concurso.
Como eu fiz, como a tornei cúmplice e como a gente arrombou a buceta dela com meu filho vai ser assunto de outro conto.


O tempo foi passando e tive que aceitar minha herança, conviver com minha bunda, até aprender a gostar dela. Soube fazer dela minha arma de sedução e uma ferramenta pra conseguir o que queria. Uma das coisas mais importantes da minha vida foi conquistar meu marido — sim, peguei ele com a bunda. Ele era o mais gato e mais desejado pelas minhas amigas. Desde o primeiro momento, enlouqueci ele: ele beijava minha bunda e chupava ela o tempo todo. Enquanto a gente namorava, ele sempre pedia pra comer minha bunda, e eu nunca dava. Acho que manter o desejo vivo foi o que fez ele me levar pro altar.

O tempo passou e com meu marido a gente se divertiu pra caramba, mas claro que no primeiro ano eu tive que dar a buceta pra ele, senão acho que ele me matava. Tivemos dois filhos, Gabriela e Martín, que são a luz dos meus olhos. Agora são dois adolescentes estudiosos. Gabriela é a preferida do meu marido, Martín sempre briga com ele e chegam a ficar sem se falar por meses quando discutem.
O Martín, de 19 anos, falta um ano pra entrar na faculdade, e a Gabriela, de 18, é a caçula da família. Ele não é muito estudioso, mas se vira bem nas notas e passa, bem diferente da irmã, que sempre manda bem em tudo, igualzinho eu quando era mais nova.
Não quero esquecer de falar que meu nome é Paula, tenho 36 anos e quero descrever um pouco meu corpo, embora já tenha dito que a bunda é a cereja do bolo.

, meu corpo é a sobremesa, peitões proporcionados com uma caída natural, bicos não muito escuros mas bem pontudos quando eu fico excitada e, por sorte, tenho uma cintura de pilão. O meu é tudo natural.
Como descrever a bunda sem uma foto? Beleza, faz o seguinte: coloca as mãos na frente e afasta elas uns quarenta centímetros. Testa aí, você vai sentir. Abre os dedos o máximo que der e, mantendo os braços firmes, levanta as mãos pro céu, como se tivesse rezando pro Deus da bunda. Essa é a minha bunda. Sei que você consegue sentir ela entre as suas mãos. Imagina que, com o movimento das suas mãos, dá pra abrir e fechar ela pra ver aquele asterisco rosadinho que os peitões protegem. É assim que eu sou.
Todo mundo em casa pega na minha bunda, vão rir mas é verdade, quase como um Buda da sorte. Meu marido quando chega do trabalho me dá um beijo e dá um tapinha na minha rabeta. Meu filho muitas vezes passa correndo e entra na cozinha quando tô cozinhando e pá! em vez de cumprimentar, me dá um tapa na bunda. Minha filha é mais carinhosa e fica beliscando. São terríveis, mas não me incomoda, eu rio e levo numa boa.
Meu sogro também morre de vontade de fazer isso, mas é proibido!
Mas de repente, um dia, a inocência mudou. Eu tava prestes a começar a lavar roupa e o Martín passa correndo por trás de mim em direção à porta.
—Onde você vai?
—Meu nome é Javier, temos um jogo.
- Se tem roupa suja, traz ela
-Não sei. Acho que tem alguma coisa. Vai lá buscar ela.
-Mas você poderia fazer isso.
-Não, preciso ir.
Ele terminou de me falar isso quase na porta, como sempre tive que ir no quarto dele pra ver se tinha deixado roupa suja. Termino de colocar o que tinha de roupa na máquina e vou pro quarto dele. Como sempre, tudo jogado no chão: cueca, camiseta, meia e calça. Recolho tudo do chão e começo a colocar em cima da cama. Enquanto faço esse serviço, vejo que o idiota deixou o computador ligado. Chego perto pra fechar a sessão dele e desligar.
Quando olho pra tela, vejo que tem o que parecia uma página pornô. Olho direito e não era isso, era a página de uma rede social onde os amigos do colégio dela tinham formado um grupo pra compartilhar fotos, mas não era só isso.
Pego a cadeira da mesa dele e me sento pra investigar o que ele tava olhando, afinal sou a mãe dele e queria ver o que os amigos dele tão fazendo. Sabia que ele via pornô e nunca me deixa ver o que faz, mas agora tinha a oportunidade. Não ia ficar puta com o que visse, mas era melhor saber.
Era uma lista de comentários sexuais entre os colegas e fotos de mulheres de costas, especificamente das bundas delas, mas não nuas, eram fotos que pareciam caseiras. A curiosidade não me deixava parar. Comecei a ler os comentários e percebi que tinha uma discussão entre eles, ou melhor, uma competição. Não conseguia entender sobre o quê e continuei lendo. Tinha um link que me levava a um blog, e lá estavam carregadas um monte de fotos de mulheres, ou mais especificamente, das bundas delas. Estavam classificadas pelos próprios caras com números que representavam votos. Na segunda página, estava minha foto. Eu estava de costas, com uma calça de moletom que uso em casa. Fiquei gelada, não conseguia acreditar que a foto da minha bunda estava na web e que eu estava competindo sem saber com outras mulheres, sendo julgada pelo meu filho e pelos amigos dele. Continuei lendo, e o título do blog era “bundas de mães gostosas”. A quantidade de votos não se limitava só aos colegas do meu filho, os números não batiam, eram muito mais.

