No dia seguinte, acordei completamente duro e a primeira coisa que pensei foi na Natalia e na porra do boquete gostoso que ela tinha me dado. Isso fez meu pau ficar ainda mais duro.
Levantei e me olhei no espelho de cueca. Vi que minha barriga estava pendurada e que eu tinha peitos. Meu abandono era total e não dava pra negar. Precisava fazer alguma coisa e resolvi adotar o método do viciado: só por um dia ia me cuidar, e assim por diante. Também procurei um jeito de acordar uma hora mais cedo todo dia pra sair pra caminhar.
Fui no banheiro e me pesei, o número era bem desanimador. Me olhei no espelho e pude ver atrás de mim minha irmã, que estava me encarando. Qual é a tua?" – falei, me sentindo atacado. Nada Ah, como você me olhava… — eu disse Você se pesou? Sim E aí? Tô muito mal. Bom, então se cuida – ela me disse
Lembro que minutos depois minha mãe se surpreendeu ao me ver vestido com roupa esportiva, se é que dava pra chamar assim minha bermuda de moletom e minha camiseta do Guns and Roses.
Escolhi o Parque Pereyra e fui pra lá. Era um mundo novo pra mim. No primeiro dia, não consegui dar uma volta completa no parque (tem três quarteirões) e comecei a ficar ofegante e suar. Voltei pra casa e tomei um banho.
Preparei uns mates e fui pro meu quarto trabalhar. Fiquei tentado a comer algo, mas preferi não fazer. No almoço, minha mãe perguntou o que eu queria comer e eu disse que só uma salada. Ela me olhava incrédula.
Num momento, ela veio no meu quarto perguntar como era o trabalho que eu fazia. Não entendia que eu podia trabalhar de casa. Expliquei rapidamente e ela me acariciou e me beijou na bochecha depois de muito tempo. Aproveitei pra dizer que em breve, se tudo desse certo, começaria a dar um dinheiro pra ela ajudar nas contas de casa. Dava pra ver a emoção nos olhos dela. Acho que minha mãe sempre pensou que eu era meio retardado e que nunca ia me virar sozinho.
À noite, veio a grande prova: tinha bife à milanesa com purê. Foi difícil pra caralho, mas só comi dois filés pequenos. Sobraram quatro. Me perguntei se eu teria comido aqueles que sobraram. Precisava retomar o controle do meu vício em comida.
Aquela semana foi terrível de tão difícil, mas consegui muitas coisas que pude ver na segunda seguinte. Tinha perdido 5 quilos e o cinto do jeans ficava (no mesmo furo) um pouco mais folgado.
Fui receber o pagamento da semana e resolvi descer antes e caminhar um pouco pela rua Florida. Me sentia melhor, até acho que uma mina que passou me olhou. Talvez fosse impressão minha.
Assim o tempo foi passando e a perda de peso já não era de 5 quilos por semana, mas de um e meio. A primeira vitória veio num furo do jeans. A segunda, numa camiseta do Ramones que não me servia há anos. E a terceira foi poder ir a uma loja de esportes e comprar um Calça de moletom e uma camiseta. Quando experimentei, ficaram bem apertadas, era o maior tamanho. Comprei mesmo assim. A mina que me atendeu perguntou pela porta: "Ficaram como?" Ficaram, mas vou levar do mesmo jeito, daqui um mês elas têm que servir.
Comecei uma fase de correr no parque e dar várias voltas. Voltava pra casa pingando suor, tomava alguma coisa e trabalhava suado até esfriar um pouco, aí tomava banho.
Uma manhã, eu achava que tava sozinho em casa e, quando saí, ouvi umas vozes. Era minha irmã e a amiga dela, Maria. Entrei rápido no quarto e me vesti. Tava com sede e levantei pra pegar um copo quando cruzei com a amiga da minha irmã. Juan? – ele me perguntou Sim, Maria? – eu disse, rindo. Você está muito mais magro – ela disse me olhando de cima a baixo. Não tanto quanto eu gostaria – falei. Você tá muito gostosa! O que cê tá fazendo? Foi no nutri? – perguntava ela toda alvoroçada. Nada de especial, só me cuidar com a comida e dar uma corridinha de manhã. Viu como ela emagreceu? – dizia minha irmã Siiiiim! – dizia Maria empolgada Vocês têm um corpo espetacular e não precisam fazer nada. Não se iluda! – diz Maria e vira o corpo.
