Quero contar pra vocês uma história de sexo entre familiares, a história sexual de uma mãe separada e seu filho. Eu adorei, não é de minha autoria, mas gostaria de compartilhar. Já li muitas histórias que dizem ser reais, não duvido, mas quero que saibam que essa história é 100% real e que, obviamente, mudei alguns detalhes para que os protagonistas não sejam reconhecidos: minha mãe e eu. Hoje tenho 21 anos e o que vou relatar aconteceu quando eu tinha 18, há três anos. Foram três anos de uma relação muito forte e intensa, a ponto de ainda a mantermos com a mesma força do início. Aliás, estamos pensando muito seriamente em nos mudar para longe de onde somos conhecidos e começar uma vida de casal sem que as pessoas apontem ou fiquem falando pelas costas.
Meus pais, depois de 16 anos de casados, se divorciaram. O casamento deles já estava afundando há anos, e foi o melhor que puderam fazer por eles mesmos e por mim, que estava no meio de uma relação muito difícil. Meu pai foi um inútil a vida toda: quando jovem, era sustentado pelos meus avós, seus pais, e depois de casado, pela minha mãe. Ela tolerou a vagabundagem dele, a falta de amor pela família e as traições constantes até que um dia disse "chega". Minha mãe trabalhou durante todo o casamento para sustentar nós três e só terminou a relação quando um dia, eu com 15 anos, perguntei quando ela ia se separar dele. Naquele dia, minha mãe entendeu que o motivo para aguentar a situação não existia mais e tomou a decisão de se divorciar. Meu pai aceitou sem colocar nenhum obstáculo, acho que até com alegria, já que se livrava de uma responsabilidade. Depois do divórcio, ele foi para a Espanha e nunca mais soubemos nada dele.
Os primeiros tempos foram difíceis, não financeiramente, já que minha mãe era o sustento da casa e continuou com seu trabalho, mas pelo impacto que a situação trouxe para nossas vidas. Felizmente, eu não via nem ouvia mais discussões em casa. Minha mãe, depois de superar o primeiro momento, começou a ter uma vida social mais amplia. e tínhamos melhorado ainda mais nosso diálogo. Compartíamos longas conversas, idas ao cinema e shows, refeições fora de casa e até ela me acompanhava nos meus torneios de tênis, esporte que pratico desde criança. Mamãe hoje é uma mulher de 41 anos, bem alta, esbelta, com pernas muito bonitas que raramente mostrava, já que sua peça preferida eram calças. Tem cabelo comprido até os ombros, de cor castanho claro. Olhos grandes e marrons. Três vezes por semana faz aulas de ginástica. Resumindo, era uma mulher que fazia os homens virarem a cabeça quando passava. Eu tenho 1,80m de altura e peso 78kg, meu corpo é harmonioso pelo esporte que pratico, meu cabelo é da mesma cor que o da minha mãe e meus olhos são azuis. No ano em que completei meus primeiros 18 anos, como presente pela minha formatura do ensino médio, minha mãe me deu nossas primeiras férias em anos. Na primeira semana de janeiro daquele ano, partimos para Mar del Plata, nos hospedando num hotel charmoso de duas estrelas bem perto da praia e a poucas quadras do centro. Chegamos perto do meio-dia e fomos alojados num quarto bonito com duas camas de solteiro separadas por um criado-mudo e com banheiro. Tudo muito iluminado. O dia estava lindo e o sol brilhava forte, por isso decidimos trocar de roupa e ir à praia próxima para aproveitar ao máximo nossas férias. Minha mãe sempre foi muito recatada e era raro vê-la de roupa íntima pela casa; eu era mais despojado e não tinha problema nenhum em andar por aí de sunga minúscula. Nunca me passou pela cabeça espiá-la nua; minha vida sexual era ativa – desde minha primeira relação aos 14 anos, nunca fiquei sem sexo. As garotas não morriam de amores por mim, mas também não me rejeitavam. Naquele meio-dia, vi minha mãe ficar de roupa íntima, com um conjunto de sutiã e calcinha de renda branca que insinuavam muito mas não deixavam ver nada. Ela pegou seu biquíni da mala e foi ao banheiro, onde Ela se trancou para se trocar. Aproveitei esse momento para me despir e colocar o shorts. Quando mamãe saiu do banheiro, eu já estava pronto. O biquíni que ela havia colocado mostrava ainda menos do que a lingerie que estava usando antes. Ela vestiu uma camiseta, pegou sua bolsa de praia e partimos para a areia. Passamos a tarde toda lá, conversando sobre mil coisas sem importância e também sobre assuntos pessoais, então pude descobrir que, depois do meu pai, mamãe não havia saído com nenhum homem, mesmo que algum colega de trabalho a tivesse convidado. Segundo suas palavras, quem se queima com leite fervendo, quando vê uma vaca, chora. Ela acreditava que sua vida como mulher havia se esgotado com meu pai, só lhe restava terminar de me criar e depois ser avó. Mamãe, você ainda é jovem e eu, como filho, não veria problema algum se você refizesse sua vida, sei que papá não te tratou nada bem e que você tem direito de ser feliz. Minha felicidade está em ver você feliz e tranquilo. E assim a tarde passou. Voltamos ao hotel para tomar banho, nos trocar e ir jantar, já quase de noite. A tarde tinha sido muito agradável. Mamãe foi a primeira a tomar banho, saindo do banheiro de lingerie, um conjunto parecido com o que eu havia visto de manhã, mas de um