Volto a ler os comentários na rede social do meu filho e percebo que tinha uma competição clandestina entre vários institutos e colégios, sempre mencionavam a Natalie e tinha muita briga entre eles.
Decido copiar as páginas num papel pra ter acesso pelo meu PC, desligo o laptop dela e tento apagar os rastros da minha navegação.
No começo eu tava puta, mas passou rápido, ser o desejo de uns adolescentes me dava tesão, a ideia de contar pro Martín e dar uma bronca nele não durou nem um minuto na minha cabeça. Mas o que eu ia fazer, minha curiosidade era mais forte. Não sabia o que fazer com essa informação que me atormentava.
Vou pro meu quarto e me tranco, sabia que não tinha ninguém em casa, mas mesmo assim boto a chave. Ligo meu notebook e copio os links, minha curiosidade não me faz perder tempo.
Na sequência, me posiciono na minha foto e vejo a quantidade de votos que eu tinha, 2436. Primeiro sinto vergonha, mas passa na hora quando vejo em que posição eu estava, 14ª. Eu, sempre orgulhosa da minha bunda, redonda, macia, quase comestível, não conseguia acreditar como tinha sido humilhada por outras 13 rabetas, como se fossem os 13 Ronin que deram um golpe fatal no meu orgulho.
Isso não podia ficar assim, tinha que inventar alguma coisa pra garantir um lugar no pódio, e melhor ainda se conseguisse o primeiro lugar. Mas como eu ia fazer ou o que ia me vir na cabeça, era algo que naquele momento eu ainda não sabia.
Comecei a observar minha concorrência, quem eu teria que vencer e a tão falada Natalie. Tinha bundas de todos os tamanhos, mas elas corriam com uma vantagem, muitas se mostravam quase por inteiro, de short, de legging, de calça colada, até a tal bunda da Natalie, coberta só por um fio vermelho, era imbatível, uma microtanga era o biquíni de uma mãe, era dourada, igualzinha a bunda de uma garota da Playboy, linda, malhada na academia.