Fico de boa admirando ela e vejo que minha irmã me olha de um jeito estranho.
Naquela mesma noite, minha irmã vem no meu quarto e me fala:
- Como você tava olhando pra minha amiga, hein! Tá com ciúme? – falei pra ela Não, porque eu sei que você nunca daria bola pra mim. Não fica tão segura assim" – eu disse pra ela. Por que você tá dizendo isso? Por nada, mas tenho certeza que ela deve ter fotos iguais às suas, quem sabe um dia eu hackeio ela e faço uma chantagem. Naquele dia você me mostra elas… - disse minha irmã Quer ver ela pelada? – eu disse e a pica começou a subir na hora. Já vi ela pelada, somos amigas. Em que contexto?" — falei e ajustei a pica sem disfarçar. Upaaaa, será que começou a subir a pica? – ela disse Sim, em que contexto você viu ela pelada Te conto se prometer que guarda segredo. Sim – falei, cheio de expectativa. Tira essa pica da calça porque quando eu te contar isso, vai explodir. Sim!
Eu tirei a pica pra fora, já tava no auge do tesão. Meus pais tavam dormindo. Minha irmã chegou na porta e trancou ela. Eu sabia o que vinha, mas tava tão intrigado com a amiga da minha irmã que eu ligava mais pra isso do que pra chupada de pica que ia pedir pra minha irmã.
Minha irmã começou o discurso dela devagar, cuidando bem do tempo e do jeito pra me deixar no maior tesão.
- Lembra do Miguel, o namorado dela? Sim – menti. Você não lembra, né? – ela riu Não, mas me conta Bom, um dia eu tava morrendo de vontade de transar com meu namorado e não tinha lugar, aí perguntei pra ela se não dava pra ir na casa do Miguel. Ela falou que o Miguel não tinha problema, mas o problema era meu namorado… E aí? Bom, convenci ele. Na primeira vez que a gente transou foi normal, cada um num quarto e eu lembro que fiquei com tesão com os gemidos da Maria. Uffff – falei eu começando a me masturbar Deixa eu te ajudar com isso – dizia minha irmã, pegando na minha pica. Bem, continue – falei, corroído pela ansiedade. Um dia à tarde, nós quatro estávamos vendo um filme no sofá da sala, e a Maria, sem vergonha na cara, começou a pegar no namorado e a se tocar. Eu olhei pro meu namorado tipo "vamos deixar eles sozinhos", mas ele pareceu entender outra coisa e começou a me agarrar também. Eu deixei rolar, você sabe que eu gosto de sexo, não vou mentir, mas achei muito pesado mostrar uma parte do meu corpo na frente do namorado da minha amiga… – Naty fez uma pausa que me deixou louca. E aí, o que aconteceu? – eu não queria que ela parasse Que ansioso você tá?" Minha irmã dizia enquanto me punhetava devagar. Sim Bom, continuando. A parada é que eu tava beijando muito intensamente meu namorado e quando abro os olhos vejo que a Maria, minha amiga, tava batendo uma pro namorado dela enquanto beijava ele! Ela tinha tirado o pau dele da calça. Eu fiquei dura e meu namorado interpretou a situação como um "vamo que vamo" e desabotoou a calça dele e tirou o pau pra fora. Eu não sabia o que fazer, juro. O auge da situação foi que a Maria viu o pau do meu namorado e deu um sorriso me olhando. Eu pensei que ela ia levantar e levar o namorado dela embora, mas não, foi o contrário. Ela ajoelhou no chão e começou a chupar o pau do namorado dela na nossa frente. Eu, por instinto ou por tesão, sei lá, continuei batendo uma pro meu namorado e olhando pra eles dois. Meu namorado acariciava minha cabeça e me empurrava suavemente pra baixo. Olhei de novo pra Maria e ela tira o pau da boca pra olhar nos meus olhos e sorrir pra mim. Não hesitei e comecei a chupar o pau do meu namorado. A Maria tava num estado de alucinação e quando me viu não pensou duas vezes: se levantou, tirou toda a roupa e montou em cima do namorado dela, cavalgando sem parar. Eu tava num dia fértil, então não queria transar sem proteção. Uffff – eu disse Vou te mostrar tudo o que a Maria fazia
