Me chamo Luis, naquela época tinha 21 anos e morava com minha mãe numa cidadezinha rural de montanha. Minha mãe, Ana, de 48 anos, tinha ficado viúva dois anos antes. Era uma senhora atraente, morena, baixinha, com quadris largos e seios fartos, um pouco acima do peso para os padrões atuais de beleza, mas suficientemente gostosa para já ter tido que recusar mais de uma vez as investidas sexuais de alguns conhecidos da região que, ávidos por sexo, achavam que uma viúva como ela não conseguiria viver sem transar de novo. Nossas dificuldades financeiras eram enormes, já que eu estava desempregado e minha mãe mal conseguia trabalho de vez em quando, cuidando de idosos ou fazendo bicos de limpeza doméstica. Ainda por cima, tínhamos uma hipoteca da casa onde morávamos que mal conseguíamos pagar.
A sorte pareceu mudar quando Ramón apareceu na nossa casa. Ele era o antigo dono de uma mansão de luxo que ficava perto dali, num lugar afastado na montanha, e que antes alugava para pessoas com alto poder aquisitivo. A gente sabia pelos comentários do povoado que, alguns meses antes, ele tinha vendido a mansão para uma pessoa muito rica que, apaixonada pelas paisagens e pela tranquilidade do lugar, não tinha medido gastos para tê-la como propriedade.
Ramón, com quem até então tínhamos tido pouco contato, nos surpreendeu com uma oferta difícil de recusar, considerando nossas dificuldades financeiras. Pelo visto, o novo dono da mansão precisava de uma mulher para serviços de limpeza e cozinha, e de um rapaz para cuidar dos jardins. Ficamos estranhando Ramón ter se lembrado da gente e nos oferecido esse trabalho que tanto precisávamos, em vez de oferecer a alguém mais próximo dele. E mais ainda quando soubemos o salário, que era acima do normal, já que, como eu disse antes, até então nossa relação com esse homem tinha... foi praticamente nula, mas logo entendemos o motivo, já que ele nos explicou que o novo proprietário da mansão havia exigido que, inexoravelmente, seus empregados deveriam ser mãe e filho, e que mesmo antes de fazer o contrato, isso deveria ser comprovado através do livro de família ou outro documento similar, o que no nosso caso, pela evidente semelhança física, era uma burocracia que poderia ser dispensada. Não vimos nada de estranho na exigência de um homem rico e caprichoso, supondo que ele teria tido boas experiências com funcionários que tinham esse tipo de relação, e aceitamos a oferta encantados. Depois de uma semana de trâmites, nos quais tivemos que fornecer esses documentos ao Ramón junto com várias fotos (o que nos fez pensar que aquele desconhecido queria que seus empregados tivessem boa aparência física), ele nos confirmou que estávamos contratados pelo novo inquilino da mansão, e que deveríamos nos apresentar lá o mais rápido possível. Sabíamos através do Ramón que, durante os meses de presença do proprietário na mansão, nosso regime de trabalho seria interno, e para isso ele havia preparado um quarto para nós na própria mansão, então fomos para lá com toda a nossa bagagem. Uma vez lá, conhecemos aquele que seria nosso chefe, era o Ramiro, que a partir daquele momento minha mãe passou a chamar de "Senhor Ramiro", um homem de rosto sério, com cerca de 55 anos de idade, bem conservado fisicamente, embora com uma certa "barriga", e vestimenta elegante condizente com sua posição social. Os três aparentemente nos olhamos com curiosidade, nós ávidos para conhecer nosso novo chefe, e ele, depois de explicar nossas tarefas e nos mostrar nosso quarto, com um ar de "satisfação", exclamou: "É verdade, vocês se parecem muito". O verdadeiro luxo da mansão era o local onde estava situada e as paisagens ao seu redor, de modo que seu tamanho reduzido, além de facilitar nosso trabalho, não desmerecia o verdadeiro valor dela. Depois de desfazer as malas no que seria nosso quarto, "Dom Ramiro" entregou à minha mãe o que deveria ser seu uniforme de trabalho, indicando que esperava ter acertado o tamanho correto. Era um avental branco abotoado na frente, que, além de ficar "um pouco curto" e justo (algo normal nela por seu peito volumoso), caía muito bem. Divertido ao ver minha mãe com aquele uniforme, rindo abertamente, ousei dizer: "Você parece uma empregada de filme pornô", o que de forma alguma correspondia à realidade, pois além dos detalhes mencionados, em nenhum caso se poderia dizer que aquele avental fosse indecente, e apenas a falta de costume de vê-la vestida assim fez com que me viesse à cabeça tal expressão. Nos dias seguintes, nos adaptamos à nossa nova situação. Meu trabalho era bastante fácil, já que o jardim sempre esteve bem cuidado, e eu simplesmente tinha que mantê-lo, e minha mãe, por sua vez, meramente precisava cozinhar para três pessoas, já que Dom Ramiro não estava acompanhado por ninguém, e devido à reserva e discrição com que tratava tudo relacionado à sua vida, nem sabíamos se era casado. Embora essa pessoa fosse relutante em comentar qualquer coisa sobre sua vida familiar ou social, apesar de sério, ele se comportava da forma mais amável possível conosco, podendo conversar com ele sobre qualquer assunto, e ele não se segurava nem um pouco para bisbilhotar sobre a nossa, incluindo nossas dificuldades financeiras, sobre as quais demonstrava um interesse especial. Passaram-se algumas semanas sem que eu observasse nada anormal em Dom Ramiro; simplesmente era um homem que gostava da tranquilidade daquele lugar, ler livros, descansar, etc. No entanto, para ser sincero, o havia surpreendido algumas vezes olhando disfarçadamente para minha mãe com olhos, no mínimo, "suspeitos". Não podia repreendê-lo por nada, já que nunca ousou se insinuar ou desrespeitá-la de forma alguma, e para piorar, embora eu me envergonhasse disso, aquele uniforme que minha mãe usava, por qualquer motivo que fosse, estava começando a me provocar uma certa excitação (por mais que eu quisesse reprimi-la, já que a portadora era minha própria mãe), e se isso acontecia comigo, seu próprio filho envergonhado, também não podia culpar o Don Ramiro por “alegrar a vista” de vez em quando. Nunca teria imaginado que qualquer coisa, nem mesmo algo que envolvesse minha mãe de perto, poderia despertar em mim o mínimo desejo erótico, no entanto, por mais estranho e vergonhoso que fosse para mim, aquele jaleco branco acima dos joelhos, tão justo, que dependendo da postura ou posição, mostrava o sutiã entre os botões, me provocava uma atração “hipnótica” tão forte, que eu chegava a fantasiar com situações excitantes, imaginando-a nas situações mais comprometedoras e obscenas. Obviamente, isso me envergonhava profundamente, e eu tentava desviar a mente para qualquer coisa que não a incluísse. Tentei me enganar, dizendo a mim mesmo que tudo era culpa do isolamento a que eu estava submetido naquela mansão, sem contato com outra mulher que não fosse ela, mas aquelas fantasias lascivas cresceram (para meu desespero e perplexidade), com o tempo. Aproximadamente uma semana depois da minha luta contra o tabu dessas fantasias, aconteceu o que mudou nossas vidas completamente. Um dia como qualquer outro, ao voltar do jardim onde tinha trabalhado por cerca de duas horas, entrei na mansão e vi minha mãe visivelmente alterada. A primeira coisa que pensei foi que o Don Ramiro tinha tentado passar dos limites com ela, mas ele estava sentado numa poltrona lendo um livro tranquilamente, então, ou ele era um ator magnífico, ou a agitação dela tinha outro motivo. Tentei perguntar à minha mãe o que tinha acontecido, mas ela fez sinais para que eu me calasse e me contaria mais tarde. Esperei “eternamente” para poder ficar sozinho com ela no nosso quarto. O que aconteceu, mãe? Você estava vermelha que nem um tomate. Nem sei como te contar isso. Você está me deixando nervoso. Ufff, é que é muito pesado... Em poucas palavras... Ele me propôs... Que ele quer te comer! – (pensei, sem chegar a dizer). Fala logo, já estou imaginando. Você não imagina... Ele me propôs, de um jeito muito, mas muito delicado e disfarçado, resolver nossos problemas financeiros. Se ele transar com você, claro. (Dessa vez eu disse mesmo o que estava pensando) Não exatamente. Não? – Aquilo me surpreendeu. Então? Que a gente transe, você e eu! Como? Ah, para! Diante da minha mais absoluta incredulidade, ouvi minha mãe me contar a "conversa" que teve horas antes com o Seu Ramiro. Parece que esse homem abordou o tema "se interessando" pelas nossas dificuldades financeiras, e sempre de maneira sutil e com um certo "segredo", ofereceu a ela "uma forma" de sair dessas dificuldades. Minha mãe, logicamente, com tanto segredo, pensou que ele estava a convidando para algo ilegal, ou como eu tinha pensado no começo, que ele estava dando em cima dela com intenção lasciva. Ela não pôrepreendê-lo, já que na verdade ele não tinha expressado textualmente nenhuma das duas coisas, e embora fosse de imaginar que, com palavras vagas e imprecisas, ele ia oferecer algo indecente, ela devia esperar para conhecer os desejos dele para depois agir de acordo. Sem ainda revelar suas intenções, ele prosseguiu afirmando que a discrição seria total e garantida, e que ela não devia ter medo de consequências posteriores. Ele deu especial atenção em dizer que "era só uma brincadeira", e que caso aceitasse "ela não estava obrigada a nada, podendo ir até onde quisesse, com seus próprios limites", embora é claro "quanto mais longe fosse, mais generosos os convidados se mostrariam". Podem imaginar o estado de ansiedade com que ouvi minha mãe, já que a cada instante surgiam mais dúvidas, brincadeira? Convidados? Que convidados? Por fim, minha mãe, ele acabou esclarecendo tudo, já que prosseguiu com seu relato e terminou de contar aquela incrível "proposta" do Don Ramiro. Aparentemente, ele contava com vários amigos ricos que tinham a fantasia mórbida de presenciar "jogos eróticos" entre mãe e filho, (omitindo o detalhe de se ele mesmo estava entre eles), e se aceitássemos participar, seríamos "recompensados" de forma "generosa". Ele insistiu novamente que não deveríamos temer nada, já que a discrição estava garantida, sendo seus convidados os primeiros a desejar tal discrição por motivos óbvios. Era a proposta mais absurda que eu poderia ter imaginado, e ainda mais vindo daquela pessoa até então tão séria e respeitosa, e só ao ser ouvida da boca da minha própria mãe (extremamente alterada e nervosa), me fez entender que se tratava de algo real, e não de um delírio da minha mente. E o que você disse a ela? - Foi a única coisa que me ocorreu dizer, completamente atordoado com o que acabara de ouvir. Não pude responder, fiquei paralisado, e por outro lado, você sabe que precisamos deste trabalho…….. Seria uma questão de pensar……. Se realmente não há nenhum compromisso e podemos ir no "jogo" até onde quisermos…… com uns carinhos ou beijos poderíamos ganhar