en el servicio militar obligatorio

Olá, como vocês estão? Finalmente me decidi a escrever pra vocês. Conheci vocês já faz um tempo, quando comecei a gostar de ler relatos. Vou ser sincero: não tenho grandes histórias na minha vida, mas tem uma coisa que aconteceu uns anos atrás que sempre lembramos com a minha esposa como algo muito excitante hoje em dia. Na época, foi o motivo da nossa separação por quase um ano, enquanto a gente ainda namorava. Agora conseguimos superar isso e estamos casados e apaixonados. Vou me apresentar: sou um homem de trinta e oito anos, mesma idade da minha esposa; ela tem cabelo castanho, é bonita, tem um corpo gostoso, não posso reclamar mesmo. Eu, pelo que dizem, também sou atraente. Bom, aos meus 18 anos, tive que fazer a conscrição, o serviço militar. Dei sorte de ter que viajar pro sul. Não vou dar muitos detalhes, era a colimba num quartel afastado quilômetros da cidade mais próxima. Me despedi da minha namorada, Marta, íamos sentir saudades, estávamos apaixonados.


Quando cheguei, encontrei um grupo de colegas muito bom, logo fiz amizade com todos. Virei amigo de um cara chamado Ramiro, que morava em Rosário, a gente se deu super bem de cara e viramos comparsas rapidinho, pegávamos longas horas de guarda juntos. O lugar até que não era ruim, mas o que faltava era mulher, e em poucos dias já percebemos que íamos sentir muita falta delas. Eu tava acostumado a transar dia sim, dia não com a Marta, e isso tava me matando. Com esse cara, quando ficávamos sozinhos, a gente falava de tudo e no fim sempre caía no assunto sexo. Com a confiança de conversar muito, começamos a contar das nossas namoradas, depois fomos entrando em detalhes, e isso acabava excitando a gente. Eu contava da Marta, minha namorada, cujo atributo principal é um par de peitos lindos, e ele contava da dele, que segundo ele tinha uma bunda de novela.


Já tinham se passado vários dias e, fuçando um armário no posto, encontramos uma revista pornô que era do caralho, a gente ficou muito tesudo, dava pra ver nos nossos volumes que tentávamos esconder um do outro, mas era em vão. Tanto que o Ramiro falou pra eu parar de esconder, porque ele também tava de pau duro. A gente riu pra caralho da situação. Ficamos olhando a revista e comentando, ainda lembro que era uma loira gostosa pra cacete que transava com um mecânico. Continuamos vendo a revista enquanto, em silêncio, a gente massageava nossos próprios volumes por cima da calça. O Ramiro me perguntou, já que não tinha lugar pra se afastar, se eu não me importava dele bater uma. Sinceramente, fiquei chocado, mas a gente tinha confiança e já era grandinho, então topei. Ele se acomodou no banco, colocou a revista na mesa e começou. Ficamos em silêncio enquanto ele se masturbava, eu olhava a revista que, repito, era do caralho, e reparei que meu amigo tinha um belo pedaço, uma rola realmente grande, avermelhada, com umas veias enormes; fiquei confuso com a situação e na dúvida sobre a sexualidade do meu amigo. Começamos a fazer comentários sobre a gostosa da revista; fiquei com muito tesão e, num momento de loucura, decidi bater uma também. Sentei numa cadeira do lado dele, de frente pra revista, e comecei. Gozamos rápido e decidimos entrar em campanha pra conseguir mais revistas pornô.


Isso virou nosso hábito, claro que a gente foi progredindo. Um dia, o Ramiro conseguiu outra revista, também muito boa. Nessa, dois caras comiam uma morena muito gostosa. De novo, a gente ficou muito excitado.

- Mais uma noite sem molhar a buceta, disse Ramiro. Comentei que já não aguentava mais; ele disse que tava de saco cheio de punheta e precisava de uma mulher. Fiquei desconfortável com a conversa e já tava muito tesuda, então desabotoei a calça e comecei.

Foi quando ele me propôs, passando a mão no volume que já marcava um tesão incrível, que a gente se masturbasse um ao outro.

Perguntei se ele era louco e já comecei a achar que era viado, embora na real não parecesse.

Ele me explicou que eu e ele estávamos muito tesudos, que podíamos nos ajudar e ninguém ia ficar sabendo, já que ele não aguentava mais a situação. Eu me sentia excitado, como hipnotizado. Incrivelmente, perguntei se ninguém ia descobrir e deixei claro que seria só por essa situação. Esclarecida a situação, ele puxou o pau dele pra fora, batendo uma, sempre se gabava de ter um pau grande e era verdade. Concordei com um movimento de cabeça e nos acomodamos juntos na frente da revista. O plano era eu masturbar ele e depois ele me masturbar. Muito medroso, apoiei minha mão nele e senti a dureza da vara dele. Tava com muito medo, mas também percebi que gostava daquela sensação, era a primeira vez que tocava num pau que não fosse o meu, tinha nas minhas mãos um pedaço incrível e comecei a bater uma pra ele, primeiro devagar e depois freneticamente. Ele gozou que nem um cavalo nas minhas mãos e depois ele me masturbou, eu gozei na hora, espirrando pra todo lado. A gente se divertiu pra caralho.