Quem era essa Natalie? Mãe de quem? Como eu poderia descobrir sem levantar suspeitas do meu filho?
Mas aí me veio uma ideia: quando eu chegasse, ia perguntar pro meu filho se ele sabia se alguma mãe dos colegas dele tava indo pra academia, porque eu queria fazer umas aulas. Tinha certeza que assim eu conseguia arrancar onde a Natalie treinava.
Espero até o Martín chegar e encaro ele quando vejo que tá sozinho.
-Oi, tá cansado?
-Mais ou menos
—Tô afim de pegar umas aulas de ginástica, cê não conhece alguma mãe dos teus amigos que malha na academia?
-Não, a ninguém.
—Tem certeza?
Não, dos meus amigos não, mas sei que a mãe de um cara do San Agustín faz crossfit.
—O que é isso?
—É tipo um treinamento militar.
- Você pode perguntar pra ela onde ela treina?
—Mas não conheço ela.
—Mas como é que você sabe que ela treina?
-Todo mundo sabe, tá no Facebook
-É gostosa?
—Sim
—mais que sua mãe?
-hahaha Sim
—Que malvada. Sou sua mãe, eu é que deveria ser a mais gostosa.
-Bom, sua bunda é mais gostosa.
-jajaja achei que você ia falar meus olhos
Foi uma conversinha que serviu pra eu arrancar uns dados sobre a Natalie e como encontrá-la, mas o principal foi saber o tesão que eu podia causar com a minha bunda.
Entrei na rede social e consegui descobrir informações sobre essa mãe. Ela tinha uma variedade enorme de amizades e era quase uma celebridade no mundo do crossfit. Pelo que eu via, a concorrência era pesada pra caralho, ia ser quase impossível competir. Decidi localizar a academia pra ver ela de perto e conferir se tudo que ela tinha era real.
Consegui descobrir até os horários em que ela treinava. A ideia era aparecer na academia e compartilhar o treino com a desculpa de que estava escolhendo uma para malhar. Quando chego na academia e, depois de falar com várias pessoas que me explicaram o tipo de treino que faziam, me deixam participar de uma das aulas. Foi pesado pra mim, que tava há muito tempo sem treinar, mas o objetivo era outro: era ir pro vestiário e poder ver minha concorrente.
Vou pro vestiário e tiro a roupa pra tomar banho, vejo que a Natalie tava tomando banho a uns metros de mim, me aproximo pra poder ver ela. Ela era gostosa pra caralho, a bunda parecia esculpida em mármore, as pernas musculosas brilhavam com a água. Me aproximo e percebo que sou bem mais alta, graças a Deus em alguma coisa eu podia ganhar dela.

Resolvo puxar uma conversa enquanto a gente tomava banho juntos.
-Oi, sou a Paula.
-Natalie.
— Faz tempo que treina?
—Sim. Faz anos. É a primeira vez que você vem?
—Sim, quero afinar essa buceta um pouco.
Enquanto falava isso, me virava e mostrava a bunda pra ele, pegava ela com as duas mãos.

—Por quê? O que tem de errado?
—Mas o seu é perfeito.
—Haha, acredita não, é por causa da ginástica, mas metade do tempo tô sentindo dor, alongamento, estiramento, prefiro ter um igual ao seu que é lindo, natural, mais gostosinho.
Enquanto me dizia isso, ela ficava se tocando, eu deixava, estava admirando a número um, voltei a ter esperanças de poder tirar dela o primeiro lugar. Mas pra isso eu teria que trabalhar.
Já tinha visto minha concorrência, agora precisava de um plano pra entrar na disputa, subir de posição rápido e meu filho era o único que tinha a chave pra esse concurso.
Meu objetivo era que o Martín me fotografasse, eu sei que quando ele tá em casa, fica o tempo todo com o celular na mão, então eu teria que mostrar um pouco mais de pele pra ele poder me fotografar.
No dia seguinte, meu filho estava na sala deitado no sofá com o celular na mão. Aproveitei a situação pra servir de modelo e entrar na competição. Eu tava só de camiseta e calcinha — a camiseta é comprida e muitas vezes fico assim em casa. Sabia que se me abaixasse um pouco, ia deixar a raba exposta pra ele fotografar. Então comecei a pegar umas caixas que estavam em cima de um móvel na frente do meu filho. Me estiquei várias vezes, esperando dar tempo pra ele me fotografar. O resultado eu veria no dia seguinte, depois de um tempinho pra ele postar as fotos no blog, se é que ele tinha tirado as fotos.
Meu sogro quase teve um treco quando viu minha bunda pelada, capaz que ele até tirou fotos pra bater uma punheta depois!