vibrante vermelho. Eu a peguei no colo, dizendo: "Como é que você vai se aposentar de mulher? Qualquer homem que te vir vestida assim te estupra!" "Você é um homem e, no entanto, não tenta me estuprar", ela respondeu rindo. "Continue assim e não voltamos para Buenos Aires como viemos." Ela riu, meu comentário a divertiu. Fui tomar banho e fiquei pensando em como havia visto minha mãe, e pela primeira vez, ao pensar nela, tive uma ereção. Se isso continuasse assim, os 15 dias de férias iam ser difíceis. Saí do banheiro vestido apenas com a cueca e com uma ereção considerável. Minha mãe me viu, mas não fez nenhum comentário. Ela já havia se vestido com uma calça de tecido fino vermelha e uma camiseta justa combinando, que marcava seus seios. Jantamos em um restaurante perto do hotel, ela pediu uma garrafa de vinho para comemorar nossas primeiras férias em muitos anos. O calor da noite, a comida e a alegria de como estávamos nos divertindo nos fizeram acabar a garrafa. Depois do jantar, minha mãe me convidou para tomar um café numa confeitaria perto do hotel. Junto com o café, mamãe pediu também um licor de limão que serviram bem gelado e ela tomou de uma só vez. Era suave, mas com muito álcool. Quando saímos da confeitaria, a brisa do mar bateu em nossos rostos e causou um efeito de tontura na minha mãe. Ela ria à toa e as pernas estavam pesadas. Eu a segurei pela cintura e a levei até o hotel. Ela não estava bêbada, só alegre. Quando chegamos ao quarto, deitei-a na cama dela e, como pude, tirei seus sapatos, calça e camiseta, ficando só de calcinha e sutiã. Aquela calcinha e sutiã vermelhos que tanto tinham me agradado algumas horas antes. Eu também me despi e deitei ao lado dela, acariciando seus cabelos. Assim adormeci. Acordamos perto das 9 da manhã, estávamos na mesma cama, eu a abraçava pelas costas e com uma das mãos segurava um de seus seios. Como acontecia frequentemente, amanheci com uma grande ereção, meu pau estava apoiado na sua bunda e ela não podia deixar de senti-lo. Fiquei muito envergonhado, levantei imediatamente e fui ao banheiro, tentaria fazer minhas necessidades fisiológicas para ver se ele baixava. Não adiantou, tentei um último recurso, a masturbação, deu resultado, mas para minha surpresa, a musa inspiradora foi minha mãe em seu conjunto de lingerie vermelha. Era a primeira vez que fazia essa homenagem à minha mãe. Depois de um tempo, saí do banheiro mais tranquilo, mamãe ainda estava na cama, agora esticada e de barriga para cima, suas pernas abertas deixavam ver um pouco de pelos pubianos saindo pela lateral da sua calcinha fio dental. Fiquei olhando aquela cena e novamente tive uma ereção. Dessa vez não sabia como fazê-la baixar, me vesti rapidamente e disse à mamãe que a esperava lá embaixo para o café da manhã. Ela desceu pouco depois. com uma forte dor de cabeça, resultado da ressaca da noite anterior, ela quase não se lembrava de nada. Tive que contar tudo, até como tive que despi-la. Ela ficou vermelha de vergonha. Perguntou-me se tinha sonhado ou se tínhamos dormido juntos; quando respondi que sim, ela ficou ainda mais vermelha. O dia havia amanhecido nublado, não estava para praia, então aproveitamos para caminhar pela cidade, almoçar e, a pedido dela, ir dormir uma sesta para estarmos bem para a noite, já que ela estava com vontade de ir a alguma confeitaria onde pudéssemos ouvir música e dançar. Mamãe é amante dos ritmos caribenhos. Foi o que fizemos: depois do almoço, fomos ao hotel dormir a tal sesta. Mal entramos no quarto, eu me despi e, de cueca, deitei na minha cama. Mamãe foi ao banheiro e saiu com seu curto camisolão de seda, que deixava seus seios à mostra sem realmente mostrá-los. Deitou-se na sua cama e começamos a conversar. A conversa ficou muito agradável, e eu fui para os pés da cama dela, sentando-me ali para continuarmos falando. Isso era algo comum em Buenos Aires; o que não era comum era que, novamente, entre suas pernas abertas, eu podia ver seus pelinhos saindo da lateral da sua calcinha branca. Assim como de manhã, meu membro ficou duro novamente, marcando um volume muito grande na frente. Mamãe percebeu e não disse nada, simplesmente fechou as pernas e o espetáculo acabou. A conversa terminou, o que eu agradeci, pois se continuasse, ia acabar mal. Levantamos por volta das 18h e saímos para caminhar até a hora do jantar. Voltamos ao hotel para tomar banho e nos trocar, dando início ao nosso programa noturno. Depois do jantar, que fizemos com água e refrigerante por causa da experiência da noite anterior, fomos a uma confeitaria onde tocavam músicas mais da época da mamãe. O ambiente era de alegria, havia um conjunto musical tocando temas dos mais diversos ritmos, e as pessoas saíam para dançar com animação. Convidei mamãe para dançar com um tema de salsa que ela gosta tanto, não hesitou nem um segundo e rapidamente estávamos no meio da pista. Seguiram mais duas músicas no mesmo ritmo, depois passaram para uma balada. Ofereci para voltarmos à mesa, mas ela disse que estava se divertindo muito e queria continuar dançando com seu homem. A abracei e começamos a dançar. A música e minha falta de experiência com esse tipo de melodia fizeram com que eu me colasse no corpo da mamãe, o