Minhas aventuras sexuais com coroas 4


Minhas aventuras sexuais com coroas 4

A colegial perdeu a noção do tempo, o momento era só receber as investidas do velho no seu ainda virgem cu e sentir aquela pica do porteiro tarado que a fez se sentir mulher pela primeira vez. O velho parecia que ia ter um infarto de tão ofegante que tava e pelo esforço extra que fazia pra meter forte naquele par de rabão e no tesouro que escondiam, ele comeu ela até ficar exausto de tanto prazer.

Cielo Riveros tava totalmente cansada, como o quartinho todo tava escuro, ela não sabia quanto tempo tinha passado desde que chegou. Ali tava, sem forças, com o velho em cima dela, sentindo a respiração dele na bochecha, totalmente satisfeito, e ela violada e humilhada.

Cielo Riveros, na sua fraqueza, refletia enquanto o efeito do prazer passava sobre o que tinha acontecido, sobre como foi parar ali, naquele quarto horrível, ao lado de um homem velho e nojento, aquele velho que tinha gozado dela à vontade, que a tinha humilhado, ao nível de uma puta suja, e chorou em silêncio pelo que tinha ocorrido.

De repente, sentiu a lampadinha acender de novo, fazendo suas pupilas se fecharem diante da luz repentina. O velho tava muito suado pelo esforço e viu com satisfação como seu pau tinha vestígios de sangue, assim como o colchão, prova inequívoca de que Cielo Riveros era virgem.

Depois, o velho desceu de cima da garota, fazendo ela sentir um frio no buraquinho, sem dúvida ele tinha aberto ela no meio. Ela então levou a mão até o seu já não tão virgem cu e sentiu tudo cheio dos fluidos de porra do fodeu, e virando pra olhar ele com aqueles olhos verdes grandes e lindos, disse: "O senhor é um desgraçado mentiroso, me disse que não ia me penetrar e olha como me deixou". E em seguida, se levantou, vestiu o biquíni e começou a se vestir, percebendo com nojo que tava toda grudenta por causa dos restos de porra seca no rosto, nas costas, nas pernas, e que cheirava ao suor dele, como se ele não tivesse comido ela. Ela também tinha gostado, e isso a fazia sentir vergonha e nojo de si mesma. Enquanto vestia o sutiã, pensava em como tinha perdido a virgindade anal com um gordo de 60 anos que não se lavava. Será que tinha ficado louca ou o quê? Enquanto vestia a saia, Cielo Riveros olhava para o velho, que a observava deitado, vendo ela se vestir com um sorriso debochado de satisfação, e disse:

"Parece mentira que acabei de te comer, me deixou seco, hahaha."

Ela só o encarou enquanto terminava de se vestir, e ver aquele sorriso debochado na cara do velho dava raiva e impotência. Sentia a blusa do uniforme grudando nas costas, e as pernas também estavam meladas de tanto sêmen.

Assim que terminou de se vestir, a colegial disse ao velho: "Cadê meu diário?" O zelador exausto apontou para um armário e disse que na segunda gaveta ela encontraria o precioso diário e a chave do cadeado para poder ir embora, enquanto soltava uma gargalhada e dizia que ela tinha ganhado na raça. Ela se sentiu indignada com as provocações do velho e, com os olhos cheios de lágrimas, dava vontade de matá-lo por fazê-la se sentir pior que lixo.

Abrindo a porta do quartinho, a garota saiu para fora e viu que já tinha caído a noite e a escola estava deserta. Foi até a saída, pegou o ônibus para casa e, quando chegou, foi direto para o chuveiro. Estava num estado físico e mental deplorável. Enquanto se lavava, não parava de pensar no que tinha acontecido e, mesmo contra a vontade, no fundo sabia que tinha sentido um prazer indescritível. Quando terminou o banho, se jogou na cama, sentindo o corpo todo dolorido, e, presa de um cansaço avassalador, caiu no sono.

No dia seguinte, ainda estava muito confusa com o que tinha acontecido. Não podia dizer que estava traumatizada, mas a verdade é que não conseguia acreditar no que tinha feito. Sabendo que aquele capítulo da vida tinha terminado, foi enterrando aos poucos na mente e tentou levar a vida normal, mas só Ficaria só no desejo, já que mais tarde seria vítima de mais assédios por parte de homens loucos para aproveitar os encantos dela.
Na segunda-feira seguinte, ao voltar para a escola, tentou seguir com seu ritmo normal de vida, com as amigas, se comportando do mesmo jeito de antes, nada tinha mudado, só que sentia um pouco de vergonha, então evitava encontrar o zelador que tinha estuprado ela. Um dia, no intervalo, conversando com as amigas, viu ele a uns 10 metros, sem camisa, todo suado, cavando terra debaixo do sol, com aquela barriga mole e banhado de suor. Voltaram à mente da garota aquelas imagens, quando ele, também encharcado de suor, destruía a bunda dela, e o esfíncter se contraiu, a pele se arrepiou, os peitos endureceram de repente e a buceta começou a ficar molhada. Assustada com a reação do corpo, se despediu das amigas e foi para a sala dela.
A vida de Cielo Riveros girava em torno do desejo, da luxúria e da lascívia que, sem querer, provocava em homens de todas as idades, que, usando engano, assédio, chantagem e outras sujas artimanhas, não paravam de tentar levá-la para a cama para saciar no corpo voluptuoso dela as mais baixas, sujas, porcas e aberrantes perversões sexuais.Assim os dias foram passando,
a mina foi esquecendo aquele capítulo que rolou com o foda-se Juan e saía pra dar um rolê
aos sábados com a permissão da mãe dela com o namorado Rodrigo. Iam no cinema, museu, shopping, feira, etc.
CieloRiveros era muito feliz com o namorado dela, e estar junto com ele era o máximo pra ela.
Um sábado, estando em casa com a mãe dela — já que, como vocês lembram, a mãe trabalhava como enfermeira numa clínica rural e, por causa do horário, só se viam nos fins de semana — a mãe chamou ela.
"Cielo Riveros, minha filha, vem aqui que eu tenho uma surpresa pra você." A menina respondeu do quarto dela: "Já vou, mãe."