Minha irmã tirou toda a roupa e depois de chupar minha pica por um bom tempo, me deitou na minha cama e, montando em cima de mim, enfiou minha pica bem fundo Agora vou continuar te contando enquanto te fodo. Imagina que sou a Maria. Mmmmm, não vou aguentar muito – falei quando sentia a Naty se mexendo em cima de mim e cavalgando. Bom, se você não aguenta, não vou te contar mais. Aghhhhh
Minha irmã agora tava me torturando. Precisava ouvir a história toda e tava quase gozando. Não sabia como, mas tinha que me segurar de qualquer jeito. Continua me contando – eu disse Bom, a parada é que ela sentou o namorado, pegou na pica dele e enfiou ela mesma, e começou a cavalgar assim – minha irmã exagerava os movimentos pra me fazer gozar. Vai, continua – eu sofria Que continue o quê? Te comendo ou te contando? – ela sussurrou no meu ouvido.
Juro que não sei como não gozei na hora. Virei a cabeça e foquei no PC, olhando através do gabinete e tentando pensar no processador, no cooler – e consegui. As duas coisas – falei pra ela Bom, então eu também comecei a tirar a roupa. Ayyy, que puta que você é, Naty – falei pra ela. Siiiiim, muito putinha, mas como não queria que gozasse dentro, não sabia como fazer. E aí, o que você fez? – Eu tava morrendo de vontade de gozar dentro da minha irmã. Bom, eu me deitei de barriga pra cima do lado do namorado da Maria e falei pro meu namorado me comer de papai e mamãe e gozar fora. Aghhhhh – eu tava prestes a gozar Aghhhh, tô muito tesuda agora também – dizia Natália Aghhhh, se continuar assim, quem vai gozar dentro de você sou eu – falei pra ela. Hoje não tô no meu período fértil e tô tomando anticoncepcional agora – ela me disse Aghhhh e você quer que eu goze dentro? – perguntei pra ela Você quer gozar dentro de mim? – ela aumentou a aposta.
Nenhum dos dois queria ceder e admitir que ambos queríamos aquilo. Você – eu disse a ela Você – ela me disse Vou gozar dentro de você – eu disse pra ela Aghhhhh ahhhhh ahhhh siiiiiii aghhhhhh – ela disse entre gemidos no meu ouvido Aghhh ahhhh ahhhhh aaaaahhhhhhhhh – gozei que nem um possesso enquanto segurava ela pela raba e apertava contra mim. Você tá me comendo igual comeram a Maria – dizia minha irmã, toda tesuda. Aghhhh ahhhhh – eu gemia Quería comer sua buceta, Maria?" – ela me disse Aghhhhhh aaaaaaa – meu pau deu uma chicotada e apertei minha irmã mais forte contra mim Mmmmm, me parece que sim, que você tá com muita vontade de comer ela, né? – minha irmã me disse enquanto enfiava a língua no meu ouvido. Aghhhhhhh
Ela desmaiou em cima de mim, que já não era mais tão enorme como antes. Ela acariciou meu peito peludo e se deitou de lado. Agora que eu penso, se você continuar emagrecendo, talvez eu convença ela. Não acredito em você – eu disse Eu sou capaz de muitas coisas - ela me disse sorrindo Naty, posso te fazer uma pergunta?