bastante….. (não conseguia acreditar que estava dizendo aquilo, e temi a reação furiosa da minha mãe diante da minha inclinação a considerar algo tão absurdo, envergonhando-me por ter me deixado levar, mesmo que de forma inconsciente, por aquele morbo que, por mais que tentasse evitar, invadia minha imaginação). Você tem razão, talvez uns minutos de vergonha……. Possam nos ajudar……. Ninguém vai ficar sabendo…….., se não somos obrigados a nada que não queiramos……… Ainda surpreso com minha resposta, a da minha mãe acabou me deixando de boca aberta, já que o simples fato de ela não rejeitar imediatamente, por absurda, uma oferta daquelas, me deixou completamente atordoado, sem saber se ela estava brincando, e ainda mais conhecendo o caráter dela remilgado, a ponto de colocar o pijama no banheiro, para evitar que eu a visse se despindo quando estávamos no mesmo quarto. Não quis insistir, para evitar que ela percebesse uma certa predisposição da minha parte, e suspeitasse que, mesmo aquilo tudo me superando completamente, eu não conseguia evitar uma morbidez que aumentava a cada instante, por mais que fosse ela. Não voltamos a falar sobre o assunto, embora, como vocês podem imaginar, minha mente não se afastasse nem por um instante daquela proposta, e principalmente, do fato de que, mesmo as chances sendo pequenas, surgia a oportunidade de, no mínimo, poder acariciá-la. Em parte, para evitar vê-la com aquele roupão branco, coisa que me excitava cada vez mais, e em parte para deixá-los a sós, secretamente desejando que Don Ramiro pudesse "convencê-la", dediquei-me completamente às minhas tarefas de jardinagem, e alguns dias depois, quando quase tinha perdido a esperança, na intimidade do nosso quarto, minha mãe, em voz baixa, me disse: Pensei que vamos aceitar, afinal não vai acontecer nada de ruim e podemos sair das "dificuldades". O quê? - respondi, embora soubesse perfeitamente a que ela se referia, tentando disfarçar a satisfação que aquelas palavras me causavam. O que eu comentei com você no outro dia, você sabe... Don Ramiro me deu todo tipo de garantias e me explicou mais ou menos no que consiste. Ahhh, é? - respondi tentando manter uma cara de indiferença, embora na verdade minhas pernas estivessem tremendo, diante da perspectiva de existir a possibilidade de praticar qualquer experiência erótica com ela. Sim, aparentemente são várias pessoas, ainda não sabe quantas, pois ele precisa conversar com eles, que fantasiam há anos em presenciar algum tipo de "sexo", por mínimo que seja, entre mãe e filho, e dispostos a pagar o que for preciso se tiverem a garantia de que realmente somos nós, nós "só" temos que fazer qualquer coisa que os excite e os faça acreditar que somos amantes. surpreendeu tanta ingenuidade da parte dela, pois evidentemente, para fazer aquelas pessoas "acreditarem" que éramos amantes, não bastaria nos dar um "beijinho" na bochecha. Ainda assim, me mostrei a favor de aceitar o "jogo", tentando evitar que ela voltasse atrás ao pensar mais detidamente, e meus desejos secretos fossem por água abaixo. Definitivamente, eu devia parabenizar o Don Ramiro, já que ele tinha se engenhado para convencer minha mãe, de tal forma e com tantas palavras boas, que quase "hipnotizada" por elas, ela tinha aceitado praticar uns "indefinidos" jogos sexuais com seu filho, na presença de uns desconhecidos ricos, sem reparar que, por mais suaves que fossem, implicavam quebrar o tabu do incesto, e mais, quando até aquele dia, ela evitava até mesmo se mostrar de roupa íntima na minha presença. Seu triunfo não estava só em ter conseguido "hipnotizá-la", mas que a partir daquele dia, em seu rosto, acreditei observar a satisfação de ter encontrado o casal que mais se aproximava da morbidez procurada, ou seja, uma senhora madura de físico normal, embora muito atraente e com aspecto tão inocente quanto era na realidade, e um filho com semblante tão parecido com o dela, que praticamente dispensava o trâmite de ter que demonstrar, e que para completar, como certamente ele tinha notado pelos meus olhares, com segredos e sentimentos obscuros por ela. Por isso, tentando evitar que com o passar do tempo, aquele estado "hipnótico" da minha mãe desaparecesse, ele organizou a "sessão" para o sábado seguinte. Meus nervos aumentaram a cada instante, enquanto minha mãe, aparentemente alheia, prosseguia com seus afazeres de limpeza da casa, sem mostrar mais do que um pequeno constrangimento. Na noite anterior, vendo que minha mãe não mostrava interesse em falar sobre o assunto, e temendo que na hora H, ela ficasse petrificada sem saber nem o que fazer, tentei planejar algum cenário, no qual pelo menos, pudesse surgir na hora algum tipo de erotismo e contentar os "convidados". Mãe, amanhã é o dia. Ufff, eu sei, não pense que não estou preocupada. Devíamos pensar em algo... Como o quê? Eu não tenho imaginação pra "essas coisas". Esse povo gosta de morbidez, nada direto demais, tinha pensado que... enfim, aquele roupão que você usa, um pouco mais curto... umas danças... eu que levanto o roupão, etc... (não tive coragem de continuar). Não me diga que você acha que um roupão branco de empregada pode provocar tesão em alguém... Se são pessoas ricas com certeza têm senhoras a seu serviço, algum deles deve fantasiar com elas, acho boa ideia encurtar o seu, de modo que só de você se abaixar um pouco já "mostre alguma coisa", depois dançamos... enfim, algo que os contente. (deixei de contar a ela o "pequeno detalhe", que pra mim, sim, dava tesão vê-la assim). No dia marcado, observei Don Ramiro extremamente nervoso, o tempo todo ocupado com o telefone, tentando perceber em nossos rostros algum sinal de arrependimento para cancelar o ato. Chegada a noite, ele nos convidou a ficar em nosso quarto, já que afirmou que os convidados chegariam a qualquer momento, e desejavam preservar sua intimidade, escondendo-se sob máscaras de carnaval, por isso seria ele quem os atenderia, até que fôssemos chamados. Efetivamente, pouco depois ouvimos o barulho de vários veículos estacionando na parte de trás da mansão. Podem imaginar nosso nervosismo, sem saber o que acontecia atrás das paredes de nosso quarto, ouvindo como, um por um, os veículos estacionavam nas proximidades. Don Ramiro bateu em nossa porta e nos convidou a sair quando quiséssemos, aproveitando minha mãe para "se esconder" no banheiro e trocar de roupa. Não pude resistir à curiosidade, e sem esperá-la, saí para a sala onde estavam aquelas pessoas acompanhadas por Don Ramiro. Além dele, observei seis pessoas sentadas em vários sofás dispostos para o efeito pelo anfitrião. Não teria como reconhecê-los nunca, já que que seus rostros estavam escondidos atrás de máscaras de carnaval que os cobriam completamente. No entanto, não era preciso ser adivinho para deduzir pelas roupas que se tratava de pessoas de alto poder aquisitivo, sendo quatro deles homens entre 40 e 60 anos aproximadamente, e para meu maior desconcerto, já que nunca teria imaginado, duas senhoras, uma de uns trinta e poucos anos, com físico que denotava horas de academia, e outra na casa dos quarenta, com corpo mais roliço. Fiquei envergonhado, me sentindo furado por aqueles olhos que ansiavam conhecer aquele que supostamente seria capaz de comer sua mãe, mesmo que de forma "fingida". Observei, por sua vez, que não trocavam conversa entre si, como se temessem ser reconhecidos pela voz, e supus que aquela discrição prometida por Don Ramiro incluía o desconhecimento entre os convidados sobre suas identidades. Fiquei aliviado ao ouvir a porta do nosso quarto se abrir, pois estava começando a me incomodar com seus olhares inquisitivos. Foi o melhor que poderia ter acontecido, já que, para minha maior satisfação, minha mãe tinha conseguido me obedecer (talvez até demais), e a vi sair vestida com aquele robe de empregada, tão curto que praticamente nem precisava se abaixar para mostrar sua lingerie. Minha mãe ficou extremamente corada ao se sentir observada por aquelas pessoas e, assim como eu, pareceu surpresa com a presença de duas senhoras. "Vocês notaram o quanto eles se parecem?", disse Don Ramiro com tom de enorme satisfação, sem que os convidados respondessem além de gestos de aprovação. Antes que minha mãe pudesse se acovardar por ser o centro das atenções, decidi começar com o "jogo", dando ênfase especial em satisfazer a curiosidade mórbida que havia atraído aquelas pessoas, chamando-a de "mãe" em cada frase. Mãe, debaixo daquela prateleira tem um papel, tire antes que Don Ramiro veja. (Ele sorriu, imaginando pelas roupas minhas intenções). Sem perceber Ainda sobre aquilo, minha mãe se dirigiu até a prateleira e atendeu. "Papel? Que papel?" "Abaixe-se e você verá." Ao fazer isso, ela percebeu o "engano", pois mesmo flexionando os joelhos, todos pudemos ver sua calcinha da mesma cor do roupão, aparecendo por baixo dele. Acreditando que aquelas situações agradariam aos convidados, minha mãe se deliciou com elas, seguindo minha corrente muito melhor do que eu esperaria, comportando-se como uma "inocente" faxineira que não percebia os olhares lascivos que seu próprio filho lhe dedicava. Minha última proposta foi fazê-la subir em uma cadeira, enquanto eu, ao "segurá-la", aproveitava para espiá-la por baixo do roupão, sem que ela teoricamente percebesse. (Me surpreendendo com o quão bem ela interpretava aquele papel de mãe "inocente", que não pode suspeitar das intenções do filho) Tal "atuação" da parte dela não fez mais do que derrubar os últimos tijolos do tabu que pudessem existir em minha mente envergonhada, e sem que nem mesmo as calças pudessem esconder meu estado de ereção, dei uma pequena palmada em sua bunda. Minha mãe (um tanto surpresa) desceu da cadeira e me disse: "O que você está fazendo, meu filho?" "Me excita muito ver você com esse roupão, mãe." Respondi como se estivesse "atuando" para os convidados e prosseguindo com o "jogo", embora minhas palavras não correspondessem em nada à realidade. "Meu filho, isso não pode ser, sou sua mãe." "Sei perfeitamente, mas há muito tempo fantasio com você e cada vez me excita mais a ideia de poder acariciá-la." Sem dar-lhe tempo para responder, aproveitei para me despir rapidamente, ficando apenas de cueca, que mal conseguia conter a ereção monumental do meu pau. Minha mãe ficou enormemente surpresa, não esperando aquela reação da minha parte, e muito menos a ereção que eu mostrava. "Meu filho, 'isso' fui eu que causei?" - disse com voz trêmula. "Sim, mãe, e mesmo que seja a última coisa que faça, gostaria de poder abraçá-la..." Seus olhos se... Eles abriram "aterrorizados", ao ver como eu me aproximava dela com aquela ereção tão imprópria tratando-se do seu próprio filho. A abracei docemente e notei o tremor do seu corpo, imitei uma dança suave para conseguir dar-lhe a volta até deixá-la de costas para os "convidados". Sem