Olá amigos e amigas do poringa.net.Como prometido é dívida, aqui está a continuação do relato anterior.
Uma história envolvente da minha amiga Vanina.
Obrigado a todos os meus seguidores e a todos os novos leitores. Bem-vindos.
Como sempre digo.

acá les dejo el link con la primera parte para el que no lo vio.
http://www.poringa.net/posts/relatos/5127768/Vani-chica-trans-esclava-pero-feliz.html
bueno sin mas vueltas comencemos.
los dejo en manos de Vani.
como les conté en el relato anterior.
mi padre de vergüenza de ser trans y muy trola.
por unos pesos mi padre me vendió a un pescador.
una tarde noche mi padre me llevo al muelle donde me entrego a este tipo y se fue sin ni siquiera decime a dios se fue.
lo ultimo que me acuerdo de mi padre es verlo de espaldas alejándose.
Carlos es pescador de tez morena y grandote. de 52 años. soltero.
en su pequeño bote yo temblaba de miedo.
no era cariñoso solo una macho mas que mira con deseos a un putito vestido de nena.
y me lo demostró con palabras desde el primer momento alejándonos con rapidez de la costa.
Carlos: bueno putita te voy a explicar lo que pasa. veo que no te dijo nada tu padre.
acabo de comprarte y apartar de ahora soy tu amo. y asi deberás llamarme.
dijo tu padre que sabes cocinar y lavar y eso vas a ser para mi.
por eso te compre.
si haces lo que te pido te ganaras el derecho a tener el pelo largo y a usar ropa de mujer.
es lo que queres no? ser tratada como una mujer?
Vani: si amo. soy una mujer.
soy buena con las tareas de la casa.
Carlos: bien asi me gusta. sos educada y sumisa.
temblaba de frio y lloraba por a ver sido vendida como una cosa.
pero el no mostraba sentimiento alguno por mi.
al verme con frio, patio una frazada del piso. como acercándola a mi.
pero no dijo nada.
el viaje duro algunas horas.
llegamos a una especie de canal lleno de arboles.
mientras nos acercamos al muelle de una isla.
al llegar se bajo y ato la embarcación.
Carlos: esta será tu casa desde ahora.
donde te vas a ganar la comida y el derecho a vestirte como quieras.
trabajaras para mi, por eso se compre.
no tengas miedo no me gustan los putos.
no hablaras si no te lo pido y serás un buena putita o voy a tener que castigarte.
cuando seas grande y ganes tu libertad te podrás ir.
sos mi propiedad ahora y desde ahora y que no se te olvide
si amo conteste con miedo y pena sabiendo que era propiedad de alguien.
como una mascota. que seria de mi?
odiaba me llamara putita a cada rato. era tan degradante en su boca.
pero debía callarme.
ese hombre grande me daba miedo quintuplicando mi edad y mi cuerpo.
bruscamente de un tirón me subió al muelle. con un chirlo en mi cola, me hizo caminar.
los dos íbamos caminando por un largo camino de arboles.
hasta llegar a una pequeña cabaña.
me mostro la casa como si fuera una sirvienta.
donde estaban las cosas para empezar con mis tareas.
asi empezó mi vida en la servidumbre.
dormía en el piso.
atada como un perro.
el miedo calmaba mi furia por todo lo que estaba viviendo.
siendo sumiso como el quería que sea.
Vani: perdón amo no lo veo necesario.
estar atada todo el día. dificulta mis tareas.
donde podría escaparme de esta isla?
Carlos: claro que si. esto te ayudara a no meterte en problemas.
sos mi propiedad y debo cuidarte.
aparte no te conozco. asique usaras esto hasta que lo vea conveniente.
siendo un buena esclava cocinaba, limpiar la casa y las ropas de mi amo sin quejas alguna.
siempre atada al poste central de la casa con una cadena.
cuando el no estaba mi cadena me mantenían en ella. con bastante recorrido para mis queseares.
solo me liberaba cuando el estaba en casa y no dormía.
