Mi sobrina acepta someterse



Aviso: A história não é minha, mas eu adorei e achei a narrativa muito boa.
Minha sobrinha sabe o que quer e eu explico o que quero dela.
Depois daquela noite na cozinha dela, tudo foi fluindo como eu esperava. Ela sabia que eu a desejava há tempos e parece que ela tinha curiosidade por um homem maduro. Ela me mandou um WhatsApp com o link da página dela no TikTok. Algo que ela sempre se negou a dar, porque tinha vergonha.
Abri e o que vi deixou meu pau duro na hora. Ela aparecia em alguns vídeos sozinha, na maioria, e em outros com amigas, mas quase sempre uma que parecia 5 anos mais nova. Tinha outra que estava para dar água na boca, mas aparecia menos e em épocas distantes.
Respondi agradecendo, disse que já estava na hora, e coloquei um emoticon com olhos em coração. Ela perguntou se eu tinha visto a dedicatória. Mas respondi que não, que como tinha tantos vídeos, veria por ordem de postagem. E tinha bastante coisa. Parece que ela posta vídeos quase todo dia. Mas claro, só veria os com menos roupa, hehe.
Ela disse para eu ver o de dois dias atrás, ou seja, o do dia depois do que rolou na cozinha. E foi o que fiz. Coloquei para rodar e no início ela aparecia com uns cartazes e com a mesma roupa daquele dia. Nos cartazes, ela explicava que dali em diante todas as danças seriam dedicadas a alguém que a segurou para que não caísse. Eu fiquei alucinado e senti a alegria do sucesso, e minhas bolas já estavam esquentando e se mexendo, depois de tanto correr atrás dela, mas sempre com cuidado, claro.
A dança era uma música lenta no início, que ela tinha gravado na cozinha. Ela se mexia com uma malícia, e seus peitões e sua bunda balançavam no ritmo. A verdade é que ela sabe como se mover, a safadinha. Deixou meu pau latejando no talo.
O problema era que eu sabia que a mãe dela olhava o celular. E claro, não sabia como conversar com ela sem que a gente se ferrasse. Então falei isso para ela. Perguntei a que horas ela saía da escola e disse para apagar a conversa depois de ler e combinarmos. Ela saía às 3, por causa do horário de verão, e como voltava sozinha, não tinha problema. Combinamos de nos encontrar duas ruas depois e eu a esperei com a moto.
Ao vê-la chegando, meus olhos se abriram como... pratos. Ela vinha correndo, com um shorts de lycra curto e uma camiseta mostrando a barriga, e a visão era de cair o queixo. Os carros reduziam ao vê-la, e ela me olhava rindo porque sabia. Os peitos e as nádegas balançavam no ritmo da corrida. Que puta safada... buaff! Ao chegar, ofegante, ela disse:
- Não consegui tirar o sutiã, o banheiro do colégio estava lotado. Mas a calcinha sim.
- Já imagino, gata. Não se preocupa - respondi.
E saímos rumo ao meu antigo point. A verdade é que fazia anos que não subia para a serra de Collserola, para um cantinho que eu tinha para foder as minas. Ela subiu na moto e se agarrou forte na minha cintura, espremendo os peitões nas minhas costas. Chegamos e vi que o lugar continuava igual. Selvagem e escondido, mas eu sabia por onde enfiar as rodas da moto. Tinham sido muitas visitas àquele pequeno oásis estrategicamente escondido...
Fiz ela descer, ajudando-a pela cintura e segurando a vontade de aproveitar aquele corpão, coloquei a moto no cavalete e a fiz sentar onde estava sentada. Por ser um scooter grande, eu me sentei de frente também e afaguei seu cabelo. Ela olhava ao redor, vendo como o lugar era bonito. Uma pequena clareira ao lado da estrada, mas de onde ninguém podia te ver. Tinha um pedaço de chão plano com grama e ao redor era tudo vegetação densa. Para entrar, você faz uma curva, por isso não dá para ver da estrada, a menos que saiba que está ali.
- Que lugar sexy, dá para fazer uma cabana aqui - ela soltou.
- Precisamos conversar, gata - eu disse.
- Claro - respondeu com cara de espertinha. Ela sempre teve muita personalidade. Algo que me excitava também, claro.
- Você sabe que me deixa louco há um tempo, desde que você virou mulher. E preciso te explicar o que quero de nós, mas antes quero saber o que você quer de mim.
Ela parou para pensar, suspirou fundo e me disse:
- Quero ser sua, quero que você me ensine e faça o que quiser comigo, eu sei o que Fiz pra titia e minha mãe fica alucinada toda vez que conversa com ela tomando café - ela disse, ficando vermelha como um tomate, mas me encarando.
-Mas que fofoqueira você é! - falei, beliscando um de seus peitões.
-Hahaha, quer o quê? Tô no meu quarto estudando e dá pra ouvir tudo que elas falam. E ainda por cima vejo como você me olha toda vez que a gente se vê, claro... - ela respondeu.
-Olha, eu quero ser seu dono e isso envolve algumas regras que precisam ser seguidas - eu disse.
-Claro, já sei, já entendo como funciona essa coisa de dom/sub. E é o que te falei antes, tio, não se preocupa, que eu sei o que quero e a que você se refere, e sei que você nunca faria algo que eu não quisesse - ela falou, toda séria.
Não conseguia acreditar no quanto as adolescentes de hoje em dia sabem. Achei que seria mais complicado explicar, ou que ela não ia entender. No meu tempo, qualquer uma teria mijado nas calcinhas só de me ouvir.
-Bom, a única coisa que peço é que você estude e busque um bom futuro pra você. Essa vai ser sua missão até você conseguir uma faculdade ou um diploma decente. Não vou deixar você virar uma "Charo" ou uma "Jenny" e desperdiçar sua vida. Você vai ser minha e a gente vai se divertir muito, mas vou respeitar sua virgindade. Porque você vai se apaixonar, com certeza vai, e aí você poderá dar. Mesmo sabendo que vai ser difícil pra você às vezes, por causa da tesão. Mas tem muitas formas de curtir, que não envolvem meter na sua bucetinha - E nós caímos na risada por como a palavra soou depois de frases tão sérias.
-Mas por que você não vai me desvirginar? Quero que você me desvirgine, tio, você vai fazer direito. A maioria das minhas amigas fala como foi ruim e da decepção da primeira vez - ela disse.
-Porque amanhã você pode não ver nossa relação da mesma forma, pode te causar trauma ou fazerem você achar que foi abuso. E pelo menos não quero te tirar isso. Sei que os garotos da sua idade não vão te desvirginar como deve ser, mas se você estiver apaixonada pelo cara, e ele por você. Vai ser algo que você vai lembrar pra sempre, mesmo que tenha sido um desastre.
-Puxa! Mas na minha sala só restamos 4 virgens e quase todas já fizeram... Loquinhas de amor e depois se arrependeram", ela me disse.
- Kkkk, você não vê como vocês estão - respondi.

