12:20. Tô acordando agora, graças a deus sem ressaca. Primeiro, tenho que contar pros meus amigos do poringa isso!!! Não posso deixar de compartilhar essa história, que é curtinha mas... ontem, aniversário de um vizinho. A gente não é amigo, mas temos um relacionamento foda, de juntar com outro cara pra tomar umas cervejinhas debaixo de uma árvore nos sábados. Durante a semana ele já tava planejando um cordeiro e umas cervejas pra galera se reunir na casa dele. Ele começou o sábado lá pelas 11 da manhã já no pique, e ajudava esse outro vizinho em comum que a gente sempre encontra. Eu, cuidando das minhas paradas, só fiquei livre umas 18h, então, enrolando pra caralho, cheguei na casa dele às 20h. Na casa estavam ele, a esposa e as filhas pequenas, a enteada dele de 30 anos que conheço há 15, o genro e os filhos, e nosso amigo com os filhos dele, que também eram crianças. A bagaça já tava bem adiantada, já tinham tomado umas cervejas e o clima era de dança e muito amor pra todo lado. Comecei a conversar e tal, lá pelas 23:30 o álcool já tava pesadão, as palavras arrastando, e os três homens falando umas merdas enquanto eu preparava mais picadinho de cordeiro e outras coisas, conversando com a esposa e a filha. Num momento, vi uma discussãozinha entre a enteada e o genro, me aproximei pra acalmar, dando um olhar de ameaça pro genro e, graças a deus, tudo se acalmou. Seguimos na cozinha porque os papos idiotas dos bêbados já tavam muito chatos, e entre umas sacanagens que a gente contava, a mãe, a filha e eu, surgiu um... - "É, uns meses atrás te vi em tal lugar com tua mulher kkkkkkk"... e aí contei pra elas e riram pra caralho. Num momento, a enteada foi ao banheiro e fiquei sozinho com a mulher, e ela me disse: - "Eu é que não tenho tanta chance, já tenho 50 anos e não tenho um arrastão de algo bom, senão puf..." Aí respondi: - "Mas Ana... pelo amor de deus, leva isso com respeito, você é uma gostosa pra caralho, que chance você não vai ter? Os caras te pegam de jeito se te pegam, hahaha - não... cara, não quero, quero que me arrebentem hahahaha - hahahaha Anaaa!!! falei tipo surpreso e vermelho, não seja boba, mulher, olha o corpo que você tem. É uma mulher normal, cabelo preto, olhos castanhos, magra com uma bunda bonita e peitos. - hahahaha tá tudo velho e caído isso e push up aqui, se apontando os peitos. - tá, mas push up usam todas, e pra ali não tem push up, se apontando a bunda, então não se rebaixa, tá firme à vista e eu dei um tapa na hora, bem atrevido, apertando com a ponta dos dedos e depois tarde percebi que tinha passado do ponto, mas foi como se ela estivesse esperando e ela disse - essa calça jeans faz maravilhas, - Bom, são maravilhosas então, e vi que ela deu dois passos até a porta da cozinha pra olhar pelo corredor, me chamou a atenção que voltou rápido tirando a calça jeans e virou de costas, abaixou um pouco e disse - toca rápido, vai ver. Tá, falei, é agora, enfiei a mão dentro da calça pra tocar a parte de baixo das nádegas e agarrar, e tirei, ela me olhou com cara de "epa", essa mão desceu, subiu rápido e prendeu a calça e disse - já que tocou, o que acha? - que eu te arrebento, Ana, enquanto me ajustava a calça porque tava com uma ereção fortíssima - opa, e isso? - culpa sua hahahaha, você tá divina, Ana, juro que te arrebento se te pegar hahahaha, do nada ela deu outra corridinha curta até a porta da cozinha e voltou igual rápido e pegou na minha rola por cima da calça... - nossa, que linda, eu encolhendo os ombros coloquei minha mão por cima da dela pra ela passar por cima do moletom da cabeça até os ovos - Tá dura? - e sim, Ana, tô muito excitado, de repente ouviu a porta do banheiro, era a filha mais velha voltando - Mãe, vou deitar a bebê, vou levar um copo de coca e uns sanduíches - vai, love, tranquila. Quando a filha foi, nos olhamos tipo "o que a gente faz" e eu Levanto a mão fazendo o sinal de "para..."
