O dia inteiro eu tava bem ocupado, então falei pra minha esposa que ela mesma levasse o carro dela pra arrumar na oficina. Ainda comentei que o mecânico era de confiança e que ela não precisava se preocupar, porque a gente é cliente daquela oficina há um bom tempo. Quando chegou a noite, perguntei pra minha esposa como tinha sido na oficina. Ela me contou que a oficina de sempre tava cheia de serviço e que o mecânico mandou ela pra um compadre dele, deu o endereço e ainda ligou pra ele falando que tava mandando uma cliente boa. Ela, toda contente, me disse que gostou da oficina nova, porque os mecânicos eram jovens e muito atenciosos — eram os filhos do dono, que era o compadre do nosso mecânico de sempre. Falaram que ela tinha que deixar o carro pra revisar melhor e descobrir o que tava dando problema, e eles mesmos levaram ela em casa. Disseram que, quando o carro ficasse pronto, entregariam na porta. Achei sensacional e um ótimo atendimento, só faltava ver se arrumavam bem. Uns dias depois, minha mulher já tava com o carro de novo, toda satisfeita, dizendo que arrumaram direitinho e ainda cobraram bem barato. Aí, depois de alguns dias, ela me fala que o carro tava com um defeito e que ia levar de volta na oficina. Perguntei se era o mesmo problema pra exigir garantia, mas ela respondeu que era um defeito diferente. Deixei ela levar. De noite, quando cheguei em casa, minha mulher não tava. Quando ouvi ela chegar, fui encontrar e senti cheiro de suor e graxa. Ela me disse que passou o dia inteiro na oficina vendo o que faziam no carro dela e já foi correndo tomar banho. Com minha esposa não tenho tabus nem escondemos nada, mas ela não quis me contar o que fez durante o dia. Foi aí que eu resolvi... pra verificar essa oficina, já que ela queria voltar lá em poucos dias. Então liguei pro meu mecânico e pedi o endereço do compadre dele. No dia que sabia que minha esposa levaria o carro dela pra consertar de novo, fui mais tarde pra tal oficina. Quando entrei, não tinha ninguém na entrada pra atender os clientes, então fui pros escritórios, que tinham janelas grandes. Me escondendo entre os carros, vi lá dentro cinco sujeitos: quatro bem jovens e o quinto já velho. Eles estavam com minha esposa já pelada, passando a mão no corpo inteiro dela. Um chupava uma teta, outro a outra, um terceiro tava dando uma mamada gostosa na buceta dela, outro tava chupando bem o cu dela, enquanto o mais velho só observava a cena e começava a bater uma. Minha mulher tava em outro mundo, de olhos fechados, se deixando fazer o que os mecânicos queriam. Cada um trocava de posição, e o mais velho só olhava, como se esperasse ela ficar bem excitada. Já tavam metendo dedo na buceta e no cu dela, enquanto colocavam ela de quatro num sofá e ela chupava as picas de quem chegasse perto. Nisso, vejo o mais velho se aproximar e começar a dar uns beijos bem safados nela, enfiando a língua até o fundo da garganta. Ele manda os filhos irem fechar a porta da oficina pra não serem vistos. Então me escondo melhor e vejo eles fecharem as portas, mas ao olhar, percebo que tem outro sujeito também escondido, vendo a ação, já com a pica na mão, se tocando. Quando viro de novo pra ver o que faziam com minha esposa, vejo que o senhor já tava comendo ela do jeito que queria, metendo a pica sem piedade, e minha esposa agradecia dando umas mamadas enormes na pica de um dos jovens. Assim ficaram um bom tempo: o velho metendo a pica e os jovens trocando de lugar pra ela chupar a pica de todos. Quando o velhão cansou, deixou o lugar pra um dos filhos se colocou no lugar e outro imediatamente se enfiou debaixo pra fazer um baita duplo na minha esposa, que não negava nada e se ajeitava conforme mandavam, sem largar uma pica na boca. Os peitos dela já estavam vermelhos de tanto apertarem, as nádegas pareciam de macaco de tão vermelhas das palmadas que levavam. Minha surpresa foi maior ao ver que um dos caras tinha a pica mais enorme que eu já tinha visto ao vivo, e ele só dizia pra minha esposa: "No final, sou eu quem vou te comer, pra deixar teu cu bem aberto e lubrificado. Então vão dando, seus putos, e deixem todo o leite no cu dela pra minha pica deslizar." E assim fizeram, todos foram gozando um por um no cu da minha mulher, que já não tinha mais forças nem pra gemer de tanto prazer que deram a ela em apenas uma hora. Quando o coroa se reanimou de novo, deixaram a buceta da minha esposa pra ele terminar ali. Assim que ele saiu de cima dela, entrou o da pica grande, que meteu sem piedade. Minha esposa só ouvia ele dizer que estava no céu. O filho da puta comeu ela à vontade, tinha uma resistência de maratona. Quando terminou, os quatro caras levaram minha esposa pra um banheiro onde, segundo eles, iam lavá-la, mas nada disso: enquanto a vestiam de novo, faziam ela chupar a pica deles, e ela só perguntava se já tinham o carro pronto. Eles respondiam que só faltava conectar o cabo que eles mesmos tinham desconectado pra parecer que tinha dado defeito, e riam entre si. Quando minha esposa estava vestida de novo e pronta pra sair, saiu de entre os veículos o sujeito que tinha ficado escondido. Ele se aproximou por trás e começou a bajular minha esposa. Os mecânicos, ao vê-lo, só disseram que ele tinha uns dez minutos pra comer ela. Ele nem demorou: levantou o vestido dela, afastou a calcinha fio dental e, sem mais nem menos, meteu tudo. Ela já estava mais que molhada. O que mais me surpreendeu foi ver a Minha mulher é tão complacente que não reparei em nada, até que ela se colocou de um jeito pra esse sujeito comer ela sem apresentação nenhuma. Ele comeu ela só pelo cu, e quando terminou, ela ajeitou o vestido e subiu no carro dela sem limpar o cu, já que tava cheio de porra. Ela saiu do lugar, não sem antes dizer que voltaria o mais rápido possível. Vendo ela ir embora, saí do meu esconderijo e o dono da oficina me perguntou por que eu não tinha saído pra comer uma mulherão daquela. Aí eu disse que só de ver eles comendo aquela mulher já tava satisfeito. Quando cheguei em casa, minha esposa tava toda banhada e muito gostosa, só com uma camisola transparente, sem calcinha. Ela chegou perto de mim e comentou que o carro dela já não tinha mais problema nenhum, que tinham deixado ele como se não fosse voltar pra oficina tão cedo. Então, naquela noite, eu comi ela como quando éramos namorados, só de pensar no que eu tinha curtido com tantas rolas. De manhã, eu pedi pra ela, por favor, levar meu carro na oficina naquele dia pra fazer uma revisão. Ela abriu os olhos tão grandes que eu vi a satisfação dela em voltar tão rápido pros mecânicos do sexo.
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