deixar de abraçá-la, consegui aos poucos chegar à dobra do seu roupão, e levantá-lo até deixar completamente à vista daquelas pessoas sua calcinha branca imaculada. Eu desejava aquilo com todas as minhas forças, principalmente ao sentir o calor do seu corpo pressionando minha ereção, mas resisti alguns minutos até me encorajar e colocar a mão sobre sua bunda, acariciando-a ternamente. Minha mãe me olhou fixamente, tentando adivinhar em meu rosto se eu realmente continuava com a "atuação" para aqueles espectadores, ou se havia ultrapassado os limites do proibido, como pareciam demonstrar minhas carícias e minha mais do que evidente ereção. Dei-lhe a volta, tentando evitar algum "reproche" em seu olhar aturdido, deixando-a de frente para aquelas pessoas, às quais claramente agradava o que estavam presenciando. Atrás dela, aproveitando para beijá-la na nuca, fui desabotoando seu roupão, até que ele deslizou pelo seu corpo e caiu no chão. Deixei-a em roupa íntima, calcinha e sutiã, diante do olhar lascivo e ávido por novas experiências daquelas pessoas morbosas, que também incrédulas pela "realidade" de nossos atos, me observavam esfregar meu pau ereto em sua bunda. Naquela postura, sem deixar de ouvir uns cada vez mais imperceptíveis "não, não, não, meu filho, não", minhas mãos apalparam os volumosos seios da minha mãe, e quando comecei a perceber a ereção dos mamilos, me aventurei a ir "mais longe". No início, apenas por cima da calcinha, mas pouco depois me atrevi a introduzir a mão sob o elástico dela até alcançar seus pelos púbicos, e finalmente... a bucetinha peluda que tanto desejava! Encontrando-me em suas costas, tentei imaginar seu rosto sendo observada por aquelas pessoas (que não conseguiam esconder a satisfação por terem começado a suspeitar que não se tratava de uma "atuação"), encarando-a fixamente enquanto era apalpada e acariciada pelo próprio filho. Localizei seu clitóris e, depois de lamber meu dedo, dediquei a ela meus melhores carinhos, conseguindo fazer brotar os primeiros gemidos abafados de seus lábios. Seu corpo tremia, e em um momento de lucidez ela conseguiu sussurrar: "por favor, para, meu filho, para". (Aquele "meu filho, para" inflamou ainda mais o "ânimo" dos nossos espectadores, que mesmo conhecendo perfeitamente nosso parentesco, agradeciam por deixarmos mais explícito ao nos chamarmos de "mamãe" ou "meu filho"). Minha excitação poderia ter furado a cueca e a calcinha que separavam nossos corpos, então nada que ela dissesse poderia me parar, especialmente observando o estado de "atenção" que havíamos provocado naquelas pessoas, que sem perder um detalhe tentavam reter em suas retinas até o último pincelado da nossa "atuação". As palavras da minha mãe expressavam o oposto de seu corpo trêmulo, que literalmente se desfazia entre minhas mãos, impregnando uma com seus fluidos vaginais e atravessando a outra com a ereção de seus seios, ao mesmo tempo em que perceptivelmente levantava a bunda para sentir melhor a ereção que batia em seus quadris. Sem parar por um instante de "alegrar" minhas mãos, aproveitei para fazer um rápido reconhecimento dos nossos espectadores. Don Ramiro aparentava estar "impressionado", e como estava de pé, pude comprovar a ereção que inchava sob sua calça, demonstrando que além de anfitrião também gostava de observar esse tipo de situação. Quanto aos outros cavalheiros, só pude intuir a certeira ereção deles, já que estavam sentados, desconfortáveis, buscando a melhor "postura" para que seus paus eretos não esfregassem no zíper da calça, deslizando a bunda no sofá disfarçadamente, ou simplesmente com a mão e abertamente, "mudando-a de local". A dama mais jovem não perdia um detalhe, com o olhar fixo, enquanto a mais madura, fora de si, amparada pelo anonimato da máscara, acariciava os seios com uma mão, ao mesmo tempo que com a outra, mesmo por cima do fino e caro vestido que a cobria, esfregava a buceta, numa evidente, embora oculta, masturbação. Minha mãe, diante deles, enquanto era acariciada obscenamente pelo próprio filho, sentia-se o centro de todos os olhares luxuriosos daquelas pessoas, as quais, embora evidentemente por sua posição econômica, pudessem ter acesso a qualquer tipo de mulher jovem e de corpo escultural, estavam a "devorá-la" com o olhar, e num estado de excitação como nunca imaginara que poderia provocar em ninguém, muito menos naquele tipo de pessoa, e notei que, de suas primeiras tímidas negativas, em poucos minutos ela passou a um estado de submissão lasciva brutal, gozando das carícias, sem prosseguir na tentativa de fingir que se tratava de "atuar" para o público. Comecei a suspeitar que haviam despertado seus mais ocultos e secretos desejos mórbidos de exibicionista, os quais nunca havia praticado por vergonha, mas ao se tornar consciente da excitação que tanto seu corpo quanto seus atos haviam despertado entre os presentes, libertou-se o desejo reprimido durante tantos anos, levando-a à entrega absoluta. Com o pau a ponto de explodir, busquei o lugar onde consumar meus mais obscenos desejos, e não encontrando outro local, convidei três daqueles cavalheiros a se levantarem do sofá e liberarem o território de que precisava. Eles o fizeram "encantados", supondo perfeitamente o que eu pretendia fazer sobre ele, e "obriguei" minha mãe a se deitar naquele sofá desocupado. Aproveitei para olhá-la lascivamente, comprovando como aqueles mamilos eretos lutavam por perfurar o sutiã, e aquela buceta, que eu ansiava foder com todas as minhas forças, desenhava-se sob o tecido macio de sua calcinha. Ela, num último instante de lucidez, e vendo "o que se Vizinha", ela me olhou com uma cara de "suplicar" que eu recuasse nas minhas evidentes intenções, tentando me fazer entender que "já tínhamos ganho o salário" com sobra, então não era necessário continuar. Ela não sabia que aquela motivação "econômica" era a última coisa que poderia me influenciar, e que a curiosidade e excitação que eu sentia por ela eram infinitamente superiores a qualquer tabu ou circunstância, algo que nossos "espectadores" haviam percebido muito antes, que sabiam perfeitamente que estavam testemunhando algo absolutamente real, fazendo com que perdessem as últimas barreiras de pudor que escondiam sob aquelas máscaras anônimas ou roupas gostosas. Assim, alguns segundos antes de tirar minha cueca e deixar minha cock ereta a alguns centímetros da buceta da minha mãe, da qual eu havia previamente "arrancado" a calcinha que a "protegia", observei como os cavalheiros, quase em uníssono, abaixaram as calças e começaram a se masturbar, ansiosos pelo momento de ver como eu penetraria minha própria mãe, e as damas, sem qualquer decoro, depois de levantarem o vestido, esfregavam o clitóris como se suas vidas dependessem disso. Não os fiz esperar, coloquei uma de suas pernas sobre o encosto do sofá e deslizei a outra até cair no chão, deixando-a passiva e submissamente de pernas abertas. Sem parar de me olhar, trêmula, embora sem fazer mais do que algumas tentativas tímidas de fechar as pernas, minha mãe observou a ponta da minha cock se aproximar até bater na entrada de sua buceta. A umidade dela facilitou a penetração da minha cock ereta, tão dura quanto eu não lembrava de ter tido nunca. Quis aproveitar o momento para lembrar por toda a vida, e não a penetrei de uma vez, mas centímetro a centímetro, sentindo melhor o calor daquela buceta ardente e úmida, me deliciando ao observar como ela abria os olhos a cada empurrão de quadril, para fechá-los depois que o movimento cessava. Finalmente, senti o calor de sua buceta sobre as bolas, sinal evidente de tê-la penetrado por completo, sendo impossível enfiar mais um centímetro de carne "salsicheira" em seu corpo. Meu estado de excitação se tornou tão imenso que nem um cataclismo teria conseguido evitar que eu bombasse os quadris para comê-la, mas ela, em uma última e inútil tentativa, suplicou num sussurro que bem poderia ter sido interpretado ao contrário: "não, meu filho, isso não!". Sem dar-lhe tempo de terminar aquela súplica inútil, iniciei as investidas bombando os quadris ritmada e fortemente, comendo-a como se restassem minutos para o fim do mundo. Ouvi algumas exclamações entre os espectadores, como se naqueles instantes, as poucas dúvidas que abrigassem sobre a realidade do incesto que estavam testemunhando tivessem se esclarecido por completo. O único que se atreveu a expressá-lo abertamente foi Don Ramiro, que exclamou: "caralho!, que maneira de comer a própria mãe!", com tom de satisfação, tanto por ter conseguido "o melhor" para seus convidados quanto por seu próprio deleite sexual. Pude ver minha mãe virar a cabeça com "curiosidade" exibicionista e comprovar a excitação que provocávamos entre os presentes, ao mesmo tempo em que mordia os lábios, sentindo-se um tanto envergonhada por demonstrar tão abertamente o prazer que a invadia a cada investida do pau de seu filho — algo ridículo, quando todos podiam vê-la de pernas abertas e arranhando minhas costas na tentativa de se sentir mais penetrada. Nossa "atuação" despertou uma excitação inusitada entre os presentes, pois, após ouvir uns sons estranhos, virei a cabeça em direção à sua procedência e observei um daqueles cavalheiros se ajoelhar para penetrar a senhora mais madura, que, sem chegar a se despir, havia se colocado de quatro como uma puta e, após levantar o vestido sobre as costas e baixar a calcinha, esperava ansiosa ser comida por aquele desconhecido, sempre de frente para nós, para não perder um detalhe do que a havia levado a tal excitação. Don Ramiro pareceu ficar incomodado com aquele "contato" entre convidados, (dias depois, ele nos esclareceu que, em suas "reuniões", uma das regras era justamente a proibição de tais contatos entre convidados, para evitar a mínima possibilidade de serem reconhecidos), mas ao notar a "aprovação" do resto dos presentes, sorriu abertamente, satisfeito em saber que a quebra daquelas regras se devia ao retumbante "sucesso" que nossa atuação estava provocando neles. Continuei comendo minha mãe, alternando entre a forma "profunda" e enérgica, e outra mais lenta para evitar encher a buceta dela de porra cedo demais, e me deliciar com o corpo dela pelo maior tempo possível. Parecia impossível estar comendo ela, e que ao nosso lado houvesse uma senhora sendo penetrada por um completo desconhecido, a qual, pela idade e fisionomia, poderia ser, por sua vez, mãe de um ou vários filhos que nunca conseguiriam imaginar o que ela estava fazendo, muito menos a extensão dos seus fetiches, enquanto o resto dos espectadores anônimos se masturbavam descontroladamente. No transcurso daqueles segundos, em que desviei a atenção para os jogos sexuais obscuros e secretos daquela senhora, voltei à realidade dos "meus atos" ao ouvir imensos gemidos vindos de "outra senhora", minha mãe!, que