O clima entre nossos corpos já estava bem quente. As camisetas começavam a grudar na gente. E eu conseguia sentir o cheiro da bucetinha dela subindo entre nós dois.

- Claro, tito, me fode logo, estou doida por isso - ela disse, agarrando meu pacote e me pegando de surpresa. Porque eu não só olhava, eu admirava. Aquele corpo perfeito, duro, todo curvilíneo e suado.

- Mh, mmh - eu disse, pegando a mão dela e recusando.
- Vejo que você esqueceu quem manda aqui - falei.

E empurrei ela para trás, apoiando-a na caixa da moto e levantei a camiseta, tirando-a. Passei a mão pelas costas dela, procurando o fecho do sutiã, soltei e tirei. Tirei minha camiseta e parei um instante, dizendo:
- Minha nossa, que peitões!
- Kkkk - ela riu.

Comecei a comê-los.
- Mmmmmh, isso, isso tito!! - ela gemeu.

Me esbaldei nos seios grandes e duros dela, deixei os mamilos bem durinhos. Enquanto minhas mãos acariciavam seu pescoço e suas nádegas. Olhei para ela e vi o rosto vermelho, toda fogosa. Ela também acariciava minhas costas e meu cabelo, gemendo.

- Isso, mmmh, come, come tito!!
- Tira a calça - eu pedi.

Ela se levantou na moto e tirou. Era uma visão linda, vê-la de pé de onde eu estava, com os seios molhados balançando e a xota brilhante, toda molhada de tão excitada que estava. Peguei suas coxas para que abrisse as pernas e comecei a beijar e lamber desde os tornozelos, subindo até a virilha.

