Realmente ouvir ela dizendo que aquele cara tinha virado ela do avesso como se ela fosse uma meia, fazendo de tudo com ela, me chamou muito a atenção. Por isso, fiquei quieta atrás da porta, escutando minha empregada. Ela deve pesar uns 80 quilos, no mínimo, mas apesar disso e de ser baixinha, é uma gordinha gostosa, como meu marido diria. Curiosa como sou, fiquei ali ouvindo sem que ela nem a cozinheira percebessem minha presença, e acabei descobrindo que a Finita, desde o primeiro dia que chegou, naquela mesma noite já levou um dos peões pro quarto dela. Não qualquer peão, mas o Magro, que segundo soube no ano passado pela boca do meu marido, é parente dele, um primo distante ou algo assim. O negócio é que o tal do Magro e a Finita, desde que ela chegou na fazenda, tão transando direto. Algo que não devia me importar nem um pouco, não fosse o fato de eu também conhecer o marido dela, Carlos Juan. Mas conforme fui escutando, fiquei sabendo que o tal Magro parece ser o terror das camas na fazenda e redondezas. Segundo minha empregada, ele não só é muito bem dotado, como também sabe tratar muito bem na cama qualquer mulher que se deite com ele. Eu não saía do meu espanto, porque a Finita foi contando pra cozinheira, nos mínimos detalhes, tudo que ela e o amante da vez tinham feito nas três noites anteriores. Como ela, na primeira vez, se deixou despir completamente por ele, e como ele foi beijando e acariciando o corpo todo dela, sentindo os lábios dele por cada pedaço, e até como ele chupou toda a buceta dela, arrancando gemidos profundos de prazer. Mas quando achei que já tinha ouvido tudo, descobri que a cozinheira também, mesmo já tendo seus sessenta anos, já tinha dormido com o cara várias vezes. Bom, pelo que pude escutar, a Finita até deixou ele comer o cu dela. Eu, por minha vez, enquanto escutava as duas, comecei a sentir uma coisa... Inveja, e um calor interno tremendo dentro da minha buceta. Eu não podia acreditar que minha empregada e a cozinheira falassem como se fossem um par de putas, sobre os clientes delas. No final da festa, pedi pra Finita que queria falar com ela. E quando eu disse que tinha ouvido ela contar pra cozinheira tudo o que tinha feito com o tal magrelo, Finita ficou bem nervosa, e até praticamente de joelhos, e chorando me pediu que, pelo amor que eu tivesse, não contasse pro marido dela. Bom, pelo que eu entendi, Finita terminou sim com o Magrelo naquela mesma noite, mas depois que passaram a noite inteira transando de novo. Eu tentei não pensar mais em tudo o que ouvi Finita e a cozinheira dizerem, mas desde que voltamos pra casa, toda vez que eu via ela, ou ouvia ela atendendo o telefone, na hora não saía da minha cabeça todas as coisas que eu ouvi ela falar sobre aquele peão magrelo. No começo, simplesmente dizia pra mim mesma que eram exageros das duas. Mas, conforme os dias foram passando em casa, eu meio que não conseguia parar de pensar na descrição tão detalhada que ouvi Finita contar, e no quanto ela tinha aproveitado durante o tempo que passou com ele na cama. Foi tanta, tanta curiosidade, que, sem contar pro meu marido o verdadeiro motivo, eu disse que ia passar uns dias sozinha no sítio, pra descansar. Meu marido com certeza achou de boa, já que nem se opôs, nem falou nada negativo sobre isso. A verdade é que, quando cheguei no sítio, não fazia ideia do que queria fazer. Eu tinha dito pra mim mesma que não ia ficar investigando se tudo o que ouvi Finita dizer era verdade ou mentira. Mas, por outro lado, não parava de sonhar acordada, desejando que algo parecido acontecesse comigo. Mas naquela tarde, depois de chegar, tomei um banho refrescante e só coloquei meu vestido. Enquanto descansava na sala da casa do sítio, me deu na telha de chamar um dos peões, que dissesse ao tal Flaco que eu precisava vê-lo. A verdade é