havia parado de tentar abafá-los mordendo os lábios bem para trás, e deles agora brotavam uivos furibundos de prazer. Sem parar de comer ela, fixei minha atenção exclusivamente nela, alucinado ao vê-la suada e corada, com os olhos arregalados, ao mesmo tempo em que sentia nitidamente as contrações vaginais no meu pau, e os espasmos do ventre dela sobre meu corpo. Gritando como uma verdadeira louca, e repetidamente, "enfia, meu filho, enfia, não para!", ela atingiu o maior e mais molhado orgasmo que já testemunhei, a ponto de o resto dos presentes pararem suas "atividades", impressionados com tamanho escândalo lascivo. Houve momentos em que temi que as últimas palavras da minha mãe, que ficariam como um epitáfio "pouco decoroso" para a posteridade, fossem…….. "Filho, mete em mim", já que depois do orgasmo ela ficou tão imóvel e desfalecida que pensei no pior. Finalmente, ao ouvi-la respirar, respirei aliviado e continuei comendo ela, desta vez com toda a força dos meus quadris, não demorando para inundar a buceta dela com a enorme porra que meus ovos armazenavam desde o dia em que chegamos naquela mansão. Eu "desabei" sobre ela e fiquei abraçado no seu colo, esperando e aproveitando o espetáculo que agora, de "forma gratuita", aquela senhora madura e seu amante desconhecido estavam nos oferecendo, enquanto ele a comia entre os gemidos mais intensos que se pode imaginar. Extremamente excitados, não demoraram para sucumbir ao prazer, e praticamente ao mesmo tempo, soltaram gritos ininteligíveis, evidenciando o orgasmo que acabavam de "sofrer". Uma vez "separada" de seu amante, por alguns segundos, exausta, antes de conseguir se levantar e se livrar daquela posição embaraçosa (de quatro), pude observar como restos de sêmen escorriam da fenda da buceta dela, deslizando pelas coxas, e me surpreendeu que uma senhora educada e rica tivesse se deixado levar daquela maneira sem tomar "precauções", minha mente excitada se perguntando se ela realmente seria casada e apareceria depois em casa sem que seu marido e filhos pudessem imaginar que ela tinha a buceta impregnada de sêmen de um completo desconhecido. Tive que virar a cabeça para ver o que estava acontecendo com o resto dos presentes. Nos poucos minutos em que, por dedicar toda minha "atenção" à buceta da minha mãe, os havia perdido de vista, várias novidades haviam acontecido, e senti ter perdido, já que prometiam ter sido das mais interessantes. A outra senhora, que aparentava ser um pouco mais jovem, estava sentada no sofá com seu vestido caro e exclusivo, "manchado" pelo que a todas Era claro que se tratava de sêmen, que pela quantidade e localização, era "propriedade" dos demais convidados, os quais, seja por convite dela ou por iniciativa própria, consideraram que aquele era o melhor lugar para despejar o sêmen grudento e condensado de seus paus. Minha mãe, após aqueles minutos de "descanso", conseguiu se soltar do abraço, que incluía minha cock "meio" ereta inserida em suas entranhas. Ainda "abalada", tentou amenizar o "sentir-se nua" vestindo a única coisa que tinha à mão. Imediatamente percebeu o erro, pois, novamente trajando aquele roupão tão curto, foi alvo dos olhares lascivos e furiosos de todos os presentes. Eu sabia perfeitamente que aqueles cavalheiros, inclusive o que acabara de se aliviar com a senhora madura, teriam desejado foder minha mãe ali mesmo, e que tentaram "pedir" isso a Don Ramiro, mas ele, apoiando-se em algumas "regras do jogo" que eu ainda desconhecia, conseguiu "acalmá-los". No entanto, pude perceber que, embora "decepcionados" por não poderem foder a protagonista do melhor e mais real espetáculo incestuoso que poderiam imaginar, "parabenizaram" Don Ramiro por tê-los "presenteado" com algo que superou todas as expectativas. Um a um foram saindo da mansão, não sem antes dirigir "o último" olhar para minha mãe, que, "inocentemente" e eficazmente, sem esconder um exibicionismo latente, dedicava-se submissamente a arrumar o quarto, incluindo a limpeza dos restos de sêmen no sofá com lenços de papel, sabendo perfeitamente que, com aquele roupão meio aberto, mostrava sua lingerie constantemente. Um a um, aqueles convidados anônimos, desapareceram tão discretamente quanto haviam chegado. Uma vez a sós, Don Ramiro, eufórico, sem conseguir esconder a "satisfação" pelo "espetáculo" que havíamos proporcionado a seus convidados, abraçou-me radiante. Caralho!, que fodaça você deu na sua mãe!, é a melhor coisa que "já vimos"!, meus "amigos" são difíceis de contentar, mas dessa vez eles piraram. Eu me limitei a acenar com a cabeça, já que dificilmente poderia acrescentar algum comentário sobre algo que o senhor Ramiro tinha testemunhado diretamente. Depois, ele se aproximou da verdadeira protagonista, que, naquele momento, como se tivesse esquecido de finalizar aquela performance para convidados inexistentes, estava meio agachada na frente do sofá onde minutos antes eu tinha comido ela, tentando limpar algumas gotas de porra, mostrando praticamente a totalidade da sua bunda volumosa e carnuda, mal escondida por aquela calcinha branca imaculada. O senhor Ramiro aproveitou aquela postura impecável da minha mãe para dar um pequeno tapa na sua bunda. Nunca imaginei que você transasse daquele jeito! E olha que desde o primeiro dia que te vi você me provocou um tesão brutal, e mais ainda com os relatórios que o Ramón me passou sobre você, uma verdadeira dona de casa direitinha. Minha mãe se levantou depois de receber aquele tapa do senhor Ramiro e se virou para encará-lo. Ainda sou a mesma… (ela se limitou a responder timidamente). Você não pode imaginar a vontade que eu tenho de arrebentar sua buceta! Meus "amigos" me imploraram para poder "usar você", mas eu os despachei o mais rápido possível, para poder ser eu quem "te enfia". O tom de voz do senhor Ramiro e, principalmente, seu comportamento tinham sofrido uma transformação total, e da pessoa séria e até distante que conhecíamos não restava nada, transformando-se na imagem viva do desejo mais incontrolável. Sua ânsia por comer minha mãe tinha alcançado tal magnitude, que ele pareceu ignorar que ela pudesse se recusar a satisfazer seus desejos obscuros, principalmente sabendo que isso era algo que não tinha sido combinado antes. No entanto, a atitude surpresa e submissa da minha mãe o encorajou a seguir em frente, e num instante seu roupão caiu no chão. Enquanto o senhor Ramiro se despia apressadamente, ele pareceu se lembrar da minha presença, sem que isso Ele também não pareceu se importar, pois me olhou e exclamou com voz indiferente: Se te incomoda ver como "enfio" na sua mãe, pode dar uma volta pela casa. Não, pelo contrário, estou louco para ver. (Respondi sem entender como poderia me excitar ver minha mãe transando com um homem que, por mais rico que fosse, não deixava de ser um estranho, um pouco mais velho que ela, e de aparência pouco atraente, especialmente nu, com uma barriguinha mais que considerável). Minha mãe, semidesnua em calcinha e sutiã, pareceu sorrir ao ouvir meu desejo de testemunhar, confirmando minhas suspeitas sobre seu exibicionismo "despertado". Don Ramiro se despiu completamente, e embora eu já o tivesse visto se masturbar antes, não havia percebido o tamanho do seu pau. Completamente ereto, não se destacava pelo comprimento, mas por uma grossura descomunal, não apenas pelo diâmetro da carne, mas também pelas veias injetadas de sangue que saltavam à vista, dando-lhe uma aparência "rugosa". Se fosse você, chuparia um pouco para lubrificar, ou vai doer quando eu enfiar. (Ele disse à minha mãe, apontando para o pau). Alucinado, testemunhei minha mãe, ainda de roupa íntima, ajoelhando-se na frente daquele pedaço de carne e, com evidente pouca experiência, começar a lamber seu pau. Longe de se incomodar com a falta de habilidade da minha mãe naqueles "serviços", Don Ramiro pareceu ficar ainda mais excitado ao saber que talvez fosse o primeiro pau que ela lambia. Depois de deixá-la "lubrificar", ele tentou ir mais longe e enfiá-lo na boca, mas minha mãe mal conseguiu abocanhar a ponta daquele pedaço de carne grosso e desistiu quando percebeu que estava se engasgando. Don Ramiro não estava para preliminares e, depois de apalpar minha mãe de forma grosseira, colocou-a de quatro no mesmo sofá onde ele havia me fodido antes. Ele nem se preocupou em tirar a calcinha dela, apenas a puxou para o lado, expondo sua buceta peluda. Imperturbável e, ao mesmo tempo, excitado, assisti à penetração daquele membro carnudo e grosso, no que parecia ser um lugar muito apertado, provocou uns leves gemidos lastimados na minha mãe. Só a evidente umidade da sua buceta evitou que ele a rasgasse por completo, quando com um empurrão forte ele a enfiou até o fundo. Caralho!, que bucetinha apertada que a sua mãe tem. (Bramou Don Ramiro, que sem parar de foder ela soltava todo tipo de comentários lascivos). Você está com a buceta ardendo!, que delícia que você está me dando!. Devagar…… ummmmmm, você está com ela muito gordinha…. Ahhhhh.. Não importa, você está com a buceta encharcada e bem lubrificada!, como você gosta que eu te enfie na frente do seu filho! Tratando-se de algo desnecessário, minha mãe não respondeu àquela última afirmação, já que, desde o começo, ela ficava me "procurando" constantemente com o olhar, sem conseguir disfarçar a satisfação que sentia em se exibir pra mim, daquela forma tão obscena sendo penetrada e apalpada por quem antes era tratado como Don Ramiro, e agora, completamente pelado, gemendo como um louco, tinha perdido qualquer sinal de "Don". Se foi difícil "aceitar" meus desejos pela minha própria mãe, era mais difícil ainda entender o motivo que me excitava ver ela fodendo com outro homem, completamente entregue ao prazer desenfreado, mas minha pica ereta afastava qualquer dúvida a respeito. Ramiro (sem o "Don"), a fodia com tanta força que provocava o movimento típico de uns "sinos" nos seus peitos, com a característica especial de parecer uns "sinos pontiagudos", pela ereção dos seus mamilos, apesar de continuar com o sutiã posto. Quer chupar a do seu filho enquanto eu te fodo?. Sim, siiiiii, ahhhhhh, siiiii. Ramiro, a "convidou" a mudar de posição, deitando ela de costas no sofá, para foder ela dessa vez na posição "missionária", me deixando espaço para me aproximar, e depois de baixar minhas calças, enfiar minha pica na boca dela, a qual por ser de menor grossura, ela pôde engolir mais facilmente. Minha mãe quase arrancou minha pica a mordidas, quando um orgasmo épico a atingiu. Ramiro não pareceu se importar com aquilo e continuou a comê-la até inundar sua buceta de porra, soltando todo tipo de obscenidades. Depois, ele tirou sua grossa "linguiça" da buceta que tanto prazer lhe havia causado, escondendo-a imediatamente, recolocando sua calcinha no lugar original, como se quisesse evitar que uma única gota de seu sêmen fosse desperdiçada. Louco de prazer e excitação, sentindo os chupões da minha mãe no meu pau, evitei gozar em sua boca e não tive ideia melhor do que me aproximar de sua virilha e mirar o jato sobre sua calcinha, encharcando-a de sêmen por cima, tanto ou mais do que já estava por baixo. Aquilo foi o início de uma relação especial entre nós três.