- Mmmh, isso tito, isso, ai!! - ela disse.

E cheguei na sua bucetinha. Ela é uma garota grandona, mas tem uma xotinha pequena para o tamanho dela, e estava bem molhada. Chupei e lambei desde o clitóris até a entrada. Enfiava a língua e chupava sem piedade. Tinha o gosto da juventude que me lembrava épocas naquele mesmo lugar, mas sem a experiência de agora. E isso me arrancava um sorriso pela lembrança e pelo prêmio que estava saboreando agora. Ela gemeu, agarrando minha cabeça e empurrando com o quadril, buscando ainda mais prazer. instinto. -Siiim, oooh, caralho! Como você me come, tito! Siiim! Continua, continua! Come! Como eu estava com vontade disso! - ela me dizia E eu comecei a enfiar dois dedos até onde vi que estava o hímen. Mas ela não aguentou mais. Quando os enfiei torcendo, ela começou a gozar feito uma puta. - Continua! Continua! Siiim, tito, siiim! Oooh, eu tô gozando, caralho, sim, siiim! Oooh! Aaah! Mmmhh! Ela se contorcia, empurrando minha cabeça contra sua buceta encharcada e gozava feito uma puta. - Mmmh, que delícia! Porra, tito! Mmmh! Para, para! Oooh! - ela me disse tremendo como um pudim. Mas eu não parei. Sabia que ela aguentaria outro orgasmo e continuei devagar com os dedos enquanto subia com minha língua de seu grelinho, até seu monte de Vênus, seu umbigo, sua barriguinha dura como aço, até seus peitos de novo. Ela gemía e ofegava, se recuperando do orgasmo e recebendo meus dedos e minha boca em seus seios. - Mmm, que gostoso! Mmmh, mmmh, porra, como você sabe, tito! Oooh! - ela me dizia Ela começou a mover o quadril, tentando enfiar mais os dedos, mas não entrava mais. Ali estava seu hímen e, vendo que ela não parava de empurrar, coloquei um dedo no cuzinho. Empurrei e ela parou de repente de tentar enfiar mais os dedos. E eu disse no ouvido dela: - Não vou te desvirgar, mas esse cu... - e empurrei um pouco mais - Vou foder ele toda vez que nos vermos. Ela me olhou com aqueles olhos azuis que tem, o rosto e os peitões brilhando de suor e minha saliva, e me disse: - Então ainda bem! - e empurrou o quadril para enfiar mais o dedo na bunda. E foi o que fiz. Empurrei mais forte, mas com cuidado, o dedo até o fundo. - Aaah! Porrra! Porrra! Dói! Mmmh! - ela gritou - Mmmh! Oooh! Oooh! - ela gemeu enquanto eu começava a tirar e meter devagar, mas aumentando a velocidade. - Tá bom, tá bom, siim! Assim, tito, assim! - ela me dizia, segurando minha cabeça. E eu continuei chupando seus peitões, fodendo sua bunda com meu dedo, e o dedão no clitóris, o que ajudava bastante com a dor. Ela começou a se mover no ritmo, acariciando minha cabeça e apertando-a contra ela com raiva. quando ela estava doendo. Quando vi que o dedo se movia livremente, ia colocar outro, mas ela não aguentou, comecei a enfiar, mas ela começou a tremer de novo, gozando.
-ooooj ¡¡ aaagghh¡ -ela engolia saliva e cuspia ao falar.
-Mmmmhh ¡¡ caralho¡¡ caralho tito para, para¡¡ mmmmh¡¡ oojj¡¡ vou mijar, cabrão¡¡
E eu soltei, mas ela não segurou o mijo com aquele orgasmo. Me afastei e saiu um jato enquanto ela mantinha o equilíbrio na moto, gozando e mijando como uma puta. Mijou todo o guidão da moto, os controles e o banco. Mas a visão de vê-la assim. Contorcendo e tremendo de prazer com os peitões e a bucetinha encharcados era inigualável. Quando acabou de mijar, comecei a comer a bucetinha dela e ela pegou minha cabeça. Chupei um pouco, mas ela disse para parar, que estava muito sensível. Olhei para ela sorrindo e mostrei meu pau brilhando por todo o líquido pré-gozo que tinha soltado. Ela me olhou sorrindo com cara de puta tarada e desceu da moto. Subi e ela enfiou toda a pica que pôde na boca.