contato e o perfume da pele dela me deram uma ereção que eu não conseguia evitar nem disfarçar. Meu pau estava encaixado na altura da barriga dela e ela não conseguia deixar de sentir. Eu estava com vergonha, era minha mãe e eu estava ficando excitado, tinha medo da reação dela. Ela fingiu que nada estava acontecendo, manteve a mesma posição até o final da música. Quando acabou, sugeri de novo voltar à mesa e ela novamente recusou, disse que estava se divertindo maravilhosamente e não queria sentar. Rezei por uma música mais animada, mas o homem propõe e Deus dispõe, a música foi ainda mais lenta. Eu não aguentava mais, minha mãe percebeu e perguntou no meu ouvido o que estava acontecendo. Não sei que desculpa boba eu dei. Ela respondeu: vamos, estou te sentindo. Mãe, eu não sou de ferro e você é uma mulher. Gabriel, sou sua mãe. Eu sei que você é minha mãe e eu seu filho, mas sou um homem e você uma mulher. Te proponho uma coisa, vamos sentar e nos acalmar. Era exatamente o que eu queria. Então vamos. Sentamos e ela, com habilidade, mudou de assunto e me distraiu. Não voltamos a dançar. Quando saímos da confeitaria, foi ela que tocou no assunto. Gabriel, hoje notei que você ficou alterado enquanto conversávamos no quarto, esta manhã você acordou em um estado similar e agora de novo, o que está acontecendo com você. Mãe, não sei o que está acontecendo comigo, me perdoe pelo que vou dizer, até dois dias atrás você era minha mãe, mas depois de ver você deitada na cama com aquele conjunto de calcinha fio dental e sutiã, não sei o que está acontecendo, vejo você como uma mulher, uma mulher espetacular, me perdoa, eu... Sei que isso é errado, mas é mais forte do que eu. Gabriel, não me incomoda que você me olhe desse jeito, pelo contrário, me elogia como mulher e levanta minha autoestima, que seu pai se encarregou de destruir. O problema é que isso não leva a nada, nem pra você nem pra mim, somos mãe e filho. Sim, mãe, somos mãe e filho, mas é mais forte do que eu, mais uma vez me perdoe. Tudo bem, te proponho uma coisa: durante os dias que restam das nossas férias, sem esquecer que somos mãe e filho, vamos nos soltar os dois, que cada um aja sem inibições, vamos tentar agir com mais liberdade. Combinado, mãe. Já era quase de madrugada e voltamos para o hotel. Eu não tinha me acalmado, só me sentia mais livre para agir. Mãe não foi ao banheiro para se trocar, se despiu com toda naturalidade, ficando só de calcinha fio dental e mostrando os seios coroados por mamilos marrons. Gabriel, estou com calor e vou dormir assim, te incomoda? De jeito nenhum, mãe, pelo contrário, gosto de te ver assim, nunca te vi tão nua. Se te interessa me ver nua, tiro a calcinha também, disse ela rindo. Não é má ideia, eu tiro a cueca, respondi. Como se fosse me assustar, já te vi muitas vezes pelado, ou quem você acha que te trocava quando era criança. Quando era criança você trocava coisas pequenas, agora que sou grande pode trocar coisas grandes. Ela pulou em cima de mim para fazer cócegas, seus seios nus dançavam diante dos meus olhos, sem querer ficaram bem perto dos meus lábios, e eu, sem pensar, beijei um dos mamilos. Gabriel, você está passando dos limites, disse ela num tom mais de brincadeira que de repreensão. Sem querer, ela estava sentada sobre meu pau, só nos separava o tecido macio da calcinha dela e da minha cueca. Quando percebi o que estava acontecendo, o membro ficou duro e a cabeça sobressaiu pelo elástico superior da cueca. Olha o bebê, olha como ele fica, disse ela rindo. Não me contive e com uma mão agarrei suas costas e com a outra sua nuca e a puxei para mim, prendendo meus lábios nos dela. Ela tentou se soltar, mas não conseguiu, em sua... Ela abriu um pouco a boca e eu aproveitei para enfiar minha língua dentro. Ela ficou parada e me olhou como se perguntasse o que estava acontecendo. Continuei beijando e ela foi abrindo mais a boca, a língua dela começou a brincar com a minha. Com isso, rompemos nossos limites.
Mãe me perguntou aonde eu queria chegar. Não sei, mãe, mas seus beijos me excitaram, e muito. Segurando meu pau por cima da cueca, ela disse: "Já vi que gostou". Virei com ela, deixando-a debaixo de mim. Movi meu quadril ritmicamente e esfreguei meu pau na sua virilha, ela mexia o quadril como se estivesse empurrando. Baixei minha mão e por cima da calcinha comecei a acariciar sua buceta. Estava molhada. Delicadamente, deslizei meus dedos por baixo do elástico e as carícias agora eram diretamente no seu clitóris. Ela continuou acariciando meu pau, mas agora também por baixo da cueca. Com a outra mão, ela puxou a única peça de roupa que eu tinha e me deixou totalmente nu. Eu fiz o mesmo com ela.
Me levantei, queria admirar mamãe totalmente nua como nunca a tinha visto. Minha mãe era uma mulher muito apetitosa, o que via me excitava ainda mais. Seus seios, de tamanho normal e com auréolas de um marrom acentuado, terminavam em mamilos longos e grossos. Sua barriga era lisa e sua buceta era coberta por uma mata de pelos bem densa e delicadamente aparada, de modo que não ultrapassasse o biquíni. Agarrei-me aos seus dois mamilos com desespero, a situação de me encontrar com mamãe nua, em vez de me inibir, me excitava mais.