Não passava mais a hora, a expectativa era grande, só quando fico sozinha em casa consigo acessar o site e ver se ele conseguiu carregar as fotos. A decepção foi enorme, o masturbador não tirou nenhuma foto minha ou não carregou, sei lá, mas eu tava ficando fora do jogo, pelo menos a posição eu mantinha.
Teria que usar outra estratégia, já que em quatro dias a gente ia pra casa de um amigo do meu marido passar dez dias aproveitando as férias de verão dos meus filhos. Tinha me ocorrido uma ideia.
Eu tinha uma casa a metros de uma praia espetacular, um verdadeiro paraíso. A praia era minha desculpa pra planejar algo com meu filho. Primeiro, eu tinha que plantar a ideia na cabeça do meu marido e da minha filha. Eu sei o que eles gostam e o que não gostam, o que querem fazer e o que não querem, essa era minha vantagem.
A gente tava jantando os quatro e eu peço ajuda sabendo a resposta, primeiro pra minha filha e depois pro meu marido.
— Gaby, amanhã quero ir cedo no shopping comprar um biquíni pra usar na casa do Rubén (o amigo do Ricardo, meu marido), os que eu tenho tão tudo surrado.
—Não, mãe, eu não posso e você sabe que me cansa escolher roupa pra você, nunca se contenta com nada.
—Mas não posso ir sozinha, tenho que provar vários e não posso ficar entrando e saindo do provador toda hora pra pegar outro modelo. Se você não me acompanhar (falei isso olhando pro Ricardo).
—Por que não eu? Você sabe que não posso amanhã, tenho que ir trabalhar de manhã.
-Mas se ninguém quiser me acompanhar, não vou de amigo teu.
—Mas não enche o saco, porque o Martín não te acompanha, se ele tá sem fazer nada.
-Não, o que é que eu vou fazer, isso é coisa de mulher.
-Vai, tarado, tu não vai virar viadinho se acompanhar sua mãe. Aproveita e pede pra ela comprar algo pra você.
—Você me acompanharia?
— Se me comprar alguma coisa, sim.
- Vê que teu filho é mais fácil que a tabuada do 1. Com um presente, já muda de ideia na hora.
Finalmente, todo mundo feliz, consegui meu objetivo sem muito esforço. Agora eu tinha que pensar em como poderia manipular meu filho.
Logo cedo acordo meu filho pra levar ele pra fazer compras, queria que tivesse pouca gente nas lojas de roupa, pra poder escolher sem ninguém encher o saco.
Já no shopping, fui direto pra uma loja que vende roupa íntima e esportiva, era um lugar bem grande e naquela hora da manhã tava praticamente vazio. A gente pode escolher as peças que quiser e ir experimentar nos provadores alinhados ao longo de uma parede de 10 metros, a única porta é uma cortina de tecido grosso que não encosta no chão e deixa ver os pés de quem tá experimentando a roupa.
Vou escolher vários e experimentar eles.
—Precisam de alguma coisa? (Uma vendedora pergunta pra gente)
-Não, obrigado. Posso pegar várias peças.
-Sim, sem problema, mas não pode levar todas juntas pro provador, é regra da empresa. Quer que eu leve pra você?
Não, é muita gentileza, meu filho pega pra mim, não se incomode.
Não é incômodo nenhum, mas fica a seu critério. Qualquer dúvida, tô no balcão.
Já tava, eu tinha nas mãos uns dez modelos diferentes de maiô e a vendedora tinha deixado a gente sozinho, a música ambiente monótona de fundo me fazia lembrar dos filmes pornô dos anos noventa.
— Martín, vou experimentar todos esses. Vai me passando um por um.
-Sim, sem problema.
O Martin senta num banco comprido que tava na frente dos vestiários, enquanto isso eu entro num delas e levo uma maiô inteiro, tive o cuidado de levar todos os modelos de tamanhos menores que o meu, tudo tinha um propósito.
-psiu, psiu, Martín, cê pode vir aqui? (falo enquanto enfio a cabeça por um lado da cortina)
—Sim, agora vou.
Ela se aproxima, eu já tinha vestido a minha malha inteiriça vermelha, o tamanho pequeno era o responsável por fazer meus peitos saltarem pelos lados e por enfiar bem o tecido dentro da bunda, parecia que estava comendo ela.
- Olha, cê gosta? (ele deixava aparecer por um buraco que a cortina deixava).
-Mmm, deixa eu ver, vira aí.
-Então, como é que tá em mim?
Não gosto da cor e como fica em você.
-Bom, espera aí que vou vestir um biquíni
Corro a cortina e ela não fecha completamente, fica aberta uns três centímetros, percebo que o Martín fica por perto. Enquanto estou pelada, pego um biquíni de duas peças, não muito pequeno, mas o suficiente pra mostrar melhor minha bunda.
Visto a tanga e de repente a cabeça do meu filho aparece por trás da cortina.
-Para, para, que ainda não tô pronta.
O olhar dele crava nas minhas tetas e fica encarando, eu com naturalidade termino de colocar a parte de cima.