-Mmmmh siii caraaalho¡¡-gritei
E ela começou a chupar como a puta que era. Não sabia, mas tinha visto filmes suficientes para saber como se fazia bem feito. E assim ela fazia... Engolia o que podia subindo e descendo rápido. E soltava para colocar as bolas na boca e depois lambê-las e subir com a língua brincando e apertando forte com as duas mãos até o topo e voltar a engolir mais rápido.
-Mmmh ¡¡ isso, assim muito bem puta -disse a ela
Mas eu já tinha a bunda dela na minha mente. E queria fazê-la gritar de prazer enquanto a fodia. Mas sabia que ainda não podia, sem machucá-la de verdade. Então, enquanto ela me chupava, acariciei os peitos dela, passei a mão nas costas, e fui descendo até a bunda e depois à buceta já irritada.
-Mmmmh não por favor¡¡ -ela gritou
Mas eu queria o suco dela para a bunda. Molhei dois dedos aos poucos sem machucar muito e subi até lá.
-Mmmmmh ooojjj que cabrão tito¡¡-ela gritou para mim
E comecei a empurrar os dois dedos aos poucos até a metade apenas.
-Aaaah ooojj dói, dói tito!!! - gritei -Cala a boca, puta, que já tive bastante tato - eu disse -Essa bunda é minha e quanto mais cedo estiver pronta, mais cedo a gente aproveita. Já entravam e saíam os dois dedos sem problemas, e ela me disse: -Tá bom, tito, se mmmhh aaaaah caralho!!! Gostei!!! Eu tirava e colocava os dedos facilmente. E eu não aguentei mais. Afastei ela e virei. -Calma que hoje é só a cabecinha - eu disse E enfiei com cuidado toda a cabecinha. Entrou com dificuldade e eu teria adorado empurrar mais. Mas me limitei a dar empurradinhas enquanto apertava os mamilos dela. Dava pra sentir a bunda dela ardendo. Continuei assim por uns minutos. -Enfia tudo, tito!!! mmmmh tudo, vai!!! ooooh - ela disse, empurrando pra trás. Mas não era o momento e ela não sabia o quanto teria doído. Não aguentei mais, e menos ainda depois dela pedir mais rola. Isso me deixou ainda mais excitado, se é que era possível. Porque ela estava a mil. Comecei a gozar... -Oooojj!!! mmmh!!! caralho, tô gozando, gata!!! - gritei -Aaah, Aaah, sim, tito, sim. Tô sentindo, tô sentindo!!! mmmhh!!! - ela disse. Ficamos parados. Ela, com medo de eu enfiar mais, já que gozando eu tinha empurrado um pouco mais pra dentro e ela percebeu porque eu não queria enfiar tudo. Tinha soltado porra pra pintar um apartamento inteiro de branco, de tanta vontade que eu tinha da minha sobrinha. Nos levantamos e nos vestimos, cruzando olhares e sorrindo. Demos uns beijos apaixonados, nos abraçamos forte. Demos outro beijo apaixonado e eu disse: -Mmmmh, melhor a gente ir. -Sssim - ela disse, suspirando. Pegamos o caminho de volta pro bairro dela. No caminho, num ponto que não tinha ninguém, ela agarrou meu pacote e me disse: -Isso aqui é meu e da tita, né? - se certificando que não tinha mais mulheres -Hahaha!!! Claro, gata. Mais seu que da tita. Ela já não se interessa tanto por sexo como antes. - eu disse -Então melhor pra mim - ela disse - e nós dois rimos. Chegamos no bairro dela e, ao me dar o capacete, ela disse: -Como a gente troca mensagem? -Se você não esquecer de apagar as conversas, não tem problema. Mas tem que ir com cuidado. Lembra da palavra "Tramposa" em maiúsculas, e você responde "vale", essa vai ser a forma de saber que estou falando com você – expliquei.
– Vale – me disse, me dando um beijo nos lábios. E se afastou de novo correndo.
Autor:
CachorroLouco
 






0 comentários - Mi sobrina acepta someterse