Primeiramente, bom dia/tarde/noite. Sou um cara que nunca ficou com um menino, mas depois desse evento, realmente não descarto mais. Bom, agora vamos ao relato. Isso aconteceu há duas semanas. Fui ao aniversário de uma amiga e lá tinha umas amigas que estavam mais ou menos. A ideia era a gente se encontrar e depois ir pra uma balada, mas acabamos na casa dela fazendo uma festa/reunião muito daora. Lá conheci o viado em questão. Dava pra ver que ele era gay e ficava me olhando direto. Num momento, saí pra varanda porque gosto de me afastar um pouco da galera em reuniões grandes, e o viado vai pra varanda conversar comigo. Conversamos sobre gostosinhas casualmente e ele disse que eu tinha cara de "putinha". A conversa foi evoluindo e eu gostei de falar com ele, a gente jogou aquele jogo de "o que você prefere" e ficamos assim um tempão (ele já tinha fumado um beck e tomado uma boa quantidade de fernet). Então, num momento, o viado esperou pacientemente pra fazer perguntas mais ousadas: "prefere comer um cu? Ou meter na buceta?". Aí ele me faz uma proposta e diz: "Cê sabe que o melhor boquete que você pode receber é de um gay, né? É porque ele tem pinto e mais ou menos sabe como você gosta. Pelo menos pra mim, dizem que eu sou bom de chupar rola". Eu fiquei um segundo pensando, e a lógica dele parecia fazer sentido. A comunicação foi mais ou menos assim:
Eu: Na real, faz sentido o que você tá dizendo. Nunca tinha pensado nisso.
Viado: E se, mano! Eu, por exemplo, se eu chupar seu pau, não tenho dúvidas que seria o melhor boquete que você vai receber.
Nesse momento, eu entendi que ele queria me chupar a qualquer custo. No começo, até pensei em cortar a conversa ali, mas ao mesmo tempo tinha na cabeça "um boquete a gente não nega pra ninguém". Aí cortaram a gente pra cantar parabéns pra nossa amiga. Não nos encontramos de novo na festa. Já eram 5 da manhã e eu queria ir embora. O viado me disse que a casa dele era no caminho da minha e, se eu quisesse, a gente ia junto. Aceitei a proposta e caminhamos pro mesmo lado.
Quando estávamos... Na esquina da casa dele, ele me disse que tinha umas flores lá dentro e se eu queria fumar, como agradecimento por ter acompanhado ele. Fiquei na dúvida um instante, mas aceitei (sabendo o que provavelmente ia rolar). Entrei, procurei, fumamos e sentamos no sofá. Conversamos um bom tempo e começamos a falar de sexo, aí eu solto:
Eu: Sabe que lembrei o que você me disse naquela festa. Aquilo de que o melhor boquete que posso receber é de um gay, e pô, nunca tinha pensado nisso.
Petero: Kkkkkkk pois é, viu? Faz total sentido o que te falei. Se quiser, te chupo pra você comprovar.
Aí passou pela minha cabeça a frase "um boquete a gente não nega pra ninguém".
Eu: Tá, mas só me chupa mesmo.
Petero: Relaxa, só quero isso.
Meu pau já estava meio duro e o Petero começou a apalpar meu volume um tempinho. Cuspiu na mão e meteu por dentro da minha calça. Encheu minha cabeça de saliva e falou "kkkkk é grossa, hein" – tirou a mão da calça sem me fazer abaixar a bermuda. Começou a me masturbar e ficava dizendo "que pau lindo", "tá gostando da punheta que tô te dando?".
Eu, surpreso porque era a primeira punheta que eu gostava (primeira que outra pessoa me fazia), disse que sim. O Petero deu risada e pediu pra eu tirar a calça. Tirei, ele se ajoelhou enquanto continuava me punhetando. Mordia os lábios e ficava cuspindo no meu pau, já totalmente ereto. Aí eu falei:
Eu: Vai ser só punheta ou um boquete?
Petero: Óbvio que um boquete.
Mal terminou a frase, já começou a chupar com uma fome. Meus olhos, puxados pela maconha, se arregalaram e, às vezes, minhas pernas tremiam. Ele lambia a cabeça do pau com muito prazer enquanto me masturbava. Peguei a cabeça dele pra enfiar tudo, e foi assim. Ficou um tempo fazendo garganta profunda sem parar. Num momento, me levantei e fiz algo que sempre quis e nunca imaginei que faria num Petero. Comecei a meter na boca dele, e com força. Engasgava ele, e ele se arqueava. mas ele continuou e continuou. Me sentei de novo e tinha tanta babinha na região do pau que senti um caminho que chegou até o cu. Teve uma pausinha e ele continuou chupando. Eu gemei pra motivar mais o petero e foi assim mesmo kkkkkk. Aí ele disse: "bom, agora vou te fazer gozar". Ele mexeu a língua perfeitamente na cabeça, roçando a glande e batendo uma forte. Meu pau não aguentou mais e eu jorrei tudo enquanto ele tinha na boca, o puto. O que mais gostei foi que eu gozei, ele parou, engoliu e voltou a chupar mais calmo, mas na mesma região. Então eu falei:
Eu: Sua tese de boquetes está aprovada
Petero: Kkkkkk te falei que os gays chupam muito bem kkkkkk
Eu: Não sei se os gays, mas você me chupou melhor que ninguém.