—Bom, agora como é que fica em mim?
- Um pouco melhor, mas é muito grande, deixa eu ver, vira pra cá.
Viro devagar no provador e vejo a reação dele pelo espelho, ele fica de olho na minha bunda.


E aí?
-Fica melhor em você, mas experimenta outro.
- hahaha, não tô cansado não, cê não gosta de nada. Por que você não escolhe logo o modelo que te agrada e a gente leva pra casa, aí eu experimento lá, tanto faz, esses aqui eu levo do mesmo jeito.
-Bom, agora eu escolho e vou pagar, é um presente, mas você vê em casa.
- hahahaha, tenho que vir sempre com você pra fazer compras, papai nunca me compra nada.
Não conseguia esconder minha alegria e, pela cara dele, a dele também. Fui no caixa pagar o que tinha escolhido e experimentado, depois fomos pro carro. No carro, me sentia uma adolescente, a gente ria de qualquer besteira, tava ansioso pra chegar em casa.
Assim que chegamos em casa, peço pra ela me mostrar o que tinha comprado pra mim.
Vai, quero ver o que você comprou pra mim.
— Vai enfiar?
-Não, depois, por que tanta pressa?
-Bom, então te dou depois.
- hahahaha que safado, então vamos pro meu quarto, já que você tá com tanta pressa.
Eu não aguentava mais olhar pro que eu tinha escolhido, e ele também não. O nosso negócio era descarado, mas era um jogo onde a gente tentava mostrar outra coisa, indiferença diante da situação. Ele jogou na cama uma sacolinha de papel; dentro tinha uma caixinha de papelão dourada com o biquíni.
Tiro o saquinho de cima da caixa e abro, descubro com prazer um biquíni rosinha igual à caixa, era lindo e bem pequenininho.
-É muito bonito, mas cê acha que isso cabe em mim.
-Claro que tem que entrar em você.
- hahaha, mas é muito pequeno, olha atrás, tem um curativo, você é maluco
-Você tem que vestir, é um presente.
- hahaha, mas com uma condição: você não pode rir
—fechado.
- Bom, vou vestir e te chamo pra ver como fica em mim.
Ela sai do quarto, eu não podia acreditar no que estava prestes a fazer, mas estava decidida e excitada demais pra voltar atrás. Tiro a roupa e fico pelada, me toco na buceta e ela já tava toda molhada, pego a camiseta de algodão que tinha tirado e me seco, não queria sujar o biquíni.
Primeiro eu coloco a parte de cima, um pedacinho minúsculo de pano que mal cobria meus bicos, as tetas vazavam pelos lados como se quisessem escapar. Depois pego a tanga e vejo que na frente tinha um triângulo pequeno que continuava numa tirinha rosada. Visto ela e era descarada do jeito que se enfiava na minha bunda, sumia entre minhas polpudas nádegas. Me olho no espelho pela última vez e crio coragem pra chamar ele.
—Martín! Pode entrar.
No segundo, meu filho abre a porta e entra no quarto, os olhos dele me varrem dos pés à cabeça, escaneando cada milímetro de pele.
—E aí? Como é que fica em mim?
—Tá linda pra caralho. Vira aí, deixa eu ver.
-jajajaja
Viro devagar e fico de costas, mostrando a bunda pra ele, dava pra sentir o olhar dele cravado em mim.