Depois de alguns minutos chupando desesperadamente seus mamilos e amassando seus seios, voltei aos seus lábios. Ela respondeu novamente aos meus beijos e, sem saber como, me encontrei com meu pau penetrando sua vagina bem lubrificada. Aí tomei consciência do que estávamos fazendo. Não parei, comecei um movimento de entra e sai, mamãe entre gemidos e suspiros pedia para eu parar. "Não, Gabriel, isso é uma loucura, para. Não, Gabriel, para." Não, mãe, não consigo, não. podeeeeeeeeo. Ela parou de me pedir para parar, com as pernas envolveu minha cintura e me puxou mais forte contra ela. Não lembro quanto tempo durou, só sei que nós dois gozamos quase juntos, primeiro ela e imediatamente depois eu, os gemidos e as contrações da buceta dela me fizeram gozar. Ficamos os dois deitados na cama minúscula da mamãe, nenhum de nós disse nada, eu não tinha coragem, com certeza ela ia me expulsar de casa pelo que aconteceu. Ela, fiquei sabendo depois, por vergonha. Ficamos assim por um bom tempo. Mamãe se levantou sem me olhar e foi ao banheiro, trancou-se lá para chorar. Eu fui para minha cama, coloquei a cueca e me cobri até a cabeça, tinha vergonha do que tinha feito. Cerca de uma hora depois, ela saiu do banheiro recém-banhada e com os olhos vermelhos de tanto chorar, me pediu para fazer minha mala porque voltaríamos para casa. As férias terminaram bem antes do previsto. Eu pedi, implorei, supliquei que ela não tomasse nenhuma decisão no calor do momento. A decisão está tomada, voltamos para casa e veremos como resolvemos isso, eu me deixei levar e olha no que deu. A viagem de volta foi em silêncio, nem ela nem eu tínhamos coragem de falar, muito menos de nos olhar nos olhos, ambos nos sentíamos culpados pelo que aconteceu, ela por ser a adulta que não soube colocar um freio na situação e eu por pensar que de alguma forma tinha estuprado uma mulher, e que essa mulher era minha mãe. Em Bs.As. os dias passavam e a lembrança daquela noite não parava de rondar minha cabeça. Tinha sentimentos conflitantes, por um lado a culpa e por outro o prazer encontrado naquela situação de tesão. Minha mãe continuava sem me olhar nos olhos e me evitando, eu não tinha a quem recorrer para confessar o que aconteceu. Não podia contar ao meu melhor amigo. Depois de 15 dias do ocorrido, e diante da situação gerada, decidi que era com minha mãe que eu devia conversar. Naquela tarde, quando mamãe voltou do trabalho e se trancou no quarto até a hora do jantar, atitude que tinha adotado desde nosso retorno De Mar del Plata, bati na sua porta e entrei, encontrei-a deitada na cama, com a luz apagada e ainda com a roupa que usou para voltar do trabalho. Mãe, precisamos conversar, não podemos continuar assim, quero pedir perdão pelo que fiz, estou arrependido de ter me deixado levar pelo tesão do momento. Gabriel, fui eu que te levei a essa situação, quem tem que perdoar é você, minha obrigação como adulta e mãe era não chegar a esse extremo. E me sinto ainda mais culpada porque gostei. Desde que seu pai foi embora não tinha estado com nenhum homem, e naquele momento te vi não como meu filho, mas como o homem desejado. Sabe de uma coisa, mãe? Nenhuma mulher me fez tão feliz quanto você, nenhuma das garotas com quem transei me fez gozar tanto quanto você. Quando penso no que aconteceu, às vezes sinto muita culpa e às vezes a lembrança do que aconteceu me dá um prazer enorme. Não podemos continuar vivendo assim. Você tem razão, não podemos continuar vivendo assim, vamos tentar esquecer o passado. Me abraça, Gabriel. A abracei bem forte e quis dar um beijo em sua bochecha, mas ela, sem perceber, virou a cabeça e beijei seus lábios fechados. Ficamos nos olhando, um de frente para o outro, e sem pensar peguei seus ombros, a puxei para mim e dei um beijo com toda a minha boca e minha língua, ela abriu a boca e também começou a me beijar com toda a sua paixão. Mãe, descobri que te amo, não só como mãe, mas como mulher. Eu também te amo, Gabriel, como filho e como homem, depois do que aconteceu em Mar del Plata nunca mais fui a mesma, me abraça e me faz amor. Minha mãe disse o que eu menos esperava. Não hesitei nem por um segundo, a abracei e comecei a beijá-la com toda a minha paixão, ela me correspondeu da mesma forma. Por cima da blusa acariciei seus seios, depois comecei a desabotoá-la e ela ficou só de sutiã. Por cima dele comecei a beijar desesperadamente seus mamilos, ela num movimento rápido também desabotoou o sutiã e deixou seus peitos à mostra. Olhei para ela e perguntei inocentemente: posso? Sim, meu amor, sou toda sua. Ela tirou minha camiseta e começou a desabotoar minha calça. Rapidamente fiquei nu diante dela. Não sei em que momento ela também ficou nua diante de mim. Dessa vez não foi o álcool, dessa vez foi o amor. Não jantamos, passamos a noite toda fazendo amor, mamãe se entregou por completo e gozou, assim como eu, do sexo mais maravilhoso. Descobri com quanta doçura ela fazia sexo oral, e com quanto ardor respondia quando eu era quem fazia o mesmo com ela. Antes de penetrá-la, ela teve dois orgasmos graças à minha língua. Sua buceta se inundou de um delicioso líquido que eu não desperdicei. Ela, por sua vez, me fez gozar na sua boca e degustou todo o meu sêmen. Depois desses primeiros orgasmos, ela me deitou de costas e subiu de tal forma que meu membro a penetrou totalmente. Assim, ela cavalgou com desespero. Seus seios subiam e desciam ritmadamente enquanto eu beliscava seus mamilos. Ela teve outro orgasmo, dessa vez junto com o meu. Por volta das três da madrugada, adormecemos muito abraçados e nus. Na manhã seguinte, ela ligou para o trabalho dizendo que não iria. Passamos o dia inteiro na cama, só levantamos para repor as energias com um almoço rápido. Depois disso, voltamos para a cama e continuamos nos amando com todo nosso ardor. Hoje, entre quatro paredes, depois de três anos, somos um casal muito feliz e temos como projeto de vida, como mencionei no início, ir para algum lugar onde ninguém nos conheça e poder viver abertamente nosso amor e estendê-lo com filhos. Minha mãe ainda é jovem, tem 41 anos.
