Esposa e o sogrão

Agora meu marido e meu pai me fizeram dar pro colega de trabalho do meu marido, que é um homem negro. Vou contar pra vocês que desde os quatorze anos, eu transo com meu pai. Quando casei, continuei transando com meu pai escondido do meu marido. Mas um dia meu marido nos pegou. E viu meu pai em cima da minha bunda se mexendo igual um louco. Com o pau dentro do meu cu. Quase nos separamos. Mas consegui convencer ele de que pro meu pai eu só dava meu cu por causa de uma promessa que fiz pra ele. E que eu não sentia nada com ele. Meio contrariado, meu marido aceitou. Mas disse que queria ver quando meu pai me penetrasse. E foi assim. A gente preparou o guarda-roupa pra ele se esconder e de lá ficava vendo tudo. Ficamos assim por um tempo. Até que chegou o dia em que eu e meu marido decidimos fazer um menage com meu pai. Tivemos que contar pro meu pai que meu marido já sabia que ele me comia quando meu marido ia trabalhar. Meu pai ficou desnorteado na hora. Mas depois aceitou de boa. Desde aquele dia, meu marido e meu pai me comiam os dois juntos, todo fim de semana. A gente fazia uma orgia todo sábado. Mas durante a semana, meu pai e meu marido me comiam separado. Meu pai me comia de dia quando meu marido tava trabalhando. E meu marido me comia de noite. Supostamente meu marido acha que meu pai só me come aos sábados quando ele tá presente. Mas eu acho que meu marido não é bobo. E já sabe que meu pai me come quando ele não tá em casa. Quando ele me pergunta, eu falo que meu pai não me toca quando ele não tá. Porque esse foi o acordo que meu marido e meu pai fizeram. Por isso todo sábado a gente tem uma orgia nós três. Nas horas que os dois me tinham enfiada com os paus deles, eles falavam que iam trazer outros homens pra me comer. Mas eu achava que era só da empolgação e não acreditava que iam fazer de verdade. Pra quem quiser ler meus quatro relatos anteriores, vou dizer Vocês podem encontrar em: toprelatos.com, na seção de confissões. Todos com o mesmo título. SOU CASADA, MAS MEU PAI AINDA ME COME. Só que depois do primeiro relato, os seguintes vêm com: (segunda parte), (terceira parte), (quarta parte) e (quinta parte), respectivamente. Sugiro que leiam. Porque assim vocês vão saber como tudo começou e vão conseguir acompanhar a sequência dos acontecimentos.

Meu marido sempre me dizia: "Você gostaria de dar o cu pra outro homem que não seja eu ou seu pai?" Eu respondia que não sabia. E ele dizia: "Eu adoraria ver você com a pica de outro homem no cu." E eu falava: "E se eu gostar desse homem e for embora com ele?" Ele respondia: "Acho que você não vai embora com outro, porque perderia tudo que tem agora. Esta casa, a mim e seu pai. Porque nenhum homem deixaria você dar pra seu pai como eu deixo."

E assim a gente conversava. Mas quando a gente transava, só eu e meu marido, ele esperava eu ficar bem excitada, gemendo com a pica dele no meu cu e os dedos dele na minha buceta, pra me perguntar: "Quer a pica de outro homem?" E eu, toda excitada, respondia: "Siiim, meu amor." Ele continuava: "Quer dar esse cu pra um negro?" Eu dizia: "Siiim." E ele seguia: "Quer que eu veja outros homens arrombando seu cu?" E eu respondia: "Siiim. Quero que todos os homens arrebentem meu cu. Aaai, aaai, aaai." E eu gozava muito forte.

Mas depois de transar, já mais relaxada, ele me perguntava: "Você realmente quer outro homem?" Eu dizia: "Você é louco? É só uma fantasia. Já basta ter dois homens."

Assim os dias passavam, até que uma tarde, quando ele chegou do trabalho, me disse: "Meu amor. Semana que vem é o aniversário da empresa. Queria que você fosse comigo. Porque meu chefe mandou todo mundo levar as esposas." Eu perguntei: "E ano passado, por que você não me levou?" Ele disse: "É que ano passado meu chefe não falou nada." E eu falei: "Mas eu teria adorado ir naquela festa." Ele Ele me disse: "Já, meu amor, agora vamos nós dois, não seja convencida." Eu respondi: "Tá bom, vamos." Conversamos com meu pai e todos concordaram. Chegou o dia da festa de aniversário da empresa onde meu marido trabalha. Era um sábado. Tínhamos que estar na empresa às oito da noite. Meu marido me disse: "Você tem que se arrumar bem linda e sexy. Quero que todo mundo veja a mulher gostosa que eu tô comendo. Além disso, todos têm esposas muito bonitas." Eu respondi: "Eu sou do jeito que sou. Vou me arrumar bem direitinho, mas não quero ficar sexy nessa festa." Ele disse: "Já, meu amor. Se arruma pra mim. Você é muito linda."

Me arrumei um pouco sexy, pra deixar meu marido satisfeito. Coloquei um vestido preto meio curto. Dava pra ver minhas pernas. Meu marido disse que tava muito bom.