A sorte pareceu mudar quando Ramón apareceu na nossa casa. Ele era o antigo dono de uma mansão de luxo que ficava perto dali, num lugar afastado na montanha, e que antes alugava para pessoas com alto poder aquisitivo. A gente sabia pelos comentários do povoado que, alguns meses antes, ele tinha vendido a mansão para uma pessoa muito rica que, apaixonada pelas paisagens e pela tranquilidade do lugar, não tinha medido gastos para tê-la como propriedade.
Ramón, com quem até então tínhamos tido pouco contato, nos surpreendeu com uma oferta difícil de recusar, considerando nossas dificuldades financeiras. Pelo visto, o novo dono da mansão precisava de uma mulher para serviços de limpeza e cozinha, e de um rapaz para cuidar dos jardins. Ficamos estranhando Ramón ter se lembrado da gente e nos oferecido esse trabalho que tanto precisávamos, em vez de oferecer a alguém mais próximo dele. E mais ainda quando soubemos o salário, que era acima do normal, já que, como eu disse antes, até então nossa relação com esse homem tinha... foi praticamente nula, mas logo entendemos o motivo, já que ele nos explicou que o novo proprietário da mansão havia exigido que, inexoravelmente, seus empregados deveriam ser mãe e filho, e que mesmo antes de fazer o contrato, isso deveria ser comprovado através do livro de família ou outro documento similar, o que no nosso caso, pela evidente semelhança física, era uma burocracia que poderia ser dispensada. Não vimos nada de estranho na exigência de um homem rico e caprichoso, supondo que ele teria tido boas experiências com funcionários que tinham esse tipo de relação, e aceitamos a oferta encantados. Depois de uma semana de trâmites, nos quais tivemos que fornecer esses documentos ao Ramón junto com várias fotos (o que nos fez pensar que aquele desconhecido queria que seus empregados tivessem boa aparência física), ele nos confirmou que estávamos contratados pelo novo inquilino da mansão, e que deveríamos nos apresentar lá o mais rápido possível. Sabíamos através do Ramón que, durante os meses de presença do proprietário na mansão, nosso regime de trabalho seria interno, e para isso ele havia preparado um quarto para nós na própria mansão, então fomos para lá com toda a nossa bagagem. Uma vez lá, conhecemos aquele que seria nosso chefe, era o Ramiro, que a partir daquele momento minha mãe passou a chamar de "Senhor Ramiro", um homem de rosto sério, com cerca de 55 anos de idade, bem conservado fisicamente, embora com uma certa "barriga", e vestimenta elegante condizente com sua posição social. Os três aparentemente nos olhamos com curiosidade, nós ávidos para conhecer nosso novo chefe, e ele, depois de explicar nossas tarefas e nos mostrar nosso quarto, com um ar de "satisfação", exclamou: "É verdade, vocês se parecem muito". O verdadeiro luxo da mansão era o local onde estava situada e as paisagens ao seu redor, de modo que seu tamanho reduzido, além de facilitar nosso trabalho, não desmerecia o verdadeiro valor dela. Depois de desfazer as malas no que seria nosso quarto, "Dom Ramiro" entregou à minha mãe o que deveria ser seu uniforme de trabalho, indicando que esperava ter acertado o tamanho correto. Era um avental branco abotoado na frente, que, além de ficar "um pouco curto" e justo (algo normal nela por seu peito volumoso), caía muito bem. Divertido ao ver minha mãe com aquele uniforme, rindo abertamente, ousei dizer: "Você parece uma empregada de filme pornô", o que de forma alguma correspondia à realidade, pois além dos detalhes mencionados, em nenhum caso se poderia dizer que aquele avental fosse indecente, e apenas a falta de costume de vê-la vestida assim fez com que me viesse à cabeça tal expressão. Nos dias seguintes, nos adaptamos à nossa nova situação. Meu trabalho era bastante fácil, já que o jardim sempre esteve bem cuidado, e eu simplesmente tinha que mantê-lo, e minha mãe, por sua vez, meramente precisava cozinhar para três pessoas, já que Dom Ramiro não estava acompanhado por ninguém, e devido à reserva e discrição com que tratava tudo relacionado à sua vida, nem sabíamos se era casado. Embora essa pessoa fosse relutante em comentar qualquer coisa sobre sua vida familiar ou social, apesar de sério, ele se comportava da forma mais amável possível conosco, podendo conversar com ele sobre qualquer assunto, e ele não se segurava nem um pouco para bisbilhotar sobre a nossa, incluindo nossas dificuldades financeiras, sobre as quais demonstrava um interesse especial. Passaram-se algumas semanas sem que eu observasse nada anormal em Dom Ramiro; simplesmente era um homem que gostava da tranquilidade daquele lugar, ler livros, descansar, etc. No entanto, para ser sincero, o havia surpreendido algumas vezes olhando disfarçadamente para minha mãe com olhos, no mínimo, "suspeitos". Não podia repreendê-lo por nada, já que nunca ousou se insinuar ou desrespeitá-la de forma alguma, e para piorar, embora eu me envergonhasse disso, aquele uniforme que minha mãe usava, por qualquer motivo que fosse, estava começando a me provocar uma certa excitação (por mais que eu quisesse reprimi-la, já que a portadora era minha própria mãe), e se isso acontecia comigo, seu próprio filho envergonhado, também não podia culpar o Don Ramiro por “alegrar a vista” de vez em quando. Nunca teria imaginado que qualquer coisa, nem mesmo algo que envolvesse minha mãe de perto, poderia despertar em mim o mínimo desejo erótico, no entanto, por mais estranho e vergonhoso que fosse para mim, aquele jaleco branco acima dos joelhos, tão justo, que dependendo da postura ou posição, mostrava o sutiã entre os botões, me provocava uma atração “hipnótica” tão forte, que eu chegava a fantasiar com situações excitantes, imaginando-a nas situações mais comprometedoras e obscenas. Obviamente, isso me envergonhava profundamente, e eu tentava desviar a mente para qualquer coisa que não a incluísse. Tentei me enganar, dizendo a mim mesmo que tudo era culpa do isolamento a que eu estava submetido naquela mansão, sem contato com outra mulher que não fosse ela, mas aquelas fantasias lascivas cresceram (para meu desespero e perplexidade), com o tempo. Aproximadamente uma semana depois da minha luta contra o tabu dessas fantasias, aconteceu o que mudou nossas vidas completamente. Um dia como qualquer outro, ao voltar do jardim onde tinha trabalhado por cerca de duas horas, entrei na mansão e vi minha mãe visivelmente alterada. A primeira coisa que pensei foi que o Don Ramiro tinha tentado passar dos limites com ela, mas ele estava sentado numa poltrona lendo um livro tranquilamente, então, ou ele era um ator magnífico, ou a agitação dela tinha outro motivo. Tentei perguntar à minha mãe o que tinha acontecido, mas ela fez sinais para que eu me calasse e me contaria mais tarde. Esperei “eternamente” para poder ficar sozinho com ela no nosso quarto. O que aconteceu, mãe? Você estava vermelha que nem um tomate. Nem sei como te contar isso. Você está me deixando nervoso. Ufff, é que é muito pesado... Em poucas palavras... Ele me propôs... Que ele quer te comer! – (pensei, sem chegar a dizer). Fala logo, já estou imaginando. Você não imagina... Ele me propôs, de um jeito muito, mas muito delicado e disfarçado, resolver nossos problemas financeiros. Se ele transar com você, claro. (Dessa vez eu disse mesmo o que estava pensando) Não exatamente. Não? – Aquilo me surpreendeu. Então? Que a gente transe, você e eu! Como? Ah, para! Diante da minha mais absoluta incredulidade, ouvi minha mãe me contar a "conversa" que teve horas antes com o Seu Ramiro. Parece que esse homem abordou o tema "se interessando" pelas nossas dificuldades financeiras, e sempre de maneira sutil e com um certo "segredo", ofereceu a ela "uma forma" de sair dessas dificuldades. Minha mãe, logicamente, com tanto segredo, pensou que ele estava a convidando para algo ilegal, ou como eu tinha pensado no começo, que ele estava dando em cima dela com intenção lasciva. Ela não pôrepreendê-lo, já que na verdade ele não tinha expressado textualmente nenhuma das duas coisas, e embora fosse de imaginar que, com palavras vagas e imprecisas, ele ia oferecer algo indecente, ela devia esperar para conhecer os desejos dele para depois agir de acordo. Sem ainda revelar suas intenções, ele prosseguiu afirmando que a discrição seria total e garantida, e que ela não devia ter medo de consequências posteriores. Ele deu especial atenção em dizer que "era só uma brincadeira", e que caso aceitasse "ela não estava obrigada a nada, podendo ir até onde quisesse, com seus próprios limites", embora é claro "quanto mais longe fosse, mais generosos os convidados se mostrariam". Podem imaginar o estado de ansiedade com que ouvi minha mãe, já que a cada instante surgiam mais dúvidas, brincadeira? Convidados? Que convidados? Por fim, minha mãe, ele acabou esclarecendo tudo, já que prosseguiu com seu relato e terminou de contar aquela incrível "proposta" do Don Ramiro. Aparentemente, ele contava com vários amigos ricos que tinham a fantasia mórbida de presenciar "jogos eróticos" entre mãe e filho, (omitindo o detalhe de se ele mesmo estava entre eles), e se aceitássemos participar, seríamos "recompensados" de forma "generosa". Ele insistiu novamente que não deveríamos temer nada, já que a discrição estava garantida, sendo seus convidados os primeiros a desejar tal discrição por motivos óbvios. Era a proposta mais absurda que eu poderia ter imaginado, e ainda mais vindo daquela pessoa até então tão séria e respeitosa, e só ao ser ouvida da boca da minha própria mãe (extremamente alterada e nervosa), me fez entender que se tratava de algo real, e não de um delírio da minha mente. E o que você disse a ela? - Foi a única coisa que me ocorreu dizer, completamente atordoado com o que acabara de ouvir. Não pude responder, fiquei paralisado, e por outro lado, você sabe que precisamos deste trabalho…….. Seria uma questão de pensar……. Se realmente não há nenhum compromisso e podemos ir no "jogo" até onde quisermos…… com uns carinhos ou beijos poderíamos ganhar bastante….. (não conseguia acreditar que estava dizendo aquilo, e temi a reação furiosa da minha mãe diante da minha inclinação a considerar algo tão absurdo, envergonhando-me por ter me deixado levar, mesmo que de forma inconsciente, por aquele morbo que, por mais que tentasse evitar, invadia minha imaginação). Você tem razão, talvez uns minutos de vergonha……. Possam nos ajudar……. Ninguém vai ficar sabendo…….., se não somos