O DESPERTAR DE UM HOMEM
Capítulo 21: a vida me dá uma nova chance
PaolaFala aí, tem alguém?
Natalia correu até o telefone, olhou pra Luz que tava desmaiada,
Ele a levantou com as mãos e agarrou o cano que estava pendurado.
PaolaOi, Luz, você me ouve?
Natalia, ao ouvir a irmã chorando, temeu o pior.
NataliaIrmã, o que foi? Não me diga que...
PaolaSergio acordou, sua puta, tá acordado, voltou pra gente.
Natalia desabou em lágrimas, aquele choro de alegria, emoção, felicidade.
A família se aproximou e a Natália deu a notícia. Na família, era só alegria.
Abraços, choro, as pequenininhas floresceram, a carinha triste e fria delas tinha sumido, a cor apareceu de repente, igual arco-íris depois da chuva.
No hospital estavam a Paola e minha mãe, também estavam a Melisa e a Rocío, que não hesitaram um segundo em sair para a casa em busca da família e dos que
Estavam presentes, era véspera de Natal e não teve presente melhor.
de que ela volte à terra dos vivos
Mãe-Doutor, como você está? (entre lágrimas)
Cirurgião-Fica tranquila, Mônica, os sinais vitais dela estão estáveis, a gente tirou o
respirador e consegue respirar sozinho, ainda tá confuso, agora precisa fazer exames, ressonâncias, tomografias, análises, estimular o corpo dele, por ter ficado muito tempo deitado, naquela posição, o sangue dele tem que circular de novo e
mesmo que tenham mexido o corpo, o cérebro dela precisa ativar, o mais importante
O importante é que ela acordou. Vou deixar você passar agora pra falar com ela, e se ela não tiver amnésia...
Mãevaleu, doutor, valeu (se abraçaram forte)
Cirurgião-não precisa me agradecer, o crédito não é só meu, é do time
E de vocês também.
Mãe-Nós não fizemos quase nada, só conversar com ela e dar uma força.
Cirurgião-Isso ajudou muito mais do que a senhora imagina, como doutora, a senhora devia saber disso.
Vamos parar de conversar e ir pro homem, vou te deixar um tempinho a sós com ele.
depois vai passar a paola, que não para de chorar, o semblante dela mudou
Paola-E aí, o que você acha? Esse é o maior presente que eu poderia ganhar.
Entraram na sala, a mãe dela não conseguiu segurar as lágrimas, a enfermeira que
Ela tava tirando sangue, ele se afastou, ela chegou perto, passou a mão no rosto dele e olhou bem nos olhos.
Nos olhos, ele também se virou e olhou para ela.
MãeOi, filho, bem-vindo.
Ser-Hoo la la - ele olhava pra ela com um olhar estranho
Não conseguiu se segurar e desabou em lágrimas, se jogou sobre ele. Vendo que ele não a reconhecia, beijou tanto os lábios dele que, com a saliva dela, umedeceu a boca dele. Ele tentou mexer a boca, ainda estava fraco, os movimentos eram lentos e pausados, ainda estava confuso. Continuava sem reconhecer a própria mãe.
Monica:Tranquilo, filho, não precisa falar.
Sergio:Você é minha mãe? — perguntou
Ele olhava pra ela e tentava falar, sem ainda reconhecê-la, não conseguia falar direito. Ela beijou ele nos lábios de novo, passou a mão no rosto dele e falou:
Monica:Sim, filho, sou sua mãe. Não se esforce, é um milagre você ter acordado. A família, os amigos, todo mundo preocupado com você, até saiu nas notícias. A família vai ser feliz de novo. Muita coisa aconteceu, mas o mais importante é que você voltou pra gente. Agora é hora de você se recuperar e voltar pra sua vida, pras nossas vidas.
Ele moveu a mão dela até o rosto dele, dando um carinho na cara que ainda estava molhada de lágrimas. Naquele instante, a enfermeira entrou para trocar a roupa que ele estava usando e prepará-lo para fazer os exames necessários. Mônica, que já estava ali, decidiu ajudar a enfermeira. Depois da troca, seguiram fazendo todos os exames necessários, uma série inteira de exames, ressonâncias.
Tomografias, eletrocardiograma, chapas, etc.
O cirurgião se aproximou do Sergio pra ver como ele estava.
fez um par de perguntas pra ver a reação dela
Cirurgião:Beleza, campeão, me diz como você tá se sentindo.
Sergio:Tá bem, doutor.
Cirurgião:Isso já é um avanço, você lembra do seu nome?
Sergio:Não, doutor, não lembro meu nome.
Cirurgião:Tranquilo, não se esforce, lembra da sua idade?
Sergio:Não sei, doutor, o que que tá rolando comigo.
Cirurgião:Acabadas de acordar, vão se deitar pra sua memória voltar
Tá sentindo alguma dor?
- Sérgio apontou pra boca e pra barriga dela
Sergio:Doutor, o que tá acontecendo comigo? Por que não consigo lembrar de nada?
Cirurgião:Tá bem, Sérgio, não se esforce, agora eles vão terminar os estudos.
e vai voltar pro quarto pra descansar, vai começar a comer aos poucos, tem que recuperar as energias, e teu sistema digestivo tem que se adaptar de novo aos alimentos, devagarzinho, rapaz, você vai voltar a lembrar.
Sergio:O que aconteceu comigo, doutor? Por que eu tô aqui? Não lembro de nada.
Cirurgião:Mmm, deixa eu ver como explicar. Quero que você esteja preparado pro que vou te dizer: você ficou em coma por mais de um ano, acordou, sua força de vontade...
ou o simples fato de que não é o seu momento,
Sergio:como em coma
Cirurgião:Sua mente desligou, ficou em modo de descanso, você não conseguia nem se mexer,
viver sua vida do jeito que você vinha vivendo
Sergio:tava morto
cirurgiãoÉ algo assim, mas fica feliz, aos poucos você vai voltar pra sua vida.
Sergio:Que vida, doutor, se nem lembro como me chamo.
Sergio desabou em lágrimas, não encontrava explicação, não conseguia lembrar de nada.
apesar dessa conversa, o cirurgião ficou preocupado com as respostas do Sergio.
