Minha mulher de 19 anos, a gente tinha se casado jovem. Na época, eu trabalhava com um tio meu de 60 anos. Certo dia, saí cedo para trabalhar na oficina e lembrei que tinha esquecido uma ferramenta em casa. Ao voltar, ouço vozes na cozinha. Então, dou uma espiada e vejo meu tio sentado à mesa conversando com minha mulher, os dois tomando café da manhã. Ela ainda estava de camisola de dormir, daquelas que vão até o tornozelo, porque ela é muito recatada. Escutei meu tio dizendo que a notava preocupada. Ela disse que não era nada. Então, ele falou para ela confiar nele. Ela olhou para ele e disse que era algo delicado. Ele respondeu que era um homem mais velho, com experiência na vida, e que seria um segredo dele também. Ela não aguentou mais e disse que tinha problemas comigo, porque eu pedia para ela me chupar, o que ela não gostava, e além disso, que passasse o cu, que ela não conseguia fazer porque sempre que tentava, apertava e não dava. Meu tio ficou pasmo com a confissão. Então, ele disse que tudo tem solução. "Olha, eu posso te ajudar se você quiser, mas você precisa confiar em mim." Ela perguntou como. "Bom, primeiro o primeiro: quero que você chupe dois dedos meus, que eu vou untar com geleia. Te parece?" Ela assentiu sem falar. Ele levou os dois dedos de uma mão untados com geleia até a boca da minha mulher, e ela começou a chupar. Ele dizia que ela devia usar mais a língua. Depois de um tempo, ele disse que ela estava fazendo bem, mas que deviam provar com algo mais sensível. Ela perguntou a que ele se referia, e ele disse: "Se você se atrever a chupar meu pau, só para provar." Ela disse que não, que já estava com muita vergonha do negócio dos dedos. Mas ele insistiu que era só para provar, já que o pau dele era muito mais sensível. Eu não podia acreditar no que tinha visto e, mais ainda, no que ouvi. Esperei que minha esposa mandasse ele para aquele lugar, mas depois de pensar um pouco, ela aceitou, lembrando que era só para provar. Então, meu tio abriu a calça, tirando o pau já ereto. Era muito mais grosso e mais comprido que o meu. Ela olhou com espanto e não disse nada. Eu já ia... intervir. Quando ela se inclinou e, sem pensar, começou a chupar o pau dele de forma rápida e desajeitada, ele então disse para ela parar e explicou que ela devia fazer de forma suave, pois aquilo era muito delicado. Ela disse que estava nervosa, então ele disse que ela devia pensar em coisas agradáveis e perguntou se algo a excitava ou se ela gostava de algo, ao que ela respondeu: seus peitos. Ele perguntou se podia acariciá-los enquanto ela o chupava, ela respondeu: só por cima do camisola. Ela sabia que esse era seu ponto fraco, por isso não queria que ele os tocasse diretamente. Ela aceitou e começou a chupar o pau dele de novo, desta vez o tio começou a acariciar seus peitos. Ela parecia gostar, porque suas chupadas começaram a ficar melhores e mais pausadas. Meu tio, entretanto, acariciava seus peitos, de repente começou a desabotoar o camisola, conseguindo chegar a deixar os peitos da minha mulher nus, tocando-os livremente. Ela, excitada como estava, nada disse e seguiu chupando com mais vontade. Ela começava a suspirar e movia sua bunda de forma circular. Meu tio, ao vê-la excitada, enquanto apertava com uma das mãos uma das tetas duras da minha mulher, com a outra acariciava suas costas e a cada carícia levantava e recolhia mais o camisola, quando sua bunda começou a ficar à mostra. Minha esposa acordou como de um transe hipnótico e deu um salto, levantando-se, limpando a boca com uma mão, enquanto cobria seus peitos nus com a outra, disse que era suficiente. Meu tio disse que ela tinha feito bem, então disse que agora podiam seguir com o outro. Ela parecia não se lembrar, respirando ainda ofegante devido à excitação. Ele falou sobre a bunda. Ela disse que não. Ele disse que já tinham chegado até ali, que ela tinha aprendido e gostado, disse que sabia como ajudá-la ali atrás. Ela, depois de pensar, aceitou, mas será para provar, só isso, disse. Meu tio nem sequer tinha guardado seu pau na calça e ele continuava ereto. Então, segurando-a pela cintura, ele a virou e disse para ela se apoiar na mesa, pediu que levantasse... camisola e que baixasse a calcinha, ela fez isso e deixou sua bunda ao ar com a calcinha nos músculos, meu tio pediu que abrisse as pernas, como não conseguiu ele tirou a calcinha guardando para