obrigados a nada que não queiramos……… Ainda surpreso com minha resposta, a da minha mãe acabou me deixando de boca aberta, já que o simples fato de ela não rejeitar imediatamente, por absurda, uma oferta daquelas, me deixou completamente atordoado, sem saber se ela estava brincando, e ainda mais conhecendo o caráter dela remilgado, a ponto de colocar o pijama no banheiro, para evitar que eu a visse se despindo quando estávamos no mesmo quarto. Não quis insistir, para evitar que ela percebesse uma certa predisposição da minha parte, e suspeitasse que, mesmo aquilo tudo me superando completamente, eu não conseguia evitar uma morbidez que aumentava a cada instante, por mais que fosse ela. Não voltamos a falar sobre o assunto, embora, como vocês podem imaginar, minha mente não se afastasse nem por um instante daquela proposta, e principalmente, do fato de que, mesmo as chances sendo pequenas, surgia a oportunidade de, no mínimo, poder acariciá-la. Em parte, para evitar vê-la com aquele roupão branco, coisa que me excitava cada vez mais, e em parte para deixá-los a sós, secretamente desejando que Don Ramiro pudesse "convencê-la", dediquei-me completamente às minhas tarefas de jardinagem, e alguns dias depois, quando quase tinha perdido a esperança, na intimidade do nosso quarto, minha mãe, em voz baixa, me disse: Pensei que vamos aceitar, afinal não vai acontecer nada de ruim e podemos sair das "dificuldades". O quê? - respondi, embora soubesse perfeitamente a que ela se referia, tentando disfarçar a satisfação que aquelas palavras me causavam. O que eu comentei com você no outro dia, você sabe... Don Ramiro me deu todo tipo de garantias e me explicou mais ou menos no que consiste. Ahhh, é? - respondi tentando manter uma cara de indiferença, embora na verdade minhas pernas estivessem tremendo, diante da perspectiva de existir a possibilidade de praticar qualquer experiência erótica com ela. Sim, aparentemente são várias pessoas, ainda não sabe quantas, pois ele precisa conversar com eles, que fantasiam há anos em presenciar algum tipo de "sexo", por mínimo que seja, entre mãe e filho, e dispostos a pagar o que for preciso se tiverem a garantia de que realmente somos nós, nós "só" temos que fazer qualquer coisa que os excite e os faça acreditar que somos amantes. surpreendeu tanta ingenuidade da parte dela, pois evidentemente, para fazer aquelas pessoas "acreditarem" que éramos amantes, não bastaria nos dar um "beijinho" na bochecha. Ainda assim, me mostrei a favor de aceitar o "jogo", tentando evitar que ela voltasse atrás ao pensar mais detidamente, e meus desejos secretos fossem por água abaixo. Definitivamente, eu devia parabenizar o Don Ramiro, já que ele tinha se engenhado para convencer minha mãe, de tal forma e com tantas palavras boas, que quase "hipnotizada" por elas, ela tinha aceitado praticar uns "indefinidos" jogos sexuais com seu filho, na presença de uns desconhecidos ricos, sem reparar que, por mais suaves que fossem, implicavam quebrar o tabu do incesto, e mais, quando até aquele dia, ela evitava até mesmo se mostrar de roupa íntima na minha presença. Seu triunfo não estava só em ter conseguido "hipnotizá-la", mas que a partir daquele dia, em seu rosto, acreditei observar a satisfação de ter encontrado o casal que mais se aproximava da morbidez procurada, ou seja, uma senhora madura de físico normal, embora muito atraente e com aspecto tão inocente quanto era na realidade, e um filho com semblante tão parecido com o dela, que praticamente dispensava o trâmite de ter que demonstrar, e que para completar, como certamente ele tinha notado pelos meus olhares, com segredos e sentimentos obscuros por ela. Por isso, tentando evitar que com o passar do tempo, aquele estado "hipnótico" da minha mãe desaparecesse, ele organizou a "sessão" para o sábado seguinte. Meus nervos aumentaram a cada instante, enquanto minha mãe, aparentemente alheia, prosseguia com seus afazeres de limpeza da casa, sem mostrar mais do que um pequeno constrangimento. Na noite anterior, vendo que minha mãe não mostrava interesse em falar sobre o assunto, e temendo que na hora H, ela ficasse petrificada sem saber nem o que fazer, tentei planejar algum cenário, no qual pelo menos, pudesse surgir na hora algum tipo de erotismo e contentar os "convidados". Mãe, amanhã é o dia. Ufff, eu sei, não pense que não estou preocupada. Devíamos pensar em algo... Como o quê? Eu não tenho imaginação pra "essas coisas". Esse povo gosta de morbidez, nada direto demais, tinha pensado que... enfim, aquele roupão que você usa, um pouco mais curto... umas danças... eu que levanto o roupão, etc... (não tive coragem de continuar). Não me diga que você acha que um roupão branco de empregada pode provocar tesão em alguém... Se são pessoas ricas com certeza têm senhoras a seu serviço, algum deles deve fantasiar com elas, acho boa ideia encurtar o seu, de modo que só de você se abaixar um pouco já "mostre alguma coisa", depois dançamos... enfim, algo que os contente. (deixei de contar a ela o "pequeno detalhe", que pra mim, sim, dava tesão vê-la assim). No dia marcado, observei Don Ramiro extremamente nervoso, o tempo todo ocupado com o telefone, tentando perceber em nossos rostros algum sinal de arrependimento para cancelar o ato. Chegada a noite, ele nos convidou a ficar em nosso quarto, já que afirmou que os convidados chegariam a qualquer momento, e desejavam preservar sua intimidade, escondendo-se sob máscaras de carnaval, por isso seria ele quem os atenderia, até que fôssemos chamados. Efetivamente, pouco depois ouvimos o barulho de vários veículos estacionando na parte de trás da mansão. Podem imaginar nosso nervosismo, sem saber o que acontecia atrás das paredes de nosso quarto, ouvindo como, um por um, os veículos estacionavam nas proximidades. Don Ramiro bateu em nossa porta e nos convidou a sair quando quiséssemos, aproveitando minha mãe para "se esconder" no banheiro e trocar de roupa. Não pude resistir à curiosidade, e sem esperá-la, saí para a sala onde estavam aquelas pessoas acompanhadas por Don Ramiro. Além dele, observei seis pessoas sentadas em vários sofás dispostos para o efeito pelo anfitrião. Não teria como reconhecê-los nunca, já que que seus rostros estavam escondidos atrás de máscaras de carnaval que os cobriam completamente. No entanto, não era preciso ser adivinho para deduzir pelas roupas que se tratava de pessoas de alto poder aquisitivo, sendo quatro deles homens entre 40 e 60 anos aproximadamente, e para meu maior desconcerto, já que nunca teria imaginado, duas senhoras, uma de uns trinta e poucos anos, com físico que denotava horas de academia, e outra na casa dos quarenta, com corpo mais roliço. Fiquei envergonhado, me sentindo furado por aqueles olhos que ansiavam conhecer aquele que supostamente seria capaz de comer sua mãe, mesmo que de forma "fingida". Observei, por sua vez, que não trocavam conversa entre si, como se temessem ser reconhecidos pela voz, e supus que aquela discrição prometida por Don Ramiro incluía o desconhecimento entre os convidados sobre suas identidades. Fiquei aliviado ao ouvir a porta do nosso quarto se abrir, pois estava começando a me incomodar com seus olhares inquisitivos. Foi o melhor que poderia ter acontecido, já que, para minha maior satisfação, minha mãe tinha conseguido me obedecer (talvez até demais), e a vi sair vestida com aquele robe de empregada, tão curto que praticamente nem precisava se abaixar para mostrar sua lingerie. Minha mãe ficou extremamente corada ao se sentir observada por aquelas pessoas e, assim como eu, pareceu surpresa com a presença de duas senhoras. "Vocês notaram o quanto eles se parecem?", disse Don Ramiro com tom de enorme satisfação, sem que os convidados respondessem além de gestos de aprovação. Antes que minha mãe pudesse se acovardar por ser o centro das atenções, decidi começar com o "jogo", dando ênfase especial em satisfazer a curiosidade mórbida que havia atraído aquelas pessoas, chamando-a de "mãe" em cada frase. Mãe, debaixo daquela prateleira tem um papel, tire antes que Don Ramiro veja. (Ele sorriu, imaginando pelas roupas minhas intenções). Sem perceber Ainda sobre aquilo, minha mãe se dirigiu até a prateleira e atendeu. "Papel? Que papel?" "Abaixe-se e você verá." Ao fazer isso, ela percebeu o "engano", pois mesmo flexionando os joelhos, todos pudemos ver sua calcinha da mesma cor do roupão, aparecendo por baixo dele. Acreditando que aquelas situações agradariam aos convidados, minha mãe se deliciou com elas, seguindo minha corrente muito melhor do que eu esperaria, comportando-se como uma "inocente" faxineira que não percebia os olhares lascivos que seu próprio filho lhe dedicava. Minha última proposta foi fazê-la subir em uma cadeira, enquanto eu, ao "segurá-la", aproveitava para espiá-la por baixo do roupão, sem que ela teoricamente percebesse. (Me surpreendendo com o quão bem ela interpretava aquele papel de mãe "inocente", que não pode suspeitar das intenções do filho) Tal "atuação" da parte dela não fez mais do que derrubar os últimos tijolos do tabu que pudessem existir em minha mente envergonhada, e sem que nem mesmo as calças pudessem esconder meu estado de ereção, dei uma pequena palmada em sua bunda. Minha mãe (um tanto surpresa) desceu da cadeira e me disse: "O que você está fazendo, meu filho?" "Me excita muito ver você com esse roupão, mãe." Respondi como se estivesse "atuando" para os convidados e prosseguindo com o "jogo", embora minhas palavras não correspondessem em nada à realidade. "Meu filho, isso não pode ser, sou sua mãe." "Sei perfeitamente, mas há muito tempo fantasio com você e cada vez me excita mais a ideia de poder acariciá-la." Sem dar-lhe tempo para responder, aproveitei para me despir rapidamente, ficando apenas de cueca, que mal conseguia conter a ereção monumental do meu pau. Minha mãe ficou enormemente surpresa, não esperando aquela reação da minha parte, e muito menos a ereção que eu mostrava. "Meu filho, 'isso' fui eu que causei?" - disse com voz trêmula. "Sim, mãe, e mesmo que seja a última coisa que faça, gostaria de poder abraçá-la..." Seus olhos se... Eles abriram "aterrorizados", ao ver como eu me aproximava dela com aquela ereção tão imprópria tratando-se do seu próprio filho. A abracei docemente e notei o tremor do seu corpo, imitei uma dança suave para conseguir dar-lhe a volta até deixá-la de costas para os "convidados". Sem deixar de abraçá-la, consegui aos poucos chegar à dobra do seu roupão, e levantá-lo até deixar completamente à vista daquelas pessoas sua calcinha branca imaculada. Eu desejava aquilo com todas as minhas forças, principalmente ao sentir o calor do seu corpo pressionando minha ereção, mas resisti alguns minutos até me encorajar e colocar a mão sobre sua bunda, acariciando-a ternamente. Minha mãe me olhou fixamente, tentando