Quando a menina chegou na sala de casa, viu que a mãe dela tinha uma caixinha embrulhada de presente e, dando um beijo na bochecha da mãe, disse:
"O que é isso, mãe?" A mãe colocou nas mãos dela e falou:
"É pra você, minha filha. Comprei porque sei que você precisa e porque você tá tirando notas muito boas na escola. Mas abre logo, vai."

A menina, sem esperar mais, abriu e viu que era um celular bem moderno, com câmera integrada pra tirar fotos e gravar vídeo. A menina, toda empolgada, abraçou a mãe e disse:
"Valeu, mãe! Você não sabe o quanto eu queria ter um. Todo mundo na escola já tinha, menos eu, e isso me fazia sentir mal. Obrigada, mãe."
"Sim, filha, você merece por ser tão boa filha. Só peço que cuide bem, porque tô pagando com muito sacrifício. Você sabe que o que eu ganho mal dá pro básico."

Cielo Riveros, muito feliz, correu pro quarto dela, se jogou na cama e a primeira coisa que fez foi ligar pro namorado, contando que já tinha celular e combinando de se ver à tarde pra dar uma volta.

De tarde, a colegial foi pro parque se encontrar com o namorado Rodrigo. A garota tava usando um vestido de verão bordado com florzinhas, com um decote que deixava ver mais da metade daquele par de peitos de dar água na boca. Embaixo, o vestido batia no meio da coxa, e isso, junto com a rabuda da menina, fazia o vestido subir de um jeito provocante. Com aquele andar sinuoso, a saia balançava de um lado pro outro no ritmo do quadril dela. Quando ela andava, era seguida por todo o vizinho masculino. Ela ia pensando em ver o namorado e nem percebia o efeito que causava. Entre os homens, ela despertava não poucos suspiros por onde passava. Qualquer homem, jovem ou mais velho, sonhava em realizar suas fantasias nos braços daquela mistura de menina-mulher. Naquele dia, estava muito ventoso quando, de repente, uma rajada de vento levantou o vestido da garota, pegando-a desprevenida e alegrando a vista dos sortudos que puderam ver seu biquíni rosa cheio de rendas, fazendo a garota ficar vermelha de vergonha.

Um dos que viam aquele delicioso vai e vem daquele par de bundões com desejo era "o gorila", um cholo líder de uma gangue que vivia assaltando gente pra comprar droga e cerveja, típico dessas quebradas perdidas. Devia ter uns 32 anos, cheio de tatuagens, cabeça raspada, uma barba de semanas sem fazer, sempre vestia bermudas largas e tênis. Era muito corpulento e peludo, por isso chamavam ele de gorila, de gênio dominador.

Naquele dia, pra variar, estavam se drogando com maconha num beco ao lado de um bilhar, que era o centro de operações deles. Era um beco abandonado, bem estreito, com uns metro e meio de largura por uns 8 metros de comprimento. Geralmente iam lá pro fundo pra ficar chapados e deixavam um na entrada pra dar toque se algo rolasse.

Foi esse que avisou com um assobio quando viu Cielo Riveros com seu andar rebolado e mexendo sinuosamente sua escultural rabeta. O gorila e os outros saíram do fundo do beco pra curtir o espetáculo de Cielo Riveros.