Saímos pra festa e, quando chegamos, tinha muita gente. Meu marido me levou até o lugar onde os amigos dele estavam e me apresentou a quatro deles. Entre eles, estava o José, um homem negro, mas bem bonito e atlético, com uns 34 anos, mais ou menos. Assim que me viu, ele se levantou do lugar antes mesmo de a gente chegar perto.

Quando meu marido nos apresentou, ele beijou minha mão e disse: "É uma honra conhecê-la, senhora. A senhora é muito bonita." Meu marido falou: "Ô, compadre, não seja abusado." José respondeu: "Desculpa, irmão, com todo respeito. É a verdade. Sua esposa é muito linda."

José me ofereceu o lugar dele, porque não tinha outro. Todos os assentos estavam ocupados. Eu sentei e, ao me sentar, meu vestido subiu um pouco, deixando minhas pernas ainda mais à mostra. Percebi que todos os homens estavam olhando pra elas. E o José, que tava do meu lado, fingia que não, mas toda vez que eu me virava, ele não parava de olhar.

Trouxeram champanhe em taças, e o José pegava duas e me oferecia uma. Ele tava muito atencioso comigo. Depois de um tempo, meu marido disse: "Vou cumprimentar meu chefe, já volto." E foi embora. Mas demorou muito pra voltar. A música começou a tocar. dançante, e todo mundo começava a dançar. então José me disse: Dona Sofia, me dá a honra de dançar comigo essa música? Eu, sem responder nada, levantei e fui dançar. Enquanto dançávamos, José me disse: Pedro é um sortudo por ter uma mulher como você. Eu perguntei: E a sua esposa não veio? Ele respondeu: Bom, minha ex-esposa. Porque estou separado há um bom tempo. Eu disse: E você não pensou em casar de novo? Ele falou: Sim, claro. Mas agora que te conheci, queria encontrar uma mulher como você. Eu perguntei: Você só repara no físico? Ele disse: Não só no físico, também nos valores que uma mulher tem. E Pedro já me falou muito de você. Ao ouvir isso, senti um arrepio. Pensei: o que será que ele disse de mim? Será que não contou algo sobre meu pai e eu? A música parou, e ele me levou pelo braço até meu lugar. Lá estavam também as esposas dos outros colegas do meu marido. Depois de um tempo, meu marido voltou para onde estávamos José e eu. Perguntei: Onde você ficou tanto tempo? Ele disse: É que estou tentando fazer mais amizade com meu chefe. Quem sabe ele me dá um aumento de salário, ha, ha, ha. José disse: Compadre, você pode continuar fazendo méritos com o chefe. Que eu cuido muito bem da sua esposa. Meu marido respondeu: Já fico tranquilo, compadre, cuida dela. E foi embora de novo. Comecei a desconfiar que talvez meu marido e José já tivessem combinado isso. Ou seja, meu marido me trouxe especialmente para me deixar com José e tentar fazer amizade com ele, para depois me propor alguma coisa. Fiquei intrigada. A música começou a tocar de novo. Um senhor se aproximou para me tirar para dançar, mas José disse: Amigo, essa dama já tem par. E sou eu. O senhor se afastou pedindo desculpas. Depois José me tirou para dançar. Lá, dançando, José disse de novo: Como invejo o Pedro. Queria ter te conhecido quando você estava solteira. Eu disse: Bom, mas podemos ser amigos. Ele falou: Claro que sim. Agradeço por me oferecer a amizade dele. falando isso, ele tirou um cartão pessoal. me entregou e disse: quando você quiser. estou aqui pra te servir. e depois me disse: poderia me passar o número do seu celular? a verdade é que quase recusei. mas o moreno era tão bonito e tão atencioso que me agradou. e eu dei meu número. depois de um tempo, meu marido voltou. e eu disse: agora quero dançar com você. ele me puxou pra dançar na hora. e já dançando, eu falei: ei. seu amigo José tá se insinuando pra mim. ele disse: não se preocupa. José é muito boa pessoa. pena que a mulher dele o largou por outro. eu falei: coitado do José. e olha que ele é bem gostoso. meu marido disse: ahh já deu mole pra ele? eu falei: não é o que você tá pensando. só tô sendo objetiva. ele disse: sem problema, tava só brincando. assim foi passando o tempo. meu marido sumia por longos períodos. eu via ele de longe conversando e bebendo com outros colegas de trabalho. enquanto isso, José se desdobrava em atenções pra mim. ele me perguntou se podia me ligar um dia pra sair pra jantar ou algum outro lugar. eu falei: olha, José. pode me ligar. mas não garanto que vou sair pra lugar nenhum. porque com meu marido a gente sempre sai pra jantar e ele me leva pra todo canto. ele disse: tá bom. não quis pressionar. vou esperar pra ver se tem um espacinho na sua agenda pra mim. como consolo, posso tirar uma foto sua de lembrança? eu falei: sim. tá bom. e ele tirou uma