adivinhar em meu rosto se eu realmente continuava com a "atuação" para aqueles espectadores, ou se havia ultrapassado os limites do proibido, como pareciam demonstrar minhas carícias e minha mais do que evidente ereção. Dei-lhe a volta, tentando evitar algum "reproche" em seu olhar aturdido, deixando-a de frente para aquelas pessoas, às quais claramente agradava o que estavam presenciando. Atrás dela, aproveitando para beijá-la na nuca, fui desabotoando seu roupão, até que ele deslizou pelo seu corpo e caiu no chão. Deixei-a em roupa íntima, calcinha e sutiã, diante do olhar lascivo e ávido por novas experiências daquelas pessoas morbosas, que também incrédulas pela "realidade" de nossos atos, me observavam esfregar meu pau ereto em sua bunda. Naquela postura, sem deixar de ouvir uns cada vez mais imperceptíveis "não, não, não, meu filho, não", minhas mãos apalparam os volumosos seios da minha mãe, e quando comecei a perceber a ereção dos mamilos, me aventurei a ir "mais longe". No início, apenas por cima da calcinha, mas pouco depois me atrevi a introduzir a mão sob o elástico dela até alcançar seus pelos púbicos, e finalmente... a bucetinha peluda que tanto desejava! Encontrando-me em suas costas, tentei imaginar seu rosto sendo observada por aquelas pessoas (que não conseguiam esconder a satisfação por terem começado a suspeitar que não se tratava de uma "atuação"), encarando-a fixamente enquanto era apalpada e acariciada pelo próprio filho. Localizei seu clitóris e, depois de lamber meu dedo, dediquei a ela meus melhores carinhos, conseguindo fazer brotar os primeiros gemidos abafados de seus lábios. Seu corpo tremia, e em um momento de lucidez ela conseguiu sussurrar: "por favor, para, meu filho, para". (Aquele "meu filho, para" inflamou ainda mais o "ânimo" dos nossos espectadores, que mesmo conhecendo perfeitamente nosso parentesco, agradeciam por deixarmos mais explícito ao nos chamarmos de "mamãe" ou "meu filho"). Minha excitação poderia ter furado a cueca e a calcinha que separavam nossos corpos, então nada que ela dissesse poderia me parar, especialmente observando o estado de "atenção" que havíamos provocado naquelas pessoas, que sem perder um detalhe tentavam reter em suas retinas até o último pincelado da nossa "atuação". As palavras da minha mãe expressavam o oposto de seu corpo trêmulo, que literalmente se desfazia entre minhas mãos, impregnando uma com seus fluidos vaginais e atravessando a outra com a ereção de seus seios, ao mesmo tempo em que perceptivelmente levantava a bunda para sentir melhor a ereção que batia em seus quadris. Sem parar por um instante de "alegrar" minhas mãos, aproveitei para fazer um rápido reconhecimento dos nossos espectadores. Don Ramiro aparentava estar "impressionado", e como estava de pé, pude comprovar a ereção que inchava sob sua calça, demonstrando que além de anfitrião também gostava de observar esse tipo de situação. Quanto aos outros cavalheiros, só pude intuir a certeira ereção deles, já que estavam sentados, desconfortáveis, buscando a melhor "postura" para que seus paus eretos não esfregassem no zíper da calça, deslizando a bunda no sofá disfarçadamente, ou simplesmente com a mão e abertamente, "mudando-a de local". A dama mais jovem não perdia um detalhe, com o olhar fixo, enquanto a mais madura, fora de si, amparada pelo anonimato da máscara, acariciava os seios com uma mão, ao mesmo tempo que com a outra, mesmo por cima do fino e caro vestido que a cobria, esfregava a buceta, numa evidente, embora oculta, masturbação. Minha mãe, diante deles, enquanto era acariciada obscenamente pelo próprio filho, sentia-se o centro de todos os olhares luxuriosos daquelas pessoas, as quais, embora evidentemente por sua posição econômica, pudessem ter acesso a qualquer tipo de mulher jovem e de corpo escultural, estavam a "devorá-la" com o olhar, e num estado de excitação como nunca imaginara que poderia provocar em ninguém, muito menos naquele tipo de pessoa, e notei que, de suas primeiras tímidas negativas, em poucos minutos ela passou a um estado de submissão lasciva brutal, gozando das carícias, sem prosseguir na tentativa de fingir que se tratava de "atuar" para o público. Comecei a suspeitar que haviam despertado seus mais ocultos e secretos desejos mórbidos de exibicionista, os quais nunca havia praticado por vergonha, mas ao se tornar consciente da excitação que tanto seu corpo quanto seus atos haviam despertado entre os presentes, libertou-se o desejo reprimido durante tantos anos, levando-a à entrega absoluta. Com o pau a ponto de explodir, busquei o lugar onde consumar meus mais obscenos desejos, e não encontrando outro local, convidei três daqueles cavalheiros a se levantarem do sofá e liberarem o território de que precisava. Eles o fizeram "encantados", supondo perfeitamente o que eu pretendia fazer sobre ele, e "obriguei" minha mãe a se deitar naquele sofá desocupado. Aproveitei para olhá-la lascivamente, comprovando como aqueles mamilos eretos lutavam por perfurar o sutiã, e aquela buceta, que eu ansiava foder com todas as minhas forças, desenhava-se sob o tecido macio de sua calcinha. Ela, num último instante de lucidez, e vendo "o que se Vizinha", ela me olhou com uma cara de "suplicar" que eu recuasse nas minhas evidentes intenções, tentando me fazer entender que "já tínhamos ganho o salário" com sobra, então não era necessário continuar. Ela não sabia que aquela motivação "econômica" era a última coisa que poderia me influenciar, e que a curiosidade e excitação que eu sentia por ela eram infinitamente superiores a qualquer tabu ou circunstância, algo que nossos "espectadores" haviam percebido muito antes, que sabiam perfeitamente que estavam testemunhando algo absolutamente real, fazendo com que perdessem as últimas barreiras de pudor que escondiam sob aquelas máscaras anônimas ou roupas gostosas. Assim, alguns segundos antes de tirar minha cueca e deixar minha cock ereta a alguns centímetros da buceta da minha mãe, da qual eu havia previamente "arrancado" a calcinha que a "protegia", observei como os cavalheiros, quase em uníssono, abaixaram as calças e começaram a se masturbar, ansiosos pelo momento de ver como eu penetraria minha própria mãe, e as damas, sem qualquer decoro, depois de levantarem o vestido, esfregavam o clitóris como se suas vidas dependessem disso. Não os fiz esperar, coloquei uma de suas pernas sobre o encosto do sofá e deslizei a outra até cair no chão, deixando-a passiva e submissamente de pernas abertas. Sem parar de me olhar, trêmula, embora sem fazer mais do que algumas tentativas tímidas de fechar as pernas, minha mãe observou a ponta da minha cock se aproximar até bater na entrada de sua buceta. A umidade dela facilitou a penetração da minha cock ereta, tão dura quanto eu não lembrava de ter tido nunca. Quis aproveitar o momento para lembrar por toda a vida, e não a penetrei de uma vez, mas centímetro a centímetro, sentindo melhor o calor daquela buceta ardente e úmida, me deliciando ao observar como ela abria os olhos a cada empurrão de quadril, para fechá-los depois que o movimento cessava. Finalmente, senti o calor de sua buceta sobre as bolas, sinal evidente de tê-la penetrado por completo, sendo impossível enfiar mais um centímetro de carne "salsicheira" em seu corpo. Meu estado de excitação se tornou tão imenso que nem um cataclismo teria conseguido evitar que eu bombasse os quadris para comê-la, mas ela, em uma última e inútil tentativa, suplicou num sussurro que bem poderia ter sido interpretado ao contrário: "não, meu filho, isso não!". Sem dar-lhe tempo de terminar aquela súplica inútil, iniciei as investidas bombando os quadris ritmada e fortemente, comendo-a como se restassem minutos para o fim do mundo. Ouvi algumas exclamações entre os espectadores, como se naqueles instantes, as poucas dúvidas que abrigassem sobre a realidade do incesto que estavam testemunhando tivessem se esclarecido por completo. O único que se atreveu a expressá-lo abertamente foi Don Ramiro, que exclamou: "caralho!, que maneira de comer a própria mãe!", com tom de satisfação, tanto por ter conseguido "o melhor" para seus convidados quanto por seu próprio deleite sexual. Pude ver minha mãe virar a cabeça com "curiosidade" exibicionista e comprovar a excitação que provocávamos entre os presentes, ao mesmo tempo em que mordia os lábios, sentindo-se um tanto envergonhada por demonstrar tão abertamente o prazer que a invadia a cada investida do pau de seu filho — algo ridículo, quando todos podiam vê-la de pernas abertas e arranhando minhas costas na tentativa de se sentir mais penetrada. Nossa "atuação" despertou uma excitação inusitada entre os presentes, pois, após ouvir uns sons estranhos, virei a cabeça em direção à sua procedência e observei um daqueles cavalheiros se ajoelhar para penetrar a senhora mais madura, que, sem chegar a se despir, havia se colocado de quatro como uma puta e, após levantar o vestido sobre as costas e baixar a calcinha, esperava ansiosa ser comida por aquele desconhecido, sempre de frente para nós, para não perder um detalhe do que a havia levado a tal excitação. Don Ramiro pareceu ficar incomodado com aquele "contato" entre convidados, (dias depois, ele nos esclareceu que, em suas "reuniões", uma das regras era justamente a proibição de tais contatos entre convidados, para evitar a mínima possibilidade de serem reconhecidos), mas ao notar a "aprovação" do resto dos presentes, sorriu abertamente, satisfeito em saber que a quebra daquelas regras se devia ao retumbante "sucesso" que nossa atuação estava provocando neles. Continuei comendo minha mãe, alternando entre a forma "profunda" e enérgica, e outra mais lenta para evitar encher a buceta dela de porra cedo demais, e me deliciar com o corpo dela pelo maior tempo possível. Parecia impossível estar comendo ela, e que ao nosso lado houvesse uma senhora sendo penetrada por um completo desconhecido, a qual, pela idade e fisionomia, poderia ser, por sua vez, mãe de um ou vários filhos que nunca conseguiriam imaginar o que ela estava fazendo, muito menos a extensão dos seus fetiches, enquanto o resto dos espectadores anônimos se masturbavam descontroladamente. No transcurso daqueles segundos, em que desviei a atenção para os jogos sexuais obscuros e secretos daquela senhora, voltei à realidade dos "meus atos" ao ouvir imensos gemidos vindos de "outra senhora", minha mãe!, que havia parado de tentar abafá-los mordendo os lábios bem para trás, e deles agora brotavam uivos furibundos de prazer. Sem parar de comer ela, fixei minha atenção exclusivamente nela, alucinado ao vê-la suada e corada, com os olhos arregalados, ao mesmo tempo em que sentia nitidamente as contrações vaginais no meu pau, e os espasmos do ventre dela sobre meu corpo. Gritando como uma verdadeira louca, e repetidamente, "enfia, meu