Cursava meu último ano de faculdade, minha mãe, meu maior orgulho, tinha trabalhado sem parar por anos pra me dar minha educação, já que meu pai nos abandonou quando eu ainda era moleque. Mamãe fazia plantões noturnos direto, é enfermeira, e graças a ela eu já tava terminando minha engenharia. Um dia, um colega meu me contou que tinha conhecido uma mulher madura num bar, que era uma pessoa de papo interessante, muito agradável de tratar, e que tinham acabado na casa dela transando gostoso pra caralho, uma mulher de mente aberta, disposta a experimentar de tudo. A gente tava estudando pra uma prova e ele recebe uma ligação, bota no viva-voz e diz:
- Oi Felipe, como cê tá? Sou a Margarita, queria te convidar pra amanhã a partir das 10 da noite pra uma festa particular. Requisito obrigatório: levar uma máscara que cubra o rosto todo. A roupa não importa muito, porque quando chegar, cê vai ter que ficar só de cueca. Traz muita vontade, porque essas festas duram até o amanhecer. Vou te adiantar que vai ter muita mulher...
- Como cê tá, Margarita? Pode contar comigo, mas queria perguntar se posso levar um amigo. É que a gente tá se preparando pra uma prova e não queria deixar ele sozinho. Além disso, sempre é útil, já que cê disse que vai sobrar mulher, então ajudaria...
- Claro, Felipe. Vou mandar o endereço por mensagem e a senha que cê tem que falar na porta pra entrar sem problema. Boa noite, muitos beijinhos... cê sabe onde... hahahaha
- Valeu... a gente vai estar lá. Olha, só de te ouvir já me dá uma ereção... hahahaha
Na hora chegou a mensagem com todos os passos a seguir. Contei pro Carlos, meu colega:
- Então, meu parceiro, amanhã pra relaxar um pouco, a gente vai nessa festa se divertir um bocado. No fim das contas, já tamos bem preparados pra prova e acho que a gente merece um descanso.
- Caralho, Felipe, pensei que cê tava me zoando com essa história da mulher que cê... Você falou, mas vejo que é verdade e ela tem uma voz excitante, é meio rouquinha, mas sussurrando no ouvido deve ser tesão, não vou falar nada pra minha mãe, hoje ela tá em casa pra não preocupar ela..
Seguimos estudando e já de madrugada voltei pra casa, tinha janta pronta e guardada, ainda morna, comi, passei pelo quarto dela e lá estava ela dormindo, sem fazer barulho fui dormir.
Passei o dia na universidade nas minhas aulas, atividades diárias e com o Felipe enchendo o saco com a parada da festa à noite, ele ficou de passar me buscar e ia cuidar das máscaras.
- Não vai meter umas cuequinhas rasgadas ou cagadas... hahahaha
- Porra, tu é foda, ainda mais que tenho umas festeiras com laço e tudo pra ocasiões especiais...