Sempre fui magra e com um belo rabo. Junto com minha carinha de menina, chamava a atenção do pescador.Ele não era gentil comigo, mas pelo menos não me desprezava como meu pai. Aprendi rápido a ser uma boa empregada e fazer valer cada centavo pago por mim.
Sempre tive medo dele e o respeitava muito. Ele era meu dono. Quase um mês depois de estar com ele, me acostumei à minha vida de escrava. Estava segura porque o velho não queria me comer. Nos meus momentos livres, tinha um tempo para mim. Brincava com minhas bonecas, me maquiava e vestia roupas bonitas. Pouco a pouco, sempre tentava ver no espelho a menina que gostava de ser. Ele também notava. Era uma escrava daquele velho. No geral, não estava mal.
Uma tarde, meu dono chegou do trabalho. E como sempre, eu tinha a roupa e o banho preparados para que ele tomasse banho e se trocasse. A roupa sempre cheirava a peixe e feder. Do banheiro, ele gritou:
Carlos: Vadia, prepara o mate que já saio.
Vani: Sim, amo... Já estará pronto quando o senhor sair.
Quando ele saiu, eu estava com a bandeja com o mate pronto para ir à mesa da sala. Ele veio ao meu encontro e tirou meu colar. Cansado, sentou-se na poltrona e jogou uma almofada no chão para que eu me sentasse. O de sempre. A mesma rotina.
Carlos: Ufa, que dia... Ainda bem que já estou em casa...
Vani: Muito trabalho, amo?
Carlos: Hoje quero algo especial... O que será?...
Vani: Quer torradas, amo, em vez de bolachas?
Mas sem dizer nada, ele abriu o zíper da calça e tirou uma rola enorme e preta.
Carlos: Não, putinha, hoje quero saber se você é tão boa quanto dizem por aí na sua cidade.Você sabe o que tem que fazer. Com ela, agora, faça.
Não podia acreditar no que meus olhos viam.
De todas as picas que já me comeram, nunca vi uma igual.
Era tão grande quanto meu braço, tanto no comprimento quanto na grossura...
E olha que ela ainda nem estava bem dura.
Vani: Sim, amo... Sei o que fazer com ela.
Com sua permissão.
Me ajoelhei no almofadão.
E tentando pegar com cuidado.
Pensei que um homem da sua idade já não ficava de pau duro.
Mas ao receber minhas carícias, seu monstro foi ganhando vida.
Aproximei minha boquinha. Passei a língua por toda sua pica enorme.
E então comecei a beijá-la.
aquela coisa preta enorme não entrava na minha boca por mais esforço que eu fizesse. o velho gordo arfava como um porco enquanto eu chupava ele e o masturbava com minhas mãozinhas.
aquele pau de carne endurecia cada vez mais.
Carlos:
sua fama não te faz justiça, puta...
mmm... que puta, mmm...
essa boca é melhor que a de uma mulher de verdade... mmm
não para de chupar, puta... mmm...
eu odiava que aquele velho gordo me chamasse assim.
eu chupava ele porque era meu dono. não porque eu quisesse.
seus insultos só faziam eu me esforçar mais na minha tarefa.
para não ouvi-lo.
ele grunhia e dizia palavrões que já não me lembro.
assim aprendi a chupar pau como uma escrava submissa e bem puta.
engolindo o sêmen viscoso com cheiro forte do velho.
quando ele descarregou as bolas na minha boca nem precisou mandar engolir.
já tinha engolido antes que ele ordenasse.
Carlos:
muito bem, puta...
era o que eu precisava... ufa...
cada vez mais acho que fiz um ótimo negócio com você.
você é uma boa servente e chupa muito bem o pau.
então se somou mais uma tarefa às minhas atividades. mais uma função nas minhas tarefas diárias.
ser boa nas coisas da casa e esvaziar as bolas dele com minha boca.
mas bem, isso me fazia uma boa mulher.
segundo tudo o que os homens diziam.
minhas vantagens eram ser bem tratada e poder parar de dormir no chão.
para dormir com ele na cama.
uma grande vantagem para minhas costas doloridas por dormir no chão. agora eu aproveitava o colchão.
minha pesada corrente passou a ser uma coleira de cachorro. que meu dono segurava enquanto dormia.
meu nome passou de promíscua para Vanina.
assim ganhei meu nome de mulher.
nos lábios do meu dono.
meu dono era um velho tarado e eu chupava ele várias vezes por dia.
mesmo que ele não gozasse, passava horas chupando seu pau enorme.
até que numa tarde enquanto chupava ele.
ele me levantou com sua grande força e me colocou de quatro no sofá.