Ele sabia que havia dores, que não conseguia mexer as pernas e o cérebro dele
não lembrava, era o que mais preocupava ela, é o jeito que viu a morte dela
O cirurgião se aproximou dos familiares pra bater um papo com eles antes dela voltar.
dos estudos
Cirurgião:Olá, boa tarde a todos. Bom, vou passar um boletim médico pra vocês.
Agora, só falta eu ver os estudos e revisar com a equipe médica. Tem uma coisa que me deixou preocupado numa conversa com ele: ele não consegue lembrar nem o próprio nome e idade.
pode ser que demore pra processar tudo que tá rolando, ele já sabe que ficou um ano dormindo, pra ele vai ser muito difícil assimilar, que passou um ano apagado, isso vai ser um processo, o que mais me preocupa é a última coisa que ele lembra, e é aí que me preocupo, que você tenha ataques de pânico, não vamos saber como ele vai reagir conscientemente e é aí que vocês vão intervir, vai ser difícil esse processo, por enquanto não encha ele de perguntas, se ele perguntar, respostas claras e curtas, e se não reconhecerem vocês, tenham paciência, digam o nome de vocês e o parentesco.
pra que o cérebro dela absorva essa informação.
Sim, doutor — responderam ao mesmo tempo.
Cirurgião:Beleza, quando eu tiver todos os exames, vou passar o laudo médico pra vocês irem acompanhando a evolução e vendo como tá a saúde dele. Daqui a pouco vão trazer o Sérgio pra sala.
Lá no fundo daquele corredor, elas viram o maqueiro trazendo o Sergio na cadeira de rodas. Ele vinha de cabeça baixa, e as irmãs dele, Julieta e Yesica, não conseguiram segurar a vontade de sair correndo na direção dele. Ninguém tentou impedi-las.
chegaram ao encontro dele, abraçando-o pelos dois lados, esperando uma reação de
ele, seus braços pesados se ergueram, rodeando ambas por cada lado, e ele disse,
Sergio:Oi,
Ambas desabaram em choro, abraçando ele, esperando uma resposta dele.
Tento fazer um esforço pra lembrar, mas a mente dele não ativava nada.
Julieta:mano, maninho, você voltou — com lágrimas nos olhos
Sergio:vocês são minhas irmãs
As meninas se afastaram dele, olharam assustadas, não conseguiam entender.
Como o irmão dela não lembrava, a Mônica, a mãe dela, se aproximou por trás.
Elas, e eu sussurro no ouvido delas pra poder consolar, mas elas não entendiam o motivo.
Se agarraram na mãe dela, até que ela falou.
Monica:Oi filho, eu sou sua mãe e essas gostosas são suas irmãs, Julieta.
Yesica, calma, filho, você vai lembrar delas.
As irmãs não largavam o irmão, depois de um ano sem vê-lo acordado.
não queriam soltar, até que o maqueiro falou
Camilheiro:meninas, não vão quebrar ele ainda, vamos levá-lo pro quarto e lá vocês vão poder conversar melhor, o rapaz deve estar exausto
Conforme o maqueiro avançava em direção ao quarto com o Sergio, ele ergueu o olhar pra quem tava ali, encarou um por um com um olhar diferente, distante e até frio, observou eles como quem queria gravar cada um na memória. Muita gente que tava presente ficou preocupada com o jeito que ele olhava, perceberam que o Sergio não era mais o mesmo.
muitos se preocuparam, enquanto pensavam que ainda é cedo pra tirar
conclusões e vamos dar o espaço que o doutor falou, sem forçar, sem sufocar.
Já dentro e acomodado na cama, o Cirurgião com sua equipe entrou no quarto.
pra dar uma revisada e fazer algumas perguntas pertinentes, explicar o motivo de ela estar no hospital
Cirurgião:Oi, Sérgio, como você tá?
Sergio:Tá bom, doutor, acho que sim.
Cirurgião:Vejo que você consegue falar melhor, sente alguma dor, algum incômodo?
Sergio:sim as mãos e as pernas, é chato pra caralho
Cirurgião:você poderia nos mostrar
custou muito pra ela se mexer e achar os pontos exatos, errando os lugares,
Cirurgião:Bem tranquilo, não precisa se esforçar. Você sente náusea, vontade de vomitar, a boca seca.
Sergio:Tô com dor na barriga, acho. Aqui, apontando pra barriga dela.
Cirurgião:É por falta de comida, como te falei antes. Quando a gente se retirar, você pode comer devagar, sim. Os médicos que você vê aqui são a equipe.
médico e ela é Erika Sierra, psicóloga.
Psicóloga:Oi Sérgio, meu nome é Erika, pode me chamar de Eri, bem à vontade.
Sergio:Oi, Eri
Psicóloga:Bem, Sérgio, qual é a última coisa que você lembra? Seja o que for, não guarda pra você.
aqui cê tá em confiança, o que falar daqui não vai sair, tá bem?
—Sergio assentiu com a cabeça — beleza, me conta aí.
SergioBom, não sei como explicar, é um quarto escuro, eu tava abraçado numa mina, nos beijando, e aí a gente ouviu uma conversa que assustou nós dois, é meio confuso pra caralho.
psicólogaIsso já é um progresso, você começar a lembrar.
Sergio:por que eu tô num hospital
psicóloga:Beleza, Sérgio, pra você entender: você sofreu uma série de ferimentos, caiu de um andar bem alto, não lembra.
Naquele instante, algo na mente dele clicou, ele entrou num transe subconsciente, como se não quisesse sair. A cena na cabeça dele começou com as rajadas de luzes batendo contra ele, caindo para trás. De repente, ele se viu caindo e caindo sem parar, enquanto uma série de imagens da vida dele aparecia, até bater na água e as imagens sumirem num instante, deixando ele num quarto escuro, iluminado por uma luz branca. Enquanto ele lembrava disso, o corpo dele começou a enlouquecer, como se estivesse possuído. A psicóloga tentou tirar ele daquele transe, mas não teve resposta.
Paola ao ver isso entrou na hora, abraçou ele tentando segurá-lo, ele não reagia às palavras da Paola nem à psicologia, Paola não hesitou um segundo e se jogou, segurando o rosto dele e beijando ele na boca, aquele beijo por algum motivo
Consigo acalmar ele. A psicóloga viu a Paola e disse pra ela continuar.