foto minha com o celular dele. meu marido ia e vinha de vez em quando. na última vez que veio, já tava bêbado. e quando olhou pra mim e pro José, disse: pô. vejo que fizeram uma boa amizade. José. o que você acha da minha esposa? José respondeu: compadre. você tem uma esposa muito gostosa. sorte a sua. meu marido disse: é, compadre. certeza que você tá alucinando com a minha esposa. eu me levantei e falei: Pedro, vamos pra casa agora. você tá bêbado. ele disse: ainda quero me divertir mais um pouco. continua dançando com o José. só não dá muita mole pra ele. José disse: Pedro. acho que você já devia ir embora. Eu agarrei meu marido pelo braço e tentei puxar ele até a rua pra pegar um táxi. Porque ele já não ia dirigir o carro que tava estacionado na garagem da empresa. O José segurou ele pelo outro braço e foi com a gente até a rua. Lá, caminhando, meu marido falou pro José: "Ô, compadre. Cê sabe que pode me chamar quando quiser pra gente sair pra farra." O José respondeu: "Não seje assim, Pedro. Primeiro tem que agradar sua esposa." Meu marido disse: "Eu agrado ela todo dia. Se não, pergunta pra ela." O José falou: "Não tô falando disso, Pedro. O que eu digo é que cê já devia ir pra casa." Eu comecei a suar frio. Ficava pensando que a qualquer hora meu marido ia soltar alguma sobre eu e meu pai. Mas não aconteceu. A gente pegou o táxi e foi pra casa umas 2 da manhã. Quando chegamos, meu pai tava esperando. Eu levei meu marido pro nosso quarto e tentei deitar ele. Ele falou: "Primeiro me dá a bunda pra eu dormir tranquilo." Eu disse: "Dorme logo. Cê tá muito bêbado." Ele respondeu: "Ah, já não quer mais me dar a bunda. Certeza que o José já te marcou." Eu falei: "Não fala besteira, e deita." Ele disse: "Cê viu como ele olhava pra sua bunda? Aquele preto quer comer seu cu." E ele me segurou pela cintura, deitado na cama. Depois de um tempo conversando, ele apagou. Quando vi que tava dormindo, levantei pra ir na cozinha pegar um copo d'água. Quando tava na cozinha, senti alguém chegando. Era meu pai. Ele se aproximou, me agarrou as nádegas e disse: "Cê deve ter se divertido pra caralho." Eu falei: "É, um pouco. Mas tô cansada, quero ir dormir." Meu pai disse: "Mas hoje era nosso dia da orgia. Se seu marido não pode, eu posso. E cê tem que me dar essa bunda que com certeza todos os homens da festa olharam com vontade." Dizendo isso, ele levantou minha camisola de dormir até a cintura e puxou minha calcinha pra baixo. E falou: "Agora, puta. Ajoelha e abre essas nádegas enormes pra eu meter a pica." Eu tive que me ajoelhar. e abrir minhas nádegas com as mãos. meu pai cuspiu saliva no meu ânus e no pau dele e meteu sem cerimônia. eu soltei um grito de dor. e me segurei pra não acordar meu marido. a verdade é que eu não tava a fim de sexo naquele momento. só queria dormir, tava cansada. mas meu pai com certeza tava alucinando com minha bunda, a noite toda quando a gente não tava em casa. ele me disse: grita à vontade, porra. o corno do teu marido já tá dormindo e bêbado, não vai acordar até amanhã. começou a meter com toda força. me dando tapas na bunda. e falava: quantos homens já olharam pra essa buceta pra comer. mas você é só minha. falando essas obscenidades, me comeu gostoso até gozar, e ficou parado um tempo. depois levantou e disse: agora pode dormir com o cu molhado. e foi pro quarto dele. eu também fui toda dolorida. dormi até meio-dia de domingo. nós três só levantamos meio-dia. saímos pra almoçar na rua. e de tarde, fizemos a orgia que não tinha rolado no sábado por causa da festa. na terça-feira, quando tava sozinha no meu quarto, meu celular tocou. e quando atendi, era o josé. ele disse: desculpa, sofia. mas queria saber como você tá. eu falei: tô muito bem. ele disse: não sei se é muita ousadia. mas queria sair hoje pra jantar com você, sofia. eu falei: não posso, porque meu marido chega às sete da noite. você sabe, porque trabalha com ele. e sai no mesmo horário que você. ele disse: é verdade. mas pensei que você poderia sair com qualquer desculpa. eu falei: não. não posso fazer isso. e desliguei. na quarta-feira, ele ligou de novo. era umas onze da manhã. e disse: oi, sofia. hoje pedi folga no trabalho, pensando em você. queria que aceitasse sair um pouco enquanto o pedro tá trabalhando. não seja má, sofia. olha, não consegui dormir pensando em você. e só me consolo olhando sua foto. eu falei: olha, josé. não quero Não crie falsas esperanças comigo. A senhora sabe que sou casada. E sou feliz com meu marido. Eu só ofereci minha amizade e nada mais. Embora, pra ser sincera, o