que eu não tinha nenhuma intenção de transar com ele, mas assim que ele entrou na sala, eu não conseguia tirar os olhos daquele volume grosso que ele carregava entre as pernas, enquanto me imaginava tendo um sexo selvagem com ele, exatamente como ouvi a Finita contar pra cozinheira. De repente, parece que me deu um mau-olhado, porque sem pensar muito, quando o tal Flaco parou na minha frente, com as mãos na cintura, como se estivesse me desafiando. Enquanto eu me servia e tomava um gole, falei: "Sabe, Flaco, a Finita manda muitos abraços pra você." Talvez tenha sido o jeito que eu falei, ou a forma como continuei olhando pro seu volume, que fez ele sorrir, e sentando do meu lado, sem eu pedir, ele disse: "Bom, senhora, se a senhora quiser, pode dizer à Finita que eu também mando meus abraços." A questão não foi o que ele disse, mas o jeito tão provocante que ele fez. Na real, não sei no que eu estava pensando, eu sentia tanta curiosidade de saber se era verdade o que minha empregada e a cozinheira tinham dito, que ao ouvi-lo falar aquelas palavras, parece que na hora me esqueci de quem eu era, e sem dizer nada, enquanto me levantava do sofá, peguei na mão dele e o levei até meu quarto. Assim que entrei, tirei a saia, me joguei na cama, abri minhas pernas, mostrando de forma descarada toda a minha buceta peluda, já que não tinha colocado calcinha, e respondi: "Por que em vez de mandar abraços, você não me dá eles pessoalmente, pra eu entregar a ela assim que voltar pra casa?" Por alguns segundos, o Flaco ficou olhando pra minha buceta peluda, e sorrindo enquanto colocava o rosto entre minhas pernas, disse: "Exatamente como eu gosto, recém-lavadinha e bem peludinha." Com os dedos e a língua, ele foi separando os pelos da minha buceta, senti sua boca, língua, e até os dentes, não só chupando, mas também lambendo e mordiscando minha clitóris e os lábios da minha buceta. De um jeito que nunca antes, homem ou mulher algum tinha feito comigo. Eu gritava, gemia, ria e até chorei de prazer com o que o Falco me fez sentir. Quando o Flaco parou de chupar minha buceta, eu estava exausta, mas extremamente satisfeita, tinha tido uma sequência de vários orgasmos, como nunca antes tinha sentido. A verdade é que estaria mentindo se dissesse que pensei no meu marido, embora, pensando bem, acho que sim, quando comparei não só a pica do primo dele com a dele, mas também o jeito dele de meter e me fazer feliz. Embora não precise dizer que meu marido saiu perdendo, e feio, na comparação. O Flaco, depois de me dar aquela chupada de buceta fenomenal, e quando eu achava que nada poderia superar o que tinha acabado de aproveitar, se colocou atrás de mim e enfiou a pica gostosa dele dentro da minha buceta, enquanto com uma das mãos apertava divinamente meu clitóris, arrancando de novo gemidos profundos de prazer. Naquela tarde, não teve posição que a gente não fizesse na minha cama, e com certeza o resto dos peões me ouviu gritando de prazer. Porque não consegui segurar meus gritos, risadas e choros de alegria. Sentindo a pica dele entrando e saindo uma e outra vez da minha buceta, e depois da minha boca, e até do meu cu. O Flaco não só me deixou super satisfeita, mas também com vontade de deitar de novo. Coisa que a gente fez descaradamente, até no quintal dos fundos da casa grande, onde com certeza o resto dos peões pôde ver eu chupando a pica dele e me deixando comer onde ele quisesse. Claro que meu marido ficou sabendo de tudo, não porque eu contei, mas porque algum dos peões, com inveja, ligou pra ele pra contar o que rolou entre o primo dele e eu. Mas graças a Deus meu marido não é ciumento, e se fosse, problema dele, não meu. Eu, por mim, matei a curiosidade que tinha, e graças a isso posso dizer que me Adorei ser tão curiosa.
1 comentários - Por ser curiosa, transei com um peão