Sérgio, que estava naquele transe, naquele quarto escuro iluminado pela luz
viu que do nada aparecia em cena numa poltrona, recostada nela estava a paola,
Numa pose tão sexy, era lindo admirar aquela imagem, nua e com a pele branca iluminada. Sergio se levantou, andou até ela pelado e com uma ereção forte.
Não houve palavras, ele sabia o que tinha que fazer. Subiu bem devagar e se posicionou por cima dela. Não trocaram uma palavra sequer. Começaram a se beijar, precisavam um do outro como se não se vissem há anos. As bocas deles se fundiram.
beijo cheio de paixão, luxúria, enquanto ele a penetrava, sem parar, num ritmo
controlado, as penetrações dele continuaram, ele estava prestes a chegar ao clímax, e fazendo
ele fez isso enchendo os ovários dela de porra, olhou pra cara da Paola, ela tava séria e balançou a cabeça de um lado pro outro dizendo que não, ele se assustou ao ver ela
na cara, a imagem dela sumiu e ele acordou,
Assustado, ele se sentou na cama do hospital na hora. Do lado dele estavam a Paola e a mãe dele. As duas perceberam que ele tinha acordado.
Monica:Filho, acordou? Como você está, como se sente? A gente ficou preocupado.
Sergio:Tô, sei lá, bem, acho que sim.
Paola: Finalmente você voltou, tava deixando a gente preocupada.
Sergio:E você, estava no meu sonho, a gente transando.
Paola:Eu sou sua irmã postiça, por assim dizer. Sonhou comigo, safado?
Sergio: sim, transando
Paola naquele momento ficou vermelha ao ouvir isso.
MonicaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.filho, tu tá lembrando das coisas
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Pode ser, mas ainda não sei seu nome e por que sonhei com você.
Paola:bom, porque tinham rolado umas coisas entre a gente, mas você vai lembrar disso
Sergio:Você é minha namorada?
Paola: até queria, mas tu já tem duas namoradas.
Sergio acabou de receber uma informação importante: ele tinha transado com a meia-irmã, e ainda por cima tinha duas namoradas, o que ele ainda não conseguia processar na cabeça.
A memória dela estava perdida e ainda não conseguia lembrar... ou será que sim? Tudo parecia tão confuso, tentar trazer aquelas lembranças, associar nomes aos rostos. Ela se via cheia de dilemas para desvendar...
Já fazia 2 semanas desde que ele acordou, a mobilidade dele voltou bem antes do esperado, graças aos tratamentos e à atenção constante. Tinha uma coisa que preocupava os médicos: os pesadelos constantes. Ele entrava num transe que durava horas e não tinha jeito de acordá-lo. Os pesadelos eram sempre os mesmos, começando iguais mas com finais diferentes — a cena de sexo ia mudando.
de lugares, sonhava com cada uma que tinha transado, mesmo assim a memória não voltava, nessas 2 semanas foi conversando com cada integrante da família, próximos e amigos, contando pequenas coisas, como se conheceram, o que viveram
mesmo assim ele foi prestando atenção em cada um, assim, com cada anedota, a memória dele
seguia vazia, o problema chegou com a presença da Fabiana, pra dizer de alguma forma, se não me engano, ela deu o pontapé na série de eventos que levou
ao acidente do Sergio ou a tentativa de matá-lo, quando ele a viu entrar, não percebeu.
Ela sentou do lado dele, contou quem era, sobre o que viveu, o problema surgiu quando ela tocou na mão dele e pediu desculpas com lágrimas nos olhos.
Sergio entrou num transe, relembrando o que tinha acontecido naquela mesma noite, com todos os detalhes.
Pra ele foi uma cena de terror, aquelas palavras cortantes da Fabiana, e também lembrou do tio dele que tava envolvido em tudo aquilo, do que ele tinha escutado junto com
Daniela, naquele quarto, tudo isso acontecia na mente dela, na cama de hospital ela tava.
Outra coisa, o corpo dela se contorcia, os médicos e a enfermeira chegaram pra estabilizar o Sérgio, que tava incontrolável. Deram um calmante pra conseguir segurar ele, e o corpo dele parou de se mexer.
Médico: O que foi que aconteceu?
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução. estávamos conversando, contando pequenos detalhes, até que minha irmã
Pego na mão dela e pedi desculpa.
Fabiana não para de chorar e repetir que a culpa era dela ele estar assim, se amaldiçoava, que ela é que devia ter morrido e não ele, que tudo era culpa dela.
O médico lembrou do que os agentes tinham comentado sobre como ela tinha sido
Os fatos, mesmo com toda essa informação, reagiu e falou com a Fabiana.
como eu devia proceder, como tinha que falar com ele, fazer ele lembrar dos momentos gostosos que a gente passou junto, e também recomendou que eu voltasse a ver uma psicóloga
Sergio voltava ao transe, seu sonho começava numa praia, sentado de frente pro mar.
sozinho em alguma ilha remota que talvez nem ele conhecia, olhando pro horizonte, e na mente dele repetia a mesma pergunta: será que ela tem que ser minha ou não? De repente, atrás dele apareceu
uma gostosa novinha, com um sorriso lindo, de pele morena, transbordando ternura, ela se aproximou, se ajoelhou na frente dele, pegou nas mãos dele e disse…
Jovenzinha:por que tão sozinha, por que você pensa isso, sou tão feia pra você me rejeitar
Sergio:Você é tão gostosa, seu sorriso lindo e hipnotizante, seu corpo é tão perfeito e essas curvas me deixam louco, seu olhar me derrete tanto que até me assusta.
machucar você.
Jovenzinha:Torna-te minha, nem pense duas vezes, estamos sozinhos nesta ilha, possua-me e deixa-me
Marcada na pele, me impregna com teu aroma na minha pele, beija meus lábios como se não houvesse amanhã.
Ela se jogou em cima dele, beijando seus lábios, suas línguas lutavam, duas cobras.
enroscando-se um no outro, a briga era mútua e não tinha vencedor.
Ele pegou o biquíni dela e puxou, soltando aquele par, firme, durinho, os peitos dela.
Os bicos dos peitos estavam durinhos, convidando pra ser devorados. As bocas deles se separaram e ele foi direto pra eles, ela agarrou a nuca dele, chamando pra não se afastar, e os primeiros gemidos dela saíram.