negrão era muito gostoso. E me dava vontade de sair com ele. Mas não queria que ele me achasse uma mulher fácil. Ele me disse: "Tudo bem, Sofia. Não quero perder sua amizade. Talvez um dia você aceite algo mais." E eu desliguei. Na quinta-feira à noite, quando estávamos na cama, meu marido me disse: "Você deixou o José impressionado com sua beleza." Eu não sabia se contava ou não que o José me ligou. Só falei que o moreno era muito gostoso. Meu marido perguntou: "Você se sentiu atraída por ele?" Eu respondi: "Bom, pra ser sincera, ele é gostoso. Me atraiu um pouco." Meu marido começou a apalpar minha bunda e minha buceta, falando do José. Ele disse: "Você gostaria que o José metesse o pau em você?" Eu falei: "Não sei. Talvez." Ele abriu minhas pernas e me penetrou. Ao mesmo tempo, disse: "Imagina que eu sou o José. E que você tá abrindo as pernas pra receber o pau do José." Essas palavras me excitaram. E eu falei: "Sim, José, me dá seu pau." Meu marido, se movendo com o pau dentro da minha buceta, disse: "Você quer mesmo que o José te dê o pau?" Eu já tava muito excitada com a ideia do José e falei: "Sim. Quero que o José arrebente meu cu." Essas palavras que eu disse excitaram muito meu marido. Eu senti ele gemer como um homem excitado: "Haaa." Meu marido enfiou o dedo no meu cu e começou a se mover com mais força. E disse: "Te prometo que vou trazer o José pra arrebentar seu cu." Já totalmente excitada, eu falei: "Simmm, traz ele. E deixa eu dar o cu pro meu negão José." Naquele momento, meu marido gozou dentro da minha buceta com um orgasmo tremendo. E eu, pouco depois, também tive um orgasmo forte. Depois de relaxarmos um pouco, meu marido me perguntou de novo: "Você quer mesmo que eu traga o José pra uma sessão de sexo?" Eu falei: "Por mim não tem problema, se você quiser, pode trazer ele. Mas com que desculpa você vai convidar ele?" Ele respondeu: "Isso deixa comigo. Eu sei como fazer. dizer pra ele. então pra esse sábado a gente tem que se preparar. eu falei: e o que a gente vai falar pro meu pai? ele me disse: não se preocupa. o velho vai se adaptar como sempre. depois eu falei: ei, Pedro. será que você já não falou com o José sobre isso? ele me disse: juro por Deus, não falei com ele sobre você. eu não te ofereceria pra ninguém. se alguma coisa rolar, tem que ser assim, conversando você e eu. o dia passou, e o José não ligou de novo. na sexta à noite, meu marido me disse que já tinha falado com o José. eu perguntei o que ele tinha dito. e ele me disse: só convidei ele pra jantar. não falei mais nada. mas aqui, você e eu vamos encaminhar as coisas pra que aconteça exatamente o que a gente quer. eu falei: o que a gente vai fazer? ele me disse: olha: primeiro você tem que se vestir bem provocante. e vai dar em cima dele. sempre fingindo que tá fazendo isso pelas minhas costas. ele não pode desconfiar que eu sei o que vai rolar. quando a gente já estiver um pouco bêbado, e você ver que já deixou ele bem excitado, você vai se retirar pro quarto, e vai se deitar na cama deixando à mostra suas pernas, um pouco da sua bunda e sua calcinha. e vai fingir que tá dormindo. o banheiro da sala, eu vou trancar. e a gente vai falar que tá quebrado. mas que ele pode usar o banheiro do quarto. e aí você vai estar deitada mostrando sua raba. pra ele te olhar e ficar mais excitado. o resto deixa comigo. finalmente chegou o sábado. meu marido falou pro meu pai que hoje a gente vai jantar em casa e vai pedir comida. e a nossa orgia vai rolar como todo sábado. meu pai não liga muito pros detalhes. contanto que eu dê minha buceta pra ele, ele fica feliz e não pergunta muito. meu marido me disse que tinha falado pro José que a gente ia comemorar nosso aniversário. e que eu pedi pra ele convidar o José. lá pelas cinco da tarde. comecei a me arrumar e a ficar linda e gostosa pra ocasião. coloquei uma saia justa e bem curta. que dava pra ver quase todas as minhas pernas. e uma blusa decotada que deixava ver o tamanho dos meus peitos. a Cara, não me maquiei muito, só o necessário, na sobriedade. Feito toda uma dona de casa. Lá pelas seis da tarde trouxeram a comida. Meu marido trouxe champanhe e vinho, várias garrafas. Meu pai perguntou se era uma noite especial. E meu marido disse que hoje a gente teria um convidado. Meu pai sorriu e falou: "Ahh, finalmente vai acontecer." Meu marido respondeu: "Claro que sim, sogrão. Mas dessa vez você não vai ser o pai da Sofia nem meu sogro. Vai ser só um vizinho, amigo da casa." Meu pai disse: "Pra mim não tem problema. Se vai rolar o que a gente queria, que seja assim."