Cielo Riveros viu o gorila e sua gangue parados, encostados na parede, mas ela nem ligou, porque tava distraída pensando que ia ver o namorado. Ao passar por eles, sentiu os olhares carregados de safadeza que, sem nenhum pudor, miravam seus peitões. Eles viam, hipnotizados, como seus peitos firmes esticavam o tecido do vestido, e como os biquinhos marcavam perfeitamente no pano, apesar da proteção do sutiã. E os olhares cheios de tesão também iam pra suas nalgas apetitosas, isso a assustou muito ao ver os olhares daqueles homens e ela tentou apressar o passo para passar o mais rápido possível, baixando a cabeça.
"Pra onde vai tão sozinha, minha rainha?" ouviu Cielo Riveros a voz rouca do gori, ao levantar a vista a garota o viu que, sem tirar os olhos dos seus peitões enormes, lambia os lábios com lascívia enquanto os outros murmuravam um "mamacita" ou alguma outra palavra libidinosa.
Cielo Riveros, sem responder, apressou o passo toda assustada, enquanto o vento continuava aumentando e ela fazia esforços sobre-humanos pra não levantar o minivestido.
"Ô irmão, mas que buceta de mulher" disse um dos cholos.
"Que espetáculo, que rabão enorme essa filha da puta tem... essas nalgotas... grandes e redondas" disse o gori.
"Ela é uma gostosa... que melões que ela carrega" falou de novo em tom lascivo um dos cholos.
"Não, caralho... se essa puta faz qualquer um ficar de pau duro... é pra ficar bombando essas nalgas o dia inteiro na cama" disse o gori.
Cielo Riveros seguiu seu caminho, esquecendo dos cholos e não prestando atenção nos cantadas que ouvia pelo caminho; ela estava verdadeiramente apaixonada pelo namorado e só pensava no encontro com ele. Ao avistá-lo, um sorriso se desenhou em seu lindo rosto, eles se abraçaram e beijaram, e em seguida sentaram num banco pra conversar sobre bobeiras. Ali foram passando a tarde, de mãos dadas, sentados e trocando beijinhos de selinho. Os caras que passavam se deliciavam vendo as pernas bem torneadas e cruzadas, deixando à mostra sua pele macia de veludo que, ao estar sentada no banco, fazia o vestido subir, dando um show e tanto pra todo mundo que passava por ali.
Nem preciso dizer que o rapaz se sentia nas nuvens por ter ao lado uma mulher que provocava os pensamentos mais libidinosos nos homens; ele sabia muito bem disso, porque também tinha ficado assim quando conheceu Cielo Riveros de vista e a via passar caminhando, rebolando, fazendo a... o sangue ferveu de desejo, mas agora essa gostosa escultural era só dele e de mais ninguém (deixa eu rir, kkkkk, ele pensava isso, sem saber quantos já tinham comido a Cielo Riveros e quantos ainda iam comer). O cara sentiu o tesão subir com tanto beijo que aquela beleza de namorada dava, sentados como estavam, se beijando, ele passava a mão nas costas da mina e apertava ela contra o corpo, depois descia pelo lado e pousava naquelas coxas deliciosas e macias, acariciando e começando a subir devagar, cada vez mais. Excitado, o cara começou a beijar o pescoço dela, explorando a pele fresca e gostosa. A mina tinha um olhar de medo e tesão com aqueles beijos e carícias cada vez mais ousados, e com o que o povo que passava ia pensar vendo eles.

A mina reagiu, porque estavam em lugar público, e falou:
— Não… a gente não pode.
Ele sentiu como ela já estava agitada.

Já era quase noite, e ele pegou na mão dela e disse:
— Vem, vamos caminhar.

Caminharam em silêncio, abraçados, o casal feliz, parando de vez em quando pra se beijar, enquanto os outros que viam morriam de inveja, desejando estar no lugar dele pra saborear os lábios sensuais dela, que só de olhar já faziam a mente viajar em putaria sobre as maravilhas que a dona deles faria, e também pra tocar aquelas curvas gostosas que se desenhavam perfeitamente debaixo do mini vestido leve que mal cobria as pernas bem torneadas, motivo também de pensamentos tarados. Assim o casal feliz foi andando até chegar num terreno baldio mais escuro que a boca do lobo. O cara levou ela pra dentro, tentando continuar o que tinham feito no parque, mas longe dos olhares indiscretos. Encostou ela numa árvore.