Saíram da boca dele, ela não hesitou um segundo e foi atrás do que tanto desejava. Enfiou a mão dentro da sunga, deixando sair a besta sedenta pelo manjar que estava prestes a devorar. Ele também não hesitou e passou a mão na virilha dela, procurando o que ansiava há tempos. Puxou a calcinha da biquíni de lado, a buceta dela bem fechadinha, depilada e com a pele tão macia que era um deleite pras mãos dele. Com um dedo, passou de cima pra baixo, sentindo que ela estava toda molhada e quente. Achou o clitóris dela e brincou com ele. Ela tremeu tanto que teve o primeiro orgasmo, soltando aquele grito de prazer.
Ele agarrou ela entre os braços e a deitou na manta onde estavam sentados.
Com todo cuidado, tirou o biquíni dela, deixando à mostra o que ele já tinha tocado.
gostosa, morena como a pele dela, se deliciou com o que via, ele se levantou, tirou o
O biquíni caindo, já ambos nus, ele se ajoelhou de novo na frente dela.
Sergio:Tá pronta pra virar mulher?
Ela balançou a cabeça e deu um sorriso tão safado.
como seus olhos se soltavam,
Ele se aproximou e apoiou a cabeça na entrada, foi devagar, sabia que era dela.
primeira vez, foi abrindo caminho até bater no fundo.
Ele olha pra ela,
ela sorriu de novo.
Ele recuou e, empurrando com mais força, rompeu a barreira que a tornaria mulher, deixando para trás aquela menina. Uma lágrima escorreu pelo rosto dela.
Ela olhou pra ele, olhou bem e disse: — me faz sua.
Ele avançou de volta, sentindo as paredes dela abraçarem o pau dele, os fluidos dela.
compensavam as investidas na buceta dela, com um ritmo constante ele penetrava
sem meter ela toda
Ela começou a gemer bem alto, se agarrava nele cravando as unhas nas costas dele.
Ele já estava pronto pra gozar e deixou bem claro.
Ela me deixou chegar junto com você, me enche com sua essência.
Ele investia mais e mais, enquanto no ouvido ouvia seus gemidos.
Os dois chegaram juntos naquele orgasmo, tão forte, tão esperado.
De repente, não escuto mais a voz dela, o corpo dela tava frio, os braços dela...
Já não abraçavam ele. Ele se levantou, olhou pra ela espantado, sem entender o que tava rolando.
no rosto daquela jovem era Fabiana, a pele dela pálida e fria, o corpo ensanguentado com três buracos, ele não reagia, não conseguia acreditar no que tava vendo
passando, de repente uma multidão o cercava, gente que ele não conhecia, com dedo
Apontavam pra ele, no coro de assassino, assassino!!!, ele não entendia nada, tava assustado.
não entendia e aqueles olhares das pessoas ao redor dele.
Ele acordou com gritos, acordando a Paola que estava do lado dele.
Paola se jogou nele, abraçando ele, tentando acalmar ele como podia.
até que caiu na ficha que tava no hospital, se agarrou na paola, tão forte,
sem querer soltar
PaolaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.tranquilo, meu amor, cê tá segura, eu vou te proteger
As palavras dela saíram tão sinceras, ela mesma se surpreendeu.
Sergio:Tive um pesadelo.
Paola: já passou, foi só um sonho.
Os dois se separaram por um momento.
Ela não conseguiu se segurar e deu um beijo nele com ternura, um beijo suave.
que durou uns segundinhos,
Os dias passavam e lembranças vagas iam aparecendo, aos poucos eu ia recuperando
Na memória dela, as princesas foram as mais felizes em comemorar que o irmão dela
Tinha lembrado de novo, abraçaram ele tanto, sem querer soltar mais, choravam de felicidade, era inevitável, quem tava ali também festejou.
Entre eles tinha alguém que sabia que o Sergio não tava bem, algo nele tinha quebrado, não era mais o mesmo e por mais que a memória dele tivesse voltado, ele sabia muito bem.
que seria difícil recuperar aquele adolescente, simpático, cheio de energia, disposto a ajudar qualquer um. Ele estava quebrado, a alma dele tava danificada, a mente frágil e o coração cheio de feridas. A avó dele tinha percebido, nenhum dos
presentes percebeu o olhar frio dela,
já tinham passado mais de 2 meses e o aniversário dele tava chegando, ele tava
cem por cento, não teve presente melhor do que dar alta pra ele. Saiu do hospital aplaudido por médicos, policiais e funcionários, os amigos da brigada, fardados de polícia, esperavam ele na saída montando guarda, com a mão dele.
Estendida ao cumprimento de um herói, Sergio cumprimentou e agradeceu por tudo que fizeram por ele, seu olhar continuava frio, seguiram em caravana para sua casa, em casa
Uma celebração a esperava, já estava tudo preparado. Quando chegou ao local
Sérgio desceu do carro e olhou pra casa, de freio, olhou, uma lágrima escorreu pela sua
bochecha, as lembranças dela surgiram de repente, a cara dela mudou pra raiva, os olhos gelados e ela saiu correndo dali, correu com toda a força, a família dela só percebeu que ela não tava mais lá, Rocío percebeu quando viu ela virando a esquina
Rocio:Sergio saiu correndo, gritou.
Todos olharam e só então perceberam que ele não estava, já iam sair pra procurar ele.
até que a vó falou
Luísa:Fala aí, todo mundo, ninguém se mexe. Rocío e Paola, vão atrás dele, sigam ele de perto.
mas não se aproximem se não for necessário, eu sabia que isso podia acontecer, nenhum
Cedeu, ninguém percebeu que o Sergio não é o mesmo, ele tá quebrado, tá machucado, e trazer ele pra cá foi a pior coisa que a gente fez. A Rocío e a Paola sabiam que não era uma boa ideia, elas vão segui-lo, e vocês entrem, vamos esperar elas voltarem.
A família e os amigos entraram na casa, com decepção e lágrimas nos olhos.
Luisa sentou numa cadeira e todo mundo se juntou ao redor, ouvindo com atenção o que ela dizia, cada palavra era um banho de água fria, ela entendeu que não foi uma boa ideia trazer ele ali, no momento em que ia comentar o que deveriam fazer.