Nós dois rimos, nos despedimos e cada um pra sua casa, ele passaria na minha às 9:15 pra chegar às 10 no local, eu ainda não sabia onde era, minha mãe tava saindo com o uniforme branco pra trabalhar, ela apesar de ter mais de 53 anos se conservava muito bem, quando podia saía pra correr e mantinha yoga em casa, já alguns fios brancos apareciam no cabelo dela, mas sempre atenta comigo, já queria terminar os estudos, começar a trabalhar e dar tudo ao meu alcance pra ela parar de trabalhar... ela me deu um beijo e me abençoou... deitei um pouco e já perto das 8 levantei, tomei banho, escolhi roupa, me perfumei e fiquei esperando o Felipe, chegando na hora marcada, ele buzinou, saí e fomos pro local, já começava a ver casas grandes, uma área nobre da cidade, chegamos na casa... imensa, com colunas altas na entrada, muitos carros estacionados, como o do Felipe é pequeno cabe em qualquer canto e assim ele estacionou, colocamos as máscaras... chegamos na entrada onde 4 caras fortões e de terno recebiam os convidados, também todos usavam suas máscaras, quando chegou nossa vez o Felipe deu o santo e senha e sem problemas as portas se abriram pra gente, minha cara de choque não deu Ninguém pôde ver. O hall de entrada tinha uma majestosa luminária de lágrimas pendurada. Uma garota de biquíni minúsculo e topless nos recebeu e indicou onde podíamos trocar de roupa e ficar como quiséssemos. Ficamos só de cueca. Depois disso, nos levaram a um salão grande com móveis, camas, pessoas conversando animadamente, mulheres em lingeries exóticas, algumas mais ousadas peladas, outras com os peitos de fora. Já os homens, um pouco mais reservados — não se via pinto à mostra, alguns com roupinhas leves. Uma garota de peitões se aproximou e indicou onde era o bar. Fomos até lá, pedimos uísque com gelo e começamos a andar, observando o panorama. Tinha música e alguns casais já dançavam, outros esquentavam com beijos e apalpadelas, mas cada um na sua curtição. A gente se olhava e imagino que ríamos, mas as máscaras impediam de ver direito. Na área da piscina, que até tinha uma cascata d'água, estava bem movimentada. Colocaram uma cama redonda imensa — tipo uns 6 metros de diâmetro — onde alguns casais já transavam enquanto outros observavam. Bem na hora que a gente tava olhando, sinto uma mão roçando minha bunda de leve. Viro pra ver quem foi, e a mesma coisa com o Felipe. Ela falou na hora:
— Oi, achei que você não vinha. Vem cá, me dá um abraço...
Achei que era a Margarita. Eles se abraçaram.
— Te apresento meu amigo...
Ela colocou o dedo na boca dele, ele calou.
— Vamos manter o anonimato, sem nomes ou, no máximo, nomes inventados.
— Tá bem, sem problema. Ele é meu parceiro de quem te falei.
Apertamos as mãos. Ela estava acompanhada, as duas vestiam igual: lingerie preta de renda, tiras, peitos de fora, luvas até o cotovelo, e imaginei perucas. As duas tinham a mesma cor total. As máscaras cobriam até o nariz e de lá pendiam correntinhas de pérolas. onde mal dava pra ver os lábios bem vermelhos pelo batom.
- Como você me reconheceu?
- Pela sua bunda, ou você esqueceu que eu mordi? Ainda tem minhas marcas de dente
Todos rimos, a amiga da Margarita disse que se chamava Rosalba, mas era de pouca conversa, realmente a Margarita parecia uma tagarela, era muito divertida, dançamos, bebemos e já perto das 2 da manhã muitos estavam transando sem controle, a luxúria estava presente, fomos pra piscina pra ficar um pouco mais longe da multidão e a Margarita deu o passo com o Felipe, começou a fazer sexo oral nele, parecia uma diaba sem freio, enfiava tudo na boca até os lábios tocarem os testículos dele, eu observava e minha ereção não demorou, nessa hora a Rosalba coloca a mão no meu pau, acariciando, eu comecei a acariciar os peitos dela, meio caídos, sabia que era uma mulher de idade e não uma novinha, pele morena, essa cor eu gosto, a língua dela rodeou meus mamilos enquanto lambia, levantei a cabeça pra fantasiar, chegou até meu pescoço, tinha uma língua muito ágil, daí começou a descida, a língua molhada deixava um rastro que com a brisa suave, arrepiou minha pele, já o Felipe e a Margarita estavam na ação, ele metia anal nela, ela soltava gemidos sonoros de prazer, e a Rosalba tava entretida lambendo meus testículos, enfiava os dois na boca e chupava devagar, enquanto as mãos dela acariciavam minha bunda, olhava ao redor e tinha de tudo... mulheres com mulheres fazendo sexo oral no 69, homens com duas mulheres, homens com homens, a putaria era total, a Rosalba chupava meu pau deliciosamente, ela tinha tirado uma das luvas pra acariciar melhor, as mãos dela eram macias, a ação dela era tão gostosa que já não aguentava mais e avisei:
- Rosalba, tô quase explodindo, quer parar? Posso fazer o mesmo tratamento em você...
- Não... quero tudo na minha boca...