Carlos:
hoje vou te foder, neném...
essa sua bunda tá me deixando louco.
Vani:
dono... não acho que vai caber... seu pau é muito grande...
não vai entrar...
amor, não me come, vai me matar...
Carlos: calma, putinha... não é o primeiro cu que eu como.
sei que você é apertadinha, mas você é minha e vou fazer o que quiser com você.
O velho filho da puta ficou atrás de mim.
Cuspiu no dedo e me enfiou dentro como um selvagem...
Soltei um grito, mas meu dono me segurou com força e tive que aguentar ele me fodendo com seus dedos grossos.
Vani: ai... amor, com calma... ai...
faz muito tempo que não entra nada na minha bundinha.
Carlos: sua puta promíscua... não vai me dizer o que fazer...
Logo em seguida, um tapa que me fez saltar lágrimas.
Senti a dor da mão e a sensação de queimação daquele golpe.
Ele abriu bem minhas nádegas e enquanto cuspia no meu cu.
Pegou o pau com a mão e começou a tentar me penetrar.
era como querer enfiar um cavalo pelo buraco de uma agulha.Carlos: vamos... vai, putinha... abre e relaxa pra mim...
mmm... que apertadinha...
mas vai entrar, te juro que vai entrar...
mmm... deixa eu entrar, putinha...
tantos dizem que te comeram e não me deixa entrar?
pra mim, pro seu dono.
Vani: desculpe, amo, é que nunca entrou uma como a sua.
quero te satisfazer, amo, mas é impossível.
ai.......... amo...............
não me deixou terminar a frase que senti sua cabeça enorme entrar.
meu grito de dor ultrapassou os limites da ilha, eu acho.
nunca na vida senti uma dor tão grande.
Carlos: sh... isso, safadinha, já entrou um pouco...
caralho, você é apertada como uma porra de uma boneca...
eu chorava enquanto o velho me enfiava e tirava.
sua cabeçona.
da dor que esse pau imenso me causava, minhas pernas amoleciam, pareciam de borracha.
meus gritos eram uivos de dor.
só com a cabeça dele me causava mais dor do que todas as picas que já engoli. sentia que desmaiava por momentos.
comecei a implorar ao meu amo. com as forças que tinha.
Vani: ai... amo...
tá doendo... ai...
por favor...
vai me matar, amo...
Carlos: shh... relaxa...
relaxa, gata...
Ele enfiou um pouco mais.Mas a dor foi tanta que desmaiei.
O velho não ligou pra nada e continuou me comendo.
Até esvaziar as bolas no meu cuzinho apertado.
Não consegui sentar por uns dias.
Não gostei nada, mas não podia dizer não ao meu dono.
Ele tentou me comer muitas vezes.
Mas a dor que ele causava só deixava ele me comer pela cabeça e só um pouquinho mais.
Não aguentava nem metade do pau do velho, acabava desmaiada.
Não entrava mais e eu não suportava a dor.
Ficava destruída depois das fodas dele.
Ele teve pena de mim.
Pra não me machucar, ele se contentava com eu chupar ele.
Fui muito boa como empregada e putinha do meu dono.
Fazia minhas tarefas e tirava o leite do meu dono.
No começo com frequência, e com o tempo meu dono se contentava com menos.
Pela idade dele, já não era a mesma coisa.
Até que uma tarde ele me disse pra juntar minhas coisas.
Que ele tinha me vendido pra outro. Que pagava muito bem por alguém como eu.
Vani: Como assim me vendeu?
O que foi, dono? O que eu fiz de errado?
Peça o que quiser, mas eu não quero ir embora...
Meu dono se aproximou de mim e, segurando meu rosto,
me beijou pela primeira vez.