Meus pais, depois de 16 anos de casados, se divorciaram. O casamento deles já estava afundando há anos, e foi o melhor que puderam fazer por eles mesmos e por mim, que estava no meio de uma relação muito difícil. Meu pai foi um inútil a vida toda: quando jovem, era sustentado pelos meus avós, seus pais, e depois de casado, pela minha mãe. Ela tolerou a vagabundagem dele, a falta de amor pela família e as traições constantes até que um dia disse "chega". Minha mãe trabalhou durante todo o casamento para sustentar nós três e só terminou a relação quando um dia, eu com 15 anos, perguntei quando ela ia se separar dele. Naquele dia, minha mãe entendeu que o motivo para aguentar a situação não existia mais e tomou a decisão de se divorciar. Meu pai aceitou sem colocar nenhum obstáculo, acho que até com alegria, já que se livrava de uma responsabilidade. Depois do divórcio, ele foi para a Espanha e nunca mais soubemos nada dele.
Os primeiros tempos foram difíceis, não financeiramente, já que minha mãe era o sustento da casa e continuou com seu trabalho, mas pelo impacto que a situação trouxe para nossas vidas. Felizmente, eu não via nem ouvia mais discussões em casa. Minha mãe, depois de superar o primeiro momento, começou a ter uma vida social mais amplia. e tínhamos melhorado ainda mais nosso diálogo. Compartíamos longas conversas, idas ao cinema e shows, refeições fora de casa e até ela me acompanhava nos meus torneios de tênis, esporte que pratico desde criança. Mamãe hoje é uma mulher de 41 anos, bem alta, esbelta, com pernas muito bonitas que raramente mostrava, já que sua peça preferida eram calças. Tem cabelo comprido até os ombros, de cor castanho claro. Olhos grandes e marrons. Três vezes por semana faz aulas de ginástica. Resumindo, era uma mulher que fazia os homens virarem a cabeça quando passava. Eu tenho 1,80m de altura e peso 78kg, meu corpo é harmonioso pelo esporte que pratico, meu cabelo é da mesma cor que o da minha mãe e meus olhos são azuis. No ano em que completei meus primeiros 18 anos, como presente pela minha formatura do ensino médio, minha mãe me deu nossas primeiras férias em anos. Na primeira semana de janeiro daquele ano, partimos para Mar del Plata, nos hospedando num hotel charmoso de duas estrelas bem perto da praia e a poucas quadras do centro. Chegamos perto do meio-dia e fomos alojados num quarto bonito com duas camas de solteiro separadas por um criado-mudo e com banheiro. Tudo muito iluminado. O dia estava lindo e o sol brilhava forte, por isso decidimos trocar de roupa e ir à praia próxima para aproveitar ao máximo nossas férias. Minha mãe sempre foi muito recatada e era raro vê-la de roupa íntima pela casa; eu era mais despojado e não tinha problema nenhum em andar por aí de sunga minúscula. Nunca me passou pela cabeça espiá-la nua; minha vida sexual era ativa – desde minha primeira relação aos 14 anos, nunca fiquei sem sexo. As garotas não morriam de amores por mim, mas também não me rejeitavam. Naquele meio-dia, vi minha mãe ficar de roupa íntima, com um conjunto de sutiã e calcinha de renda branca que insinuavam muito mas não deixavam ver nada. Ela pegou seu biquíni da mala e foi ao banheiro, onde Ela se trancou para se trocar. Aproveitei esse momento para me despir e colocar o shorts. Quando mamãe saiu do banheiro, eu já estava pronto. O biquíni que ela havia colocado mostrava ainda menos do que a lingerie que estava usando antes. Ela vestiu uma camiseta, pegou sua bolsa de praia e partimos para a areia. Passamos a tarde toda lá, conversando sobre mil coisas sem importância e também sobre assuntos pessoais, então pude descobrir que, depois do meu pai, mamãe não havia saído com nenhum homem, mesmo que algum colega de trabalho a tivesse convidado. Segundo suas palavras, quem se queima com leite fervendo, quando vê uma vaca, chora. Ela acreditava que sua vida como mulher havia se esgotado com meu pai, só lhe restava terminar de me criar e depois ser avó. Mamãe, você ainda é jovem e eu, como filho, não veria problema algum se você refizesse sua vida, sei que papá não te tratou nada bem e que você tem direito de ser feliz. Minha felicidade está em ver você feliz e tranquilo. E assim a tarde passou. Voltamos ao hotel para tomar banho, nos trocar e ir jantar, já quase de noite. A tarde tinha sido muito agradável. Mamãe foi a primeira a tomar banho, saindo do banheiro de lingerie, um conjunto parecido com o que eu havia visto de manhã, mas de um vibrante vermelho. Eu a peguei no colo, dizendo: "Como é que você vai se aposentar de mulher? Qualquer homem que te vir vestida assim te estupra!" "Você é um homem e, no entanto, não tenta me estuprar", ela respondeu rindo. "Continue assim e não voltamos para Buenos Aires como viemos." Ela riu, meu comentário a divertiu. Fui tomar banho e fiquei pensando em como havia visto minha mãe, e pela primeira vez, ao pensar nela, tive uma ereção. Se isso continuasse assim, os 15 dias de férias iam ser difíceis. Saí