Lá pelas sete e meia tocaram a campainha. Eu fui até o olho mágico e era o José. Falei pro meu marido abrir a porta e saí correndo pro meu quarto. Meu marido abriu e exclamou: "Ô, José! Pode entrar." Eu tava ouvindo tudo de longe, do meu quarto. José disse: "Valeu, irmão. E a patroa?" Meu marido respondeu: "Tá se arrumando. Já vem." José tinha trazido mais vinho. Meu marido falou: "Valeu, compadre. Você entende dos vinhos bons." Meu marido apresentou ele ao meu pai, mas como se fosse um vizinho amigo da casa.

Daí a pouco entrei eu. José, quando me viu, levantou de repente e derrubou a taça de vinho que já tavam bebendo. Pediu desculpas e me cumprimentou com um beijo na bochecha. Eu corri pra cozinha pegar papel toalha pra secar o que tinha molhado com o vinho. Todo mundo sentado na mesa, começamos a jantar. José tava meio calado. Só me olhava. Meu marido conversava, perguntando coisas do trabalho. Até que a gente terminou a ceia.

Meu marido disse: "Vamos sentar nos sofás." Na sala tem dois sofás. Um grande, tipo pra quatro pessoas, e outro médio, pra duas pessoas. Ficam de frente um pro outro. Os três homens sentaram no sofá grande e eu sentei no médio. Quando sentei, a saia justa que eu tava usando subiu mais pra cima e dava pra ver quase minhas pernas inteiras. Eu sentei de perna cruzada. Mas minha intenção era mais pra frente abrir as pernas pra ele ver minha buceta. Calsón. A gente continuou tomando champanhe e vinho, com uma música suave no computador. Até que meu marido falou: "Sofia, bota uma música pra dançar. Aposto que o José quer dançar. Sim ou não, José?" O José respondeu: "Bom, temos que dançar todo mundo." Meu marido disse: "É, mas só tem um casal." E o José falou: "Ela sozinha dá conta dos três." Eles riram de um jeito sarcástico.

Eu me levantei pra trocar a música. Como o computador tava a uns metros do sofá, fui rebolando a bunda pra ver se o José olhava. Quando cheguei perto do computador, virei rápido e vi que ele tava mesmo de olho na minha bunda. Voltei pro sofá rebolando do mesmo jeito. Aí meu marido levantou e falou: "Vamos dançar, meu amor."

Enquanto a gente dançava, puxei o José pela mão e falei: "Vamos dançar, José. Hoje é dia de comemoração." Meu pai também entrou na dança. Ele tentava se segurar, sabia o papel que tinha que fazer. Dançamos nós três. Depois sentamos. Eu fui de novo no computador, fingindo que ia escolher outra música, e fui rebolando a bunda de novo. Enquanto fazia isso, sentia um puta prazer. Sempre quis fazer aquilo: rebolando pra outros homens me olharem. E tava conseguindo.

Na volta, só chamei o José pra dançar. Meu marido e meu pai ficaram conversando, fingindo que não tavam nem aí pra gente. Aí o José me disse: "Sofia, quero te agradecer por sugerir pro seu marido me convidar pro aniversário de vocês. Tô realmente honrado com seu gesto. É uma reunião íntima de vocês, e me sinto lisonjeado por ter sido convidado."

Eu respondi: "Bom, José, já que nunca aceitei seus convites pra sair com você, o mínimo que eu podia fazer era te convidar pra essa reunião." Ele disse: "Te agradeço muito. Você sabe que sinto algo por você. Queria te ver. Passei esses dias todos pensando em você." Eu falei: "Se serve de consolo, vou te dizer que também pensei em você. Mas só como amigo, e nada mais." Ele respondeu: "Já me basta. Deixa eu te dizer agora que você tá muito gostosa. E como eu daria tudo pra ter te conhecido quando você era solteira." Sinto Inveja saudável do Pedro. Ele que é sortudo por ter você como esposa. Foi assim que ficamos: dançando, bebendo e conversando. Eu me segurava pra não beber muito. Meu marido dançava só de vez em quando. Mas o José queria dançar comigo toda hora. E me perguntava: "O Pedro não é ciumento?" Eu respondi: "É, um pouco. Mas nunca dei motivo pra ele sentir ciúmes."

Nessa altura, comecei a sentar com as pernas abertas, sem cruzar. E de vez em quando, eu abria um pouco mais as pernas pra ele ver minha calcinha. Eu percebia como o José ficava desconfortável quando eu abria as pernas. Ele tentava olhar pra outro lado, mas na mesma hora voltava o olhar pra minha entreperna. De repente, o José falou: "Pedro, desculpa. Posso usar o banheiro?" Meu marido respondeu: "Pode sim. Vem, vou te levar ao banheiro do meu quarto. Porque o outro quebrou e só vão consertar na segunda. Usa o banheiro do meu quarto sempre que quiser."

Eu já via o José mais solto e mais animado. Quando dançava, ele colocava a mão na minha cintura e, aos poucos, ia descendo até onde começam minhas nádegas. Eu sentia ele me apertar e me puxar pra perto dele. Num momento, senti o volume na calça dele roçando minha pélvis. O José é um cara alto, uns 1,80m. Eu tenho uns 1,68m. Quando ele colocava a mão nas minhas nádegas, eu não falava nada. Num instante, senti o dedo dele se enfiar na abertura entre minhas nádegas. Senti um arrepio. E uma excitação muito forte. Deixei ele me apalpar e ficar cada vez mais excitado. Ele olhava pro meu marido e pro meu pai pra fazer coisas com as mãos em mim. E, vendo que nenhum dos dois parecia se interessar por ele ou por mim, ele fazia o que podia comigo. Até chegou bem perto do meu pescoço e me deu um beijo ali. Eu já vi ele bem excitado e resolvi dar o próximo passo.