— Para, que me ocorreu uma coisa, você vai ver — ela falou.
Foi até a porta da cozinha e disse:
— Love, bota um pouco do cordeiro na grelha pra gente comer algo, tá frio.
— Sim — ele respondeu com um tom de "não enche o saco".
— Beleza, fica de olho nos pivete que tão na calçada.
— Eu tô de olho — ele disse, se aproximando da porta da frente. Ela me falou:
— Põe isso na grelha que ainda tem brasa e sai pro quintal.
Coloquei na grelha e quando me virei, ela vinha tipo num trotezinho, prendendo o cabelo. Me agarrou pelo braço, me levou contra a janela que dava pro corredor e disse:
— Fica de olho se eles vêm pro fundo.
Se abaixou de uma vez, pegou no cós da minha calça junto com a cueca e deu um puxão pra baixo. A cock pulou pra cima, deu uns balanços e ficou dura, apontando pro alto.
— Nossa, que cock linda — ela disse e meteu na boca enquanto ia baixando mais minha calça pelos lados.
— Nunca vi uma assim depilada.
— Sério?
— Juro.
— Não é mais higiênica pra chupar?
— Siiim — enquanto chupava igual uma fera.
Eu passei a mão nos peitos dela, agarrei o cabelo e falei:
— Pô, que gostoso você faz isso.
— Viu?
Nisso, ela se levantou e, enquanto me dava um beijo de língua e baixava a legging e a calcinha, eu meti a mão na pussy na hora e senti uns lábios gigantes, divinos, tipo uns três centímetros saindo daquela cotorra peludinha, uma loucura. Ela virou de costas, abriu as nádegas e disse:
— Vai, se apressa.
Foi meio difícil por causa da roupa desconfortável, mas não podíamos vacilar. E quando entrou, comecei a foder ela sem dó. Meti contra a parede, chupei ela toda, comi desenfreadamente, sem parar. Ela se contorcia toda e eu comecei a gemer.
— Tiro fora?
— Não, não, goza dentro, tenho DIU, vai, filho da puta.
— Beleza, toma, tudo pra você.
Uma loucura as estocadas que eu dei, ela só falava:
— Isso, isso, filho da puta, isso.
Quando a luxúria acalmou, tirei devagar e escorreu um pouco de esperma que, na noite e com a luz fraca do fogo, dava pra ver por cima da calcinha preta dela. E assim. cheia do meu esperma, ela vestiu a roupa do mesmo jeito que veio e limpou minha pica com um pano de prato que a gente usava pra apoiar a bandeja do cordeiro. Quando ficou limpa, deu uma última chupadinha e disse: "—que gostoso esse suquinho…" Eu respondi meio sem graça: "—é… por um tempinho ainda vai sair mais, mas da próxima vez deixo pra você tomar." "—você é atrevido, hahahaha. Da próxima vez? Vai ter próxima?" "—é… eu quero mais, Ana." "—mmmmm… deixa eu pensar…" E ela riu. "—vamos levar as coisas, vai." "—ok, vamos." E o aniversário seguiu normal, com alguns olhares e sorrisos escondidos. Quando fui embora e me despedi de todo mundo, beijo vai, beijo vem, fui na cozinha me despedir dela, que tava sozinha arrumando as coisas limpas, e ela me beija de língua. "—cuidado!!! Vão nos ver.." "—hahahaha vai dormir e recuperar as forças pra próxima", ela disse, e eu saí de lá super feliz…. Na porta, o aniversariante me perguntou: "—foi bem?" "—Demais, querido, passei superbem, te vejo amanhã." "—valeu, Marquinhos, te vejo amanhã, obrigado por vir.