do banheiro vestido apenas com a cueca e com uma ereção considerável. Minha mãe me viu, mas não fez nenhum comentário. Ela já havia se vestido com uma calça de tecido fino vermelha e uma camiseta justa combinando, que marcava seus seios. Jantamos em um restaurante perto do hotel, ela pediu uma garrafa de vinho para comemorar nossas primeiras férias em muitos anos. O calor da noite, a comida e a alegria de como estávamos nos divertindo nos fizeram acabar a garrafa. Depois do jantar, minha mãe me convidou para tomar um café numa confeitaria perto do hotel. Junto com o café, mamãe pediu também um licor de limão que serviram bem gelado e ela tomou de uma só vez. Era suave, mas com muito álcool. Quando saímos da confeitaria, a brisa do mar bateu em nossos rostos e causou um efeito de tontura na minha mãe. Ela ria à toa e as pernas estavam pesadas. Eu a segurei pela cintura e a levei até o hotel. Ela não estava bêbada, só alegre. Quando chegamos ao quarto, deitei-a na cama dela e, como pude, tirei seus sapatos, calça e camiseta, ficando só de calcinha e sutiã. Aquela calcinha e sutiã vermelhos que tanto tinham me agradado algumas horas antes. Eu também me despi e deitei ao lado dela, acariciando seus cabelos. Assim adormeci. Acordamos perto das 9 da manhã, estávamos na mesma cama, eu a abraçava pelas costas e com uma das mãos segurava um de seus seios. Como acontecia frequentemente, amanheci com uma grande ereção, meu pau estava apoiado na sua bunda e ela não podia deixar de senti-lo. Fiquei muito envergonhado, levantei imediatamente e fui ao banheiro, tentaria fazer minhas necessidades fisiológicas para ver se ele baixava. Não adiantou, tentei um último recurso, a masturbação, deu resultado, mas para minha surpresa, a musa inspiradora foi minha mãe em seu conjunto de lingerie vermelha. Era a primeira vez que fazia essa homenagem à minha mãe. Depois de um tempo, saí do banheiro mais tranquilo, mamãe ainda estava na cama, agora esticada e de barriga para cima, suas pernas abertas deixavam ver um pouco de pelos pubianos saindo pela lateral da sua calcinha fio dental. Fiquei olhando aquela cena e novamente tive uma ereção. Dessa vez não sabia como fazê-la baixar, me vesti rapidamente e disse à mamãe que a esperava lá embaixo para o café da manhã. Ela desceu pouco depois. com uma forte dor de cabeça, resultado da ressaca da noite anterior, ela quase não se lembrava de nada. Tive que contar tudo, até como tive que despi-la. Ela ficou vermelha de vergonha. Perguntou-me se tinha sonhado ou se tínhamos dormido juntos; quando respondi que sim, ela ficou ainda mais vermelha. O dia havia amanhecido nublado, não estava para praia, então aproveitamos para caminhar pela cidade, almoçar e, a pedido dela, ir dormir uma sesta para estarmos bem para a noite, já que ela estava com vontade de ir a alguma confeitaria onde pudéssemos ouvir música e dançar. Mamãe é amante dos ritmos caribenhos. Foi o que fizemos: depois do almoço, fomos ao hotel dormir a tal sesta. Mal entramos no quarto, eu me despi e, de cueca, deitei na minha cama. Mamãe foi ao banheiro e saiu com seu curto camisolão de seda, que deixava seus seios à mostra sem realmente mostrá-los. Deitou-se na sua cama e começamos a conversar. A conversa ficou muito agradável, e eu fui para os pés da cama dela, sentando-me ali para continuarmos falando. Isso era algo comum em Buenos Aires; o que não era comum era que, novamente, entre suas pernas abertas, eu podia ver seus pelinhos saindo da lateral da sua calcinha branca. Assim como de manhã, meu membro ficou duro novamente, marcando um volume muito grande na frente. Mamãe percebeu e não disse nada, simplesmente fechou as pernas e o espetáculo acabou. A conversa terminou, o que eu agradeci, pois se continuasse, ia acabar mal. Levantamos por volta das 18h e saímos para caminhar até a hora do jantar. Voltamos ao hotel para tomar banho e nos trocar, dando início ao nosso programa noturno. Depois do jantar, que fizemos com água e refrigerante por causa da experiência da noite anterior, fomos a uma confeitaria onde tocavam músicas mais da época da mamãe. O ambiente era de alegria, havia um conjunto musical tocando temas dos mais diversos ritmos, e as pessoas saíam para dançar com animação. Convidei mamãe para dançar com um tema de salsa que ela gosta tanto, não hesitou nem um segundo e rapidamente estávamos no meio da pista. Seguiram mais duas músicas no mesmo ritmo, depois passaram para uma balada. Ofereci para voltarmos à mesa, mas ela disse que estava se divertindo muito e queria continuar dançando com seu homem. A abracei e começamos a dançar. A música e minha falta de experiência com esse tipo de melodia fizeram com que eu me colasse no corpo da mamãe, o contato e o perfume da pele dela me deram uma ereção que eu não conseguia evitar nem disfarçar. Meu pau estava encaixado na altura da barriga dela e ela não conseguia deixar de sentir. Eu estava com vergonha, era minha mãe e eu estava ficando