Rocio e Paola estavam entrando
Paola: perdemos o Sergio de vista
Rocio: perdemos ele, sumiu
Capítulo 21: a vida me dá uma nova chance
PaolaFala aí, tem alguém?
Natalia correu até o telefone, olhou pra Luz que tava desmaiada,
Ele a levantou com as mãos e agarrou o cano que estava pendurado.
PaolaOi, Luz, você me ouve?
Natalia, ao ouvir a irmã chorando, temeu o pior.
NataliaIrmã, o que foi? Não me diga que...
PaolaSergio acordou, sua puta, tá acordado, voltou pra gente.
Natalia desabou em lágrimas, aquele choro de alegria, emoção, felicidade.
A família se aproximou e a Natália deu a notícia. Na família, era só alegria.
Abraços, choro, as pequenininhas floresceram, a carinha triste e fria delas tinha sumido, a cor apareceu de repente, igual arco-íris depois da chuva.
No hospital estavam a Paola e minha mãe, também estavam a Melisa e a Rocío, que não hesitaram um segundo em sair para a casa em busca da família e dos que
Estavam presentes, era véspera de Natal e não teve presente melhor.
de que ela volte à terra dos vivos
Mãe-Doutor, como você está? (entre lágrimas)
Cirurgião-Fica tranquila, Mônica, os sinais vitais dela estão estáveis, a gente tirou o
respirador e consegue respirar sozinho, ainda tá confuso, agora precisa fazer exames, ressonâncias, tomografias, análises, estimular o corpo dele, por ter ficado muito tempo deitado, naquela posição, o sangue dele tem que circular de novo e
mesmo que tenham mexido o corpo, o cérebro dela precisa ativar, o mais importante
O importante é que ela acordou. Vou deixar você passar agora pra falar com ela, e se ela não tiver amnésia...
Mãevaleu, doutor, valeu (se abraçaram forte)
Cirurgião-não precisa me agradecer, o crédito não é só meu, é do time
E de vocês também.
Mãe-Nós não fizemos quase nada, só conversar com ela e dar uma força.
Cirurgião-Isso ajudou muito mais do que a senhora imagina, como doutora, a senhora devia saber disso.
Vamos parar de conversar e ir pro homem, vou te deixar um tempinho a sós com ele.
depois vai passar a paola, que não para de chorar, o semblante dela mudou
Paola-E aí, o que você acha? Esse é o maior presente que eu poderia ganhar.
Entraram na sala, a mãe dela não conseguiu segurar as lágrimas, a enfermeira que
Ela tava tirando sangue, ele se afastou, ela chegou perto, passou a mão no rosto dele e olhou bem nos olhos.
Nos olhos, ele também se virou e olhou para ela.
MãeOi, filho, bem-vindo.
Ser-Hoo la la - ele olhava pra ela com um olhar estranho
Não conseguiu se segurar e desabou em lágrimas, se jogou sobre ele. Vendo que ele não a reconhecia, beijou tanto os lábios dele que, com a saliva dela, umedeceu a boca dele. Ele tentou mexer a boca, ainda estava fraco, os movimentos eram lentos e pausados, ainda estava confuso. Continuava sem reconhecer a própria mãe.
Monica:Tranquilo, filho, não precisa falar.
Sergio:Você é minha mãe? — perguntou
Ele olhava pra ela e tentava falar, sem ainda reconhecê-la, não conseguia falar direito. Ela beijou ele nos lábios de novo, passou a mão no rosto dele e falou:
Monica:Sim, filho, sou sua mãe. Não se esforce, é um milagre você ter acordado. A família, os amigos, todo mundo preocupado com você, até saiu nas notícias. A família vai ser feliz de novo. Muita coisa aconteceu, mas o mais importante é que você voltou pra gente. Agora é hora de você se recuperar e voltar pra sua vida, pras nossas vidas.
Ele moveu a mão dela até o rosto dele, dando um carinho na cara que ainda estava molhada de lágrimas. Naquele instante, a enfermeira entrou para trocar a roupa que ele estava usando e prepará-lo para fazer os exames necessários. Mônica, que já estava ali, decidiu ajudar a enfermeira. Depois da troca, seguiram fazendo todos os exames necessários, uma série inteira de exames, ressonâncias.
Tomografias, eletrocardiograma, chapas, etc.
O cirurgião se aproximou do Sergio pra ver como ele estava.
fez um par de perguntas pra ver a reação dela
Cirurgião:Beleza, campeão, me diz como você tá se sentindo.
Sergio:Tá bem, doutor.
Cirurgião:Isso já é um avanço, você lembra do seu nome?
Sergio:Não, doutor, não lembro meu nome.
Cirurgião:Tranquilo, não se esforce, lembra da sua idade?
Sergio:Não sei, doutor, o que que tá rolando comigo.
Cirurgião:Acabadas de acordar, vão se deitar pra sua memória voltar
Tá sentindo alguma dor?
- Sérgio apontou pra boca e pra barriga dela
Sergio:Doutor, o que tá acontecendo comigo? Por que não consigo lembrar de nada?
Cirurgião:Tá bem, Sérgio, não se esforce, agora eles vão terminar os estudos.
e vai voltar pro quarto pra descansar, vai começar a comer aos poucos, tem que recuperar as energias, e teu sistema digestivo tem que se adaptar de novo aos alimentos, devagarzinho, rapaz, você vai voltar a lembrar.
Sergio:O que aconteceu comigo, doutor? Por que eu tô aqui? Não lembro de nada.
Cirurgião:Mmm, deixa eu ver como explicar. Quero que você esteja preparado pro que vou te dizer: você ficou em coma por mais de um ano, acordou, sua força de vontade...
ou o simples fato de que não é o seu momento,
Sergio:como em coma
Cirurgião:Sua mente desligou, ficou em modo de descanso, você não conseguia nem se mexer,
viver sua vida do jeito que você vinha vivendo
Sergio:tava morto
cirurgiãoÉ algo assim, mas fica feliz, aos poucos você vai voltar pra sua vida.
Sergio:Que vida, doutor, se nem lembro como me chamo.
Sergio desabou em lágrimas, não encontrava explicação, não conseguia lembrar de nada.
apesar dessa conversa, o cirurgião ficou preocupado com as respostas do Sergio.