Com o tempo, fomos um pouco mais longe. Dessa vez ele começou me masturbando até que me propôs chupar minha buceta em troca de eu chupar o pau dele depois. Naquele momento, eu só queria sentir a boca dele lá e aceitei. Ele chupou bem gostoso e terminou me masturbando até eu gozar igual um desesperado, sem parar de olhar a revista que tanto nos excitava. Nessa altura, já não tinha dúvida de que meu amigo era viado. Agora era minha vez de cumprir. Acovardado, peguei no pau dele e comecei a bater uma lentamente. A verdade é que me dava um arrepio ter aquilo na minha mão. Ramiro me agarrou pelo cabelo pra tentar me fazer chupar ele, dizendo que eu tinha que retribuir o favor. No começo, tentei resistir, mas entendi que era justo, já que eu tinha curtido quando ele me chupou antes. Então abri a boca, e ele aproveitou pra enfiar o rabo. Senti a boca toda cheia. Ramiro ficou me empurrando com força, fazendo a cabeça do pau bater na minha garganta enquanto continuava apertando minha cabeça pra baixo.

Passamos assim uns dois minutos e, para minha surpresa e a dela, aquilo começou a me dar prazer e eu comecei a chupar aquela pica enorme.

- Que puta divina você é, tá gostando. - ele disse - Assim, putinha, me come.

Eu já tava doido, comecei a massagear os ovos dele, que também eram bem grandes, com uma mão enquanto com a outra batia uma pra aquela pica que ele tinha entre os lábios. O Ramiro soltou a mão que segurava minha cabeça e ficou só curtindo o boquete que eu tava dando. Minha rola tava dura que nem pedra e resolvi bater uma também. Isso deixou ele putamente excitado. Ele apertou minha cabeça de novo, agora com as duas mãos, enquanto começava uma metida violenta na minha boca e em segundos gozou grosso na minha garganta, gemendo e me xingando de tudo quanto é nome. O esperma dele era viscoso e me deu um nojo, mas engoli quase tudo porque ele continuava forçando minha cabeça contra a pica dele, enquanto eu gozava com a minha punheta foda.


Agora, eu não duvidava que ele era realmente um viadinho que se aproveitava da situação, porque sempre gostei de mulher, mas mesmo assim, quase toda vez que a gente se encontrava no posto, depois de olhar as revistas juntos, a gente acabava com ele sentado na cadeira olhando as gostosas da revista e eu chupando a pica dele, as bolas e me masturbando pra caralho até sentir o leite dele na minha boca.


A gente se divertiu pra caralho. Finalmente o serviço militar acabou e chegou a hora de voltar. Tava muito feliz, ia rever minha amada Marta. Voltamos de busão e lembro que numa parada decidimos com o Ramiro ir no banheiro pra dar uma chupada de despedida. A gente se trancou num box e eu me ajoelhei pra chupar aquela pica enorme, enquanto tava mamando ele e ele curtindo meu boquete, ouvi uns barulhos nos boxes vizinhos. Eram dois caras que também tavam voltando pra casa depois da baixa do serviço, que tinham subido nos vasos ao lado pra nos espiar por cima das divisórias. Na hora eles desceram, bateram na porta e o Ramiro mandou eles entrarem. Já tavam com as picas duríssimas na mão e não me deram tempo de recusar. Quando fui ver, tava de joelhos chupando três picas. Gozaram rápido, o Ramiro com pouca porra, mas os outros dois caras jorraram um monte de porra grossa e viscosa.

Essa foi minha última experiência com gente do mesmo sexo que eu.

Já na estação, a Marta veio me buscar, a gente se cumprimentou como nunca antes. Ela tava desesperada e a gente transou naquela mesma tarde, não aguentava mais. Eu me sentia excitado e culpado ao mesmo tempo.


Dias depois, Marta me perguntou como eu tinha aguentado todo aquele tempo sem fazer amor. Eu não quis enganar ela e confessei, em parte, como tinha aliviado meu tesão quando estive no sul. Só contei que foi com outro cara, que a gente se masturbou um ao outro e que teve um ou outro boquete de vez em quando. Ela também não quis me enganar e confessou que, meses depois de eu estar tão longe, se deixou seduzir por um moleque, meu colega do clube, com quem eu estava brigado. Ela me contou que, num dia em que ela estava muito triste e sentindo minha falta, ele aproveitou pra beijar ela. E, mesmo ela tendo negado por vários dias, acabou num sábado, numa festa, se beijando com ele e, finalmente, chupando a pica dele num corredor. Ela se sentia muito culpada, mas não aguentava a necessidade de amor. Outro dia, no carro dele, acabaram transando. A partir daí, treparam várias vezes até ele descobrir que eu estava voltando e ela cortou a relação. Ela me contou que esse moleque tinha um pau enorme, coisa que eu já sabia por dividir o vestiário com ele no clube.

Naquele dia a gente brigou e ficou um ano inteiro separados até que a gente se perdoou e voltou a ficar junto. E assim a gente seguiu até agora, juntos e com dois filhos lindos.

6 comentários - en el servicio militar obligatorio

La calentura de un colimba es de proporciones epìcas. Siempre habia revistas en las guardis. Aunque me queda una duda . A que edad la hiciste si hace 29 años que no se hace mas?