E começou a beijar ela na boca com uma pressão avassaladora, metia a língua revirando tudo lá dentro, agarrava os peitos dela por cima do vestido e massageava. Ele fez um gesto fraco como pra impedir, mas sem convicção nenhuma.
Tirou os peitos dela pra fora e começou a chupá-los, que peitos duros e grandes, com uns mamilos completamente inchados, os gemidos dela aumentaram. O mamilo era grosso, carnudo e duríssimo, ela chupava um mamilo e com a mão massageava o outro peito, fazendo a mina se molhar toda na buceta dela.
Cielo Riveros "ahhhhhahhhhhhhh meu amor" gemia a mina, presa em sensações gostosas.
Cielo Riveros o segurava com os braços, agarrando ele pela nuca e apertando contra os peitos enormes dela, suspirando com as lambidas do garoto que faziam um formigamento desgraçado percorrer o corpo todo dela, sentia a bucetinha dela molhada com a situação tão gostosa que o namorado dela tava dando, e pelo jeito que a pressão que sentia na barriga, parecia que a pica dele também tava dura.
Em seguida, o garoto desceu uma das mãos por baixo do vestido até a parte de cima da coxa da mina, sentindo um puta prazer naquela pele nua tão macia, percorria com a mão aquele par de bundão gostoso, apertando e acariciando por um tempão, aproveitando cada segundo do prazer que aquele corpo dos sonhos dava, descia as mãos percorrendo a coxa lisa da perna pra depois subir de novo a mão pra apertar aquele bundão de novo.
"ohhhhhhohhhhhhhh meu amor você me faz tão feliz" gemia a mina, ele tocava a bocetinha quente dela que tava quase fervendo de tanto que o garoto excitado apalpava, Cielo Riveros fazia caretas de prazer na carinha angelical dela, torcia a boca, mordia os lábios e balançava a cabeça de um lado pro outro.
As mãos safadas do garoto percorriam aquele par de pernão macias, acariciando avidamente enquanto não parava de chupar os peitos dela com tudo.
Ahhh coisinha gostosa dizia o garoto, a pica dele tava dura pra caralho e ela sentia isso na barriga dela, excitando ela mais ainda e se agarrando mais na cabeça dele, colando ele mais nos peitões enormes dela.
"Aahhh mamacita coisinha gostosa dizia o garoto tarado, e em seguida tomou o mamilo inchado com a boca e chupou ele, fazendo Cielo Riveros arquear a cintura e gemer "Ahhhhhhhhhh, que gostoso, love."
A colegial estava super acelerada e ofegava a cada instante, era um verdadeiro vulcão sexual.
Nisso, ouviram umas senhoras conversando pelo terreno baldio, se separando na hora. Cielo Riveros arrumou a roupa e o cabelo, e disse que já era tarde, que por favor ele a levasse em casa, para o desencanto do garoto que queria continuar a festa.
Caminharam até a porta da casa da menina e, com um beijo, se despediram, ela entrando em casa.
Naquela noite, na solidão do quarto, já de madrugada, a garota começou a ter um sonho molhado, dormindo só com um biquíni minúsculo. Com a mão, começou a acariciar o clitóris, enquanto com a outra mão acariciava os peitos apetitosos, parando nos mamilos delicados para beliscá-los, brincar com eles, contorná-los, torcê-los suavemente enquanto flexionava as pernas torneadas e arqueava as costas, afundando a cabeça no travesseiro, presa da excitação. Na mente dela vinha o amasso que tinha dado com o namorado no terreno baldio.
Oohhh meu love, assim dá mais, dizia a garota. De repente, ouviu uma voz rouca que dizia "Sinhorita, vou te dar mais". Ela, ao vê-lo, já não era Rodrigo, era o Coxo João, e não estava mais no terreno baldio, estava no quartinho do velho lascivo, completamente nua. "Slut, vou chupar sua buceta e vou meter a pica até me fartar de você."
Essas palavras vulgares, no tom como ele as dizia, produziam um calor dentro da colegial que a fazia perder a razão, e no sonho o velho chupava os mamilos dela como um desesperado, fazendo a buceta dela ficar molhada no meio de um delicioso formigamento… "aahhhh…oh, Deus"… sussurrou com os olhos semicerrados, os lábios úmidos semiabertos, enquanto na mente dela, no meio do sonho, chegava a voz. do coxoJuan.
"Ahhh que delícia, mami, você é toda uma putinha, adora a pica, dá pra ver que tá muito necessitada, mas eu vou te dar uma foda que você nunca vai esquecer" tudo isso vinha à mente dela como um turbilhão, tornando aquele momento algo excitante pra ela. Ela gemia sem parar de se esfregar vigorosamente na entreperna, que nessa altura já estava praticamente encharcada, virando o rosto com o cabelo caindo como uma cascata sobre ele, dando um toque ainda mais erótico, e com os dedos entrando e saindo da sua intimidade, molhando-os com seus sucos que cada vez jorravam em maior quantidade.
Depois de mais alguns minutos dessa putaria… "ahhhhmmmmjjjj ….oohhhhh ….meu-deus….ahhhhggggmmmmjjjj!" … gemeu longamente, mordendo o lábio inferior de um lado só, se agitando, amassando os lençóis, convulsionando sua escultural anatomia com a chegada de um orgasmo caudaloso que, de forma estrepitosa, a fez soltar gritos de prazer que com certeza alcançaram todos os cantos da casa, mas se sentindo segura de não ser ouvida por ninguém, descarregou toda a energia acumulada.
Não conseguiu evitar um arrepio que percorreu todo o seu corpo, da ponta dos cabelos até os dedos dos pés. Exausta, voltou a dormir.
No outro dia de manhã, ao acordar, se sentiu muito molhada na sua bucetinha. A princípio não lembrava de nada, mas aos poucos começou a recordar a noite com seu sonho molhado, e as imagens vinham à mente onde era possuída pelo velho Juan. Então suas bochechas se avermelharam, seu corpo começou a se excitar e sua buceta voltou a pulsar.
Surpresa com a reação do seu corpo, correu, se levantou e entrou no chuveiro, tentando apagar o fogo que começava a arder no seu corpo e que ameaçava consumi-la.
Já mais calma depois do banho, se dedicou às suas tarefas e a preparar suas coisas para o outro dia, que era segunda-feira, ir pra escola.
Na segunda-feira, Cielo Riveros chegou à sua escola preparatória, descendo do ônibus que a deixava em frente ao colégio. A garota via todo o auê que tinha formado por todos os estudantes que chegavam na escola de ensino médio e os que saíam de suas aulas do turno da manhã, e virava pra todos os lados esperando ver alguém conhecido, quando cruzou o olhar com a Claudia, que era sua melhor amiga, que, como dizemos aqui no México, também não cantava mal as rancheras — isso quer dizer que, assim como Cielo Riveros, a Claudia também tinha seu valor, mas, diferente de Cielo Riveros, essa mina era totalmente desinibida.

Essa guria era dona de uma bunda redonda que parecia ter sido esculpida por um artista, uma cintura fininha de vespa, um par de peitos não tão grandes nem tão exuberantes quanto os da Cielo Riveros, mas agradáveis aos olhos masculinos. O rosto não era tão bonito quanto o da Cielo Riveros, mas também não dava pra dizer que era feia; a carinha dela era safada, de olhar sensual e cabelos ondulados loiros, derretia quem a conhecia.

Se cumprimentando com um beijo na bochecha, o par de colegiais gostosas ficou conversando alegremente por alguns minutos na porta da escola, aproveitando que ainda faltava um tempinho pra começar as aulas. As duas minas batiam papo distraidamente, sem prestar atenção nos olhares tanto de professores, funcionários quanto alunos, que se deliciavam vendo o espetáculo visual gostoso que as duas garotas ofereciam com suas minissaias escolares que mal batiam no meio da coxa, exibindo pernas muito bem torneadas e a curva de suas bundas que dava pra ver sobressaindo das saias.