excitado, tinha medo da reação dela. Ela fingiu que nada estava acontecendo, manteve a mesma posição até o final da música. Quando acabou, sugeri de novo voltar à mesa e ela novamente recusou, disse que estava se divertindo maravilhosamente e não queria sentar. Rezei por uma música mais animada, mas o homem propõe e Deus dispõe, a música foi ainda mais lenta. Eu não aguentava mais, minha mãe percebeu e perguntou no meu ouvido o que estava acontecendo. Não sei que desculpa boba eu dei. Ela respondeu: vamos, estou te sentindo. Mãe, eu não sou de ferro e você é uma mulher. Gabriel, sou sua mãe. Eu sei que você é minha mãe e eu seu filho, mas sou um homem e você uma mulher. Te proponho uma coisa, vamos sentar e nos acalmar. Era exatamente o que eu queria. Então vamos. Sentamos e ela, com habilidade, mudou de assunto e me distraiu. Não voltamos a dançar. Quando saímos da confeitaria, foi ela que tocou no assunto. Gabriel, hoje notei que você ficou alterado enquanto conversávamos no quarto, esta manhã você acordou em um estado similar e agora de novo, o que está acontecendo com você. Mãe, não sei o que está acontecendo comigo, me perdoe pelo que vou dizer, até dois dias atrás você era minha mãe, mas depois de ver você deitada na cama com aquele conjunto de calcinha fio dental e sutiã, não sei o que está acontecendo, vejo você como uma mulher, uma mulher espetacular, me perdoa, eu... Sei que isso é errado, mas é mais forte do que eu. Gabriel, não me incomoda que você me olhe desse jeito, pelo contrário, me elogia como mulher e levanta minha autoestima, que seu pai se encarregou de destruir. O problema é que isso não leva a nada, nem pra você nem pra mim, somos mãe e filho. Sim, mãe, somos mãe e filho, mas é mais forte do que eu, mais uma vez me perdoe. Tudo bem, te proponho uma coisa: durante os dias que restam das nossas férias, sem esquecer que somos mãe e filho, vamos nos soltar os dois, que cada um aja sem inibições, vamos tentar agir com mais liberdade. Combinado, mãe. Já era quase de madrugada e voltamos para o hotel. Eu não tinha me acalmado, só me sentia mais livre para agir. Mãe não foi ao banheiro para se trocar, se despiu com toda naturalidade, ficando só de calcinha fio dental e mostrando os seios coroados por mamilos marrons. Gabriel, estou com calor e vou dormir assim, te incomoda? De jeito nenhum, mãe, pelo contrário, gosto de te ver assim, nunca te vi tão nua. Se te interessa me ver nua, tiro a calcinha também, disse ela rindo. Não é má ideia, eu tiro a cueca, respondi. Como se fosse me assustar, já te vi muitas vezes pelado, ou quem você acha que te trocava quando era criança. Quando era criança você trocava coisas pequenas, agora que sou grande pode trocar coisas grandes. Ela pulou em cima de mim para fazer cócegas, seus seios nus dançavam diante dos meus olhos, sem querer ficaram bem perto dos meus lábios, e eu, sem pensar, beijei um dos mamilos. Gabriel, você está passando dos limites, disse ela num tom mais de brincadeira que de repreensão. Sem querer, ela estava sentada sobre meu pau, só nos separava o tecido macio da calcinha dela e da minha cueca. Quando percebi o que estava acontecendo, o membro ficou duro e a cabeça sobressaiu pelo elástico superior da cueca. Olha o bebê, olha como ele fica, disse ela rindo. Não me contive e com uma mão agarrei suas costas e com a outra sua nuca e a puxei para mim, prendendo meus lábios nos dela. Ela tentou se soltar, mas não conseguiu, em sua... Ela abriu um pouco a boca e eu aproveitei para enfiar minha língua dentro. Ela ficou parada e me olhou como se perguntasse o que estava acontecendo. Continuei beijando e ela foi abrindo mais a boca, a língua dela começou a brincar com a minha. Com isso, rompemos nossos limites.
Mãe me perguntou aonde eu queria chegar. Não sei, mãe, mas seus beijos me excitaram, e muito. Segurando meu pau por cima da cueca, ela disse: "Já vi que gostou". Virei com ela, deixando-a debaixo de mim. Movi meu quadril ritmicamente e esfreguei meu pau na sua virilha, ela mexia o quadril como se estivesse empurrando. Baixei minha mão e por cima da calcinha comecei a acariciar sua buceta. Estava molhada. Delicadamente, deslizei meus dedos por baixo do elástico e as carícias agora eram diretamente no seu clitóris. Ela continuou acariciando meu pau, mas agora também por baixo da cueca. Com a outra mão, ela puxou a única peça de roupa que eu tinha e me deixou totalmente nu. Eu fiz o mesmo com ela.
Me levantei, queria admirar mamãe totalmente nua como nunca a tinha visto. Minha mãe era uma mulher muito apetitosa, o que via me excitava ainda mais. Seus seios, de tamanho normal e com auréolas de um marrom acentuado, terminavam em mamilos longos e grossos. Sua barriga era lisa e sua buceta era coberta por uma mata de pelos bem densa e delicadamente aparada, de modo que não ultrapassasse o biquíni. Agarrei-me aos seus dois mamilos com desespero, a situação de me encontrar com mamãe nua, em vez de me inibir, me excitava mais.