Dito isso, me deixei levar pela sensação gostosa e gozei a jatos, ela engolia e acho que foi demais, o sêmen escorria pelos cantos da boca dela, chupou tudo, até a última gota, o que escapou ela pegou com a mão e espalhou nos próprios mamilos que estavam durinhos, virei pra olhar meu amigo e ele estava nos espasmos dele gozando no cu da Margarida que já parecia exausta e satisfeita com o orgasmo que teve... Rosalba se levantou, beijou meu peito, levou o dedo até a buceta dela, molhou e pelo buraco da minha máscara enfiou pra eu lamber, foi o que fiz, chupei, ela se encostou numa parede não muito alta, abriu as pernas e afastou a calcinha fio dental, eu me deixei cair, fiquei de frente pra buceta dela, bem depilada, suculenta, brilhava com a luz de tão molhada que tava, lábios carnudos, até percebi que tinha uma cicatriz fina de cesárea, não liguei, só queria devolver o prazer que ela já tinha me dado, então sem tirar a máscara levantei ela um pouco e levei minha língua pra dentro, fuçando na intimidade dela, beijando os lábios carnudos, chegando no clitóris onde consegui arrancar um suspiro longo, ele era um pouco maior do que os que eu já tinha visto antes, isso me deixou mais excitado, o mel escorria pelas pernas dela, ela esfregava os mamilos e gemia, eu enfiei dois dedos, que ela apertou com os músculos da buceta, minha língua continuava lambendo o clitóris dela, que pulsava de prazer, meus dedos bem molhados levei até o cu dela, que cedeu e deixou entrar, na hora ouvi ela dizer:
- pussy... que delíciaaaa...!!!
Sabia que tava fazendo direito, ouvi a Margarida gemer e percebi que eles estavam na ação de novo, mas eu tava focado em fazer a Rosalba gozar, minha língua tava louca, pulava de um lado pro outro, meus dedos fazendo movimentos leves no reto dela e ela reclamando de prazer, as pernas dela começaram a ficar duras, a respiração acelerou, ela gemia sem parar
- Não para... não para... não para...
Me surpreendeu que ela quis me deixar de lado e eu não deixei, depois entendi o motivo, ela teve um squirt... um jorro de fluido saiu das entranhas dela, parte eu bebi, parte molhou meu corpo inteiro, foi abundante, ela ficou como se estivesse soluçando, mas de prazer, fui me levantando, ela quase imóvel com tremor nas pernas, abracei ela forte e passando por entre a chuva de pérolas da máscara dela, beijei ela, foi intenso, apaixonado, nossas línguas se moviam dançando, ouvi Margarita dizer:
- Na minha boca, pussy... quero tudo na minha boca, me alimenta, pussy.
Fomos nos separando, meu pau já recuperado e pulsando, coloquei ela do lado do outro casal, era um sofá que estava ali, na posição de quatro fui penetrando ela devagar, o interior dela molhado e muito quente, ela gemia e gemia, dei uns tapas na bunda dela, ela reclamou mas de prazer, quis puxar o cabelo dela, mas não queria que a peruca ficasse na minha mão e não fiz, comecei a serrar ela com força, minhas bolas quicavam, ela continuava gemendo, gozando, curtindo, Margarita limpava o pau do meu amigo com a língua, já tinha engolido tudo, a música de fundo tocava mais alta, mas ainda dava pra ouvir os barulhos de prazer que outras pessoas faziam. Todo mundo curtindo o sexo, mantive meu ritmo, enquanto estávamos na ação uma garçonete se aproximou e deixou 4 taças de champanhe pra gente, me deu um tapa na bunda e foi embora, era tipo me dizer... continua aproveitando... achei engraçado, Felipe colocou a Margarita na mesma posição e a gente bateu palma, as duas gemiam, estávamos macetando as mulheres, alternando com uns tapas na bunda e elas se olharam e se beijaram, isso foi muito motivador, acelerei meu ritmo e falei:
- Vou gozar... onde você quer...