Tinha colegas delas que tentavam aproveitar a oportunidade de provocar encontros casuais e tentar ver um pouco mais além do panorama que ofereciam os peitões da Cielo Riveros devido ao generoso decote da blusa justa dela, ou quando, com a amiga Claudia, estavam sentadas na grama e ofereciam à vista seu par de belas e torneadas pernas, fazendo com que mais de um tivesse que se "fazer justiça com as próprias mãos" nos banheiros da escola. Ao não aguentar ver um espetáculo visual daqueles.
Como a gente tava dizendo, a Claudia era uma mina totalmente sem vergonha, adorava se esbaldar com algum cara que ela curtia, deixava ele beijar e apalpar ela toda. Os beijos dela e o corpo já eram de conhecimento geral dos colegas de escola, amigos dos irmãos, vizinhos, etc. Desde um ano atrás, ela tinha pegado um gostinho por tudo que envolvesse rapazes e paradas sexuais.
O uniforme dela gerou mais de uma reclamação das professoras pro diretor. A saia plissada era curtíssima, e ela adorava usar a blusa apertada, valorizando ainda mais a silhueta.
Ela sabia aproveitar o corpinho que Deus deu, fazia os moleques mais novos do 1º ano comprarem coisas pra ela só com um sorrisinho. Inclusive, conseguiu que um professor, que babava por ela, aumentasse as notas baixas que ela tinha em matemática.
"Por favor, profe" — só tinha que dizer, chupando um picolé de um jeito insinuante e brincando com os cabelos, dando uma olhadinha de cachorra triste, daquelas que ela sabia fazer muito bem.
Ela saía todo fim de semana pra balada, fumava sem os pais saberem e tentava não ser vista chegando bêbada, coisa que acontecia bem direto. Se juntava com os amigos do namorado, todos morrendo de vontade de pegar ela, e alguns sortudos já tinham aproveitado os encantos dela. O namorado era um cara de gangue, um vagabundo que não fazia nada de útil, só vagar e se drogar.
A Claudia saía todo fim de semana, dançava sem limites com algum cara se o namorado não tivesse por perto, beijava se curtisse, e se valesse a pena, deixava se apalpar nos cantos escuros. E se rolasse a oportunidade, ela mamava a pica (desde que o sortudo valesse a pena). Ela tinha virado uma expert em mamar, já tinha chupado 6 picas diferentes: a do namorado, a do primo e a de uns caras da balada. E não se importava, adorava saber que enlouquecia os homens quando mamava neles... curtia o calor, sentir como pulsava na hora de gozar. e engolir todo o sêmen, o sangue fervia quando lembrava de transar, aquela parada que tinha descoberto uns meses atrás e tinha ficado viciada nesses bagulhos.
Tocando o sinal pra rapaziada entrar pras aulas, as duas gostosas foram pra sala delas assistir as matérias, rebolando a raba deliciosamente sob o olhar de admiração e desejo de todos os caras e de inveja das minas menos sortudas.
No fim de uma aula, Cielo Riveros ficou um tempão na sala com outra colega que tava explicando uns problemas de matemática que ela não tinha conseguido pegar direito. Quando a explicação acabou, ela procurou a amiga Cláudia com o olhar e percebeu que a mina não tava na sala. Como ainda tinha 20 minutos de recreio, saiu pra procurar ela.
Cielo Riveros tava andando pela escola atrás da amiga. Na real, era uma criatura digna de ser pintada num quadro por um grande artista pra deixar de legado pra posteridade. Uns traços angelicais no rosto que era impossível não virar pra olhar, o corpo quase perfeito cheio de curvas por todo lado, os peitões lindos e enormes que se erguiam desafiadores, marcando o mamilo gostoso por baixo do tecido da blusa já que ela tava com o casaquinho oficial do uniforme sem abotoar, a cintura fina e a barriga completamente reta, um par de bundões redondos e empinados que balançavam no andar cadenciado dela e um par de pernões lindamente moldados e firmes que dava pra ver por baixo da minissaia.
Na real, era um monumento de novinha. Quase todo mundo na escola sonhava em conquistar ela e comer ela, principalmente um moleque chamado Víctor, um pivete de 20 anos daqueles típicos que só vão pra escola por diversão. Já tinha repetido vários semestres porque não estudava, só adorava matar aula, fumar na escola ou ficar vendo revista pornô que sempre levava na mochila. E então já tava com os hormônios à flor da pele e, vidrado, olhava pra Cielo Riveros sem tirar os olhos. a vista dos seus muslos formidáveis nem das suas nádegas redondas que se desenhavam sob o leve balanço da minissaia escolar e que rebolavam com seu andar cadenciado.
Ela, ao vê-lo olhando com luxúria, corou e desviou o olhar para o outro lado, tentando evitá-lo, sabendo que ele era um vagabundo e que só estava na escola para bagunçar.
Victor, não aguentando mais ao vê-la, se aproximou da menina e disse:
"Pra onde vai, gostosa? Não quer que eu te acompanhe?"
"Não, obrigada", respondeu a menina secamente, sem nem olhar pra ele.
Ele tinha se colocado ao lado dela, andando no mesmo passo, e ao estar tão perto era inevitável não cravar o olhar naquele par maravilhoso de melões que apareciam pelo decote da blusa. Eram imponentes demais, soberbos demais para não babar por eles.
"Por que a gente não vai ao cinema, gatinha? Não seja chata, vamos, eu te convido", dizia o tarado para a escultural colegial. "Olha, a gente vai se divertir pra caramba lá. Essas tetonas já tão pedindo pra serem chupadas e apalpadas."
Cielo Riveros sentiu o rosto queimar ao ouvir as vulgaridades que o moleque dizia.
"Mas o que você pensa que é, idiota? Para de me encher o saco."
"Qual é o problema, vagabunda? Se essas tetonas são pra serem aproveitadas, não vai ser freira que isso sim seria um desperdício", dizia o tarado Victor, que queria comer ela de qualquer jeito.
Cielo Riveros se sentia incomodada porque o garoto, além de falar um monte de putaria, não a deixava em paz. Continuava andando ao lado dela e olhando descaradamente.
"Então, que tal a gente ir ao cinema e você me dar uma mamada no pau? Olha, minhas bolas tão cheias de porra pra não explodirem."
A garota já não respondia mais. Achava que ignorando ele, ele ia se cansar e ir embora, mas essa atitude só animava mais o jovem tarado, que continuava bombardeando ela de sacanagem.
Cielo Riveros estava tão focada em se livrar de Victor que nem percebeu por onde estava indo, e foram parar numa parte deserta da escola, lá no fundo. segundo andar, onde tinha umas salas que serviam de laboratório, mas naquele momento não tinha ninguém, já que, por ser o intervalo, todo mundo tava lá embaixo nos refeitórios ou nas quadras jogando bola.