Falei pro meu marido: "Pedro, vou me retirar, quero descansar." Meu marido disse: "Já cansou? Tudo bem. Nós vamos continuar conversando mais um pouco." Me despedi do José. Ele me olhou meio angustiado. E me disse: "Que... Fui pro quarto e ensaiei várias posições. Fiquei deitada na melhor posição pra que o José pudesse ver bem minha bunda e minhas pernas. Consegui uma boa posição, do meu jeito. E fiquei lá, esperando ele entrar. Sabia que não ia demorar muito. Depois de uns dez minutos, ouço o José falar: "Pedro, vou no banheiro um instante." Meu marido responde: "Pode ir, irmão." Aí sinto a porta abrir. Meu coração começou a bater acelerado. Sinto os passos se aproximando da minha cama. Depois, um silêncio. Deduzo que ele tá me olhando. Aí ouço o clique da câmera do celular dele. Tá tirando fotos minhas. Depois, ouço a porta do banheiro. E escuto ele mijando. Aí sai e fecha a porta. Umas quinze minutos depois, a porta abre de novo. E a mesma coisa da vez anterior se repete. Mas agora sinto uma mão pousar nas minhas pernas. Me mexo um pouco. E ele tira a mão. Fica um tempo em silêncio, e de novo sinto a mão dele, agora bem na minha bunda. Ele quer enfiar o dedo entre minhas nádegas, mas não consegue. Tira a mão e sai. Depois, ouço baixinho meu marido falar: "José, quando é que você vai casar de novo?" Ele responde: "Não sei. Ainda não tenho namorada." E meu marido diz: "Mas suponho que você tenha onde deixar sua pica." José responde: "Isso até tenho. Mas não tão seguido quanto eu queria." Meu marido fala: "Bom, falando de mulher, o que você acha da minha esposa?" José responde: "Sua esposa é muito gostosa. Qualquer homem se apaixonaria por ela." Meu marido diz: "Ahhh, então você se apaixonou por ela, não é?" José fala: "Bom, não tanto a ponto de me apaixonar, porque te respeito. Mas não nego que gosto muito dela." Meu marido diz: "E o que você diria se eu deixasse você tocar nela?" José responde: "Não, compadre, eu jamais tocaria na sua esposa." Aí ouço meu marido falar: "Mas se eu te der autorização pra tocar nela? Com certeza você já olhou a bunda dela quando foi no banheiro, porque minha mulher se deita na cama e... deixa a bunda de fora. josé responde: nesse caso, eu tocaria com muito respeito. meu marido fala: não seja otário. se você tá tocando numa mulher com a bunda de fora, como é que vai tocar com muito respeito? josé responde: bom, é que não quero ser vulgar nem sem noção. meu marido fala: olha, agora você vai agarrar a bunda da minha mulher. eu te dou a porra da permissão. e se você realmente gostar, a gente vê o que rola. quer ou não? josé responde: na verdade, me sinto meio sem graça com essa conversa na frente do seu vizinho. o que ele vai pensar? então meu marido fala: por mais que você não acredite, meu vizinho é mais submisso que você. com isso eu já te falei tudo. me diz, quer ou não? josé responde: tá bom. vou fazer o que você mandar. mas não quero ofender nem faltar com o respeito. meu marido fala: já é, otário. eu sei que você tá morrendo de vontade de agarrar a bunda da minha mulher. vou ver se ela tá bem dormindo. dizendo isso, meu marido entra no quarto e, no meu ouvido, fala: chegou a hora de você entregar a bunda pro josé. você finge que tá dormindo e acorda quando eu meter o pau. entendeu? eu falo: já entendi. mas tô nervosa. ele sai do quarto e fala pro josé: olha o que a gente vai fazer. a gente entra os três e fica pelado. depois, eu vou excitá-la apalpando ela, ela vai pensar que a gente tá sozinho, eu e ela. e aí eu meto o pau. nessa hora, você coloca o pau na boca dela. e o vizinho faz a parte dele. eu ouvi tudo o que eles falaram. eles entraram no quarto, e meu marido começou a apalpar minhas pernas. depois, baixinho, ele falou pro josé: vem, toca as pernas dela. josé colocou as mãos grandes dele nas minhas pernas. aí meu marido levantou minha saia, deixando minha bunda de fora, e falou pro josé: toca a bunda dela, otário. enquanto isso, meu pai também tava me tocando as pernas. josé colocou as mãos na minha bunda, e eu senti algo novo tocando minha bunda, era diferente do meu marido e do meu pai. depois de um tempo assim, meu marido disse: vou tirar a calcinha dela. e dizendo isso, foi descendo minha calcinha devagar até tirar completamente. já com a bunda Completamente nua, eu comecei a sentir tesão. Eu estava deitada de bruços, deixando meu cu à mostra pro José. O amigo negro do trabalho do meu marido, pela primeira vez, olhava pro meu cu completamente pelado. Aí meu marido pegou um dos meus cremes na gaveta do criado-mudo e passou no meu cu. E falou pro meu pai: "Já, vizinho. Crava a pica