- hahaha, você acha que seu pai vai me deixar usar isso. Nem louco.
- O que tem de errado?
—parece que tô pelada.
—Mas essa bunda é pra mostrar.
— Martín, sou sua mãe.
- Qual é o problema? Pena a etiqueta, senão tu tava pronta pra um pôster.
—Qual etiqueta?
-A da bunda.
Me viro e me olho no espelho, tava certa, entre minhas nádegas saía uma pequena etiqueta de pano retangular com a marca e o tamanho.
-hahaha, beleza, quero estar num pôster, vai, arranca ela
Subo na cama sem pensar e fico de quatro, na posição de cachorrinho, e ofereço a bunda pra ele arrancar a etiqueta.

Na mesma hora, ele se aproxima e senta na cama, pega a tira que passa entre minha bunda e puxa. Como eu imaginava, não consegue arrancar fácil — a tira se solta da bunda e eu percebo que tô mostrando o cu pra ele. Não consigo ver a cara dele, mas já imagino. Decido quebrar o gelo e levar na brincadeira, pra ele encarar numa boa.
Então fecho a buceta de uma vez e prendo a mão dele com minhas nádegas.
—Te peguei, hahahaha.
Mas ele me surpreende de um jeito gostoso. Enquanto eu aperto a mão dele, ele aponta um dedo e enfia ele inteiro no meu cu. Eu, pela surpresa e por um reflexo, puxo a bunda de uma vez, e o dedo sai do mesmo jeito.
- hahaha, que nojento, agora tu vai ter que lavar o dedo. Hahahaha
Falei isso e dei risada, não queria deixar ele envergonhado, muito menos reprimir ou assustar ele. De novo, a reação dele me surpreendeu.
—Por que nojo?
Ela me diz isso enquanto chupa o dedo como se fosse um pirulito gostoso.
—kkkkk, tu é maluco.
—Posso chupar ele?
-Que coisa?
- a buceta.
—Mas, Martín, sou sua mãe.
-Vai fundo.
Não disse mais nada, aproxima a cabeça e enfia entre minhas nádegas, dava pra sentir a língua acariciando meu esfíncter e empurrando no buraco como se quisesse entrar. Abaixei a cabeça e apoiei no travesseiro enquanto levo a mão direita pra buceta, ele me chupa, eu toco no clitóris com frenesi até deixar ele durinho igual meus mamilos. Tava quase gozando, ele continuava chupando, entre suspiros e gemidos consigo falar.
-Mete no cu dela.
Tirou a cabeça do cu quase na hora e, depois de um segundo, sinto a cabeça do pau dele empurrando no meu ânus. Faz um pouco de força, mas entra de uma vez, sinto o calor dele nas minhas entranhas. Ele começa a bombar com força e rapidez. Não demora muito pra gozar, me enche com um jorro longo de porra.