Seu beijo foi terno.
Carlos: Minha garotinha. Essa vida não é pra você.
Eu tô velho e você é muito escrava.
Mas é hora da gente progredir os dois.
Te vendo pra um lugar melhor e com um bom dono que vai cuidar de você.
Me ajoelhei e chupei o pau dele como despedida.
Depois saímos, o esperamos no cais e outro pescador apareceu.
Os dois homens se cumprimentaram com respeito.
Julio: É essa que a gente conversou?
Muito bonitinha, neném.
Carlos: Sim, ela é uma escrava muito boa, vale cada centavo que te falei.
Muito boa empregada, chupa muito bem o pau, mas não consegui comer ela.
Então a buceta dela tá quase nova. Só estraguei um pouquinho.
Com uma mão meu dono pegou um envelope com dinheiro e com a outra entregou minha coleira nas mãos do meu novo dono.
Como cheguei, saí da ilha, mas o velho se despediu com lágrimas nos olhos lá do cais.
Seu gesto foi mais humano que o do meu pai.
Julio: seu nome é Vanina, né? você é muito gostosa.
Vani: sim, amo. muito obrigada.
Julio: você gosta de chupar pau e ser escrava?
isso é verdade? ou o seu antigo dono mentiu pra mim?
Vani: sim, amo.
é a única coisa que sei fazer.
Julio: então vem aqui e chupa ele.
vamos ver se você é boa mesmo.
ele sacou o pau, abaixando a calça.
enquanto pilotava sua lancha.
estávamos no meio do rio.
ele tinha quarenta anos e um pau bom de 17cm. mais fino que o do meu antigo dono.
eu me ajoelhei na frente dele. sem hesitar, comecei a chupar.
minha boca sentiu alívio ao chupar um pau que entrava muito melhor na minha boca.
então pude brincar melhor com ele.
enquanto ele pilotava o barco, curtindo muito minha boca.
enquanto navegávamos, eu chupei seu pau até descer do barco.
outra ilha e minha nova cabana eram meu destino.
meu novo dono me levou até a casa, controlando com maestria a coleira.
nem se deu ao trabalho de guardar o pau.
ao chegar, me direcionou até a cama, me colocou de quatro, levantou meu vestido, puxou minha calcinha e passou a língua com muita saliva no meu cu.
vamos ver se valeu a pena gastar dinheiro, ele disse enquanto com mão firme enfiava seu pau.
submissa, me entreguei ao meu novo amo.
que, em vez de me causar dor, me fazia gozar.
eu dei a ele meus melhores gemidos.
meu novo dono cuidava de mim e me tratava como uma princesa. eu gostava muito disso.
quando meus primeiros pelinhos começaram a aparecer, ele me depilava com muito cuidado.
Ele me comia muito e me dava muitos brinquedos enquanto me observava brincando. Isso o excitava muito e ele me comia por um bom tempo.
Depois, ele me comprou outros brinquedos que, segundo meu dono, eram os que toda garota da minha idade queria ter.
eu adorava brincar com o brinquedo e ele adorava me ver brincando.minhas tarefas passaram de empregada para uma submissa atrevida.
minha vida estava mudando para melhor.
sem maus tratos e com presentes de brinquedos e roupas muito lindas que me faziam parecer aquela garotinha que eu queria ser.
eu era uma boa menina. mas ao transar com meu amo, meu pau ficava duro.
isso me dava vergonha.
mas pro meu amo, meu pintinho duro não incomodava nada. pelo contrário, ele dizia que meu corpinho reagia ao sexo.
que eu não precisava me preocupar com isso.
que era uma coisa especial que as meninas como eu tinham.
meu amo ficava ainda mais excitado quando via meu pauzinho durinho.
No começo, eu me masturbava, mas não gostava, já que era uma parte do meu corpo que eu odiava. Era algo que sempre tentei esconder. Mas depois comecei a curtir aquele estímulo. Sentia o prazer do pau dele dentro de mim e a mão dele no meu pintinho. Se ele não tocava, eu mesmo tocava. Ao sentir o pau dele dentro do meu cu, meu pau ficava bem duro. Eu ficava desesperado de prazer.