O que tava rolando comigo? Desde quando eu pedia permissão pra perguntar algo pra ela? Se supostamente ela era minha submissa, não devia fazer isso, mas saiu naturalmente. É verdade o que você me falou outro dia, que quer sair do país e vai contar tudo pra mamãe e pro papai? Isso eu pensei num momento E o que mudou agora? Não mudou nada, mas não gosto que você fique me ameaçando. Eu não te ameacei mais. Mas cê sabe que tem o poder dessas fotos Sim, mas se você se comportar como hoje, te prometo que não mostro elas pra mamãe nem pro papai. Além disso – Natália sentou na cama pra falar comigo – você ia machucar muito a mamãe e o papai. Você me tratou muito mal por muito tempo – eu disse a ela Eu sei, e não pense que não me arrependo – ela me disse. Você me disse coisas muito feias – eu estava começando a ficar muito angustiado e não entendia por quê. Eu sei – disse ela. Coisas que não se deve dizer a um irmão – falei à beira do choro, com o queixo tremendo. Eu sei e te peço perdão – ela me disse, e uma lágrima escorria pela bochecha dela. Você me humilhou e me fez sentir um merda de pessoa.
Foi a última coisa que eu disse e saí chorando que nem um desgraçado. Eu soluçava e tremia deitado na minha cama. Me virei e me enrolei feito um bolo enquanto desabava em choro sem conseguir parar. Era a raiva acumulada depois de tantos anos.
Minha irmã me abraçou por trás e eu senti os peitinhos nus dela na minha costa. Saí – falei pra ela Me perdoa, Juan – ela me disse, chorando. Vai embora, me deixa sozinho – falei pra ela.
Não queria que minha irmã me visse chorando. Não queria me mostrar vulnerável. O travesseiro estava molhado das minhas próprias lágrimas. Senti o colchão se mexer, era minha irmã se levantando devagar e se vestindo. Virei e vi uma gota de soro escorrendo da buceta dela, descendo pela parte de dentro da coxa. Mesmo assim, não consegui acalmar minha tristeza. Vou embora, vou te deixar sozinho" – ela disse Vai embora! – quase que gritei pra ela.
Chorei por mais de uma hora seguida.
Acho que foi tão mexedor quanto reparador.
Adormeci lá pelas duas da manhã.
(continua…)
Podem deixar seus comentários aí pra mim.reybaco2005@hotmail.comNo Telegram @reybaco2005
Levantei e me olhei no espelho de cueca. Vi que minha barriga estava pendurada e que eu tinha peitos. Meu abandono era total e não dava pra negar. Precisava fazer alguma coisa e resolvi adotar o método do viciado: só por um dia ia me cuidar, e assim por diante. Também procurei um jeito de acordar uma hora mais cedo todo dia pra sair pra caminhar.
Fui no banheiro e me pesei, o número era bem desanimador. Me olhei no espelho e pude ver atrás de mim minha irmã, que estava me encarando. Qual é a tua?" – falei, me sentindo atacado. Nada Ah, como você me olhava… — eu disse Você se pesou? Sim E aí? Tô muito mal. Bom, então se cuida – ela me disse
Lembro que minutos depois minha mãe se surpreendeu ao me ver vestido com roupa esportiva, se é que dava pra chamar assim minha bermuda de moletom e minha camiseta do Guns and Roses.
Escolhi o Parque Pereyra e fui pra lá. Era um mundo novo pra mim. No primeiro dia, não consegui dar uma volta completa no parque (tem três quarteirões) e comecei a ficar ofegante e suar. Voltei pra casa e tomei um banho.
Preparei uns mates e fui pro meu quarto trabalhar. Fiquei tentado a comer algo, mas preferi não fazer. No almoço, minha mãe perguntou o que eu queria comer e eu disse que só uma salada. Ela me olhava incrédula.
Num momento, ela veio no meu quarto perguntar como era o trabalho que eu fazia. Não entendia que eu podia trabalhar de casa. Expliquei rapidamente e ela me acariciou e me beijou na bochecha depois de muito tempo. Aproveitei pra dizer que em breve, se tudo desse certo, começaria a dar um dinheiro pra ela ajudar nas contas de casa. Dava pra ver a emoção nos olhos dela. Acho que minha mãe sempre pensou que eu era meio retardado e que nunca ia me virar sozinho.