Ele sabia que havia dores, que não conseguia mexer as pernas e o cérebro dele
não lembrava, era o que mais preocupava ela, é o jeito que viu a morte dela
O cirurgião se aproximou dos familiares pra bater um papo com eles antes dela voltar.
dos estudos
Cirurgião:Olá, boa tarde a todos. Bom, vou passar um boletim médico pra vocês.
Agora, só falta eu ver os estudos e revisar com a equipe médica. Tem uma coisa que me deixou preocupado numa conversa com ele: ele não consegue lembrar nem o próprio nome e idade.
pode ser que demore pra processar tudo que tá rolando, ele já sabe que ficou um ano dormindo, pra ele vai ser muito difícil assimilar, que passou um ano apagado, isso vai ser um processo, o que mais me preocupa é a última coisa que ele lembra, e é aí que me preocupo, que você tenha ataques de pânico, não vamos saber como ele vai reagir conscientemente e é aí que vocês vão intervir, vai ser difícil esse processo, por enquanto não encha ele de perguntas, se ele perguntar, respostas claras e curtas, e se não reconhecerem vocês, tenham paciência, digam o nome de vocês e o parentesco.
pra que o cérebro dela absorva essa informação.
Sim, doutor — responderam ao mesmo tempo.
Cirurgião:Beleza, quando eu tiver todos os exames, vou passar o laudo médico pra vocês irem acompanhando a evolução e vendo como tá a saúde dele. Daqui a pouco vão trazer o Sérgio pra sala.
Lá no fundo daquele corredor, elas viram o maqueiro trazendo o Sergio na cadeira de rodas. Ele vinha de cabeça baixa, e as irmãs dele, Julieta e Yesica, não conseguiram segurar a vontade de sair correndo na direção dele. Ninguém tentou impedi-las.
chegaram ao encontro dele, abraçando-o pelos dois lados, esperando uma reação de
ele, seus braços pesados se ergueram, rodeando ambas por cada lado, e ele disse,
Sergio:Oi,
Ambas desabaram em choro, abraçando ele, esperando uma resposta dele.
Tento fazer um esforço pra lembrar, mas a mente dele não ativava nada.
Julieta:mano, maninho, você voltou — com lágrimas nos olhos
Sergio:vocês são minhas irmãs
As meninas se afastaram dele, olharam assustadas, não conseguiam entender.
Como o irmão dela não lembrava, a Mônica, a mãe dela, se aproximou por trás.
Elas, e eu sussurro no ouvido delas pra poder consolar, mas elas não entendiam o motivo.
Se agarraram na mãe dela, até que ela falou.
Monica:Oi filho, eu sou sua mãe e essas gostosas são suas irmãs, Julieta.
Yesica, calma, filho, você vai lembrar delas.
As irmãs não largavam o irmão, depois de um ano sem vê-lo acordado.
não queriam soltar, até que o maqueiro falou
Camilheiro:meninas, não vão quebrar ele ainda, vamos levá-lo pro quarto e lá vocês vão poder conversar melhor, o rapaz deve estar exausto
Conforme o maqueiro avançava em direção ao quarto com o Sergio, ele ergueu o olhar pra quem tava ali, encarou um por um com um olhar diferente, distante e até frio, observou eles como quem queria gravar cada um na memória. Muita gente que tava presente ficou preocupada com o jeito que ele olhava, perceberam que o Sergio não era mais o mesmo.
muitos se preocuparam, enquanto pensavam que ainda é cedo pra tirar
conclusões e vamos dar o espaço que o doutor falou, sem forçar, sem sufocar.
Já dentro e acomodado na cama, o Cirurgião com sua equipe entrou no quarto.
pra dar uma revisada e fazer algumas perguntas pertinentes, explicar o motivo de ela estar no hospital
Cirurgião:Oi, Sérgio, como você tá?
Sergio:Tá bom, doutor, acho que sim.
Cirurgião:Vejo que você consegue falar melhor, sente alguma dor, algum incômodo?
Sergio:sim as mãos e as pernas, é chato pra caralho
Cirurgião:você poderia nos mostrar
custou muito pra ela se mexer e achar os pontos exatos, errando os lugares,
Cirurgião:Bem tranquilo, não precisa se esforçar. Você sente náusea, vontade de vomitar, a boca seca.
Sergio:Tô com dor na barriga, acho. Aqui, apontando pra barriga dela.
Cirurgião:É por falta de comida, como te falei antes. Quando a gente se retirar, você pode comer devagar, sim. Os médicos que você vê aqui são a equipe.
médico e ela é Erika Sierra, psicóloga.
Psicóloga:Oi Sérgio, meu nome é Erika, pode me chamar de Eri, bem à vontade.
Sergio:Oi, Eri
Psicóloga:Bem, Sérgio, qual é a última coisa que você lembra? Seja o que for, não guarda pra você.
aqui cê tá em confiança, o que falar daqui não vai sair, tá bem?
—Sergio assentiu com a cabeça — beleza, me conta aí.
SergioBom, não sei como explicar, é um quarto escuro, eu tava abraçado numa mina, nos beijando, e aí a gente ouviu uma conversa que assustou nós dois, é meio confuso pra caralho.
psicólogaIsso já é um progresso, você começar a lembrar.
Sergio:por que eu tô num hospital
psicóloga:Beleza, Sérgio, pra você entender: você sofreu uma série de ferimentos, caiu de um andar bem alto, não lembra.
Naquele instante, algo na mente dele clicou, ele entrou num transe subconsciente, como se não quisesse sair. A cena na cabeça dele começou com as rajadas de luzes batendo contra ele, caindo para trás. De repente, ele se viu caindo e caindo sem parar, enquanto uma série de imagens da vida dele aparecia, até bater na água e as imagens sumirem num instante, deixando ele num quarto escuro, iluminado por uma luz branca. Enquanto ele lembrava disso, o corpo dele começou a enlouquecer, como se estivesse possuído. A psicóloga tentou tirar ele daquele transe, mas não teve resposta.
Paola ao ver isso entrou na hora, abraçou ele tentando segurá-lo, ele não reagia às palavras da Paola nem à psicologia, Paola não hesitou um segundo e se jogou, segurando o rosto dele e beijando ele na boca, aquele beijo por algum motivo
Consigo acalmar ele. A psicóloga viu a Paola e disse pra ela continuar.