Senti uma explosão de sensações quando meu pau gozou pela primeira vez. Foi uma experiência de prazer total.
Meu dono era guia de pesca.
Logo seus amigos viraram meus amigos também.
Aos quais eu atendia enquanto meu dono me observava.
eu cumpria os desejos e ordens dele. seus amigos me comiam e me aproveitavam enquanto ele assistia.
ele ordenava que eu fosse bem putinha para os amigos dele, e o que meu dono mandava, eu obedecia.
isso me trouxe lembranças dos meus começos, quando meu primo me compartilhava.
eu gostava que me comessem. e todos os amigos dele curtiam de mim.assim conheci o Daniel, de 55 anos, um advogado amigo do meu dono. que me comprou pelo dobro do que meu último dono pagou. minha adolescência passava de dono em dono. Daniel me dava hormônios pra eu realizar meu sonho de ser mulher. já que ele me queria mais feminina. uma senhora me botou peitos clandestinamente em casa. mesmo parecendo um homem bom que me apresentava como sua filha.
Na intimidade, ele mostrava sua verdadeira face. Era um mestre muito rigoroso.
As amarras e o sexo violento eram o jeito dele de me curtir. Com ele, eu tinha que ser e parecer uma gatinha.
colocando um cepo no meu pau. era doloroso e desconfortável. mas era a ordem do meu amo e eu aceitava com submissão absoluta. seu sadismo aumentava enquanto eu ficava mais submissa.
meu novo dono me aproveitava assim. e eu aprendi a amá-lo. nunca reclamei nem disse nada, sempre sendo grata pelo seu amor especial.
ele era meu amo, meu dono, e eu estava disposta a agradá-lo. minha vida estava em suas mãos, ele era meu dono.
meu quarto no porão se tornou meu lar e sua sala de jogos.
onde, amarrada, meu amo fazia o que queria comigo.
sempre amarrada, sempre submissa, meu amo se deliciava comigo e com toda a sua perversão.
era sua putinha atada, boa e sempre pronta.
No porão, ele me aproveitava, escavada, amarrada e submissa. Raramente eu saía de lá.Mas logo sua perversão foi além.
Ele me alimentava bem e me fazia tomar banho e me perfumar, dizendo: "Hoje você será uma boa menina. Hoje receberemos visitas."
"Sim, meu amo", respondia obediente.
E de olhos vendados e bem amarradinha, eu esperava as visitas do meu amo.
era usada por muitos homens. que se revezavam para me comer.
enquanto meu dono filmava as festas onde eu recebia todos os presentes.
Eu era uma boa menina com todos os amigos do meu dono. Sendo uma boa anfitriã e atendendo a todos com o mesmo amor e respeito.
sendo grata pelo sêmen recebido com todo prazer. cumprindo as preferências de cada um.
colocando à disposição minha bunda, rosto ou boca.
como uma boa escrava, posava para meu amo mostrando como engolia todo o sêmen recebido.
outra cidade onde eu estava ficando famosa e meu dono me emprestava para os amigos dele fazerem orgias comigo.me levava para as casas desses homens onde me esperavam ansiosos para me comer.
onde eu cumpria todos os desejos deles.
a única condição que meu amo pedia era discrição. nada de pancadas e vídeos com meus talentos.
para publicar.
depois de ser comida por todos antes de ir embora. como uma boa submissa, eu agradecia e ia embora.
graças ao meu amo, conheci muitos homens e lugares maravilhosos.
eu era como uma animadora de festas. onde os homens se divertiam comigo.
por alguns pesos, eles se divertiam bem.
todos os homens queriam me comer, abrindo as portas de casa como se fossem minha bunda.
Logo a privacidade do meu dono ficou comprometida. Todos os pervertidos queriam ficar comigo.
Por causa dos vídeos que vazaram e os amigos que me tornaram famosa.
Isso trouxe alguns problemas pra ele.
Meu dono me vendeu como se fosse uma coisa.
Uma longa viagem para outra cidade.
Onde ninguém me conhecia.
Francisco era meu novo dono.
