Bem, a história começa assim: meu pai é dono de um mercadinho e ele sai do trabalho às 6, mas o serviço dele fica a uns 20 minutos a pé de casa. Só que num sábado, ele normalmente chegava em casa à uma hora, mas dessa vez já eram quase duas e ele não aparecia. Aí, preocupado, falei: vou buscar meu pai pra ver por que ele não tá se apressando. E fui caminhando até o trabalho dele. Mas o estranho é que o mercadinho tava fechado, só que o portão do corredor tava aberto — coisa que não sei se meu pai já sabia que eu ia chegar pra buscá-lo, porque ele sabia que às vezes eu ia lá pegá-lo no serviço e ele me mandava entrar, já que ele cuidava de fechar. E foi assim: entrei por ali, mas ouvi ele conversando com alguém, uma conversa bem safada. A mulher tava dizendo: "que gostoso é tocar nessa pica, me dá gozo". Eu me assustei, pensei que tivesse mais alguém ali, e não meu pai, mas fiquei com tesão de ouvir aquela conversa picante. Aí espiei e vi a roupa do meu pai de um lado. Falei: "essa roupa é do meu pai". E fiquei espiando. Foi quando vi a mulher chupando a pica do meu pai, falando um monte de putaria. De repente, quando eu tentei me mexer, bati na porta. Meu pai virou pra ver, e a gente ficou parado, se olhando. Ele ainda com a pica molhada, reagiu e se cobriu, obviamente envergonhado. A mulher abotoou a blusa rapidinho. Eu só me virei, envergonhado mas ao mesmo tempo puto. E senti meu pai levantar de uma vez e falar: "Pirri, espera aí, preciso falar com você". Eu falei que não, mas ele saiu correndo ainda com a pica e a cueca pra baixo, me segurou e disse: "Espera, deixa eu me vestir". E foi isso. Ele só falou pra ela: "Irma, vai embora, amanhã eu chego, não se preocupa, agora vou resolver isso". Eu tava bem puto por dentro, sentia ciúmes de ver aquela cena. Ele se vestiu, me segurou pelos dois braços e disse: "Filho, imaginei que você ia vir, mas não que fosse me ver fazendo isso. Quero que me escute e vou ser bem sincero, mas quero que me ouça. Se eu... Eu disse: "Pai, por que você tá fazendo isso comigo?" E ele respondeu: "Porque eu sou um homem." Ele disse: "Mas não quero que você fique bravo, porque eu preciso de você. Mas vou tentar compensar você, se você me ajudar com a sua mãe." Ele disse: "Eu sei que o que você viu não é certo. Na verdade, os filhos não deveriam ver o que os pais fazem escondido. Mas eu sabia que mais cedo ou mais tarde você ia descobrir, porque você é em quem eu confio." Ele disse: "Então não fala nada, e eu vou te dar o que você merece. Pode confiar em mim." E eu disse que sim, mas óbvio que não ia falar nada, porque no fundo eu sabia que minha mãe teria largado ele, e eu ia perder aquela relação sexual que eles tinham, ele comendo ela e eu olhando. Então eu calei a boca. E foi assim, fomos juntos. Lembro que ele me comprou um sorvete naquele dia e disse que à noite ia me levar pra comer. E foi. No dia seguinte, domingo, ele disse: "Vamos sair você e eu, e vou te dar aquele brinquedo (um brinquedo que eu tinha insistido muito pra ganhar). Mas você vai me ajudar a dizer que sim. De agora em diante, quando sua mãe perguntar pra onde a gente vai, você vai dizer que saímos pra brincar no parque." Óbvio que eu sabia que ele chegava suado porque transava com a amante, então ele sabia montar bem o plano. E foi assim nas primeiras vezes. Ele me deixava num pátio, já com o brinquedo que me comprou. "Vai lá e brinca enquanto eu vou falar com a moça", ele dizia. Óbvio que eu já sabia que ele ia comer aquela mulher. Ele entrava num quartinho, e eu ficava sozinho lá fora esperando. Depois de uns dias, eu falei: "Pai, prefiro ficar em casa, porque aqui fora eu fico entediado. E além disso, eu sei que você entra no quarto com ela, sei que vai fazer o que eu vi da outra vez. E não quero ficar aqui sozinho." Então no dia seguinte ele disse: "Vamos, você não vai mais ficar lá fora." Aí eu fiquei feliz, pensei: "Vou ver o pai com a outra." Mas não. Ele me levou pro quarto, mas tinha uma cortina grande de pano que separava a cama do sofá. E ele disse: "Você vai ficar aí, olhando. TV, mas ouve o que ouvir, não tens permissão pra passar por aquela cortina, senão vou ficar muito puto, ele me dizia. Mas mesmo assim eu conseguia ouvir as porradas que ele dava e como ele bombava aquela mulher. Pra ela ele dizia: "slut, come esta cock que é tua", falava. O sexo com ela era mais agressivo, isso me deixava com tesão e eu começava a me excitar ali, ouvindo aquilo. Daí, depois que ele terminava, saía todo suado e me falava: "vamos correr pra você suar e ficar com cara de cansado", ele dizia, "e vamos dizer pra mamãe que a gente jogou no parque". E era assim. No caminho, ele me falava que, quando chegasse, eu tinha que dormir, porque depois ele ia fazer amor com a minha mãe. Ele já me contava sobre o sexo. Um dia, depois, ele me levou e eu vi que tinha outra senhora lá. Ele só me disse: "você vai ficar com ela e vai fazer tudo que ela mandar. Não quero que você diga que não, sei que você vai gostar". E foi assim. Aquela mulher literalmente fez sexo comigo, e meu pai dizia pra ela o que fazer comigo. Mandou ela me dar sexo oral, colocar a buceta na minha boca. Eu, com nojo, chupei ela, com medo. Meu pai começou a se excitar, talvez por isso, e daí me dizia pra fazer assim, daquele jeito. E no final, ele foi fazer sexo com a amante dele. Era super morbidante ouvir ele transando do outro lado, e eu do outro. Desde então, eu soube que meu pai comprou meu silêncio.
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