Depois de alguns minutos chupando desesperadamente seus mamilos e amassando seus seios, voltei aos seus lábios. Ela respondeu novamente aos meus beijos e, sem saber como, me encontrei com meu pau penetrando sua vagina bem lubrificada. Aí tomei consciência do que estávamos fazendo. Não parei, comecei um movimento de entra e sai, mamãe entre gemidos e suspiros pedia para eu parar. "Não, Gabriel, isso é uma loucura, para. Não, Gabriel, para." Não, mãe, não consigo, não. podeeeeeeeeo. Ela parou de me pedir para parar, com as pernas envolveu minha cintura e me puxou mais forte contra ela. Não lembro quanto tempo durou, só sei que nós dois gozamos quase juntos, primeiro ela e imediatamente depois eu, os gemidos e as contrações da buceta dela me fizeram gozar. Ficamos os dois deitados na cama minúscula da mamãe, nenhum de nós disse nada, eu não tinha coragem, com certeza ela ia me expulsar de casa pelo que aconteceu. Ela, fiquei sabendo depois, por vergonha. Ficamos assim por um bom tempo. Mamãe se levantou sem me olhar e foi ao banheiro, trancou-se lá para chorar. Eu fui para minha cama, coloquei a cueca e me cobri até a cabeça, tinha vergonha do que tinha feito. Cerca de uma hora depois, ela saiu do banheiro recém-banhada e com os olhos vermelhos de tanto chorar, me pediu para fazer minha mala porque voltaríamos para casa. As férias terminaram bem antes do previsto. Eu pedi, implorei, supliquei que ela não tomasse nenhuma decisão no calor do momento. A decisão está tomada, voltamos para casa e veremos como resolvemos isso, eu me deixei levar e olha no que deu. A viagem de volta foi em silêncio, nem ela nem eu tínhamos coragem de falar, muito menos de nos olhar nos olhos, ambos nos sentíamos culpados pelo que aconteceu, ela por ser a adulta que não soube colocar um freio na situação e eu por pensar que de alguma forma tinha estuprado uma mulher, e que essa mulher era minha mãe. Em Bs.As. os dias passavam e a lembrança daquela noite não parava de rondar minha cabeça. Tinha sentimentos conflitantes, por um lado a culpa e por outro o prazer encontrado naquela situação de tesão. Minha mãe continuava sem me olhar nos olhos e me evitando, eu não tinha a quem recorrer para confessar o que aconteceu. Não podia contar ao meu melhor amigo. Depois de 15 dias do ocorrido, e diante da situação gerada, decidi que era com minha mãe que eu devia conversar. Naquela tarde, quando mamãe voltou do trabalho e se trancou no quarto até a hora do jantar, atitude que tinha adotado desde nosso retorno De Mar del Plata, bati na sua porta e entrei, encontrei-a deitada na cama, com a luz apagada e ainda com a roupa que usou para voltar do trabalho. Mãe, precisamos conversar, não podemos continuar assim, quero pedir perdão pelo que fiz, estou arrependido de ter me deixado levar pelo tesão do momento. Gabriel, fui eu que te levei a essa situação, quem tem que perdoar é você, minha obrigação como adulta e mãe era não chegar a esse extremo. E me sinto ainda mais culpada porque gostei. Desde que seu pai foi embora não tinha estado com nenhum homem, e naquele momento te vi não como meu filho, mas como o homem desejado. Sabe de uma coisa, mãe? Nenhuma mulher me fez tão feliz quanto você, nenhuma das garotas com quem transei me fez gozar tanto quanto você. Quando penso no que aconteceu, às vezes sinto muita culpa e às vezes a lembrança do que aconteceu me dá um prazer enorme. Não podemos continuar vivendo assim. Você tem razão, não podemos continuar vivendo assim, vamos tentar esquecer o passado. Me abraça, Gabriel. A abracei bem forte e quis dar um beijo em sua bochecha, mas ela, sem perceber, virou a cabeça e beijei seus lábios fechados. Ficamos nos olhando, um de frente para o outro, e sem pensar peguei seus ombros, a puxei para mim e dei um beijo com toda a minha boca e minha língua, ela abriu a boca e também começou a me beijar com toda a sua paixão. Mãe, descobri que te amo, não só como mãe, mas como mulher. Eu também te amo, Gabriel, como filho e como homem, depois do que aconteceu em Mar del Plata nunca mais fui a mesma, me abraça e me faz amor. Minha mãe disse o que eu menos esperava. Não hesitei nem por um segundo, a abracei e comecei a beijá-la com toda a minha paixão, ela me correspondeu da mesma forma. Por cima da blusa acariciei seus seios, depois comecei a desabotoá-la e ela ficou só de sutiã. Por cima dele comecei a beijar desesperadamente seus mamilos, ela num movimento rápido também desabotoou o sutiã e deixou seus peitos à mostra. Olhei para ela e perguntei inocentemente: posso? Sim, meu amor, sou toda sua. Ela tirou minha camiseta e começou a desabotoar minha calça. Rapidamente fiquei nu diante dela. Não sei em que momento ela também ficou nua diante de mim. Dessa vez não foi o álcool, dessa vez foi o amor. Não jantamos, passamos a noite toda fazendo amor, mamãe se entregou por completo e gozou, assim como eu, do sexo mais maravilhoso. Descobri com quanta doçura ela fazia sexo oral, e com quanto ardor respondia quando eu era quem fazia o mesmo com ela. Antes de penetrá-la, ela teve dois orgasmos graças à minha língua. Sua buceta se inundou de um delicioso líquido que eu não desperdicei. Ela, por sua vez, me fez gozar na sua boca e degustou todo o meu sêmen. Depois desses primeiros orgasmos, ela me deitou de costas e subiu de tal forma que meu membro a penetrou totalmente. Assim, ela cavalgou com desespero. Seus seios subiam e desciam ritmadamente enquanto eu beliscava seus mamilos. Ela teve outro orgasmo, dessa vez junto com o meu. Por volta das três da madrugada, adormecemos muito abraçados e nus. Na manhã seguinte, ela ligou para o trabalho dizendo que não iria. Passamos o dia inteiro na cama, só levantamos para repor as energias com um almoço rápido. Depois disso, voltamos para a cama e continuamos nos amando com todo nosso ardor. Hoje, entre quatro paredes, depois de três anos, somos um casal muito feliz e temos como projeto de vida, como mencionei no início, ir para algum lugar onde ninguém nos conheça e poder viver abertamente nosso amor e estendê-lo com filhos. Minha mãe ainda é jovem, tem 41 anos.
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