Um velho de uns 50 anos.
Muito sério, quase me tratou com indiferença.
Francisco: Olá, linda, esta será sua casa por um tempo.
Não tenha medo... aqui você será apenas minha empregada. Pegue a bolsa e leve para o quarto de hóspedes.
Coloque seu uniforme e comece a limpeza.
Vani: Sim, meu dono.
Com sua permissão.
Rapidamente me higienizei e vesti o uniforme, me apresentando ao meu dono.
Que me deu as primeiras instruções.
sempre sob a supervisão do meu dono, eu trabalhava na limpeza. meu dono não perdia um detalhe do meu trabalho.
dava pra sentir o olhar dele.
enquanto limpava, não prestava atenção em nada. só queria fazer bem o meu trabalho.
Francisco:
que bumbum gostoso você tem, nena...
na moral, esse uniforme fica muito bem em você.
Vani:
muito obrigada, amo.
vou limpar muito bem a sua casa.
até que vejo os sapatos do meu amo na minha frente.
ele estava parado bem onde eu ia passar o pano.
o chão está ficando bom, ele me disse.
mas agora me limpa o pau.
faz ele ficar bem duro.
o velho tirou seu pau de bom tamanho, largo e com uma cabeçona.
Com a água do balde eu limpei ela e comecei a brincar com ela. Até deixar ela bem dura.Vani: Amo seu pau assim duro. Quer que eu chupe?
Francisco: Sim, gata, por favor... Chupa meu pau. Me mostra como você faz.
Brinquei um pouco com ela até demonstrar minha grande habilidade. Quanto mais fundo eu enfiava na boca, mais meu amo gostava.
Francisco: mmm... que delícia, como você chupa bem, sua putinha. É exatamente o que eu estava procurando...
Parece que meu amigo não mentiu pra mim.
Você vai fazer tudo que eu quiser, né?
Vani: mmm... claro, amo...
Sou sua escrava submissa incondicional.
Respondia todas as perguntas do meu amo com a boca cheia de rola.
Ele me pegou pelos cabelos e me jogou sobre um móvel, puxou minha calcinha e sem hesitar enfiou sua rola dura na minha bunda, que se abriu como uma flor para receber a barra de carne dura do meu amo.
ao receber os bombazos do meu amo, comecei a gemer e meu pauzinho ficou duríssimoe começou a bater contra o móvel...
meu amo percebeu.
me deitou no chão e eu tentei tampar meu pau ereto.
mas ele tirou minhas mãos dali e começou a me masturbar.
Francisco: que bom... seu pau está funcionando.
relaxa e aproveita para mim.
ele percebeu pelos espasmos do meu pau e como meu cu se fechava que eu estava quase gozando.
fazendo meu gozo parar na minha boca.
engoli meu próprio gozo enquanto ele detonava meu cu a bombazos.
os dois estávamos com prazer.
Tenho dois dias para te preparar. Nena, mas eu adoro te ter em casa, mmm...
Ele me disse e eu não entendi por que ele estava dizendo isso.
Ele tirou o pau da minha bunda.
meu amo descarregou uma porrada de porra gostosa na minha boca. enquanto eu, de joelhos, engoli tudo sem derramar uma gota.
meu amo ficou feliz com sua compra.
enquanto eu não deixava nenhum vestígio com minha língua e boca.
Francisco: muito bem, gata... que gozada gostosa que a gente deu...
você passou no primeiro teste.
depois a gente continua com mais, limpa tudo.
sim, amo. respondi enquanto ainda saboreava seu sêmen.
depois fiz o jantar.
e meu amo me deu permissão para ir dormir.
mas quando eu estava quase dormindo.
meu amo entrou no meu quarto.
com o pau na mão, me ordenou que chupasse.
eu fiz com gosto. como dizer não ao meu amo?
ele começou a acariciar minha barriguinha e tirou meu fio dental.
meu pauzinho estava durinho.
ele me masturbou um pouco enquanto eu chupava com vontade.
meu amo deitou e começou a chupar meu pau também.
Foi minha primeira vez sentindo uma boca no meu pau. Me fazia tremer. Meu amo chupava muito bem a rola.