- No meu c#... enche tudo
Tirei ele da buceta dela que destilava o néctar e como meu membro estava muito molhado, entrar no cu dela foi muito fácil... continuei no meu ritmo... ela deixou a cabeça cair no sofá e a mão dela foi pra buceta dela pra acelerar o orgasmo, conseguindo chegar quase ao mesmo tempo que eu, gozei tudo dentro do cu dela, senti ela se contrair forte, foi uma das melhores gozadas que já tive, fiquei ali dentro por uns segundos, sentindo cada pulsação, depois saí devagar, ela virou o rosto e me olhou com um sorriso safado, Margarita já estava de quatro também, tomando leitada do Felipe, foi uma noite inesquecível. Simultânea... o clímax... dei mais umas palmadas nela e gozei de novo... deixando o cu dela cheio de porra, ela respirava ofegante, tava exausta, eu também, sentei do lado dela e dei a taça pra ela beber... as duas mulheres se levantaram dizendo que iam ao banheiro, nos beijaram e foram embora.
— E aí, curtiu, Carlos?
— Meu parceiro... sensacional... nunca pensei que viveria uma parada dessas, essa mina é uma diaba e curte pra caralho, pena que não sei como é a cara dela, nunca deixou eu ver...
— Relaxa, a qualquer hora a gente vê elas de novo, seja num bar, numa balada...
— Que horas serão?
— Na real, nem ideia, vamos perguntar, olha... a Rosalba me deixou uma lembrança... uma das luvas dela.
— Bom, isso é tipo o sapatinho da Cinderela, só precisa ir testando nas mulheres até achar uma que sirva... hahahaha
Perguntamos a uma das garçonetes que horas eram, já ia dar 4h45 da manhã, enquanto a gente andava, ainda tinha muita gente transando, alguns dormindo, poucos dançando, alguns já tinham ido embora... caminhamos até o banheiro... ficamos lá e não vimos elas, continuamos procurando, voltando pro nosso lugar, nada.
— Felipe, acho que elas vazaram.
— Tô pensando a mesma coisa, nos deixaram na mão, mas pelo menos a gente passou um momento do caralho, mesmo assim queria ter trocado com elas, aquela amiga da Margarita parece que chupa gostoso e mexe a bunda como se tivesse dançando cumbia... hahahahaha
— Sabe, pensei a mesma coisa, uma troca teria sido foda, mesmo que tivesse que bater uma... hahahahaha
— Bom, já é hora de ir também, descansar hoje e amanhã apresentar a prova...
Passamos onde deixamos a roupa, nos vestimos e fomos embora, no caminho fui sentindo o pouco perfume que ainda tinha na luva, única lembrança da noite, o Felipe me deixou em casa, entrei, fui tomar um banho e depois deitar, já ia dar umas 6... deixei a luva na mesa de cabeceira e me deitei... acordei perto das 2 da tarde, com muita fome, fui pra cozinha, mãe... tava cozinhando, dei um beijo na bochecha dele, pedi a bênção,
- Deus te abençoe, filho, preciso te perguntar uma coisa... hoje de manhã, quando voltei, passei no teu quarto pra ver se você tava aqui e encontrei uma luva em cima da tua mesa... de onde você tirou isso??
A cara dele não era normal, eu percebi, o que eu falo, me perguntava...
- Mãe, foi um presente, simplesmente, de alguém que conheci ontem à noite, uma moça muito legal, chama Rosalba.
Ela saiu da cozinha sem dizer nada, mas eu vi lágrimas nos olhos dela..
- Mãe, o que foi?... tá passando mal??
- Não, filho... não se preocupa...
Ela entrou no quarto, trancou a porta, pegou o telefone e ligou pra amiga.
- Oi amiga, aconteceu uma coisa, quero morrer..
- O que foi, Matilde?, você me assusta
- Margarita, aquela pessoa que eu tava ontem à noite..
Margarita não deixa ela falar
- Claro, Matilde, o amigo do Felipe, que te comeu gostoso e te fez gritar de prazer
- Margarita.. esse rapaz é o Carlos... meu filho... Deus, o que eu fiz...!!!
- Como?? Tem que ter um erro.. não pode ser, por que você diz isso?
- Lembra que eu te falei que tava faltando uma luva e que ia buscar antes da gente ir embora?