si, começou a explorar seu ânus com delicadeza, mas ela respondia com um repuxão e sua camisola caía a todo momento então meu tio perguntou se podia tirá-la, ela se virou e abrindo-a deixou cair no chão ficando completamente nua diante dele, nem mesmo a mim permitia vê-la nua, parecia deliciosa com seus 16 anos... quando fazíamos, fazíamos no escuro então, ela se virou, estava levantando sua linda bunda, ele começou a explorá-la novamente, mas desta vez tocava sua vagina fazendo com que relaxasse mais, a cada momento ela respondia suspirando, então começou a introduzir um dedo em seu apertadíssimo ânus, ela respondeu com um espasmo voltando ele à sua buceta, ele propôs algo que já me deixava a mil, disse se podia introduzir seu pênis em sua buceta apenas para relaxá-la mais, ela aceitou, mas pediu que não terminasse dentro, porque seu marido havia sido o primeiro e ela queria que fosse o único, ela continuou de costas para ele e baixando uma mão até seu ventre, com dois dedos abriu sua linda buceta para meu tio... ele sem responder enfiou de uma vez, acho que tocou o fundo porque metade ficou fora, ela respondeu arqueando as costas, acho que de dor e prazer, então ele bombando com suavidade às vezes baixava e introduzia um a dois dedos em seu ânus, em um momento parou e disse que já estava dilatada, e que havia que provar com seu pau, ela disse que não se atrevia porque o dele era muito grande e grosso, mas ele disse que seria cuidadoso, e que seria para alargar para seu marido, ela disse com voz queixosa: bom já chegamos até aqui, faça com cuidado e deixe aí, ele colocando na entrada começou a empurrar, havia feito um grande trabalho pois a ponta entrou sem dificuldade, deixou aí, quando sentiu que a pressão cedia, voltou a empurrar até a metade, segurando-se de sua... peitos amassando e puxando seus mamilos, arrancando um suspiro da minha mulher, e de repente sem aviso empurro tudo, incrível ele enfiou tudo dentro, ele ficou parado um tempo, minha mulher passando a mão por baixo percebeu que sua bunda estava aberta e tinha engolido aquela rola enorme sem dificuldade, então sacudindo a bunda ela tirou e se moveu para o lado enquanto tentava cobrir seus seios e buceta com as mãos, disse ao meu tio que já era suficiente, que fosse embora, então meu tio implorou para deixá-lo terminar, que não podia deixar assim na sua idade, depois de tanto implorar e ao ver que sua rola não baixava ela aceitou mas seria na sua bunda, ela se inclinou na mesa novamente, mas desta vez abrindo com as mãos suas nádegas duras, pude ver que ainda estava dilatada e meu tio usando os fluidos vaginais da minha mulher lubrificou sua rola e a enfiou, nervoso como estava, na buceta, tirando logo em seguida se desculpando e a colocou na bunda da minha mulher enfiando até o fundo, ela respondeu respirando fundo, começou então uma entra e sai suave enquanto acariciava os peitos da minha esposa, ela por sua vez estava excitadíssima levantando cada vez mais a bunda como querendo que entrasse mais, de repente começou a aumentar o ritmo e em um espasmo gozou dentro dela, bombando tentando, acho eu, deixar até a última gota de sêmen dentro dela. eu enquanto isso tive a melhor masturbação da minha vida, então sem esperar seu pene diminuir, meu tio caiu exausto na cadeira em que estava sentado, com sua rola ainda ereta e latejando molhada de sêmen, e minha esposa continuava deitada na mesa com seu ânus completamente dilatado que até dava para ver seu interior rosado, o sêmen do meu tio escorria de sua bunda passando por fora de sua buceta chegando até seus joelhos, depois de um tempo seu ânus começou a se contrair lentamente com suaves espasmos até fechar, ela se tocou e quando estava fechado se levantou com dificuldade e olhou para meu tio ainda largado na cadeira com seu pênis já flácido e encolhido, ela deu um tapa nele para acordá-lo e disse, enquanto o empurrava para fora de casa, que ele não voltasse mais de manhã e que os cafés da manhã ali tinham acabado. Enquanto isso, eu voltei para a oficina e não disse nada, nem mesmo quando meu tio me olhava com cara de culpa. Quanto à minha esposa, ela começou a alugar filmes pornô com a desculpa de aprender, e todos os dias me recebe com um boquete engolindo toda porra, e sempre que eu peço, ela me empresta o cu, mas não sem antes fazer um pouco de difícil.
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