Aí entendi a exigência de todos os tipos que gostavam que chupassem eles.
Quando ele disse chega, me coloquei de quatro.
Esperando que ele me comesse tão gostoso como fazia.
Mas meu amo tinha outros planos e, cuspindo na mão, me pediu que eu o penetrasse.
Eu não sabia como fazer, nunca tinham me pedido isso, então fiquei sem saber o que fazer.
Francisco: Vai, me come... o que está esperando...
Vani: Não sei como fazer, amo.
Francisco: É simples, enfia a rola no meu cu como eu fiz com você.
Coloca atrás de mim. Eu te ajudo.
Como meu amo pediu, me coloquei atrás dele.
Enquanto ele posicionava meu pau no seu cuzinho.
Com medo, mas com muita excitação, meu pau foi entrando dentro do meu amo.
Meu amo gemía e me ordenava como devia comê-lo.
Assim fui me lembrando e imitando todos os que me comeram.
Meu pau experimentava o atrito com as paredes do ânus do meu amo.
Me dando um prazer que nunca senti antes.
embora fosse uma situação estranha para mim, foi muito prazeroso. penetrei meu amo, que pedia que eu comesse ele com força e mais fundo. aumentei o ritmo até gozar tudo, enchendo o cu do meu amo com toda a minha porra.depois, ainda com meu gozo na bunda dele, meu amo pediu que eu me deitasse.
Ele meteu em mim e me comeu com tudo. Me mostrando como um macho fode.
Ele me arrebentou o cu e encheu de porra.
Ele disse: "Até amanhã, dorme que amanhã você tem que acordar cedo."
"Até amanhã", ele disse e foi embora.
Eu fiquei alucinada e feliz com o que tinha acontecido.
Por dois dias ele me comia e eu a ele.
Francisco: Muito bem, nena, amanhã chega sua ama.
Vani: Minha ama?
O senhor me vendeu, amo?
Não, pequena, ela é minha esposa. Nós te compramos...
Como empregada e nosso brinquedo sexual.
Ela está numa viagem de negócios, mas amanhã chega.
Eu só precisava saber se você era o que queríamos em casa.
Naquela manhã, meu amo me preparou e minha ama assumiu o controle imediatamente.
Era hora dela experimentar seu novo brinquedo.
Sem dúvida, ele me levou pro quarto. E começou a me beijar e me despir.
Ela me beijou toda com uma doçura que nunca antes senti. Enquanto ela me masturbava, beijava meus peitos.
Ordenou que eu ficasse de quatro.
E de uma caixa tirou um cintaralho com uma rola de látex enorme.
Passou um pouco de gel e enfiou seu membro de látex bem fundo em mim.
Me fez gritar ao senti-lo e tê-lo bem cravado dentro.
Minha dona me comeu como se fosse um homem.
Manejava seu pau de borracha com total maestria.
Me fazendo gozar como ninguém.
Laura: Mmm... que putinha gostosa você é...
Adoro foder vadias tão delicadas.
Vani: Ai... dona... a senhora pode fazer o que quiser comigo...
Sou sua escrava submissa...
Agradeço por essa dor prazerosa...
Laura: Mmm... linda...
Você é a melhor loucura que já me ocorreu...
Minha mãe aproveitou de mim por horas se eu permitisse tocar meu pau. Era como uma tortura não poder me tocar e tentar não gozar.
Ela dizia para eu aguentar.
quando eu tinha vontade de gozar, minha mãe dava tapas nas minhas bolas. a dor era horrível, mas era eficaz pra não gozar.
ela me deu tantas pancadas que meu pau e minhas bolas não levantaram mais.
quando ela achou que era o suficiente,
ela agarrou meu pau com força e chupou com vontade.
Lorena: gosta de como eu chupo?nem pense em gozar...
você vai ter que me foder...
sabe como fazer, né?
seu pau é muito gostoso...
mmm... que delícia... mmm...