À noite, veio a grande prova: tinha bife à milanesa com purê. Foi difícil pra caralho, mas só comi dois filés pequenos. Sobraram quatro. Me perguntei se eu teria comido aqueles que sobraram. Precisava retomar o controle do meu vício em comida.
Aquela semana foi terrível de tão difícil, mas consegui muitas coisas que pude ver na segunda seguinte. Tinha perdido 5 quilos e o cinto do jeans ficava (no mesmo furo) um pouco mais folgado.
Fui receber o pagamento da semana e resolvi descer antes e caminhar um pouco pela rua Florida. Me sentia melhor, até acho que uma mina que passou me olhou. Talvez fosse impressão minha.
Assim o tempo foi passando e a perda de peso já não era de 5 quilos por semana, mas de um e meio. A primeira vitória veio num furo do jeans. A segunda, numa camiseta do Ramones que não me servia há anos. E a terceira foi poder ir a uma loja de esportes e comprar um Calça de moletom e uma camiseta. Quando experimentei, ficaram bem apertadas, era o maior tamanho. Comprei mesmo assim. A mina que me atendeu perguntou pela porta: "Ficaram como?" Ficaram, mas vou levar do mesmo jeito, daqui um mês elas têm que servir.
Comecei uma fase de correr no parque e dar várias voltas. Voltava pra casa pingando suor, tomava alguma coisa e trabalhava suado até esfriar um pouco, aí tomava banho.
Uma manhã, eu achava que tava sozinho em casa e, quando saí, ouvi umas vozes. Era minha irmã e a amiga dela, Maria. Entrei rápido no quarto e me vesti. Tava com sede e levantei pra pegar um copo quando cruzei com a amiga da minha irmã. Juan? – ele me perguntou Sim, Maria? – eu disse, rindo. Você está muito mais magro – ela disse me olhando de cima a baixo. Não tanto quanto eu gostaria – falei. Você tá muito gostosa! O que cê tá fazendo? Foi no nutri? – perguntava ela toda alvoroçada. Nada de especial, só me cuidar com a comida e dar uma corridinha de manhã. Viu como ela emagreceu? – dizia minha irmã Siiiiim! – dizia Maria empolgada Vocês têm um corpo espetacular e não precisam fazer nada. Não se iluda! – diz Maria e vira o corpo.
Fico de boa admirando ela e vejo que minha irmã me olha de um jeito estranho.
Naquela mesma noite, minha irmã vem no meu quarto e me fala:
- Como você tava olhando pra minha amiga, hein! Tá com ciúme? – falei pra ela Não, porque eu sei que você nunca daria bola pra mim. Não fica tão segura assim" – eu disse pra ela. Por que você tá dizendo isso? Por nada, mas tenho certeza que ela deve ter fotos iguais às suas, quem sabe um dia eu hackeio ela e faço uma chantagem. Naquele dia você me mostra elas… - disse minha irmã Quer ver ela pelada? – eu disse e a pica começou a subir na hora. Já vi ela pelada, somos amigas. Em que contexto?" — falei e ajustei a pica sem disfarçar. Upaaaa, será que começou a subir a pica? – ela disse Sim, em que contexto você viu ela pelada Te conto se prometer que guarda segredo. Sim – falei, cheio de expectativa. Tira essa pica da calça porque quando eu te contar isso, vai explodir. Sim!
Eu tirei a pica pra fora, já tava no auge do tesão. Meus pais tavam dormindo. Minha irmã chegou na porta e trancou ela. Eu sabia o que vinha, mas tava tão intrigado com a amiga da minha irmã que eu ligava mais pra isso do que pra chupada de pica que ia pedir pra minha irmã.
Minha irmã começou o discurso dela devagar, cuidando bem do tempo e do jeito pra me deixar no maior tesão.