- Sim, Matilde, e eu te falei pra deixar como lembrança pra ele
- Pois estava na mesa de cabeceira do Carlos, eu vi e peguei, e acabei de perguntar de onde ele tirou e a resposta foi.... "uma moça chamada Rosalba me deu"
As duas ficaram mudas.
- Oi Felipe, como cê tá? Sou a Margarita, queria te convidar pra amanhã a partir das 10 da noite pra uma festa particular. Requisito obrigatório: levar uma máscara que cubra o rosto todo. A roupa não importa muito, porque quando chegar, cê vai ter que ficar só de cueca. Traz muita vontade, porque essas festas duram até o amanhecer. Vou te adiantar que vai ter muita mulher...
- Como cê tá, Margarita? Pode contar comigo, mas queria perguntar se posso levar um amigo. É que a gente tá se preparando pra uma prova e não queria deixar ele sozinho. Além disso, sempre é útil, já que cê disse que vai sobrar mulher, então ajudaria...
- Claro, Felipe. Vou mandar o endereço por mensagem e a senha que cê tem que falar na porta pra entrar sem problema. Boa noite, muitos beijinhos... cê sabe onde... hahahaha
- Valeu... a gente vai estar lá. Olha, só de te ouvir já me dá uma ereção... hahahaha
Na hora chegou a mensagem com todos os passos a seguir. Contei pro Carlos, meu colega:
- Então, meu parceiro, amanhã pra relaxar um pouco, a gente vai nessa festa se divertir um bocado. No fim das contas, já tamos bem preparados pra prova e acho que a gente merece um descanso.
- Caralho, Felipe, pensei que cê tava me zoando com essa história da mulher que cê... Você falou, mas vejo que é verdade e ela tem uma voz excitante, é meio rouquinha, mas sussurrando no ouvido deve ser tesão, não vou falar nada pra minha mãe, hoje ela tá em casa pra não preocupar ela..
Seguimos estudando e já de madrugada voltei pra casa, tinha janta pronta e guardada, ainda morna, comi, passei pelo quarto dela e lá estava ela dormindo, sem fazer barulho fui dormir.
Passei o dia na universidade nas minhas aulas, atividades diárias e com o Felipe enchendo o saco com a parada da festa à noite, ele ficou de passar me buscar e ia cuidar das máscaras.
- Não vai meter umas cuequinhas rasgadas ou cagadas... hahahaha
- Porra, tu é foda, ainda mais que tenho umas festeiras com laço e tudo pra ocasiões especiais...
Nós dois rimos, nos despedimos e cada um pra sua casa, ele passaria na minha às 9:15 pra chegar às 10 no local, eu ainda não sabia onde era, minha mãe tava saindo com o uniforme branco pra trabalhar, ela apesar de ter mais de 53 anos se conservava muito bem, quando podia saía pra correr e mantinha yoga em casa, já alguns fios brancos apareciam no cabelo dela, mas sempre atenta comigo, já queria terminar os estudos, começar a trabalhar e dar tudo ao meu alcance pra ela parar de trabalhar... ela me deu um beijo e me abençoou... deitei um pouco e já perto das 8 levantei, tomei banho, escolhi roupa, me perfumei e fiquei esperando o Felipe, chegando na hora marcada, ele buzinou, saí e fomos pro local, já começava a ver casas grandes, uma área nobre da cidade, chegamos na casa... imensa, com colunas altas na entrada, muitos carros estacionados, como o do Felipe é pequeno cabe em qualquer canto e assim ele estacionou, colocamos as máscaras... chegamos na entrada onde 4 caras fortões e de terno recebiam os convidados, também todos usavam suas máscaras, quando chegou nossa vez o Felipe deu o santo e senha e sem problemas as portas se abriram pra gente, minha cara de choque não deu Ninguém pôde ver. O hall de entrada tinha uma majestosa luminária de lágrimas pendurada. Uma garota de biquíni minúsculo e topless nos recebeu e indicou onde podíamos trocar de roupa e ficar como quiséssemos. Ficamos só de cueca. Depois disso, nos levaram a um salão grande com móveis, camas, pessoas conversando animadamente, mulheres em lingeries exóticas, algumas mais ousadas peladas, outras com os peitos de fora. Já os homens, um pouco mais reservados — não se via pinto à mostra, alguns com roupinhas leves. Uma garota de peitões se aproximou e indicou onde era o bar. Fomos até lá, pedimos uísque com gelo e começamos a andar, observando o panorama. Tinha música e alguns casais já dançavam, outros esquentavam com beijos e apalpadelas, mas cada um na sua curtição. A gente se olhava e imagino que ríamos, mas as máscaras impediam de ver direito. Na área da piscina, que até tinha uma cascata d'água, estava bem movimentada. Colocaram uma cama redonda imensa — tipo uns 6 metros de diâmetro — onde alguns casais já transavam enquanto outros observavam. Bem na hora que a gente tava olhando, sinto uma mão roçando minha bunda de leve. Viro pra ver quem foi, e a mesma coisa com o Felipe. Ela falou na hora:
— Oi, achei que você não vinha. Vem cá, me dá um abraço...