Vani: sim, ama... você me dá muito prazer... mmm..
ah... ah... ah...
sim, vou fazer o que minha ama mandar.
ela me deu a ordem...
com mais experiência, fui penetrando minha ama. sua buceta molhada e quente me deu uma deliciosa boas-vindas.
ela ficava molhada e era maravilhoso sentir essa sensação.
os gemidos da minha ama eram como música para meus ouvidos.
assim como os meus foram para tantos homens.
sua buceta estava quente e molhada. eu conseguia sentir os orgasmos dela quase seguidos.
que davam uma sensação maravilhosa no meu pau
até que no último ela gritou: "me dá com tudo e acaba comigo!"
finalmente meu pau estava quase explodindo e, com sua permissão, meti bem forte até encher sua buceta maravilhosa com meu sêmen quente.
os dois gememos e nos embriagamos de prazer.
minha ama era minha primeira mulher.
meus amos me aceitaram imediatamente.
eu era uma mucama submissa, boa e muito puta. exatamente o que eles precisavam.
antes de ir dormir, meu trabalho era estimular meus amos para que fizessem sexo.
chupando o pau do meu amo para deixá-lo bem duro e pronto para foder minha ama.
quando meu amo estava pronto, eu ia preparar minha ama para que os dois aproveitassem o prazer.
eu cumpria meu trabalho. e graças à minha grande contribuição, meus amos curtiam um sexo muito bom.
Claro que enquanto eles curtiam o sexo como casal. Eu me retirava pro meu quarto quando me davam a ordem.
Óbvio, como não me precisavam, tinha que bater uma punheta antes de dormir.
mas às vezes me mandavam ficar olhando. e depois limpar os dois.
ou também, enquanto eles transavam, me convidavam pra participar.
eu era o brinquedo e a putinha dele, sua escrava submissa. me usavam toda noite e de dia. meu serviço era completo.
até minha dona me compartilhava com a amiga dela.
o filho dos meus patrões também me comeu quando veio de visita.
tinha que fazer de garotinha para ele curtir a perversão dele.
que o filho da puta goste tanto assim.
que os dois me comam juntos.
até minha patroa curtia esse encontro familiar pervertido.
Meu amo dava sua porra em ambos e depois passava pra mim.Assim, ao atingir a maioridade, conquistei minha tão desejada liberdade.
Mas ninguém me dava trabalho e acabei virando uma puta de rua, passando por mil perigos.
Onde eu ganhava a vida apesar da maldade de muitos clientes.
Depois trabalhei num hotel onde eu fazia caras estrearem por uns trocados.
Eu sentia muita falta da minha vida de escrava, mas não podia mais voltar. Consegui outro emprego como camareira num hotel chique.
Mas por transar com os clientes, me demitiram.
e voltei para a única coisa que sabia fazer. uma puta de rua de novo.
fui detida em delegacias várias vezes.
onde conheci a Jazmín.
outra garota trans que trabalhávamos juntas.
uma noite, nos bateram tanto que fomos parar no hospital. me despedi da Jasmim para sempre e decidi voltar à minha vida de escrava submissa.
com a grana que eu tinha, viajei até o cais dos pescadores e, pagando com sexo a um amigo do Carlos, meu segundo dono, consegui que ele me levasse até ele.
Carlos me recebeu com muita alegria.
contei tudo que tinha acontecido.
deixei ele me foder, aguentando aquele pau descomunal que meu velho dono tinha.
Carlos estava grande e me arrumou um dono de acordo com a minha idade e gostos.
assim conheci o José.
meu dono até hoje.
bom, essa é a minha história.
sou uma escrava feliz. curtindo um dono que me submete, me compartilha com os amigos dele,
ser aquela mascote sexual que os caras adoram
e as sissys como eu amam ser tratadas.
obrigada, amigo Maury-solo-yo,
por me deixar contar minha história.
para quem pediu mais fotos minhas, vão como brinde.
beijinhos.


fim...PS: bom, amigos e amigas, espero que tenham gostado desse relato.
Já sabem o que fazer: deixem seus comentários e pontos.
Quem quiser contar suas histórias, me escreva no privado.
Até a próxima.
Maury-solo-yo.
3 comentários - Vani trans: escrava mas feliz 2