- Lembra do Miguel, o namorado dela? Sim – menti. Você não lembra, né? – ela riu Não, mas me conta Bom, um dia eu tava morrendo de vontade de transar com meu namorado e não tinha lugar, aí perguntei pra ela se não dava pra ir na casa do Miguel. Ela falou que o Miguel não tinha problema, mas o problema era meu namorado… E aí? Bom, convenci ele. Na primeira vez que a gente transou foi normal, cada um num quarto e eu lembro que fiquei com tesão com os gemidos da Maria. Uffff – falei eu começando a me masturbar Deixa eu te ajudar com isso – dizia minha irmã, pegando na minha pica. Bem, continue – falei, corroído pela ansiedade. Um dia à tarde, nós quatro estávamos vendo um filme no sofá da sala, e a Maria, sem vergonha na cara, começou a pegar no namorado e a se tocar. Eu olhei pro meu namorado tipo "vamos deixar eles sozinhos", mas ele pareceu entender outra coisa e começou a me agarrar também. Eu deixei rolar, você sabe que eu gosto de sexo, não vou mentir, mas achei muito pesado mostrar uma parte do meu corpo na frente do namorado da minha amiga… – Naty fez uma pausa que me deixou louca. E aí, o que aconteceu? – eu não queria que ela parasse Que ansioso você tá?" Minha irmã dizia enquanto me punhetava devagar. Sim Bom, continuando. A parada é que eu tava beijando muito intensamente meu namorado e quando abro os olhos vejo que a Maria, minha amiga, tava batendo uma pro namorado dela enquanto beijava ele! Ela tinha tirado o pau dele da calça. Eu fiquei dura e meu namorado interpretou a situação como um "vamo que vamo" e desabotoou a calça dele e tirou o pau pra fora. Eu não sabia o que fazer, juro. O auge da situação foi que a Maria viu o pau do meu namorado e deu um sorriso me olhando. Eu pensei que ela ia levantar e levar o namorado dela embora, mas não, foi o contrário. Ela ajoelhou no chão e começou a chupar o pau do namorado dela na nossa frente. Eu, por instinto ou por tesão, sei lá, continuei batendo uma pro meu namorado e olhando pra eles dois. Meu namorado acariciava minha cabeça e me empurrava suavemente pra baixo. Olhei de novo pra Maria e ela tira o pau da boca pra olhar nos meus olhos e sorrir pra mim. Não hesitei e comecei a chupar o pau do meu namorado. A Maria tava num estado de alucinação e quando me viu não pensou duas vezes: se levantou, tirou toda a roupa e montou em cima do namorado dela, cavalgando sem parar. Eu tava num dia fértil, então não queria transar sem proteção. Uffff – eu disse Vou te mostrar tudo o que a Maria fazia
Minha irmã tirou toda a roupa e depois de chupar minha pica por um bom tempo, me deitou na minha cama e, montando em cima de mim, enfiou minha pica bem fundo Agora vou continuar te contando enquanto te fodo. Imagina que sou a Maria. Mmmmm, não vou aguentar muito – falei quando sentia a Naty se mexendo em cima de mim e cavalgando. Bom, se você não aguenta, não vou te contar mais. Aghhhhh
Minha irmã agora tava me torturando. Precisava ouvir a história toda e tava quase gozando. Não sabia como, mas tinha que me segurar de qualquer jeito. Continua me contando – eu disse Bom, a parada é que ela sentou o namorado, pegou na pica dele e enfiou ela mesma, e começou a cavalgar assim – minha irmã exagerava os movimentos pra me fazer gozar. Vai, continua – eu sofria Que continue o quê? Te comendo ou te contando? – ela sussurrou no meu ouvido.
Juro que não sei como não gozei na hora. Virei a cabeça e foquei no PC, olhando através do gabinete e tentando pensar no processador, no cooler – e consegui. As duas coisas – falei pra ela Bom, então eu também comecei a tirar a roupa. Ayyy, que puta que você é, Naty – falei pra ela. Siiiiim, muito putinha, mas como não queria que gozasse dentro, não sabia como fazer. E aí, o que você fez? – Eu tava morrendo de vontade de gozar dentro da minha irmã. Bom, eu me deitei de barriga pra cima do lado do namorado da Maria e falei pro meu namorado me comer de papai e mamãe e gozar fora. Aghhhhh – eu tava prestes a gozar Aghhhh, tô muito tesuda agora também – dizia Natália Aghhhh, se continuar assim, quem vai gozar dentro de você sou eu – falei pra ela. Hoje não tô no meu período fértil e tô tomando anticoncepcional agora – ela me disse Aghhhh e você quer que eu goze dentro? – perguntei pra ela Você quer gozar dentro de mim? – ela aumentou a aposta.