Achei que era a Margarita. Eles se abraçaram.
— Te apresento meu amigo...
Ela colocou o dedo na boca dele, ele calou.
— Vamos manter o anonimato, sem nomes ou, no máximo, nomes inventados.
— Tá bem, sem problema. Ele é meu parceiro de quem te falei.
Apertamos as mãos. Ela estava acompanhada, as duas vestiam igual: lingerie preta de renda, tiras, peitos de fora, luvas até o cotovelo, e imaginei perucas. As duas tinham a mesma cor total. As máscaras cobriam até o nariz e de lá pendiam correntinhas de pérolas. onde mal dava pra ver os lábios bem vermelhos pelo batom.
- Como você me reconheceu?
- Pela sua bunda, ou você esqueceu que eu mordi? Ainda tem minhas marcas de dente
Todos rimos, a amiga da Margarita disse que se chamava Rosalba, mas era de pouca conversa, realmente a Margarita parecia uma tagarela, era muito divertida, dançamos, bebemos e já perto das 2 da manhã muitos estavam transando sem controle, a luxúria estava presente, fomos pra piscina pra ficar um pouco mais longe da multidão e a Margarita deu o passo com o Felipe, começou a fazer sexo oral nele, parecia uma diaba sem freio, enfiava tudo na boca até os lábios tocarem os testículos dele, eu observava e minha ereção não demorou, nessa hora a Rosalba coloca a mão no meu pau, acariciando, eu comecei a acariciar os peitos dela, meio caídos, sabia que era uma mulher de idade e não uma novinha, pele morena, essa cor eu gosto, a língua dela rodeou meus mamilos enquanto lambia, levantei a cabeça pra fantasiar, chegou até meu pescoço, tinha uma língua muito ágil, daí começou a descida, a língua molhada deixava um rastro que com a brisa suave, arrepiou minha pele, já o Felipe e a Margarita estavam na ação, ele metia anal nela, ela soltava gemidos sonoros de prazer, e a Rosalba tava entretida lambendo meus testículos, enfiava os dois na boca e chupava devagar, enquanto as mãos dela acariciavam minha bunda, olhava ao redor e tinha de tudo... mulheres com mulheres fazendo sexo oral no 69, homens com duas mulheres, homens com homens, a putaria era total, a Rosalba chupava meu pau deliciosamente, ela tinha tirado uma das luvas pra acariciar melhor, as mãos dela eram macias, a ação dela era tão gostosa que já não aguentava mais e avisei:
- Rosalba, tô quase explodindo, quer parar? Posso fazer o mesmo tratamento em você...
- Não... quero tudo na minha boca...