nessa puta." O José olhou pro meu pai, meio confuso. Meu pai subiu na cama e se deitou em cima de mim. E cravou a pica dele no meu cu. Eu soltei um grito: "Aaaaiii!" E meu pai disse: "Aguenta, puta de merda. Hoje você vai receber pica de todo lado. Fica de joelhos, puta." Eu levantei o cu com meu pai em cima e fiquei de joelhos. Aí meu pai começou a bombar, dando tapas na minha bunda. Meu marido tirou minha blusa e o sutiã, deixando meus peitos balançando. Depois meu marido falou: "Agora, José. Dá pica na boca dela." E o José ficou na minha frente. Olhei pra pica preta enorme dele. E, sinceramente, me deu medo. Nem meu pai, nem meu marido tinham uma pica daquele tamanho. Abri minha boca pra tentar chupar aquela pica preta que parecia uma pica de burro. O José enfiou até minha garganta. Mas eu não conseguia engolir tudo. Ele puxava minha cabeça contra a pica dele pra entrar tudo. Mas só conseguia me fazer engasgar. Eu babava. Minha saliva escorria pelos cantos da boca. E minhas lágrimas chegavam até minha boca. Eu fazia barulho com a garganta: "Aaggg, aaggg, aaggg." Meu marido olhava como meu pai me comia pelo cu, e o José me engasgava com a pica dele. De repente, o José começou a puxar minha cabeça com mais força contra a pica dele e se movia mais rápido até encher minha boca de porra. Eu engoli um pouco e o resto escorreu pelos lados da boca até a cama. Meu marido falou pro José: "Caralho, compadre. Tava era guardado, hein?" O José disse: "É que sua esposa chupou muito bem. Não consegui me segurar mais." Depois meu marido falou pro meu pai: "Já, vizinho. Deixa o José provar esse cu." Meu pai saiu do meu cu e meu marido falou: "Deita embaixo e enfia na buceta." Meu pai se deitou. Na cama, eu montei em cima. Peguei a pica do meu pai e enfiei na minha buceta. Que gostoso que foi. Depois meu marido disse: "José, não fica aí parado. Já não aguenta mais? Esse cu é seu. Mete a pica nele." José se colocou atrás de mim e, de uma só vez, enfiou a pica toda. Eu gritei de novo: "Aaaaaaaiiiii". Sinceramente, por mais excitada que eu estivesse, aquela pica doeu demais. Mais lágrimas escorreram dos meus olhos. Meu marido disse: "Agora, sua puta, você tem a pica que queria." Meu marido se colocou na frente da minha boca e me deu a pica dele. Comecei a chupar quase sem vontade, porque a pica do José chamava toda minha atenção. Primeiro porque doía, e segundo porque eu queria focar no José e aproveitar ele. Meu marido dizia ao José: "Tá vendo, corno? Agora você tem nas mãos esse cu que tanto queria. Não me diga que não desejava." José falou: "Que cu gostoso. Valeu, irmão. Você tem uma puta deliciosa." Meu marido respondeu: "Assim que eu gosto. Chama minha mulher de puta. Mete forte, arrebenta o cu dela." Meu marido, com a pica na minha boca, esticava os braços para pegar minhas nádegas e abri-las, pra José enfiar a pica no meu cu. E lá estava eu, recebendo três picas ao mesmo tempo. Era o que eu às vezes sonhava. E agora era realidade. Depois de um tempo, meu marido disse: "Já chega. Agora vamos deixar o José sozinho pra ver como ele fode uma mulher." Meu pai saiu de onde estava, e meu marido pegou a câmera. E disse ao José: "Vai, homem. Esse cu é todo seu. Quero ver você foder minha mulher." José primeiro me jogou na cama e abriu minhas pernas. Lambeu minha buceta e depois enfiou a pica. Me deu várias bombadas ali. Depois colocou minhas pernas nos ombros dele. E ali me deixou dobrada. Primeiro meteu a pica na minha buceta. Depois, na mesma posição, enfiou a pica no meu cu, me fazendo gritar de dor e prazer. Meu marido e meu pai olhavam e tiravam fotos do que o negro José estava fazendo comigo. Depois, José se deitou na cama e me mandou subir em cima dele, mas Olhando pros pés dele. Tipo, de costas pra ele. E ele falou: "Nena, enfia meu pau no teu cu sozinha." Eu fiz o que ele mandou. Peguei a pica enorme dele e coloquei na entrada do meu cu. E fui sentando devagarinho até que a pica inteira dele entrou no meu cu. O José falou: "Agora rebola, meu amor. Dá umas sentadas no meu pau." E ele levantava a bacia pra pica dele entrar até o fundo. Num momento que eu não esperava, o José pegou minhas pernas, uma em cada mão, e se levantou. Sem tirar a pica do meu cu. E ficou de pé. Na frente do meu marido e do meu pai, eu tava espetada pelo cu com a pica do José. E ele, de pé, segurando uma perna minha em cada mão, abria minhas pernas pra mostrar minha buceta livre. E falou pro meu marido: "Agora, Pedro, enfia teu pau na buceta dela." Meu marido ficou na minha frente e tentou enfiar o pau dele na minha buceta. Depois de várias tentativas, conseguiu. Os