Sérgio, que estava naquele transe, naquele quarto escuro iluminado pela luz
viu que do nada aparecia em cena numa poltrona, recostada nela estava a paola,
Numa pose tão sexy, era lindo admirar aquela imagem, nua e com a pele branca iluminada. Sergio se levantou, andou até ela pelado e com uma ereção forte.
Não houve palavras, ele sabia o que tinha que fazer. Subiu bem devagar e se posicionou por cima dela. Não trocaram uma palavra sequer. Começaram a se beijar, precisavam um do outro como se não se vissem há anos. As bocas deles se fundiram.
beijo cheio de paixão, luxúria, enquanto ele a penetrava, sem parar, num ritmo
controlado, as penetrações dele continuaram, ele estava prestes a chegar ao clímax, e fazendo
ele fez isso enchendo os ovários dela de porra, olhou pra cara da Paola, ela tava séria e balançou a cabeça de um lado pro outro dizendo que não, ele se assustou ao ver ela
na cara, a imagem dela sumiu e ele acordou,
Assustado, ele se sentou na cama do hospital na hora. Do lado dele estavam a Paola e a mãe dele. As duas perceberam que ele tinha acordado.
Monica:Filho, acordou? Como você está, como se sente? A gente ficou preocupado.
Sergio:Tô, sei lá, bem, acho que sim.
Paola: Finalmente você voltou, tava deixando a gente preocupada.
Sergio:E você, estava no meu sonho, a gente transando.
Paola:Eu sou sua irmã postiça, por assim dizer. Sonhou comigo, safado?
Sergio: sim, transando
Paola naquele momento ficou vermelha ao ouvir isso.
MonicaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.filho, tu tá lembrando das coisas
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Pode ser, mas ainda não sei seu nome e por que sonhei com você.
Paola:bom, porque tinham rolado umas coisas entre a gente, mas você vai lembrar disso
Sergio:Você é minha namorada?
Paola: até queria, mas tu já tem duas namoradas.
Sergio acabou de receber uma informação importante: ele tinha transado com a meia-irmã, e ainda por cima tinha duas namoradas, o que ele ainda não conseguia processar na cabeça.
A memória dela estava perdida e ainda não conseguia lembrar... ou será que sim? Tudo parecia tão confuso, tentar trazer aquelas lembranças, associar nomes aos rostos. Ela se via cheia de dilemas para desvendar...
Já fazia 2 semanas desde que ele acordou, a mobilidade dele voltou bem antes do esperado, graças aos tratamentos e à atenção constante. Tinha uma coisa que preocupava os médicos: os pesadelos constantes. Ele entrava num transe que durava horas e não tinha jeito de acordá-lo. Os pesadelos eram sempre os mesmos, começando iguais mas com finais diferentes — a cena de sexo ia mudando.
de lugares, sonhava com cada uma que tinha transado, mesmo assim a memória não voltava, nessas 2 semanas foi conversando com cada integrante da família, próximos e amigos, contando pequenas coisas, como se conheceram, o que viveram
mesmo assim ele foi prestando atenção em cada um, assim, com cada anedota, a memória dele
seguia vazia, o problema chegou com a presença da Fabiana, pra dizer de alguma forma, se não me engano, ela deu o pontapé na série de eventos que levou
ao acidente do Sergio ou a tentativa de matá-lo, quando ele a viu entrar, não percebeu.
Ela sentou do lado dele, contou quem era, sobre o que viveu, o problema surgiu quando ela tocou na mão dele e pediu desculpas com lágrimas nos olhos.
Sergio entrou num transe, relembrando o que tinha acontecido naquela mesma noite, com todos os detalhes.
Pra ele foi uma cena de terror, aquelas palavras cortantes da Fabiana, e também lembrou do tio dele que tava envolvido em tudo aquilo, do que ele tinha escutado junto com
Daniela, naquele quarto, tudo isso acontecia na mente dela, na cama de hospital ela tava.
Outra coisa, o corpo dela se contorcia, os médicos e a enfermeira chegaram pra estabilizar o Sérgio, que tava incontrolável. Deram um calmante pra conseguir segurar ele, e o corpo dele parou de se mexer.
Médico: O que foi que aconteceu?
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução. estávamos conversando, contando pequenos detalhes, até que minha irmã
Pego na mão dela e pedi desculpa.
Fabiana não para de chorar e repetir que a culpa era dela ele estar assim, se amaldiçoava, que ela é que devia ter morrido e não ele, que tudo era culpa dela.
O médico lembrou do que os agentes tinham comentado sobre como ela tinha sido
Os fatos, mesmo com toda essa informação, reagiu e falou com a Fabiana.
como eu devia proceder, como tinha que falar com ele, fazer ele lembrar dos momentos gostosos que a gente passou junto, e também recomendou que eu voltasse a ver uma psicóloga
Sergio voltava ao transe, seu sonho começava numa praia, sentado de frente pro mar.
sozinho em alguma ilha remota que talvez nem ele conhecia, olhando pro horizonte, e na mente dele repetia a mesma pergunta: será que ela tem que ser minha ou não? De repente, atrás dele apareceu
uma gostosa novinha, com um sorriso lindo, de pele morena, transbordando ternura, ela se aproximou, se ajoelhou na frente dele, pegou nas mãos dele e disse…
Jovenzinha:por que tão sozinha, por que você pensa isso, sou tão feia pra você me rejeitar
Sergio:Você é tão gostosa, seu sorriso lindo e hipnotizante, seu corpo é tão perfeito e essas curvas me deixam louco, seu olhar me derrete tanto que até me assusta.
machucar você.
Jovenzinha:Torna-te minha, nem pense duas vezes, estamos sozinhos nesta ilha, possua-me e deixa-me
Marcada na pele, me impregna com teu aroma na minha pele, beija meus lábios como se não houvesse amanhã.
Ela se jogou em cima dele, beijando seus lábios, suas línguas lutavam, duas cobras.
enroscando-se um no outro, a briga era mútua e não tinha vencedor.
Ele pegou o biquíni dela e puxou, soltando aquele par, firme, durinho, os peitos dela.
Os bicos dos peitos estavam durinhos, convidando pra ser devorados. As bocas deles se separaram e ele foi direto pra eles, ela agarrou a nuca dele, chamando pra não se afastar, e os primeiros gemidos dela saíram.