Distraída do jeito que tava, ao virar uma esquina, tinha um corredor de uns 3 metros de fundo e, mais adiante, só uma parede. A garota quis dar meia-volta e voltar por onde tinha vindo, mas Víctor se interpôs. Ela tentou se desviar pra passar, mas ele se metia na frente de novo e não parava de falar:

— Anda, putinha, não seja difícil. A gente pode passar um tempo gostoso, eu e você. Olha, agora não tem ninguém, a gente tá sozinho aqui.

— Só me dá um beijinho, mamãe gostosa — disse Víctor, enquanto esticava a mão e agarrava uma das nádegas da menina. Ela, surpresa com a ousadia, empurrou a mão dele e respondeu:

— Não me toca, seu idiota. Você é um porco. Vaza e me deixa sair, senão vou gritar e te denunciar pra te expulsarem.

Ele olhava pra ela, se divertindo. Era um moleque já bem experiente e, vendo os lindos olhos verdes da menina, sabia que ela tava assustada e só queria parecer brava e que cumpriria a ameaça.

Cielo Riveros tava ficando nervosa com a situação de estar ela e aquele depravado sozinhos naquele lugar afastado dos outros. Ela insistia em tentar desviar dele pra passar, e ele continuava se metendo na frente, tornando inúteis os esforços da garota.

Isso fez a menina se desesperar e, já baixando o tom de voz, quase implorando, disse:

— Cielo Riveros: "Por favor, me deixa passar, Víctor. Eu não te dei motivo pra você falar assim comigo."

Erro enorme da Cielo Riveros. Com isso, ele confirmou que ela tava assustada e, mais corajoso ainda ao ver a timidez dela, segurou os pulsos dela, dizendo:

— Claro, putinha, que me deu motivo. Você anda pela escola toda levantando os pau com seu jeito de rebolada e de se vestir, mostrando tudo e dizendo com essa atitude que tá morrendo de vontade de uma pica boa — falou o garoto, enquanto forçava ela a andar. para trás até que as costas dela bateram na parede do corredor estreito.
O moleque, já mais seguro e se sentindo dono da situação, percorria com olhares lascivos os peitos enormes dela, olhares que não passaram despercebidos e que fizeram ela sentir um leve arrepio, mistura de medo e tesão.
Pela posição em que estavam, dava pra ver o lado de dentro de uma sala pelos vidros, mas quem estava lá dentro não via eles porque um quadro-negro velho encostado na janela, já todo carcomido e com uns buraquinhos, tampava a visão. Nisso, ouviram umas vozes entrando na sala — era um par de professores que tinham esquecido uns documentos que precisavam levar pra direção.

Os dois viraram pra olhar pelos buracos do quadro. O garoto, sem soltar os pulsos dela, e Cielo Riveros reconheceu um dos professores: era um mestre que sempre teve carinho por ela e que sempre ajudava quando ela precisava de explicação sobre algo que não entendia. Achando que era a tábua de salvação, ela se preparou pra gritar por socorro, mas Víctor, adivinhando as intenções dela, deu um tapa na cara dela e disse:

"Se gritar, sua puta, todo mundo vai ficar sabendo que eu tô te comendo. Quer que todo mundo saiba que eu te como e que você gosta? É isso que você quer, sua vadia?"

Cielo Riveros, surpresa e assustada com o tapa, balançou a cabeça negativamente. A última coisa que queria era que a reputação dela fosse pro chão — ela ficava horrorizada só de pensar que todos a chamariam de puta.

"Então, sua putinha, fica mansa e coopera, senão agora mesmo todo mundo vai saber que você é uma puta barata."

A menina assustada, com lágrimas nos olhos, só conseguia dizer: "Por que você tá fazendo isso comigo? Pelo amor de Deus, me deixa ir."

O sujeito só sorria e, sem nenhum pudor, apertava a rola dura por cima da calça, que esticava o tecido igual uma barraca de circo.