filho, enfia, não para!", ela atingiu o maior e mais molhado orgasmo que já testemunhei, a ponto de o resto dos presentes pararem suas "atividades", impressionados com tamanho escândalo lascivo. Houve momentos em que temi que as últimas palavras da minha mãe, que ficariam como um epitáfio "pouco decoroso" para a posteridade, fossem…….. "Filho, mete em mim", já que depois do orgasmo ela ficou tão imóvel e desfalecida que pensei no pior. Finalmente, ao ouvi-la respirar, respirei aliviado e continuei comendo ela, desta vez com toda a força dos meus quadris, não demorando para inundar a buceta dela com a enorme porra que meus ovos armazenavam desde o dia em que chegamos naquela mansão. Eu "desabei" sobre ela e fiquei abraçado no seu colo, esperando e aproveitando o espetáculo que agora, de "forma gratuita", aquela senhora madura e seu amante desconhecido estavam nos oferecendo, enquanto ele a comia entre os gemidos mais intensos que se pode imaginar. Extremamente excitados, não demoraram para sucumbir ao prazer, e praticamente ao mesmo tempo, soltaram gritos ininteligíveis, evidenciando o orgasmo que acabavam de "sofrer". Uma vez "separada" de seu amante, por alguns segundos, exausta, antes de conseguir se levantar e se livrar daquela posição embaraçosa (de quatro), pude observar como restos de sêmen escorriam da fenda da buceta dela, deslizando pelas coxas, e me surpreendeu que uma senhora educada e rica tivesse se deixado levar daquela maneira sem tomar "precauções", minha mente excitada se perguntando se ela realmente seria casada e apareceria depois em casa sem que seu marido e filhos pudessem imaginar que ela tinha a buceta impregnada de sêmen de um completo desconhecido. Tive que virar a cabeça para ver o que estava acontecendo com o resto dos presentes. Nos poucos minutos em que, por dedicar toda minha "atenção" à buceta da minha mãe, os havia perdido de vista, várias novidades haviam acontecido, e senti ter perdido, já que prometiam ter sido das mais interessantes. A outra senhora, que aparentava ser um pouco mais jovem, estava sentada no sofá com seu vestido caro e exclusivo, "manchado" pelo que a todas Era claro que se tratava de sêmen, que pela quantidade e localização, era "propriedade" dos demais convidados, os quais, seja por convite dela ou por iniciativa própria, consideraram que aquele era o melhor lugar para despejar o sêmen grudento e condensado de seus paus. Minha mãe, após aqueles minutos de "descanso", conseguiu se soltar do abraço, que incluía minha cock "meio" ereta inserida em suas entranhas. Ainda "abalada", tentou amenizar o "sentir-se nua" vestindo a única coisa que tinha à mão. Imediatamente percebeu o erro, pois, novamente trajando aquele roupão tão curto, foi alvo dos olhares lascivos e furiosos de todos os presentes. Eu sabia perfeitamente que aqueles cavalheiros, inclusive o que acabara de se aliviar com a senhora madura, teriam desejado foder minha mãe ali mesmo, e que tentaram "pedir" isso a Don Ramiro, mas ele, apoiando-se em algumas "regras do jogo" que eu ainda desconhecia, conseguiu "acalmá-los". No entanto, pude perceber que, embora "decepcionados" por não poderem foder a protagonista do melhor e mais real espetáculo incestuoso que poderiam imaginar, "parabenizaram" Don Ramiro por tê-los "presenteado" com algo que superou todas as expectativas. Um a um foram saindo da mansão, não sem antes dirigir "o último" olhar para minha mãe, que, "inocentemente" e eficazmente, sem esconder um exibicionismo latente, dedicava-se submissamente a arrumar o quarto, incluindo a limpeza dos restos de sêmen no sofá com lenços de papel, sabendo perfeitamente que, com aquele roupão meio aberto, mostrava sua lingerie constantemente. Um a um, aqueles convidados anônimos, desapareceram tão discretamente quanto haviam chegado. Uma vez a sós, Don Ramiro, eufórico, sem conseguir esconder a "satisfação" pelo "espetáculo" que havíamos proporcionado a seus convidados, abraçou-me radiante. Caralho!, que fodaça você deu na sua mãe!, é a melhor coisa que "já vimos"!, meus "amigos" são difíceis de contentar, mas dessa vez eles piraram. Eu me limitei a acenar com a cabeça, já que dificilmente poderia acrescentar algum comentário sobre algo que o senhor Ramiro tinha testemunhado diretamente. Depois, ele se aproximou da verdadeira protagonista, que, naquele momento, como se tivesse esquecido de finalizar aquela performance para convidados inexistentes, estava meio agachada na frente do sofá onde minutos antes eu tinha comido ela, tentando limpar algumas gotas de porra, mostrando praticamente a totalidade da sua bunda volumosa e carnuda, mal escondida por aquela calcinha branca imaculada. O senhor Ramiro aproveitou aquela postura impecável da minha mãe para dar um pequeno tapa na sua bunda. Nunca imaginei que você transasse daquele jeito! E olha que desde o primeiro dia que te vi você me provocou um tesão brutal, e mais ainda com os relatórios que o Ramón me passou sobre você, uma verdadeira dona de casa direitinha. Minha mãe se levantou depois de receber aquele tapa do senhor Ramiro e se virou para encará-lo. Ainda sou a mesma… (ela se limitou a responder timidamente). Você não pode imaginar a vontade que eu tenho de arrebentar sua buceta! Meus "amigos" me imploraram para poder "usar você", mas eu os despachei o mais rápido possível, para poder ser eu quem "te enfia". O tom de voz do senhor Ramiro e, principalmente, seu comportamento tinham sofrido uma transformação total, e da pessoa séria e até distante que conhecíamos não restava nada, transformando-se na imagem viva do desejo mais incontrolável. Sua ânsia por comer minha mãe tinha alcançado tal magnitude, que ele pareceu ignorar que ela pudesse se recusar a satisfazer seus desejos obscuros, principalmente sabendo que isso era algo que não tinha sido combinado antes. No entanto, a atitude surpresa e submissa da minha mãe o encorajou a seguir em frente, e num instante seu roupão caiu no chão. Enquanto o senhor Ramiro se despia apressadamente, ele pareceu se lembrar da minha presença, sem que isso Ele também não pareceu se importar, pois me olhou e exclamou com voz indiferente: Se te incomoda ver como "enfio" na sua mãe, pode dar uma volta pela casa. Não, pelo contrário, estou louco para ver. (Respondi sem entender como poderia me excitar ver minha mãe transando com um homem que, por mais rico que fosse, não deixava de ser um estranho, um pouco mais velho que ela, e de aparência pouco atraente, especialmente nu, com uma barriguinha mais que considerável). Minha mãe, semidesnua em calcinha e sutiã, pareceu sorrir ao ouvir meu desejo de testemunhar, confirmando minhas suspeitas sobre seu exibicionismo "despertado". Don Ramiro se despiu completamente, e embora eu já o tivesse visto se masturbar antes, não havia percebido o tamanho do seu pau. Completamente ereto, não se destacava pelo comprimento, mas por uma grossura descomunal, não apenas pelo diâmetro da carne, mas também pelas veias injetadas de sangue que saltavam à vista, dando-lhe uma aparência "rugosa". Se fosse você, chuparia um pouco para lubrificar, ou vai doer quando eu enfiar. (Ele disse à minha mãe, apontando para o pau). Alucinado, testemunhei minha mãe, ainda de roupa íntima, ajoelhando-se na frente daquele pedaço de carne e, com evidente pouca experiência, começar a lamber seu pau. Longe de se incomodar com a falta de habilidade da minha mãe naqueles "serviços", Don Ramiro pareceu ficar ainda mais excitado ao saber que talvez fosse o primeiro pau que ela lambia. Depois de deixá-la "lubrificar", ele tentou ir mais longe e enfiá-lo na boca, mas minha mãe mal conseguiu abocanhar a ponta daquele pedaço de carne grosso e desistiu quando percebeu que estava se engasgando. Don Ramiro não estava para preliminares e, depois de apalpar minha mãe de forma grosseira, colocou-a de quatro no mesmo sofá onde ele havia me fodido antes. Ele nem se preocupou em tirar a calcinha dela, apenas a puxou para o lado, expondo sua buceta peluda. Imperturbável e, ao mesmo tempo, excitado, assisti à penetração daquele membro carnudo e grosso, no que parecia ser um lugar muito apertado, provocou uns leves gemidos lastimados na minha mãe. Só a evidente umidade da sua buceta evitou que ele a rasgasse por completo, quando com um empurrão forte ele a enfiou até o fundo. Caralho!, que bucetinha apertada que a sua mãe tem. (Bramou Don Ramiro, que sem parar de foder ela soltava todo tipo de comentários lascivos). Você está com a buceta ardendo!, que delícia que você está me dando!. Devagar…… ummmmmm, você está com ela muito gordinha…. Ahhhhh.. Não importa, você está com a buceta encharcada e bem lubrificada!, como você gosta que eu te enfie na frente do seu filho! Tratando-se de algo desnecessário, minha mãe não respondeu àquela última afirmação, já que, desde o começo, ela ficava me "procurando" constantemente com o olhar, sem conseguir disfarçar a satisfação que sentia em se exibir pra mim, daquela forma tão obscena sendo penetrada e apalpada por quem antes era tratado como Don Ramiro, e agora, completamente pelado, gemendo como um louco, tinha perdido qualquer sinal de "Don". Se foi difícil "aceitar" meus desejos pela minha própria mãe, era mais difícil ainda entender o motivo que me excitava ver ela fodendo com outro homem, completamente entregue ao prazer desenfreado, mas minha pica ereta afastava qualquer dúvida a respeito. Ramiro (sem o "Don"), a fodia com tanta força que provocava o movimento típico de uns "sinos" nos seus peitos, com a característica especial de parecer uns "sinos pontiagudos", pela ereção dos seus mamilos, apesar de continuar com o sutiã posto. Quer chupar a do seu filho enquanto eu te fodo?. Sim, siiiiii, ahhhhhh, siiiii. Ramiro, a "convidou" a mudar de posição, deitando ela de costas no sofá, para foder ela dessa vez na posição "missionária", me deixando espaço para me aproximar, e depois de baixar minhas calças, enfiar minha pica na boca dela, a qual por ser de menor grossura, ela pôde engolir mais facilmente. Minha mãe quase arrancou minha pica a mordidas, quando um orgasmo épico a atingiu. Ramiro não pareceu se importar com aquilo e continuou a comê-la até inundar sua buceta de porra, soltando todo tipo de obscenidades. Depois, ele tirou sua grossa "linguiça" da buceta que tanto prazer lhe havia causado, escondendo-a imediatamente, recolocando sua calcinha no lugar original, como se quisesse evitar que uma única gota de seu sêmen fosse desperdiçada. Louco de prazer e excitação, sentindo os chupões da minha mãe no meu pau, evitei gozar em sua boca e não tive ideia melhor do que me aproximar de sua virilha e mirar o jato sobre sua calcinha, encharcando-a de sêmen por cima, tanto ou mais do que já estava por baixo. Aquilo foi o início de uma relação especial entre nós três.
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