Mi cuñada y unas copas encima

Há alguns meses, eu tava comentando aqui a vontade que tava de comer minha cunhada. Ontem, enquanto eu tomava uns tequilas à tarde na sala de casa, minha cunhada entra procurando minha esposa.

Cunhada: Oi, a minha irmã tá?
Eu: Oi, cunhada, não tá não, mas entra, senta aqui, vou te servir um tequila.
Cunhada: Ah! Não, valeu, cunhado, haha, só vim ver minha irmã mesmo.

Vi que ela ficou vermelha e não foi embora, então insisti pra ela tomar um tequila e depois ir, e ela aceitou. Servi o tequila e ficamos conversando meio sem graça, porque a gente não costuma falar muito. Mas depois de um tempo, começaram as risadas, as brincadeiras. Eu tava num sofá e ela noutro. O copo dela tinha acabado, então, antes que ela pedisse, ofereci mais um gole.

Cunhada: Ah, não, cunhado, hahaha, já tô ficando tonta e não vou conseguir voltar pra casa.
Eu: Só mais um, cunhada, tô adorando a companhia.
Cunhada: Tá bom, cunhado, sinceramente, também tô adorando ficar aqui com você.

Quando ouvi a voz doce dela me chamando de cunhado enquanto me olhava com um sorriso safado e provocante, e sabendo que ela tava gostando da minha companhia, minha mente viajou louca e eu imaginei ela pelada. Fiquei parado que nem um idiota, com o pau marcando na calça.

Cunhada: Hahaha, o que foi, cunhado, vai ficar aí parado ou vai me dar minha dose?
Eu: Hahahaha, desculpa, é verdade.

Peguei o copo dela e, quando me aproximei, ela mordeu o lábio de baixo e olhou pro meu volume. Me virei e fui servir o tequila. Entreguei pra ela e me surpreendi quando ela virou de uma vez.

Cunhada: Me dá mais?
Eu: Claro.

Ela me olhava com uma cara que não aguentava mais de tesão, e eu também, mas nenhum dos dois tinha coragem de dar o primeiro passo, pra não estragar nossa família.

Passaram uns minutos em silêncio, até que de repente minha cunhada sentou do meu lado. Ela veio e se deitou no meu colo, virou a cabeça e, com os olhos semicerrados, disse: "Tô bêbada, cunhado." A única coisa que pensei naquele momento foi abraçar ela. Fiz isso enquanto me ofereci pra levar ela pra casa. Ela disse: "Não, só me abraça e deita do meu lado." A gente se deitou de conchinha no sofá, e meu pau começou a ficar duríssimo, e minha cunhada sentiu.

Cunhada: "É tudo isso que a minha irmã come? Kkkk"
Eu: "Você também pode comer, se quiser."
Cunhada: "Nada se perde, cunhado. Era por isso que você queria que eu ficasse?"

Fiquei gelado, achei que tinha estragado tudo.

Cunhada: "Kkkk, bobo! Já sabia que minha irmã não tava aqui. Cê acha que nunca vi seu pacote? Kkkkkkk"

Meu coração tava batendo muito forte e eu não sabia o que fazer, até que minha cunhada tomou a iniciativa. Ela virou pra mim e me deu um beijo gostoso daqueles de colégio, enquanto nossas línguas se molhavam. De uma vez, peguei na bunda dela, tava durinha. Meti a mão por baixo da saia dela e enfiei um dedo na buceta dela.

Cunhada: "Ahhh! Assim, meu amor, eu adoro!"
Eu: "De hoje em diante, você é minha puta."
Cunhada: "Adoro ser sua puta, cunhado. Mete o pau em mim."

A gente tava todo molhado. Levantei e coloquei ela de quatro, levantei a saia dela, abri a bunda dela e pedi pra ela chupar meu pau. Ela chupou gostoso pra caralho. Depois de bem lubrificado, meti no cu dela, bem devagar. Ela gemia gostoso, e a gente não ligava pra mais nada, só pra foder.

Naquela hora, a gente ouviu um carro parando fora de casa. Era minha esposa chegando. Rápido, minha cunhada levantou e saiu pela porta dos fundos. Eu peguei minha roupa e corri pro banheiro, me tranquei pra me trocar. Quando minha esposa entrou, perguntou: "Tem alguém em casa?"
Eu: "Tô no banheiro, amor."

Saí do banheiro e a gente se beijou. A verdade é que eu ainda tava com um tesão danado, tava muito excitado, então acabei fodendo ela também. Mas essa já é outra história, kkkkk.

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