Dito isso, me deixei levar pela sensação gostosa e gozei a jatos, ela engolia e acho que foi demais, o sêmen escorria pelos cantos da boca dela, chupou tudo, até a última gota, o que escapou ela pegou com a mão e espalhou nos próprios mamilos que estavam durinhos, virei pra olhar meu amigo e ele estava nos espasmos dele gozando no cu da Margarida que já parecia exausta e satisfeita com o orgasmo que teve... Rosalba se levantou, beijou meu peito, levou o dedo até a buceta dela, molhou e pelo buraco da minha máscara enfiou pra eu lamber, foi o que fiz, chupei, ela se encostou numa parede não muito alta, abriu as pernas e afastou a calcinha fio dental, eu me deixei cair, fiquei de frente pra buceta dela, bem depilada, suculenta, brilhava com a luz de tão molhada que tava, lábios carnudos, até percebi que tinha uma cicatriz fina de cesárea, não liguei, só queria devolver o prazer que ela já tinha me dado, então sem tirar a máscara levantei ela um pouco e levei minha língua pra dentro, fuçando na intimidade dela, beijando os lábios carnudos, chegando no clitóris onde consegui arrancar um suspiro longo, ele era um pouco maior do que os que eu já tinha visto antes, isso me deixou mais excitado, o mel escorria pelas pernas dela, ela esfregava os mamilos e gemia, eu enfiei dois dedos, que ela apertou com os músculos da buceta, minha língua continuava lambendo o clitóris dela, que pulsava de prazer, meus dedos bem molhados levei até o cu dela, que cedeu e deixou entrar, na hora ouvi ela dizer:
- pussy... que delíciaaaa...!!!
Sabia que tava fazendo direito, ouvi a Margarida gemer e percebi que eles estavam na ação de novo, mas eu tava focado em fazer a Rosalba gozar, minha língua tava louca, pulava de um lado pro outro, meus dedos fazendo movimentos leves no reto dela e ela reclamando de prazer, as pernas dela começaram a ficar duras, a respiração acelerou, ela gemia sem parar
- Não para... não para... não para...
Me surpreendeu que ela quis me deixar de lado e eu não deixei, depois entendi o motivo, ela teve um squirt... um jorro de fluido saiu das entranhas dela, parte eu bebi, parte molhou meu corpo inteiro, foi abundante, ela ficou como se estivesse soluçando, mas de prazer, fui me levantando, ela quase imóvel com tremor nas pernas, abracei ela forte e passando por entre a chuva de pérolas da máscara dela, beijei ela, foi intenso, apaixonado, nossas línguas se moviam dançando, ouvi Margarita dizer:
- Na minha boca, pussy... quero tudo na minha boca, me alimenta, pussy.
Fomos nos separando, meu pau já recuperado e pulsando, coloquei ela do lado do outro casal, era um sofá que estava ali, na posição de quatro fui penetrando ela devagar, o interior dela molhado e muito quente, ela gemia e gemia, dei uns tapas na bunda dela, ela reclamou mas de prazer, quis puxar o cabelo dela, mas não queria que a peruca ficasse na minha mão e não fiz, comecei a serrar ela com força, minhas bolas quicavam, ela continuava gemendo, gozando, curtindo, Margarita limpava o pau do meu amigo com a língua, já tinha engolido tudo, a música de fundo tocava mais alta, mas ainda dava pra ouvir os barulhos de prazer que outras pessoas faziam. Todo mundo curtindo o sexo, mantive meu ritmo, enquanto estávamos na ação uma garçonete se aproximou e deixou 4 taças de champanhe pra gente, me deu um tapa na bunda e foi embora, era tipo me dizer... continua aproveitando... achei engraçado, Felipe colocou a Margarita na mesma posição e a gente bateu palma, as duas gemiam, estávamos macetando as mulheres, alternando com uns tapas na bunda e elas se olharam e se beijaram, isso foi muito motivador, acelerei meu ritmo e falei:
- Vou gozar... onde você quer...
- No meu c#... enche tudo
Tirei ele da buceta dela que destilava o néctar e como meu membro estava muito molhado, entrar no cu dela foi muito fácil... continuei no meu ritmo... ela deixou a cabeça cair no sofá e a mão dela foi pra buceta dela pra acelerar o orgasmo, conseguindo chegar quase ao mesmo tempo que eu, gozei tudo dentro do cu dela, senti ela se contrair forte, foi uma das melhores gozadas que já tive, fiquei ali dentro por uns segundos, sentindo cada pulsação, depois saí devagar, ela virou o rosto e me olhou com um sorriso safado, Margarita já estava de quatro também, tomando leitada do Felipe, foi uma noite inesquecível. Simultânea... o clímax... dei mais umas palmadas nela e gozei de novo... deixando o cu dela cheio de porra, ela respirava ofegante, tava exausta, eu também, sentei do lado dela e dei a taça pra ela beber... as duas mulheres se levantaram dizendo que iam ao banheiro, nos beijaram e foram embora.