Petero: Ah, obrigado. Essa pau também é muito chupável.
Eu: Pode continuar se quiser.
Petero: Bom...
Ele continuou chupando até eu dormir e de manhã eu fui embora da casa dele. Fim do relato.
Eu: Na real, faz sentido o que você tá dizendo. Nunca tinha pensado nisso.
Viado: E se, mano! Eu, por exemplo, se eu chupar seu pau, não tenho dúvidas que seria o melhor boquete que você vai receber.
Nesse momento, eu entendi que ele queria me chupar a qualquer custo. No começo, até pensei em cortar a conversa ali, mas ao mesmo tempo tinha na cabeça "um boquete a gente não nega pra ninguém". Aí cortaram a gente pra cantar parabéns pra nossa amiga. Não nos encontramos de novo na festa. Já eram 5 da manhã e eu queria ir embora. O viado me disse que a casa dele era no caminho da minha e, se eu quisesse, a gente ia junto. Aceitei a proposta e caminhamos pro mesmo lado.
Quando estávamos... Na esquina da casa dele, ele me disse que tinha umas flores lá dentro e se eu queria fumar, como agradecimento por ter acompanhado ele. Fiquei na dúvida um instante, mas aceitei (sabendo o que provavelmente ia rolar). Entrei, procurei, fumamos e sentamos no sofá. Conversamos um bom tempo e começamos a falar de sexo, aí eu solto:
Eu: Sabe que lembrei o que você me disse naquela festa. Aquilo de que o melhor boquete que posso receber é de um gay, e pô, nunca tinha pensado nisso.
Petero: Kkkkkkk pois é, viu? Faz total sentido o que te falei. Se quiser, te chupo pra você comprovar.
Aí passou pela minha cabeça a frase "um boquete a gente não nega pra ninguém".
Eu: Tá, mas só me chupa mesmo.
Petero: Relaxa, só quero isso.
Meu pau já estava meio duro e o Petero começou a apalpar meu volume um tempinho. Cuspiu na mão e meteu por dentro da minha calça. Encheu minha cabeça de saliva e falou "kkkkk é grossa, hein" – tirou a mão da calça sem me fazer abaixar a bermuda. Começou a me masturbar e ficava dizendo "que pau lindo", "tá gostando da punheta que tô te dando?".
Eu, surpreso porque era a primeira punheta que eu gostava (primeira que outra pessoa me fazia), disse que sim. O Petero deu risada e pediu pra eu tirar a calça. Tirei, ele se ajoelhou enquanto continuava me punhetando. Mordia os lábios e ficava cuspindo no meu pau, já totalmente ereto. Aí eu falei:
Eu: Vai ser só punheta ou um boquete?
Petero: Óbvio que um boquete.
Mal terminou a frase, já começou a chupar com uma fome. Meus olhos, puxados pela maconha, se arregalaram e, às vezes, minhas pernas tremiam. Ele lambia a cabeça do pau com muito prazer enquanto me masturbava. Peguei a cabeça dele pra enfiar tudo, e foi assim. Ficou um tempo fazendo garganta profunda sem parar. Num momento, me levantei e fiz algo que sempre quis e nunca imaginei que faria num Petero. Comecei a meter na boca dele, e com força. Engasgava ele, e ele se arqueava. mas ele continuou e continuou. Me sentei de novo e tinha tanta babinha na região do pau que senti um caminho que chegou até o cu. Teve uma pausinha e ele continuou chupando. Eu gemei pra motivar mais o petero e foi assim mesmo kkkkkk. Aí ele disse: "bom, agora vou te fazer gozar". Ele mexeu a língua perfeitamente na cabeça, roçando a glande e batendo uma forte. Meu pau não aguentou mais e eu jorrei tudo enquanto ele tinha na boca, o puto. O que mais gostei foi que eu gozei, ele parou, engoliu e voltou a chupar mais calmo, mas na mesma região. Então eu falei:
Eu: Sua tese de boquetes está aprovada
Petero: Kkkkkk te falei que os gays chupam muito bem kkkkkk
Eu: Não sei se os gays, mas você me chupou melhor que ninguém.
Petero: Ah, obrigado. Essa pau também é muito chupável.
Eu: Pode continuar se quiser.
Petero: Bom...
Ele continuou chupando até eu dormir e de manhã eu fui embora da casa dele. Fim do relato.
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