Saíram da boca dele, ela não hesitou um segundo e foi atrás do que tanto desejava. Enfiou a mão dentro da sunga, deixando sair a besta sedenta pelo manjar que estava prestes a devorar. Ele também não hesitou e passou a mão na virilha dela, procurando o que ansiava há tempos. Puxou a calcinha da biquíni de lado, a buceta dela bem fechadinha, depilada e com a pele tão macia que era um deleite pras mãos dele. Com um dedo, passou de cima pra baixo, sentindo que ela estava toda molhada e quente. Achou o clitóris dela e brincou com ele. Ela tremeu tanto que teve o primeiro orgasmo, soltando aquele grito de prazer.
Ele agarrou ela entre os braços e a deitou na manta onde estavam sentados.
Com todo cuidado, tirou o biquíni dela, deixando à mostra o que ele já tinha tocado.
gostosa, morena como a pele dela, se deliciou com o que via, ele se levantou, tirou o
O biquíni caindo, já ambos nus, ele se ajoelhou de novo na frente dela.
Sergio:Tá pronta pra virar mulher?
Ela balançou a cabeça e deu um sorriso tão safado.
como seus olhos se soltavam,
Ele se aproximou e apoiou a cabeça na entrada, foi devagar, sabia que era dela.
primeira vez, foi abrindo caminho até bater no fundo.
Ele olha pra ela,
ela sorriu de novo.
Ele recuou e, empurrando com mais força, rompeu a barreira que a tornaria mulher, deixando para trás aquela menina. Uma lágrima escorreu pelo rosto dela.
Ela olhou pra ele, olhou bem e disse: — me faz sua.
Ele avançou de volta, sentindo as paredes dela abraçarem o pau dele, os fluidos dela.
compensavam as investidas na buceta dela, com um ritmo constante ele penetrava
sem meter ela toda
Ela começou a gemer bem alto, se agarrava nele cravando as unhas nas costas dele.
Ele já estava pronto pra gozar e deixou bem claro.
Ela me deixou chegar junto com você, me enche com sua essência.
Ele investia mais e mais, enquanto no ouvido ouvia seus gemidos.
Os dois chegaram juntos naquele orgasmo, tão forte, tão esperado.
De repente, não escuto mais a voz dela, o corpo dela tava frio, os braços dela...
Já não abraçavam ele. Ele se levantou, olhou pra ela espantado, sem entender o que tava rolando.
no rosto daquela jovem era Fabiana, a pele dela pálida e fria, o corpo ensanguentado com três buracos, ele não reagia, não conseguia acreditar no que tava vendo
passando, de repente uma multidão o cercava, gente que ele não conhecia, com dedo
Apontavam pra ele, no coro de assassino, assassino!!!, ele não entendia nada, tava assustado.
não entendia e aqueles olhares das pessoas ao redor dele.
Ele acordou com gritos, acordando a Paola que estava do lado dele.
Paola se jogou nele, abraçando ele, tentando acalmar ele como podia.
até que caiu na ficha que tava no hospital, se agarrou na paola, tão forte,
sem querer soltar
PaolaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.tranquilo, meu amor, cê tá segura, eu vou te proteger
As palavras dela saíram tão sinceras, ela mesma se surpreendeu.
Sergio:Tive um pesadelo.
Paola: já passou, foi só um sonho.
Os dois se separaram por um momento.
Ela não conseguiu se segurar e deu um beijo nele com ternura, um beijo suave.
que durou uns segundinhos,
Os dias passavam e lembranças vagas iam aparecendo, aos poucos eu ia recuperando
Na memória dela, as princesas foram as mais felizes em comemorar que o irmão dela
Tinha lembrado de novo, abraçaram ele tanto, sem querer soltar mais, choravam de felicidade, era inevitável, quem tava ali também festejou.
Entre eles tinha alguém que sabia que o Sergio não tava bem, algo nele tinha quebrado, não era mais o mesmo e por mais que a memória dele tivesse voltado, ele sabia muito bem.
que seria difícil recuperar aquele adolescente, simpático, cheio de energia, disposto a ajudar qualquer um. Ele estava quebrado, a alma dele tava danificada, a mente frágil e o coração cheio de feridas. A avó dele tinha percebido, nenhum dos
presentes percebeu o olhar frio dela,
já tinham passado mais de 2 meses e o aniversário dele tava chegando, ele tava
cem por cento, não teve presente melhor do que dar alta pra ele. Saiu do hospital aplaudido por médicos, policiais e funcionários, os amigos da brigada, fardados de polícia, esperavam ele na saída montando guarda, com a mão dele.
Estendida ao cumprimento de um herói, Sergio cumprimentou e agradeceu por tudo que fizeram por ele, seu olhar continuava frio, seguiram em caravana para sua casa, em casa
Uma celebração a esperava, já estava tudo preparado. Quando chegou ao local
Sérgio desceu do carro e olhou pra casa, de freio, olhou, uma lágrima escorreu pela sua
bochecha, as lembranças dela surgiram de repente, a cara dela mudou pra raiva, os olhos gelados e ela saiu correndo dali, correu com toda a força, a família dela só percebeu que ela não tava mais lá, Rocío percebeu quando viu ela virando a esquina
Rocio:Sergio saiu correndo, gritou.
Todos olharam e só então perceberam que ele não estava, já iam sair pra procurar ele.
até que a vó falou
Luísa:Fala aí, todo mundo, ninguém se mexe. Rocío e Paola, vão atrás dele, sigam ele de perto.
mas não se aproximem se não for necessário, eu sabia que isso podia acontecer, nenhum
Cedeu, ninguém percebeu que o Sergio não é o mesmo, ele tá quebrado, tá machucado, e trazer ele pra cá foi a pior coisa que a gente fez. A Rocío e a Paola sabiam que não era uma boa ideia, elas vão segui-lo, e vocês entrem, vamos esperar elas voltarem.
A família e os amigos entraram na casa, com decepção e lágrimas nos olhos.
Luisa sentou numa cadeira e todo mundo se juntou ao redor, ouvindo com atenção o que ela dizia, cada palavra era um banho de água fria, ela entendeu que não foi uma boa ideia trazer ele ali, no momento em que ia comentar o que deveriam fazer.
Rocio e Paola estavam entrando
Paola: perdemos o Sergio de vista
Rocio: perdemos ele, sumiu
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