— E aí, curtiu, Carlos?
— Meu parceiro... sensacional... nunca pensei que viveria uma parada dessas, essa mina é uma diaba e curte pra caralho, pena que não sei como é a cara dela, nunca deixou eu ver...
— Relaxa, a qualquer hora a gente vê elas de novo, seja num bar, numa balada...
— Que horas serão?
— Na real, nem ideia, vamos perguntar, olha... a Rosalba me deixou uma lembrança... uma das luvas dela.
— Bom, isso é tipo o sapatinho da Cinderela, só precisa ir testando nas mulheres até achar uma que sirva... hahahaha
Perguntamos a uma das garçonetes que horas eram, já ia dar 4h45 da manhã, enquanto a gente andava, ainda tinha muita gente transando, alguns dormindo, poucos dançando, alguns já tinham ido embora... caminhamos até o banheiro... ficamos lá e não vimos elas, continuamos procurando, voltando pro nosso lugar, nada.
— Felipe, acho que elas vazaram.
— Tô pensando a mesma coisa, nos deixaram na mão, mas pelo menos a gente passou um momento do caralho, mesmo assim queria ter trocado com elas, aquela amiga da Margarita parece que chupa gostoso e mexe a bunda como se tivesse dançando cumbia... hahahahaha
— Sabe, pensei a mesma coisa, uma troca teria sido foda, mesmo que tivesse que bater uma... hahahahaha
— Bom, já é hora de ir também, descansar hoje e amanhã apresentar a prova...
Passamos onde deixamos a roupa, nos vestimos e fomos embora, no caminho fui sentindo o pouco perfume que ainda tinha na luva, única lembrança da noite, o Felipe me deixou em casa, entrei, fui tomar um banho e depois deitar, já ia dar umas 6... deixei a luva na mesa de cabeceira e me deitei... acordei perto das 2 da tarde, com muita fome, fui pra cozinha, mãe... tava cozinhando, dei um beijo na bochecha dele, pedi a bênção,
- Deus te abençoe, filho, preciso te perguntar uma coisa... hoje de manhã, quando voltei, passei no teu quarto pra ver se você tava aqui e encontrei uma luva em cima da tua mesa... de onde você tirou isso??
A cara dele não era normal, eu percebi, o que eu falo, me perguntava...
- Mãe, foi um presente, simplesmente, de alguém que conheci ontem à noite, uma moça muito legal, chama Rosalba.
Ela saiu da cozinha sem dizer nada, mas eu vi lágrimas nos olhos dela..
- Mãe, o que foi?... tá passando mal??
- Não, filho... não se preocupa...
Ela entrou no quarto, trancou a porta, pegou o telefone e ligou pra amiga.
- Oi amiga, aconteceu uma coisa, quero morrer..
- O que foi, Matilde?, você me assusta
- Margarita, aquela pessoa que eu tava ontem à noite..
Margarita não deixa ela falar
- Claro, Matilde, o amigo do Felipe, que te comeu gostoso e te fez gritar de prazer
- Margarita.. esse rapaz é o Carlos... meu filho... Deus, o que eu fiz...!!!
- Como?? Tem que ter um erro.. não pode ser, por que você diz isso?
- Lembra que eu te falei que tava faltando uma luva e que ia buscar antes da gente ir embora?
- Sim, Matilde, e eu te falei pra deixar como lembrança pra ele
- Pois estava na mesa de cabeceira do Carlos, eu vi e peguei, e acabei de perguntar de onde ele tirou e a resposta foi.... "uma moça chamada Rosalba me deu"
As duas ficaram mudas.
2 comentários - Surpresa com mamãe e a amiga