— Para, que me ocorreu uma coisa, você vai ver — ela falou.
Foi até a porta da cozinha e disse:
— Love, bota um pouco do cordeiro na grelha pra gente comer algo, tá frio.
— Sim — ele respondeu com um tom de "não enche o saco".
— Beleza, fica de olho nos pivete que tão na calçada.
— Eu tô de olho — ele disse, se aproximando da porta da frente. Ela me falou:
— Põe isso na grelha que ainda tem brasa e sai pro quintal.
Coloquei na grelha e quando me virei, ela vinha tipo num trotezinho, prendendo o cabelo. Me agarrou pelo braço, me levou contra a janela que dava pro corredor e disse:
— Fica de olho se eles vêm pro fundo.
Se abaixou de uma vez, pegou no cós da minha calça junto com a cueca e deu um puxão pra baixo. A cock pulou pra cima, deu uns balanços e ficou dura, apontando pro alto.
— Nossa, que cock linda — ela disse e meteu na boca enquanto ia baixando mais minha calça pelos lados.
— Nunca vi uma assim depilada.
— Sério?
— Juro.
— Não é mais higiênica pra chupar?
— Siiim — enquanto chupava igual uma fera.
Eu passei a mão nos peitos dela, agarrei o cabelo e falei:
— Pô, que gostoso você faz isso.
— Viu?
Nisso, ela se levantou e, enquanto me dava um beijo de língua e baixava a legging e a calcinha, eu meti a mão na pussy na hora e senti uns lábios gigantes, divinos, tipo uns três centímetros saindo daquela cotorra peludinha, uma loucura. Ela virou de costas, abriu as nádegas e disse:
— Vai, se apressa.
Foi meio difícil por causa da roupa desconfortável, mas não podíamos vacilar. E quando entrou, comecei a foder ela sem dó. Meti contra a parede, chupei ela toda, comi desenfreadamente, sem parar. Ela se contorcia toda e eu comecei a gemer.
— Tiro fora?
— Não, não, goza dentro, tenho DIU, vai, filho da puta.
— Beleza, toma, tudo pra você.
Uma loucura as estocadas que eu dei, ela só falava:
— Isso, isso, filho da puta, isso.
Quando a luxúria acalmou, tirei devagar e escorreu um pouco de esperma que, na noite e com a luz fraca do fogo, dava pra ver por cima da calcinha preta dela. E assim. cheia do meu esperma, ela vestiu a roupa do mesmo jeito que veio e limpou minha pica com um pano de prato que a gente usava pra apoiar a bandeja do cordeiro. Quando ficou limpa, deu uma última chupadinha e disse: "—que gostoso esse suquinho…" Eu respondi meio sem graça: "—é… por um tempinho ainda vai sair mais, mas da próxima vez deixo pra você tomar." "—você é atrevido, hahahaha. Da próxima vez? Vai ter próxima?" "—é… eu quero mais, Ana." "—mmmmm… deixa eu pensar…" E ela riu. "—vamos levar as coisas, vai." "—ok, vamos." E o aniversário seguiu normal, com alguns olhares e sorrisos escondidos. Quando fui embora e me despedi de todo mundo, beijo vai, beijo vem, fui na cozinha me despedir dela, que tava sozinha arrumando as coisas limpas, e ela me beija de língua. "—cuidado!!! Vão nos ver.." "—hahahaha vai dormir e recuperar as forças pra próxima", ela disse, e eu saí de lá super feliz…. Na porta, o aniversariante me perguntou: "—foi bem?" "—Demais, querido, passei superbem, te vejo amanhã." "—valeu, Marquinhos, te vejo amanhã, obrigado por vir.
1 comentários - Um bom aniversário de buceta