Esposa infiel: Juan e Rafael

Bom, como falei no meu anterior, deixei minha mulher transando com Rafael e Juanjo. Quando acordei de manhã, espiei no quarto e os três estavam pelados, ela no meio dos dois. Vi que o Rafael tava com o cu dela arreganhado e a rola dele na porta da buceta dela, saindo porra dos dois buracos. Fui preparar meu café da manhã. Quando tava lendo o jornal, ouvi o chuveiro abrir, e apareceram Rafael e Juanjo de cueca. Me deram bom dia, pegaram o café deles e me agradeceram por emprestar minha mulher. Falaram: “Puta máquina de foder que você tem, Juan. Deixou nossos ovos secos, até tão doendo. Achamos que ela é uma ninfomaníaca, não acha? Você tá de verdade de boa com o que a gente tá fazendo com ela?” Eu disse que ela e eu tínhamos combinado, que não tinha problema, que mesmo eu comendo ela, sabia que comigo não era suficiente. Eles disseram que combinaram com ela de deixar ela descansar até a sexta da semana seguinte, que a gente ia passar o fim de semana no sítio deles. Eles foram se vestir e, quando saíram, minha mulher já tava comigo tomando café e umas torradas. Ela levantou, deu uns amassos bem dados nos dois e falou: “Até sexta, então. Essa semana e um pouco mais é pro meu marido, e vocês vão recarregar a munição pro fim de semana.” Isso foi numa segunda, então eu tinha uns dias pra comer ela sozinho. Combinamos de ir na clínica ginecológica onde fomos pra tentar ter um filho, pra dar uma revisada nela e fazer um teste de gravidez, porque eu tinha o pressentimento de que ela tava grávida até o talo — não seria por falta de porra dentro, haha. Acho que algum espermatozoide deve ter chegado. Chegamos na clínica e o doutor Martínez chamou ela pro consultório, mandou ela se pelar na outra sala, enquanto ficou falando comigo. Disse pra eu ter esperança, que qualquer dia eu podia ter um filho, que não me desistir, eu disse que estávamos nessa juntos. Fiquei no consultório dele e o médico foi examiná-la, ficaram mais de meia hora, e ele saiu deixando ela se vestindo e veio falar comigo com um sorriso de orelha a orelha, e me disse: "João, cuidado que você pode ficar doente, não leve tão a sério essa história de engravidar minha mulher". E eu perguntei por que ele dizia isso, e ele respondeu: "Porque ela está com as paredes do útero em carne viva e além disso tem restos de esperma por todo lado, até o cu dela está irritado. Receitei um creme e uns óvulos para facilitar a ovulação, pra ver se ela engravida logo e ajudar vocês, mas não se obcequem com isso, que pode ser pior o remédio. Então recomendo que vocês transem um dia sim e outro não. Com o tratamento que dei, você vai notar que ela vai ficar muito excitada, mas vai ver que quase com certeza dessa vez ela engravida. Quase certeza que ela começa a ovular na segunda-feira que vem, esse é o dia que vocês têm que fazer, e você vai ver." Ela saiu, nos despedimos, e no caminho ela me perguntou se o médico tinha me dito alguma coisa. Contei que ele tinha visto as paredes da buceta dela irritadas e com resquícios de esperma dos amigos dela. Ela, rindo, me disse: "Claro, amor, com as pirocas que eles têm e me deram quatro gozadas naquele dia, o que você queria?" Eu disse: "Você está se tornando uma ninfomaníaca, isso vai sair do controle." Ela respondeu: "Por quê? Se eu engravidar deles, de qualquer jeito vou estar transando com o pai do nosso filho. Além disso, adoro ser comida por esses dois machos." Chegamos em casa por volta das 12h, e ela foi pro banheiro colocar o óvulo que já tínhamos comprado na farmácia. Estávamos comendo às 15h e ela disse: "Amor, o óvulo que coloquei está me deixando com muito tesão. O que você acha? Damos uma trepada?" Eu disse: "Espera até hoje à noite, agora tenho que ir a Sevilha resolver uns assuntos, volto por volta das 23h." Ela não gostou muito, mas aceitou. Bom, eu fui embora de casa. Por volta das 4:30 da tarde e umas 7:30, liguei no celular dela, e qual não foi minha surpresa: perguntei pra minha mulher onde ela tava e ela me disse que tava na padaria com o Rafael e o Juanjo, esperando a fábrica fechar pra dar uma trepadinha. Disse que a buceta tava escorrendo, entre o calor que o óvulo tinha causado e o quanto ela tava molhada, não aguentava esperar eu chegar. "Olha, amor, há pouco o Juanjo meteu em mim enquanto o Rafael atendia uns clientes. A gente entrou num depósito onde eles guardam o trigo em sacos, ele baixou minha calcinha fio-dental que eu tava usando, passou a mão na minha buceta e, quando viu como eu tava, me virou e meteu de uma vez. Só de sentir, eu gozei, que delícia, mãe. O Juanjo também gozou bem rápido, subiu a calça e foi embora porque o chefe dele chamou. Mas o mais engraçado é que, entre os sacos, apareceu o motorista de um caminhão que tinha visto tudo e tava se masturbando. Ele veio na minha direção com o pau na mão e só falou: 'Moça, quer mais pica?' Eu só deitei no saco e, do jeito que ele veio, meteu, misturando a porra do Juanjo, meus fluidos e tudo com o pau do desconhecido. Dava pra ver ele entrando e saindo branco como a neve. O coitado já tava quase gozando, porque em duas metidas e tiradas ele também gozou. Saiu correndo, enfiando o pau na cueca." Eu falei pra ela: "Você é uma puta fogosa, pode até engravidar desse desconhecido, porra. Não pensa com a cabeça, só com a buceta." Ela disse: "Pra pensar com a cabeça é você, amor. Não vou fazer de novo, não fica bravo." "Não é que dá azar, né?" "Bem, querido, já tô indo pra casa te esperar." O Rafael disse pra minha mulher que, se ela quisesse, podia ir pro campo na quinta e montar a cavalo o dia inteiro, que ele falava com o tratador pra deixar tudo pronto. Minha mulher aceitou. Eu não tava muito convencido, porque sabia que ela era capaz de foder até um cavalo, ou o Cara, vocês não tão vendo que isso aqui tá pegando fogo? Falei pra eles, e o Rafael disse: "Deixa ela, cara, que certeza que um cavalo não engravida ela, haja", e eu falei que o cavalo não, mas o peão sim. Aí ele respondeu que também não, porque tinha feito vasectomia. Eu só vou sexta-feira à tarde, e combinei com o João pra irmos juntos. O Rafael foi na quinta à tarde e encontrou o que eu já imaginava: o peão da cocheira comendo minha mulher. Ele tava com ela de quatro, metendo no cu e na buceta dela, e ainda chupando a buceta dela enquanto um pônei tava ali. Quando o Rafael chegou e viu a cena, mandou trazer um fardo de palha e deitaram a Amália de costas. O peão colocou o pônei por trás e ajudou a meter a rola nele. Quando ela sentiu a cabecinha entrando, gritou tão alto que ainda bem que tavam no campo. E, principalmente, quando o pônei gozou dentro, foi um rio de porra que saiu da buceta dela, segundo o Rafa. Quando terminaram, carregaram ela pra casa no colo porque ela não aguentava nem andar.

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