Pegando ela pela cintura, apertou ela forte contra ele. A menina, horrorizada, colocou as mãos no peito dele, tentando se afastar, mas o garoto puxou ela. Puxou os cabelos dela com força pela parte de trás, puxando pra baixo, machucando ela e dizendo: "Então, qual é a foxy? Vai cooperar ou vou contar pra geral agora mesmo que vadia você é."

A menina, muito assustada, disse que sim, mas que não machucasse ela mais. O gostoso do garoto apertou ela de novo pela cintura fina, curtindo a cara de horror da menina, e colou ela com força nele pra ela sentir a piroca que tava dura e crescendo por causa dela já fazia um tempão. Ele aproximou a boca tentando beijar aqueles lábios grossos e frescos, mas a menina virou o rosto pro lado, falando: "Não, me solta, para com isso, me larga, Víctor."

Ele agarrou ela pelos cabelos de novo, pela parte de trás, puxando selvagemente, e tomou posse daqueles lábios suculentos, grossos e deliciosos, dando um beijo sufocante pra ela, sentindo aquele hálito gostoso que saía daqueles lábios carnudos. Ela tava com os olhos arregalados ao máximo, com uma expressão de pavor no rosto, sentindo horrorizada aquele hálito quente que vinha da boca dele, aquela língua que se metia na boca delicada e fina dela à força, se mexendo pra procurar a língua dela e se enroscar, e aquela barba fechada dele, que como lixa arranhava a boca dela.

"Mmmmmmmmmgggggggg" "Mmmmmmgggggggg"

Cielo Riveros gemia e se remexia com o beijo selvagem. Depois de um tempo, ele se separou dela, fazendo a garota desesperada implorar de novo com lágrimas nos olhos.

Cielo Riveros: "Me solta, me larga, Víctor, não faz isso comigo, pelo amor de Deus."

Mas o Víctor, mais excitado ainda, olhava pra ela com luxúria e, se sentindo dono da situação, começou a meter a língua na orelha dela, o que dava umas cócegas gostosas na menina, que se remexia com essas sensações. Depois, ele passou a beijar o pescoço dela com aquela barba fechada que tinha, fazendo Cielo Riveros sentir um monte de cócegas no pescoço sensível dela, enquanto com uma mão subia e pegava uma das tetas enormes da menina, apalpando ela. Ao sentir a carícia atrevida no peito, ela deu um pulo, dizendo: "Nãooooooo, não faz isso, me deixa!" Mas ele não a escutava. Estava vidrado naquele corpo de deusa e apertava as nádegas dela com a outra mão, sentindo aquela bunda deliciosa e curvilínea. A garota estava horrorizada, com vontade de gritar e sair correndo dali, mas as ameaças do Victor faziam ela pensar duas vezes, implorando que aquilo acabasse logo.

Descendo as duas mãos, Victor se deliciava apertando, espremendo e massageando aquele par de nádegas maravilhosas. As mãos dele percorriam ansiosas aquelas redondezas enormes, pra depois pegá-la no "cartãozinho", como a gente diz (com as duas mãos apoiadas na bunda, levantando ela pra cima). "Minha nossa, que raba você tem, mamacita, você é mais gostosa do que eu pensei." E era verdade: aquela bunda era dura, redonda, perfeita. A pica do Victor estava tão dura que a Cielo Riveros sentia ela encostando na barriga dela, assustando-a.

"Caralho, como você aperta, gostosa, se essa bunda já tá pedindo pica aos berros e essa buceta fechadinha já tá na hora de conhecer o que é uma boa foda. Ohhh, puta, que nádegas duras e gostosas você tem." A garota estava tremendo, sentindo o corpo todo virar um emaranhado de nervos. "Não, não faz isso comigo." A voz dela era um sussurro. Ela tinha os braços caídos ao lado do corpo, se deixando levar, já sem oferecer resistência. E o Victor tinha as duas mãos enfiadas entre os braços e o corpo dela, massageando a bunda.