dois estavam de pé: meu marido metia o pau dele na minha buceta, e o José no meu cu. E eu tava no ar, segura pelos braços fortes do negro José. Os dois se mexiam desengonçados naquela posição. Eu gritava: "Aaaai, aaaai, aaaai." Depois de um tempo assim, meu marido saiu. E o José me largou na cama. Aí meu marido falou: "Agora, José, deita na cama e come ela na buceta. Eu vou comer ela no cu." O José se deitou na cama e eu montei em cima dele. E, com a mão, enfiei aquela pica preta enorme na minha buceta. Depois, meu marido ficou atrás de mim e, sem esforço nenhum, enfiou o pau dele no meu cu. Eu nem senti, porque meu cu já tava alargado pela pica do José. Meu pai ficou na minha frente e colocou o pau dele na minha boca. De novo, eu tava com três paus ao mesmo tempo. Os três homens enchiam meus três buracos. Aí começaram a bombar os três. Eu gemia: "Aaaai, aaaai, aaaai." Meu marido falou: "Tá feliz, sua puta de merda, com três paus?" Eu respondi: "Siiim. Que gostoso. José, você é um tesão." O José falou: "Já já, meu amor. Esse pau... tua. come tudo. eu dizia: siiiim, que cock gostoso você tem, josé. assim, assim, me dá teu cock. meu marido dizia: aaa, sua puta, como você adora o cock do josé. eu, já mais excitada, respondia: siiiim, adoro. josé é meu macho. olha como eu como o cock dele. e me mexia exageradamente, com movimentos de vai e vem em cima do cock do josé. de repente, josé começou a gemer roucamente: haaa, haaa, haaa. e começou a se mexer com mais força. cada vez mais rápido, até que deu um grito: haaaaaaiiiii caralho, que gostoso. eu senti o sêmen dele enchendo minha buceta. depois, meu marido também começou a se mexer mais rápido, dizendo: que rabo gostoso você tem, puta. me dava tapas na bunda. e falava: esse rabo já comeu três cocks. tá feliz, sua puta do caralho? eu respondia: siiiim, meu amor, tô feliz. e senti que gozei um dos orgasmos mais fortes que já tive na vida. tentei me mexer mais rápido. naquela posição, com dois homens embaixo e em cima de mim. eu me mexia gritando: haaaaaaiiiii, haaaaaaiiiii. sou uma puta. sou uma puta. haaaaaaiiiii. e parei de me mexer, esmagada com meus peitos em cima do peito do josé. meu marido também começou a gemer: haaa, haaa, haaa. ai, mamacita, ai, mamacita, haaaaaiiiii. e encheu minhas tripas de porra. o sêmen dele escorreu do meu cu e se misturou com o sêmen do josé. e escorreu pelas minhas pernas. nós três ficamos deitados. josé embaixo, eu em cima dele, e meu marido em cima do meu rabo. como se fôssemos um verdadeiro sanduíche. ficamos assim por um tempo. meu pai, que naquela hora só se masturbava olhando, disse: agora é minha vez, puta. me dá esse rabo que eu tanto gosto. dizendo isso, empurrou meu marido e tirou josé, e se colocou atrás de mim. aí ele meteu o cock dele no meu cu, mas eu já não sentia mais nada. só tentei agradar meu pai. deixei ele se mexer até gozar, também gritando: que gostosa você é, puta. você tem um rabo que enlouquece qualquer homem. mas você é minha. esse rabo é meu. eu já não tinha vontade de dizer nada. meu pai continuou se mexendo até dar um grito. haaaaaaayyyyyyy. e ele jorrou outro jato de porra no meu cu. meu marido e o josé estavam deitados no chão, no tapete. pelados. imóveis. meu pai e eu também ficamos deitados na cama. sem nos mexer por um bom tempo. depois, eu levantei e fui tomar banho. me lavei, e quando saí, já não estavam nem meu pai nem o josé. só encontrei meu marido meio dormindo. me deitei e dormi até uma da tarde de domingo. olhei pro meu lado, lá estava meu marido. acordei ele: pedro, acorda. ele acordou e me disse: oi, meu amor. como você se divertiu ontem. eu disse: tô toda dolorida. seu amigo josé realmente arrebentou meu cu. ele disse: mas você gostou. não nega. eu disse: gostei, sim, não nego. mas agora tô com medo do que seu amigo pode pensar de mim. vai achar que sou uma puta de verdade. ele disse: e não é? ha, ha, ha. é brincadeira. não se preocupa. eu falei pra ele que isso era uma fantasia minha, e que eu implorei tanto pra realizar. ele disse que não vai contar pra ninguém. e que tava agradecido por ter sido incluído na minha fantasia. meu marido me disse que falou pro josé que, se ele manter segredo sobre o que rolou, talvez a gente possa fazer de novo. e me disse que o josé perguntou pelo vizinho. ou seja, meu pai. e meu marido disse que com o vizinho a gente realizou nossa primeira fantasia. e que era de muita confiança. foi isso que aconteceu, e o que vivi ultimamente. não sei o que mais o destino vai me trazer. ou melhor, a calentura minha e do meu marido.

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