Sinto como um enema me enchendo. Ele tira o pau e ficamos deitados um do lado do outro na cama, olhando pro teto em silêncio. Quando a putaria passou, não conseguia acreditar no que a gente tinha feito. Ele vira a cabeça e fala baixinho pra mim.
- você tem a bunda mais linda do mundo.
—Isso tem que ficar entre a gente. Seu pai não pode ficar sabendo.
Não disse mais nada, já tava com a pica dura igual pedra, me coloca de quatro na cama e enfia no meu cu de novo, dessa vez não goza rápido, entra e sai com muita força, queria arrebentar minha buceta do cu, e eu adorava. Não sei quanto tempo durou a bombada, mas tivemos que parar de repente quando ouvimos um barulho na porta da frente, meu marido e minha filha tinham voltado. Lembro do barulho que fez quando puxou a pica do cu de uma vez, pareceu um peido bem alto. Martín sai correndo pro quarto dele, eu me visto o mais rápido possível pra ir pra cozinha e fingir que tava tudo normal.
Não conseguia acreditar no que tinha acabado de fazer com meu filho, comecei a conversar com meu marido como se nada tivesse acontecido, mas minha cabeça estava em outro lugar.
— E aí, compraram alguma coisa?
-Sim, não tinha muita variedade, mas consegui comprar.
—O Martín ficou entediado?
-Foi dar uma volta enquanto fazia compras.
Enquanto a gente conversava, eu sentia a umidade que tinha na bunda, tava com vontade de levar o dedo no cu e chupar os restos de porra.
O resto do dia passou normal, só que toda vez que eu ficava sozinha com o Martín, ele enfiava a mão dentro da minha legging e colocava o dedo no meu cu. Eu deixava, mas pedia pra ele tomar cuidado pra ninguém perceber o que a gente tava fazendo.
No dia seguinte, meu marido foi trabalhar e minha filha saiu com umas amigas, fiquei em casa sozinha com meu filho. A gente se olhou e saímos correndo pro meu quarto, ainda dava pra sentir o calor do meu marido na cama. Fico de quatro e ofereço a bunda pra ele, ele chupa e me enfia com tudo, era uma máquina, metia e tirava a cabeça do pau com força, deixava meu cu dilatado e aproveitava pra meter a língua. Ele goza e a gente fica deitado, exaustos, de repente ele quebra o silêncio com uma confissão.

-Mãe
-Sim
-Quero que você ganhe um concurso
—Um concurso?
—Sim, o da melhor buceta da escola.
—Tá maluco?
O destino fez com que meu desejo se realizasse sem eu pedir, ele me conta sobre o concurso sem desconfiar que eu já sabia, o desejo dele era o mesmo que o meu: que minha bunda ganhasse o concurso. Primeiro eu recuso, pra disfarçar, mas depois de conversar a gente chega num acordo pra que eu possa vencer com a minha bunda.
-Já sei o que a gente pode fazer: você vai tirar uma foto minha escondida no banheiro, eu agachada de costas, como se tivesse pegando alguma coisa no chuveiro, com o cu bem aberto. Isso vai chamar a atenção. Vamos lá, bora preparar a foto pra você postar hoje.
Fizemos isso. No banheiro, preparo tudo e especialmente minha buceta, passo um creme no corpo pra dar um brilho suave. Depois ele enfia o pau várias vezes e tira pra tirar umas fotos pela porta entreaberta, como se a foto tivesse sido tirada de surpresa.





Depois da sessão de fotos, fomos pro quarto escolher qual entraria no concurso, e depois a gente trepou mais várias vezes.
Tudo estava feito, agora era hora de esperar.
O dia terminou como qualquer outro, até que eu transei com meu marido à noite.
No dia seguinte, quando acordo, encontro meu filho na cozinha e ele sussurra no meu ouvido que eu era a número um. Finalmente meu sonho tinha se realizado, minha bunda era a primeira e era o sonho e as punhetas de centenas de caras e amigos do meu filho. Mal podia esperar pra encarar a espetacular Natalie e, mesmo que ela não saiba, me sentir superior.
Já era a bunda mais desejada da escola, ou de várias escolas. Já na casa do amigo do meu marido, dava pra ver como aumentavam as visitas e os votos na página e ver como eu me distanciava da Natalie.
Tudo era um sonho, quando podíamos ficar sozinhos com meu filho, eu dava a buceta pra ele, era dele.
Tudo rolou normal, me sentia observada e sendo despida pelo olhar dos amigos do meu filho, adorava aquilo, até que um dia, quando tava sozinha com minha filha, ela vem como se fosse contar um segredo, tinha descoberto minha bunda na net e me conta o que eu já sabia.
Minha filha me contou indignada e puta da vida com o irmão, queria contar tudo pro pai dela, sobre o que ele tinha feito comigo, como ele tinha me humilhado, mas eu fui acalmando ela pra transformar essa raiva em outra coisa. Primeiro falei que era normal o que o Martín tinha feito, pela idade dele, e aos poucos fui animando ela pra participar do concurso.
Como eu fiz, como a tornei cúmplice e como a gente arrombou a buceta dela com meu filho vai ser assunto de outro conto.
11 comentários - Mamãe mostrou a bunda no concurso 💦🍑😩