Ele a tinha encostada na parede e, com o corpo, empurrava ela, batendo com a cintura como se estivesse fodendo, fazendo ela sentir aquela ereção enorme na barriga, enquanto com as mãos na bundona dela, apertava ela contra ele. Victor, já muito excitado, dizia: "Você gosta, raposa, eu sei que você gosta." Ela já tinha a cabeça jogada pra trás, deixando o pescoço totalmente desprotegido à mercê dele, que dava lambidas no pescoço sensível dela. Isso porque, ao percorrer ela com a boca uma e outra vez, causava nela... Deliciosos arrepios por todo o corpo dela, fazendo com que instintivamente ela jogasse a cabeça pra trás, deixando todo o caminho livre. Víctor tinha encontrado um dos muitos pontos fracos da escultural colegial. A língua e a barba de candado do garoto faziam ela sentir um gostoso arrepio que mexia com os sentidos dela, mas mesmo assim ela dizia "Por favor, me solta, por favor, Víctor". A mina nem percebeu que os professores que tinham chegado há um tempo já tinham ido embora, podendo ter saído dessa situação se tivesse notado. Ele passava a mão na bunda dela sem parar, sentia algo indescritivelmente gostoso nas mãos, como aquele rabão tremia e se mexia por causa da situação quente, e também as reboladas deliciosas dela que não paravam, esquentando ainda mais o já tarado Víctor. Era maravilhoso sentir e apertar aquelas bundonas e sentir o biquíni dela pela teia fina da saia ao mesmo tempo que ela rebolava gostoso. Cielo Riveros tremia o corpo inteiro, tomada por sensações muito prazerosas que iam se apoderando dela aos poucos contra a vontade dela. Aquela massagem que a língua dele dava no pescoço sensível dela mexia com os sentidos dela. Cielo Riveros, com os olhos semicerrados, sentia a boca quente do Víctor percorrendo uma e outra vez o pescoço sensível dela, enquanto as duas mãos trêmulas de excitação do Víctor passavam sem parar nas bundonas carnudas e apetitosas dela por baixo da minissaia escolar curtíssima, apertando e separando, sentindo como a mina rebolava com o apalpamento e ele sentindo que aquelas bundonas levavam ele ao céu. Que rabo o da Cielo Riveros, era firme, duro e macio. A mina sentia como as mãos do Víctor apertavam aquela bunda que deixava mais de 10 malucos. Com as duas mãos ele abria e fechava de novo, uma e outra vez, tudo isso sem parar de lamber com a boca o pescoço sensível dela, fazendo com que a resistência da mina fosse cada vez menor. Se aproximando do ouvido dela, o garoto disse: "Teu corpo foi feito pra Gozar disso, você é como um manjar dos deuses."
O garoto excitado tira o colete pelas costas de Cielo Riveros e em seguida a blusa,
ficando só com o sutiã sexy dela, sem que a mina, exasperada, se opusesse.
Com as lambidas no pescoço, a colegial monumental continuava de olhos fechados,
com a cabeça jogada para trás, encostada na parede. Os peitões subiam e desciam
no ritmo da respiração ofegante dela — era uma visão muito excitante.

Em seguida, ele enfia as mãos nas costas de Cielo Riveros, procurando o fecho do sutiã.
A mina, com as mãos nos ombros dele, tentava afastá-lo suavemente,
rebolando num esforço inútil para evitar que ele tirasse o sutiã, dizendo:

Cielo Riveros: "Nãoooo... não faz isso, para!"
Mas ele não parava. As mãos trêmulas dele lutavam para soltar o fecho
que prendia aquele par de seios exuberantes.

Que delícia era para ele sentir aquela sensação de domínio sobre a colegial,
que ele estava forçando contra a vontade dela, e que não conseguia resistir aos seus desejos sujos.

Cielo Riveros, exasperada pelas lambidas no pescoço sensível,
por aquela língua áspera e aquela barba que faziam ela sentir
um delicioso formigamento no pescoço, tentava inutilmente segurar o tarado do Víctor,
rebolando e com as duas mãos nos ombros dele, empurrando-o bem de leve,
com a cabeça jogada para trás, dizia:

"Víiiictooooor... paaa... paaa... para!"
Sabendo, se conhecendo como se conhecia, que se aquela língua e aquela boca
com aquela barba grossa chegassem nos seios dela e nos bicos hipersensíveis,
suas poucas forças para resistir e sua pouca lucidez seriam derrotadas,
e então ela se entregaria àquelas sensações prazerosas,
e Víctor faria com ela o que quisesse.

A colegial sentia os pelos do pescoço, do peito, dos braços se arrepiarem
com os calafrios que percorriam seu corpo uma e outra vez,
enquanto as mãos suadas e trêmulas de Víctor lutavam para destravar o fecho do sutiã da mina,
o que não era fácil por causa do nervosismo dele. ansiedade, nas mãos trêmulas e suadas dela e nos movimentos de Cielo Riveros, que não parava de rebolá, numa tentativa em vão de evitar o inevitável.Cielo Riveros ficou com a cabeça jogada pra trás, aguentando a boca desgraçada no pescoço sensível dela, que não dava trégua, fazendo a vontade dela fraquejar, quando de repente ouviu um som de "clique". Os melões gostosos da mina acabavam de ser libertados da prisão, pulando livres e deslizando oO sutiã caiu no chão.Víctor se afastou da garota por um momento para admirar aquele espetáculo incrível que eram os peitos de Evelin nus. Era um par de peitos de cinema, redondos, empinados — ela nem precisava usar sutiã. Aquele par maravilhoso de melões se mantinha firme, desafiando a gravidade apesar do tamanho, com os bicos inchados de tesão se destacando nas auréolas. Era uma visão maravilhosa.Cielo Riveros, ao se ver completamente nua da cintura pra cima, ficou vermelha que nem um tomate, mas não se mexeu, ficou parada ali esperando o que viesse, o que acabou deixando o garoto ainda mais excitado.

O olhar do luxurioso Víctor irradiava uma morbidade alucinante ao ver aquele monumento de guria ali semi nua, ele se deliciava com a visão incrível daquele corpo espetacular.

Cielo Riveros estava muito nervosa, sabendo o que vinha, com uma mistura estranha de medo, desejo e excitação, consciente de que se as lambidas e chupadas no pescoço e as sensações deliciosas quase acabaram com sua vontade, agora tudo isso transferido pros seus peitos e pros seus bicos sensíveis seriam sensações multiplicadas por dez, e que então sua vontade seria totalmente dominada pelo desejo, pela luxúria e pelo prazer do seu corpo.

Ela respirava ofegante, os peitos espetaculares subiam e desciam gostosamente no ritmo da respiração, sentia o coração saindo pela boca, sabendo que aquele cachorro quente não teria pena dela.

Ele, observando a entrega quase total da menina, esboçou um sorriso diabólico de satisfação e disse.

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