Nenhum dos dois queria ceder e admitir que ambos queríamos aquilo. Você – eu disse a ela Você – ela me disse Vou gozar dentro de você – eu disse pra ela Aghhhhh ahhhhh ahhhh siiiiiii aghhhhhh – ela disse entre gemidos no meu ouvido Aghhh ahhhh ahhhhh aaaaahhhhhhhhh – gozei que nem um possesso enquanto segurava ela pela raba e apertava contra mim. Você tá me comendo igual comeram a Maria – dizia minha irmã, toda tesuda. Aghhhh ahhhhh – eu gemia Quería comer sua buceta, Maria?" – ela me disse Aghhhhhh aaaaaaa – meu pau deu uma chicotada e apertei minha irmã mais forte contra mim Mmmmm, me parece que sim, que você tá com muita vontade de comer ela, né? – minha irmã me disse enquanto enfiava a língua no meu ouvido. Aghhhhhhh
Ela desmaiou em cima de mim, que já não era mais tão enorme como antes. Ela acariciou meu peito peludo e se deitou de lado. Agora que eu penso, se você continuar emagrecendo, talvez eu convença ela. Não acredito em você – eu disse Eu sou capaz de muitas coisas - ela me disse sorrindo Naty, posso te fazer uma pergunta?
O que tava rolando comigo? Desde quando eu pedia permissão pra perguntar algo pra ela? Se supostamente ela era minha submissa, não devia fazer isso, mas saiu naturalmente. É verdade o que você me falou outro dia, que quer sair do país e vai contar tudo pra mamãe e pro papai? Isso eu pensei num momento E o que mudou agora? Não mudou nada, mas não gosto que você fique me ameaçando. Eu não te ameacei mais. Mas cê sabe que tem o poder dessas fotos Sim, mas se você se comportar como hoje, te prometo que não mostro elas pra mamãe nem pro papai. Além disso – Natália sentou na cama pra falar comigo – você ia machucar muito a mamãe e o papai. Você me tratou muito mal por muito tempo – eu disse a ela Eu sei, e não pense que não me arrependo – ela me disse. Você me disse coisas muito feias – eu estava começando a ficar muito angustiado e não entendia por quê. Eu sei – disse ela. Coisas que não se deve dizer a um irmão – falei à beira do choro, com o queixo tremendo. Eu sei e te peço perdão – ela me disse, e uma lágrima escorria pela bochecha dela. Você me humilhou e me fez sentir um merda de pessoa.
Foi a última coisa que eu disse e saí chorando que nem um desgraçado. Eu soluçava e tremia deitado na minha cama. Me virei e me enrolei feito um bolo enquanto desabava em choro sem conseguir parar. Era a raiva acumulada depois de tantos anos.
Minha irmã me abraçou por trás e eu senti os peitinhos nus dela na minha costa. Saí – falei pra ela Me perdoa, Juan – ela me disse, chorando. Vai embora, me deixa sozinho – falei pra ela.
Não queria que minha irmã me visse chorando. Não queria me mostrar vulnerável. O travesseiro estava molhado das minhas próprias lágrimas. Senti o colchão se mexer, era minha irmã se levantando devagar e se vestindo. Virei e vi uma gota de soro escorrendo da buceta dela, descendo pela parte de dentro da coxa. Mesmo assim, não consegui acalmar minha tristeza. Vou embora, vou te deixar sozinho" – ela disse Vai embora! – quase que gritei pra ela.
Chorei por mais de uma hora seguida.
Acho que foi tão mexedor quanto reparador.
Adormeci lá pelas duas da manhã.
(continua…)
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